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Ryanair também quer ficar com a airberlin

Ryanair é a quarta companhia aérea a demonstrar interesse na airberlin, depois da Lufthansa, easyJet e Condor.

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Depois da Lufthansa, easyJet e Condor, chegou agora a vez da Ryanair se mostrar interessada em ficar com a airberlin, depois do pedido de insolvência da segunda maior companhia aérea alemã. Michael O’Leary, presidente executivo da Ryanair, confirmou o interesse durante uma entrevista à Reuters e diz que o objectivo é ficar com toda a companhia.

“Gastaríamos de fazer uma oferta pelo conjunto da companhia. Mas não sabemos a dimensão da reestruturação, quanto dinheiro está a perder e porque está perdendo, num mercado onde ganhamos dinheiro”, afirmou O’Leary à Reuters, explicando que, antes de avançar para o negócio, a Ryanair precisa saber como estão as contas da airberlin.

Esta não seria a primeira vez que a Ryanair avança para a compra de uma companhia aérea, uma vez que, em 2003, adquiriu a Buzz, uma companhia de baixo custo que pertencia à KLM, e recentemente mostrou-se também interessada na Alitalia, outra companhia em processo de insolvência e que terá que passar por uma reestruturação.

Recorde-se que nas últimas semanas, depois da airberlin ter entregue o processo de insolvência, a 15 de Agosto, várias companhias se têm mostrado interessadas em ficar com a segunda maior companhia aérea alemã. A Lufthansa foi a primeira a mostrar interesse no negócio, ainda que pretenda apenas ficar com partes do grupo airberlin, seguindo-se a easyJet e a Condor.

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Nova greve da tripulação “seria um desastre” para a TAP

Segundo a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, a realização de uma nova greve poderia colocar em causa os resultados positivos que a companhia aérea registou no terceiro trimestre do ano.

Inês de Matos

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, afirmou esta quarta-feira, 2 de novembro, que a convocação de uma nova greve da tripulação de cabine da companhia aérea “seria um desastre” para a TAP, uma vez que colocaria em causa todo o trabalho de reestruturação da companhia aérea que tem vindo a ser realizado e que trouxe mesmo um regresso aos lucros no terceiro trimestre do ano.

“Uma greve seria um desastre porque afeta todo o trabalho que tem sido feito por todos, depois de um terceiro trimestre que veio provar que estamos certos e que este é o caminho certo para reconstruir o orgulho nesta companhia”, afirmou a responsável, quando confrontada com a hipótese de greve por parte da tripulação de cabine da TAP, que vai decidir se avança para a paralização esta quinta-feira, 3 de novembro.

Christine Ourmières-Widener diz não compreender a intenção de greve, até porque os cortes salariais chegam a todos os funcionários da TAP e só com diálogo será possível chegar a um consenso.

“Não entendo a greve, percebo que é difícil aceitar que todos os nossos funcionários tenham cortes, mas é esse o plano e o acordo de emergência foi assinado pelos sindicatos em 2021, não foi há muito tempo”, lembrou.

Por isso, a CEO da TAP diz estar disponível para se sentar à mesa com os sindicatos e discutir um novo acordo de empresa, mas sem ações que venham a colocar em causa os resultados e o futuro da empresa.

“Uma greve nunca é boa para qualquer organização e penso que o diálogo que precisamos de ter não deve incluir este tipo de ações, mas não é algo que me caiba a mim decidir. Penso que nos devemos sentar e ver o que é possível fazer”, acrescentou, defendendo que, apesar da greve ser um direito, este “não é o melhor momento” para avançar para uma paralização.

Recorde-se que a TAP apresentou esta quarta-feira, 2 de novembro, os resultados do terceiro trimestre do ano, ao longo do qual a companhia aérea alcançou um lucro de 111 milhões de euros, valor que compara com os 134 milhões de euros de prejuízo registado em igual período do ano passado.

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Interesse de companhias estrangeiras deve ser motivo de “satisfação e orgulho” para a TAP

Para a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, o interesse manifestado por companhias aéreas estrangeiras mostra que há “um valor real porque estas empresas estão a dedicar tempo e dinheiro ao olharem para a TAP”.

Inês de Matos

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, considerou esta quarta-feira, 2 de novembro, que o interesse manifestado na companhia aérea de bandeira nacional por transportadoras estrangeiras deve ser um motivo de “satisfação e orgulho” para a TAP, uma vez que mostra que a companhia aérea tem um “valor real”.

“Penso que devemos estar todos satisfeitos e orgulhosos por ver que alguns players externos estão interessados nesta maravilhosa empresa”, afirmou a CEO da TAP, durante a conferência de imprensa de apresentação dos resultados do terceiro trimestre, período ao longo do qual a TAP conseguiu regressar ao lucros.

Sem querer comentar manifestações de interesse concretas, Christine Ourmières-Widener considerou, no entanto, que o facto de haver interessados mostra que a TAP tem “um valor real porque estas empresas estão a dedicar tempo e dinheiro ao olharem para a TAP”.

“No final, aquilo que esperamos é que haja uma decisão”, acrescentou a responsável, indicando que não sabe se o interesse manifestado se vai mesmo concretizar, até porque não é a administração da TAP a conduzir o processo, mas sim o Estado, que é atualmente dono da companhia aérea.

“Não nos cabe a nós decidir quem será a melhor noiva, ou como lhe queiram chamar, para a TAP”, afirmou ainda a CEO da TAP, garantindo que, por parte da administração da companhia aérea, há toda a disponibilidade para colaborar com os interessados.

Recorde-se que, nas últimas semanas, tem vindo a público o interesse de várias companhias aéreas e grupos de aviação estrangeiros na TAP, a exemplo da Air France-KLM, cujo CEO, Ben Smith, admitiu o interesse na aquisição da companhia aérea de bandeira nacional, “se as circunstâncias forem as adequadas”.

Além da Air France-KLM, há rumores de que também a Lufthansa estará em conversações com vista à aquisição da companhia aérea e, nos últimos dias, foi ainda conhecido o interesse do IAG, grupo de aviação que detém a British Airways e a Iberia, na transportadora portuguesa.

 

 

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Associação das Companhias Aéreas da África Austral vai ser liderada pelo diretor-geral da LAM

João Carlos Pó Jorge, diretor-geral da LAM, foi eleito presidente da Associação das Companhias Aéreas da África Austral (AASA) e vai liderar a associação nos próximos 12 meses.

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O diretor-geral das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), João Carlos Pó Jorge, foi eleito presidente da Associação das Companhias Aéreas da África Austral (AASA), liderando a associação nos próximos 12 meses.

De acordo com a Lusa, além de João Carlos Pó Jorge, também Elmar Conradie, diretor-executivo da Safair, foi eleito vice-presidente da associação, cargo que vai desempenhar ao longo do próximo ano.

O “fornecimento confiável de combustível” é, atualmente, o maior desafio para as companhias aéreas africanas, motivo pelo qual foi já apontado como a principal prioridade da AASA, a par das restrições e da quebra abrupta do negócio devido à COVID-19.

A revisão de políticas e regulamentos dos diferentes estados da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) faz ainda parte da lista de temas a abordar no novo mandato da AASA.

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Aviação civil chinesa perde 14,6 mil milhões de euros até setembro

As oito companhias aéreas chinesas cotadas em bolsa perderam, entre janeiro e setembro, 14.647 milhões de euros, o que se deve à redução da operação devido à COVID-19 mas também ao aumento do preço do combustível.

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As oito companhias aéreas chinesas cotadas em bolsa perderam, entre janeiro e setembro, 14.647 milhões de euros, perdas que, segundo a Lusa, se devem às medidas de prevenção epidémica vigentes no país, no âmbito da estratégia ‘zero covid’.

Segundo a Lusa, que cita o portal de informação económica Yicai, as perdas foram especialmente acentuadas nas quatro maiores empresas chinesas do setor, concretamente Air China, China Eastern, Hainan Airlines e China Southern, que somaram perto de 90% das perdas, enquanto a Spring Airlines, principal companhia aérea low cost chinesa e que tinha sido a única a apresentar lucros nos três primeiros trimestres de 2021, também apresentou prejuízo.

“As perdas da indústria ultrapassaram o total somado de 2021 e 2020. Este ano é o pior de sempre para a aviação civil da China”, disse o analista Lin Zhijie, citado pelo portal Yicai.

De acordo com o especialista, este ano, o setor da aviação civil chinês operou apenas a 50% de 2019, enquanto no ano passado foi registada uma operação de cerca de 70% dos níveis de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19.

Além da diminuição da operação, as companhias aéreas chinesas estão ainda a lidar com o aumento dos preços dos combustíveis, que subiu 75% em termos homólogos, o que significa um custo extra de cerca de 40.000 milhões de yuans (5.530 milhões de euros) para as empresas do setor.

O portal Yicai lembra que, este ano, cerca de uma dezena de companhias aéreas chinesas e subsidiárias declararam insolvência, numa tendência que se deverá agravar no futuro.

Recorde-se que, devido à pandemia, a Administração de Aviação Civil da China foi obrigada a apoiar as companhias aéreas e, ainda no primeiro semestre de 2022, realizou injeções de capital na Air China, China Eastern, China Southern e no maior grupo de aeroportos do país, a Capital Airports Holdings.

A Administração de Aviação Civil da China estendeu mesmo as linhas de crédito de apoio às companhias aéreas e abriu uma nova, no valor de 150.000 milhões de yuans (20.731 milhões de euros), que se junta à que já existia e que tem um valor de 65.600 milhões de yuans (9.067 milhões de euros), sendo esta última também destinada ao apoio aos aeroportos do país.

Recorde-se que a China adoptou uma política de zero casos de COVID-19, o que leva a confinamentos rigorosos e à suspensão dos voos sempre que seja detectado um surto da doença, o que ajuda a explicar a difícil situação económica das transportadoras chinesas.

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Air France-KLM assume interesse na TAP

O interesse é assumido pelo presidente executivo da Air France-KLM, Ben Smith, que diz que, “se as circunstâncias forem as adequadas”, o grupo vai “definitivamente envolver-se formalmente” no processo de alienação de capital da TAP.

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O presidente executivo do Grupo Air France-KLM, Ben Smith, assumiu que o grupo de aviação franco-holandês está interessado numa parceria ou aquisição de capital da TAP, “se as circunstâncias forem as adequadas”.

“Estamos interessados”, afirmou o responsável, durante a apresentação de resultados da Air France-KLM do terceiro trimestre de 2022, em que o grupo de aviação obteve receitas de 8112 milhões de euros e um lucro de 460 milhões de euros.

Segundo Ben Smith, o Grupo Air France-KLM vai “definitivamente envolver-se formalmente” no processo de alienação de capital da TAP, com vista a uma parceria ou aquisição de capital, quando for aberto o processo de reprivatização da companhia aérea de bandeira nacional.

“A consolidação é um factor-chave para nós, especialmente na Europa”, acrescentou o presidente executivo da Air France-KLM, explicando que o grupo de aviação tem “estudado durante vários anos” o mercado da Península Ibérica.

Recorde-se que, além do interesse manifestado na TAP, a Air France-KLM está atualmente em conversações para entrar no capital da ITA, companhia aérea italiana que veio substituir a Alitalia.

A Reuters adianta que o grupo franco-holandês terá apresentado uma proposta de 350 milhões por 50% do capital da ITA, mais uma ação, de modo a garantir a maioria do capital.

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Iberia estima capacidade 105% acima de 2019 no início de 2023

No último trimestre de 2022, a Iberia conta operar 95% da sua capacidade, aumentando para 105% no primeiro trimestre de 2023.

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A Iberia estima que, no primeiro trimestre de 2023, seja possível aumentar em 105% a capacidade oferecida face a igual período de 2019, antes da pandemia da COVID-19, o que será possível graças aos novos aviões que a companhia aérea espanhola se prepara para receber.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado da Iberia, no último trimestre de 2022, a companhia aérea conta operar 95% da sua capacidade, aumentando para 105% no primeiro trimestre de 2023.

No comunicado citado pela Lusa, a Iberia sublinha que já restabeleceu toda a sua rede de voos e destinos na América Latina, está a crescer nos Estados Unidos, com a rota para Dallas, e terá uma maior implantação em várias rotas da sua rede de curto e médio curso em Espanha e na Europa.

Em Espanha, a transportadora conta mesmo disponibilizar, este inverno, uma maior capacidade do que acontecia em 2019 nas redes de curta distância e médio curso, nomeadamente em destinos de negócios mas também lazer.

“Em Espanha, a Iberia reforça a sua posição na Air Bridge, e recupera todas as frequências que operava antes da pandemia”, informa a companhia aérea no comunicado divulgado.

E também na América Latina a Iberia já recuperou a totalidade da rede que tinha antes da pandemia da COVID-19, meta que foi atingida com a retoma dos voos para o Rio de Janeiro e Caracas, que eram os únicos que ainda não tinham sido retomados e que a Iberia voltou a operar este fim-de-semana, ambos com três frequências por semana.

No total, a Iberia conta, este inverno, com cerca de 260 voos semanais, a maioria dos quais são diários e ligam a Europa a 18 destinos em 16 países da América Latina.

A Iberia destaca ainda a recuperação nos EUA, que conta este inverno com um aumento de capacidade em comparação com 2019, já que a companhia aérea vai disponibilizar 589.000 lugares nas rotas norte-americanas, o que representa um aumento de 15% face a 2019, e cerca de 2.000 voos, mais 21% do que no inverno pré-pandemia.

A Iberia vai também manter a rota para Dallas, nos EUA, ao longo de todo o ano e, em dezembro, passa a operar no terminal 8 do aeroporto JFK, em Nova Iorque, EUA.

Na Europa, a companhia aérea destaca ainda os crescimentos em Itália (Roma e Milão), França (Paris), Suíça (Genebra) e Portugal, onde a rota para o Funchal funcionará durante todo o inverno, concluiu.

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Lucro da Air France/KLM no 3.º trimestre supera período homólogo de 2019

No 3.º trimestre do ano, que corresponde ao pico do verão, as companhias aéreas do grupo Air France/KLM transportaram ainda 25 milhões de passageiros, subida de 47,6% face a igual período do ano passado.

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No terceiro trimestre de 2022, o Grupo Air France/KLM registou um lucro de 460 milhões de euros, valor que já é superior ao registado no mesmo período de 2019 e que dá esperança ao grupo de aviação franco-holandês de que será possível terminar 2022 com um lucro superior a 900 milhões de euros.

De acordo com o Grupo Air France/KLM, entre julho e setembro, foi registado um volume de negócios de 8.110 milhões de euros, o que traduz um crescimento de 77,6%, num resultado que foi superior em 500 milhões de euros ao do terceiro trimestre de 2019, antes da pandemia da covid-19.

Com o lucro do terceiro trimestre, a empresa apresenta resultados líquidos de 232 milhões de euros desde o início do ano, depois de prejuízos de 7.100 milhões de euros em 2020 e de 3.300 milhões de euros em 2021.

O resultado permite que a Air France/KLM possa voltar a reduzir a sua dívida, tendo o grupo de aviação anunciado já que tenciona antecipar o pagamento de mil milhões de euros dos 3.500 milhões de euros em empréstimos garantidos pelo Estado francês.

Os resultados financeiros foram também acompanhados por uma melhoria dos resultados operacionais, já que, neste trimestre, que corresponde ao pico do verão, as companhias aéreas do grupo transportaram 25 milhões de passageiros, o que indica uma subida de 47,6% face a igual período do ano passado.

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Mudança da Vueling para o Terminal 2 do aeroporto de Lisboa acontece a 4 de novembro

A ANA Aeroportos de Portugal explica que a mudança se deve à alteração das “quotas de mercado das companhias aéreas” no aeroporto de Lisboa e visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

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A ANA Aeroportos de Portugal veio esta sexta-feira, 28 de outubro, esclarecer que a mudança da Vueling para o Terminal 2 do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, acontece a 4 de novembro, ao contrário do que a empresa que gere os aeroportos nacionais tinha inicialmente indicado.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a ANA Aeroportos de Portugal explica que a mudança se deve à alteração das “quotas de mercado das companhias aéreas no Aeroporto Humberto Delgado” e visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

Esta alteração já tinha sido comunicado a 20 de outubro, ainda que, na ocasião, a ANA Aeroportos de Portugal indicasse que a passagem da Vueling para o Terminal 2 da infraestrutura aeroportuária lisboeta deveria acontecer a 30 de outubro, data em que também a easyJet e a Eurowings mudam de terminal, passando a low cost britânica para o Terminal 1, enquanto a transportadora de baixo custo do Grupo Lufthansa passa a operar no Terminal 2.

A ANA Aeroportos de Portugal pede, no entanto, aos passageiros que contactem a companhia aérea ou consultem o website do aeroporto de Lisboa, de forma a obterem mais informações.

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Azul aumenta oferta para Lisboa no fim do ano

Entre 19 de dezembro e 31 de janeiro, a Azul vai aumentar a oferta de voos para Lisboa, passando a disponibilizar uma nova ligação aérea entre Viracopos e a capital portuguesa.

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A Azul anunciou que, entre 19 de dezembro e 31 de janeiro, vai aumentar a oferta de voos para Lisboa, passando a disponibilizar uma nova ligação aérea entre Viracopos e a capital portuguesa.

“Para Lisboa, capital de Portugal e a porta de entrada da Azul para a Europa, a operação de final de ano ocorre entre os dias 19 de dezembro e 31 de janeiro. Além dos dois voos operados regularmente, a partir de Viracopos, a companhia vai aumentar a oferta para a capital portuguesa com um terceiro voo, partindo de Viracopos às segundas e retornando de Lisboa às terças-feiras”, indica a companhia aérea brasileira, em comunicado.

O aumento de oferta da Azul para Lisboa é acompanhado também pelo reforço da capacidade para Orlando e Fort Lauderdale, nos EUA, assim como para Punta del Este e Montevidéu, no Uruguai, que passam a contar com maior oferta no período do fim de ano.

“Para a alta temporada, a companhia vai ofertar 1.121 voos internacionais, entre voos regulares e reforço de malha, partindo de diversas bases brasileiras, como os aeroportos de Campinas (SP), Foz do Iguaçu (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Belém (PA) e Manaus (AM)”, lê-se no comunicado divulgado pela Azul, que indica também que a venda de bilhetes já está disponível nos canais oficiais da companhia aérea.

No caso de Orlando, a Azul vai passar a operar mais um voo desde Viracopos, em Campinas, totalizando dois voos diários, aos quais se juntam mais dois voos diários para Fort Lauderdale, na Flórida, desde Viracopos, numa operação que vai ainda contar com um aumento das ligações diretas desde as cidades de Belém, no Pará, e Manaus, no Amazonas.

“A partir do dia 15 de dezembro, a capital do Amazonas passa a ter ligação direta com o aeroporto de Fort Lauderdale três vezes na semana, enquanto a capital paraense retoma sua ligação direta com o mesmo terminal a partir do dia 16, oferecendo voos quatro vezes na semana”, refere ainda a Azul.

Já no caso do Uruguai, a companhia aérea tem previsto um aumento da oferta de voos para Punta del Este, desde Campinas, enquanto no período entre 21 de dezembro de 2022 e 28 de janeiro de 2023 passam a existir dois voos semanais.

A partir de 21 de dezembro, a companhia aérea brasileira vai também passar a oferecer mais uma opção de ligação com Montevidéu, no Uruguai, com partida de Florianópolis, em Santa Catarina, numa operação que vai decorrer ao longo de todo o ano.

Além destes voos, a Azul vai também ligar Montevidéu a Foz do Iguaçu, no Paraná, cujos voos arrancam a 20 de dezembro, incluindo duas ligações aéreas por semana nos dois sentidos, estando ainda prevista uma ligação direta entre Recife e a capital do Uruguai com início em novembro, que passa a dois voos por semana, a partir de 21 de dezembro.

“Estamos muito felizes por implementar estas novidades nas rotas internacionais, que gradualmente vão retomando os níveis anteriores e, principalmente, por descentralizar as operações partindo de diferentes localidades do Brasil, em concordância com a premissa da Azul que é interligar todas as regiões do país aos mais diferentes destinos”, destaca Vitor Silva, gerente de Planeamento de Malha da Azul.

 

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João Moreira Baptista, General Manager Summerwind Portugal

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João Moreira Baptista é o novo country manager da TAAG em Portugal

Com a nomeação da Summerwind Portugal para GSA da TAAG em território nacional, João Moreira Baptista, diretor-geral da empresa de representação, passou também a assumir o cargo de country manager da TAAG em Portugal.

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Com a nomeação da Summerwind Portugal para GSA da TAAG em território nacional, a companhia aérea angolana passou a também a ter um novo country manager em Portugal, cargo que passa a ser assumido por João Moreira Baptista, diretor-geral da empresa de representação de companhias aéreas em Portugal.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 26 de outubro, e que é assinado pelo próprio João Moreira Baptista, o responsável garante que o novo cargo representa “uma oportunidade única e repleta de desafios”, até porque a TAAG e a sua Administração pretendem dar uma “energia renovada” ao modelo de negócio da companhia aérea.

“Da minha parte, poderão contar com uma determinação e ambição inabaláveis”, garante o novo country manager da TAAG em Portugal, que se mostra também comprometido em “consolidar a posição da TAAG num lugar cimeiro e de referência na aviação em Portugal”.

“Estou consciente da minha responsabilidade para com todos, a Administração, os colegas e os passageiros, a todos posso apenas expressar o meu orgulho por fazer parte da equipa e o meu compromisso no cumprimento dos objetivos que me proponho alcançar”, conclui João Moreira Baptista.

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