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Foto: Victor Machado (Bluepeach)

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“O setor do Turismo será provavelmente a melhor Parceria Público Privada do nosso pais”

Na véspera de se comemorar mais um Dia Mundial do Turismo, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) coloca, na sua conferência anual, o ênfase na coesão territorial. Para Francisco Calheiros, presidente da CTP, “o Turismo é promotor da coesão nacional, não só territorial como também económica e social”. Quanto à “velha questão” do aeroporto, “se a escolha recair por uma solução mais demorada no tempo, há que avançar com uma solução intermédia, como é o Montijo”.

Victor Jorge

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“O setor do Turismo será provavelmente a melhor Parceria Público Privada do nosso pais”

Na véspera de se comemorar mais um Dia Mundial do Turismo, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) coloca, na sua conferência anual, o ênfase na coesão territorial. Para Francisco Calheiros, presidente da CTP, “o Turismo é promotor da coesão nacional, não só territorial como também económica e social”. Quanto à “velha questão” do aeroporto, “se a escolha recair por uma solução mais demorada no tempo, há que avançar com uma solução intermédia, como é o Montijo”.

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“O Turismo como Fator de Coesão Nacional” é o tema central que a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) leva a debate, no próximo dia 27 de setembro, na Conferência do Dia Mundial do Turismo, que se realiza no Algarve.

O jornal PUBLITURIS falou com Francisco Calheiros, presidente da CTP, a propósito deste evento e tema, admitindo que “o Turismo ao gerar coesão territorial, beneficia dessa coesão, sobretudo da diversidade de recursos que Portugal proporciona”.

Com os dados referentes à atividade turística em Portugal a estarem “em linha com o que era expectável para este ano”, Francisco Calheiros pede uma “redução da carga fiscal existente” e “apoio à recapitalização das empresas que ainda sentem os reflexos da pandemia e dos custos acrescidos motivados pelas consequências da guerra”.

Quanto ao novo aeroporto, “nem parece que ter um novo aeroporto é uma prioridade para o país”, frisa Francisco Calheiros.

A CTP celebra, mais uma vez, o Dia Mundial do Turismo no próximo dia 27 de setembro com a Conferência “Turismo – Fator de Coesão Nacional”. Que importância tem, de facto, o turismo para uma maior coesão nacional e como poderá contribuir para essa coesão?
O Turismo continua a ser um importante motor da economia portuguesa, sendo mesmo a atividade económica mais exportadora de Portugal, representando cerca de 20% do total de exportações de bens e serviços. Isto deve-se em grande parte ao efeito multiplicador do Turismo, já que é uma atividade que fomenta o desenvolvimento de muitos outros setores espalhados pelo país, sendo gerador de desenvolvimento social e económico. E se antes o Turismo estava centralizado em algumas regiões específicas, atualmente a oferta turística é muito mais diversificada, abrangendo praticamente todo o território, sendo por isso fator de coesão nacional.

E de que forma é que um país mais coeso territorialmente poderá beneficiar o setor do turismo nacional?
O Turismo ao gerar coesão territorial, beneficia dessa coesão, sobretudo da diversidade de recursos que Portugal proporciona. Quando se fala de coesão territorial, deve ter-se em conta um acesso mais equilibrado aos instrumentos que permitam o desenvolvimento de uma região, neste caso turisticamente, que é aquilo a que já assistimos atualmente, nomeadamente como fruto do trabalho das Entidades Regionais de Turismo que têm feito um trabalho excelente na promoção dos produtos turísticos locais e regionais, assim como na captação de novos investimentos turísticos. Este é um trabalho que deve continuar a ser feito, com o recurso a apoios como aqueles que foram anunciados recentemente pelo secretário de Estado do Turismo. Estes apoios são necessários para ajudar o esforço de investimento que é feito pelos privados, mas deve ter-se em conta que, em relação aos apoios, se devem flexibilizar as regras de acesso e a utilização das verbas para que depois não fiquem por executar.

O Turismo ao gerar coesão territorial, beneficia dessa coesão, sobretudo da diversidade de recursos que Portugal proporciona

Em diversos fóruns temos ouvido que o importante é dar relevância à descentralização e levar o turismo para o Interior do país. A questão é saber se este Interior está preparado e tem as infraestruturas necessárias para receber os turistas no número que se pretende?
Há mais de um século que o Turismo tem vindo a promover e a desenvolver a sua organização administrativa, sendo a única atividade económica que se encontra descentralizada e regionalizada no nosso país, curiosamente no seu início até por iniciativa privada, a que mais tarde o Estado se vem associar. E hoje há como que uma parceria público-privada no terreno, e em todo o território nacional, através da articulação funcional e operacional entre as Entidades Regionais de Turismo (direito público) e as Agências Regionais de Promoção Turística (direito privado).

Especificamente, tal como pergunta, o interior está hoje muito mais preparado e a prova disso é a muita oferta e de qualidade que está a dar resposta à crescente apetência dos turistas por estas zonas do País. Veja-se também como para além do investimento de empresas locais, atualmente os grandes grupos hoteleiros estão cada vez mais a apostar no interior do país, o que claramente acrescenta valor a estas regiões e as aproxima dos índices daqueles que têm sido os destinos turísticos mais tradicionais. Ou seja, aqui está mais um fator de como o Turismo é promotor da coesão nacional, não só territorial como também económica e social.

Que infraestruturas ainda estão em falta para levar mais turistas para o Interior do país e obter a tal coesão territorial?
A questão que coloca não se resume exclusivamente às infraestruturas, mas estende-se também a equipamentos e às condições mobilidade e atratividade de recursos humanos.

Quanto às primeiras, diria que uma maior aposta e modernização da rede ferroviária que potencie a fluidez dos visitantes pelo território do interior em articulação com as portas aeroportuárias de entrada no país.

Relativamente aos equipamentos, a questão fundamental reside em disponibilizar mais e melhor oferta em termos de habitação para quem se desloque para trabalhar no interior, cujo único esforço de momento está a ser feito pelos privados na medida das suas possibilidades, sem qualquer apoio do Governo. Seria também necessário o reforço de equipamentos que permitam a deslocalização de grandes eventos.

Por último, no que aos recursos humanos diz respeito, será necessário acuar a nível da capacitação na mobilidade e atracção de talentos profissionais para o interior.

Esse desenvolvimento territorial está dependente de apoios ou existe capacidade para os privados liderarem esse processo?
Como é óbvio, há medidas estruturais que não dependem apenas dos privados, pelo que o poder central tem um papel importante no apoio ao reforço da atratividade do interior do país.

Em maio deste ano, o secretário de Estado do Turismo, Nuno Fazenda, anunciou a Agenda do Turismo do Interior, no valor de 200 milhões de euros. Esperemos que exista, ao contrário de outros programas de apoio, noutros anos, uma maior flexibilização no acesso e na aplicação destas verbas, para que possam ser céleres e efetivos os investimentos realizados com o apoio dos valores deste programa de incentivo.

A diminuição da dormida de portugueses é residual e deve-se, em grande parte, à perda de poder de compra dos portugueses

O que foi e será 2023
Estamos praticamente no final do verão de 2023. Como interpreta os números que têm sido divulgados relativamente ao turismo nacional?
As dormidas aumentaram 18,8% de janeiro a junho em relação ao 1.º semestre de 2022, aumentando 11% em relação ao 1.º semestre de 2019, ano antes da pandemia. Também no primeiro semestre tivemos um aumento das receitas, sendo que segundo o World Travel & Tourism Council (WTTC), o Turismo deverá contribuir com perto de 40 mil milhões de euros para a economia portuguesa até ao final de 2023.

São dados que confirmam que a atividade turística continua a crescer de forma sustentável e o que faz antever que este será um dos melhores anos de sempre do Turismo em Portugal.

Estes têm estado em linha com o que era esperado?
Sim, são dados que estão em linha com o que era expectável para este ano.

Ao nível dos mercados, tem-se registado um aumento de alguns mercados externos (EUA, Canadá, Reino Unido), mas registam-se decréscimos de mercados como a Espanha, Finlândia, Bélgica, Alemanha, Brasil. A que se deve este facto?
Desde logo, o aumento de alguns mercados externos como os que refere deve-se por um lado à estratégia de promoção que tem sido seguida pelos privados, em linha com a estratégia nacional de promoção do Turismo português que tem sido realizada no exterior, assim como, por exemplo, em relação aos Estados Unidos, à estratégia de promoção da TAP.

Por outro lado, há que ter em conta a diversidade e qualidade da oferta turística nacional, que passou a ser apetecível por turistas que decidiram alterar os seus destinos de férias, nomeadamente porque desejaram encontrar uma alternativa a mercados para onde antes iam passar férias, mas que são atualmente destinos menos seguros ou que estão junto a zonas do globo próximas de conflitos, de instabilidade social ou que estão a sofrer mais consequências das alterações climáticas.

O que é certo é que estes turistas de mercados que não eram os tradicionais, começaram a vir para Portugal, gostaram, querem repetir a experiência e estão a aconselhar familiares e amigos a virem fazer férias para Portugal.

Os dados do INE mostram, igualmente, uma diminuição nas dormidas dos residentes. Esta realidade era já esperada, depois de alguns anos com as viagens limitadas?
A diminuição da dormida de portugueses é residual e deve-se, em grande parte, à perda de poder de compra dos portugueses.

Penso que estamos perante uma situação pontual e que não é tão grave como se está a querer fazer parecer. O que aconteceu este ano, e sobretudo no mês de junho, é que houve um pouco de menos dormidas de portugueses, mas isto tem várias razões.

Por um lado, pela coincidência com algumas alterações que houve no calendário escolar e, por outro lado, porque as dificuldades financeiras das famílias, sobretudo para fazer face aos créditos à habitação e aos maiores custos inerentes à subia da inflação, fizeram com que alguns portugueses optassem por não fazer férias fora de casa ou decidiram passar períodos de férias em estabelecimentos hoteleiros noutras regiões e por períodos de tempo menores do que fariam habitualmente.

Têm surgido algumas opiniões menos favoráveis relativamente aos preços praticados pelo turismo, nomeadamente, pela hotelaria nacional. Este aumento de preços não seria expectável, dada a atual conjuntura e aumento de preços de forma global?
O Turismo é uma indústria da paz, mas infelizmente depara-se ainda com uma conjuntura de guerra com os efeitos negativos que todos conhecemos, nomeadamente o aumento de custos com a energia, os combustíveis, a inflação em crescendo, os juros altos, pelo que era inevitável um aumento de preços.

A qualidade paga-se e se queremos manter e até aumentar a qualidade dos serviços que oferecemos, se queremos manter o nível de Turismo que temos tido, então temos de ter preços competitivos, de forma a fazer face aos custos crescentes que as empresas enfrentam

Portugal, se manter este aumento de preços poderá tornar-se num destino demasiado caro para o turista estrangeiro, capaz de fazer comparações com outros destinos e com outras ofertas existentes no mercado?
O que se verifica é que o aumento dos preços até não tem travado o número de turistas. Há um aspeto que temos de ter em conta, a qualidade paga-se e se queremos manter e até aumentar a qualidade dos serviços que oferecemos, se queremos manter o nível de Turismo que temos tido, então temos de ter preços competitivos, de forma a fazer face aos custos crescentes que as empresas enfrentam.

Desde o início da pandemia que os recursos humanos têm sido ponto central no desenvolvimento do turismo em Portugal. O que tem sido feito para colmatar esta lacuna? Fala-se muito em protocolos, inclusivamente, com outros países, mas, depois, na prática, o setor sofre com falta de pessoal. Tem sido dado passos para ultrapassar este desafio para os próximos tempos?
Sobre este tema, que nos continua a preocupar, referir-lhe o seguinte: há algo que não podemos esconder e é o facto de que é preciso criar melhores condições, desde logo em termos salariais, para atrair mão de obra. Não esquecer que o Turismo até tem sido dos setores que mais tem aumentado salários.

Mas sendo preciso oferecer ainda melhores salários, é também necessário que o Estado faça a sua parte reduzindo a carga fiscal sobre os rendimentos do trabalho. Todos ganharíamos. É que se os portugueses sentirem que têm melhores salários, mais facilmente virão trabalhar numa profissão de tanto valor como é o Turismo. E se os portugueses sentirem que têm mais dinheiro disponível, também gastarão mais nas férias e isso será bom para o Turismo e para o país.

Seria importante também avançar mais rápida e concretamente com o programa de valorização das profissões anunciado pelo Governo e reforçar a aposta no ensino de qualidade nas Escolas de Turismo.

Por outro lado, complementariamente, para ter mais recursos humanos, neste caso no Turismo, é preciso continuar a apostar na imigração, mas através de uma maior agilização dos processos. É preciso que a contratação seja feita de forma mais organizada, controlada e que o País crie as condições e tenha a capacidade de incluir os imigrantes na sociedade, desde logo, em termos da habitação. O Governo já tornou mais ágil alguma da legislação relativamente aos vistos, mas em termos práticos continua a existir demasiada burocracia.

Uma bola de cristal com aeroporto
Importante, para a CTP, tem sido, também, o debate sobre uma nova infraestrutura aeroportuária para a região de Lisboa. Conta ter uma decisão até final do ano de 2023?
Sinceramente era bom que assim fosse. Como tenho dito, esta é uma decisão política, por isso era bom que se decidisse depressa. No entanto, continuamos a perder demasiado tempo com tantos estudos, com análise de tantas opções. Tínhamos de avançar, mas não vejo avanços. Nem parece que ter um novo aeroporto é uma prioridade para o país. Entretanto, neste momento, o valor perdido pela não construção do novo aeroporto já ultrapassa em muito os mil milhões de euros, de acordo com o contador da CTP.

Há algo de que não abdicamos, se a escolha recair por uma solução mais demorada no tempo, há que avançar com uma solução intermédia, como é o Montijo.

Nem parece que ter um novo aeroporto é uma prioridade para o país

Muitos têm apontado para o facto de a indústria da aviação sofrer alterações no futuro, com possibilidade de menos voos, transferindo-os para a ferrovia. Veja-se o caso em França com os voos com uma duração inferior a duas horas e meia. É mesmo necessário um “grande” aeroporto para a região de Lisboa?
Claro que é mesmo necessário um novo aeroporto! Desde há anos que é necessário um novo aeroporto. Continuamos a recusar slots todos os dias e como já referi, os custos de não ternos um novo aeroporto continuam a acumular-se.

O Turismo, como principal atividade económica do país, tem ainda muito para dar. Há ainda muito por onde podemos crescer. Há uma procura crescente do destino Portugal, pelo que esperamos nos próximos anos muitos mais turistas a querer visitar-nos, mas para isso temos de ter as melhores condições de os receber e isso passa, inevitavelmente, por termos um aeroporto maior, mais moderno e adaptado aos novos tempos, que garanta a prestação de um muito melhor serviço.

E atenção que não se prevê que sejam apenas mais turistas a virem para Portugal nos próximos anos. Há também toda a atividade de negócios e de grandes eventos que tem todo o potencial para crescer. Somos muitos bons a receber e a organizar grandes eventos e isso está nos olhos do mundo. Veja-se o exemplo da Jornada Mundial da Juventude.

As outras regiões – Porto e Norte, Algarve, ilhas, Centro – não necessitariam, igualmente, de atualizações ou novas infraestruturas aeroportuárias, indo ao encontro do “desenvolvimento territorial”?
Penso sinceramente que, a esse nível, o melhor complemento internamente às infraestruturas aeroportuárias existentes, ao novo aeroporto e às acessibilidades rodoviárias que já temos, seria sem dúvida um crescimento e modernização do sistema ferroviário nacional.

Abordada que foi a questão da ferrovia, esta não podia ou devia ser uma alternativa viável para o turismo, agora que a sustentabilidade e as preocupações ambientais estão, como nunca, na ordem do dia?
Sem dúvida que é importante. Não como alternativa, mas como complemento.

O problema nunca tem sido, por exemplo, a Secretaria de Estado ou o Turismo de Portugal. Os entraves vêm, normalmente, de outras entidades governamentais, como sejam os Ministérios das Finanças, Administração Interna ou Negócios Estrangeiros

O que é que o Governo podia fazer mais pelo setor do turismo português? E que papel terão os privados no desenvolvimento do setor do turismo em Portugal?
Tenho frisado já várias vezes, que o setor do Turismo será provavelmente a melhor Parceria Público Privada do nosso pais. Temos tido uma excelente parceria com as entidades públicas diretamente ligadas ao Turismo. O problema nunca tem sido, por exemplo, a Secretaria de Estado ou o Turismo de Portugal. Os entraves vêm, normalmente, de outras entidades governamentais, como sejam os Ministérios das Finanças, Administração Interna ou Negócios Estrangeiros.

Por outro lado, os privados têm demonstrado ter um papel essencial no crescimento e na sustentabilidade da atividade turística.

Em geral, o Governo tem feito um caminho, que tem de continuar a fazer, no sentido de fortalecer o Turismo como principal atividade económica, sendo que o poder central o que pode fazer mais neste momento, seja pelos turistas, por quem trabalha ou quer trabalhar no Turismo e pelas empresas que atuam na atividade turística, é sem dúvida, por exemplo, reduzir a carga fiscal existente e apoiar a recapitalização das empresas que ainda sentem os reflexos da pandemia e dos custos acrescidos motivados pelas consequências da guerra.

Olhando para uma bola de cristal, o que vê para o ano de 2023, em termos globais, sabendo-se que ainda faltam mais de três meses para o final?
Prevejo que este seja um ótimo ano para o Turismo em Portugal. Que esta atividade vai continuar a ser o motor da economia portuguesa e espero que alguns dos dossiers em aberto que têm implicações diretas e indiretas no Turismo vejam finalmente a luz do dia.

Usando as suas palavras, dentro da bola de cristal que se veja o novo aeroporto.

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Etihad Airways reforça ligações para Lisboa a partir de outubro

Entre 27 de outubro de 2024 a 29 de março de 2025, a Etihad Airways vai operar mais dois voos por semana entre Lisboa e Abu Dhabi, passando a um total de seis ligações semanais.

A Etihad Airways vai passar a contar com seis voos por semana na rota Abu Dhabi – Lisboa, num reforço que, segundo a companhia aérea, vai vigorar entre 27 de outubro de 2024 a 29 de março de 2025.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Etihad Airways adianta que os novos voos vão ser operados às segundas, terças, quartas, quintas, sextas e domingos, num aparelho Boeing 789-9 Dreamliner.

“Temos o prazer de anunciar que iremos aumentar a frequência na rota Abu Dhabi – Lisboa para seis voos semanais”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea.

As novas ligações partem de Lisboa pelas 08h35 e chegam a Abu Dhabi às 19h45, enquanto o regresso à capital portuguesa está previsto para as 02h35, chegando a Lisboa às 07h15.

Os novos voos da Etihad Airways vão estar disponíveis para aquisição nos GDS a partir da próxima quinta-feira, 20 de junho.

 

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Azores Airlines já inaugurou voos entre EUA, Canadá e Porto

Todas as operações contam com um voo por semana em cada sentido, contribuindo para aproximar o Porto dos EUA e do Canadá.

A Azores Airlines já inaugurou os novos voos diretos entre Nova Iorque, Boston, Toronto e a cidade do Porto, operações que contam com um voo por semana em cada sentido e que, segundo o Grupo SATA, vêm aproximar o Porto dos EUA e do Canadá.

“Esta operação aérea direta vem reforçar a oferta de voos à partida do Porto e da América do Norte, destinos para os quais a Azores Airlines já voa há mais de duas décadas e onde tem crescido consistentemente. Cremos que a cidade do Porto e a toda a Região Norte, têm argumentos singularmente atrativos para o segmento turístico, mas igualmente importantes para o segmento business ou, ainda, o segmento friends&relatives”, salienta Graça Silva, diretora de Vendas, marketing e comunicação do Grupo SATA.

As partidas de Nova Iorque decorrem aos domingos, enquanto o voo de regresso aos EUA acontece às quintas-feiras, sendo que, no caso das partidas de Boston as saídas são às quartas-feiras, com o regresso a decorrer na terça-feira. Já as partidas para Toronto têm lugar aos sábados, com regresso na sexta-feira.

“Com esta operação direta promovida pela Azores Airlines, a Região Norte e, em particular, a cidade do Porto, estão agora mais perto das icónicas cidades de Boston, Nova Iorque e Toronto, importantes centros de negócio e de confluência de tráfego”, considera a companhia aérea do Grupo SATA.

Além destes voos para a América do Norte, a Azores Airlines lembra que oferece também 24 ligações semanais entre o Porto e os Açores (Ponta Delgada e Terceira), que permitem ligação para Boston, Nova Iorque, Cabo Verde (Praia), Toronto e Montreal, via Ponta Delgada.

 

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Costa Cruzeiros já usa energia elétrica no porto de Kiel

O Costa Diadema foi o primeiro navio da Costa Cruzeiros a usar este tipo de ligação em Kiel, Alemanha, o que aconteceu pela primeira vez no passado dia 7 de junho.

A Costa Cruzeiros já está a usar a ligação elétrica em terra no porto de Kiel, na Alemanha, tendo o Costa Diadema sido o primeiro navio da companhia de cruzeiros a usar este tipo de ligação, no passado dia 7 de junho, informou a Costa Cruzeiros.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia de cruzeiros explica que a ligação à energia elétrica aconteceu no terminal de cruzeiros de Ostuferhafen, em Kiel, Alemanha, depois dos testes de integração realizados nas últimas semanas terem sido concluídos.

“O Costa Diadema conseguiu ser totalmente alimentado a partir do sistema de energia em terra do terminal de cruzeiros de Ostuferhafen, que forneceu a energia necessária para todos os serviços e necessidades a bordo enquanto este esteve atracado. Desta forma, o navio pôde desligar os seus motores, eliminando as emissões diretas para a atmosfera”, explica a Costa Cruzeiros.

O navio vai continuar a ligar-se à eletricidade em terra ao longo de todo o verão, o que inclui um total de 16 escalas em Kiel, porto que está incluído num itinerário para visitar os fiordes da Noruega e que vai ser realizado até 19 de setembro.

“A estreia da energia elétrica em terra na nossa frota é mais um passo no nosso caminho para a descarbonização. Este importante resultado para a Costa foi alcançado graças à cooperação com o Porto de Kiel. Estamos totalmente empenhados em melhorar continuamente o desempenho ambiental dos nossos navios, tanto quando navegam como quando estão atracados”, congratula-se Mario Zanetti, presidente da Costa Cruzeiros.

Recorde-se que a Costa Cruzeiros tem o objetivo de contar com uma frota com zero emissões líquidas de gases com efeito de estufa até 2050, motivo pelo qual está a trabalhar para melhorar a sua eficiência energética.

 

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Rede Expressos vai reforçar ligações europeias diretas ao Algarve

É já a partir do próximo mês de julho que a Rede Expressos vais disponibilizar ligações diretas de Rennes, Nantes, Bruxelas e Zurique ao Algarve. O operador decidiu também incluir carreiras gratuitas na rede regional VAMUS a todos os portadores de bilhetes Expresso com destino e origem no Algarve.

O Algarve é uma região turística que gera grandes fluxos de pessoas durante o verão pelo que a Rede Expressos decidiu avançar com novas ligações regulares entre a região e várias cidades europeias, designadamente Rennes, Nantes, Bruxelas e Zurique, com início a 2 de julho.

Tendo em atenção os muitos passageiros que se deslocam para a região algarvia, a Rede Expressos decidiu, ainda, manter uma campanha promocional de tarifas a 3,95 euros e permitir que os detentores de bilhetes Expresso possam também viajar gratuitamente na rede regional VAMUS Algarve, de forma a melhorarem a sua mobilidade local durante o período de férias.

Os novos destinos da Rede Expressos com origem e destino o Algarve serão realizados três vezes por semana, em ambos os sentidos, sendo Nantes, Zurique e Bruxelas diurnos e Rennes noturno. As paragens no Algarve cobrem as cidades de Lagos, Portimão, Albufeira, Faro e Faro Aeroporto bem como Tavira.

Refira-se que a Rede Expressos já proporcionava serviços diretos, a partir de 49 euros, de e para o Algarve com as cidades espanholas de Madrid, Barcelona e Córdoba, bem como a Lyon e Suíça.

O transporte de passageiros por autocarro para Espanha e França tem vindo a aumentar significativamente, com a Rede Expressos a anunciar aumentos superiores a 20% entre março e maio, comparativamente com o período homólogo do ano passado. As previsões para o verão apontam já para um aumento de mais de 50% dos passageiros, bem como reforço de 39% dos serviços internacionais.

 

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Bolieiro contra taxa turística regional

O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, que recebeu em audiência, o presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD), Mário Fortuna, manifestou a sua oposição à implementação de uma taxa turística regional.

Após reflexão conjunta com a Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD), a Associação da Hotelaria Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e a Associação de Alojamento Local dos Açores (ALA), o Presidente do Governo Regional dos Açores, manifestou a sua oposição à implementação de uma taxa turística regional.

No encontro que manteve com o presidente da CCIPD, José Manuel Bolieiro sublinhou ainda a importância de manter a competência nos municípios da criação de taxas turísticas, considerando que esta matéria deve ser concretizada pelo poder local e alinhada com a competitividade territorial, avança notícia publicada na página oficial do Governo Regional.

“Esta matéria deve ser concretizada por via do poder local e da competitividade territorial. O Governo dos Açores é claro e objetivo, não considera oportuno nem adequado a criação de uma taxa turística regional”, frisa José Manuel Bolieiro, de acordo com a mesma notícia.

O Presidente do Governo reafirmou ainda o compromisso de trabalhar em conjunto com as entidades representativas do setor turístico e económico para promover o desenvolvimento sustentável dos Açores, sem onerar os visitantes ou comprometer a competitividade do destino.

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Azores Stopover eleito um dos melhores para este verão

O Stopover da Azores Airlines, denominado “Azores Stopover”, foi eleito como um dos 10 programas stopover a não perder este verão pela publicação internacional Business Traveler.

O Stopover da Azores Airlines, denominado “Azores Stopover”, foi eleito como um dos 10 programas stopover a não perder este verão pela publicação internacional Business Traveler, informou o Grupo SATA, em comunicado.

Segundo a companhia aérea do grupo de aviação açoriano que realiza voos internacionais, este programa “oferece a possibilidade de incluir, na ida, na volta ou em ambos os sentidos de uma viagem entre a América do Norte e a Europa ou entre a Europa e a América do Norte, uma paragem intermédia até sete dias no arquipélago dos Açores, antes de prosseguir até ao destino final”.

“O programa “Azores Stopover” é potenciado pela localização estratégica da Azores Airlines entre a América do Norte e o continente Europeu, oferecendo aos nossos passageiros a possibilidade de conhecer este local mágico e absolutamente imperdível, que são os Açores, entre o seu ponto de partida e o seu ponto de chegada”, destaca Graça Silva, diretora de Vendas, Marketing e Comunicação do Grupo SATA.

Além do Stopover da Azores Airlines, a publicação considerou que também os programas semelhantes das companhia aéreas Copa Airlines (Panamá), Icelandair (Islândia), Turkish Airlines (Turquia), Ethiad Airways (Emirados Árabes Unidos), Iberia (Espanha), TAP Air Portugal, Japan Airlines (Japão), Singapore Airlines (Singapura) e Fiji Airways (Fiji) estão entre os melhores para este verão.

Recorde-se que a Business Traveler é uma publicação norte-americana disponibilizada em mais de 90 aeroportos dos EUA e divulgada na ReachTV, a maior estação de televisão aeroportuária a ser emitida em portas de embarque, bares e restaurantes de aeroportos, principais lounges de companhias aéreas, bem como em 400.000 quartos de hotel.

Mais informações sobre o Azores Stopover podem ser consultadas aqui.

 

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Living Tours lança experiências personalizadas em Portugal e Espanha

As experiências exclusivas da Living Tours para viajantes que procuram descobrir Portugal e Espanha são garantidas pela Living Private Tours, uma das mais recentes áreas de negócio especializadas do grupo.

A Living Tours anunciou o lançamento de experiências de viagens personalizadas e exclusivas para viajantes que procuram descobrir Portugal e Espanha de uma forma mais próxima e que são garantidas pela Living Private Tours, uma das mais recentes áreas de negócio especializadas do grupo.

“O investimento no segmento de experiências privadas resulta da cada vez mais exigente procura de mercado que coloca como prioridade a imersão completa na cultura e na história de cada destino. Em resposta, apresentámos uma solução que combina o conhecimento local com serviços de alta qualidade para criar itinerários selecionados e à medida das preferências individuais de cada cliente”, explica Rui Terroso, CEO e fundador da Living Tours.

Estas experiências personalizadas incluem desde passeios privados a experiências gastronómicas e procuram também promover o turismo sustentável e responsável de cada região.

A Living Tours explica que a experiência tailor-made está sobretudo voltada para os grandes pontos de atração turística nacionais, nomeadamente Porto, Região do Douro e Lisboa, ainda que esteja também disponível um pouco por todo o país.

A Norte, acrescenta a Living Tours, a proposta passa pela ligação à gastronomia e ao vinho com propostas que percorrem restaurantes com estrela Michelin e as paisagens das regiões de Peso da Régua, Pinhão e Sabrosa, enquanto a partir da capital portuguesa estão reservadas experiências ligadas à História e arquitetura, com passagens por Sintra, Cascais ou Óbidos, e até experiências a cavalo na Arrábida ou Comporta.

Em território espanhol, a Living Tours propõe ainda uma tríade de destinos, concretamente Barcelona, Madrid e Sevilha, onde existem opções para mergulhar na cultura e nos centros históricos de cada cidade durante um dia completo, seja a pé, de bicicleta ou com complemento de um cruzeiro.

Todo o portfólio de experiências da Living Tours pode ser consultado aqui, enquanto para a criação de itinerários customizados adicionais, está disponível o e-mail [email protected] ou o número de telefone +351 968 865 200.

 

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Comboio Histórico do Douro realiza 51 viagens entre junho e outubro

Na temporada 2024, ou seja, de junho a outubro, o Comboio Histórico do Douro vai realizar 51 viagens. A primeira aconteceu no sábado, dia 15 de junho, entre as estações da Régua e do Tua (ida e volta).

Trata-se de uma autêntica viagem no tempo com vista para a icónica paisagem do Douro, Património Mundial da UNESCO, num comboio da CP composto por uma locomotiva a vapor de 1925 e por cinco carruagens históricas construídas entre 1908 e 1934, que percorre os 36 quilómetros de distância entre as estações da Régua e do Tua (ida e volta, com paragem no Pinhão).

Nesta temporada 2024, e face ao crescente interesse e procura por esta experiência diferente e histórica, a CP – Comboios de Portugal decidiu aumentar o número de viagens realizadas. Ao todo, está prevista a realização de 51 circulações, entre os meses de junho e outubro, às quartas-feiras, sábados, domingos e também no feriado de 15 de agosto. A primeira viagem aconteceu a 15 de junho e a última será a 27 de outubro.

O Comboio Histórico do Douro, mais do que passageiros, transporta história, cultura e emoções, apostando no envolvimento da região, numa parceria com as autarquias de Alijó, Carrazeda de Ansiães e Peso da Régua, que pretende valorizar este território, promover os produtos locais e enriquecer o serviço de turismo ferroviário, tornando as viagens ainda mais atrativas, indica a CP em nota de imprensa.

O programa arranca na Régua, 30 minutos antes da partida, contando com uma oferta de um cálice de vinho do Porto – “Porto Ferreira”, águas e rebuçados da Régua, entre outros. Em cada viagem haverá animação regional a bordo, assim como doces típicos da região.

Haverá ainda, quer na ida quer no regresso, uma paragem na estação do Pinhão, onde os participantes têm a oportunidade de assistir ao abastecimento de água à locomotiva a vapor e podem também admirar os famosos painéis de azulejos que decoram as paredes da estação, assim como visitar uma “Wine House” e adquirir produtos típicos da região. Na estação do Tua, enquanto a locomotiva a vapor faz as manobras de inversão, há tempo para relaxar, admirar a paisagem e visitar o local.

Com lotação para 254 passageiros, a partida da Régua é às 15h30 com chegada ao Tua às 16h40 (com paragem no Pinhão). No regresso deixa o Tua às 17h08 para chegar à estação da Régua às 18h26 (com paragem no Pinhão). Os adultos pagam 54 euros e as crianças 28 euros. Há preços especiais para grupos.

 

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II Roadshow Iberostar decorre entre 25 e 27 de junho e espera 450 participantes

A iniciativa arranca em Lisboa, no dia 25 de junho, e segue para Coimbra no dia seguinte, 26 de junho, enquanto a cidade do Porto recebe o roadshow no dia 27 de junho. A Iberostar Hotels & Resorts espera a participação de 450 agentes de viagens no conjunto das três cidades.

A Iberostar Hotels & Resorts anunciou que o II Roadshow Iberostar, evento dedicado aos agentes de viagens, vai decorrer entre 25 e 27 de junho, pelas 19h00, passando por Lisboa, Coimbra e Porto.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Iberostar Hotels & Resorts explica que “o evento é composto por uma formação em estilo reuniões rápidas, seguida de um jantar e sorteio de fantásticas estadias”, sendo esperada a participação de 450 agentes de viagens no conjunto das três cidades.

“Este será o momento ideal para conhecer as novidades do Grupo Iberostar, para interagir com outros profissionais do setor e explorar novas oportunidades de negócios para todos os presentes”, indica o grupo, revelando que o roadshow vai contar com a presença de responsáveis da Iberostar em representação de oito destinos, bem como de representantes do operador turístico Newblue.
A iniciativa arranca em Lisboa, no dia 25 de junho, e segue para Coimbra no dia seguinte, 26 de junho, enquanto a cidade do Porto recebe o roadshow no dia 27 de junho, encerrando o evento.
Na informação divulgada, a Iberostar Hotels & Resorts indica que o roadshow está “esgotado em todas as cidades”, motivo pelo qual foi aberta uma formação que vai ter lugar no Porto e para a qual ainda existem vagas para interessados. A iniciativa decorre no dia 27 de junho, pelas 10h00.
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Distribuição

Mercado das Viagens termina ciclo de 15 formações técnicas

A rede Mercado das Viagens acaba de terminar um ciclo de 15 formações técnicas às agências de viagens suas associadas.

Continuando a apostar nas suas formações em formato webinar, a rede Mercado das Viagens mantém o compromisso para com toda a sua rede e parceiros.

Assim, nesta fase, participaram 15 fornecedores, incluindo operadores turísticos com produtos mais específicos, centrais de reservas hoteleiras, companhias de cruzeiros, rent-a-car, destinos exóticos e gestão.

 

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