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Ryanair vai voar para a ilha Terceira

A Ryanair irá começar as suas operações para a ilha Terceira a 2 de Dezembro com duas ligações do Porto e quatro de Lisboa.

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A ilha Terceira, nos Açores, é o novo destino da Ryanair: quatro voos a partir de Lisboa e dois do Porto com as operações a terem início a 2 de Dezembro.

Estas novas rotas foram anunciadas hoje naquele ilha açoriana, numa conferência de imprensa que contou com as presenças da secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho e com o director de Desenvolvimento de Rotas da Ryanair, Niall O´Connor.

Os voos a partir de Lisboa realizam-se às 2ª, 4ª e 6ª feiras e ao Domingo. No Porto, os voos começam a 3 de Dezembro e terão frequência ao Sábado e 3ª feira. As tarifas começam nos 19,99 euros.

Em declarações aos jornalistas, Nial O´Connor, director de rotas da low-cost, afirmou esta nova rota irá permitir transportar cerca de 100 mil passageiros por ano na Aerogare Civil das Lajes, além de continuar a trazer turismo e a criar novos empregos nos Açores e em Portugal”.

De forma a celebrar o lançamento destas novas rotas, a Ryanair vai oferecer voos desde 19,99 euros, disponíveis para reserva até à meia-noite de 6ª feira – 9 de Setembro – e para viagens entre Dezembro de 2016 e Fevereiro de 2017. Os voos podem ser marcados no site oficial da low-cost.

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Próxima edição da FITUR decorre entre 18 e 22 de janeiro de 2023

A 43.ª edição da feira internacional de turismo de Madrid tem o objetivo de ser “uma das maiores edições” de sempre e vai focar-se na reativação do mercado turístico.

A próxima edição da FITUR, a feira internacional de turismo de Madrid, Espanha, vai decorrer entre 18 e 22 de janeiro, com o objetivo de ser “uma das maiores edições” do certame, avança o jornal espanhol Hoteltur.

De acordo com a informação divulgada pelo Hosteltur, que cita a Ifema Madrid, entidade responsável pela organização da feira, a 43.ª edição da FITUR vai focar-se na reativação do turismo, que começa agora a recuperar, depois de dois anos de pandemia.

Nesta edição, a feira vai decorrer em formato híbrido, já que, além do certame presencial, vai também estar disponível a plataforma digital Fitur LiveConnect, disponível para participantes profissionais e através da qual é possível aumentar o networking.

Além do foco na reativação do mercado turístico, a próxima edição da FITUR vai também focar-se na geração de negócio e nas oportunidades, assim como na sustentabilidade e inovação tecnológica.

Tal como nas edições anteriores, a feira vai ainda voltar a contar com áreas temáticas, como a Fitur Know How & Export, Fiturtechy, Fitur Talent e Fitur Screen, que visam explorar as novas oportunidades trazidas pela digitalização e pelos novos nichos de mercado.

A 43.ª FITUR vai também inclui o programa Fitur Vip Buyers, que vai promover encontros de negócios entre os profissionais presentes no certame.

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Destinos

Revive Natureza abre mais 10 concursos para concessionar 12 estações ferroviárias

As candidaturas à concessão destas antigas estações ferroviárias, que vão ser alvo de requalificação com vista à sua utilização para fins turísticos, devem ser apresentadas até 21 de setembro de 2022.

O Fundo Revive Natureza, através TF Turismo Fundos – SGOIC, SA, lançou esta terça-feira, 24 de maio, 10 novos concursos para atribuição dos direitos de exploração, sobre imóveis do Domínio Público Ferroviário, que contemplam 12 antigas estações ferroviárias.

De acordo com o comunicado enviado à imprensa pelo Ministério da Economia e Mar, as candidaturas à concessão destas antigas estações ferroviárias, que vão ser alvo de requalificação com vista à sua utilização para fins turísticos, devem ser apresentadas até 21 de setembro de 2022.

“Estas 12 antigas estações ferroviárias serão objeto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos, ficando sujeitas a várias regras de utilização e de gestão em rede, como o uso da marca Revive Natureza, o consumo de produtos locais, a sustentabilidade ambiental e a valorização do território”, lê-se na informação divulgada.

Os 10 novos concurso abrangem as antigas estações ferroviárias de Freixo de Espada à Cinta, Bruçó, Vilar do Rei, Mogadouro, Variz, Urrós, Moncorvo, Carvalhal, Felgar e Fonte do Prado, todas no distrito de Bragança, assim como a estação de Ganfei e de Senhora da Cabeça, no distrito de Viana do Castelo.

“Com estes 10 novos concursos, hoje apresentados em Valença, a Turismo Fundos já lançou, no âmbito do Fundo Revive Natureza, um total de 55 concursos, dos quais 39 respeitantes, essencialmente, a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e 16 relativos a estações de caminho de ferro desativadas, revelando, assim, que este Fundo tem promovido a sua atividade de forma consistente, em resultado do interesse manifestado pelos privados”, refere Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, citada no comunicado.

De acordo com a governante, através do Revive Natureza, será possível recuperar “estas estações, que se encontram devolutas e inativas há décadas” e que vão, posteriormente, ser “promovidas de forma integrada na rede Revive Natureza para serviços de alojamento, restauração, equipamentos e atividades de animação e lazer, com características inovadoras e sustentáveis”.

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Destinos

Candidaturas abertas para os Hospitality Education Awards 2022

As candidaturas para os Hospitality Education Awards (HEA) 2022, os Prémios da Formação Turística. estão abertas até 30 junho.

Os HEA pretendem reconhecer os melhores na educação e formação na área de “Hospitality” e têm como objetivo contribuir para a dignificação dos profissionais e respetivas profissões e, também, estimular a qualidade formativa dando resposta às necessidades de mercado, revela o site oficial do Turismo de Portugal.

Trata-se de uma iniciativa da Associação Fórum Turismo que, juntamente com o Turismo de Portugal, a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com cursos na área do Turismo (RIPTUR) e em colaboração com a Organização Mundial de Turismo (OMT), distingue anualmente estes profissionais.

Estão a concurso para estes prémios, oito categorias: Melhor Projeto Educacional; Melhor Projeto de Inovação; Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior; Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional; Melhor Stakeholder; Melhor Carreira Jovem; e Melhor Professor/Formador no Digital.

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Hotelaria

AHP cria dois gabinetes para responder aos novos desafios dos gestores hoteleiros

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) tem agora dois novos gabinetes: o “Gabinete de Apoio à Gestão & ao Investidor” e o “Gabinete Digital”.

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O objetivo destes dois gabinetes passa por “apoiar a hotelaria portuguesa na resposta aos atuais e novos desafios que se colocam aos gestores hoteleiros”, de acordo com a AHP.

Desta forma, o primeiro gabinete passa a prestar serviços especializados de consultoria para a hotelaria e para os associados da AHP, nomeadamente no apoio ao desenvolvimento e financiamento de projetos candidatos a fundos comunitários ou nacionais.

Este gabinete é assegurado pela NML Turismo, uma consultora dedicada à prestação de serviços às empresas turísticas.

Algumas das funções desta consultora passam pela elaboração e submissão de candidaturas a financiamento, desenvolvimento de planos de negócios, estudos de viabilidade, diagnósticos e assessoria na implementação.

Assinatura do protocolo com a SmartLinks

Já o Gabinete Digital resulta de um projeto da associação que surgiu em 2018, o “Hotelaria Digital by AHP”.

Uma vez que este possibilitou “às unidades hoteleiras otimizarem a presença no digital”, e após dois anos de pandemia, a associação considerou que é “especialmente indicado reforçar a performance e autonomia digital dos associados”.

O gabinete é assegurado pela SmartLinks, empresa que se dedica à prestação de serviços de consultoria e soluções digitais, nomeadamente automação, Data Analytics, criatividade, design, estratégia, campanhas, Search Engine Optimization (SEO) e Search Engine Marketing (SEM), com vista à otimização da operação hoteleira nas áreas do digital e marketing e vendas online.

“Estes gabinetes são o complemento personalizado que faltava em duas áreas cada vez mais cruciais para a hotelaria nacional. Por um lado, temos um serviço de consultoria e preparação de candidaturas a apoios financeiros. Por outro, a presença da hotelaria no mundo digital com o domínio dos novos instrumentos de comunicação e venda online é vital para que os hotéis, mais do que prosperem, sobrevivam”, afirma Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da AHP.

A dirigente esclarece ainda em comunicado que os gabinetes “estão totalmente alinhados com os quadros de referência do PRR, PT 2030, Plano de Turismo +sustentável 20-23 e instrumentos e programas mobilizados pelo Turismo de Portugal e pelo Banco Português de Fomento”.

Numa nota final, a associação aponta que estes gabinetes asseguram o apoio e aconselhamento básicos gratuitos e a divulgação de informação e boas práticas aos associados da AHP.

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Meeting Industry

Viagens corporate pressionadas pela sustentabilidade

Após dois anos de pandemia, antecipava-se uma evolução nas viagens de negócios. A preocupação com a sustentabilidade e redução das emissões, contudo, poderão servir de travão a essa retoma.

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Depois de quase dois anos quase totalmente adormecido, o segmento de viagens de negócios está recuperar. Contudo, isso pode ser um efeito temporário, após a necessidade reprimida de reconectar pessoalmente a parceiros que estavam disponíveis apenas por meio de videochamadas, já que à medida que as grandes corporações procuram reduzir as emissões, as viagens de negócios podem vir a ser prejudicadas.

Antes da pandemia, as viagens corporativas eram uma indústria que valia 1,4 biliões de dólares (cerca de 1,31 biliões de euros). Na recente edição do Business Travel do Airline Sustainability Benchmarking Report 2021, elaborado pelo CAPA – Center for Aviation, e da Envest Global, sugere-se que este pode ser um aumento temporário, revelando que a recuperação geral das viagens de negócios será diluída, à medida que as empresas são cada vez mais pressionadas a cumprir as metas na redução nas emissões de carbono.

A necessidade de viagens de longa distância, responsável por 40% das emissões do setor da aviação, e principalmente viagens em cabine premium, será cada vez mais escrutinada. Isto sem falar nas análises feitas pelos CFO (Chief Executive Officer) no dinheiro que pode ser economizado ao reduzir o número de funcionários a viajar pelo mundo.

No relatório, a Envest Global identificou um padrão emergente consistente. Das mais de 100 corporações que estão entre os viajantes corporate mais proeminentes em todo o mundo, um terço estabeleceu metas de redução de emissões.

Os objetivos traçados devem ser atingidos entre 2025 e 2030, muito tempo antes de o combustível de aviação sustentável (SAF) se tornar suficientemente disponível ou as tecnologias de propulsão de emissão zero se tornem uma realidade comercial.

Os analistas admitem que as empresas estão a ser cada vez mais responsabilizadas por investidores preocupados com relatórios ESG, de modo a garantir que as metas de sustentabilidade sejam alcançadas. Isso significa que o setor aéreo enfrentará um desafio real à medida que essas pressões aumentam.

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Destinos

SEF reforça dispositivos nos aeroportos durante o verão

Reforço visa “fazer face ao previsível aumento exponencial do desembarque de passageiros no período do verão, que coincide com a realização da 2.ª Conferência dos Oceanos das Nações Unidas em Portugal”.

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O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) anunciou que vai reforçar, a partir de hoje e até 31 de outubro, o seu dispositivo nos aeroportos nacionais, usando meios próprios e o apoio da PSP para aumentar a capacidade de controlo das fronteiras.

De acordo com a Lusa, que cita um comunicado do SEF, o apoio da PSP foi pedido para “fazer face ao previsível aumento exponencial do desembarque de passageiros no período do verão, que coincide com a realização da 2.ª Conferência dos Oceanos das Nações Unidas em Portugal”.

“É, assim, essencial reforçar a capacidade do SEF no controlo das fronteiras externas da União Europeia, garantindo a segurança do Espaço Schengen e promovendo a desejada fluidez no processamento dos passageiros que entram e saem do país através das fronteiras aéreas”, adianta o comunicado.

O apoio operacional da PSP ao SEF será “assegurado por agentes habilitados com formação ministrada por formadores do SEF, no quadro do processo de reestruturação em curso”, que prevê a extinção do SEF e a distribuição de competências e efetivos pela PSP, GNR, Polícia Judiciária, Instituto de Registos e Notariado e por um novo organismo a ser criado, a Agência Portuguesa para as Migrações e Asilo (APMA).

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Transportes

Emirates anuncia recrutamento em 30 cidades em todo o mundo até final de junho

A campanha de recrutamento da Emirates vai passar por dezenas de cidades europeias, assim como pelo Reino Unido, Cairo, Argel, Tunes e Bahrein

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A Emirates deu início a um novo processo de recrutamento que vai passar por 30 cidades em todo o mundo e que decorre até ao final de junho, no âmbito do qual a companhia aérea do Dubai “procura pessoas talentosas com paixão pelo serviço” e que estejam interessadas numa carreira na aviação.

De acordo com um comunicado da companhia aérea, a campanha de recrutamento da Emirates vai passar por dezenas de cidades europeias, assim como pelo Reino Unido, Cairo, Argel, Tunes e Bahrein

“Fazemos sempre o esforço de encontrar os nossos candidatos pessoalmente sempre que podemos, e é por isso que a nossa equipa de Aquisição de Talentos está a fazer uma digressão de 30 cidades durante as próximas seis semanas para avaliar potenciais candidatos”, explica Abdulaziz Al Ali, vice-presidente executivo do Grupo Emirates para os Recursos Humanos.

Apesar do recrutamento presencial, os candidatos devem realizar a sua candidatura online, através do site da Emirates para recrutamento, onde é também possível consultar mais informação sobre o papel da tripulação de cabina da Emirates.

De acordo com a Emirates, a sua tripulação de cabina é composta por 160 nacionalidades, o que reflete a “heterogeneidade de clientes e operações internacionais em mais de 130 cidades em seis continentes” da companhia aérea.

Além da possibilidade de uma carreira na aviação, a Emirates oferece também alojamento no Dubai fornecido pela empresa, salário isento de impostos e benefícios adicionais.

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Destinos

Air Europa voa para 35 destinos europeus e 20 na América já neste verão

Atenas e Alghero passarão a ter dois voos semanais da Air Europa a partir do hub de Madrid. para o continente americano, a companhia volta a voar para os mesmos 23 destinos que possui em 2019.

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A Air Europa acaba de ampliar os seus destinos europeus em temporada alta com novas rotas para Atenas e Alghero, voos que operarão a partir do hub de Madrid, com duas frequências semanais para ambas as cidades.

A rota para Atenas iniciar-se-á em junho, operada com aeronaves Boeing 787 Dreamliner, e estará disponível até final de setembro, com voos à quarta-feira e ao domingo.

Um mês depois, em julho, a Air Europa inaugurará a rota para Alghero, na ilha da Sardenha, para onde voará também duas vezes por semana, à quinta-feira e ao sábado. Aberta até princípios de setembro, a rota ligará Madrid com esta cidade do noroeste da Sardenha com mais de 30 voos.

Com Atenas e Alghero, a Air Europa amplia durante o verão a sua presença na Europa e reforça a expansão anunciada e iniciada pela companhia aérea no passado mês de abril.

Ao longo dos próximos meses, a Air Europa informa que incrementará a sua oferta com a incorporação de onze novos aviões, cinco deles Boeing 787 Dreamliner e seis Boeing 737, através dos quais avança no seu processo de unificação da frota que permite aumentar o número de lugares por avião, otimizar o número de voos e incrementar a oferta tanto em turística como em classe executiva.

No final do ano, a frota de longo curso voltará a ser a mesma que em 2019 e a Air Europa voará já para os seus 23 destinos no continente americano.

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Projeto PISTA promove ação de sensibilização no Alentejo

O projeto PISTA pretende ser um centro de informação de excelência que inspire os agentes turísticos a transformar o destino Alentejo e Lezíria do Tejo num território mais sustentável e de referência internacional.

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No âmbito das atividades desenvolvidas pelo ASTO – Observatório de Turismo Sustentável do Alentejo, o Projeto PISTA – Partilha de Informação sobre Sustentabilidade do Turismo no Alentejo irá promover a ação de sensibilização ‘Protótipo Plataforma Pista Digital – Sistema Inteligente do Turismo Sustentável do Alentejo e Ribatejo, no próximo dia 25 de maio de 2022, no Centro UNESCO, em Beja.

A Plataforma Pista Digital pretende proporcionar aos agentes turísticos uma ferramenta tecnológica de monitorização de indicadores de Turismo Sustentável, que contribua para o seu envolvimento na avaliação dos riscos, custos, impactos e limites da sua atividade no destino. Para além deste aspeto, pretende também facilitar a identificação de oportunidades de inovação nas suas organizações e auxiliar na identificação de melhores soluções para a utilização de recursos, no âmbito dos princípios gerais do desenvolvimento turístico sustentável.

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Transportes

Portugal acompanha tendência mundial de recuperação da indústria de cruzeiros, diz CLIA 

Segundo a Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros (CLIA), Portugal está no caminho da recuperação, antevendo-se que, em 2022, Lisboa possa receber 320 navios contra os 310 de 2019.

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Portugal está “a acompanhar a tendência mundial de recuperação da indústria” de cruzeiros, devendo Lisboa receber 450 mil passageiros e 320 navios este ano, acima dos 310 de 2019, segundo a Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros (CLIA).

“As projeções para este ano são muito boas. A nível global e, também, na Europa, esperamos que todos os nossos navios voltem a operar a 100% até ao final do verão”, afirmou a diretora-geral da CLIA para a Europa, Marie-Caroline Laurent, em entrevista à agência Lusa.

Admitindo que “o número de passageiros é que ainda é um ponto de interrogação”, a responsável referiu que, “olhando para as reservas já feitas para o verão, as perspetivas são muito boas”: “Assim, a meta é voltar aos números de 2019 até ao final do ano, tanto em termos de navios em operação, quanto de passageiros”, apontando as previsões para entre 23,1 e 29,8 milhões de passageiros a nível global.

Segundo a diretora-geral da CLIA (do inglês ‘Cruise Lines International Association’), esta tendência estende-se a Portugal, prevendo-se que o porto de Lisboa supere este ano as 310 escalas de navios registadas em 2019, antes da pandemia, recebendo 320 cruzeiros.

Já o número de passageiros deverá ficar ainda aquém de 2019 (cerca de 450 mil, contra os mais de 500 mil pré-pandemia), assistindo-se a um alargamento da temporada turística ao longo de mais meses, com o consequente impacto positivo nas comunidades locais, e a uma crescente procura por parte de portugueses.

“Vemos cada vez mais portugueses interessados em fazer cruzeiros e é por isso que há uma aposta no desenvolvimento do porto de Lisboa, no sentido de dar mais possibilidades de os portugueses embarcarem e fazerem um cruzeiro Lisboa-Lisboa. Este ainda é um mercado em crescimento e vemos, todos os anos, a adesão de mais e mais passageiros portugueses”, notou.

De acordo com Marie-Caroline Laurent, esta preferência por viagens mais curtas tornou-se mais evidente com a pandemia e é uma tendência global: “Os passageiros, principalmente com a covid, gostam de viajar localmente, para não ir muito longe. Fazendo um cruzeiro, podem embarcar em Lisboa, fazer um passeio pelo Mediterrâneo, por exemplo, onde conhecem vários países, e regressar novamente a Lisboa. Portanto, [este produto] tem correspondido a uma nova procura”, explicou.

Outra das tendências evidenciadas com a pandemia e que a CLIA quer continuar a explorar é a atração de um novo perfil de clientes, mais jovens, para o turismo de cruzeiros. Atualmente, a idade média do passageiro de cruzeiros é de 47,7 anos.

Após os “dois anos terríveis” vividos pelo setor devido à pandemia, a diretora-geral da CLIA destaca a “solidez da indústria” de cruzeiros, cujas empresas “continuaram a investir”, nomeadamente em navios novos e em tecnologias menos poluentes.

“Durante a pandemia os nossos membros não pararam o investimento. Há novos navios prontos e a ser entregues”, salientou Marie-Caroline Laurent, avançando que, nos próximos cinco anos, os membros da associação vão investir 23.000 milhões de euros em novos navios, sendo todos eles “construídos na Europa”.

“E isso é um aspeto também importante, porque comparando com a indústria de navios de carga, onde todos os novos navios são construídos na Ásia, todos os navios de cruzeiro são construídos na Europa – Itália, França, Finlândia, Noruega, Alemanha – pelo que é uma indústria realmente europeia”, sublinhou.

Outra das prioridades do setor é a aposta na sustentabilidade e na descarbonização, sendo que, no âmbito do compromisso ‘Global Net-Zero’, as companhias de cruzeiro se comprometeram a atingir zero emissões de gases de efeito de estufa até 2050.

“O primeiro foco é na propulsão dos navios. Os nossos membros têm feito investimentos significativos em novos navios de GNL [gás natural liquefeito], que emitem 20% menos CO2 [dióxido de carbono] e em que todos os diferentes tipos de emissões são reduzidos. Já temos três ou quatro navios em operação e esperamos mais 23 nos próximos cinco anos”, disse Marie-Caroline Laurent.

Paralelamente, os navios mais antigos estão a ser adaptados: “Um dos nossos membros adaptou algumas baterias num dos navios, para garantir que, quando chega ao porto, ele pode funcionar com a bateria e eliminar as emissões”, avançou, como exemplo.

A este facto acresce a “frota muito jovem” do setor, cuja idade média é de 14 anos, e ainda os investimentos ao nível da eletrificação em curso em vários portos, com vista a “eliminar todas as emissões nos portos” de escala na Europa até 2030.

“O objetivo é que, quando os navios estiverem nos portos, não haja impacto na população local, não haja emissões, para que possamos, realmente, fazer parte do desenvolvimento sustentável das cidades e dos portos que visitamos”, enfatizou a diretora-geral da CLIA.

No caso do porto de Lisboa, disse, “a primeira fase do investimento na eletrificação será por volta de 2024/2025”, sendo o objetivo poder “conectar os navios, provavelmente, em 2028”.

“A mensagem principal é que podemos ser uma forma de turismo totalmente sustentável. Estamos a investir em novos navios, mas também estamos comprometidos em conectar-nos à eletricidade nos portos. Isso permite-nos não ter impacto nas comunidades locais, algo que é sempre uma preocupação com os grandes cruzeiros”, salientou.

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