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Distritos de Portugal vão dar nome a aviões da TAP Express

14 de Março é o dia em que a TAP Portugal celebra o seu 72º aniversário, data assinalada com a divulgação dos nomes dos aviões da frota ao serviço da TAP Express, marca que substituiu a partir de 2016 a designação Portugália PGA Airlines. Os oito ATR72 e os nove Embraer 190 actualmente em operação, bem… Continue reading Distritos de Portugal vão dar nome a aviões da TAP Express

Raquel Relvas Neto
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Distritos de Portugal vão dar nome a aviões da TAP Express

14 de Março é o dia em que a TAP Portugal celebra o seu 72º aniversário, data assinalada com a divulgação dos nomes dos aviões da frota ao serviço da TAP Express, marca que substituiu a partir de 2016 a designação Portugália PGA Airlines. Os oito ATR72 e os nove Embraer 190 actualmente em operação, bem… Continue reading Distritos de Portugal vão dar nome a aviões da TAP Express

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14 de Março é o dia em que a TAP Portugal celebra o seu 72º aniversário, data assinalada com a divulgação dos nomes dos aviões da frota ao serviço da TAP Express, marca que substituiu a partir de 2016 a designação Portugália PGA Airlines. Os oito ATR72 e os nove Embraer 190 actualmente em operação, bem como os novos Embraer 195 que chegarão à TAP ainda este ano, terão os nomes de todos os distritos, de Viana do Castelo a Faro, e das regiões autónomas.
Fernando Pinto, presidente da TAP, na apresentação que decorreu num dos hangares da companhia, destacou que “achámos que devíamos levar o nome dos distritos portugueses a toda a Europa”, despertando assim o interesse dos passageiros em conhecer cada um destes.
A TAP compromete-se assim a continuar a promover Portugal e o seu território, divulgando a respectiva gastronomia, cultura e vinhos a bordo dos seus voos, porque, como mencionou Fernando Pinto,  “nenhuma outra companhia foi ou será mais Portugal do que a TAP”. “Cada voo da TAP é uma verdadeira experiência portuguesa”, continuou.
Mantendo a função de ser “a maior embaixadora de Portugal”, a companhia aérea vai alargar o seu programa Stopover, que actualmente está disponível para estadias apenas em Lisboa e no Porto tendo alcançado 40 mil passageiros ao abrigo do mesmo, à Madeira, Açores e Algarve. Com estes novos destinos dentro do programa, Fernando Pinto espera cumprir, este ano, a meta dos 100 mil passageiros .
Criada a 14 de Março de 1945 pelas mãos de Humberto Delgado e com a sua primeira rota, entre Lisboa e Madrid, em 1946, a TAP Portugal tem verificado um crescimento de 30% nos últimos meses. “A TAP vem crescendo. No ano passado chegámos perto dos 12 milhões de passageiros”, indicou Fernando Pinto, aludindo ainda aos 273 mil lugares que a companhia aérea vai disponibilizar ao mercado com o lançamento das novas rotas.

 

 

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TAP garante “medidas de contenção e remediação adequadas” para proteger empresa e clientes de ciberataque

Companhia aérea nacional diz que continua a tomar “todas as medidas de contenção e remediação adequadas para proteger” a empresa e clientes, depois do grupo responsável pelo ataque de 25 de agosto ter alegado que obteve dados de clientes da TAP.

A TAP veio esta quarta-feira, 31 de agosto, garantir que está a tomar “todas as medidas de contenção e remediação adequadas para proteger a empresa e os seus clientes” de ciberataques, como o que a companhia diz ter bloqueado a 25 de agosto.

O esclarecimento da companhia aérea de bandeira nacional surge depois do grupo alegadamente responsável pelo ciberataque de 25 de agosto ter alegado o roubo de dados de clientes da TAP, ao contrário do que a companhia aérea garantia a 26 de agosto, quando afirmava que “os mecanismos de segurança da TAP foram prontamente acionados e os acessos indevidos bloqueados”.

Agora, o grupo alegadamente responsável pelo ciberataque veio partilhar informação que prova que terá conseguido mesmo chegar aos dados dos clientes da companhia aérea, o que levou a TAP a garantir que está a tomar “todas as medidas de contenção e remediação adequadas para proteger” a empresa e os clientes, com a ajuda de “uma entidade externa internacional e em articulação com as autoridades”.

Recorde-se que a TAP admitiu, a 26 de agosto, que tinha sido alvo de um ciberataque na noite de 25 de agosto, garantindo, contudo, que “a integridade operacional” estava assegurada, pelo que não existia “qualquer risco para a segurança de voo”.

Na mesma informação, a companhia de bandeira nacional afirmava ainda que não tinha sido “apurado qualquer facto que permita concluir ter havido acesso indevido a dados de clientes”, garantindo ainda que “o plano de contingência da TAP” continuava ativo e que a companhia estava “a trabalhar em articulação com as autoridades com competências nesta matéria”.

 

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Ryanair aplaude comentário de Marcelo Rebelo de Sousa sobre a TAP

A Ryanair aplaude o comentário de Marcelo Rebelo de Sousa, que afirmou que a TAP “custa muito dinheiro aos portugueses”, considerando que a transportadora nacional continua a absorver “auxílios estatais”, apesar de ter reduzido a operação.

A Ryanair veio esta quarta-feira, 31 de agosto, aplaudir o comentário do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que considerou que a TAP “custa muito dinheiro aos portugueses”, defendendo que a companhia aérea de bandeira nacional continua a absorver milhões de euros em “auxílios estatais portugueses”, apesar de estar a oferecer “menos voos e tarifas muito mais elevadas”.

“A TAP continua, de forma vergonhosa, a absorver 3,2 mil milhões de euros em auxílios estatais portugueses, oferecendo ainda menos voos e tarifas muito mais elevadas em detrimento do mercado turístico português, do crescimento económico e do dinheiro dos contribuintes”, acusa a Ryanair.

A companhia aérea low cost, que desde o início tem vindo a criticar as ajudas estatais à TAP, especifica que a transportadora de bandeira portuguesa custa “300 euros por cada homem, mulher e criança em Portugal”, dinheiro dos contribuintes portugueses que a Ryanair diz ser um “desperdício”, até porque a TAP tem vindo a reduzir a sua operação, ao contrário da Ryanair.

“É inexplicável que a TAP esteja a absorver 3,2 mil milhões de euros de auxílios estatais, e ainda esteja a reduzir a capacidade e a cobrar tarifas elevadas, especialmente aos cidadãos portugueses que tentam chegar a casa para ver amigos e familiares durante o período de Natal – a mais do dobro das tarifas da Ryanair em muitos casos”, denuncia um porta-voz da Ryanair, citado num comunicado envido à imprensa.

Ao contrário da TAP, acrescenta a mesma fonte da companhia aérea low cost, a Ryanair “vem prestar auxílio, com o lançamento da sua maior programação de Inverno de sempre para/de 6 aeroportos de Portugal com 130 rotas (3 novas) e tarifas baixas a partir de apenas 29,99 euros, assegurando que todos os emigrantes portugueses possam viajar para casa para passar tempo com os seus entes queridos neste Natal“.

 

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SATA oferece transporte de bagagem extra no regresso às aulas

A SATA Air Açores e a Azores Airlines estão a oferecer um adicional até 10 kg à franquia de bagagem, ou um volume extra até 10 kg, numa campanha destinada a professores e estudantes, que assinala o regresso às aulas.

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A SATA Air Açores e a Azores Airlines estão a oferecer um adicional até 10 kg à franquia de bagagem, ou um volume extra até 10 kg, numa campanha destinada a professores e estudantes, que assinala o regresso às aulas.

De acordo com o Grupo SATA, esta campanha especial, denominada “Regresso às aulas: Bagagem extra”, é válida até 15 de outubro para professores e estudantes com idades entre os 12 e os 26 anos.

Para beneficiarem desta oferta, os professores devem “apresentar, aquando do ato de
check-in, um documento que comprove a necessidade de deslocação entre a área de residência habitual e o estabelecimento de ensino”.

Poderá ser uma declaração da escola onde se encontram a lecionar ou outro documento oficial que faça prova da recente colocação em estabelecimento de ensino distante da sua área de residência”, explica o Grupo SATA, num comunicado enviado à imprensa esta quarta-feira, 31 de agosto.

A informação relativa a esta campanha encontra-se acessível no site da Azores Airlines e pode ser também encontrada junto de qualquer ponto de venda das companhias aéreas SATA, assim como nas agências de viagens.

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Sri Lanka vende subsidiárias da SriLankan Airlines

O Governo do Sri Lanka pretende privatizar 49% da empresa de restauração da SriLankan Airlines, assim como de 49% da empresa de gestão dos serviços de terra para fazer face às dividas da companhia aérea de bandeira do país.

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O Governo do Sri Lanka anunciou esta semana que tenciona privatizar as subsidiárias da SriLankan Airlines, companhia aérea de bandeira do país, medida que está incluída num pacote que visa ultrapassar a crise económica que o Sri Lanka atravessa.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, a SriLankan Airlines acumula, desde 2010, prejuízos que chegam aos 5.018 milhões de dólares e o Governo do Sri Lanka não tem dinheiro para manter a operação da companhia aérea.

A solução passa então, segundo Nimal Siripala de Silva, ministro dos Portos, Navegação e Aviação do Sri Lanka, por vender duas das subsidiárias da SriLankan Airlines, uma vez que o montante encaixado com a transação servirá para abater a divida da transportadora.

“O nosso desafio é manter a companhia aérea, é difícil continuar com este nível de dívida. Por isso, o Governo decidiu que esta reestruturação é fundamental”, afirmou o governante, durante uma conferência de imprensa em Colombo, capital do Sri Lanka.

Nos planos do Governo do Sri Lanka está, por isso, a privatização de 49% da empresa de restauração da SriLankan Airlines, assim como de 49% da empresa de gestão dos serviços de terra.

O Hosteltur lembra que o Sri Lanka retomou, na semana passada, as negociações com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para desenhar um programa de resgate urgente ao país, que deverá disponibilizar cerca de quatro mil milhões de dólares para fazer face à crise económica que atinge o Sri Lanka.

 

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Azul aumenta operação e ultrapassa os 200 voos diários no aeroporto de Viracopos

A partir de 12 de setembro, a Azul vai passar a disponibilizar 201 voos diários e diretos para quase 70 destinos no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, São Paulo, o principal hub da companhia aérea brasileira.

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A Azul vai passar a disponibilizar mais de 200 voos por dia no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, São Paulo, a partir de 12 de setembro, num reforço de operação que inclui novas ligações aéreas para Goiânia, Curitiba, Foz do Iguaçu, Cascavel, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Juiz de Fora, Vitória e Campo Grande.

“O Aeroporto de Viracopos vai atingir recorde no mês de setembro com 201 voos diários e diretos operados pela companhia para quase 70 destinos, entre eles os com maior demanda corporativa, como Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre, mas também para destinos reconhecidos pelo seu potencial no segmento de lazer, como por exemplo, as capitais do Nordeste”, indica a companhia aérea brasileira num comunicado enviado à imprensa.

O reforço de operação em Viracopos foi anunciado durante um encontro entre o diretor de Relações Institucionais da Azul, Fábio Campos, e o diretor-presidente de Viracopos, Gustavo Müssnich, que decorreu esta terça-feira, 30 de agosto.

O Aeroporto de Viracopos é o principal hub da Azul para voos domésticos e internacionais, sendo também um dos maiores hubs do Brasil, motivo pelo qual a companhia aérea decidiu reforçar a sua operação, passando a disponibilizar novas opções de conexão para todo o país.

“Melhorar a nossa malha em Campinas é sinónimo de novas oportunidades de negócios e de viagens de lazer, fomentando a economia e a retoma do Turismo em todo o país. Agradeço o apoio de todas as instituições que contribuíram para essa marca histórica que atingiremos em setembro”, congratula-se Fábio Campos, diretor de Relações Institucionais da Azul.

Os horários dos voos da Azul no Aeroporto de Viracopos estão já disponíveis online, através do site da companhia aérea.

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Qatar Airways lança pacotes para jogos de futebol do Paris Saint-Germain

A companhia aérea do Qatar, que é parceira do Paris Saint-Germain, disponibiliza pacotes com voos, alojamento e bilhete para assistir ao jogo.

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A Qatar Airways lançou pacotes para que os fãs do Paris Saint-Germain (PSG) possam assistir aos jogos desta época do clube de futebol francês, do qual a companhia aérea do Qatar é parceira oficial.

Num comunicado enviado à imprensa, a Qatar Airways explica que estes pacotes permitem planear toda a viagem, uma vez que incluem voos de ida e volta, bem como alojamento e bilhete para assistir ao jogo de futebol no Parc des Princes, o estádio do PSG, em Paris.

“Estamos orgulhosos por apoiar o campeão da liga francesa, o Paris Saint-Germain, que terá uma temporada emocionante pela frente. Eles têm uma base de fãs global apaixonada e estamos ansiosos para levar os seus adeptos estrangeiros para Paris para uma viagem inesquecível”, afirma Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways.

Os pacotes da Qatar Airways para os jogos do PSG estão disponíveis através do site da companhia aérea.

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Companhias aéreas cautelosas em relação ao inverno

A capacidade global da aviação mundial parece permanecer forte até o final da temporada de férias de verão; o que acontece depois disso é uma incógnita. Existem vários fatores que obrigam a cautelas.

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Com mais de 102 milhões de lugares oferecidos, a última semana de agosto será a oitava semana consecutiva em que as companhias aéreas quebram a marca de 100 milhões, seguida por um setembro com previsão ainda maior, de modo que a capacidade aérea global permanecerá sólida até o final deste verão turbulento de 2022. No entanto, a próxima temporada de inverno 2022/23 é uma incógnita e o setor aéreo parece muito cauteloso com sua programação devido a uma combinação de fatores de cautela.

Analistas da empresa de inteligência de aviação OAG dizem que parece haver uma preocupação crescente com o último trimestre do ano, com o ambiente económico e a incerteza sobre a procura corporativa.

Por outro lado, em outubro e novembro, os primeiros meses da temporada de inverno, há sempre uma redução percetível da capacidade, pois as companhias aéreas aproveitam para colocar em dia as pesadas revisões de manutenção dos seus aviões.

De acordo com relatório da OAG, este ano a redução de capacidade nesses dois meses é de cerca de 16%, o dobro do registado em 2019 (ano de referência), que foi de 8%.

A OAG destaca que a Europa Ocidental consolidou a sua posição em primeiro lugar com um aumento de 3% na capacidade das companhias aéreas esta semana (24,5 milhões de lugares oferecidos), e está agora menos de 8% abaixo do nível de 2019.

Entretanto, as próximas duas maiores regiões, América do Norte e Nordeste da Ásia, também aumentaram o número de lugares oferecidos esta semana, pois as companhias aéreas de ambas vinham reduzindo a capacidade em semanas anteriores.

Especificamente, a China assistiu a uma redução de 888.588 assentos semana após semana, embora nas últimas três semanas o número de voos internacionais programados tenha aumentado 6% com novas rotas entre o país asiático e as principais cidades da Europa.

Em quase todos os países, a taxa de cancelamentos de voos está a diminuir, com muitos mercados abaixo de 1%, diz a empresa de inteligência da aviação. Claro que existem exceções, a Indonésia continua a ter uma taxa de cancelamento muito alta, e tanto a Suíça como o Reino Unido tiveram taxas mais altas de cancelamentos na semana passada.

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MSC e Lufthansa com oferta de 850 milhões de euros pela iTA Airways

O interesse pela ITA Airways, companhia aérea italiana, parece crescente. Segundo a imprensa italiana, agora é a vez da MSC e Lufthansa oferecerem 850 milhões de euros por 80% da companhia.

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Segundo avança a imprensa italiana, um grupo de investidores liderado pela MSC Mediterranean Shipping Co. e a companhia alemã Lufthansa AG poderão estar a preparar uma oferta no valor de 850 milhões de euros pela companhia aérea italiana ITA Airways.

O grupo poderá concluir uma oferta por 80% da empresa.

Segundo a Bloomberg, outro grupo de investidores, liderado pela Certares Management LLC, uma companhia de investimento focado no setor das viagens e turismo norte-americana, com o restante do capital a ficar em mãos do Estado italiano. e

Recorde-se que a 4 de agosto, o ainda primeiro-ministro de Itália, Mario Draghi, afirmou que a venda “não poderia ficar para o próximo Governo, com o ministro das Finanças, Daniele Franco, a frisar que foram solicitadas novas propostas dos licitantes, mas que nenhuma ia ao encontro pleno dos requisitos do Governo.

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Companhias aéreas europeias criticam programa europeu de proteção climática “Objetivo 55”

Para o presidente da RENA, Paulo Geisler, a reforma atualmente planeada “afeta principalmente as companhias aéreas que operam no espaço europeu e deixa-as em desvantagem”.

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As Associações Europeias das Companhias Aéreas (incluindo a RENA, Associação Portuguesa) pedem uma revisão do pacote de medidas de proteção climática da Comissão Europeia “Objetivo 55”, referindo que “as principais propostas aqui incluídas apenas resultam numa forte deslocação do tráfego aéreo para fora da UE, sendo as emissões de CO2 transferidas para outras regiões do planeta, em vez de serem evitadas. Além disso, a introdução prevista de uma quota crescente de combustíveis sustentáveis para a aviação (SAF) exige total empenho e investimento da parte dos governos no sentido de aumentar a sua produção”.

Afirmando-se “conscientes da responsabilidade ambiental associada à indústria do transporte aéreo”, as companhias aéreas dizem “apoiar os esforços regionais e internacionais para melhorar continuadamente a proteção climática em matéria de aviação, salientando, no entanto, que o pacote “deve ser visto de forma crítica”.

“Na sua versão atual, a reforma do comércio de emissões (ETS), tal como prevista no programa de proteção climática ‘Objetivo 55’, apenas conduz a uma mudança significativa nas emissões de CO2”, refere Paulo Geisler, presidente da Associação das Companhias Aéreas de Portugal (RENA). Consequentemente, reforça Paulo Geisler, “a aviação no espaço europeu enfrentará uma enorme desvantagem, enquanto a aviação em espaço de países terceiros será reforçada. Isto não pode ser do interesse da UE, daí que a revisão seja inevitável”.

As companhias aéreas dizem “apoiar totalmente o objetivo fundamental da UE em tornar o tráfego aéreo neutro em termos de CO2 até 2050”, salientando que “estão a investir milhares de milhões de euros em inovações pioneiras, tais como o desenvolvimento de combustíveis alternativos, voos elétricos ou aeronaves movidas a hidrogénio. No entanto, as companhias aéreas rejeitam veementemente a rigidez das medidas relativamente ao ETS perante a distorção que pode causar em termos de concorrência”.

Paulo Geisler chama a atenção para o facto de “o ETS ser certamente um instrumento adequado para reduzir eficazmente as emissões de CO2 na aviação. No entanto, a reforma atualmente planeada afeta principalmente as companhias aéreas que operam no espaço europeu e deixa-as em desvantagem, porque todos os voos dentro do Espaço Económico Europeu estão sujeitos ao ETS, ao passo que os demais não. Os preços mais baixos poderão conduzir a uma forte deslocação da procura para estas regiões. Esta chamada “fuga de carbono”, contudo, não irá ajudar o clima. Em vez disso, o tráfego aéreo europeu enfraquecerá significativamente. Por conseguinte, o ETS tem de ser revisto de forma clara, para que o apoio à proteção climática seja eficiente e, simultaneamente, sejam asseguradas condições de concorrência leal para todos as partes interessadas”.

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Comissão Executiva da TAP pede responsabilidade aos sindicatos

A Comissão Executiva da TAP “lamenta e repudia a constante tentativa de ataques à sua credibilidade e competência, os julgamentos de intenções e a cada vez mais frequente apresentação de “factoides” avulso, propositadamente descontextualizados, distorcidos e até, nalguns casos, completamente falsos, com que alguns sindicatos bombardeiam constantemente a comunicação social”.

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É desta forma que a Comissão Executiva da companhia aérea, em comunicado, reage aos protestos de sindicatos representativos dos trabalhadores, lembrando que “está bem consciente do esforço que é pedido a todos os trabalhadores da companhia, nomeadamente com o corte de 25% no valor dos salários acima dos 1410 euros”.

Indica que “sem esse esforço, não teria sido possível obter a autorização da Comissão Europeia para o plano de restruturação que permitiu a sobrevivência da TAP”, mas até 2025, ano a partir do qual, será cumprido o plano de restruturação, “não pode ser feita tábua rasa dos acordos firmados, nem a sobrevivência da companhia poderia resistir se isso acontecesse”.

A Comissão Executiva da TAP, que alega ter o compromisso de cumprir o plano de restruturação e de apresentar os resultados que este define, diz que “para que seja possível apresentar esses resultados, que permitirão garantir a viabilidade e sobrevivência futuras da TAP, o esforço não começa, nem se esgota, nos cortes salariais de 25% sobre o valor que exceda os 1410 euros mensais.

E lembra que a transportadora aérea “tem reduzido custos em todas as áreas onde é possível, renegociando contratos com fornecedores e prestadores e criando maiores eficiências e continua a trabalhar diligentemente para reduzir todos os custos”, para adiantar que “outro esforço que está a ser prosseguido com sucesso é o de aumento das receitas e do yield, determinantes para a rentabilidade da TAP”.

No comunicado, a Comissão Executiva da TAP sublinha que está, “desde sempre, disponível, para o diálogo com todos os sindicatos e nas múltiplas reuniões que tem mantido com os responsáveis sindicais, presta toda a informação que é solicitada e procura, de boa fé, esclarecer todas as questões e dúvidas que são suscitadas”.

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