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SATA conquista certificação Quality Assurance Standard

As companhias aéreas do Grupo SATA (Azores Airlines e SATA Air Açores) acabam de receber o certificado internacional Quality Assurance Standard (QAS) que confirma a qualidade do seu programa de compensação de emissões carbónicas.

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O certificado internacional que as companhias aéreas do Grupo SATA passam a ostentar garante que o programa de Compensação Voluntária de Carbono (SATA ICOP) está de acordo com as melhores práticas internacionais e conforme os requisitos em vigor.

Os mais de oito mil passageiros das duas companhias aéreas que já contribuíram voluntariamente para o programa têm a garantia que os donativos estão alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS).

O SATA ICOP (Carbon Offset Program), um programa promovido pela IATA (International Air Transport Association) ao qual as companhias SATA se associaram, tem contribuído para reduzir levar o impacto das emissões de carbono da aviação através da cooperação em projetos de desenvolvimento sustentável, em diferentes regiões do planeta.

Com esta iniciativa concretizada, o grupo indica que dá mais um passo na concretização do desenvolvimento sustentável do negócio. Para além da renovação da frota da Azores Airlines, que merece destaque por ser aquele que permite um volume mais significativo de redução nas emissões de CO2 produzidas, o programa de compensação voluntária de emissões de carbono já implementado “é uma iniciativa que também contribuiu para a consolidação dos objetivos de sustentabilidade ambiental que as empresas do grupo açoriano fazem por alcançar”, refere a empresa aérea em nota de imprensa.

Neste caso destaca que as suas companhias aéreas foram também pioneiras em Portugal na certificação IEnvA, um programa desenvolvido pela IATA que potencia a alteração de procedimentos a implementar em todas as áreas das empresas e que garantam a adoção de práticas ambientais robustas e especificamente desenvolvidas para o sector com o objetivo de reduzir o impacto da indústria no meio ambiente. Foram também subscritoras iniciais da Cartilha de Sustentabilidade do Arquipélago dos Açores, que define um conjunto de metas anuais a atingir pelas empresas associadas, cujos objetivos estão igualmente alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

 

 

 

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Foto: Aeroportos de Moçambique

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Américo Muchanga é o novo presidente da LAM

Américo Muchanga era, até esta terça-feira, 9 de julho, presidente dos Aeroportos de Moçambique e foi agora escolhido para substituir Theunis Christian de Klerk Crous, que liderava a companhia aérea moçambicana de forma interina desde fevereiro.

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A LAM – Linhas Aéreas de Moçambique passou a ser liderada por Américo Muchanga, que foi escolhido pelo Conselho de Administração para novo presidente da companhia aérea moçambicana.

Segundo a Lusa, que cita um comunicado da transportadora aérea de Moçambique, Américo Muchanga era, até esta terça-feira, 9 de julho, presidente dos Aeroportos de Moçambique, cargo que ocupava desde fevereiro de 2022, e foi agora escolhido para substituir Theunis Christian de Klerk Crous.

A Lusa recorda que Theunis Christian de Klerk Crous ocupava as funções de presidente da LAM de forma interina desde fevereiro passado, no seguimento do afastamento de João Carlos Pó Jorge e do processo de reestruturação da empresa, que está a cargo da Fly Modern Ark (FMA), empresa sul-africana contratada para recuperar a LAM.

Com a chegada da FMA à LAM, o que acontece desde abril do ano passado, a transportadora moçambicana tem vindo a passar por um processo de reestruturação, que se segue a vários anos de problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimentos.

Desde a entrada da FMA na companhia aérea, foram descobertos esquemas de desvio de dinheiro, que estão a ser investigados pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) de Moçambique.

A LAM opera 12 destinos no mercado doméstico, a nível regional voa regularmente para Joanesburgo, Dar-Es-Salaam, Harare, Lusaca, e Cidade do Cabo, sendo Lisboa o único destino intercontinental da companhia aérea moçambicana.

 

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Culture and Tourism Innovation Global Summit dia 16 de julho em Lisboa

O Culture and Tourism Innovation Global Summit, que terá lugar na próxima terça-feira, dia 16 de julho, em Lisboa, vai reunir os melhores profissionais da indústria para partilhar conhecimento, experiências e novas visões do futuro do setor. No evento serão igualmente apresentados casos de sucesso, estratégias e tendências.

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A agenda dos trabalhos conta com diferentes painéis especialmente projetados para capacitar executivos, dotando uma estratégia digital e sustentável para os seus negócios, indica a organização do evento, a Rede do Empresário.

O primeiro painel, com o tema “Estado de Arte da Cultura e do Turismo”, às 10h, contará com a participação de Pedro Machado, secretário de Estado do Turismo; da deputada socialista Ana Mendes Godinho; Isabel Tavares, diretora de Vendas e Marketing da The Editory Collection Hotels; Lídia Monteiro; vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal; e Raquel Vila Verde, Head of Communication and Brand Management Department na Caixa Geral de Depósitos.

Ainda de manhã terá lugar o painel dedicado ao tema “Desenvolvimentos Positivos com Abordagem de toda a Indústria: Colaboração, Inovação e Tecnologia”, que contará com representantes do Grupo Pestana, D-EDGE, Grupo UIP, Turismo de Portugal e TAP, como oradores.

Segue-se o terceiro painel: “Comunicação, Tecnologia e os Facilitadores da Educação”, que terá como oradores representantes da Les Roches, LCA, CARMA, CLEVER e da Escola Superior de Hotelaria do Estoril.

O evento vai ainda analisar a “Sustentabilidade na Cultura e no Turismo”, com representantes da AHP, Quinta do Roseiral, MSC Cruzeiros, Abreu e AILD, bem como o “Futuro dos Recursos Humanos na Cultura e Turismo”, com a presença de responsáveis da Fórum Turismo, KeepTalent Portugal, Merytu e Time4Travel.

Da parte da tarde, e antes da sessão de encerramento haverá espaço para o painel com o tema “Mudança para o futuro – Avanços na cultura e turismo sustentável”, com participação de representantes da Câmaras Municipais de Lisboa, Leiria, Torres Vedras e Loulé.

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ARAC denuncia “concorrência desleal de operadores não regulamentados” no aluguer de autocaravanas

A ARAC diz que, nos últimos anos, têm surgido plataformas que disponibilizam autocaravanas particulares, “frequentemente sem respeitar a legislação que regulamenta esta atividade”, o que pode prejudicar os consumidores e a imagem do país enquanto destino turístico de excelência.

Inês de Matos

A Associação Nacional dos Locadores de Veículos (ARAC) veio esta terça-feira, 9 de julho, alertar os consumidores e denunciar a existência de “concorrência desleal de operadores não regulamentados” no aluguer de autocaravanas, o que afeta negativamente as empresas que cumprem a lei e pode prejudicar “a reputação de Portugal como um destino turístico de prestígio”.

Num comunicado enviado à imprensa, a associação que representa o rent-a-car em Portugal, em cuja legislação está inserida a regulação das autocaravanas, lembra existe “um conjunto de obrigações para garantir a legalidade, a proteção dos consumidores e a transparência contratual” no aluguer destes veículos.

“No entanto, nos últimos anos, têm surgido várias plataformas de aluguer que disponibilizam autocaravanas pertencentes a particulares, frequentemente sem respeitar a legislação que regulamenta esta atividade. Estes veículos, muitas vezes com um grande número de anos de uso, não cumprem os requisitos legais necessários e operam num quadro legal e fiscal pouco claro, prejudicando os consumidores que os utilizam”, lamenta a associação.

A ARAC diz que tem vindo a denunciar esta situação às “autoridades competentes”, ainda que, até ao momento, não tenham existido “resultados eficazes”, numa situação que a associação diz que “prejudica os consumidores” e a reputação do país.

“Dado o crescimento turístico em Portugal, é fundamental que as entidades públicas relacionadas com a mobilidade, o turismo e as autoridades policiais e fiscais atuem de forma coordenada para resolver este problema. Esta situação não só prejudica os consumidores, como também afeta negativamente a reputação de Portugal como um destino turístico de prestígio”, defende a ARAC.

A associação concorda que a “atividade de aluguer de autocaravanas em Portugal apresenta um potencial significativo de crescimento e desenvolvimento” mas defende que “é essencial assegurar que este crescimento seja sustentável e regulamentado, de forma a proteger os consumidores e manter a reputação de Portugal como um destino
turístico de excelência”.

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Portugueses planeiam gastar mais nas férias

Segundo o Observador Cetelem, os portugueses têm, este verão, um orçamento de 1.005,57 euros para as férias de verão, o que representa um aumento de 54 euros face ao verão do ano passado, mas uma descida de 347 euros comparativamente às férias de 2019.

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Os portugueses estão a pensar nas férias e, segundo o Observador Cetelem, cerca de um quarto dos turistas nacionais planeia gastar mais neste verão, com o orçamento a chegar aos 1.005,57 euros, o que representa um aumento de 54 euros face ao verão do ano passado, mas uma descida de 347 euros comparativamente às férias de 2019.

“Os resultados do mais recente Observador Cetelem, marca comercial do grupo BNP Paribas Personal Finance, sobre as intenções para as férias de verão revelam que ¼ dos portugueses tenciona gastar mais do que no ano passado durante o período de férias de verão, enquanto 20% planeiam gastar menos e 48% o mesmo”, apurou o Observador Cetelem.

Segundo esta pesquisa, a estadia representa a maior parcela dos gastos com as férias de verão, cerca de 450 euros em média, seguida da viagem, que representa perto de 300 euros, e ainda das refeições, que devem custar cerca de 250 euros.

É nas atividades de lazer que os turistas portugueses contam gastar menos dinheiro nestas férias de verão, com o Observador Cetelem a apurar que o orçamento para este tipo de gasto ronda os 170 euros.

O estudo diz também que cerca de metade dos turistas nacionais vai utilizar o cartão crédito para pagar as despesas das férias de verão, um número inferior quando comparado com 2022 (64%).

O número de portugueses que está a planear férias fora do país também aumentou, ainda que a maioria dos turistas nacionais continuem a preferir destinos nacionais, até porque a escolha do destino também tem interferência no orçamento, o que leva a que para 49% dos portugueses o custo financeiro seja o fator com mais influência na hora de escolher o destino.

“Porém há ainda outros motivos que “pesam” na decisão: correspondência com “o tipo de férias pretendido” (27%), a” atratividade do destino” (17%) e a “recomendação de familiares e amigos” (4%)”, acrescenta o Observador Cetelem.

Depois, há ainda 8% de portugueses que afirmam que não planeiam fazer férias nos meses mais quentes do ano, apontando a falta de condições financeiras (39%) e também o facto de os preços serem mais elevados nesta altura do ano (13%).

 

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Cantora Meghan Trainor é a madrinha do Utopia of the Seas

Meghan Trainor vai participar num mini-cruzeiro de três noites com a presença de 52 fãs da artista, que decorre ainda antes da inauguração do novo navio da Royal Caribbean International, prevista para 19 de julho.

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A Royal Caribbean International (RCI) escolheu a cantora e compositora Meghan Trainor para madrinha do Utopia of the Seas, novo navio da companhia de cruzeiros, que vai ser inaugurado a 19 de julho, em Port Canaveral, nos EUA.

“É uma honra incrível juntar-me à família Royal Caribbean como madrinha do Utopia of the Seas e dar o tom para as festas que virão”, congratula-se Meghan Trainor, que vai participar num mini-cruzeiro de três noites ainda antes da inauguração do navio e que vai contar com a presença de 52 fãs da artista.

Segundo a RCI, este mini-cruzeiro tem partida a 15 de julho, estando os fãs de Meghan Trainor que vão participar na viagem a ser atualmente selecionados através de um concurso no Instagram da Royal Caribbean, onde é também possível consultar as regras oficiais do sorteio.

“A bordo do cruzeiro de 3 noites, haverá festa atrás de festa, desde uma apresentação ao vivo no Utopia da cantora de “Timeless”, na premiada  ilha privada da Royal Caribbean, Perfect Day em CocoCay nas Bahamas até à festa de batismo acompanhada pela recém-nomeada madrinha. Tudo acontece poucos dias antes da partida inaugural a 19 de julho em Port Canaveral (Orlando), Flórida”, revela a companhia de cruzeiros, num comunicado divulgado esta terça-feira, 9 de julho.

Neste mini-cruzeiro, está prevista uma atuação de Meghan Trainor no AquaTheater, num espetáculo exclusivo que vai ainda oferecer aos fãs da cantora a possibilidade de a conhecerem pessoalmente.

Segundo Michael Bayley, presidente e CEO da RCI, Meghan Trainor é a madrinha perfeita para o Utopia of the Seas, uma vez que a artista personifica aquilo que o navio pretende oferecer, afirmando-se como um espaço de “celebrações”, para “celebrar com amigos e família” e criar memórias em conjunto.

Depois da inauguração, o Utopia of the Seas vai oferecer mini-cruzeiros de três e quatro noites durante a semana, com partida de Port Canaveral, disponibilizando uma vasta gama de atividades e entretenimento, além de 40 espaços de restauração, dois casinos e várias piscinas.

O navio vai passar a realizar escalas em Nassau e na Perfect Day at CocoCay, a ilha privada da RCI nas Bahamas, que oferece animação variada, contando com 14 aquaslides, a maior piscina de água doce das Caraíbas e das Bahamas, e o recém-inaugurado oásis exclusivo para adultos, o Hideaway Beach, que conta com praia particular, piscinas e locais para bebidas e petiscos, cabanas exclusivas, bem como DJ ao vivo.

 

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Edição de 2024 do Festival Nacional de Gastronomia de Santarém vai ser de 17 a 27 de outubro

Entre 17 e 27 de outubro, a gastronomia será rainha em Santarém, com a realização da 43ª edição de um dos principais eventos de gastronomia do país, que este ano promete muitas novidades. “Troféu Portugal” é o nome do concurso que coloca à prova oito cozinheiros, cada um de uma região específica do país, que terão como desafio privilegiar os produtos locais nas suas receitas.

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A próxima edição do Festival Nacional de Gastronomia (FNG) de Santarém vai decorrer de 17 a 27 de outubro. O anúncio foi feito pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Santarém, João Teixeira Leite, durante o pré-lançamento da edição de 2024 do Festival, que decorreu durante o “Chefs on Fire”, no Jardim das Portas do Sol, naquele município. O concurso “Troféu Portugal” será uma das grandes novidades deste ano, colocando à prova oito cozinheiros de diferentes regiões, que terão de utilizar nas suas receitas ingredientes das localidades que representam.

O mote da edição deste ano é “Tradição com sabor a futuro”, sobre o qual o autarca referiu que “vamos colocar a tradição gastronómica de mãos dadas com a modernidade. Somos a capital da gastronomia e o nosso festival é o mais antigo e transversal festival gastronómico do nosso país e tem tido a capacidade de modernizar-se e envolver as novas gerações”. Estarão presentes 12 restaurantes a servir o melhor da gastronomia portuguesa, de todas as regiões do país, incluindo Açores e Madeira.

O autarca lançou também a imagem do evento para este ano e divulgou que na apresentação oficial a realizar em Lisboa, no final de setembro, serão apresentadas as restantes novidades.

No pré-lançamento do evento estiveram também o embaixador para a gastronomia de Santarém o chef Rodrigo Castelo e José Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERTAR), tendo este último elogiado o dinamismo da cidade na organização de eventos que atraem muitos visitantes ao concelho, “Santarém está em grande forma, é fundamental continuar esta aposta na realização de eventos que gerem dinâmica, com destaque para a temática da gastronomia” referiu o presidente da (ERTAR).

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AHETA mantém aposta na formação de ativos

A AHETA continua a apostar na formação profissional dos seus ativos para 2024/2027, tendo, para esse efeito, apresentado uma candidatura ao Programa de Financiamento do Fundo Social Europeu “Ações de Formação Modulares Certificadas”.

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Tendo estabelecido um protocolo de colaboração com a Competir, empresa especializada e certificada na área de formação profissional, a AHETA apresentou uma candidatura ao Programa de Financiamento do Fundo Social Europeu “Ações de Formação Modulares Certificadas”.

Esta candidatura prevê que os funcionários e colaboradores das empresas associadas da AHETA possam beneficiar de formação no sentido de melhorar as suas competências e desempenho, nas áreas de turismo e lazer, imagem pessoal e comunicação com o cliente, atendimento-técnicas de comunicação, primeiros socorros, ambiente, segurança, higiene e saúde no trabalho, HCCP, língua portuguesa e estrangeiras, tecnologias de informação e comunicação, entre outras, bem como formação à medida enquadrada no levantamento de necessidades dos nossos associados.

Em paralelo, a Associação irá disponibilizar “Formação Emprego + Digital” em meios de comunicação digital, cibersegurança, folha de cálculo, gestão informatizada de documentos, escritório eletrónico, atendimento não presencial ao cliente, literacia digital-iniciação, técnicas de marketing digital e gestão das redes sociais, entre outras, que visa especialmente a melhoria nas competências digitais dos colaboradores de todos os nossos associados.

Ao desenvolver todos estes programas de formação, em colaboração com a Competir, empresa com 31 anos de experiência a atuar no mercado, “estaremos a dar passos significativos para a melhoria dos serviços a prestar aos nossos turistas e visitantes, contribuindo igualmente para o reforço de competências das nossas equipas”, refere a AHETA em nota de imprensa.

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Consórcio estuda criação do primeiro centro de hidrogénio para a aviação em Espanha

Airbus, Aena, Air Nostrum, Iberia, Exolum e Repsol uniram esforços para estudar a criação do primeiro centro de hidrogénio para a aviação em Espanha.

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Seis empresas – Airbus, Aena, Air Nostrum, Iberia, Exolum e Repsol – uniram forças para enfrentar os principais desafios da implantação da aviação movida a hidrogénio em Espanha.

Esta é a primeira vez que uma colaboração reúne toda a cadeia de valor, desde a produção de energia primária até às operações em terra com hidrogénio, com duas companhias aéreas a bordo e numa rede completa de aeroportos ao mesmo tempo.

Esta colaboração proporcionará aos parceiros uma visão holística da aeronave movida a hidrogénio e da forma como esta pode ser integrada no ecossistema aeroportuário.

Em comunicado, o consórcio informa que “não se centrará apenas no abastecimento e nas infraestruturas de hidrogénio, mas também nos requisitos específicos das operações em terra nos aeroportos”. O objetivo final é promover e apoiar o crescimento do ecossistema da aviação a hidrogénio em Espanha.

“Na Airbus, a descarbonização da aviação é um dos nossos objetivos mais importantes e a implantação de aeronaves comerciais movidas a hidrogénio com o seu ecossistema é uma dessas alavancas fundamentais. Dado o grande potencial da Espanha em termos de energias renováveis e produção de hidrogénio com baixo teor de carbono, é essencial que a indústria da aviação como um todo colabore para garantir uma futura cadeia de abastecimento de hidrogénio de ponta a ponta até aos aeroportos”, afirma Karine Guenan, vice-presidente do Ecossistema ZEROe da Airbus.

Do lado da Aena, a diretora de Sustentabilidade, Ana Salazar, acrescenta que “a descarbonização do setor do transporte aéreo é uma prioridade para a Aena”, considerando ainda que esta colaboração “permitir-nos-á compreender melhor como se poderá materializar no futuro o processo de fornecimento de hidrogénio aos aeroportos espanhóis, a fim de estabelecer um roteiro para enfrentar os principais desafios apresentados pela introdução deste novo vetor energético em ambiente aeroportuário”.

María José Sanz, diretora de Qualidade e Ambiente da Air Nostrum, explica, por sua vez, que o compromisso é de “estar ao lado dos criadores de novas tecnologias destinadas a descarbonizar o transporte aéreo. Como companhia aérea regional, podemos ser relevantes no projeto porque temos as condições necessárias para nos tornarmos os primeiros implementadores da tecnologia do hidrogénio, graças à dimensão dos nossos aviões e à distância média que voamos”.

Teresa Parejo, diretora de Sustentabilidade da Iberia, destaca que “a colaboração entre os diferentes atores é necessária para avançar na descarbonização do setor”, admitindo que “o hidrogénio fará previsivelmente parte do futuro da aviação, que virá mais tarde e complementará o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis; para alcançar esse futuro, temos de começar a dar os primeiros passos agora”.

Andrés Suárez, Global Strategy & Innovation Lead da Exolum, refere que a empresa está “comprometida com o desenvolvimento e operação de infraestruturas que contribuam para impulsionar a transição energética e a descarbonização da mobilidade aérea em todas as suas áreas e, especialmente, com a implantação do hidrogénio como uma solução energética futura para o sector”.

Luis de Oyarzabal, diretor sénior de Novos Negócios da Repsol, termina assinalando que o hidrogénio renovável é “fundamental na nossa estratégia de descarbonização. Não só o utilizaremos nas nossas aplicações industriais, como também prevemos o seu potencial no domínio da mobilidade. Para promover este mercado, consideramos essencial colaborar com os melhores parceiros, reunidos neste centro, para tirar o máximo partido da oportunidade que temos”.

Refira-se que a Airbus lançou o programa “Hydrogen Hub at Airports” para promover a expansão da infraestrutura de hidrogénio na aviação. Até à data, foram assinados acordos com parceiros e aeroportos em 13 países, incluindo Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Nova Zelândia, Noruega, Singapura, Espanha, Coreia do Sul, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

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Parque Aquático de Amarante investe 2M€ em novas atrações ao celebrar 30 anos

O Monster Lotus e o Vertigem são os dois novos escorregas de assinatura que fazem agora parte do leque de atrações do Parque Aquático de Amarante, que atrai ao município mais de 220 mil pessoas por ano, número que deverá crescer, significativamente, esta temporada, depois do investimento realizado, orçado em cerca de dois milhões de euros, no ano em que celebra o seu 30º aniversário.

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Helder Silva, diretor geral do Parque Aquático revela que “um projeto desta dimensão, que celebra este ano 30 anos, tem, obrigatoriamente, que se ir renovando anualmente”, para acrescentar que “isso implica estar atento às novidades do setor e ter recursos humanos e financeiros que nos permitam investir naquilo que sentimos que são as necessidades dos nossos visitantes”, projetando uma época balnear fervorosa. As reservas já estão disponíveis, online, com preços dinâmicos, que incluem descontos que podem ir até aos 40% face ao preço de tabela.

Com 130 metros de comprimento, o Monster Lotus, um escorrega com boias triplas, ideal para partilhar aventuras com amigos e familiares, torna-se, a partir deste verão, no maior escorrega do Parque Aquático de Amarante, prometendo descidas hilariantes repletas de diversão. Já os mais destemidos poderão optar por uma experiência em queda livre, feita em velocidade foguete, no Vertigem, com 15 metros de altura. A estas novidades, juntam-se, ainda, aumentos significativos de áreas verdes, mais espaços de restauração e uma nova zona de solário bem como uma aposta rigorosa na animação diária do parque nortenho, num investimento próximo dos dois milhões de euros.

No ano em que celebra 30 anos de vida, o Parque Aquático de Amarante, atualmente com mais de 20 atrações, incluindo sete piscinas, estima receber um número diário de visitantes próximo dos três mil. O balanço destas décadas, segundo o diretor-geral, é “francamente positivo”, destacando a trilogia – inovação, social e económico – como os principais aliados do sucesso alcançado.

“Desde o início que mostramos ser inovadores, primeiro pelo conceito e, depois, pelo espírito audacioso que sempre tivemos, com a aposta em novidades distintivas, que fazem deste parque uma referência além-fronteiras”, defende o responsável que avança que “somos um elemento criador de emprego e formação, sobretudo junto das camadas mais jovens, e um dos principais impulsionadores da sustentabilidade na região, adotando medidas que vão ao encontro das preocupações ambientais e que promovam a inclusão social”, afirma Helder Silva.

No que respeita ao impacto económico, os efeitos são, também, visíveis, com um crescimento significativo do número de visitantes por temporada. “Há meros seis anos, teríamos cerca de 140 mil visitantes, enquanto atualmente temos mais de 220 mil por temporada”, que se estende até 15 de setembro, continua o responsável, que destaca a construção da piscina de ondas e o alargamento realizado, em 2019, como os investimentos principais para a reputação atual do Parque Aquático de Amarante, que o colocam ao lado de outros parques de renome na Europa.

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Vhils inaugura novo mural em Bruxelas com apoio do Turismo de Portugal

O novo mural de Vhils, denominado “This is Art”, contou com o apoio do Turismo de Portugal e é o mais recente exemplo de como a arte urbana por ser um atrativo turístico

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O artista e pintor português Vhils inaugurou um novo mural em Bruxelas, que contou com o apoio do Turismo de Portugal, naquele que é o mais recente exemplo do apoio que o instituto tem vindo a dar à arte e à arte urbana nacionais, como “forma de reforçar a visibilidade e a diferenciação do país”.

O novo mural de Vhils, denominado “This is Art”, retrata um rosto feminino que, nas palavras do artista, contempla o futuro da Europa e a sua diversidade, fruto de várias revoluções democráticas, incluindo a portuguesa revolução dos cravos.

“Este projeto em particular eleva aspetos relevantes da identidade nacional, pelo que é um projeto que nos orgulha duplamente ter apoiado”, afirma Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal.

Segundo o Turismo de Portugal, o facto de Portugal ser um país com uma “enorme diversidade histórica, cultural e artisticamente influente” permite que o turismo desempenhe um “importante papel na afirmação e divulgação internacional da arte e dos artistas portugueses em estreita ligação com a oferta turística associada ao destino Portugal”.

“O trabalho do Vhils é um excelente exemplo da arte que a todos toca, expressando nas suas obras uma reflexão particular e irreverente sobre os lugares, as memórias, a história, ou a humanização, deixando uma marca indelével na cultura urbana em Portugal e a nível mundial”, acrescenta o Turismo de Portugal, num comunicado divulgado esta terça-feira, 9 de julho.

O turismo cultural é uma das tendências que cada vez mais atrai viajantes de todo o mundo, em busca de experiências genuínas, locais, enriquecedoras e inspiradoras, motivo pelo qual o Turismo de Portugal tem vindo a apoiar diversas iniciativas artísticas, a exemplo dos “Murais da Liberdade”, “Muro dos Oceanos”, “Portugal Manual – Curated Cultural Experiences”, ”SketchTour Portugal”, Tours Literários Portugueses e “Viagem a Portugal Revisited”, entre outras.

O Turismo de Portugal considera que “a arte urbana em Portugal tem-se destacado nos últimos anos enquanto expressão cultural vibrante e um poderoso motivo de atração turística”, uma vez que esta é uma “forma de arte que combina audácia e criatividade e que tem estado a revitalizar a cena cultural em várias cidades portuguesas, tornando-as mais atrativas para os viajantes”.

 

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