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Governo dos Açores garante “seis meses de trabalho árduo” para fechar plano da SATA

Secretária Regional dos Transportes dos Açores, Ana Cunha, revelou que o executivo regional ainda não respondeu a Bruxelas sobre a investigação aos aumentos de capital da transportadora.

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Governo dos Açores garante “seis meses de trabalho árduo” para fechar plano da SATA

Secretária Regional dos Transportes dos Açores, Ana Cunha, revelou que o executivo regional ainda não respondeu a Bruxelas sobre a investigação aos aumentos de capital da transportadora.

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A secretária regional de Transportes dos Açores, Ana Cunha, garantiu esta quarta-feira, 9 de setembro, que o Governo Regional vai trabalhar com a União Europeia para fechar o plano de negócios da SATA, considerando que vão ser “seis meses de trabalho árduo”.

“Temos seis meses para trabalhar com a União Europeia. Não vamos ter dois meses apenas porque há eleições [em outubro], é igual para todos. Não vejo ninguém a gritar a pedir o plano da TAP, por exemplo. São seis meses de trabalho árduo”, afirmou a governante regional, no plenário do parlamento açoriano, na Horta, segundo a Lusa.

Ana Cunha revelou também que o Governo Regional dos Açores ainda não respondeu a Bruxelas sobre a investigação em torno de recentes aumentos de capital da transportadora, mas admitiu que podem existir consequências se esses apoios vierem a ser considerados ilegais.

“São as que constam da legislação comunitária e são várias”, reconheceu a governante, considerando, no entanto, que “é absolutamente prematuro tecer considerações sobre se são ou não ilegais” porque “é um processo que corre”.

Recorde-se que, em final de agosto, Bruxelas deu um mês ao Governo Regional dos Açores para explicar os apoios concedidos à SATA, uma vez que a legislação europeia não permite ajudas públicas às companhias aéreas, apenas em caso de reestruturação.

No seguimento da investigação, Bruxelas deu também um prazo de seis meses para a SATA apresentar um novo plano de negócios, que a oposição açoriana quer que seja conhecido até à eleições regionais, que decorrem a 25 de outubro.

Ana Cunha aproveitou ainda a ocasião para descartar a possibilidade de virem a ser efetuados despedimentos na companhia aéreas, explicando que essa hipótese “não está nos planos nem no propósito do Governo Regional dos Açores”.

As dificuldades financeiras da SATA perduram desde pelo menos 2014, altura em que a companhia aérea, detida na totalidade pelo Governo Regional dos Açores, começou a registar prejuízos, entretanto agravados pelos efeitos da pandemia do novo coronavírus, que teve um enorme impacto no setor da aviação.

O atual conselho de administração da transportadora açoriana tomou posse em janeiro e comprometeu-se a apresentar um plano estratégico e de negócios até ao final do primeiro trimestre do ano, mas a pandemia da covid-19 obrigou a uma reavaliação do documento.

Em julho, a SATA sublinhou que “o contexto provocado pela pandemia teve um impacto muito significativo” e que, devido à “paragem quase total da atividade, foram implementadas todas as medidas possíveis ao dispor da gestão, num cenário em que a preservação da empregabilidade era fundamental”.

Nos próximos seis meses, nos termos da regulamentação comunitária, a SATA irá, conjuntamente com o Governo dos Açores e a Comissão Europeia, trabalhar no plano de negócios que assegure a sustentabilidade económica e financeira do grupo e garanta os serviços de interesse económico geral no transporte aéreo interilhas e com o exterior.

 

 

 

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FITUR Sports quer definir o futuro do turismo desportivo

De 22 a 26 de janeiro na IFEMA MADRID, a FITUR 2025 acolhe a terceira edição da sua seção de turismo desportivo. As áreas principais serão o desporto ao ar livre, o desporto de competição e os eventos desportivos e as viagens de negócios desportivas.

A FITUR anuncia a terceira edição consecutiva da FITUR Sports após entrada na agenda de eventos essenciais para os profissionais do turismo desportivo. Organizada pela IFEMA MADRID e SPAIN IS SPORT – AFYDAD, a Associação Espanhola de Fabricantes e Distribuidores de Artigos Desportivos, a seção aproveitará as sinergias da Feira Internacional de Turismo de 22 a 26 de janeiro de 2025.

Após as duas primeiras edições, esta é uma das áreas da FITUR que se consolidou como um evento especializado de referência nacional e internacional, consolidando a ligação entre o turismo e o desporto como um motor fundamental do desenvolvimento socioeconómico.

A FITUR Sports tem como objetivo “promover o intercâmbio de conhecimentos através de um programa de conferências e gerar oportunidades de negócio”, refere a organização da feira. Para tal, foram definidas três áreas-chave em torno das quais girarão os conteúdos: Desporto Outdoor, Desporto de Competição e Desporto Eventos e Viagens de Negócios Desportivas.

Além disso, a FITUR Sports conseguiu envolver os principais atores públicos e privados, incluindo o Conselho Superior de Desportos (Conselho Superior de Desportos), Turespaña, UNWTO, CEOE, ADESP, bem como as diferentes federações e associações profissionais ligadas ao desporto e ao turismo, além dos principais patrocinadores.

De referir que a FITUR Sports 2024 estendeu-se pelos cinco dias da feira, com três dias profissionais com 30 sessões, 100 oradores e mais de 20 horas de conteúdos, com mais de mil visitantes por dia, além da área de exposição e a área de networking localizada num campo de padel. Para além disso, a transmissão streaming online atingiu mais de 8.000 visualizações durante os três dias, “o que demonstra o elevado interesse gerado pelo programa”, conclui a organização da feira de Madrid.

Entre o programa já definido contam-se as seguintes sessões:

Quarta-feira 22 de janeiro: Desporto e turismo ativo ao ar livre. Dinâmicas emergentes, gestão de destinos, desenvolvimento de produtos e experiências, sustentabilidade, marketing e comercialização.

Quinta-feira 23 de janeiro: Desporto profissional e de competição. Neste segundo dia, especialistas na matéria abordarão os desportos de equipa, os campos de treino, os torneios, campeonatos, golfe, as necessidades do atleta de elite, viagens de equipas de competição, viagens médicas e tendências em resorts e equipamentos de turismo desportivo.

Sexta-feira 24 de janeiro: Estratégias, impacto e legado dos eventos desportivos. O último dia profissional será encerrado com a abordagem de temas como os eventos desportivos e grandes eventos participativos, bilhética e experiências de hospitalidade, VIP, Sports Marketing Travel e MICE & Sports (viagens de negócios no setor desportivas), bem como as sinergias a explorar entre as marcas, o retalho e o turismo desportivo.

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Proveitos no alojamento turístico ultrapassam os 2MM€ até maio

A subida em 9,4% nos hóspedes e 7,5% nas dormidas, face a maio de 2023, fazem com que os proveitos totais ascendam a mais de 660 milhões de euros. No acumulado do ano, o valor já ultrapassou os 2 mil milhões de euros.

Em maio de 2024, o setor do alojamento turístico registou 3,1 milhões de hóspedes e 7,7 milhões de dormidas, correspondendo a subidas de 9,4% e 7,5%, respetivamente, face a igual mês de 2023. Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), os proveitos totais ascenderam a 660,8 milhões de euros, equivalendo a uma subida de 15,5% em comparação com o quinto mês do ano passado, enquanto os proveitos referentes aos apostos totalizaram 505,9 milhões de euros de proveitos, uma subida igual aos proveitos totais.

No acumulado do ano 2024 – de janeiro a maio -, as dormidas registaram um crescimento de 4,4%, atingindo 27,7 milhões, dando origem a aumentos de 12,2% nos proveitos totais e de 11,9% nos de aposento. Este aumento deveu-se, principalmente, às dormidas de não residentes, que cresceram 5,9%, enquanto as de residentes registaram um crescimento mais modesto (+0,9%).

Assim, os proveitos totais no alojamento turístico em Portugal atingiram, no acumulado do ano, 2.080 milhões de euros, uma subida de 12,2% face a igual período de 2023, sendo que nos proveitos nos aposentos, a subida de 11,9% em comparação com os primeiros cinco meses do ano passado, permitiu chegar-se aos 1.560 milhões de euros.

Considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 3,3 milhões de hóspedes e 8,3 milhões de dormidas em maio, refletindo crescimentos de 9,2% e 7,5%, respetivamente. As dormidas de residentes aumentaram 7,9% e as de não residentes cresceram 7,4%.

Dos mais de 2 milhões de hóspedes não residentes, em maio de 2024, a liderança pertence ao Reino Unido com pouco mais de 277 mil, seguido pelos EUA com mais de 263,6 mil, aparecendo a Alemanha a fechar o pódio com 199,3 mil. No acumulado do ano – janeiro a maio de 2024 -, a liderança pertence, igualmente ao Reino Unido (874 mil hóspedes), seguido pelo EUA (779 mil) e Espanha (778 mil).

Já nas dormidas dos não residentes, o Reino Unido mantém a liderança com 1,1 milhões, seguido pela Alemanha (680 mil) e EUA (585 mil). Nas contas acumuladas dos primeiros cinco meses do ano, destaque para o Reino Unido, único mercado a ultrapassar as 3,5 milhões de dormidas, enquanto o segundo lugar pertence à Alemanha com 2,4 milhões de dormidas, seguida pelos EUA com 1,75 milhões.

Lisboa puxa pelo turismo
A Grande Lisboa continuou a ser a região que mais contribuiu para a globalidade dos proveitos, com 33% dos proveitos totais e 35,2% dos proveitos de aposento, seguida do Algarve (23,6% e 21,7%, respetivamente) e do Norte (16,9% e 17,5%, pela mesma ordem).

Todas as regiões registaram crescimentos nos proveitos, com os maiores aumentos a ocorrerem nos Açores (+26,3% nos proveitos totais e +28,5% nos de aposento), na Península de Setúbal (+23,8% e +25,5%, respetivamente), no Alentejo (+21,9% e +21,3%, pela mesma ordem) e na Madeira (+20,7% e +22,5%, respetivamente).

Em maio, o crescimento dos proveitos acelerou nos três segmentos de alojamento. Na hotelaria, os proveitos totais e de aposento (pesos de 86,7% e 85% no total do alojamento turístico, respetivamente) aumentaram ambos 14,4%.

Nos estabelecimentos de alojamento local, registaram-se aumentos de 22,5% nos proveitos totais e 21,8% nos proveitos de aposento (quotas de 9,6% e 11,4%, respetivamente).

No turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 3,7% nos proveitos totais e de aposento), os aumentos foram de 23,2% e 22,7%, respetivamente.

Do total de 7,7 milhões de dormidas (+7,5%) nos estabelecimentos de alojamento turístico, 61,4% concentraram-se nos 10 municípios com maior número de dormidas em maio.

O município de Lisboa concentrou 19,8% do total de dormidas, atingindo 1,5 milhões (+5,4%, após +0,9% em abril). As dormidas de residentes decresceram ligeiramente (-0,2%), tendo as dormidas de não residentes apresentado um aumento de 6,3%. Este município concentrou 22,9% do total de dormidas de não residentes em maio.

Albufeira foi o segundo município em que se registaram mais dormidas (819,4 mil dormidas, peso de 10,7%), voltando a registar um aumento (+3,3%), após o decréscimo de 13,4% no mês anterior. As dormidas de residentes tiveram o crescimento mais expressivo (+14,3%) entre os principais municípios, enquanto as de não residentes registaram um acréscimo mais modesto (+1,8%).

No Porto, as dormidas totalizaram 616,1 mil (8% do total), tendo-se observado um crescimento de 7,8% (-0,5% em abril), com o contributo das dormidas de não residentes (+9,2%), dado que as de residentes decresceram 0,5%.

O Funchal (561,8 mil dormidas, peso de 7,3%) apresentou um crescimento de 5% (+0,6% em abril), para o qual contribuíram as dormidas de não residentes (+6,7%), tendo em conta que as dormidas de residentes diminuíram 6,3%.

Em resumo, em todos os 10 municípios com maior número de dormidas em maio, as dormidas de não residentes superaram as dos residentes.

Entre os 10 principais municípios, Ponta Delgada continuou a destacar-se com o maior crescimento (+18,3%), para o qual contribuíram as evoluções positivas das dormidas de residentes (+6,8%) e, sobretudo, as de não residentes (+25%).

Face aos crescimentos das dormidas registados em Portugal, em maio de 2024 destacaram-se, entre os principais, os municípios de Ponta Delgada, Portimão e Porto, em termos de dormidas de não residentes. Por sua vez, Albufeira, Loulé e Cascais foram os que se mais se distanciaram positivamente da média nacional em termos de crescimento das dormidas de residentes.

ADR com novos máximos históricos na Grande Lisboa e no Norte
No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 78,3 euros em maio, registando um aumento de 12% (-0,5% em abril).

O valor de RevPAR mais elevado foi registado na Grande Lisboa (138,1 euros), tendo atingido um novo máximo histórico nesta região. Seguiu-se a Madeira com 92,5 euros. Os maiores crescimentos ocorreram na Península de Setúbal (+22%) e nos Açores (+20,2%), enquanto os menos expressivos se verificaram no Centro (+3,4%), na Grande Lisboa (+10%) e no Norte (+10,1%).

Em maio, este indicador cresceu 13% na hotelaria (+0,6% em abril). No alojamento local e no turismo no espaço rural e de habitação, registaram-se crescimentos de, respetivamente, 10,9% e 14,1% (-4,2% e -2,6%, em abril, pela mesma ordem).

No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 123 euros (+9,4%, após +4,1% em abril).

A Grande Lisboa destacou-se com o valor mais elevado de ADR (171,4 euros), seguida do Norte (118,8 euros), tendo sido atingidos novos máximos históricos em ambas as regiões. Este indicador registou crescimento em todas as regiões, com os maiores aumentos a ocorrerem na Madeira (+18,4%), na Península de Setúbal (+14,2%) e na Grande Lisboa (+11,2%).

Em maio, o ADR cresceu em todos os segmentos, +9,5% na hotelaria (+3,9% em abril), +9,6% no alojamento local (+3,5% em abril) e +8,5% no turismo no espaço rural e de habitação (+11,8% em abril).

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A 19.ª edição dos Publituris Portugal Travel Awards em menos de 5 minutos

No dia 4 de julho, o jornal Publituris entregou pela 19.ª vez os Portugal Travel Awards. Dos 177 nomeados resultaram 22 vencedores, com Raul Martins a receber o Prémio “Belmiro Santos”.

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O Pestana Douro Riverside, no Porto, foi o palco para os Publituris Portugal Travel Awards 2024.

Contando com a presença de mais de 400 pessoas, a 19.ª edição dos prémios do jornal Publituris distinguiu 22 vencedores em igual número de categorias, votados por um júri, assinantes do jornal e subscritores da newsletter diária, havendo ainda lugar para a entrega do prémio “Belmiro Santos”.

Contando com a presença do secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado; presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade; presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros; vereadora para o Turismo e Internacionalização da Câmara Municipal do Porto, Catarina Santos Cunha; presidente da APECATE, António Marques Vidal; vice-presidente- executiva da Associação da Hotelaria de Portugal, Cristina Siza Vieira; secretária-geral da AHRESP, Ana Jacinto, secretário-geral da ARAC, Joaquim Robalo de Almeida; presidentes das ERT do Porto e Norte de Portugal (Luís Pedro Martins), do Ribatejo e Alentejo, (José Santos), Lisboa (Carla Salsinha) e Algarve (André Gomes) entre os inúmeros convidados, foram entregues os seguintes prémios:

Melhor Companhia de Aviação – TAP Air Portugal

Melhor Companhia de Aviação Lowcost – easyJet

Melhor Rent-a-Car – Europcar

Melhor Operador Turístico – Solférias

Melhor Rede de Agências de Viagens – Agência Abreu

Melhor Companhia de Cruzeiros – MSC Cruzeiros

Melhor Cadeia Hoteleira – Vila Galé Hotéis

Melhor Hotel Cinco Estrelas – Torel Avantagarde

Melhor Hotel Quatro Estrelas – Octant Hotels Furnas

Melhor Hotel Resort – Monchique Resort & Spa

Melhor Boutique Hotel – Pestana Fisherman

Melhor Hotel de Cidade – Montebelo Vista Alegre Lisboa Chiado Hotel

Melhor Hotel MICE – Meliá Ria Hotel & Spa

Melhor Hotel de Praia – EPIC Sana Algarve Hotel

Melhor Turismo Rural – Herdade da Matinha

Melhor Enoturismo – Torre de Palma Wine Hotel

Melhor Campo de Golfe – Oitavos Dunes – Cascais

Melhor Parque Temático e Diversões – Zoomarine

Melhor Empresa de Animação Turística – Picos de Aventura

Melhor Marina – Marina de Vilamoura

Melhor Destino Internacional – Dubai

Melhor Região de Turismo Nacional – Açores

Prémio “Belmiro Santos” – Raul Martins (*atribuído diretamente pela redação do Publituris)

O jornal Publituris agradece, mais uma vez, o apoio e patrocínio do Novo Banco, Turismo do Porto e Norte de Portugal, Câmara Municipal do Porto, Pestana Hotel Group, Consolidador.com, Mawdy, Europastry, Nescafé, Lufthansa LGSP, Grohe, GR8 events, Movielight, Multislide, Workgroup.

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Emprego e Formação

2.ª Edição do ISCE Tourism PAP Challenge tem nove finalistas

A final da 2.ª Edição do ISCE Tourism PAP Challenge realiza-se no dia 18 de julho e conta com 9 finalistas.

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tagsISCE

A final da 2.ª edição do ISCE Tourism PAP Challenge powered by Merytu, uma iniciativa do Departamento de Turismo do ISCE – Instituto Superior de Lisboa e Vale do Tejo, que tem como parceiros institucionais a Câmara Municipal de Odivelas, as Escolas do Turismo de Portugal e a Associação Forúm Turismo e que conta ainda com o apoio da Orbitur, Randstad, ISIC, Lisbon Digital School, Parque Aventura Sniper, Immerso Hotel, Sogenave, Tempo de Aventura, Host, Grupo LIDEL e PACTOR está marcada para 18 de julho e conta com nove finalistas

A final da iniciativa que tem como missão valorizar o ensino profissional em Turismo em Portugal, realiza-se entre as 14 horas e as 19 horas, no auditório do ISCE e conta com a participação de nove estudantes finalistas, provenientes de sete escolas com cursos profissionais de turismo e que disputarão a atribuição de uma bolsa de estudo no curso de Licenciatura em Gestão Turística do ISCE e ainda os prémios Best Pitch, Digitalização, Inovação e Criativadade e Sustentabilidade e Responsabilidade Social, prémios patrocinados pela Orbitur, Lisbon Digital School, Randstad e Immerso Hotel, respetivamente.

Esta 2.ª edição do concurso desafia os estudantes e as escolas, que ministram cursos profissionais em turismo, a identificarem e apresentarem as melhores Provas de Aptidão Profissional (PAP) do presente ano letivo.

O ISCE Tourism PAP Challenge powered by Merytu, pretende incentivar o ingresso dos alunos do ensino profissional no ensino superior, valorizando o setor, o ensino profissional existente e os futuros profissionais do mesmo.

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Transportes

47% das opiniões sobre companhias aéreas nas redes sociais são negativas

Uma análise da Onclusive mostra que 47% dos posts nas redes sociais relativamente às experiências de clientes com companhias aéreas são negativos. Em contrapartida, somente 37% são positivos.

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Quase metade (47%) dos posts publicados nas redes sociais relativamente às experiências de clientes com companhias aéreas são críticas ou negativos, enquanto 37% são positivos. Os restantes são neutros, consistindo em imagens e vídeos de aeroportos, voos, aviões e notícias imparciais sobre companhias aéreas, revela uma análise recente da Onclusive.

O tópico mais discutido é a bagagem, com uma quantidade significativa de comentários negativos sobre bagagem perdida ou danificada e as taxas adicionais de bagagem extra impostos por algumas companhias aéreas. A gestão e as respostas do serviço de apoio ao cliente também são objeto de críticas.

Os comentários positivos, embora menos frequentes, destacam iniciativas das companhias aéreas, tais como alterações de políticas que permitem que permite aos passageiros levar um animal de estimação e uma mala de mão de tamanho normal para a cabina.

O segundo tópico mais discutido é o comportamento das tripulações de voo e dos passageiros. Estas conversas incluem comentários negativos sobre a simpatia dos membros da tripulação, comentários positivos sobre a forma como lidam passageiros difíceis e comentários sobre o mau comportamento conduta ou agressividade de outros passageiros.

Os consumidores partilham frequentemente as suas experiências negativas nas redes sociais, especialmente se sentirem que não obtiveram respostas satisfatórias do pessoal ou do serviço de apoio ao cliente.

Independentemente da companhia aérea, a qualidade da comida e o conforto dos assentos são os principais tópicos de discussão, tornando-os os serviços mais comentados nas redes sociais, ultrapassando o entretenimento a bordo.

Os clientes das companhias aéreas também comentam, frequentemente, os serviços adicionais ou opcionais pelos quais pagaram um suplemento. Este tópico é o 10.º mais discutido, aparecendo, igualmente, as salas de espera nos aeroportos. Os clientes discutem vários aspetos, como o conforto, design, limpeza e a frustração de não ter acesso, apesar de terem um cartão de membro.

O segundo serviço mais comentado é o WiFi a bordo. À medida que as companhias aéreas vão instalando gradualmente o WiFi nas suas frotas, as ofertas de acesso gratuito a aplicações de mensagens estão a receber recções muito positivas.

O terceiro serviço mais discutido é a seleção de lugares. Este serviço é particularmente importante para as famílias que pretendem sentar-se juntas e passageiros que desejam adicionar um assento conforto ou duplo.

Muitas mensagens também envolvem pedidos de reembolso ou reclamações sobre o mau funcionamento do website relacionado com a seleção de lugares.

Já do lado das companhias aéreas, nas publicações e entrevistas, são abordados frequentemente temas diretamente relacionados com os principais acontecimentos recentes no setor, com especial destaque para a segurança e proteção.

A reputação das companhias aéreas está intimamente ligada à fiabilidade das suas aeronaves e dos seus fabricantes.

As companhias aéreas e os seus fornecedores estão a centrar-se cada vez mais na sustentabilidade nas suas comunicações, com indicações de medidas para eliminar os plásticos de utilização única e o alumínio de utilização única a bordo até 2025 ou a compra e utilização de combustível de aviação sustentável (SAF).

“A sustentabilidade tornou-se um importante critério de classificação para as companhias aéreas, a par da qualidade do serviço e do conforto”, destaca a análise da Onclusive.

“Há uma diferença notável entre as prioridades dos clientes expressas nas redes sociais e os tópicos que as companhias aéreas discutem nas suas plataformas sociais. Os clientes destacam as suas necessidades e preocupações, procurando respostas atempadas, enquanto as companhias aéreas se concentram nas mensagens de marca e atualizações operacionais”, diz ainda a Onclusive.

Ao alinhar as estratégias de marketing e comunicação com as prioridades dos clientes, as companhias aéreas podem promover ligações mais fortes, dando a consultora como exemplo a abordagem a questões frequentemente discutidas como opções de reserva flexíveis ou perda de bagagem com conteúdo claro e informativo que criam confiança e lealdade. “Colmatar esta lacuna aumenta a satisfação do cliente e proporciona uma vantagem competitiva”.

Do lado da cobertura realizada pelos órgãos de comunicação social, o destaque, nos últimos 12 meses, vai claramente para as questões relacionadas com a proteção e segurança. A informação financeira (lucros, ganhos, preços das ações) é o terceiro tipo de conteúdos mais publicados.

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Dom Pedro Golf Vilamoura renova Old Course

O campo de golfe surge mais exclusivo e mais sustentável.

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O Dom Pedro Golf Vilamoura está a realizar uma extensa renovação do Old Course para consolidar o seu lugar entre os melhores campos de Golfe da Europa.

Como resultado das renovações, o Old Course será transformado num clube de golfe Premium, com um serviço personalizado, concierge VIP e condições de jogo de classe mundial. Dentro do campo, as melhorias centraram-se na sustentabilidade, como parte de uma nova estratégia a longo prazo para torná-lo um dos campos mais ecológicos da Europa. De realçar os novos sistemas de aspersão e as variedades de relva resistentes à água para reduzir os consumos, as estações de hidropressores para reduzir o consumo de energia e a nova frota de máquinas 100% elétricas.

As mudanças estão a ser implementadas sem o campo encerrar, minimizando o impacto e colocando em primeiro lugar a experiência do cliente, prevendo-se que estas melhorias estejam concluídas até ao final de agosto.

Nuno Sepúlveda, Co-CEO da DETAILS – Hospitality, Sports, Leisure, a plataforma de gestão dos ativos de golfe em Vilamoura, explica que “as renovações do Old Course alinham-se com a visão de longo prazo de melhorar a qualidade, a sofisticação e a experiência do cliente. Estas melhorias têm como objetivo específico manter altos padrões nas instalações e serviços de golfe, e reforçar a imagem de Vilamoura como um destino de golfe de primeira classe”.

Após a conclusão das melhorias no campo, está prevista, para novembro, a abertura de um novo Clubhouse, que incluirá melhorias em todas as instalações, como a loja de golfe, a sala de estar, o restaurante, o bar e a área do terraço, conferindo-lhe um visual clássico e elegante, que realça o legado do campo.

“Todas renovações são meticulosamente planeadas para respeitar o design clássico e o legado do campo, enquanto introduzem melhorias que aprimoram a experiência geral de golfe. Ao equilibrar cuidadosamente o antigo com o novo, a renovação garante que o campo continue a ser um destino querido para os golfistas”, acrescenta Nuno Sepúlveda.

Os greens e fairways receberão manutenção cuidadosa, os bunkers serão aperfeiçoados com nova areia e as tee box terão um novo tipo de relva plantada, a relva Bermuda, o que vai permitir nivelar as raízes e tornar as tee box ambientalmente sustentáveis e de qualidade premium. Houve, também, uma transformação completa dos caminhos dos buggies, agora construídos em betão wall-to-wall. Um aspecto notável desta ação é a abordagem sustentável adotada: o betão retirado dos antigos caminhos foi triturado e reutilizado como base para os novos percursos, e a terra removida do solo durante esta intervenção foi armazenada, crivada e reutilizada no acabamento final.

A aparência geral do campo de golfe terá mais definição entre as áreas de jogo e a paisagem icónica entre os pinheiros. Esta definição terá um impacto significativo, tanto na aparência como na qualidade, sendo que com isto os fairways receberão mais luz solar.

Haverá ainda a requalificação do campo de prática e a introdução de tecnologia de última geração, possibilitando várias sessões de treino e experiências que atendem as expetativas mais elevadas de todos os golfistas.

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Ano turístico vai ser melhor do que em 2023, mesmo com menor procura interna

O Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, prevê que o atual ano turístico vai ser melhor do que o de 2023, apesar de uma pequena baixa na procura por parte dos portugueses.

Victor Jorge

“Há aqui um conjunto de fatores que se conjugam e que vão garantir a perspetiva que temos de este ano ser um ano turístico melhor ainda que o ano de 2023”, disse Pedro Machado à agência Lusa, à margem de uma visita à Marina de Portimão.

Mesmo assim, o governante deu conta da “preocupação” manifestada pelos empresários do setor turístico algarvio quanto a “algum abaixamento da procura, sobretudo do mercado interno, do mercado nacional”.

Apesar desta “relativa baixa de procura” que se está a sentir neste momento, o governante acredita que “os mercados internacionais estão a reagir muito positivamente” e referiu dados sobre a evolução do turismo em junho obtidos na segunda-feira, que indicam o forte crescimento no setor.

Segundo Pedro Machado, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos da América são, neste momento, os países mais importantes para o turismo português, tendo ultrapassado a Espanha e a França e outros países mais próximos.

“Significa que há hoje uma apetência maior para estes mercados de longa distância”, concluiu o secretário de Estado do Turismo, acrescentando que Portugal está a “reforçar” as ligações aéreas com países como o México, a Coreia do Sul e o Egito.

Por outro lado, o responsável governamental congratulou-se por os consumos de água terem “vindo a baixar 12 a 13%, o que considera ser “a meta que tinha sido estabelecida” pelo Governo

Referindo-se a dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pedro Machado defendeu que o consumo de água tem estado a ser “ajustado”, tanto na agricultura como no setor urbano, que considera ser prioritário, e onde está incluído o setor turístico.

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Turismo europeu com novos máximos, com Portugal em destaque

Segundo a análise mais recente da European Travel Commission (ETC), as chegadas e dormidas ultrapassaram os números de 2019 no primeiro semestre de 2019. Portugal aparece destacado, indicando ainda a ETC que os turistas deverão gastar mais 800 mil milhões de euros, em 2024 à medida que os planos dos viajantes estão cada vez mais diversificados.

Victor Jorge

O setor do turismo na Europa continua no trilho da recuperação no segundo trimestre de 2024, com as chegadas internacionais a crescerem 6% face a igual período de 2019, enquanto as dormidas registam uma evolução de 7% face a igual período do ano pré-pandemia, sendo que relativamente ao período homólogo de 2023 os incrementos são ainda mais assinaláveis: +12% 1 10%, respetivamente.

Na última edição do relatório trimestral da ETC, os dados indicam que tanto os destinos tradicionais como os não tradicionais do Sul da Europa e do Mediterrâneo continuam a ser as escolhas mais populares para os turistas na Europa. Registaram-se aumentos notáveis nas chegadas, em comparação com os níveis de 2019, em destinos menos conhecidos, como Sérvia (+40%) e Bulgária (+29%), bem como em destinos favoritos de longa data incluindo Malta (+37%), Portugal (+26%) e Turquia (+22%), considerando a comissão que “o sucesso contínuo destes destinos deve-se, em parte, à sua oferta comum de experiências e a condições climatéricas geralmente favoráveis”.

Os países nórdicos também revelam uma atração crescente, com as dormidas de estrangeiros a aumentarem na Dinamarca (+38%), Noruega (+18%) e Suécia (+9%), revelando “um sucesso crescente fora do Sul da Europa e em destinos relativamente mais caros”.

Em contrapartida, a região do Báltico continua a debater-se com dificuldades, com a Letónia (-24%), a Estónia (-16%) e a Lituânia (-15%) a registarem ainda chegadas internacionais muito abaixo de 2019.

Miguel Sanz, Ppesidente do ETC, considera ser “encorajador ver a crescente diversificação do panorama do turismo europeu neste trimestre”. O responsável pela ETC, cargo que já foi ocupado pelo português Luís Araújo, refere ainda que “este facto beneficia tanto os destinos emergentes como os pontos de interesse estabelecidos que podem potencialmente enfrentar uma sobrelotação. Além disso, o aumento do número de turistas em zonas menos conhecidas ajudará as pequenas empresas que ainda estão a recuperar da pandemia ou que se debatem com o aumento dos custos operacionais devido ao atual contexto económico”.

Custos e pessoal dificultam recuperação
Contudo, nem tudo são boas notícias, já que são vários os desafios que o setor das viagens enfrenta. Os profissionais do turismo ouvidos pela ETC referem como principais problemas o aumento dos custos de alojamento, das operações comerciais e dos voos, bem como a escassez de pessoal. Apesar do seu impacto contínuo, estes desafios diminuíram em comparação com o trimestre anterior.

Com os aumentos dos custos das empresas a conduzirem a um aumento geral das despesas de viagem, a ETC prevê que os visitantes gastem 800,5 mil milhões de euros na Europa este ano, mais 13,7% do que no ano passado. Esta evolução resulta do aumento dos preços de exploração, do regresso de turistas com despesas elevadas da região da Ásia-Pacífico e da forte procura de eventos e de viagens combinadas de negócios e lazer. O setor do alojamento, por sua vez, beneficiou especialmente no primeiro semestre do ano, com uma subida de 5,4% nas receitas por quarto disponível e de 1,8% nas taxas de ocupação.

Os aumentos mais significativos nos gastos dos viajantes, no acumulado do ano, registam-se em Espanha (25%), Grécia (25%), Itália (20%) e França (16%). Outros países, como a Croácia, a Bulgária e a Roménia, esperam ver estadias médias mais longas em 2024 do que no ano anterior, o que também resultará num aumento das receitas do turismo.

Diversificação como impulsionadora do turismo europeu
O relatório identifica uma diversificação crescente do turismo europeu, com os destinos emergentes e os mercados emissores a aumentarem a sua quota de mercado. Entre os fatores que contribuem para esta tendência contam-se “a procura de destinos não tradicionais com uma boa relação qualidade/preço, o regresso dos viajantes da região Ásia-Pacífico e a crescente disponibilidade de viagens de comboio”, refere a ETC.

Embora os EUA continuem a ser o mercado emissor de longo curso com melhor desempenho, regista-se um aumento notável dos mercados da Ásia Oriental, especialmente da China. “As cidades europeias estão a revelar-se particularmente atraentes para os visitantes chineses, uma vez que se espera que a China se torne o mercado emissor de destinos urbanos com crescimento mais rápido em 2025, ultrapassando os EUA”.

Verifica-se também um aumento do número de viajantes que optam por viagens fora de época e por destinos menos conhecidos, impulsionados pela procura de uma boa relação qualidade/preço e de experiências únicas e autênticas. Em particular, a Albânia e o Montenegro registaram um aumento notável da quota de mercado, com um aumento de 86% e 31%, respetivamente, desde 2019.

O crescente interesse em viajar fora dos circuitos habituais também se reflete nas pesquisas online para viagens na Europa, que destacaram o apelo dos cenários naturais das ilhas, como a Madeira, em Portugal, e Magerøya, na Noruega, com ambos os destinos a registarem um aumento correspondente nas chegadas e nas dormidas.

A sustentabilidade foi um dos principais fatores de reputação positiva para os destinos neste trimestre, enquanto o discurso mais negativo se centrou nos impactos sociais e ambientais da sobrelotação nos locais de turismo tradicionais.

Ao mesmo tempo, o aumento da capacidade ferroviária está a abrir a porta aos viajantes para explorarem novas experiências e destinos. A empresa ferroviária nacional da Alemanha – Deutsche Bahn -, por exemplo, registou um aumento de 21% nas rotas internacionais entre 2019 e 2023, beneficiando principalmente os países vizinhos. Os serviços do Eurostar regressaram aos níveis de passageiros anteriores à pandemia e o operador ferroviário espanhol Renfe informou ter vendido 500 mil bilhetes nos seis meses seguintes ao lançamento da sua linha internacional para França.

De referir que estes três operadores têm planos para aumentar a capacidade nos próximos anos, o que realça a importância crescente dos caminhos-de-ferro no turismo europeu.

Foto: Depositphotos.com
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Enoturismo

Candidaturas aos “Best of Wine Tourism 2025” decorrem até 17 de julho

Os “Best of Wine Tourism” distinguem serviços de enoturismo que se diferenciem pela excelência das instalações, qualidade do acolhimento, originalidade e inovação da oferta.

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Decorre até ao dia 17 de julho, mais uma edição do concurso para atribuição dos prémios Best Of Wine Tourism Awards, uma iniciativa desenvolvida desde 2003 pela Great Wine Capitals Global Network – Rede Internacional de Capitais de Grandes Vinhedos, na qual o Município representa o Porto e as regiões vinícolas do Douro e Vinhos Verdes.

As entidades que promovam atividades de enoturismo na região do Porto, Douro e Vinhos Verdes podem concorrer a estes prémios em sete categorias distintas: Alojamento, Arquitetura e Paisagem, Arte e Cultura, Experiências Inovadoras, Práticas Sustentáveis, Experiências Gastronómicas e Serviços de Enoturismo.

Serão premiados os serviços de enoturismo que se diferenciem pela excelência das instalações, qualidade do acolhimento, originalidade e inovação da oferta, em cada uma das referidas categorias.

Numa segunda fase, o vencedor de cada categoria entra na competição internacional, sendo candidato a um prémio global, atribuído por um júri composto por representantes das cidades/regiões membro desta rede: Adelaide-South Australia (Austrália), Bilbao-Rioja (Espanha), Bordeaux (França), Cape Town-Cape Winelands (África do Sul), Hawke’s Bay (Nova Zelândia), Lausanne (Suíça), Mainz-Rheinhessen (Alemanha), Mendoza (Argentina), Porto (Portugal), S. Francisco-Napa Valley (EUA), Valparaíso-Casablanca Valley (Chile) e Verona (Itália).

O vencedor internacional será divulgado no jantar de encerramento da Assembleia Geral Anual das Great Wine Capitals, que este ano se realiza de 20 a 24 de outubro, em Verona (Itália).

Irá ainda decorrer o People’s Choice Award, para que o público, através de plataforma online, possa também votar no preferido.

A cerimónia oficial de entrega destes prémios vai ocorrer no Porto, em fevereiro de 2025.

De referir que este concurso constitui uma oportunidade para as entidades promoverem e comunicarem a sua marca nos setores do turismo e do vinho, pela atenção mediática dada à competição e aos seus premiados. Os vencedores do concurso beneficiam, ainda, da possibilidade de integrar esta rede de enoturismo de âmbito mundial e usufruir da partilha de experiências e de boas práticas.

“O enoturismo é um segmento privilegiado na nossa estratégia para o desenvolvimento e sustentabilidade do destino, pela relevância que tem para a promoção dos nossos vinhos e paisagens, mas também para o desenvolvimento económico e cultural de toda a região”, refere a vereadora do Pelouro do Turismo e da Internacionalização.

Catarina Santos Cunha considera, por isso, que “que estes prémios são uma oportunidade ímpar para reconhecer e celebrar a excelência e a inovação da nossa oferta de enoturismo, e de posicionar o Porto e a região como destino enoturístico de referência a nível mundial”.

O formulário de candidatura e as regras do concurso podem ser consultados aqui.

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Meeting Industry

“A BTL 2025 será a edição com a maior oferta de empresas e postos de venda por parte da distribuição”, revela organização da feira

Conhecida a posição da APAVT relativamente à não participação na BTL 2025, Pedro Braga, diretor-geral dos Eventos Próprios do CCL – FIL, considera que “a participação nas mesmas condições em termos do espaço anteriormente ocupado se tornou inviável pelos compromissos entretanto assumidos com outros expositores”. Contudo, esperando que “no futuro voltem a estar reunidas as condições para um entendimento que permita o regresso da APAVT à BTL”, a organização diz estar a registar “um aumento muito acentuado da procura de espaço por parte das empresas do setor da distribuição”.

Victor Jorge

Depois de conhecida a decisão da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) de não participar na Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL 2025, Pedro Braga, diretor-geral dos Eventos Próprios do CCL – FIL, “lamenta” a posição da associação, tendo em conta que “a APAVT sempre foi um parceiro estratégico da BTL, que em muito contribui para o sucesso e crescimento do maior e melhor evento do setor do turismo em Portugal”, esperando, contudo, que “no futuro voltem a estar reunidas as condições para um entendimento que permita o regresso da APAVT à BTL”.

Sabendo-se que o espaço ocupado pela APAVT era o maior stand privado da feira, Pedro Braga refere que “serão encontradas soluções que permitirão mitigar e até superar, em termos da área da distribuição presente, a oferta habitualmente disponível”.

“Estamos sempre disponíveis para o diálogo, mas, neste momento, e atenta a posição que nos foi comunicada pela APAVT, consideramos que a participação nas mesmas condições em termos do espaço anteriormente ocupado se tornou inviável pelos compromissos entretanto assumidos com outros expositores”, assinala o responsável pelo Eventos Próprios do CCL – FIL.

Apesar desta posição da APAVT, Pedro Braga indica que, até ao momento, “registamos um crescimento muito acentuado por parte das empresas de distribuição para a edição de 2025 da BTL”.

“Para além da muito valiosa e importante presença da APAVT, a BTL sempre contou com muitos outros expositores na área da distribuição que habitualmente ocupam uma área de 5.000m2 de oferta no B2C”, frisa Pedro Braga.

A mais de sete meses do arranque da feira, que se realiza de 12 a 16 de março na FIL, o responsável pelo evento destaca que, para 2025, “estamos a registar um aumento muito acentuado da procura de espaço por parte das empresas do setor da distribuição”, referindo que “alguns destes expositores são associados da APAVT, que já tinham espaço próprio fora do stand da APAVT, e que, neste contexto, nos têm contactado para aumentar o seu espaço para a BTL 2025. Outros, são expositores que habitualmente marcavam presença através da APAVT e que agora manifestam interesse em assegurar diretamente a sua presença na BTL”. Além disso, diz Pedro Braga, “registamos ainda uma significativa procura por parte de novas empresas do setor que reconhecem na BTL uma plataforma fundamental para as suas vendas e crescimento”.

Por isso, afirma que a BTL 2025 “será a edição com a maior oferta de empresas e postos de venda por parte da distribuição, o que permitirá aos visitantes, que já reconhecem na BTL o seu momento anual de compra de férias, encontrar as melhores ofertas e os melhores destinos”.

“Não obstante, e porque reconhecemos e valorizamos o trabalho desenvolvido pela APAVT, reiteramos a nossa total disponibilidade e interesse para viabilizar uma presença institucional, enquanto representante dos seus associados, na maior montra do setor do turismo em Portugal”, conclui Pedro Braga.

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