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Fevereiro acentua quebra na movimentação de passageiros nos aeroportos portugueses

O segundo mês de fevereiro deste ano foi, novamente, nefasto para o movimento de passageiros e aeronaves nos aeroportos nacionais.

Victor Jorge
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O segundo mês de fevereiro deste ano foi, novamente, nefasto para o movimento de passageiros e aeronaves nos aeroportos nacionais.

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Em fevereiro de 2021 os aeroportos nacionais movimentaram 265,6 mil passageiros (embarques, desembarques e trânsitos diretos), representando uma variação homóloga de -92,9% (-79,3% em janeiro e -74,7% em dezembro), revelam os dados divulgados, esta segunda-feira, 19 de abril, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Considerando o total de passageiros desembarcados nos aeroportos nacionais em fevereiro de 2021, cerca de 57% corresponderam a tráfego internacional (83% no período homólogo), sendo a maioria provenientes de aeroportos localizados no continente europeu (48%).
Já quanto aos passageiros embarcados, cerca de 60% estão associados a tráfego internacional (82% no período homólogo), tendo como principal destino aeroportos localizados no continente europeu (51%).

Analisandos os meses de janeiro e fevereiro de 2021, o aeroporto de Lisboa movimentou 52,3% do total de passageiros (543 mil), registando uma quebra de 87,4%.

Faro foi, contudo, e considerando os três aeroportos com maior tráfego anual de passageiros, o aeroporto que maior decréscimo do número de passageiros movimentados, indicando o INE uma descida de 92,2% nos dois primeiros meses de 2021).

O aeroporto da Madeira manteve o último lugar no top 3 dos aeroportos nacionais com maior movimento de passageiros neste período (75,3 mil, -83,6%), superando o aeroporto de Faro.
Quanto aos países de origem e destinos, França aparece em primeiro lugar entre janeiro e fevereiro de 2021, com o Brasil a ocupar o segundo principal país de origem apesar do inexpressivo número de passageiros desembarcados durante o mês de fevereiro, resultado da suspensão dos voos, de e para este país, a partir do fim de janeiro. Já a Suíça foi o 3.º principal país de origem e o 2.º de destino, enquanto Espanha evidenciou os maiores decréscimos em ambos os indicadores e ocupou a 4.ª posição.

No que diz respeito à movimentação das aeronaves, o INE revela que, em fevereiro de 2021, aterraram nos aeroportos nacionais 3,4 mil aeronaves em voos comerciais, representando uma variação homóloga de -76,7% (-62% em janeiro e -57,3% em dezembro).
Comparando o número de aeronaves aterradas diariamente entre janeiro e fevereiro de 2021 com o período homólogo de 2020, regista-se um agravamento no mês de fevereiro, verificando-se reduções diárias superiores a 60% no número de aeronaves aterradas.

Um ano de COVID-19
Segundo o INE, entre março de 2020 e fevereiro de 2021 desembarcaram 5,8 milhões de passageiros, o que corresponde a uma variação negativa de 80,6% face aos 12 meses anteriores, sendo que, no que toca às aeronaves, aterraram nos aeroportos nacionais 79,5 mil voos comerciais, representando uma diminuição de 65,2% relativamente a esse mesmo período.


Após março de 2020, o INE mostra que agosto e setembro foram os meses com menores decréscimos (-46,4% e -50,2% de aeronaves aterradas, -65,7% e -70,5% de passageiros desembarcados, respetivamente). Já quanto aos meses que mostraram maiores reduções, abril e maio aparecem com quebras de 94,5% e 92,7% de aeronaves aterradas, 99,4% e 98,5% de passageiros desembarcados, respetivamente), “refletindo o impacto das medidas de restrição à mobilidade adotadas nacionalmente e nos principais destinos e origens do tráfego aéreo para os aeroportos portugueses, tendo em vista limitar o efeito da pandemia”, refere o INE.


A diminuição do tráfego internacional teve o maior contributo (84%) na redução do número de passageiros desembarcados no primeiro ano de pandemia. Efetivamente, o peso do tráfego internacional diminuiu 6 p.p., representando 77% do total.

França foi o principal país de origem dos voos com passageiros (18% dos passageiros desembarcados) e o Reino Unido o segundo (11%), salientando o INE que, no período homólogo pré-pandemia, os mesmos países ocupavam posições inversas.


Espanha, que surgia na 3.ª posição no período anterior à pandemia (representando 10% do total), passou para a 5.ª posição no período pandémico, diminuindo o seu peso para metade (5%). Já a Alemanha aumentou a sua representatividade no período de pandemia, em termos de passageiros desembarcados (de 8% para 10%), enquanto Itália deixou de constar entre os cinco principais países durante o primeiro ano de pandemia, dando lugar à Suíça que, no período de pandemia, foi a origem de 6% do total de passageiros desembarcados nos aeroportos nacionais.

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Turkish Airlines lança Gift Card

A Turkish Airlines lançou um novo serviço, o Gift Card, que pode ser carregado com o valor pretendido e oferecido a amigos ou familiares.

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A Turkish Airlines lançou um novo serviço, o Gift Card, que pode ser carregado com o valor pretendido e oferecido a amigos ou familiares, informou a companhia aérea turca em comunicado.

“Com este serviço, a companhia aérea permite que cada pessoa possa oferecer um cartão presente personalizado aos seus familiares e amigos, carregando-o com o valor pretendido”, lê-se no comunicado divulgado pela transportadora turca.

O Gift Card da Turkish Airlines tem uma validade de dois anos, só pode ser adquirido através da app ou do website da companhia aérea e é válido apenas para produtos e serviços determinados pela Turkish Airlines.

Todas as condições do Gift Card podem ser consultadas online aqui.

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Air France abre nova rota para a Tanzânia e reforça ligações na África Oriental no verão

A Air France vai abrir, no próximo verão, uma nova rota para Dar Es Salam, na Tanzânia, que vai operar em continuação ao serviço para Zanzibar, e decidiu também reforçar as ligações a Zanzibar, Nairóbi e Antananarivo.

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A Air France vai abrir, no próximo verão, uma nova rota para Dar Es Salam, na Tanzânia, que vai operar em continuação ao serviço para Zanzibar, e decidiu também reforçar as ligações a Zanzibar (Tanzânia), Nairobi (Quénia) e Antananarivo (Madagáscar), destinos da África Oriental que vão estar também disponíveis para os passageiros portugueses da transportadora francesa.

Num comunicado enviado à imprensa, a Air France revela que a nova rota para Dar Es Salam arranca a 12 de junho de 2023, em continuação do serviço para Zanzibar (também na Tanzânia), e vai contar com três ligações por semana, realizadas num avião Boeing 787-9, com 30 lugares em classe Business, 21 em Premium Economy e 225 na Economy.

Na informação divulgada, a Air France explica que Dar Es Salam é atualmente a capital económica e maior cidade da Tanzânia e, além da nova rota da Air France, conta também com voos da KLM, parceira da transportadora francesa, que realiza um voo diário desde Amesterdão, em continuação do serviço para Zanzibar, às quintas-feiras e domingos, assim como em continuação do serviço para Kilimanjaro (também na Tanzânia) nos restantes dias da semana.

“O horário de voos, coordenado entre as duas companhias, permite aos clientes desfrutar de uma escolha mais ampla”, acrescenta a companhia aérea francesa.

Além da nova rota, a Air France vai também reforçar a operação para outros destinos da África Oriental, a exemplo de Zamzibar, que passa a contar com três voos por semana a partir do verão de 2023, mais um do que no verão de 2022, uma vez que, diz a Air France, o novo serviço de Dar es Salaam “vai resultar num aumento nas frequências entre Paris-CDG e Zanzibar”.

A partir de 12 de junho de 2023, a Air France vai também aumentar o número de voos para Nairobi, capital do Quénia, que passa a contar com um “serviço direto em ambos os sentidos, operado em Boeing 787-9, com um voo diário de/para Paris-CDG – face aos atuais 6 voos/semana”.

Mais a sul, a Air France vai ainda oferecer um extenso programa a iniciar no próximo verão entre Paris-CDG e Antananarivo, em Madagáscar, que vai contar com cinco voos diretos por semana, contra os quatro atuais.

Segundo a Air France, “os voos de/para Madagáscar vão ser operados pela primeira vez em Airbus A350-900, a nova joia da frota de longo curso da companhia, equipada com 34 assentos na classe Business, 24 na Premium Economy e 266 na Economy”.

No próximo verão, novidade vai também ser a continuação dos voos entre Paris-CDG e Nova Iorque – Newark (EUA), uma vez que, a 12 de dezembro, a companhia vai inaugurar um novo serviço ao longo de todo o ano, com um voo diário operado em Boeing 777-200 ER.

A 9 de janeiro de 2023, a Air France conta ainda retomar a ligação entre Paris-CDG e Hong Kong (China), que se encontra ainda suspensa, e que, segundo a companhia aérea francesa, vai contar com três voos por semana às segundas, quintas e sábados (regresso às terças, sextas e domingos), operados em Boeing 777-300ER.

Todos os destinos estão disponíveis para os passageiros portugueses da Air France, graças às ligações que a companhia aérea disponibiliza à partida de Lisboa ou do Porto, através do seu hub em Paris-CDG.

Os detalhes do programa de voos e as tarifas podem ser consultados em airfrance.pt.

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Airbus e Renault em parceria para desenvolver eletrificação

As duas companhias – Airbus e Renault – pretendem contribuir, com sucesso, para a ambição de emissões líquidas zero até 2050, tanto no setor automóvel como no setor da aviação.

Victor Jorge

A Airbus e a Renault assinaram um acordo de pesquisa e desenvolvimento com o intuito de reforçar a transversalidade e sinergias com o objetivo de acelerar a eletrificação das duas companhias tendo em vista a melhoria as respetivas gamas de produtos.

Esta parceria ajudará a Airbus a desenvolver as tecnologias associadas às futuras aeronaves híbridas-elétricas e será detalhada no Airbus Summit, que acontecerá entre 30 de novembro a 1 de dezembro.

Como parte desta parceria, as equipes de engenharia da Airbus e do Grupo Renault unirão forças para desenvolver tecnologias relacionadas ao armazenamento de energia que continua a ser um dos principais obstáculos para o desenvolvimento de veículos elétricos de longo alcance. O acordo de cooperação abrangerá principalmente etapas tecnológicas relacionados à otimização da gestão de energia e à melhoria do peso das baterias, e procurará os melhores caminhos para passar das atuais células químicas (íon de lítio avançado) para todos os projetos de estado sólido que possam duplicar a densidade de energia de baterias no prazo de 2030.

O trabalho conjunto também estudará o ciclo de vida completo das futuras baterias, desde a produção até a reciclagem, a fim de preparar a industrialização desses futuros projetos de bateria, avaliando a sua pegada de carbono em todo o seu ciclo de vida.

“Pela primeira vez, dois líderes europeus de diferentes setores irão partilhar conhecimento no campo da engenharia para moldar o futuro das aeronaves híbridas-elétricas. A aviação é um campo extremamente exigente em termos de segurança e consumo de energia, assim como a indústria automobilística. No Grupo Renault, os nossos 10 anos de experiência na cadeia de valor de veículos elétricos fornecem-nos alguns dos mais fortes feedbacks no campo e experiência no desempenho de sistemas de gestão de bateria. Impulsionados pela mesma ambição de inovar e reduzir a pegada de carbono, as nossas equipas de engenharia estão a trabalhar com as da Airbus para convergir tecnologias transversais que permitirão operar aeronaves híbridas e desenvolver os veículos de amanhã”, refere Gilles Le Borgne, vice-presidente de Engenharia do Grupo Renault.

Do lado da Airbus, Sabine Klauke, Chief Technical Officer (CTO) da companhia, revela que “esta parceria entre setores com o Grupo Renault ajudar-nos-á a desenvolver a próxima geração de baterias como parte do roteiro de eletrificação da Airbus”. A responsável adianta ainda, em comunicado, que, “alcançar emissões líquidas de carbono zero até 2050 é um desafio único que requer cooperação entre setores, começando hoje. Reunir a experiência do Grupo Renault em veículos elétricos com nosso próprio histórico em simuladores de voo elétricos permitirá acelerar o desenvolvimento das tecnologias disruptivas necessárias para futuras arquiteturas de aeronaves híbridas na década de 2030 e além. Também promoverá o surgimento de padrões técnicos e regulatórios comuns em apoio às soluções de mobilidade limpa necessárias para atingir nossas metas climáticas”.

As duas companhias salientam ainda que “as tendências tecnológicas estão mover-se na mesma direção. A cooperação da Airbus e do Grupo Renault em eletrificação desempenhará um papel importante na mudança do cenário do transporte, contribuindo com sucesso para a ambição de emissões líquidas zero até 2050, tanto no setor automóvel como no setor da aviação”.

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Movimento de passageiros domésticos no Brasil ultrapassa outubro de 2019

Em outubro, o Brasil contabilizou 7,19 milhões de passageiros em voos domésticos, número que, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil (Anac), já ultrapassou o total registado em igual mês de 2019.

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Em outubro, o Brasil contabilizou o movimento de 7,19 milhões de passageiros em voos domésticos, número que, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil (Anac), já ultrapassou o total registado em igual mês de 2019, antes da pandemia, quando 5,94 milhões de passageiros tinham viajado em voos domésticos no Brasil.

Segundo os dados divulgados pela Anac, em outubro, os voos domésticos no Brasil contaram com um aumento de 21% ao nível de passageiros, enquanto a procura apresentou uma subida de 18,3% e a oferta cresceu 14,9%.

No acumulado desde o início do ano, o Brasil contabiliza já 65,7 milhões de passageiros em voos domésticos, número que ultrapassa o total registado ao longo de todo o ano passado, quando este indicador se ficava pelos 59,5 milhões de passageiros.

Já os voos internacionais levaram até ao Brasil 1,42 milhões de passageiros em outubro, número que compara com os 518,5 mil passageiros movimentados em outubro de 2021 e que traduz uma recuperação de 75% face a mês homólogo de 2021.

 

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Azores Airlines chega pela primeira vez a um milhão de passageiros num ano

A Azores Airlines alcançou esta terça-feira, 29 de novembro, a marca de um milhão de passageiros, naquela que foi a primeira vez que a transportadora açoriana chegou a este resultado num único ano.

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A Azores Airlines, companhia aérea do Grupo SATA que realiza os voos internacionais, alcançou esta terça-feira, 29 de novembro, a marca de um milhão de passageiros, naquela que foi a primeira vez que a companhia aérea açoriana chegou a este resultado num único ano.

“Trata-se de um dia simbólico para todos os que trabalham para tornar possível o crescimento da operação aérea da Azores Airlines. E nada pareceu fazer mais sentido do que partilhar o nosso entusiasmo e o sucesso alcançado com os
passageiros que escolhem viajar connosco. Afinal, sem a confiança que os nossos passageiros depositam em nós, não teríamos alcançado esta marca histórica na companhia aérea, de mais de 1 milhão de passageiros transportados num só ano”, congratula-se Luís Rodrigues, presidente do Grupo SATA.

Para assinalar a marca, a Azores Airlines promoveu uma cerimónia em que o presidente do Grupo SATA entregou ao passageiro um milhão um “boarding pass” redimensionado em honra da ocasião e um certificado de presença neste voo especial.

Recorde-se que, a 3 de agosto de 2022, o grupo SATA atingiu a marca de 1 milhão de passageiros transportados no cômputo da atividade das duas companhias aéreas, SATA Air Açores e Azores Airlines, num registo que foi alcançado antes
do que se previa, já que as companhias aéreas do Grupo SATA superaram as expectativas no que respeita à recuperação do tráfego no período pós-pandémico.

No verão de 2022, as duas companhias aéreas transportaram mais passageiros do que no ano pré-pandémico de 2019, motivo pelo qual o resultado agora alcançado pela Azores Airlines vem “reforçar a tendência crescente da procura pelos serviços proporcionados pela companhia aérea”.

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easyJet reduz perdas anuais em 80%

A easyJet registou um resultado liquido negativo de 194,3 milhões de euros no último ano fiscal, que terminou a 30 de setembro, valor que traduz uma redução de 80% das perdas registadas em igual período do ano passado.

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A easyJet registou um resultado liquido negativo de 194,3 milhões de euros no último ano fiscal, que terminou a 30 de setembro, valor que traduz uma redução de 80% das perdas registadas em igual período do ano passado.

Antes de impostos, o prejuízo da easyJet chegou aos 239 milhões de euros, valor que compara com as perdas de 1191 milhões de euros que a companhia aérea low cost britânica tinha apresentado em no final do anterior ano fiscal.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado da companhia aérea enviado à Bolsa de Valores de Londres, a redução das perdas ficou a dever-se ao bom desempenho da easyJet no último verão, que permitiu aumentar os lucros totais da companhia aérea para 6.634 milhões de euros, num crescimento de 295% face ao ano anterior.

“A EasyJet tem um bom desempenho em tempos difíceis”, afirma Johan Lundgren, CEO da easyJet, sublinhando que a forte receita registada no quarto trimestre do ano foi determinante para a melhoria dos resultados anuais.

Já os prejuízos operacionais foram de 31 milhões de euros, o que traduz uma forte recuperação face 1.046 milhões de euros contabilizados no mesmo período do ano passado.

A 30 de setembro, o ativo líquido da easyJet ascendia aos 2.912 milhões de euros, enquanto a dívida liquida da companhia aérea low cost chegava aos 770 milhões de euros.

O CEO da easyJet considera que, com estes resultados, a transportadora está bem posicionada para regressar aos lucros, apesar do ambiente de “alto custo” que a aviação está a viver.

No último ano fiscal, a easyJet transportou também 69,7 milhões de passageiros, o que corresponde a um aumento de 242% em relação ao ano anterior, enquanto a taxa de ocupação foi de 85,5%, face a 72,5% no ano anterior.

A companhia aérea revelou ainda que, neste ano fiscal, ofereceu uma capacidade de 81,5 milhões de lugares, num total de 320 aeronaves operadas até 30 de setembro.

Passageiros crescem também nas rotas de Portugal

Os resultados da easyJet foram também positivos ao nível dos passageiros transportados nas rotas portuguesas da companhia aérea, uma vez que, nas 71 rotas operadas no ano fiscal de 2022, a easyJet alcançou “um novo recorde de 7.431 928 passageiros”, o que traduz um crescimento de 174%.

“Foi registado um crescimento de 174% no número de passageiro em Portugal, valor que ultrapassa os níveis registados em 2019, tornando-se no melhor ano fiscal de sempre da easyJet em Portugal (+ 3% do que o recorde anterior – FY19 ano pré-pandemia)”, acrescenta uma nota da companhia aérea.

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LATAM Boeing 787-9 Dreamliner photographed on May 13, 2016 from Wolfe Air Aviation Learjet 25B.

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LATAM Airlines lança NDC a partir de 1 de maio de 2023

Novo sistema de distribuição da LATAM Airlines para as agências de viagens entra em vigor a 1 de maio de 2023 e, até lá, decorre um período de transição.

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A LATAM Airlines anunciou que, a partir de 1 de maio de 2023, o seu atual modelo de distribuição vai mudar, passando o conteúdo a companhia aérea a ser disponibilizado através do NDC by LATAM, uma nova ferramenta que recorre à tecnologia New Distribution Capability (NDC) para disponibilizar o portefólio da transportadora às agências de viagens.

De acordo com um comunicado da companhia aérea sul-americana, um dos grandes desafios tecnológicos atuais passa por conseguir “entregar conteúdo e serviços de venda e pós-vendas de alta qualidade” através dos canais da LATAM Airlines, pelo que a companhia aérea optou por desenvolver uma solução com base na mesma arquitetura dos seus canais diretos, o NDC by LATAM.

“Apresentamos o NDC by LATAM, uma nova ferramenta que utiliza a tecnologia New Distribution Capability (NDC) que permite acessar o nosso portefólio de produtos ampliados e o melhor conteúdo para agências, sem cobrança adicional na tarifa, com uma experiência única, dinâmica, num só lugar e em tempo real”, explica a LATAM Airlines.

Até 1 de maio de 2023, a LATAM Airlines vai passar por uma fase de transição do modelo de distribuição, período ao longo do qual espera que existam dúvidas por parte das agências de viagens, convidando, por isso, os agentes a contactarem a companhia aérea para esclarecer todos os detalhes.

“Estamos seguros que esta nova ferramenta nos levará a uma nova forma de acesso ao nosso conteúdo mediante a qual poderemos alcançar os nossos objetivos”, reafirma a LATAM Airlines, que remete mais detalhes sobre a mudança para uma data posterior e mais próxima do dia 1 de maio de 2023.

Até lá, os agentes de viagens podem ficar a conhecer melhor o novo NDC by LATAM através do site da companhia aérea para o trade, disponível aqui, ou através de contacto direto com o seu responsável de vendas.

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easyJet e Rolls-Royce testam motores a hidrogénio para a aviação

A easyJet e a Rolls-Royce realizaram com sucesso os primeiros testes de motores a hidrogénio verde para a aviação, numa iniciativa que visa a descarbonização do transporte aéreo.

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A easyJet e a Rolls-Royce realizaram com sucesso os primeiros testes de motores a hidrogénio verde para a aviação, numa iniciativa que visa a descarbonização do transporte aéreo e que vai dar origem a uma série de outros testes com vista a levar esta tecnologia para o ar.

“O teste no solo foi realizado num primeiro protótipo de conceito, utilizando hidrogénio verde criado pelo vento e pela energia das marés. Este teste marca um passo importante no sentido de provar que o hidrogénio poderia ser um combustível de aviação sem carbono do futuro e que este é fundamental nas estratégias de descarbonização tanto da Rolls-Royce, como da easyJet”, indica a easyJet, num comunicado enviado à imprensa.

As duas empresas estão a colaborar com vista a encontrar alternativas ao atual combustível aéreo e, neste sentido, têm já previstos vários outros testes, com a  “ambição a longo prazo de realizar testes de voo”.

Este teste decorreu numa instalação de testes ao ar livre no Ministério da Defesa britânico, em Boscombe Down, no Reino Unido, e utilizou um motor de aeronave regional Rolls-Royce AE 2100-A convertido, enquanto o hidrogénio verde usado nos testes foi fornecido pelo EMEC (European Marine Energy Centre) e gerado através de energia renovável.

“Este é um verdadeiro sucesso para a nossa equipa de parceria. Estamos empenhados em continuar a apoiar esta investigação inovadora porque o hidrogénio oferece grandes possibilidades para uma gama de aeronaves, incluindo aeronaves do tamanho da easyJet. Isso será um enorme passo em frente para enfrentar o desafio do net zero até 2050”, afirma Johan Lundegren, CEO da easyJet.

Numa próxima fase, a easyJet e a Rolls-Royce vão realizar outros testes de plataforma e um teste de solo à escala real de um motor a jato Rolls-Royce Pearl 15.

Esta parceria é inspirada pela campanha global Race to Zero, apoiada pela ONU, que ambas as empresas subscreveram, comprometendo-se a atingir as zero emissões líquidas de carbono zero até 2050.

 

 

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Air Cairo abre voos para Lisboa e passa a ser representada pela ATR em Portugal

A companhia aérea egípcia de baixo custo Air Cairo passou a ser representada em Portugal pela ATR e prepara-se para abrir, a 30 de dezembro, voos entre Lisboa, Assuão e o Cairo, passando a ligar, no verão, Lisboa a Hurghada.

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A companhia aérea egípcia de baixo custo Air Cairo vai abrir, a 30 de dezembro, voos entre Lisboa, Assuão e o Cairo, capital do Egito, informação que é avançada em comunicado pela ATR, que passou a representar a transportadora no mercado português.

“Atualmente, a Air Cairo é uma companhia aérea nacional egípcia de baixo custo com uma frota de 10 aviões, operando mais de 200 voos semanais para 25 destinos internacionais e domésticos”, indica a ATR, recordando que a companhia aérea nasceu em 2003.

A 30 de dezembro, a Air Cairo inicia uma operação de inverno que vai ligar Lisboa, o Cairo e Assuão, que conta com um voo por semana, às sextas-feiras, e que vai operar até 24 de março de 2023.

A partir de 28 de março, os voos da Air Cairo passam a ligar a capital portuguesa a Hurghada, estância balnear egípcia localizada no Mar Vermelho, que vai contar com voos às terças-feiras, até 24 de outubro de 2023.

“Em breve teremos mais novidades em relação ao verão IATA”, acrescenta a ATR, revelando que os voos e as tarifas já se encontram carregados no GDS da Amadeus, enquanto as agências que utilizam o Galileo, da Travelport, devem contactar a ATR através do e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 217618987.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Shannon no verão de 2023

A nova rota da Ryanair entre o Porto e Shannon, na Irlanda, vai contar com duas frequências semanais e, para assinalar o lançamento, a companhia aérea lançou uma promoção, com preços desde 29,99 euros.

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A Ryanair vai abrir uma nova rota no Porto no próximo verão, passando a ligar a cidade Invicta a Shannon, na Irlanda, a partir de 23 de abril, anunciou a companhia aérea de baixo custo em comunicado.

A nova rota da Ryanair entre o Porto e Shannon vai contar com duas frequências semanais e, para assinalar o lançamento, a companhia aérea lançou uma promoção, com preços desde 29,99 euros, disponível para reservas através do site da Ryanair.

“Com a Páscoa e o Verão de 23 a aproximarem-se rapidamente, estamos muito satisfeitos por trazer ainda mais opções e valor aos nossos clientes no Norte de Portugal, com a adição desta nova rota de Shannon à nossa programação de Verão de 23”, afirma Dara Brady, da Ryanair.

Segundo o responsável da companhia aérea, a nova rota oferece aos passageiros da Ryanair a oportunidade de visitarem “a Ilha Esmeralda e explorar as muitas maravilhas do centro-oeste” da Irlanda, como castelos cheios de história ou cruzeiros panorâmicos nas falésias e grutas da região.

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