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TAP cresce 35% em passageiros em Abril

TAP transportou um total de 1.167.632 passageiros em Abril, mais 302.475 passageiros que em igual mês do ano passado.

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A TAP transportou um total de 1.167.632 passageiros em Abril, mais 302.475 passageiros que em igual mês do ano passado, o que se traduz num crescimento de 35%, segundo nota da companhia à imprensa.

Por destinos, a TAP destaca os 182.331 passageiros transportados a mais do que no ano anterior nos destinos europeus, um aumento de 33,1% que, segundo a companhia de bandeira nacional, se deveu essencialmente ao contributo de destinos como Espanha e Bélgica.

“Espanha e Bélgica tiveram os melhores resultados”, destaca a TAP, revelando que, no conjunto dos destinos espanhóis, transportou 134 mil passageiros em Abril, mais 70,1% do que no mesmo mês do ano anterior, enquanto a capacidade oferecida subiu 18,8%.

Já para aa Bélgica, a companhia avança um crescimento de 139,5% no número de passageiros transportados, associado também ao aumento de 125,9% na oferta de lugares.

A nível dos destinos intercontinentais, a TAP transportou 80 mil passageiros nas rotas africanas, aumento de 57,1% face a Abril de 2016, com destaque para Marrocos, onde o aumento no número de passageiros foi de 265,9% face ao ano anterior, tendo a oferta de lugares aumentado 160%.

Mas a companhia destaca também o mercado norte-americano, com um aumento de 130,4% nos número de lugares oferecidos e de 173,8% no número de passageiros transportados, o que se traduz num acréscimo de 58 mil passageiros face a igual mês do ano anterior, com a TAP a realçar o contributo das rotas para Nova Iorque – JFK e Boston, lançadas no Verão do ano passado.

A companhia aérea de bandeira nacional salienta ainda a recuperação do Brasil, que “continua a dar claros sinais de retoma”, com a TAP a contabilizar mais 21 mil passageiros que no mesmo mês do ano passado, num total de 117 mil pessoas transportadas nas rotas brasileiras da companhia, mais 22% que em Abril de 2016.

Já o load factor dos voos da TAP em Abril foi de 85,4%, subida de 12,4 p.p. relativamente ao mesmo período de 2016.

A Ponte Aérea entre Lisboa e o Porto, voltou a registar resultados positivos, tendo transportado mais 6.926 passageiros do que no ano anterior, correspondendo a um aumento de 13,5%.

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Lucro da Air France/KLM no 3.º trimestre supera período homólogo de 2019

No 3.º trimestre do ano, que corresponde ao pico do verão, as companhias aéreas do grupo Air France/KLM transportaram ainda 25 milhões de passageiros, subida de 47,6% face a igual período do ano passado.

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No terceiro trimestre de 2022, o Grupo Air France/KLM registou um lucro de 460 milhões de euros, valor que já é superior ao registado no mesmo período de 2019 e que dá esperança ao grupo de aviação franco-holandês de que será possível terminar 2022 com um lucro superior a 900 milhões de euros.

De acordo com o Grupo Air France/KLM, entre julho e setembro, foi registado um volume de negócios de 8.110 milhões de euros, o que traduz um crescimento de 77,6%, num resultado que foi superior em 500 milhões de euros ao do terceiro trimestre de 2019, antes da pandemia da covid-19.

Com o lucro do terceiro trimestre, a empresa apresenta resultados líquidos de 232 milhões de euros desde o início do ano, depois de prejuízos de 7.100 milhões de euros em 2020 e de 3.300 milhões de euros em 2021.

O resultado permite que a Air France/KLM possa voltar a reduzir a sua dívida, tendo o grupo de aviação anunciado já que tenciona antecipar o pagamento de mil milhões de euros dos 3.500 milhões de euros em empréstimos garantidos pelo Estado francês.

Os resultados financeiros foram também acompanhados por uma melhoria dos resultados operacionais, já que, neste trimestre, que corresponde ao pico do verão, as companhias aéreas do grupo transportaram 25 milhões de passageiros, o que indica uma subida de 47,6% face a igual período do ano passado.

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Mudança da Vueling para o Terminal 2 do aeroporto de Lisboa acontece a 4 de novembro

A ANA Aeroportos de Portugal explica que a mudança se deve à alteração das “quotas de mercado das companhias aéreas” no aeroporto de Lisboa e visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

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A ANA Aeroportos de Portugal veio esta sexta-feira, 28 de outubro, esclarecer que a mudança da Vueling para o Terminal 2 do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, acontece a 4 de novembro, ao contrário do que a empresa que gere os aeroportos nacionais tinha inicialmente indicado.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a ANA Aeroportos de Portugal explica que a mudança se deve à alteração das “quotas de mercado das companhias aéreas no Aeroporto Humberto Delgado” e visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

Esta alteração já tinha sido comunicado a 20 de outubro, ainda que, na ocasião, a ANA Aeroportos de Portugal indicasse que a passagem da Vueling para o Terminal 2 da infraestrutura aeroportuária lisboeta deveria acontecer a 30 de outubro, data em que também a easyJet e a Eurowings mudam de terminal, passando a low cost britânica para o Terminal 1, enquanto a transportadora de baixo custo do Grupo Lufthansa passa a operar no Terminal 2.

A ANA Aeroportos de Portugal pede, no entanto, aos passageiros que contactem a companhia aérea ou consultem o website do aeroporto de Lisboa, de forma a obterem mais informações.

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Azul aumenta oferta para Lisboa no fim do ano

Entre 19 de dezembro e 31 de janeiro, a Azul vai aumentar a oferta de voos para Lisboa, passando a disponibilizar uma nova ligação aérea entre Viracopos e a capital portuguesa.

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A Azul anunciou que, entre 19 de dezembro e 31 de janeiro, vai aumentar a oferta de voos para Lisboa, passando a disponibilizar uma nova ligação aérea entre Viracopos e a capital portuguesa.

“Para Lisboa, capital de Portugal e a porta de entrada da Azul para a Europa, a operação de final de ano ocorre entre os dias 19 de dezembro e 31 de janeiro. Além dos dois voos operados regularmente, a partir de Viracopos, a companhia vai aumentar a oferta para a capital portuguesa com um terceiro voo, partindo de Viracopos às segundas e retornando de Lisboa às terças-feiras”, indica a companhia aérea brasileira, em comunicado.

O aumento de oferta da Azul para Lisboa é acompanhado também pelo reforço da capacidade para Orlando e Fort Lauderdale, nos EUA, assim como para Punta del Este e Montevidéu, no Uruguai, que passam a contar com maior oferta no período do fim de ano.

“Para a alta temporada, a companhia vai ofertar 1.121 voos internacionais, entre voos regulares e reforço de malha, partindo de diversas bases brasileiras, como os aeroportos de Campinas (SP), Foz do Iguaçu (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Belém (PA) e Manaus (AM)”, lê-se no comunicado divulgado pela Azul, que indica também que a venda de bilhetes já está disponível nos canais oficiais da companhia aérea.

No caso de Orlando, a Azul vai passar a operar mais um voo desde Viracopos, em Campinas, totalizando dois voos diários, aos quais se juntam mais dois voos diários para Fort Lauderdale, na Flórida, desde Viracopos, numa operação que vai ainda contar com um aumento das ligações diretas desde as cidades de Belém, no Pará, e Manaus, no Amazonas.

“A partir do dia 15 de dezembro, a capital do Amazonas passa a ter ligação direta com o aeroporto de Fort Lauderdale três vezes na semana, enquanto a capital paraense retoma sua ligação direta com o mesmo terminal a partir do dia 16, oferecendo voos quatro vezes na semana”, refere ainda a Azul.

Já no caso do Uruguai, a companhia aérea tem previsto um aumento da oferta de voos para Punta del Este, desde Campinas, enquanto no período entre 21 de dezembro de 2022 e 28 de janeiro de 2023 passam a existir dois voos semanais.

A partir de 21 de dezembro, a companhia aérea brasileira vai também passar a oferecer mais uma opção de ligação com Montevidéu, no Uruguai, com partida de Florianópolis, em Santa Catarina, numa operação que vai decorrer ao longo de todo o ano.

Além destes voos, a Azul vai também ligar Montevidéu a Foz do Iguaçu, no Paraná, cujos voos arrancam a 20 de dezembro, incluindo duas ligações aéreas por semana nos dois sentidos, estando ainda prevista uma ligação direta entre Recife e a capital do Uruguai com início em novembro, que passa a dois voos por semana, a partir de 21 de dezembro.

“Estamos muito felizes por implementar estas novidades nas rotas internacionais, que gradualmente vão retomando os níveis anteriores e, principalmente, por descentralizar as operações partindo de diferentes localidades do Brasil, em concordância com a premissa da Azul que é interligar todas as regiões do país aos mais diferentes destinos”, destaca Vitor Silva, gerente de Planeamento de Malha da Azul.

 

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João Moreira Baptista, General Manager Summerwind Portugal

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João Moreira Baptista é o novo country manager da TAAG em Portugal

Com a nomeação da Summerwind Portugal para GSA da TAAG em território nacional, João Moreira Baptista, diretor-geral da empresa de representação, passou também a assumir o cargo de country manager da TAAG em Portugal.

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Com a nomeação da Summerwind Portugal para GSA da TAAG em território nacional, a companhia aérea angolana passou a também a ter um novo country manager em Portugal, cargo que passa a ser assumido por João Moreira Baptista, diretor-geral da empresa de representação de companhias aéreas em Portugal.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 26 de outubro, e que é assinado pelo próprio João Moreira Baptista, o responsável garante que o novo cargo representa “uma oportunidade única e repleta de desafios”, até porque a TAAG e a sua Administração pretendem dar uma “energia renovada” ao modelo de negócio da companhia aérea.

“Da minha parte, poderão contar com uma determinação e ambição inabaláveis”, garante o novo country manager da TAAG em Portugal, que se mostra também comprometido em “consolidar a posição da TAAG num lugar cimeiro e de referência na aviação em Portugal”.

“Estou consciente da minha responsabilidade para com todos, a Administração, os colegas e os passageiros, a todos posso apenas expressar o meu orgulho por fazer parte da equipa e o meu compromisso no cumprimento dos objetivos que me proponho alcançar”, conclui João Moreira Baptista.

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easyJet oferece viagem a Marrocos em passatempo que vai testar conhecimentos sobre a companhia e o destino

Passatempo decorre este fim-de-semana, entre 28 e 29 de outubro, e vai oferecer uma viagem a Marraquexe para duas pessoas a quem provar ter mais conhecimentos sobre a companhia aérea e sobre o destino.

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A easyJet vai promover, este fim-de-semana, entre 28 e 29 de outubro, um passatempo que vai oferecer uma viagem a Marraquexe, em Marrocos, a quem provar que melhor conhece a companhia aérea low cost, que começa na próxima segunda-feira, 31 de outubro, a voar para a cidade marroquina, que é considerada um dos principais destinos turísticos deste país do norte de África.

O passatempo, que vai decorrer junto à Estação do Oriente, em Lisboa, vai desafiar os portugueses a testarem os seus conhecimentos sobre a operação aérea em Portugal e a tirarem uma fotografia original no Photobooth da companhia, ficando habilitados a ganhar um viagem para duas pessoas a Marraquexe.

“Para se habilitarem a ganhar, os participantes serão testados com oito questões sobre a easyJet e o destino Marrocos, para onde a companhia começa a voar no próximo dia 31 de outubro, inaugurando, assim, a primeira rota com partida de Lisboa para fora do continente europeu. Em caso de empate nas respostas, um júri selecionado escolherá a fotografia mais original e determinará o vencedor”, indica a easyJet, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 26 de outubro.

O vencedor do passatempo será contactado pela easyJet via e-mail e o prémio poderá ser usufruído entre novembro de 2022 e 31 de março de 2023, com exceção dos períodos festivos.

O passatempo está disponível para participantes residentes em Portugal Continental e/ou Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, com idade igual ou superior a dezoito anos e as fotografias tiradas no Photobooth devem ser enviadas à companhia aérea por email, até às 23h59 do dia 29 de outubro.

“A easyJet está a fazer uma enorme aposta no mercado português, com mais rotas e novas frequências, em que a nova ligação a Marraquexe se insere. É um destino de eleição para os portugueses, ideal para short-breaks, que queremos aproximar com duas frequências semanais e a baixos custos”, acrescenta José Lopes, country manager da easyJet em Portugal.

Recorde-se que a nova rota da easyJet entre Lisboa e Marraquexe arranca na próxima segunda-feira, 31 de outubro, e conta com duas ligações aéreas por semana, fazendo parte do  novo plano de expansão da companhia aérea no aeroporto de Lisboa, depois de receber 18 novas slots da Comissão Europeia.

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Summerwind confirmada como novo GSA da TAAG em Portugal

A Summerwind Portugal passa a ser o GSA da TAAG em território nacional, assumindo a gestão comercial e parte da gestão operativa da companhia aérea angolana em Portugal.

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A Summerwind Portugal veio esta quarta-feira, 26 de outubro, confirmar que foi nomeada pela TAAG – Linhas Aéreas de Angola como GSA da transportadora angolana em Portugal, assumindo a gestão comercial e parte da gestão operativa da companhia aérea em território nacional.

“Esta nomeação é algo que muito orgulha a atual estrutura acionista da Summerwind, bem como toda a equipa em Lisboa, que desde já expressa o seu agradecimento à TAAG por este voto de confiança”, destaca a empresa de representação de companhias aéreas em comunicado.

Na informação divulgada, a Summerwind indica que, “além de assumir a representação comercial da TAAG, “deverá igualmente assumir parte da gestão operativa da TAAG, nomeadamente ao nível do Balcão de Vendas no aeroporto e do call center para os passageiros TAAG”.

A Summerwind diz ainda que, devido à “reconhecida importância que a operação de Lisboa constitui para a TAAG”, está empenhada em “implementar e promover boas práticas” na companhia aérea, assim como em “trabalhar em articulação permanente com a Administração da TAAG para imputar uma nova dinâmica ao modelo de negócio existente, apostando no seu desenvolvimento”.

“A Summerwind quer assumir publicamente com todos, passageiros, colegas e clientes, o seu compromisso em consolidar a posição da TAAG num lugar cimeiro e de referência na aviação em Portugal, reforçando o seu compromisso em fazer da TAAG um motivo de orgulho para todos”, conclui a empresa.

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Air France-KLM anunciam acordo de longo prazo para compra de SAF

O grupo Air France-KLM continua na senda da descarbonização. Para atingir o objetivo de incorporação de 10% SAF até 2030, o grupo acaba de assinar um acordo para o fornecimento de 1,6 milhão de toneladas de SAF entre 2023 e 2036.

Victor Jorge

A Air France-KLM anunciaram dois grandes contratos de compra de longo prazo para um total de 1,6 milhão de toneladas de combustível de aviação sustentável (SAF). Os acordos são vinculativos e serão aplicados por vários anos em parceria com os fornecedores de SAF Neste e DG Fuels.

“Esta parceria marca um passo importante para alcançar nossa ambição de misturar 10% de SAF globalmente até 2030”, refere o grupo em nota de imprensa. Os dois acordos cobrirão um terço das necessidades até 2030 e as primeiras entregas estão previstas para 2023.

Os acordos cobrem o fornecimento de um volume total de 1,6 milhão de toneladas de combustível de aviação sustentável entre 2023 e 2036, o que evitará emissões de 4,7 milhões de toneladas de CO2 em todo o ciclo de vida em comparação com os combustíveis fósseis.

A Neste fornecerá, no período de 2023 a 2030 um milhão de toneladas de SAF, enquanto a DG Fuels entregará 600.000 toneladas de SAF de 2027 a 2036.

Recorde-se que a Air-France-KLM anunciou um compromisso para a redução do seu impacto ambiental, pretendendo reduzir as emissões de CO2 por passageiro/km em 30% até 2030 em relação a 2019.

Os contratos agora assinados representam um primeiro passo do grupo para atingir as metas de incorporação de 10% SAF até 2030 e cobrirão aproximadamente 3% dos requisitos de 10% SAF, compromisso que se junta à renovação da frota e a pilotagem ecológica.

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Azul é a companhia aérea brasileira com menor número de reclamações

Segundo o Boletim Consumidor.gov, disponibilizado pela Agência Nacional de Aviação Civil brasileira (ANAC), no segundo trimestre de 2022, a Azul registou apenas 45,8 reclamações a cada 100 mil passageiros.

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A Azul é a companhia aérea brasileira com menor número de reclamações ao longo de 2022, de acordo com o Boletim Consumidor.gov, que é periodicamente disponibilizado pela Agência Nacional de Aviação Civil brasileira (ANAC).

De acordo com a última edição deste ranking, a Azul foi “a empresa que apresentou o menor índice de reclamações no 2º trimestre deste ano (45,8 reclamações a cada 100 mil passageiros) e o melhor desempenho na solução de problemas: o maior índice de solução de reclamações (91,7%) e o maior índice de satisfação dos consumidores em relação ao atendimento recebido (4,2 em uma escala de 1 a 5)”.

Nos primeiros três meses do ano, a Azul obteve o menor índice de reclamações para cada grupo de 100 mil passageiros pagos transportados (91,6), além de ter obtido os melhores índices de solução (92,1%) e satisfação (4,2).

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, a Azul “também obteve índices superiores aos das suas concorrentes nos quesitos solução de problemas e satisfação dos clientes”.

“É gratificante ver que o nosso esforço em proporcionar a melhor experiência de viagem para os nossos clientes está sendo reconhecido por quem mais importa para nós da Azul: os nossos clientes. Ser a empresa aérea com menor número de reclamações, e ao mesmo tempo com excelentes índices de solução de problemas e atendimento recebido, mostra também que nossos tripulantes no céu e na terra estão empenhados em oferecer um atendimento de qualidade”, destaca Jason Ward, vice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.

O responsável revela também que a Azul conta com “uma célula dedicada” ao atendimento dos clientes e que “adota caminhos e estratégias diferentes para cada tipo de experiência relatada”.

Recorde-se que o Boletim  Consumidor.gov.br, da responsabilidade da ANAC, visa proporcionar transparência à sociedade sobre o desempenho das empresas aéreas, promover a concorrência e a melhoria da qualidade dos serviços prestados ao passageiro, além de disponibilizar informações que sejam úteis para a decisão de compra de passagens aéreas.

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TAAG
Transportes

TACV e TAAG estudam abertura de rota conjunta entre Cabo Verde e Angola

A abertura de uma rota conjunta daria seguimento à agenda estratégica que Angola e Cabo Verde mantêm e no âmbito da qual têm vindo a ser estabelecidos vários protocolos de colaboração entre ambos os governos.

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A TACV e a TAAG estão a estudar a criação de uma rota conjunta entre Cabo Verde e Angola, avança a Lusa, que cita o Ministério dos Transportes e Turismo cabo-verdiano.

A abertura da rota conjunta entre as duas companhias aéreas de bandeira de Cabo Verde e Angola daria seguimento à agenda estratégica que os dois países mantêm e no âmbito da qual têm vindo a ser estabelecidos vários protocolos de colaboração entre ambos os governos.

Segundo a Lusa, a abertura de uma rota conjunta entre os dois países foi um dos temas abordados na reunião entre Carlos Santos, ministro do Turismo e dos Transportes de Cabo Verde, e Eduardo Fairen, presidente da comissão executiva da TAAG, que decorreu esta segunda-feira, 24 de outubro.

“Dentre as conversações havidas, destaca-se a possibilidade da criação da rota conjunta Angola/Cabo Verde/Angola e outras oportunidades de negócios entre as duas companhias aéreas, no quadro da política do Governo para os transportes aéreos para o aumento da conectividade entre Cabo Verde e o continente africano e não só”, indica uma nota informativa divulgada pelo ministério cabo-verdiano.

A Lusa recorda que as ligações aéreas entre Cabo Verde e Angola foram interrompidas com a pandemia da COVID-19, que levou mesmo a uma paragem total da companhia aérea cabo-verdiana, que, desde então, apenas retomou os voos para Lisboa, a partir do Sal, São Vicente e Praia.

A colaboração entre as duas companhias aéreas é bem-vista também pelo presidente angolano, João Lourenço, que, em março passado, defendeu a criação de uma ‘joint-venture’ entre as duas companhias aéreas de bandeira, para aproveitar as capacidades de cada país.

“Vamos juntar as capacidades dos dois países neste domínio da aviação civil e creio que sairemos todos a ganhar com isso”, disse João Lourenço na ocasião, depois de uma reunião com o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, na qual foi assinado um acordo entre as administrações das companhias aéreas estatais dos dois países para cedência de um avião Boeing 737-700 da TAAG à TACV.

Na mesma altura, foi ainda assinado um Acordo Bilateral de Serviços Aéreos entre os dois governos, um Memorando de Entendimento sobre os Transportes Aéreos entre os ministérios dos Transportes dos dois países, e um Memorando de Cooperação Técnica entre a Agência de Aviação Civil de Cabo Verde (AAC) e a Autoridade Nacional da Aviação Civil de Angola (ANAC).

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ANAC chumba proposta da ANA e pede alterações às tarifas aeroportuárias para 2023

O regulador considerou que a proposta para as tarifas a vigorar nos aeroportos nacionais em 2023 era demasiado elevada e suspendeu o processo até a concessionária rever os valores propostos.

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A Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) considerou esta segunda-feira, 24 de outubro, que a proposta da ANA – Aeroportos de Portugal para as tarifas a vigorar nos aeroportos nacionais em 2023 era demasiado elevada e suspendeu o processo até a concessionária rever os valores propostos.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado publicado no site da ANAC, o regulador diz que, “após análise dos elementos enviados pela ANA, verificou existirem contradições entre a proposta tarifária submetida pela ANA às transportadoras aéreas e os pontos 8.10, conjugado com o ponto 8.6. (Grupo de Lisboa), e 8.12 (aeroportos Porto e Faro), todos do Anexo 12 do Contrato de Concessão de Serviço Público Aeroportuário”.

Por isso, a ANAC “solicitou à Concessionária a fundamentação das opções tomadas em sede de Processo de Consulta Pública sobre as Taxas Reguladas 2023, designadamente quanto à conformidade da proposta tarifária com as disposições contratuais previstas no Contrato de Concessão”.

Depois de “analisados os fundamentos invocados pela ANA, a ANAC considerou que a proposta tarifária apresentada para 2023 (que contempla aumentos das receitas da ANA nos aeroportos do Grupo de Lisboa acima da inflação 5,9 pontos percentuais, no aeroporto do Porto contempla um aumento global médio das taxas 1,9 pontos percentuais acima da inflação e no aeroporto de Faro contempla um aumento global médio das taxas em 2,71 pontos percentuais acima da inflação) não cumpre as disposições previstas no Contrato de Concessão”.

Nesse sentido, a 21 de outubro, o “Conselho de Administração da ANAC deliberou suspender de imediato o processo de consulta tarifária em curso” e “proferir uma determinação” com obrigações para a concessionária.

A ANAC pede alterações à “proposta de taxas das Atividades Reguladas a vigorar em 2023” nos aeroportos do Grupo de Lisboa, “de forma a assegurar que a RRMM (Receita Regulada Média Máxima) para 2023 não apresente um aumento superior a dois pontos percentuais acima da inflação”.

Já no que diz respeito “aos aeroportos do Porto e de Faro, a ANA deverá alterar a sua proposta de taxas das Atividades Reguladas a vigorar em 2023, por forma a acautelar que qualquer das referidas taxas não apresente um aumento superior à inflação, devendo, ainda, no que se refere ao aeroporto de Faro, explicitar as medidas a adotar já em 2023 para reforçar a sua competitividade”, acrescenta o comunicado da ANAC.

A ANAC quer ainda que a empresa que gere os aeroportos nacionais dê “conhecimento aos utilizadores, no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis a contar da notificação da decisão hoje notificada, retomando-se o processo de consulta, com o prazo remanescente, acrescido de 10 dias úteis”.

Recorde-se que, no início de outubro, a ANA – Aeroportos de Portugal confirmou a apresentação de uma proposta de “atualização das taxas aeroportuárias reguladas com data de entrada em vigar a 01 de fevereiro de 2023, seguindo o novo modelo previsto no contrato de concessão para o período 2023 até ao final da concessão”.

De acordo com a concessionária, “ao abrigo do modelo, que vigorou nos primeiros 10 anos da concessão, a ANA fez reduções substanciais das taxas praticadas durante o período da covid que resultaram na devolução de um valor total de cerca de 54 milhões de euros aos seus clientes em 2020 e 2021”.

A ANA lembrava ainda que devolveu “mais de 13 milhões de euros às companhias aéreas referente a acertos da receita cobrada em 2021, nomeadamente em Lisboa e em Faro” e lembra que, durante o período pandémico, tomou medidas que resultaram na redução de 26% em Lisboa, de 18% no aeroporto do Porto e de 45% em Faro.

A gestora aeroportuária frisava também que a proposta apresentada previa acréscimos por passageiro de 0,35 euros nos Açores, 0,79 euros na Madeira, 0,81 euros no Porto, 0,80 euros em Faro e 1,53 euros em Lisboa, num aumento médio de 10,81% que, segundo a empresa, segue o aumento da taxa de inflação e as regras estabelecidas pelo Contrato de Concessão com o Estado Português.

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