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Lei das Agências de Viagens aprovada em Conselho de Ministros (NOVA ACTUALIZAÇÃO)

Decreto-lei vai agora para promulgação do Presidente da República, Cavaco Silva, seguindo, depois, em caso de parecer favorável, para publicação. APAVT e a Secretaria de Estado do Turismo já reagiram à decisão.

Patricia Afonso
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Lei das Agências de Viagens aprovada em Conselho de Ministros (NOVA ACTUALIZAÇÃO)

Decreto-lei vai agora para promulgação do Presidente da República, Cavaco Silva, seguindo, depois, em caso de parecer favorável, para publicação. APAVT e a Secretaria de Estado do Turismo já reagiram à decisão.

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A nova Lei da Agências de Viagens e Turismo (LAVT) foi aprovada esta quarta-feira, 06 de Junho, em Conselho de Ministros.

Em comunicado, divulgado no final da reunião, pode-se ler: “O Conselho de Ministros aprovou um diploma que estabelece o regime de acesso e de exercício da actividade das agências de viagens e turismo e adapta este regime com a directiva comunitária relativa aos serviços no mercado interno.”

O decreto-lei vai agora para promulgação do Presidente da República, Cavaco Silva, seguindo, depois, para publicação.

APAVT satisfeita com aprovação

A APAVT já reagiu a decisão tomada em Conselho de Ministros ao congratular-se com a aprovação da nova Lei das Agências de Viagens e Turismo, fruto do acordo alcanaçdo com a Secretaria de Estado do Turismo e “que vem responder aos principais anseios do sector, aguardando agora com confiança a promulgação do Senhor Presidente da República.”

“Estamos naturalmente muitíssimos satisfeitos. Este é um momento histórico para as agências de viagens, pois trata-se de um diploma que vem criar melhores condições para o exercício da actividade, mantém e nalguns casos reforça mesmo a protecção do consumidor”, afirmou o presidente da APAVT,, Pedro Costa Ferreira, a propósito deste anúncio.

Para o responsável da associação, este “é o espelho do acordo alcançado com o Governo e que resulta de muitos meses de trabalho, pelo que se impõe salientar a capacidade de diálogo que encontrámos todos os dias da parte da Senhora Secretária de Estado do Turismo e da sua equipa neste importantíssimo dossier.”

Revisão indica “atitude diferente do Governo”

A Secretaria de Estado do Turismo, por sua vez, informa que o novo diploma acaba com a distinção entre agências de viagens e turismo vendedoras e organizadoras, assim como são feitas alterações à informação no RNATV e “são ajustados os termos em que o requerimento para accionamento da Comissão Arbitral deve ser efectuado.”

Segundo Secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles, a primeira alteração referida, “sem afectar as garantias dos consumidores, responde Às actuais necessidades das agências de viagem, permitindo mesmo a algumas de menor dimensão continuarem no activo e manterem postos de trabalho.”

“Esta revisão [efectuada ao diploma] é, também, reveladora de uma atitude diferente do Governo – uma atitude de saber ouvir e chegar a acordo com os parceiros sociais.”

 

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1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa com inscrições abertas

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente.

As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, que vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, já se encontram a decorrer e podem ser realizadas online.

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai contar com a participação de cerca de 20 expositores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada.

A iniciativa vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, com a sessão de Lisboa a ter lugar no Altis Grand Hotel, a partir das 18h00, enquanto no Porto tem lugar no Hotel HF Ipanema Park, também com início pelas 18h00. Nas duas iniciativas, está ainda incluído o jantar.

Ao longo do 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, os agentes de viagens vão ter a oportunidade de conhecer novos projetos de enoturismo, seja para momentos em família, casais, grupos em stopover ou para eventos corporate, nos quais a cultura vinhateira se assume como uma mais‐valia na diferenciação da oferta turística comercializada.

As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa podem ser realizadas aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 913 256 261.

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Transportes

Emirates e Air Canada iniciam codeshare

Os voos em codeshare já estão disponíveis para venda em 35 mercados, para viagens a partir de 1 de Dezembro, sendo ainda possível que venham a ser adicionados outros 11 mercados até à aprovação regulamentar final.

A Emirates e a Air Canada já deram início ao codeshare que estabeleceram e que vai permitir que os passageiros de ambas as companhias aéreas tenham acesso a diversas opções de voo sem interrupções para 46 mercados, que abrangem três continentes, incluindo destinos na América, Médio Oriente, África, Sudeste Asiático, e no subcontinente indiano.

Num comunicado enviado à imprensa, a Emirates explica que os voos em codeshare já estão disponíveis para venda em 35 mercados, para viagens a partir de 1 de Dezembro, sendo ainda possível que venham a ser adicionados outros 11 mercados até à aprovação regulamentar final.

“É com grande prazer que estabelecemos uma parceria com a Air Canada, para expandir o nosso alcance para mais destinos na América do Norte. A parceria com a companhia aérea canadiana permite-nos oferecer aos clientes uma conectividade contínua quando voam para destinos domésticos no Canadá via Toronto”, sublinha Tim Clark, presidente da Emirates Airline.

De acordo com o responsável, com esta parceria, os clientes da Air Canada passam a poder viajar para destinos na Ásia, África e Médio Oriente, através do hub da Emirates no Dubai.

Já Michael Rousseau, presidente e diretor Executivo da Air Canada, destaca que a parceria vai permitir à Air Canada “alargar significativamente a escolha de opções de voo”, passando a disponibilizar mais ligações entre o Canadá e destinos no Médio Oriente, África, Sudeste Asiático e o subcontinente indiano.

“Também nos permitirá atrair mais tráfego de ligação através do nosso centro, Toronto, e expandir a nossa presença nestas regiões dinâmicas, onde se espera um aumento da procura de viagens globais”, acrescenta o responsável da Air Canada.

Além de Toronto, os passageiros da Emirates podem reservar voos de codeshare de e para destinos canadianos, incluindo Calgary, Edmonton, Halifax, Montreal, Ottawa e Vancouver.

Já a Air Canada passa a colocar o seu código nas rotas operadas pela Emirates a partir do seu centro no Dubai, nomeadamente para o subcontinente indiano e para destinos como Colombo, Dhaka, Islamabad, Karachi, e Lahore, assim como para o Sudeste Asiático, incluindo Banguecoque, Hanói, Phuket, Kuala Lumpur e Singapura; para as cidades do Médio Oriente Jeddah e Muscat; bem como para destinos em África, nomeadamente Addis Abeba e Dar Es Salaam.

Em breve, as duas companhias vão ainda disponibilizar “uma oferta de passageiro frequente recíproca, permitindo aos membros da Aeroplan e Skywards ganhar e resgatar pontos em voos operados pela Emirates e Air Canada, respetivamente”, lê-se no comunicado divulgado.

 

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WTM abre com um olhar sobre o futuro

O arranque do World Travel Market (WTM) London deu-se com um olhar para o futuro, futuro esse que terá de passar por uma maior fidelização do cliente só conseguida através do digital.

Abriu, oficialmente, um dos maiores certames do mundo do turismo: World Travel Market (WTM) London. O evento que se realiza de 7 a 9 de novembro, na capital britânica, começou com um olhar sobre o futuro e como o setor deverá olhar e, fundamentalmente, adaptar-se às novas exigências e tendências.

Para Rohit Talwar, CEO da Fast Future, deu na sua intervenção, “The Future of Travel Starts Now”, uma perspetiva sobre como o setor das viagens e turismo deverá encarar os próximos tempos que continuarão a ser pautadas pela incerteza. “Não sabemos o que aí vem e ninguém poderá dizê-lo”, começou por referir, admitindo que “as estratégias que podemos estar a desenhar e a definir agora são para um futuro incerto, futuro esse que não podemos controlar”.

Para este responsável, “as rotinas do passado pertencem ao passado”, salientando, contudo, que essas rotinas constituem uma oportunidade”, destacando o facto de o início do WTM coincidir com o arranque da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2022, mais comumente referida como Conferência das Partes da UNFCCC, ou COP27, e ocorre de 6 a 18 de novembro de 2022 em Sharm El Sheikh, Egito.

Para Talwar, a questão da sustentabilidade e das mudanças climáticas são, na realidade, um dos aspetos que está e irá marcar o mundo e, consequentemente, o turismo mundial.

Mas não serão somente as mudanças climáticas que fazem parte desta nova realidade. Admitindo que estamos perante um setor “demasiado exposto”, Rohit Talwar referiu que o melhor é mesmo “traçar sempre os piores cenários e ir adaptando a estratégia com ou aos tempos”.

Olhar para os exemplos de outros setores
Por isso, para Talwar, a automação e a tecnologia serão “fulcrais para o desenvolvimento do turismo”, dando como exemplo o que o setor do retalho fez para manter a fidelidade do seu cliente, apostando em “esquemas de promoção, descontos e programas de fidelidade que fazem os clientes realizar pré-reservas tão importantes para os negócios”.

E tal como a digitalização ou a transformação digital terá de ser encarada como uma inevitabilidade, também a aceitação de novas formas de pagamentos passará, ou melhor, deverá fazer parte deste “novo quotidiano do turismo”. “O setor das viagens e turismo não pode tratar as ‘crypto’ de maneira diferente do euro, dólar ou libra”, referiu, destacando que mais de 350 milhões de pessoas utilizam esta forma de pagamento e mais de 25% da população americana pretende pagar em ‘crypto’”, revelando que só a Expedia já tem mais de 700 mil pagamentos nesta forma digital.

Outro exemplo dado por Talwar foi o de um hotel na Suíça que foi pioneiro nesta forma de aceitação de pagamentos, “o que fez com que esse hotel se tivesse colocado na vanguarda e utilizasse isso mesmo para se promover e destacar da restante concorrência. E com muito sucesso”.

Voltando à comparação com o setor do retalho, o CEO da Fast Future referiu que o turismo deve e tem de adaptar esta nova forma de estar junto do cliente e dar-lhe “mais possibilidade de interagir com as ofertas que poderão surgir. O digital traz possibilidades infinitas, disse Talwar. “Ainda para mais quando entre 60 a 70% da população mundial nunca irá visitar um destino”. Por isso, colocou a questão: “como ir buscar esse cliente/viajante?”. A resposta surge, naturalmente, sob a forma do digital. “Há que definir estratégias, mas é preciso sempre adaptá-las a uma oferta que está em constante mutação e desenvolver novos padrões de consumo e de venda”.

E será através dessa componente digital que Talwar acredita que se criará uma “maior ligação com o cliente” e, logo, uma “maior fidelização e transmissão de confiança”.

Metaverso como nova experiência
É aqui que também entre o Metaverso, forma que deverá ser encarada como “uma extensão do alcance da experiência”. E se poderão existir milhões que nunca irão utilizar o Metaverso, Talwar salienta o facto de, atualmente, “não se pode estar a definir estratégias para o hoje, mas para o futuro”. E segundo ele, o futuro pertence às novas gerações.

“A escala que se pode alcançar com o Metaverso é incalculável”. E deu como exemplo um concerto da Ariana Grande que, em duas datas, teve mais de 70 milhões de pessoas a ligarem-se ao evento, situação que nunca ocorreria num concerto presencial, bem como as receitas obtidas em merchadinsing. “Ora, porque não fazer isso nas viagens e turismo?”.

“Há uma geração que está online e continuará a estar online e é preciso comunicar com esse cliente”; frisando que esta é uma nova forma de promover os destinos.

No campo dos colaboradores, Talwar deixou uma pergunto à audição da sessão: “Quantos de vocês, líderes do setor das viagens e turismo ouvem os vossos colaboradores que vos apresentam ideias novas?”. Por isso, admite, “é preciso ouvir o que está a acontecer à nossa volta e dar força às pessoas com pensamentos disruptivos. É preciso ouvir, adaptar e evoluir. É preciso considerar cenários radicais. Podemos não gostar desses cenários, mas atualmente são uma tendência. Quem conseguir adaptá-los o mais rapidamente estará na linha da frente”, admitiu.

Rohit Talwar terminou a sua intervenção com uma questão: “Se tivesse de iniciar o seu negócio nos dias de hoje, o que faria? Como definiria a estratégia para o negócio e como iria estar junto do cliente?”.

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Business man holding airliner aircraft plane on world globe background / worldwide travel concept

Transportes

Ásia-Pacífico impulsiona crescimento do transporte aéreo em setembro

De acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o tráfego aéreo internacional subiu, em setembro, 122,2% face ao mesmo mês do ano passado, atingindo 69.9% dos níveis de mês homólogo de 2019. 

Em setembro, o tráfego aéreo global cresceu 57.0% face a igual mês de 2021 e chegou a 73.8% dos níveis de setembro de 2019, evidenciando uma forte procura internacional, principalmente por parte do mercado da Ásia-Pacífico, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira, 7 de novembro, pela IATA, em setembro, o tráfego aéreo internacional subiu 122,2% face ao mesmo mês do ano passado, atingindo 69.9% dos níveis de mês homólogo de 2019.

“Mesmo com as incertezas económicas e geopolíticas, a procura por transporte aéreo continua a recuperar. A exceção ainda é a China, com a sua estratégia COVID zero, que mantém as fronteiras fechadas e está a criar uma montanha-russa de procura no seu mercado doméstico”, aponta Willie Walsh, diretor geral da IATA.

Segundo Willie Walsh, a posição da China “contrasta fortemente com o resto da Ásia-Pacífico”, onde o tráfego internacional cresceu 464,8% em setembro, em comparação com setembro de 2021.

A Ásia-Pacífico foi a região que apresentou o maior crescimento no tráfego internacional entre todas as regiões, tendo registado ainda um aumento de capacidade de 165,3%, enquanto o load factor aumentou 41,5 pontos percentuais, para 78,3%.

Depois da Ásia-Pacífico, a região que mais cresceu no tráfego internacional em setembro foi o Médio Oriente, onde este indicador aumentou 149,7% face a setembro de 2021. Já a capacidade nesta região subiu 63,5% e o load factor aumentou 27,6 pontos percentuais, para 80,0%.

Na América do Norte, o tráfego internacional aumentou 128,9% em setembro, enquanto a capacidade subiu 63,0% e o load factor registou um acréscimo de 24,6 pontos percentuais, para 85,4%, o mais elevado entre todas as regiões pelo quarto mês consecutivo.

Na América Latina, o tráfego internacional aumentou 99,4% em setembro, enquanto a capacidade subiu 73,7% e o load factor cresceu 10,8 pontos percentuais, para 83,5%.

Em África, setembro trouxe uma subida de 90,5% no tráfego internacional, enquanto a capacidade teve um aumento de 47,2% e o load factor subiu 16,7 pontos percentuais, para 73,6%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

Já na Europa, onde o crescimento vinha a ser mais forte, setembro trouxe um aumento de 78,3% no tráfego internacional, enquanto a capacidade subiu 43,8% e o load factor aumentou 16,3 pontos percentuais, fixando-se nos 84,1%, o segundo mais alto em todo o mundo.

Willie Walsh sublinha ainda que “a forte procura está a ajudar a indústria a lidar com os preços muito altos do combustível”, que, juntamente com a simplificação dos procedimentos aeroportuários, nomeadamente através da biometria, constituem um dos principais desafios da aviação.

“Modernizar a experiência não apenas ajudará a aliviar os pontos de estrangulamento, mas também criará uma experiência melhor para todos”, acrescenta o diretor geral da IATA.

 

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Mercados de Natal da Polónia e arquipélago dos Bijagós em destaque na B travel Xperience Lisboa

A B travel Xperience Lisboa volta a ser palco de novas Travel Talks, com destaque para os Mercados de Natal da Polónia e o arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, que decorrem a 10 e 24 de novembro, respetivamente.

Em novembro, a B travel Xperience Lisboa volta a ser palco de novas Travel Talks, com destaque para as iniciativas dedicadas aos Mercados de Natal da Polónia e ao arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, que decorrem a 10 e 24 de novembro, respetivamente.

Na Travel Talk dedicada à Polónia, está já confirmada a participação da diretora do Turismo da Polónia para Espanha e Portugal, Agata Witosławska, que vem à capital portuguesa dar a conhecer os Mercados de Natal de algumas das principais cidades polacas.

“De Varsóvia a Cracóvia, mas também Gdansk e Wroclaw, os participantes podem provar os doces típicos polacos de Natal e ficar a conhecer alguns dos costumes e atrações natalícias da Polónia”, indica a B travel Xperience Lisboa, em comunicado.

Na Travel Talk dedicada à Polónia, que decorre a 10 de novembro, a partir das 18h30, está também prevista a participação do jornalista de viagens Ricardo Santos, que vai partilhar a sua mais recente experiência da viagem que fez pela Polónia.

No dia 16 de novembro, há uma Travel Talk dedicada às “Viagens e o respeito pela vida animal”, que conta com a participação de Sandra Duarte Cardoso, co-fundadora e presidente da SOS Animal – Portugal, que vai falar sobre o impacto que as viagens têm na vida animal nos diversos destinos e como melhor se pode respeitar o ambiente enquanto se viaja.

A 24 de novembro, regressam as Travel Talks e, desta vez, o tema será o arquipélago dos Bijagós, na Guiné-Bissau, numa iniciativa que vai falar sobre o “Orango Parque – Ilhas Bijagós” e que conta com a participação da fundação CBD-Habitat, que vai dar a conhecer o projeto de turismo sustentável que fomenta no Parque Nacional de Orango.

Além da conversa sobre o arquipélago dos Bijagós, vai ser ainda inaugurada uma exposição fotográfica, que convida os visitantes da B Travel Xperience Lisboa a viajar até aos Bigajós, ficando a conhecer a vida desta população que vive em harmonia com o ambiente envolvente.

Recorde-se que os eventos da Xperience Lisboa são de entrada livre e decorrem na Avenida Fontes Pereira de Melo, 27, a partir das 18h30. Apesar da entrada livre, é necessária inscrição, que pode ser realizada pelo e-mail [email protected] ou através das redes sociais da B travel Xperience Lisboa.

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Viajantes de negócios dispostos a voar menos

Os profissionais que viajam em negócios acreditam que as reduções nas viagens aéreas são um fator importante quando se trata de reduzir a pegada de carbono de uma empresa. Contudo, pretendem que os líderes das respetivas empresas deem o exemplo.

Três em cada cinco viajantes de negócios reduziram os seus hábitos de voo como resultado da pandemia, de acordo com uma pesquisa da Transport & Environment.

Na pesquisa realizada junto de mais de 2.506 profissionais no Reino Unido, EUA, França, Alemanha e Espanha, 74% afirmaram que as empresas devem estabelecer metas corporativas de redução de voos e que isso deve fazer parte da política de viagens para combater as mudanças climáticas.

A pesquisa concluiu ainda que que quase três quartos dos profissioanis acreditam que as reduções nas viagens aéreas são um fator importante quando se trata de reduzir a pegada de carbono de uma empresa. E dos 1.279 entrevistados que relataram precisar voar em trabalho, 62% salientaram que reduziram os seus hábitos de voo em comparação com os níveis pré-pandemia. Já 27% disseram que voam com a mesma frequência que antes e 11% revelaram que estão a voar mais.

“Os hábitos de voo corporativo mudaram e os profissionais querem um novo normal em que as empresas assumam a responsabilidade de reduzir a sua parcela de emissões”, afirma Denise Auclair, corporate travel campaign managerda Transport & Environment.

“A mudança acontecerá com metas e políticas claras que se alinham com as expectativas dos profissionais das empresas. Isso só pode ajudar as empresas na corrida atual para recrutar e reter os melhores talentos.”

A pesquisa também destacou um impacto potencial nas reuniões, com 72% dos entrevistados a referirem que estão dispostos a fazer menos voos para reuniões internas e 67% estão dispostos a planear mais reuniões locais, em vez de reuniões globais, para reduzir voos de longa distância. “Os profissionais entendem o impacto climático dos voos de longa distância e estão dispostos a reduzir suas viagens”, refere ainda Auclair, concluindo, no entanto, que esses mesmos funcionários “esperam que a liderança das empresas dê o exemplo e estabeleça metas ambiciosas de redução de viagens de negócios”.

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TAP reajusta operação de inverno e prevê cancelar até sete voos por dia

Os cancelamentos de voos deverão acontecer entre 15 de novembro e 31 de dezembro, nas “ligações com menor ocupação e para as quais existam várias alternativas disponíveis na rede TAP ou em companhias parceiras”.

A TAP anunciou que, entre 15 de novembro e 31 de dezembro, vai proceder a ajustes na sua operação de inverno, o que poderá levar ao cancelamento, em média, de até sete voos por dia.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea explica que os reajustes se devem a “vários constrangimentos”, a exemplo da mudança para o sistema de navegação Top Sky em Lisboa, da migração do sistema de controlo aéreo em Marselha, do absentismo previsto para o período de Natal e fim do ano e, ainda, por não ter sido possível fazer regressar um avião da Guiné-Conacri.

De acordo com a companhia aérea de bandeira nacional, os cancelamentos de voos deverão acontecer nas “ligações com menor ocupação e para as quais existam várias alternativas disponíveis na rede TAP ou em companhias parceiras”.

A TAP garante que os passageiros afetados pelos cancelamentos “serão informados diretamente e de forma atempada pela TAP, com indicação da solução de viagem alternativa”.

A companhia aérea explica ainda que, “para evitar o cancelamento de voos adicionais, e manter a operação no máximo da sua capacidade”, vai  estender o contrato ACMI com a Air Bulgaria.

A TAP pede desculpa pelos constrangimentos aos passageiros afetados e diz que “está a desenvolver esforços para garantir que todos possam fazer as viagens que planearam sem contratempos”.

“A TAP está a preparar este reajustamento de forma proativa, pensando nos seus clientes e de forma a minimizar os cancelamentos de última hora”, refere ainda a companhia aérea, destacando que as suas equipas “têm feito um trabalho exigente, cuidadoso e detalhado para analisar as restrições que este reajustamento provoca e proteger tanto os passageiros como a operação da TAP da melhor forma possível”.

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Valência eleita Capital Verde Europeia 2024

A eleição aconteceu a 27 de outubro, numa cerimónia que decorreu na cidade francesa de Grenoble, atual Capital Verde Europeia, e que foi também disputada pela cidade italiana de Cagliari.

A cidade espanhola de Valência foi eleita Capital Verde Europeia 2024, distinção da Comissão Europeia que reconhece e recompensa cidades com mais de 100.000 habitantes que tenham implementado projetos para reduzir o seu impacto ambiental e melhorar a qualidade de vida.

A eleição aconteceu a 27 de outubro, numa cerimónia que decorreu na cidade francesa de Grenoble, atual Capital Verde Europeia, e que foi também disputada pela cidade italiana de Cagliari.

“Esta é a primeira vez que Valência se candidata à Capital Verde Europeia, distinção que até agora só foi atribuída a uma cidade espanhola (Vitoria, 2012), e que a torna uma referência para a sustentabilidade urbana e políticas de transição ecológica”, destaca o Visit València, num comunicado enviado à imprensa.

Para ser eleita Capital Verde Europeia 2024, Valência passou um exame exaustivo de sustentabilidade, que avalia 12 indicadores, nomeadamente ar, ruído, resíduos, água, natureza e biodiversidade, uso do solo, eco-inovação, mitigação das alterações climáticas, adaptação às alterações climáticas, mobilidade, eficiência energética e gestão governamental.

No comunicado divulgado, o Visit València lembra que, além da criação e proteção de espaços verdes como o Parque Natural de Albufera, o pomar periurbano e os Jardins de Turia, a cidade está também envolvida em iniciativas de mobilidade sustentável, boa gestão de resíduos urbanos e a recuperação de espaços públicos como a Praça da Câmara Municipal ou a Plaza de la Reina.

“Além disso, Valência tem outras credenciais de sustentabilidade importantes, tais como o título de Capital Europeia do Turismo Inteligente 2022 e a Capital da Alimentação Sustentável em 2017. Foi também pioneira na medição e compensação da pegada de carbono e utilização de água para fins turísticos e é uma das 100 cidades selecionadas pela União Europeia para o projeto da Missão Cidades, com o objetivo de alcançar a neutralidade climática até 2030”, acrescenta o organismo de promoção turística.

O Visit València sublinha ainda que a cidade tem vindo a “sofrer várias mudanças no núcleo urbano nos últimos anos”, a exemplo da pedonalização do centro da cidade e dos enclaves mais importantes da cidade, com o objetivo de tornar Valência numa das “primeiras cidades neutras em termos de carbono na Europa”.

“A recentemente inaugurada Plaza de la Reina, bem como as ruas em redor do Mercado Central, ou em breve da Praça da Câmara Municipal, vão libertar o centro de Valência de trânsito para a transformar numa cidade para peões”, acrescenta o Visit València, notando que “as ruas de Valência têm uma rede de mais de 160 quilómetros de ciclovias que ajudam a reduzir as emissões de CO2”.

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Lisboa acolhe batismo e viagem inaugural do novo cruzeiro da Ritz-Carlton Yacht Collection

O EVRIMA é um navio de cruzeiro de ultraluxo, da Ritz-Carlton Yacht Collection e que conta com capacidade para transportar 298 passageiros e 246 tripulantes.

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O Porto de Lisboa foi este sábado, 5 de novembro, palco da cerimónia de batismo do EVRIMA, o novo navio de cruzeiro da Ritz-Carlton Yacht Collection, que terminou na capital portuguesa a sua viagem inaugural.

Segundo um comunicado do Porto de Lisboa, a passagem do navio pela capital portuguesa foi assinalada com a entrega de uma placa comemorativa da ocasião ao comandante do navio, que já está a realizar um itinerário com destino às Caraíbas, incluindo escalas no Funchal e em Santa Cruz de Tenerife, antes de chegar a Bridgetown, em Barbados.

De acordo com o Porto de Lisboa, o EVRIMA é um navio de ultrluxo, que conta com um rácio de tripulantes/passageiros de 1:1, já que tem capacidade para transportar 298 passageiros e 246 tripulantes.

O navio é avançado a nível ambiental e dispõe de tecnologia moderna que lhe permite uma elevada eficiência energética, o que garante um menor impacto no ambiente e uma maior sustentabilidade.

Construído em Espanha, nos estaleiros Astilleros Barreras Shipyard, este cruzeiro tem 190 metros de comprimento, 26.500 toneladas e 149 cabines, 12 das quais de dois andares, denominadas loft suítes, que contam com ampla área de estar e duas entradas.

O Porto de Lisboa diz ainda que, “além de várias áreas públicas e generoso espaço de convés aberto, o EVRIMA oferece um número acima da média de locais para refeições, que inclui dez experiências culinárias diferentes, como uma churrasqueira ao ar livre e um local de frutos do mar, e vários restaurantes mais intimistas”.

O nome do navio, EVRIMA, foi escolhido para inspirar os viajantes a mergulhar em experiências excecionais, uma vez que EVRIMA é uma palavra grega que significa “descoberta”, e toda a experiência a bordo foi projetada para refletir “o conforto sublime e o serviço lendário” que caracterizam a marca Ritz-Carlton.

O navio conta ainda com a programação Ritz Kid, dedicada às crianças, uma vez que, ao contrário de várias outras companhias de cruzeiros de luxo, a Ritz-Carlton dispõe de atividades para jovens hóspedes entre quatro e doze anos, assim como com uma sala dedicada às atividades das crianças.

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Aumento de capital de 62 milhões previsto para a SATA concluído até final do ano

O aumento de capital, no valor de 62 milhões de euros, foi confirmado pela secretária do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral.

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A secretária do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral, afirmou esta sexta-feira, 4 de novembro, que o aumento de capital de 62 milhões de euros previsto para a transportadora aérea açoriana SATA vai ficar concluído até ao final do ano.

“O capital da SATA vai ser aumentado em 62 milhões de euros. Nós já processamos esta verba. Parte já entrou nas contas da SATA, outra vai entrar até ao final do ano. Tem a sua programação estabelecida pelas [secretaria das] Finanças”, afirmou Berta Cabral, em audição na Comissão de Economia da Assembleia Legislativa dos Açores sobre o Plano e Orçamento da Região para 2023, que será discutido e votado em plenário a partir de 21 de novembro.

As declarações da governante foram motivadas pelas questões de António Lima, do BE, e de Carlos Silva, do PS, que notaram que a verba prevista para a injeção de capital na SATA não consta da proposta de Orçamento para 2023, ao contrário do que aconteceu este ano.

“Esta verba, que estava prevista nos Transportes, já não está em 2023. Já processamos o aumento do capital e está, neste momento, no lado das Finanças”, reforçou Berta Cabral.

A secretária regional reiterou ainda a privatização do ‘handling’ da SATA, apesar de tal não estar programado para 2023, ao contrário do que acontece com a alienação da Azores Airlines (companhia do grupo SATA responsável pelas deslocações de e para o exterior do arquipélago), prevista no Orçamento.

A 21 de julho, o Conselho de Governo dos Açores autorizou a injeção de capital de 144,5 milhões de euros na SATA Air Açores e a “posterior conversão em capital social da empresa”, no âmbito do processo de reestruturação aprovado em junho pela Comissão Europeia.

Desses 144,5 milhões, 82,5 milhões são um aumento de capital por conversão de um empréstimo e 62 milhões “por entrada em dinheiro, a subscrever e a realizar integralmente pela Região Autónoma dos Açores”, segundo a publicação em Jornal Oficial.

A proposta de Decreto Legislativo Regional do Orçamento da Região Autónoma dos Açores para 2023 autoriza a “alienação da maioria da participação social indireta” da região na SATA Internacional – Azores Airlines, a companhia aérea do grupo SATA responsável pelas ligações com o exterior do arquipélago.

O “desinvestimento de uma participação de controlo (51%) na Azores Airlines” está previsto no plano de restruturação da companhia aérea açoriana aprovado em junho pela Comissão Europeia.

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