Reportagem: Macau, um pequeno grande destino

Por a 30 de Outubro de 2017 as 16:57

O congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) realiza-se em Macau daqui a menos de um mês. Para uns, será a oportunidade de rever o destino, para outros uma estreia. Em qualquer dos casos, Macau é sempre capaz de surpreender.

Já muito se escreveu no Publituris sobre Macau. Dedicámos artigos e guias ao destino, o último dos quais publicado em 2013. Fui recuperar o artigo de opinião “Macau: Liberdade e Diversidade” escrito pelo presidente da APAVT que constava nesse guia. Pedro Costa Ferreira retratava os contrastes de Macau, que fazem dela uma cidade velha e moderna ao mesmo tempo. “Macau é um destino turístico de excelência. Acolhe todos do mesmo modo e todos, enquanto lá estão, são iguais. Podemos atravessar a rua de smoking ou com o roupão do quarto – ninguém vai olhar para nós”. Só entendi o verdadeiro sentido destas palavras quando lá estive no mês passado, a convite da própria APAVT e do Turismo de Macau, e comprovei que Macau é uma realidade diferente de Portugal, da Europa e de tudo.

Macau não se mede aos palmos. A sua grandeza não se mede pelos 30 quilómetros quadrados que compõem a sua área, que já foram menos no passado e serão certamente mais no futuro, uma vez que há constantes investidas sobre o mar. Culturalmente, a grandeza de Macau está na mistura e na convivência pacífica entre Oriente e Ocidente. Financeiramente, a grandeza está nos casinos e no Turismo, a principal fonte da economia. Jogo e Turismo confundem-se numa realidade que é difícil dissociar. Talvez este seja o maior desafio das Autoridades Turísticas de Macau, mostrar que há mais Turismo além do jogo. E acreditem que há. Mas já lá vamos.

Viajar para Macau a partir de Portugal implica atravessar o mundo e acelerar o tempo, figurativamente e literalmente (lá são mais sete horas que aqui). Para a maioria dos portugueses que viaja para Macau, a porta de entrada é Hong Kong (ver caixa). Não é expectável, pelo menos para já, que o voo directo da Beijing Capital Airlines entre Lisboa e Pequim altere este cenário. A China é o principal emissor de turistas no mundo e isso reflecte-se também em Macau. O mercado interno chinês é, de longe, o principal mercado, representando perto de 67% do total de chegadas ao destino. 20% corresponde a turistas de Hong Kong e 3,3% de Taiwan. A fatia que cabe aos estrangeiros é de 10,2%. A encabeçar os turistas estrangeiros surge a Coreia do Sul, seguida do Japão, Filipinas, Tailândia, Malásia, EUA e Indonésia. Portugal, de onde viajaram 16 mil turistas em 2016 para Macau, fica muito atrás nestas estatísticas. Mas se Portugal perde nas estatísticas do Turismo, ganha no reconhecimento e notoriedade que Macau lhe presta, visível na calçada portuguesa ou na toponímia das ruas que permanece em português. Sentimento misto de estranheza e orgulho, o de viajar de tão longe para encontrar um pouco de Portugal. Só por isso, Macau deveria constar na lista dos lugares a visitar pelos portugueses.

Chegar a Macau

O primeiro choque a chegar a Macau é o térmico. Houve quem me perguntasse, quando cheguei a Portugal, se não tinha notado muita poluição no ar. Não, pelo que percebi as chuvadas que caíram antes da nossa chegada atenuaram a poluição, pelo que não senti qualquer efeito. Mas o tempo, esse era de muito calor e humidade. Habituamo-nos e houve até quem do grupo se aventurasse em corridas ao fim do dia. No entanto, Novembro, altura em que realiza o congresso, é o período mais agradável para visitar a região.

Antes de se aventurar por Macau, convém ter uma orientação geográfica básica da região. A Península de Macau é uma língua de terra ligada à China Continental. É aqui que se encontra o centro histórico de Macau. Por sua vez, a Península de Macau está ligada às ilhas da Taipa e Coloane por três pontes. Cotai é o pedaço de terra que liga as duas ilhas. A reter: Península de Macau de um lado, Taipa, Coloane e Cotai do outro. O congresso da APAVT vai realizar-se na Torre de Macau que se encontra na Península, assim como o alojamento dos congressistas será em hotéis perto da Torre e do centro histórico. Nesta viagem ficámos no Legend Palace Hotel, um dos novos hotéis de Macau. Embora mais afastado do centro, a unidade fica situada entre a Doca dos Pescadores e o Terminal Marítimo de Macau.

Centro Histórico de Macau

Nesta viagem ao Centro Histórico de Macau, declarado Património Mundial em 2005, iniciámos a visita pelo Templo A-Má, que fica no Largo da Barra. A população macaense segue, na sua maioria, a doutrina do taoismo. O templo de A-Má é actualmente o mais antigo de Macau. É composto pelo Pavilhão do Pórtico, o Arco Memorial, o Pavilhão de Orações, o Pavilhão da Benevolência, o Pavilhão de Guanyin e o Pavilhão Budista Zhengjiao Chanlin. Os pavilhões são dedicados a várias divindades, pertencentes a diversas religiões e crenças populares, seja o budismo, o taoismo ou confucionismo. Está aberto das 7h00 às 18h00. A partir do Templo de A-Má pode-se iniciar um passeio pelo centro histórico de Macau, que culminará no mais famoso e fotografado monumento histórico de Macau: as Ruínas de São Paulo. O percurso tem a duração de uma hora e meia a duas horas, dependendo das paragens que fizer. Do Largo da Barra em frente ao Templo A-Má, siga caminho pela Rua da Barra. Pelo caminho encontrará o Quartel dos Mouros, a Casa Mandarim (recuperada pelo governo, foi residência de um grande poeta chinês, Zheng Guangying, sendo possível visitar) e o Largo Lilau (zona onde viviam as altas individualidades de Macau, as casas à volta do Largo são na sua maioria de estilo português). Seguindo em frente pela Rua do Padre António, vai encontrar o Largo de Santo Agostinho com a sua calçada portuguesa. Aqui estão concentrados alguns monumentos como a igreja de Santo Agostinho, o Teatro Dom Pedro V e a Biblioteca Sir Robert Ho Tung. Deste ponto, já estamos muito perto do centro nevrálgico de Macau, o Largo do Senado que conflui com a Av. Almeida Ribeiro, a principal artéria da cidade, conhecida em chinês por San Ma Lou. Os edifícios que ladeiam a praça foram construídos nos séculos XIX e XX. Em 1993, a praça foi pavimentada com a calçada portuguesa, com um padrão de ondas.

Os edifícios com maior interesse neste largo são o edifício do Leal Senado e a Santa Casa da Misericórdia. Mais à frente, encontra-se outro largo, o Largo de São Domingos com a sua bonita Igreja de São Domingos. Originalmente construída em madeira, foi a primeira igreja da China. A fachada amarela destaca-se dos outros edifícios. Lá dentro, não menos esplendoroso, é o seu altar barroco. Seguindo pela Rua de São Paulo chega-se ao Largo da Companhia de Jesus, onde em frente estão as Ruínas de São Paulo. O monumento de onde só resta a fachada, escadaria e fundações era a antiga Igreja da Madre de Deus, que foi construída entre 1602 e 1640. A igreja fazia parte do Colégio de S.Paulo que foi a primeira universidade de modelo ocidental do Extremo Oriente. O incêndio que deflagrou em 1835 destruiu o colégio e a igreja, restando apenas a fachada, a maioria das fundações e a escadaria. A fachada apresenta uma mistura de estilos e o conjunto é muitas vezes o cartão postal da cidade.

Abandonamos as ruínas para subir à Fortaleza do Monte, onde se encontra o Museu de Macau. Mas falemos primeiro da Fortaleza. Construída entre 1617 e 1626, esta fortaleza chegou a ser a principal estrutura militar defensiva da cidade, equipada com canhões, casernas militares, poços e um arsenal com munições e mantimentos em número suficiente para aguentar o cerco à cidade durante dois anos. Foi transformada em Museu em 1994 e inaugurado em 1998 por António Guterres, primeiro-ministro de Portugal na altura. O Museu contempla três pisos. O primeiro conta a génese de Macau, o povoamento do Território e a chegada dos portugueses. O segundo piso retrata as Artes Populares e Tradições de Macau, que vão desde as profissões às indústrias tradicionais, às festividades, à gastronomia e o modo de viver dos macaenses. Por último, o terceiro piso é dedicado a Macau dos nossos dias, com exposições temporárias. Terminada a visita ao museu, aconselha-se a visita ao exterior do último andar, onde se pode ter uma vista privilegiada e panorâmica sobre Macau.

Este passeio pode ser feito em meio-dia, um dia ou dois, dependendo dos locais que quer mesmo entrar e visitar. Mas não se esqueça de guardar meio-dia pelo menos para “perder-se” pelas ruas de Macau em compras, visitar o Mercado Vermelho, situado na Avenida de Horta e Costa, onde se vende marisco e peixe fresco (muitos deles ainda vivos), frutas e legumes. Em alternativa, pode visitar a Casa de Chá VA LUEN CO., no número 106 da Rua Cinco de Outubro, onde encontrará chá para todas as maleitas.

A noite pode ser reservada para ir ao Restaurante Litoral, na Rua do Almirante Sérgio, também na parte antiga de Macau. Decore este nome: “Minchi”, um prato típico de Macau, de carne picada e batatas fritas cortadas aos quadrados. O Restaurante Litoral é considerado, por quem sabe e por quem provou (eu), um dos melhores restaurantes para experimentar a comida típica macaense. Depois do jantar sugere-se um bar de hotel, por exemplo o bar do Hotel StarWorld, que fica na Rua de Sintra. Mas antes, entre no Hotel Wynn, do outro lado da rua, e assista aos espectáculos gratuitos no lobby do hotel. Alternadamente, e a cada trinta minutos, entre as 22h00 e a meia-noite, é possível assistir aos espectáculos de som, luz e imagem “Tree of Prosperity” e “Dragon of Fortune”. Os hotéis de Macau são, de resto, fontes inesgotáveis de animação e surpresas. Estão projectados para captar e levar os clientes a passarem tempo dentro das unidades. Há casinos, lojas, espectáculos, bares, restaurantes e concertos.

Por falar em diversão, um dos locais de visita obrigatória é a Torre de Macau, mas isso não será um problema para os participantes do Congresso da APAVT, já que é lá que se realizam os trabalhos do congresso. Nisto das atracções, os números são sempre bons para impressionar: a torre tem 338 metros de altura, o lounge interior de observação está a 223 metros de altura o que permite uma vista que alcança os 55 quilómetros. No 58ª andar fica o lounge de observação, uma espécie de miradouro, que permite ver a Península de Macau e as ilhas de Taipa e Coloane. O piso em vidro dá-nos uma vista por baixo dos nossos pés. Subindo ao 61º andar encontramos o piso a partir do qual se fazem as actividades de aventura, seja uma escalada ao topo da torre, alcançando os 338 metros, seja bungy jump, skyjump ou o skywalk, passeio no exterior do piso 61º.

Taipa, Cotai e Coloane

É na Taipa e em Cotai que se localizam os grandes complexos hoteleiros como o Galaxy ou The Venetian. Majestosos, luxuosos e exuberantes, parecem competir entre si em grandeza. Entre o segundo semestre de 2016 e o primeiro de 2017 abriram nesta zona três novos hotéis: o Wynn Palace, em Cotai, com 1706 quartos e suites; o The Parisian Macao, com três mil quartos e uma réplica da Torre Eiffel que não passa despercebida; e o The Macau Roosevelt, com 368 quartos. Estão por abrir o MGM Cotai, com 1400 quartos e suites, o Lisboa Palace, com 2000 quartos, o Morpheus com cerca de 780 quartos, e o The 13, provavelmente o hotel mais caro de Macau e quem sabe do mundo, já que, de acordo com site do hotel, todos os clientes das 200 suites terão direito a um transfer à chegada e à saída do hotel num Rolls-Royce Phantom.

O luxo dos hotéis contrasta com a vila da Taipa. Mais simples e menos majestosa, é outro local a não perder. Local pitoresco onde é possível comprar souvenirs, a vila de Taipa é um labirinto de becos e ruelas antigas, muito procurada por turistas. Se é fã de Vhils, então não pode perder o mural feito pelo artista português, na Rua dos Clérigos, na vila da Taipa, que é uma das obras que integra a exposição “Destroços – Obras de Alexandre Farto aka Vhils”. O artista está pela primeira vez a expor em Macau. São mais de 20 trabalhos, incluindo quatro novos murais públicos que devem permanecer, depois do fim da exposição, a 5 de Novembro.

Foi na vila da Taipa que jantámos num dos dias da nossa viagem. O “António” é um restaurante português conhecido em Macau. O chef António Neves Coelho, o proprietário, recebe-nos à porta, mas não são precisas apresentações. Há uma dúzia de placas pregadas na parede de vários guias conceituados que recomendam o restaurante. Esperam-nos iguarias portuguesas como o Arroz de Marisco, as Ameijoas à Bulhão Pato ou um Bife à Portuguesa. Os produtos, garante, vêm de Portugal. Nascido em Fornos de Algodres, António fez o serviço militar em Macau de 1972 a 1973, quando o território tinha apenas 15 quilómetros quadrados. Voltou a Macau em 1997 e trabalhou em diversos restaurantes até que em 2000 abriu o seu primeiro restaurante em sociedade com outros portugueses. Mas foi em 2007 que foi convidado a abrir o restaurante “António”. Há um mês abriu um segundo restaurante do outro lado da rua. Chama-se “Tapas by António”. Recebe essencialmente clientes chineses ou dos mercados asiáticos próximos. António reconhece as diferenças de 2008, ano em que se realizou o último congresso em Macau, para agora. “Macau mudou muito. Mais construção, mais restaurantes, hotéis e casinos”, refere. Para ele, “Macau é mais do que Turismo de casinos. Temos templos, igrejas, museus. É uma cidade com muito para ver, é cosmopolita. Para as pessoas que queiram ter uma viagem cultural, este é o sítio indicado. Mas também para lazer, temos hotéis com praia lá dentro”. António é um embaixador do Turismo de Macau. Foi condecorado em 2013 com a Medalha de Mérito Turístico pelo Turismo de Macau e em 2015 pelo Governo português com a Medalha de Mérito das Comunidades.

Coloane ficou para o último dia. Fica depois de Taipa e Cotai e é o pulmão de Macau, uma vez que é o mais parecido com o campo que se pode encontrar em Macau. Aos fins-de-semana, a população vai para Coloane fazer piqueniques, aproveitar as praias, fazer trilhos, uma espécie de espaço de lazer ao ar-livre e onde se pode respirar ar mais puro. Também há templos, miradouros e uma das maiores atracções é o Pavilhão do Panda Gigante de Macau. O pavilhão tem uma arquitectura que se enquadra com o ambiente natural e circundante. Neste parque encontramos duas espécies: o panda gigante e o panda pequeno. Desde este ano que podem ser vistos quatro pandas gigantes: os mais velhos Kai Kai e Xin Xin, e os dois pandas bébes Jian Jian e Kang Kang, que nasceram em Junho de 2016. Fazem as delícias dos visitantes, que passam muito tempo em frente ao seu habitat tentando fazer a melhor foto e o melhor vídeo.

Quanto às novidades, e além dos hotéis já anunciados, há que referir que a partir desde segundo semestre a ilha de Taipa vai contar com um novo terminal de ferry. Ficará adjacente ao aeroporto Internacional de Macau, com uma área total de 200 mil metros quadrados, 127 pontos de controlo de passaporte e uma plataforma para aterragem de helicópteros. Outra importante notícia no que diz respeito às acessibilidades é a ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau que fará a ligação entre os territórios. A construção demorou sete anos, prevendo-se que a ponte seja aberta à circulação no final do ano. A estrutura principal tem 29,6 quilómetros de comprimento, e consiste numa ponte de 22,9 quilómetros e um túnel submarino de 6,7 quilómetros. O comprimento total da ponte é de 55 quilómetros. A ponte em forma de ípsilon vai reduzir o tempo de viagem entre Hong Kong e Zhuhai, cidade adjacente a Macau, de três horas a 30 minutos. ¶


Informações úteis
Museu de Macau
Horário – De Terça a Domingo das 10h00 às 18h00
Preço – MOP 15 (1,5 euros)

Restaurante Litoral
Aberto todos os dias
Email – [email protected]

Restaurante António
Aberto todos os dias
Email – [email protected]

Torre de Macau
Horário – De Segunda a Sexta das 10h00 às 22h00 / Fins-de-semana das 09h00 às 22h00 Preço – MOP 135 (13,5 euros) inclui visita aos pisos 58º e 61º
Site – www.macautower.com.mo
Actividades Bungy Jump – MOP 3488 (364 euros)
Tower Climb – MOP 2288 (238 euros)
SkyJump – MOP 2588 (270 euros)
Skywalk – MOP 788 (81 euros)
Email – [email protected]

Pavilhão do Panda Gigante de Macau
Horário – De Terça a Domingo das 09h30 às 17h00
Preço – MOP 10 (1 euros) – receitas dos bilhetes de entrada revertem para o “Fundo dos Pandas”
Site – www.macaupanda.org.mo


Chegar a Macau
A maioria, senão a totalidade, dos congressistas da APAVT que viajarem em Novembro para Macau, chegarão via Hong Kong. Uma vez chegados ao aeroporto de Hong Kong a alternativa será apanhar um barco para o terminal marítimo de Macau. Deixamos uma sugestão. Reservar o serviço Premier Grand Class, da empresa TurboJet (www.turbojet.com.hk) que parte do Hong Kong – Macau Ferry Terminal, localizado no Shun Tak Centre (Sheung Wan). Este serviço inclui transfer complementar até ao terminal e depois do terminal de Macau para o seu hotel em Macau. As malas são despachadas no aeroporto de Hong Kong e depois só as vê em Macau. Depois de fazer a reserva online no site da Turbojet, deve pedir este serviço complementar de transfer e bagagem enviando um email para: [email protected] e mencionar os dados do passaporte, seu voo de chegada, nr. de pessoas, quantas bagagens e morada em Macau. O bilhete do Premier Grand Class tem o custo de MOP 500 (entre 50 a 60 euros, dependendo do câmbio). Em alternativa, pode optar pela ligação directa “Sea Express” que parte do aeroporto internacional de Hong Kong até Macau. Ao chegar ao aeroporto de Hong Kong deve dirigir-se ao balcão “E2 – Transfer Hong Kong Macau” (atenção para não passar a emigração em Hong Kong). Ao chegar a este balcão, mostre o bilhete de avião, o talão da bagagem, passaporte e voucher do bilhete de barco caso a reserva tenha sido feita online, as malas também vão directamente até Macau. Este serviço de ligação é mais barato (cerca de MOP 250 – 25 euros). No entanto, tem muito menos horários que o Premier Grand Class que parte a cada 30 minutos com horários das 07h00 às 23h00. Mas atenção, se comprar deve chegar à bilheteira da TurboJet no aeroporto de Hong Kong até 90 minutos antes da partida do barco para garantir que há tempo para despachar as malas e fazer o transfer. Exemplo: se o seu voo chegar depois das 21h30 já não conseguirá apanhar o último barco, às 23h00.


*A jornalista viajou a convite da APAVT e do Turismo de Macau.
*Artigo publicado na edição 1348, de 4 de Agosto de 2017

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