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Portugueses viajaram menos no segundo trimestre de 2016

Dados do INE revelam que, no segundo trimestre do ano, a população residente fez menos deslocações turísticas (-1,2%) face ao mesmo período de 2015.

Ângelo Delgado
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Portugueses viajaram menos no segundo trimestre de 2016

Dados do INE revelam que, no segundo trimestre do ano, a população residente fez menos deslocações turísticas (-1,2%) face ao mesmo período de 2015.

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Dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), revelam que as viagens turísticas da população residente em Portugal registaram um recuo de 1,2% face ao período homólogo de 2015, embora, em comparação com o primeiro trimestre de 2016, tenha havido um crescimento de 0,8%.

No total, foram 4,27 milhões de deslocações turísticas, das quais 10,7% tiveram como destino o estrangeiro. Aqui, porém, notou-se um aumento face ao primeiro trimestre de 2015, ainda que um recuo de -9,8% face ao primeiro trimestre deste ano.

Referência ainda para o facto de 51,4% dos turistas pertencerem ao sexo feminino e para a principal motivação da viagem: “visita a familiares ou amigos”, que reuniu 1,8 milhões de viagens, 42,6% do total. A faixa etária mais representada nas viagens turísticas situa-se entre os 25 e 44 anos: 16,4% no sexo feminino e 15,7% no masculino.

Já o meio de transporte mais utilizado foi o automóvel com 3,4 milhões deslocações, 79% do total, e menos 0,4% que no período mesmo homólogo. O avião contou com a preferência de 10,7%, o que reflectiu um aumento de 0,8% face ao mesmo período em análise de 2015.

O segundo trimestre de 2016 registou ainda um acréscimo de 1,9% nas viagens de curta duração – até três noites – as quais representaram 79,4% do bolo total. Em oposição, as de longa duração – quatro ou mais noites – mantiveram-se em queda (-11,3%), tal como no anterior trimestre de 2016 (-10,8%).

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19ª Convenção da Airmet adiada para 24 a 26 de março

“Devido aos recentes imprevistos” a Airmet anuncia que a realização da sua 19ª Convenção anual, que estava prevista entre 27 e 29 de janeiro, na Madeira, foi adiada para os dias 24 e 26 de março de 2023.

A manutenção do pré-aviso de greve na TAP marcado entre os dias 25 e 31 de janeiro, terá ditado esta alteração. O local mantém-se, ou seja, no Pestana Casino Park, no Funchal, bem como o tema ““Green’it possible – The Game Changer” e o programa.

Numa comunicação, na semana passada, dirigida aos participantes do evento e assinada pelo diretor geral da Airmet, Luís Henriques, a rede referia que “este constrangimento afetará, de forma muito significativa” a realização da Convenção, uma vez que as datas são coincidentes.

Segundo o responsável, “temos colegas que estão integrados nos voos “Airmet”, mas temos igualmente colegas que compraram voos TAP diferentes dos que demos como opção o que faria com que a participação, que à data está nas 320 pessoas (tornando esta convenção na maior de sempre) fosse largamente reduzida”, para acrescentar que “consideramos que não teremos condições para realizar a convenção nas datas iniciais caso a greve se mantenha”.

Luís Henriques destacava na comunicação que “estamos a trabalhar para que o evento seja um sucesso e caso seja necessário alterar as datas estamos totalmente preparados para tal tendo já, conforme indicado, um plano B que nos permitirá ter a nossa convenção sem custos adicionais para as agências de viagens”.

 

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Emprego e Formação

CNFT define novas estratégias para captar e reter talento no setor do turismo

A Comissão Nacional de Formação para o Turismo (CNFT) reuniu na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa, para apresentar novos projetos, um estudo de mercado para o setor, elaborado pela Universidade de Aveiro e para debater novas estratégias para captar e reter talento.

A reunião permitiu um debate alargado em torno da construção de uma agenda para a qualificação e o emprego no turismo e apresentar os resultados do “Estudo de Empregabilidade no Setor do Turismo”, realizado pela Universidade de Aveiro.

Organizada pelo Turismo de Portugal, a reunião contou com a presença do secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda, do presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, e com 90 representantes de cerca de 50 entidades do setor do turismo em Portugal e que são membros da referida Comissão.

Na sua página oficial, o Turismo de Portugal dá conta que, durante a sua intervenção, o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços identificou as grandes prioridades para o setor, e que passam pela criação de uma agenda para a valorização e qualificação das pessoas do setor do turismo, o incremento das políticas de turismo no interior, a aposta na internacionalização das empresas e das marcas turísticas e dar força às regiões na promoção turística regional, para que possam afirmar os seus ativos turísticos territoriais específicos.

Por sua vez, o presidente do Turismo de Portugal e presidente da Comissão Nacional, Luís Araújo, aproveitou a sua intervenção para apresentar o Cartão ATLAS, um cartão digital que reunirá um conjunto de benefícios e vantagens exclusivos para os profissionais do setor e que ficará disponível no início de março, escreve o mesmo site.

Por fim, foram apresentados os principais resultados do estudo sobre o mercado de trabalho para o setor do turismo, desenvolvido pela Universidade de Aveiro, e que visou analisar, avaliar e perspetivar o mercado de trabalho no turismo, e respetivos subsetores, a 10 anos, incluindo a caracterização da evolução setor a nível mundial e nacional.  O estudo desenvolvido junto de mais de 4.800 questionários a trabalhadores e estudantes do setor reúne um conjunto de propostas e caminhos estratégicos, que podem ser conhecidos em:

Da agenda da reunião fez parte ainda a apresentação conjunta entre o Turismo de Portugal, o IEFP e a RIPTUR – Rede de Institutos Politécnicos de Turismo das principais estratégias e instrumentos para a qualificação e valorização dos profissionais do setor do Turismo, bem como a assinatura de três protocolos, no âmbito do Programa Formação +Próxima, com a AHRESP, a PRO.VAR e a Câmara Municipal do Barreiro.​​​

​​Contribuir para a definição de estratégias de formação para o setor do turismo, através da criação de um espaço de cooperação, articulação e colaboração, é um dos objetivos da CNFT, que visa ainda analisar e monitorizar a oferta formativa dos vários agentes de formação e propor alterações, que contribuam para a qualificação dos recursos humanos no turismo, e criar sinergias entre os diferentes agentes, com vista à implementação de estratégias integradas de qualificação dos recursos humanos do turismo.

Por sua vez, as competências das Comissões Regionais, compostas pelas 12 Escolas de Hotelaria e Turismo de norte a sul do país, passam por: Identificar necessidades de formação turística (médio-longo prazo); Emitir parecer sobre Projeto técnico-pedagógico (outros instrumentos de planeamento); Emitir parecer sobre Oferta Formativa da Escola; Promover a integração da escola no desenvolvimento da região; Promover a transferência de conhecimento entre a escola e o setor; Colaborar na promoção da empregabilidade dos jovens; Promover e valorizar o consumo de produtos locais na rede de distribuição e comercialização.

 

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Transportes

António Costa e Silva admite que o IAG é uma das opções de topo para a privatização da TAP

O ministro da Economia e Mar, António Costa e Silva, admitiu, em entrevista concedida ao jornal espanhol El Economista, aquando da sua visita a Madrid no âmbito da participação de Portugal na Fitur, que o IAG, o grupo que detém a Iberia, é uma das opções de topo para a privatização da TAP.

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O governante português deixou claro que “a TAP é hoje uma empresa saudável e estão criadas as condições para a privatização para que a Iberia e outros operadores internacionais interessados ​​nela possam participar”, afirmou.

Embora entre os possíveis candidatos também existam outras opções, como a Lufthansa ou a Air France-KLM, para Portugal, a Iberia é fundamental porque já tem ligações com os três aeroportos continentais do país (Lisboa, Porto e Faro), bem como com a Madeira, e o ministro da Economia considera, na entrevista, que “a conectividade com o hub aeroportuário de Barajas iria potenciar o turismo e a economia do país e não só a TAP como também a Ibéria têm aqui um papel importante”.

Costa e Silva considera que “temos de lidar com a conectividade aérea porque há estudos que revelam que a falta dela condiciona a nossa economia face ao resto da Europa, visto que somos um país periférico”, realçando que a TAP desempenha um papel fundamental no crescimento do turismo e da economia portugueses.

Entretanto, o mesmo jornal espanhol indica que a  IAG, empresa-mãe da Iberia, não confirma nem desmente para já o eventual interesse na transportadora de bandeira do país vizinho – “não comentamos” -, enquanto continua focada em resolver a compra da Air Europa .

Além da conectividade aérea, Portugal e Espanha também estão avançando nas conexões ferroviárias de alta velocidade. “Na última cimeira ibérica que tivemos em Viana do Castelo, em dezembro, os dois governos falaram disso”, explicou o ministro. “É um ponto chave no desenvolvimento do turismo transfronteiriço e queremos promover as concessões ferroviárias, embora neste momento a prioridade seja a união entre o Porto e Vigo, para ligar o eixo norte de Portugal à Galiza”, aponta. No entanto, António Costa e Silva admite que “estamos também a estudar outras ligações porque gostaríamos que Portugal estivesse ligado a Espanha e que a Península Ibérica estivesse ligada às grandes redes europeias de transporte de alta velocidade. “Olhamos para a Península como um todo e vemos que podemos desenvolver um grande projeto transnacional”

 

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Portugal e Espanha definem “pontos de encontro” no turismo transfronteiriço

Portugal e Espanha acordaram uma nova Estratégia para o Turismo Fronteiriço. Se do lado português, o ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, considera que “definirá conceitos de turismo virados para o futuro”, a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha, Maria Reyes Maroto, refere que se trata de “uma oportunidade e não de uma necessidade”.

Victor Jorge

O ministro da Economia e do Mar de Portugal, António Costa e Silva, e a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha, Maria Reyes Maroto, apresentaram esta quinta-feira, 19 de janeiro, no decorrer da FITUR 2023, em Madrid, a nova Estratégia de Sustentabilidade do Turismo Transfronteiriço 2022-2024 no que o ministro português considerou ser um “projeto transformador” e que irá desenhar “novos pontos de encontro entre os dois países”.

António Costa e Silva destacou mesmo “o dia histórico”, uma vez que se trata de um “acordo único no mundo”. De acordo com o ministro português, este acordo permitirá, através do turismo, “fixar população, atrair talento e qualificar pessoas”, dando enfâse ao que os dois países poderão oferecer em termos de gastronomia, enologia, literatura, cultura, arte, entre outros.

Salientando o facto de “estarmos a falar de 1.234 quilómetros de fronteira” e, em termos demográficos, de “cerca de 140.000 quilómetros quadrados de território”, Costa e Silva considera que este projeto “redefine o turismo através do território”, uma vez que existe “uma forte ligação entre as regiões transfronteiriças portuguesas e espanholas”.

Contudo, o ministro da Economia e do Mar português salientou o facto de ser necessário” reinventar produtos turísticos para oferecer experiências novas” que assentarão, também, numa estratégia de promoção externa conjunta.

“As comunidades sentem-se abandonadas”, destacando Costa e Silva “a coesão territorial” como factor essencial para o futuro, frisando ainda que “com as acessibilidades que estão e serão construídas, teremos a capacidade de fidelizar fluxos turísticos”.

“Os países quando trabalham juntos podem ser transfigurados”, admitindo mesmo que esta estratégia agora apresentada e que será desenvolvida no futuro, “poderá reinventar a identidades dos dois países. No fundo, queremos apresentar conceitos de turismo virados para o futuro”, terminou António Costa e Silva.

Já Maria Reyes Maroto também destacou o “acordo único” que os dois países passam a desenvolver a partir de agora e que fora assinado na Cimeira Bilateral de novembro de 2022 em Viana do Castelo. “Estamos a falar oportunidades e não de necessidades”, considerou a ministra do Indústria, Comércio e Turismo de Espanha.

Reyes Maroto definiu, de resto, quatro pontos estratégicos para este acordo: “oportunidade; desenvolvimento económico e social do território; sustentabilidade não só ambiental, mas também económica e social; e coesão”.

No final, António Costa e Silva referiu que “as duas entidades responsáveis pela promoção do turismo de ambos os países irão agora definir a respetiva estratégia conjunta”, não tendo avançado com prazos, investimentos e quais os mercados onde será realizada a aposta na promoção desta nova parceria.

 

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Transportes

Greve na TAP vai mesmo avançar e custará mais de 65 M€ e 1.316 de voos.

Os associados do SNPVAC rejeitaram, esta quinta-feira, em assembleia-geral, a proposta da TAP, e decidiram manter o pré-aviso de greve entre os dias 25 e 31 de janeiro. Segundo a companhia, a fatura ascende a cerca de 68 milhões de euros, afetando mais de 150 mil passageiros e o cancelamento de mais de 1.300 voos.

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A greve na TAP vai mesmo avançar. Isso mesmo foi decidido por uma larga maioria que votou contra a proposta da companhia aérea, mantendo assim a paralisação que estava prevista entre os dias 25 e 31 de janeiro.

De acordo com as contas feitas pela administração da TAP terá um custo total direto estimado de “48 milhões de euros (29,3 milhões em receitas perdidas e 18,7 milhões em indemnizações aos passageiros)” Além disso, a equipa executiva da companhia aérea nacional prevê também “perdas de 20 milhões adicionais devido ao impacto potencial nas vendas para outros dias e à sub-otimização de outros voos, com passageiros reacomodados”.

Além disso, a TAP estima que, com esta nova paralisação, serão cancelados 1.316 voos e afetados 156 mil passageiros.

Em comunicado, a TAP refere que “a decisão de avançar com uma greve de 25 a 31 de janeiro deita por terra todo o trabalho de aproximação entre as partes, deixando milhares de clientes da TAP com os seus planos defraudados e afetando seriamente os resultados da Companhia. Num ano especialmente relevante para a concretização do Plano de Restruturação e que conta com desafios acrescidos, como a escalada da inflação, do preço dos combustíveis e a incerteza da procura, a decisão tomada pela Assembleia Geral do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) é infelizmente um obstáculo no caminho que temos traçado”.

A TAP reafirma ainda “manter o foco na concretização do Plano de Reestruturação, pressuposto fundamental da obtenção de resultados e da salvaguarda do futuro da empresa”.

Lamentando “profundamente” a decisão tomada hoje em Assembleia Geral do SNPVAC, com o pré-aviso de sete dias de greve, entre 25 e 31 de janeiro, a TAP refere que, “dos 14 pontos reivindicados pelo SNPVAC foram aceites 12, o que representa 85% das propostas em causa”.

Assim, a administração da TAP frisa que “a estabilidade é fundamental para a empresa (…) e tem de ser construída com resultados e equilíbrio nas situações que impliquem alterações do caminho percorrido para reconhecer o esforço dos trabalhadores e acomodar as necessidades de manter a competitividade da empresa”.

A TAP considera ainda que “adicionar um Chefe de Cabina nos aviões de longa distância (Airbus A330); não aceite, uma vez que a retirada deste Tripulante foi devidamente aprovada pelo Sindicato e seus Associados, sendo incorporado no Acordo de Emergência, não tendo ao dia de hoje qualquer falha ou dúvida de interpretação adjacente. A cedência desta medida significaria vários milhões de euros, acrescidos ao esforço que já representam todos os pontos aceites, além de colocarem a TAP em desvantagem competitiva com os seus pares europeus que têm hoje menos um elemento também”.

Segundo a Lusa, que cita fonte oficial, os tripulantes, reunidos em assembleia-geral rejeitaram, pela segunda vez, uma proposta da TAP, que ia ao encontro de 12 das 14 reivindicações do SNPVAC, na tentativa de evitar uma nova greve de sete dias, depois de uma paralisação de dois dias, em dezembro, ter tido um impacto de cerca de oito milhões de euros na companhia aérea.

À entrada para a reunião, o presidente do sindicato, Ricardo Penarróias, tinha dito que era “muito provável” que os tripulantes decidissem manter o pré-aviso de greve, isto mesmo após o ministro das Infraestruturas, João Galamba, ter dito que estava “convicto” de que a paralisação não ia acontecer.

Antes, o dirigente sindical tinha tido uma reunião com o ministro das Infraestruturas, que, em nota enviada pelo gabinete às redações, manifestou-se “convicto” de que a assembleia-geral do SNPVAC daria “um passo decisivo para a melhoria da situação dos trabalhadores e da companhia aérea, permitindo evitar uma greve de sete dias que causaria um grave dano à empresa”.

“Iremos discutir o documento, ouvir as opiniões de todos os associados e, no final, são os associados que irão tomar a decisão”, sublinhou Ricardo Penarróias, citado pela Lusa.

Sobre a reunião com o Governo, o presidente do SNPVAC apontou que foi “construtiva, informal, sensibilizando para a importância do momento, a importância que uma greve poderá ter para a saúde financeira da empresa. Nós somos sempre sensíveis a isso”, disse.

Questionado sobre as diferenças entre a proposta agora discutida e a anterior, Penarróias disse que se trata de “questões muito técnicas”, como, por exemplo, o regresso de mais um tripulante aos voos transatlânticos, com mais de seis horas, que estavam a ser realizados com quatro elementos.

Para o sindicato, a ausência de mais um tripulante naqueles voos é “questionável” em termos de segurança e “miserável” em termos de condições de trabalho.

Para concluir, a TAP considera que “a concorrência nesta indústria global é muito forte e a Companhia disputa o mercado com outras companhias em todas as rotas que opera. Qualquer fator que comprometa esta confiança dos clientes na TAP põe em causa o caminho de recuperação que temos vindo a percorrer e todo o esforço e sacrifício conjunto que os trabalhadores têm feito”.

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Transportes

CML reafirma interesse em cobrar taxa turística a passageiros de cruzeiros ainda no 1º semestre

Tanto o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, como o vice-presidente da autarquia, Filipe Anacoreta Correia, têm manifestado interesse em que passe a ser cobrada uma taxa turística a passageiros que cheguem à capital em navios de cruzeiros.

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A cobrança da taxa turística aos passageiros que desembarquem em navios de cruzeiros em Lisboa, é um contributo para “ter uma cidade melhor, com mais inovação e mais obras”, defende a autarquia, que avança que “tem sido uma negociação difícil”, apesar de estar prevista em regulamento, perspetivando que a situação se resolva “em breve”.

“Parece-nos inaceitável e incompreensível que os passageiros dos navios de cruzeiro não paguem a taxa turística, como está prevista, e, portanto, é uma matéria em relação à qual nós não abdicaremos e também esperamos que em breve, no decurso do primeiro semestre deste ano, seja concretizada”, afirmou o vice-presidente da Câmara de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, citado pela Agência Lusa.

Esta intenção que foi proferida na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa, segue-se às recentes declarações do presidente da autarquia, Carlos Moedas, de que os turistas de cruzeiros também devem pagar dois euros quando desembarcam na cidade.

Na apresentação da Doca da Marinha, em Lisboa, que foi alvo de um plano de dinamização, Carlos Moedas lembrou a importância da taxa turística para a cidade, e dependeu que a cobrança de dois euros aos passageiros de cruzeiros à chegada a Lisboa é um contributo para “ter uma cidade melhor, com mais inovação e mais obras”.

“A taxa turística é isto: vamos ao Museu do Tesouro Real ou mesmo aqui e os turistas, com o pagamento da taxa, deixaram o contributo para o desenvolvimento da cidade, para a melhoria das condições e da oferta, nomeadamente, a nível cultural”, afirmou  autarca de Lisboa, sublinhando que os turistas que chegam a Lisboa nos cruzeiros também devem pagar taxa. “Para quem chega ao Terminal de Cruzeiros, dois euros não é nada”.

Como presidente em exercício devido à ausência de Carlos Moedas, Filipe Anacoreta Correia respondeu que a Câmara Municipal de Lisboa tem tido “um grande empenho” para que também na atividade dos navios cruzeiros possa ser cobrada a taxa turística, “que está prevista no regulamento, mas que não tem sido cobrada”.

“Tem sido uma negociação difícil, mas posso dizer que a câmara está determinada em relação a essa matéria”, assegurou o autarca, referindo que a justificação dada pelos operadores de cruzeiros para a não cobrança da taxa turística é que a mesma “tem que ser antecipada ao tempo da comercialização dos próprios cruzeiros”.

Na cidade de Lisboa, a taxa turística começou a ser aplicada em janeiro de 2016 sobre as dormidas de turistas nacionais (incluindo lisboetas) e estrangeiros nas unidades hoteleiras ou de alojamento local. Inicialmente era de um euro por noite, mas a partir de janeiro de 2019 aumentou para dois euros.

 

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Viagens Tempo e Turkish Airlines promovem famtrip a Istambul e à Jordânia

As Viagens Tempo vão promover, entre 21 e 28 de janeiro, uma famtrip a Istambul, na Turquia, e à Jordânia, que vai decorrer em parceria com a companhia aérea Turkish Airlines e que conta com a participação de nove agentes de viagens portugueses.

Inês de Matos

O operador turístico Viagens Tempo vai promover, entre 21 e 28 de janeiro, uma famtrip a Istambul, na Turquia, e à Jordânia, que vai decorrer em parceria com a companhia aérea Turkish Airlines e que visa dar a conhecer aos agentes de viagens portugueses “dois dos destinos ‘best-seller’” do operador turístico e que, segundo as Viagens Tempo, têm um “forte potencial para crescer ainda mais no mercado português”.

“Os agentes de viagens vão poder conhecer in loco a forma como operamos os nossos programas e, claro, familiarizar-se com os destinos”, explica o operador turístico ao Publituris, revelando que a viagem inclui três dias em Istambul e cinco dias na Jordânia.

Durante a famtrip, os agentes de viagens vão poder visitar a Mesquita Azul, o Palácio Topkapi e realizar um passeio de barco no Bósforo, em Istambul, enquanto na Jordânia estão previstas visitas a Petra, que é uma das 7 Maravilhas do Mundo, mas também ao Mar Morto e ao deserto de Wadi Rum, existindo ainda a oportunidade de conhecer o Aeroporto de Istambul em visita guiada e a Turkish Flight Academy, a academia de formação da Turkish Airlines.

De acordo com as Viagens Tempo, além de Istambul, esta famtrip pretende que os agentes de viagens conheçam também a Jordânia e as suas atrações turísticas, uma vez que se trata de um destino em que o operador tem vindo a apostar há vários anos e que tem “crescido ano após ano, quer em individuais quer em grupos fechados, contando já com um interessante número de grupos confirmados para este ano”.

“A estreita relação com os nossos representantes locais, com quem trabalhamos há mais de 10 anos, e o conhecimento profundo do destino permitem-nos ter um produto diversificado e com um elevado padrão de qualidade”, acrescenta o operador turístico, revelando que conta incluir na sua programação para 2023 um combinado Istambul e Jordânia.

“Contamos incluir na nossa programação de 2023 um combinado Istambul e Jordânia. Neste momento contamos já com diversos programas na Turquia e na Jordânia que podem ser consultados na nossa página www.viagenstempo.pt”, diz o operador ao Publituris.

Além dos representantes das Viagens Tempo e da Turkish Airlines, a famtrip vai contar com a participação do Publituris e de nove agentes de viagens, concretamente das agências Easy Go Holidays, Portugal With, Inatel Turismo, Portugal 2 Travel, Bestravel (Cascais), B Travel, FR Travel, Wamos / Top Atlântico Gaia Shopping e Eco Travel.

Os voos são realizados pela Turkish Airlines, com partida do aeroporto do Porto.

 

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CEO da TAP explica saída de Alexandra Reis com “divergências na implementação do plano de reestruturação”

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, foi esta quarta-feira, 18 de janeiro, ouvida na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, na sequência da saída de Alexandra Reis da administração da companhia aérea.

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A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, explicou esta quarta-feira, 18 de janeiro, em audição parlamentar, que a saída de Alexandra Reis da administração da companhia aérea de bandeira nacional se deveu a “divergências na implementação do plano de reestruturação”.

De acordo com a responsável, estas divergências foram mesmo o único motivo que levou à saída de Alexandra Reis da companhia aérea, com Christine Ourmières-Widener a defender que, num equipa executiva, “é crucial haver um alinhamento relativamente à implementação do plano”.

“Essa foi a única razão para a saída de Alexandra Reis da companhia aérea”, acrescentou a CEO da TAP, em resposta ao deputado André Ventura, do Chega, segundo avança a Lusa.

Christine Ourmières-Widener revelou também que todo o processo de saída de Alexandra Reis da TAP foi acompanhado pelo acionista Estado, que é atualmente o único acionista da TAP, e disse ter provas de cada passo dado.

“Nada fiz sem o conhecimento do acionista. Tenho registos escritos sobre o processo e a aprovação definitiva”, afirmou a responsável, acrescentando que a “saída de um membro do conselho de administração deve ser seguida pelos acionistas”.

De acordo com a CEO da TAP, o processo foi acompanhado pelo secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Santos Mendes, que terá dado “a sua aprovação” à saída de Alexandra Reis nos termos que são conhecidos.

“Presumi que o acordo feito pelo secretário de Estado das Infraestruturas era do conhecimento das Finanças”, explicou a CEO da TAP, admitindo que julgou que o processo seria já do conhecimento do Ministério das Finanças, com o qual nunca falou sobre este processo.

Christine Ourmières-Widener disse ainda que seguiu “sempre o conselho do consultor externo”, que foi o escritório de advogados SRS, e explicou que a informação que foi transmitida à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) estava acordada com Alexandra Reis e o consultor externo.

Recorde-se que a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, esteve esta quarta-feira, 18 de janeiro, a ser ouvida na Comissão de Economia, Obras Públicas, Planeamento e Habitação, na Assembleia da República, na sequência de um requerimento potestativo apresentado pelo Chega, devido à indemnização de 500 mil euros que a TAP pagou para a saída da sua ex-administradora.

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4 operadores turísticos juntos em voo especial para Maceió na Páscoa

Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline, Sonhando e Alto Astral, acabam de anunciar ao mercado o lançamento de um voo especial para Maceió-Brasil, para a Páscoa.

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Atentos aos desejos dos viajantes, quatro operadores do mercado português – Solférias, Exoticoonline, Sonhando e Alto Astral, vão dar continuidade ao sucesso que foram as duas operações especiais de fim de ano para o Brasil, com o lançamento de um voo especial para Maceió numa data tão procurada pelos viajantes: a Pascoa.

O voo direto de Lisboa será operado pela companhia aérea SATA, tem partida marcada para o dia 7 de abril e regresso no dia 16, num programa de 9 noites / 10 dias, desde 1.798 euros por pessoa em duplo, no Hotel Vila Galé Alagoas, em regime de tudo-incluído.

A Solférias, Sonhando e Exoticoonline, numa estreita colaboração com todos os seus parceiros no destino, comercializam o voo a partir de Portugal, enquanto a comercialização da rota inversa estará a cargo da Alto Astral.

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Parque Nacional da Peneda-Gerês entre os 10 melhores da Europa para caminhadas

O Parque Nacional da Peneda-Gerês está classificado entre os 10 melhores parques naturais da Europa para caminhadas, segundo os resultados da mais recente pesquisa da Cotswold Outdoor.

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A pesquisa mais recente da Cotswold Outdoor, especialista britânica em equipamentos para atividade ao ar livre, identificou os principais cenários naturais da Europa que também proporcionam as melhores experiências de caminhada. Analisados mais de 80 parques nacionais europeus, tendo sido avaliados vários fatores nas categorias de popularidade, dificuldade e atividades/comodidades, o Parque Nacional da Peneda-Gerês foi revelado como o décimo melhor da Europa para caminhadas.

O Parque Nacional da Peneda-Gerês deve a sua classificação geral elevada ao facto de ser a sexta melhor escolha de atividades e comodidades, e também ser classificado como o oitavo mais popular da Europa.

O popular local de beleza do norte de Portugal oferece aos visitantes 96 trilhos para caminhadas, 10 parques de campismo e seis miradouros/pontos de referência.

Nas apostas de popularidade, o parque também está entre os dez mais populares da Europa, em oitavo lugar. Obtém uma média de pouco menos de 10.000 pesquisas anuais globais, tem uma classificação de 4,8 e sumou mais de 167.000 hashtags no Instagram.

Finalmente, no que diz respeito à dificuldade da caminhada, a distância média e a duração da caminhada do parque definitivamente não são para os fracos de coração, classificando-se na faixa intermediária de 19,7 km e 5,4 horas, respetivamente.

O Peak District e o Lake District (Reino Unido), Teide (Espanha), Calanques (França) e Krka (Croácia) compõem os cinco primeiros lugares, respetivamente.

De acordo com a análise, as caminhadas se tornaram uma tendência massiva nos últimos dois anos, comprovada ainda mais pelas tendências de viagem previstas para 2023, que indicam um aumento ao nível do turismo de aventura.

 

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