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Crescimento do tráfego aéreo – o desafio

Leia a opinião por Paulo Geisler, presidente da RENA – Associação das Companhias Aéreas em Portugal

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Hoje em dia, o sector da aviação comercial é um dos motores da economia. Encurta a distância entre as pessoas, culturas e economias, facilita oportunidades de negócio, cria emprego e contribui de forma exponencial para as receitas do Estado. Segundo a IATA, o tráfego aéreo tem vindo a crescer exponencialmente. Em 2017, a procura aumentou 7,6%. Um estudo do ACI Europe refere que, nos últimos 20 anos, houve uma duplicação das ligações entre cidades europeias e da Europa para o resto do mundo.
Este crescimento do tráfego aéreo traz associado um conjunto de problemas para o transporte de passageiros e de carga, sobretudo se não for acompanhado pela infraestrutura – ao contrário de outros setores, na aviação existe uma dependência direta e necessária dessa infraestrutura. Não há alternativa à utilização de aeroportos! Para países como Portugal, que se posicionam como recetores de investimento turístico, é essencial que este vetor não falhe, sob pena de o esforço realizado pelos operadores turísticos ser em vão.
A RENA congrega várias companhias de aviação, cada qual com a sua estratégia e modelo de negócio e com duas preocupações fundamentais: que a infraestrutura esteja em condições de responder à procura e que o preço para utilizar a infraestrutura (taxas) seja fixado de forma transparente, adequada e objetiva. A indústria da aviação é uma atividade global, que exige uma ponderação que ultrapassa em muito as fronteiras do país – uma espécie de “puzzle” em que tudo tem de encaixar, desde slots à capacidade da aeronave.
No caso do aeroporto de Lisboa, e perante os constrangimentos que já apresenta, é necessária uma solução rápida e acompanhada de medidas transitórias imediatas que permitam continuar o crescimento da atividade com qualidade. É urgente o aumento de movimentos em faixas horárias mais restritas e a sua otimização, bem como a reorganização da infraestrutura, de forma a criar mais parqueamentos para aeronaves. A evidente falta de recursos em alturas de pico e o congestionamento constante de passageiros afetam diretamente as operações das companhias aéreas e os passageiros, prejudicando a boa imagem do país.
Nesta fase, fazer do Porto a porta da entrada e saída de passageiros para voos internacionais no país e potenciar em paralelo as duas principais infraestruturas pode e deve fazer sentido. Naturalmente, terá de existir uma gestão operacional minuciosa e coordenada entre todas as partes, evitando os congestionamentos que pontualmente também já se fazem sentir no Porto.
O importante é que se discutam estes temas de forma aberta e com todos os envolvidos – companhias aéreas, operadores turísticos, aeroporto e Governo – para que a espiral de crescimento se mantenha e o País não perca a oportunidade de se consolidar como destino prioritário.
É altura de pensar, em conjunto e com estratégia, o futuro aeroportuário de Portugal, para que todos (e não apenas alguns) sejam bem-sucedidos mas, mais importante, que o País e a infraestrutura se renovem e estejam aptos a responder aos desafios, investindo nesta área estratégica e que tanto poderá trazer ao País nos próximos anos.

*Por Paulo Geisler, presidente da RENA – Associação das Companhias Aéreas em Portugal

Artigo publicado no Publituris na edição de 14 de Setembro.

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Novidade: A MSC Cruzeiros, este verão, tem 11 cruzeiros de Lisboa, com bebidas incluídas, num itinerário nunca visto!

Se está à procura de um Verão de 2022 inesquecível, a MSC Cruzeiros tem disponível uma oferta imperdível para si, com a possibilidade de ter Bebidas Incluídas em mais de 500 partidas que tem à sua escolha. Fique a conhecer a nossa oferta variada, com principal foco nos cruzeiros com embarque e desembarque em Lisboa e no Funchal, nos que navegam pelo Mediterrâneo Ocidental e Oriental e ainda pelos Fiordes da Noruega, pelas Caraíbas e pelo Dubai, Abu Dhabi & Qatar.

O ano de 2022 representa a retoma do turismo internacional, segundo indicam os estudos, e a MSC Cruzeiros não quis ficar para trás, apresentando novidades imperdíveis especialmente para aqueles passageiros que preferem embarcar “ à porta de casa”.

Pela primeira vez, a MSC Cruzeiros vai realizar cruzeiros com embarque e desembarque em Lisboa durante as férias de Verão. Serão 11 cruzeiros de 10 noites com um itinerário novíssimo e único a bordo do MSC Orchestra entre Junho a Outubro de 2022 com preços a partir de 539€, a que acresce 100€ de Taxa de Serviço de Hotel (TSH) e 220€ de taxas portuárias.

Com a nossa promoção Bebidas Incluídas, os preços vão desde os 679€, em vez dos 539€, mantendo-se os mesmos preços de TSH e de taxas portuárias. Este cruzeiro passará por Alicante, Mahón, Olbia, Génova, Marselha, Málaga e Cádis, regressando a Lisboa.

Os amantes de escapadinhas de 4 ou 5 dias poderão também partir da capital lisboeta, no dia 20 de Outubro, e realizar um mini-cruzeiro de 5 noites que passará por Alicante, Mahón e Olbia com destino à cidade italiana de Génova desde 209€ +50€ TSH +110€ de taxas portuárias usufruindo da promoção Bebidas Incluídas.

Italy, from Genoa – Portofino

Situado nas alturas, acima do maior porto natural do Mediterrâneo, o MSC Orchestra passará por Mahón, onde poderá em 10 minutos a pé percorrer todo o centro da capital de Menorca. A sua arquitetura consiste numa espécie de híbrido invulgar de mansões georgianas, reflexo da forte relação com os britânicos, e de blocos altos de apartamentos espanhóis que se impõem sobre as ruas estreitas.

France, Marseille – Notre Dame de la Garde Basilica

Antes de chegar à cidade italiana de Génova, os dois itinerários passam por Olbia, comuna italiana da região de Sardenha, que tem vindo a ter um crescimento exponencial recente devido ao enorme fluxo de turistas e passageiros que têm vindo a visitar uma das faixas costeiras mais encantadoras do Mediterrâneo, a Costa Esmeralda. As celebridades mais comentadas de Itália têm sido atraídos pelos inúmeros bares e restaurantes, habitualmente repletos de turistas. O desenvolvimento de cinco estrelas da Costa Esmeralda da década de 1960 ajudou a transformar a economia de toda a ilha.

Com a mesma duração, 5 noites, mas com partida na cidade italiana de Génova, poderá ficar a conhecer a cidade de Marselha, as duas cidades espanholas de Málaga e Cádis para finalmente desembarcar na capital lisboeta por apenas 289€ +50€ TSH +110€ de taxas portuárias com a promoção já incluída que lhe permitirá beber o que desejar no navio. Poderá realizar esta partida no dia 27 de Junho de 2022.

Para os passageiros que desejam embarcar e desembarcar no Funchal este Verão podem fazê-lo através do MSC Magnifica entre Setembro e Novembro de 2022.

Spain, Malaga – Plaza de Toros

Os cruzeiros de 11 noites com partidas no Funchal a 22 de Setembro e a 3 de Outubro realizarão escalas em Málaga, Marselha, Génova, Barcelona, Casablanca e Santa Cruz de Tenerife antes de regressarem novamente ao Funchal com preços, incluindo bebidas, desde 799€, a que acresce 110€ TSH e 220€ de taxas portuárias.

Com partida no Funchal a 14 de Outubro, o MSC Magnifica percorrerá um itinerário de 9 noites que passará por Málaga, Marselha, Génova, Barcelona, regressando depois ao Funchal a começar nos 439€ +90€ TSH e 210€ de taxas portuárias com bebidas incluídas ao longo de toda a sua viagem a bordo.

Para os fanáticos de viagens mais longas, o MSC Magnifica passará por Tanger, Málaga, Marselha, Génova, Barcelona, Casablanca, Santa Cruz de Tenerife e Arrecife de Lanzarote ao longo de 13 noites com preços com bebidas incluídas a partir dos 829€ +130€ TSH, a que acresce as taxas portuárias no valor de 250€.

O MSC Magnifica partirá ainda de Génova no dia 16 de Setembro de 2022, passando por Barcelona, Casablanca, Santa Cruz de Tenerife, regressando ao Funchal por um preço extremamente convidativo que se inicia nos 239€ +60€ TSH, a que acresce 170€ de taxas portuárias, aproveitando assim a promoção Bebidas Incluídas.

Com um itinerário de apenas 5 noites , em Novembro de 2022, o MSC Magnifica partirá do Funchal e passará por Málaga, Marselha e Génova com preços a partir de 179€ +50€ TSH, a que se junta os 170€ de taxas portuárias. No MSC Magnifica poderá beber tudo o que pretende fruto de estar a usufruir da promoção Bebidas Incluídas.

Este ano, tem todos os motivos e mais alguns, para fazer um cruzeiro!

Embarque nesta aventura com a MSC Cruzeiros.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Galiza quer reforçar sinergias com Portugal no turismo

Com 50% do turismo internacional chegado à Galiza a ser proveniente de Portugal, as reuniões, nomeadamente, com o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), Luís Pedro Martins, revelaram o interesse na criação de um ‘cluster’ da euroregião.

Mais de 30 empresários galegos do setor turístico reuniram-se em Vila Nova de Gaia para promover os seus negócios e fortalecer “sinergias” com Portugal, país que representa perto de “50% do turismo internacional” daquela região.

Reunidas no espaço WOW, em Vila Nova de Gaia, cerca de 35 empresas galegas do setor da hotelaria, restauração e turismo, “potenciaram a Galiza em Portugal”, disse o presidente do Cluster de Turismo da Galiza, Cesáreo González Pardal.

“Quase 50% do turismo internacional que temos é de Portugal, com o qual queremos fortalecer sinergias”, referiu Cesáreo González Pardal.

Além de uma oportunidade para estreitar relações comerciais, o evento, intitulado ‘Galicia Meets Portugal’, serviu também para “fortalecer as relações institucionais” entre a Galiza e Portugal, em particular, a região Norte.

Da reunião à porta fechada, na qual marcou presença o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), Luís Pedro Martins, e o vice-presidente do Governo Regional da Galiza e Conselheiro Regional da Presidência, Justiça e Turismo, Alfonso Rueda Valenzuela, resultou um objetivo comum: “trabalhar conjuntamente” e procurar atrair novos mercados turísticos, como o sul e norte-americano.

“Temos um mercado a nível europeu e transatlântico, como o México e o Brasil, no qual podemos trabalhar conjuntamente. Portugal tem um aeroporto do qual beneficiamos e através do qual o turista internacional chega à nossa região”, destacou Cesáreo González Pardal, acrescentando que o objetivo é que o turista que visita Portugal, possa viajar, facilmente, até à Galiza.

Cesáreo González Pardal adiantou ainda estar já agendada uma terceira reunião com os empresários portugueses e galegos para “perceber quais as suas intenções” e que novos mercados consideram “prioritários atrair para a Galiza e Portugal”.

À margem da reunião, Luís Pedro Martins salientou que o objetivo passa por “levar dois países, uma euroregião a promover-se no resto do mundo”.

“Há razões para pensarmos na criação de um ‘cluster’ da euroregião, um ‘cluster’ transfronteiriço de turismo, onde juntamos empresas dos dois países que poderão realizar ações de promoção noutros países”, disse, salientando que as duas regiões “têm muito em comum”, como a gastronomia e vinhos, mas também os Caminhos de Santiago e Patrimónios Mundiais da Humanidade.

Questionado sobre se a criação desta “euroregião” permitiria reivindicar, junto da TAP, a importância do aeroporto Francisco Sá Carneiro, Luís Pedro Martins disse acreditar que “há razões para se acreditar no aeroporto”, que serve cerca de “cinco milhões de passageiros”.

“Estamos a trabalhar com a TAP e a tentar que de facto a TAP reconheça essa importância (…) Queremos fazer a TAP acreditar que é possível aumentar o número de voos quer para os Estados Unidos, quer para o Brasil, mas também de rotas”, afirmou, lembrando, contudo, que se essa não for uma prioridade para a companhia aérea portuguesa, o TPNP tem, juntamente com a tutela, de encontrar “outras soluções”.

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Portugal entre os destinos mais procurados para miniférias dos britânicos nas celebrações do Jubileu da rainha de Inglaterra

Portugal está entre os destinos mais procurados pelos britânicos para os dias de férias em virtude das celebrações do Jubileu do reinado da rainha Isabel II.

Com o Jubileu de Platina da rainha Isabel II, em comemoração aos 70 anos de reinado, a aproximar-se (celebrações que decorrem de 2 a 5 de junho), são muitos os britânicos que aproveitam esses dias para umas miniférias.

Portugal aparece na listagem de destinos mais pesquisados pelos britânicos na Europa, segundo indica uma análise da Mabrian que mede o impacto das viagens outbound no Reino Unido.

Segundo a consultora, a recente pesquisa por bilhetes de avião do Reino Unido para destinos como Espanha, Itália, Turquia, Grécia e Portugal, mostra um claro pico na procura no fim de semana que antecede a data das celebrações e feriados, seguido de uma queda em todos os destinos.

Na medição da procura efetuada pela Mabrian, Portugal aparece atrás da Espanha, Itália, Turquia e Grécia. Espanha é a escolha clara de destino para os britânicos que desejam viajar, com 12,09 por milhão de todas as pesquisas efetuadas, seguida de Itália com 5,37, Turquia, Grécia e Portugal com 4,44, 4,30 e 4,16 respetivamente.

Esta procura por estes destinos não está, segundo a Mabrian, estar diretamente ligada aos preços médios dos quartos, com a Itália a revelar o preço médio mais elevado com 133,84€, seguida pela Grécia com 120,65€, Espanha logo atrás com 119,28€, Portugal não muito distante com 118,23€ e Turquia significativamente mais barato com 82,45€.

Carlos Cendra, diretor de Vendas e Marketing da Mabrian, refere na análise que a consultora efetua, que, “normalmente, nesta época do ano, há um aumento constante na procura semana a semana por destinos europeus de sol e praia por parte dos britânicos à medida que as temperaturas ficam mais quentes e a temporada de verão começa adequadamente”.

Contudo, diz o responsável, “o mega feriado de fim de semana deste ano, graças às comemorações do 70.º aniversário da rainha Isabel, criou um impulso pontual na procura, com uma clara preferência dos viajantes em tirar a semana inteira de férias e beneficiar de nove dias em vez de apenas três”.

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Casinos esperam que alivio das restrições contra o Covid impulse o turismo deste ano

O Covid-19 chegou a Portugal em 2020 e abalou toda a economia inclusive fez com que existissem quebras na receita bruta de casinos. Agora, os casinos procuram abrir a porta ao sucesso.

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Com o fim do período mais sombrio da pandemia Portugal vem se reabrindo novamente. Assim sendo, os casinos em Portugal esperam que as medidas voltem a impulsionar o turismo no país e que esta fase não só os ajude a recuperar a economia, mas também os clientes que perderam para os jogos de fortuna ou azar online.

O sentido oposto

Os sites de apostas têm-se tornado cada vez mais populares e o Covid-19 proporcionou um acréscimo na procura. Perante isso, os casinos presenciais olham para o turismo como o candidato ideal para voltar a encher as salas de jogos. No conforto das casas os utilizadores viram a diversão chegar até eles, no sentido oposto que os casinos viram o seu negócio a ser completamente fechado. Agora, os casinos terão uma missão forte em recuperar os estragos económicos causados pela crise sanitária e o impulso do turismo nesta fase de reabertura será a arma principal.

Em Portugal vários setores já sentiram um alivio de restrições, onde se inclui os casinos. Ainda que estejam cientes de algumas regras, as portas estão abertas e o presente ano é visto com bons olhos, ao contrário dos últimos dois anos.

O crescimento do mercado de apostas em Portugal

Nos últimos dois anos com a presença de uma pandemia que fechou os portugueses em casa levou a que houvesse ajustes na realidade. As apostas desportivas e casinos online foram dois mercados que entraram no carrossel do crescimento, onde quem se divertia no presencial fez a sua transação. Ainda que o divertimento seja bem diferente nos casinos online, nada impediu que fosse uma realidade.

Todavia, existem bastantes diferenças quando se compara o divertimento online do divertimento presencial em casinos, desde logo a vida social. A verdade é que muitas pessoas preferem o online para não serem reconhecidas, mas os casinos presenciais são sempre um ponto de encontro para quem gosta de se divertir nos jogos de fortuna ou azar.

O lado negativo está na necessidade de deslocação, ao contrário do jogo online. Porém, quando se pensa em turismo e férias não se olha a esses pormenores com tanta atenção, o que se torna uma mais valia para os casinos que precisam, a todo custo, de ver o seu negócio a voltar a um passado recente.

Turismo lado a lado com os casinos

Ainda que pareça invulgar, a verdade é que os casinos presenciais vêm os seus negócios a terem mais procura na época de verão, no momento do turismo em Portugal. Repleto de Portugueses e turistas, tudo se vê que o impulso dos casinos para o topo pode ser equacionado com o alivio de restrições.

Por isso, o turismo estará lado a lado com os casinos, num ano que tem tudo para ser positivo, afinal os portugueses também querem deixar para trás dois anos de Covid que foram difíceis. Com o acesso à liberdade total será facilmente visível que os casinos irão receber de braços abertos os seus antigos clientes.

Uma diversão diversificada em prol do sucesso

Nos sites de apostas desportivas os utilizadores podem encontrar uma diversidade enorme e isso é notório. Contudo, os casinos presenciais procuram dar agora diversidade na diversão possível para que consigam apelar à recuperação do negócio. Ainda que estejam limitados ao espaço e a uma necessidade de manter um espaço amplo, os casinos procuram oferecer mais-valias, como mais prémios e outras oportunidades.

Em Portugal existem vários casinos espalhados de Norte a Sul do país e com grande renome e todos eles abrem as portas à recuperação do turismo, algo que sofreu danos severos nos últimos anos e que é uma necessidade comum para que o país volte a sorrir para todos. Deste modo, o turismo fará de passadeira vermelha para não só ajudar os casinos, como Portugal sorrir de novo.

Fonte: CX Media

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Ministro da Economia teme que aumento de contágios possa afetar recuperação do turismo

Para o ministro da Economia, António Costa e Silva, é preciso “continuar a tomar todas as medidas e a fazer tudo para conter essa ameaça”, de modo a chegar à estimativa de receitas de “16 mil milhões de euros” que o setor do turismo e serviços poderá gerar.

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O ministro da Economia, António Costa Silva, disse temer que o aumento de contágios da COVID-19 possa afetar a recuperação do setor do turismo e serviços que tem estado a registar uma atividade “muito consolidada”.

“O vírus pode pregar-nos mais partidas, como pregou antes, e é por isso que é muito importante acentuar que o vírus não desapareceu”, disse António Costa Silva, em declarações aos jornalistas à margem do segundo encontro com empresários “A Caminho de Hannover”, que decorreu em Aveiro.

O governante defendeu que é necessário “continuar a tomar todas as medidas e a fazer tudo para conter essa ameaça”, alertando que “o pior que pode suceder é sair de uma crise e entrar noutra, ou pior que isso, uma cascata de crises que se combinam”.

Este ano, segundo António Costa Silva, o Governo estima que o setor do turismo e serviços vai gerar receitas de 16 mil milhões de euros, o que corresponde a 85% das receitas obtidas em 2019, que foi o melhor ano da história.

“Portugal nesta convulsão toda, como é um país seguro e é um país relativamente afastado da zona de confrontação geopolítica, está nesta altura relativamente ao turismo e serviços a registar uma atividade muito consolidada”, disse.

António Costa Silva manifestou-se ainda “extremamente preocupado” com o aumento da inflação em Portugal, sustentando que “o segredo repousa no equilíbrio entre a política fiscal e a política monetária”, e disse que é preciso ter cuidado com todos os passos que se vão dar.

“Nós temos as lições da história relativamente à questão da inflação e sabemos que qualquer passo em falso pode degenerar numa situação difícil de controlar e é isso que não queremos”, disse o ministro, lembrando que, no passado, houve políticas monetárias que, em vez de reduzir, “aceleraram a espiral inflacionista”.

O ministro explicou ainda que três quartos da inflação têm a ver com os custos dos bens alimentares e da energia, afirmando que a estratégia do Governo até agora é “tentar conter a evolução dos preços nestes setores e ver como é que a economia vai reagir”.

Disse ainda concordar com as declarações do governador do Banco de Portugal, que pediu mais coordenação a nível europeu nas medidas de combate à inflação.

“É preciso maior diálogo e discussão e interação com a própria política monetária. Não podemos combater a inflação sem associar os dois componentes”, concluiu.

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Qatar Airways e Malaysia Airlines reforçam parceria estratégica

Com esta parceria, as duas companhias aéreas acrescentam 34 aos 62 destinos de ‘codeshare’ existentes e algumas experiências melhoradas para os viajantes.

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A Qatar Airways e a Malaysia Airlines vão avançar com a próxima fase da parceria estratégica, na sequência do anúncio, pela Malaysia Airlines, de um serviço sem escalas de Kuala Lumpur para Doha a partir de 25 de maio.

Assim, os dois parceiros vão ampliar significativamente a cooperação em matéria de codeshares, permitindo aos passageiros viajar pelo mundo e desfrutar de melhores ligações através dos seus principais hubs em Kuala Lumpur e em Doha.

Segundo é avançado em comunicado, “a expansão do codeshare, que acrescenta 34 aos 62 destinos de codeshare existentes, assinala um novo marco na relação de longa data entre as transportadoras nacionais dos dois países e parceiras na oneworld.

Os viajantes do mundo inteiro passam a ter acesso a uma rede combinada muito maior e poderão desfrutar de uma experiência de viagem melhorada nas duas companhias aéreas com um único bilhete, incluindo os processos de check-in, embarque e baggage-check, benefícios para passageiros frequentes e acesso a salas de espera durante toda a viagem.

A partir de 25 de maio de 2022, os clientes que voarem no novo serviço da Malaysia Airlines de Kuala Lumpur para Doha terão acesso a 62 destinos de codeshare dentro da vasta rede da Qatar Airways para o Médio Oriente, África, Europa e América do Norte. Da mesma forma, os clientes da Qatar Airways que viajarem de Doha para Kuala Lumpur podem tirar partido de 34 destinos da Malaysia Airlines, incluindo toda a sua rede doméstica e mercados-chave na Ásia, tais como Singapura, Seul, Hong Kong e a Cidade de Ho Chi Minh, sujeitos a aprovação governamental.

Ao ligar ambas as redes, os parceiros procuram desenvolver Kuala Lumpur como um hub de aviação líder na região do Sudeste Asiático, ligando a Malásia, o Sudeste Asiático, a Austrália e a Nova Zelândia ao Médio Oriente, Europa, Américas e África. Além disso, a Qatar Airways e a Malaysia Airlines aproveitarão sinergias em múltiplas áreas de negócios e desenvolverão produtos inovadores para beneficiar os seus clientes distribuídos por todo o mundo.

A cooperação reforçada incluirá também benefícios de fidelidade recíproca, permitindo que os membros do Qatar Airways Privilege Club ganhem e resgatem pontos “Avios” quando voam na Malaysia Airlines, com benefícios semelhantes para os membros da “Malaysia Airlines Enrich” quando viajam nos serviços da Qatar Airways. Os membros do Privilege Club e do Enrich usufruirão também de uma vasta gama de outras vantagens únicas, em função do estatuto de escalão, tais como acesso gratuito a salas VIP, franquia de bagagem extra, check-in prioritário, embarque prioritário e entrega de bagagem prioritária na Malaysia Airlines e na Qatar Airways.

A parceria estratégica da Malaysia Airlines e da Qatar Airways evoluiu progressivamente a partir de 2001 e foi significativamente ampliada com a assinatura de um Memorando de Entendimento, em fevereiro de 2022, a fim de potenciar os pontos fortes de ambas as redes, proporcionar aos passageiros um acesso robusto a viagens para novos destinos além da rede individual de cada companhia, e, finalmente, liderar as viagens na região da Ásia-Pacífico.

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Vouzela e de Tondela querem apostar no turismo ferroviário

Considerando que o turismo ferroviário continua a ser uma “âncora importante de desenvolvimento para o país”, os dois municípios não querem que “se perca a identidade das antigas linhas do Vouga e do Dão”.

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Os municípios de Vouzela e de Tondela, no distrito de Viseu, vão apostar no turismo ferroviário, para que não se perca a identidade das antigas linhas do Vouga e do Dão, que deram lugar a ecopistas.

O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara de Vouzela, Rui Ladeira, durante uma visita da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques.

Segundo Rui Ladeira, no âmbito do programa Transformar Turismo (linha Regenerar Territórios), encontra-se aberto “um aviso com a possibilidade de o turismo ferroviário ter elegibilidade”, estando os dois municípios a preparar uma candidatura que deverá ser submetida até ao verão, com o apoio do Museu Nacional Ferroviário.

“Não queremos que se perca a identidade do que foi a génese das ecopistas”, justificou o autarca, acrescentando que o objetivo é requalificar e potenciar as estações de Vouzela e de Tonda (Tondela), que estão subaproveitadas.

Rui Ladeira explicou que os dois municípios pretendem “estruturar um plano de comunicação” baseado nas memórias dos antigos ferroviários, “que estão vivos e podem contar muitas histórias”.

“Eles querem continuar a passar o seu testemunho, o seu saber”, frisou.

Como trabalhava o chefe da estação, como viviam os ferroviários, como eram as lides de operacionalização da linha e das locomotivas e quais as mercadorias que, além dos passageiros, eram transportadas, são alguns aspetos que poderiam ser dados a conhecer, quer aos turistas, quer aos residentes.

No entender de Rui Ladeira, essa identidade pode perder-se se as memórias não forem passadas a quem hoje anda pelas ecopistas.

“O turismo ferroviário continua a ser uma âncora importante de desenvolvimento para o país. É o tempo de valorizar as ecopistas e este é mais um contributo”, sublinhou.

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Portugal deve ser vendido como “o país mais sustentável do mundo”, afirma SETCS

Para Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Portugal terá de ser “competitivo à custa da sustentabilidade”, já que é algo que “é avaliado positivamente pelo cliente”.

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A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, defendeu que Portugal deve ser vendido como “o país mais sustentável do mundo”, de forma a tornar-se mais competitivo e aumentar a receita turística.

“É isso que queremos. Está para nós muito claro ao nível de política pública, alinhada com o Turismo de Portugal, que Portugal tem que ser o país mais sustentável do mundo. Competitivo à custa da sustentabilidade”, afirmou Rita Marques em Vouzela, onde foi conhecer o projeto de turismo sustentável em curso desde julho de 2020.

No seu entender, para que tal aconteça, devem ser “muitos a rumar” nesse sentido, com empresas de restauração, animação turística e hotelaria a trabalharem no sentido de obter a certificação da Biosphere (que certifica o turismo sustentável), como acontece em Vouzela, ou outras certificações.

“O importante é que façamos a diferença, porque, para continuarmos a crescer em valor, temos que ser muitos, não basta por decreto ou por imposição do Turismo de Portugal reclamarmos que somos o país mais sustentável do mundo. Temos de fazer um esforço conjunto”, frisou.

Segundo Patrícia Araújo, da Biosphere, na região Centro há cerca de 140 empresas (sobretudo de alojamento e animação turística) que já estão certificadas ou em processo de certificação, sendo 12 delas de Vouzela.

Rita Marques disse que “o turismo não se vende só porque Portugal tem ativos extraordinários: paisagens idílicas, um mar maravilhoso e uma gastronomia genuinamente gostosa”.

“Temos que trabalhar numa perspetiva diferente e profissionalizar este trabalho, orientando-o para as grandes tendências”, frisou, acrescentando que, “hoje em dia, a sustentabilidade é algo que é avaliado positivamente pelo cliente” e, portanto, deve ser trabalhada nas suas três dimensões, nomeadamente económica, ambiental e social.

Segundo a secretária de Estado, “Portugal já não é um destino barato há vários anos”, exemplificando que, apesar de receber “metade dos turistas que a Grécia recebe”, tem “exatamente a mesma receita turística”.

“Estamos com uma receita turística por turista muito interessante e a crescer de uma forma muito evidente. Temos uma meta muito tangível que é chegarmos a 2027 com 28 mil milhões de euros de receita turística”, acrescentou.

Na sua opinião, o concelho de Vouzela, no distrito de Viseu, tem estado a fazer “um trabalho extraordinário”, que deve ser replicado noutros municípios e noutras regiões.

“Porque lá fora a marca Vouzela será importante, mas a marca Portugal tem mais força”, justificou.

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Carlos Moedas diz que é fundamental avançar já com novo aeroporto de Lisboa

“Aeroporto já!”. Foi desta forma que Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), se referiu à urgência da nova infraestrutura aeroportuário.

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O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), defendeu, durante um almoço promovido pela Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), a necessidade da construção de um novo aeroporto, independentemente da localização, considerando que tal será “fundamental” para fazer face à retoma da atividade turística.

“Aeroporto já. Nós precisamos de um aeroporto. Se ele é num sítio ou noutro, isso deve ser uma decisão técnica, mas o aeroporto tem de avançar para bem de todos”, afirmou o autarca, sublinhando ainda que, “obviamente que durante muitos anos teremos ‘Portela+1’, mas para mim a posição é clara”.

As declarações do presidente da Câmara Municipal de Lisboa surgiram em resposta às preocupações levantadas pelo presidente da AHP, Bernardo Trindade, que alertou para o facto de os hotéis poderem perder clientes devido aos atrasos no processo de construção do novo aeroporto, numa altura em que foi lançado o concurso público para a realização da avaliação ambiental estratégica da futura solução aeroportuária.

O concurso público internacional para a realização da avaliação ambiental estratégica de Lisboa foi lançado pelo Governo em outubro de 2021.

Nessa altura, o então secretário de Estado Adjunto das Comunicações, Hugo Santos Mendes, adiantou que a avaliação ambiental estratégica das três hipóteses de localização do novo aeroporto de Lisboa deverá ser entregue em 2023.

Atualmente, em cima da mesa estão três hipóteses: aeroporto Humberto Delgado (principal), com o aeroporto do Montijo (complementar), aeroporto do Montijo (principal), com o aeroporto Humberto Delgado (complementar) e uma infraestrutura localizada no Campo de Tiro de Alcochete.

Outra das questões abordadas por Carlos Moedas, e que também surgiu na sequência de preocupações manifestadas pelo presidente da AHP, foi a falta de efetivos dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) no Aeroporto Humberto Delgado, situação que gera filas de espera de três e quatro horas para entrar em Lisboa.

“Vocês podem ter os melhores hotéis, as melhores empresas do mundo, mas se as pessoas estiverem três e quatro horas para entrar em Lisboa essas pessoas não vão voltar. É uma responsabilidade nossa de alertar o Governo e ser resolvida rapidamente. Nós não podemos ter o aeroporto nestas condições que são vergonhosas para qualquer estrangeiro que chega”, criticou.

O SEF revelou, entretanto, que está a preparar um plano para os postos de fronteiras nos aeroportos durante o período de maior fluxo de passageiros, entre julho e setembro.

Durante a sua intervenção, Carlos Moedas fez também críticas a algumas medidas aprovadas pelos partidos da oposição na Câmara de Lisboa que, no seu entendimento, prejudicam a atividade turística na capital, nomeadamente a suspensão de novos registos de alojamento local, o chumbo da proposta para a construção de um hotel no antigo convento das Mónicas e as mudanças no trânsito da cidade.

“Sou um político que vai trabalhar no sentido da estabilidade, mas não o posso fazer sozinho. Não o posso fazer quando tenho na própria Câmara Municipal vereadores que decidem proibir de um dia para o outro o alojamento local, não percebendo que o proibindo haja uma corrida às licenças de alojamento local nesse próprio dia”, observou.

Em causa está a decisão de “suspensão imediata” da autorização de novos registos de estabelecimentos de alojamento local, por um prazo de seis meses, que pode ser renovado por igual período, “até à entrada em vigor da alteração ao Regulamento Municipal do Alojamento Local”.

Apresentada pelos vereadores do PS e do Livre na Câmara de Lisboa, em novembro de 2021, a proposta foi aprovada pelo executivo camarário em 15 de dezembro, com nove votos a favor (cinco vereadores do PS, dois do PCP, um do Livre e um da vereadora independente Paula Marques, eleita pela coligação PS/Livre), a abstenção da vereadora do BE e sete votos contra dos eleitos da coligação Novos Tempos (PSD/CDS-PP/MPT/PPM/Aliança), que governa a cidade sem maioria absoluta.

Relativamente ao antigo Convento das Mónicas, a oposição camarária chumbou o projeto de arquitetura, rejeitando a mudança do uso de habitação para o uso de turismo, para instalação de um hotel.

Mais recentemente, os vereadores da oposição na Câmara de Lisboa votaram uma proposta para eliminar o trânsito automóvel na Avenida da Liberdade todos os domingos e feriados e reduzir em 10 quilómetros/hora (km/h) a velocidade máxima permitida atualmente em toda a cidade.

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Grupo Pestana regressa aos lucros com 23 milhões de euros

Depois de um ano de 2020 negativo, o Pestana Hotel Group (PHG) regressou aos lucros, obtendo um resultado líquido de 23 milhões de euros. Já as receitas passaram para 295 milhões, enquanto o EBITDA ultrapassou os 96 milhões. O mês de abril de 2022 já foi melhor que 2019.

Victor Jorge

Os resultados líquidos referentes ao exercício de 2021 do Pestana Hotel Group (PHG), apresentados esta quarta-feira, dia 18 de maio, voltaram a números positivos, registando lucros de 22,9 milhões de euros, contra os 32,2 milhões de euros negativos alcançados em 2020, mas ainda longe dos 79,4 milhões obtidos no melhor ano de sempre do maior grupo hoteleiro português, em 2019.

No que diz respeito ao volume de vendas, o crescimento foi de 113,7 milhões de euros, passando de 181,7 milhões, em 2020, para 295,4 milhões de euros, em 2021, mas, também aqui, ainda aquém dos 418,8 milhões de euros alcançados no último ano pré-pandémico.

Já no EBITDA, o grupo apresentou, para o exercício de 2021, 22,9 milhões de euros face aos 33,7 milhões de 2020, triplicando, assim, este valor. No exercício de 2019, o EBITDA obtido pelo grupo foi de 161,8 milhões de euros.

Na conferência de imprensa que marcou a apresentação de resultados do grupo Pestana, José Teotónio, CEO do PHG, admitiu que “cada ano de pandemia parecia um século”, fazendo referência ao desempenho variável do exercício. “O ano de 2021, em termos turísticos começou, basicamente, em maio”, admitiu José Teotónio, revelando que “se até maio tivemos muito pouca atividade, tivemos uma abertura no quinto mês do ano, mas que depois voltou a cair, com a situação dos britânicos, para voltar a crescer nos meses de verão. Depois veio a variante Ómicron e, em novembro, tudo voltou tudo a fechar”, salientou o responsável do grupo.

“Comparado com 2020, sem dúvida que 2021 foi melhor, mas ficámos, naturalmente, longe de 2019”, destacando José Teotónio que “2021 ficámos a 45 a 50% de 2019”.

Considerando que os números de 2021 “não são um grande resultado, mas, dadas as circunstâncias, termos regressado aos resultados positivos já é muito bom”, confidenciou José Teotónio.

Destacando que, em fevereiro de 2020 o grupo abriu o 100.º hotel para “fechá-lo 39 dias depois” [unidade de Nova Iorque], José Teotónio revelou que o grupo já tem, atualmente, todas as unidades (re)abertas).

Regressando, no entanto, a 2021, e com o mercado nacional a dar “um forte contributo em termos de reservas”, o grupo teve nos destinos de resort, com destaque para o Porto Santo e o Algarve, os pontas de lança na recuperação, contrapondo o desempenho dos destinos citadinos que “levaram e deverão levar mais tempo a recuperar”, segundo o CEO do grupo.

De resto, o PHG manteve as aberturas previstas para 2021 e 2022, com as nove unidades que estavam em pipeline, admitindo José Teotónio que, “com a pandemia, não tínhamos muito interesse em acelerar estes processos”. Assim, ao longo destes dois anos, foram acrescentados cerca de 1.000 quartos à oferta existente: Pousada de Vila Real de Santo António (Algarve), Pestana Vintage (Lisboa), Pousada do Porto-Flores (Porto), Pestana Fisherman (Maderia), Pestana CR7 Gran Vía (Madrid, Espanha), Pestana CR7 Times Square (Nova Iorque, EUA), Pestana Tânger (Marrocos), todos em 2021, continuando as aberturas em 2022 com o Pestana CR7 Marrakech (Marrocos) e Pestana Douro Riverside (Porto).

“Temos todos os hotéis abertos, o que é um contentamento, mas também um desafio. Agora é colocá-los no mapa”, antevendo com “boas perspetivas” o verão que está a chegar, mas sinalizando a guerra que se está a desenrolar a Leste “e ainda a COVID que parece que acabou, mas ainda aí está”.

Para 2022, José Teotónio acredita que, numa perspetiva Like-for-Like (LfL), ou seja, contabilizando a mesma operação que existia em 2019, “deveremos ficar a 85 a 90%, mas no total, estimamos um 2022 semelhante ou mesmo superior a 2019, o melhor ano de sempre do grupo”.

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