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“O objetivo é tornar a APAL numa associação forte e mobilizadora”

Voltar a colocar Albufeira como principal destino turístico nacional é a prioridade de Desidério Silva, presidente da APAL – Agência de Promoção de Albufeira, que foi eleito em janeiro e que, em entrevista ao Publituris, faz um balanço positivo dos primeiros meses de mandato e revela o calendário de ações que a associação tem previsto para 2023.

Inês de Matos
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“O objetivo é tornar a APAL numa associação forte e mobilizadora”

Voltar a colocar Albufeira como principal destino turístico nacional é a prioridade de Desidério Silva, presidente da APAL – Agência de Promoção de Albufeira, que foi eleito em janeiro e que, em entrevista ao Publituris, faz um balanço positivo dos primeiros meses de mandato e revela o calendário de ações que a associação tem previsto para 2023.

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De regresso ao Turismo, Desidério Silva, antigo presidente da Câmara Municipal de Albufeira e da Região de Turismo do Algarve, foi eleito, em janeiro, presidente da APAL – Agência de Promoção de Albufeira, cargo que não é remunerado e ao qual diz que só aceitou candidatar-se para ajudar a renovar a associação e contribuir para valorizar a marca Albufeira.

Em entrevista ao Publituris, o responsável faz um balanço positivo dos primeiros meses de mandato, ao longo dos quais já foi possível aumentar o número de sócios e o capital da associação, e revela o calendário de ações previsto para este ano, que inclui mercados como o norte-americano, de forma a atrair mais e melhores turistas para um município que já liderou o turismo nacional, mas que tem vindo a perder dormidas, muito por culpa da imagem de destino de animação noturna que ainda perdura e que a APAL também pretende ajudar a inverter.

É um nome bem conhecido do Turismo nacional, foi presidente da Câmara Municipal de Albufeira e presidente da Região de Turismo do Algarve. Porque decidiu, agora, aceitar este desafio de presidir à APAL?
É realmente um grande desafio, uma grande aventura. Fui desafiado a assumir a presidência da APAL – Agência de Promoção de Albufeira, uma associação que eu tinha criado enquanto autarca, em 2004, e, portanto, ao ter assumido a instituição dessa associação, é evidente que, ao fim deste tempo, quando me foi colocada esta questão pelo presidente da Câmara Municipal de Albufeira, não poderia recusar.

É uma área que conheço bem, desde logo pela experiência que tive enquanto autarca e também enquanto presidente da Região de Turismo do Algarve e, portanto, fui criando alguma experiência que espero que possa contribuir para o objetivo, que é a valorização de Albufeira enquanto destino turístico. Essa é a minha prioridade, até porque esta posição não é remunerada, é claramente um serviço público.

Vai aproveitar essa experiência para voltar a colocar Albufeira como principal destino turístico nacional?
Essa é a prioridade. Felizmente, estive muito tempo ligado a um município que liderava o turismo nacional, estive também ligado a uma região que liderava o turismo nacional. Por isso, fui desafiado a dar uma ajuda ao turismo de Albufeira.

Houve eleições livres, liderei uma lista candidata e fui eleito em janeiro e a partir daí assumi claramente este objetivo de valorização de Albufeira enquanto destino turístico. E, desde então, a APAL tem vindo a crescer.

Quando tomei posse, a 10 de janeiro, a APAL tinha 166 associados, neste momento, temos mais 40 associados, e aumentámos o capital social da associação em mais cerca de 30 mil euros. Isto permite que a associação tenha uma capacidade de resposta muito mais forte e objetiva.

Também tivemos uma reunião com a escola de Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve no sentido de realizarmos uma avaliação daquilo que a APAL representa em termos do número de associados, de empregabilidade, mas também daquilo que é o tecido económico e a faturação dos associados. No fundo, queremos saber aquilo que a associação representa num município que tem nove milhões de dormidas todo o ano. Nada se pode fazer sem que exista, primeiro, uma avaliação.

Aquilo que pretendo fazer não é numa base pessoal, é no sentido global do concelho. Já tive o meu tempo e as minhas prioridades, agora, a prioridade é mesmo Albufeira

Como encontrou a ‘casa’ quando chegou à liderança da APAL?
Não posso dizer que encontrei em mau estado, mas, nos últimos anos, nomeadamente face à pandemia e a outros fatores, havia necessidade de se imprimir outra dinâmica à APAL. Não está em causa a capacidade dos anteriores dirigentes, até porque as pessoas que estavam na APAL têm outras atividades, eu já estou noutra fase e aquilo que esta equipa pretende é renovar e dar uma força nova à associação.

Desde que cheguei à APAL, a minha prioridade tem sido procurar unir a equipa e mostrar que não estou aqui só por estar. O maior exemplo é que, em poucos meses, consegui atrair mais de 40 sócios e, portanto, isto dá o exemplo de que todos temos de trabalhar no mesmo sentido.

Não pretendo destacar o meu papel, até porque não tenho objetivos quantificáveis, e o que peço é apenas que a equipa da APAL me ajude a atrair novos sócios e a criar mais orçamento, até porque temos um plano de atividades para este ano que prevê ainda deslocações aos Países Baixos, a Paris, a Nova Iorque e a Boston, e quanto mais orçamento tivermos, mais ações poderemos fazer. Depois, queremos fazer também conferências em novembro e, em abril de 2024, para assinalar o 20 aniversário da APAL.

Portanto, o objetivo é tornar a APAL numa associação forte e mobilizadora, capaz de contribuir para resolver os problemas do município e as suas fragilidades, que devem ser corrigidas e melhoradas.

E que avaliação faz destes primeiros meses de mandato?
Em poucos meses, aumentámos o número de associados e o capital social, e temos vindo também a fazer outro trabalho, nomeadamente de identificação dos associados, porque uma associação como a APAL não pode servir apenas para pagar as quotas, deve também mostrar o papel dos seus associados, a sua pujança económica e a sua capacidade na oferta turística do concelho de Albufeira.

Estes são alguns dos pontos em que estamos a trabalhar e que têm valido, por parte dos meus colegas, uma reação muito positiva tendo em conta aquilo que estamos a fazer nestes últimos seis meses.

Portanto, sim, o balanço que fazemos deste mandato, até agora, é positivo, quer pelo aumento do número de sócios, quer pelo aumento do valor da verba dos associados e daquilo que são as ações previstas numa base dinâmica em termos de promoção.

Mas temos ideias mais objetivas e aquilo que me parece importante é o município perceber que a marca Albufeira só pode ser valorizada através dessas ações, que não sejam politizadas, porque aquilo que pretendo fazer não é numa base pessoal, é no sentido global do concelho. Já tive o meu tempo e as minhas prioridades, agora, a prioridade é mesmo Albufeira.

Há uma vasta oferta ligada ao turismo de natureza, mas que não tem sido suficientemente projetada, de forma a ser valorizada como deveria. E a APAL também tem a competência e obrigação de dar a conhecer esta oferta

Sol e Praia e animação noturna
Falou nos problemas que Albufeira tem e, de facto, os números do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que Albufeira é um dos poucos municípios do país que tem vindo a perder dormidas. Qual é a estratégia da APAL para ajudar a reverter esta realidade?
Em primeiro lugar, é preciso ter em conta o tipo de oferta que temos, se a oferta for uma oferta barata, não vamos ter o turismo que pretendemos, que é um turismo de qualidade.

Depois, temos de ter, obviamente, muito cuidado naquilo que é a forma como tratamos os clientes e isto tem muito a ver com a questão dos bares e com a conotação mais negativa que muitas vezes se associa a Albufeira. Mas, se houver um regulamento, uma postura e uma atitude mais forte por parte do município, criando regras e sensibilizando os empresários para essa postura, acredito que podemos encontrar formas de reduzir e minimizar essa parte mais negativa.

Em Albufeira, temos alguns dos melhores hotéis do Algarve e recebemos, também, os melhores turistas do Algarve, mas, normalmente, aquilo que é mediatizado e de que mais se fala é dessa parte negativa e isso também é algo que queremos inverter.

Por outro lado, a Câmara Municipal de Albufeira deve apostar mais na valorização da marca e no que está por baixo do chapéu da marca Albufeira, nomeadamente no mercado nacional, mas também no mercado espanhol e a nível internacional. Ou seja, aquilo que se deve fazer é agarrar em alguns eventos que marquem claramente a diferença entre Albufeira e os outros municípios. Lembro-me do que já fizemos em Albufeira e da projeção que Albufeira teve e acredito que é altura de voltar a mudar o conceito dos espetáculos e eventos que Albufeira promove porque o importante num destino não é a perceção que temos dele, é a perceção que os outros têm do destino e é por isso que acho que temos de inverter isto, criando uma perceção lá para fora de que Albufeira é um bom destino turístico porque temos muita coisa boa que, no fundo, não é promovida e divulgada. É isso que precisamos de inverter e a que estamos atentos no âmbito da APAL.

E que ações tem a APAL previstas ainda para este ano, para promover e dar a conhecer o destino Albufeira nos mercados estrangeiros?
Após o verão, vamos voltar a realizar ações para promover Albufeira. Já temos iniciativas previstas para setembro e, em outubro, vamos à feira de turismo de Paris, a IFTM, bem como aos Países Baixos, Nova Iorque e Boston, até ao final do ano.

Em novembro, queremos fazer uma sessão de conferências e, mais para o final do ano, vamos também realizar uma ação para os empresários da APAL relativa ao fim-de-ano. Depois, vamos aproveitar os meses de janeiro e fevereiro, que são mais parados a nível turístico, para promover algumas ações e, em abril, queremos fazer o 20.º aniversário da APAL com uma conferência, com alguma dinâmica e projeção nacional.

Portanto, temos um conjunto de ações que queremos promover, além daquelas que vamos procurando diariamente e que nos têm permitido também ter novos sócios e mais capital. Isto é muito importante porque quanto mais capital a APAL tiver, muito mais promoção poderemos fazer.

É por isso que procuramos capitalizar também essa componente para que a marca Albufeira possa ser cada vez mais reforçada e valorizada. Porque uma coisa é certa, os outros municípios também vão procurar realizar ações no sentido de mostrar uma oferta diferenciada e é isso que justifica que, numa pesquisa no Google, Albufeira já não apareça em primeiro lugar, como acontecia no passado. Este é um diagnóstico que está feito, agora precisamos de trabalhar para inverter esta realidade e a APAL é claramente uma associação que tem essa finalidade e é nessa fase da inversão que temos estado a trabalhar.

Fizemos uma ação no Canadá, no ano passado, e resultou muito bem. Como o mercado canadiano se começa a consolidar em Albufeira, este ano, a aposta é nos EUA

E que outros produtos tem Albufeira vindo a desenvolver ou tem potencial para desenvolver, uma vez que a imagem do município continua muito associada ao Sol e Praia?
Albufeira tem muito potencial e tem vindo a apostar no turismo de natureza e nas atividades ligadas ao turismo de natureza, como os tours de bicicleta ou os percursos pedestres e o hiking. Neste âmbito, Albufeira é candidata à ONU por causa do Geoparque Algarvensis, que inclui o concelho de Albufeira, juntamente com os concelhos de Loulé e Silves, num projeto que procura valorizar a componente de interior.

Portanto, há uma vasta oferta ligada ao turismo de natureza, mas que não tem sido suficientemente projetada, de forma a ser valorizada como deveria. E a APAL também tem a competência e obrigação de dar a conhecer esta oferta que é ainda desconhecida e de introduzir estas vertentes no processo de promoção.

Depois, também temos uma gastronomia importantíssima e, se virmos bem, neste território de 30 quilómetros de praia, temos uma cadeia hoteleira que é do melhor que existe.

Acredito que se estas coisas positivas forem projetadas com a dimensão que têm, acabarão por ser um sucesso, mas, infelizmente, o que acontece muitas vezes é que as situações menos positivas, que acontecem basicamente em dois espaços, acabam por ter mais mediatismo.

Albufeira chega aos EUA
E como está a diversificação de mercados para Albufeira, a APAL tem procurado diversificar os mercados que pretende atrair e nos quais é feita a promoção de Albufeira?
Exatamente, essa é uma preocupação e é por isso que, este ano, temos procurado participar em várias ações. Além de termos estado em Lisboa, na BTL, estivemos também no Porto, em Vigo, em Sevilha, temos os Países Baixos, Paris, Nova Iorque e Boston, a Extremadura espanhola e, tendo capital, vamos procurar chegar também ao Luxemburgo e Alemanha. Estes são os mercados que temos capacidade de trabalhar este ano, além, é claro, do mercado inglês, que continua a ser prioritário e por causa do qual estivemos já em Belfast e em Dublin.

Falou em ações em Nova Iorque e em Boston, nos EUA. Como está o mercado americano em Albufeira, já tem alguma representatividade?
Como sabemos, o mercado americano, no contexto nacional, está a subir e obviamente que está a subir porque Lisboa e Porto se tornaram marcas muito fortes para estes turistas. Mas a dimensão deste mercado, para a escala do Algarve ou de Albufeira, ainda é pequena. Contudo, sabemos que já temos, em Albufeira, muito mercado canadiano e americano mesmo sem nunca termos feito nenhuma ação de promoção nos EUA. Ainda não foi comigo, mas fizemos uma ação no Canadá, no ano passado, e resultou muito bem. Como o mercado canadiano se começa a consolidar em Albufeira, este ano, a aposta é nos EUA. Queremos mostrar que existimos também em Boston e em Nova Iorque.

Apesar de ter ainda pouca expressão, o mercado americano é sempre importante por várias razões, desde logo pela parte económica, mas também pela possibilidade de crescimento, enquanto mercado emergente que ainda é para Albufeira. Sabemos que, pelos números que representa, este é um mercado importante, onde temos de ir e onde temos de fazer esse esforço para mostrar que existimos.

No final, gostava de deixar a certeza de que fiz tudo ao meu alcance para recuperar uma associação que é importante por aquilo que ela representa para o turismo de Albufeira

Em relação aos restantes mercados, o britânico continua a ser o principal e não têm existido alterações no ranking de mercados mais importantes para Albufeira?
Exatamente, o mercado britânico continua a ser o mais importante, seguido do mercado espanhol, que é um mercado de proximidade e que, por isso, é um mercado extremamente importante, como é, aliás, o mercado nacional. Não abdicamos nunca do mercado nacional nem do mercado espanhol, não achamos que o mercado britânico ou outros cheguem para Albufeira e acreditamos que não podemos preterir estes mercados em função de outros porque sabemos o quanto eles são importantes e o quão foram importantes nos momentos de crise. Nessas alturas, aquilo que se chama de turismo de proximidade foi fundamental.

Por isso, temos de continuar a ter uma atenção muito especial ao mercado nacional e ao mercado espanhol, sabendo que mercados como o britânico, o francês, o holandês ou o mercado do Benelux têm uma importância muito grande e que também não podemos, obviamente, descurar.

Para terminar, queria apenas perguntar-lhe como espera chegar ao fim deste mandato, ou seja, no final, que balanço gostaria de poder fazer?
Gostaria que dissessem que acabei por voltar para recuperar a instituição, que deixei o dobro dos sócios que a APAL tinha e o dobro do orçamento, ou seja, do capital que a associação tinha. Em resumo, no final, gostava de deixar a certeza de que fiz tudo ao meu alcance para recuperar uma associação que é importante por aquilo que ela representa para o turismo de Albufeira, não só ao nível do número de dormidas, mas também pela sua importância para o tecido económico do município, nomeadamente em termos de empregabilidade e do desenvolvimento desta cidade.

Sobre o autorInês de Matos

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Lounge Navegadores | Créditos: The Cliff Bay

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Hotel The Cliff Bay alvo de remodelação de 1,5M€

A obras de remodelação, que tiveram a duração de um ano, visaram as áreas comuns do hotel.

O grupo PortoBay Hotels & Resorts investiu 1,5 milhões de euros na remodelação do seu hotel de cinco estrelas no Funchal, o The Cliff Bay.

As obras de renovação, que tiveram a duração de um ano, de acordo com o grupo hoteleiro, visaram as zonas sociais do hotel, nomeadamente o lobby da receção, o lower lobby, o restaurante Rose Garden e o lounge Navegadores.

Após a renovação, estas áreas passam a contar com uma decoração que “combina o estilo clássico do hotel com toques contemporâneos e modernos”, como o grupo dá conta em comunicado. Desta forma, o lobby da receção tem agora mobiliário em tons mais claros, numa paleta de cores que se estende ao lower lobby, onde foram substituídas a alcatifa, materiais têxteis e o mobiliário.

Restaurante Rose Garden | Créditos: The Cliff Bay

O visual estende-se ao pátio interior do Cliff Bar, que também apresenta novas peças de mobiliário, e ao interior do bar, que também foi intervencionado.

No restaurante Rose Garden, a sala foi totalmente renovada, dominando o contraste entre as madeiras claras e os tons verdes da decoração e das plantas presentes neste espaço. Por fim, também o lounge Navegadores conta com uma nova decoração, sendo que a principal intervenção consistiu na remoção da caixilharia das vidraças, que agora oferecem uma vista desafogada sobre o mar.

Lobby | Créditos: The Cliff Bay

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

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Pedro Machado garante para breve criação do Estatuto do Agente de Viagens

O secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, presente esta terça-feira, em Lisboa, no evento promovido pela APAVT para assinalar o Dia do Agente de Viagens, garantiu para breve a criação do Estatuto do Agente de Viagens, bem como a apresentação de um conjunto de medidas para o turismo. Já o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, incidiu a sua intervenção nas diferentes dimensões e nos impactos que a distribuição turística tem no turismo e na economia nacional.

Pedro Machado, que se dirigiu ao trade turístico e em particular aos agentes de viagens, esta terça-feira, no Hotel Mundial, em Lisboa, no evento que assinalou pela primeira vez em Portugal o Dia do Agente de Viagens, prometeu que “temos na orientação da pasta que aqui represento, em articulação com o ministro da Economia, de sermos capazes de não complicar, agilizar e sermos facilitadores da vossa atividade”, tendo sempre em cima da mesa dois drivers essenciais para os empresários: o tempo da avaliação e o tempo da decisão”.

Assim, anunciou o secretário de Estado do Turismo: “Muito em breve irão conhecer aquilo que são um pacote de medidas para o turismo, à semelhança do que aconteceu à habitação, decisão do novo aeroporto e com a juventude”.

Apesar de estar no cargo há menos de dois meses, Pedro Machado disse que “tenho a certeza absoluta que os agentes de viagens e o Estatuto dos Agentes de Viagens, somado com o Dia do Agente de Viagens, vai acontecer, mais breve do que muitos de vocês estariam à espera”.

O secretário de Estado do Turismo acentuou que “representamos hoje para alguns 16% do nosso produto, para outros eventualmente mais, se somarmos os efeitos induzidos e percecionados do que representa a indústria do turismo em Portugal, e somos um dos melhores destinos do mundo, estamos em 12º segundo lugar, quando eramos 13º, portanto, os indicadores apontam para um crescimento substantivo”, apontando que “há de facto um conjunto de características que fazem deste, um país extraordinário”.

O governante está convicto que 2024 será “um ano em que todos os indicadores apontam para um ano recorde e extraordinário”, mas só será extraordinário “se crescermos em valor da operação”, realçou, para referir que “o Turismo de Portugal vai alargar os mercados, para além dos onde já estamos, não no sentido de alguns reforçar as nossas pontes aéreas, caso dos EUA, para novas cidades, mas também alargamento do México, da Argentina e da Austrália, como vamos iniciar os voos diretos com Seul (Coreia do Sul) já em Setembro”, exemplificou, “o que significa que estamos do vosso lado”.

Presidente da APAVT destaca 3 dimensões do agente de viagens: económica, ligação ao cliente e amor às diferenças

Na sua intervenção durante o evento, o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira assinalou o Dia da tribo do Agente de Viagens em três dimensões diferentes: económica, ligação ao cliente e amor às diferenças.

No que diz respeito à dimensão económica desta tribo, “atualizámos os números do setor e para efeitos diretos, indiretos e induzidos, o impacto da distribuição turística na economia são 5,8 mil milhões de euros, que corresponde a 2,4% do PIB e em termos de valor acrescentado bruto vale 16 Auto Europas”, apontou Pedro Costa Ferreira, para lembrar que “é um setor formado por micro e pequenas empresas que juntas têm uma dimensão fantástica por causa também da transversalidade do turismo, da nossa posição na cadeia de valor e pelo efeito multiplicador do setor”.

Segundo o presidente da APAVT, o setor da distribuição turística “tem também impacto no emprego para efeitos diretos, indiretos e induzidos, já que somos responsáveis pela criação de 126 mil postos de trabalho, e temos um impacto no rendimento das famílias de 3,9 mil milhões, ou seja, 3,5% do total nacional”, para realçar que “é uma dimensão económica muito maior do que possamos pensar quando olhamos apenas para a nossa rua onde temos a nossa agência. Somos pequenos, mas somos uma teia fantástica muito importante e que tanto tem dado pelo turismo português e pela economia nacional”.

Pedro Costa Ferreira avançou ainda que os agentes de viagens têm dado muito aos seus clientes. “Temos uma ligação única ao cliente”, recordando que, na pandemia “salvámos os nossos clientes e, aqueles que não eram nossos clientes, fomos nós que os repatriámos a todos e depois fomos nós os agentes de viagens que começámos a ligar os destinos turísticos aos passageiros na retoma da economia e fomos os primeiros a abrir os aeroportos e certamente, responsáveis por tanta recuperação económica”.

Quanto à terceira dimensão, o presidente da APAVT, aquela que considerou a mais importante de todas e pela qual é tão feliz por ser agente de viagens desde que iniciou a sua carreira, “é que o agente de viagens está no lado certo do mundo”, porque “trabalhamos sobre o amor às diferenças, contribuindo para um mundo mais tolerante, que inclui todos e que todos une. É esta tribo que trabalha todos os dias para um mundo melhor que hoje festejamos”, concluiu o dirigente associativo.

 

 

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Qatar Airways torna-se na primeira companhia aérea do Médio Oriente com internet Starlink a bordo

No quarto trimestre de 2024, a Qatar Airways vai começar a disponibilizar Wi-Fi da Starlink nos seus aviões, tornando-se na primeira companhia aérea do Médio Oriente e Norte de África a disponibilizar este tipo de ligação à internet a bordo.

A Qatar Airways anunciou que, nos próximos dois anos, vai passar a disponibilizar internet Wi-Fi da Starlink a bordo dos seus aparelhos, tornando-se na primeira companhia aérea do Médio Oriente e Norte de África a disponibilizar este tipo de conectividade a bordo dos seus aviões.

Num comunicado enviado à imprensa, a Qatar Airways explica que a introdução da tecnologia da Starlink vai começar ainda este ano, previsivelmente no quarto trimestre de 2024, altura em que os três primeiros Boeing 777-300 da companhia aérea vão passar a contar com este tipo de ligação à internet.

“Os passageiros podem desfrutar de Wi-Fi gratuito de altíssima velocidade de até 500 Megabits por segundo por avião para aceder a uma variedade de serviços baseados na Internet”, indica a Qatar Airways, no comunicado divulgado.

O anunciou de que os aparelhos da Qatar Airways vão passar a contar com internet Starlink aconteceu durante a Aircraft Interior Expo, que arrancou esta terça-feira, 28 de maio, em Hamburgo, na Alemanha.

“Esta colaboração emocionante com a Starlink é uma prova da nossa mentalidade em que o cliente está em primeiro lugar e do compromisso de elevar a experiência dos nossos passageiros a níveis sem precedentes, à medida que continuamos a promover as nossas ofertas inovadoras para atender e superar as expectativas dos passageiros em todo o mundo na sua jornada com a Qatar Airways”, afirma Badr Mohammed Al-Meer, CEO do Grupo Qatar Airways.

Esta será a primeira vez que uma companhia aérea da região do Médio Oriente e Norte de África vai disponibilizar nos seus aviões internet de alta velocidade da Starlink, o que estabelece “um novo marco para a transportadora nacional do Qatar”.

 

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Azores Airlines abre novas rotas para a Europa e América do Norte em junho

Em junho, a Azores Airlines abre novas rotas entre a América do Norte e os destinos do Porto e Funchal, assim como entre os Açores (Ponta Delgada) e o Algarve (Faro) e ainda entre os Açores (Ponta Delgada) e Itália (Milão).

A Azores Airlines, companhia aérea do Grupo SATA que realiza os voos internacionais, vai abrir várias novas rotas no próximo mês de junho, que prometem aumentar a conectividade entre a Europa e a América do Norte.

Num comunicado enviado à imprensa, o Grupo SATA explica que o “conjunto de novas operações diretas” incluem voos entre a América do Norte e os destinos do Porto e Funchal, assim como entre os Açores (Ponta Delgada) e o Algarve (Faro) e ainda entre os Açores (Ponta Delgada) e Itália (Milão).

No dia 1 de junho, a Azores Airlines dá início à rota direta entre Toronto e o Funchal, enquanto no dia seguinte, 2 de junho, começam os voos entre Nova Iorque e o Porto, bem como entre Ponta Delgada e Faro.

Já os voos entre o Porto e Boston arrancam a 4 de junho, no mesmo dia em que têm ainda início as ligações aéreas entre Boston e o Funchal, enquanto a operação entre Ponta Delgada e Milão, em Itália, começa no dia seguinte, 5 de junho. No dia 7 de junho, a Azores Airlines começa ainda a voar entre Toronto e o Porto.

“Por entre estas estreia-as a companhia aérea assinala, também, a retoma da operação entre os Açores (Ponta Delgada) e Londres, com a oferta de duas frequências por semana”, refere ainda um comunicado do Grupo SATA.

Segundo o grupo de aviação açoriano, “a concretização destas novas operações representa o culminar de um processo no qual a companhia aérea, entidades nacionais e regionais ligadas ao setor do turismo, agentes de promoção e de viagens e representantes locais, se têm fortemente empenhado”.

“Em resultado deste trabalho, os índices de procura registados permitem perspetivar um verão com possibilidade de superar a procura registada em 2023. Para além destas novas operações, a companhia aérea incrementou em cerca de 26% a sua operação regular para o verão de 2024 (doméstica e internacional) face à época de verão IATA do ano passado”, acrescenta o comunicado divulgado.

Para Graça Silva, diretora de Vendas, Marketing e Comunicação do Grupo SATA, as novas rotas proporcionam “mais oferta aos passageiros que desejam chegar aos Açores e mais oportunidades para os que pretendem viajar entre a Europa e os Estados Unidos”.

“São apostas que consolidam a trajetória sustentada de crescimento que se tem verificado na companhia aérea, nos últimos anos”, acrescenta a responsável, citada no comunicado enviado à imprensa.

O Grupo SATA lembra ainda que estas novas rotas vão contribuir para impulsionar o Stopover Azores, modalidade que possibilita uma estadia mais prolongada, até sete dias, na escala intermédia, antes da chegada ao destino final.

“A Azores Airlines é a companhia aérea que mais oferta disponibiliza para os Açores, ligando o Arquipélago à América do Norte, ao Continente Europeu, incluindo Portugal Continental e o Arquipélago da Madeira e, ainda, ao Arquipélago de Cabo Verde”, congratula-se ainda o grupo açoriano.

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Albufeira promoveu-se nos EUA e juntou “várias dezenas” de participantes em Boston e Nova Iorque

A APAL revela que as ações envolveram, no total, cerca de uma centena de participantes, uma vez que, em Boston, foi contabilizada a presença de 25 agências, tendo o número triplicado em Nova Iorque, com 75 aderentes. 

A APAL – Agência de Promoção de Albufeira realizou, a 14 e 16 de maio, dois eventos de promoção nos EUA, que passaram pelas cidades de Boston e Nova Iorque, e que contaram com a presença de “várias dezenas” de participantes, entre operadores turísticos, agências de viagens e imprensa dos Estados Unidos e Canadá.

“Desta vez, o mercado norte americano foi o alvo, com duas iniciativas organizadas em outras tantas cidades da costa leste dos Estados Unidos”, destaca a APAL, num comunicado enviado à imprensa esta quarta-feira, 29 de maio.

A associação revela que as ações envolveram, no total, cerca de uma centena de participantes, uma vez que, em Boston, foi contabilizada a presença de 25 agências, tendo o número triplicado em Nova Iorque, com 75 aderentes.

As ações, promovidas em conjunto pela APAL e pela Câmara Municipal de Albufeira, contaram também com a participação de cerca de duas dezenas de empresas associadas da APAL, que tiveram nestes eventos uma oportunidade para “desenvolver contactos com vista ao estabelecimento de parcerias e negócios” no mercado norte-americano.

“Município de Albufeira e APAL voltaram a juntar sinergias para concretizar uma iniciativa que só foi possível graças ao interesse e adesão das empresas que aqui identificaram uma boa oportunidade para se  promoverem e valorizarem”, congratula-se a APAL.

A associação indica ainda que o mercado norte-americano é “importante para Albufeira, por ter larga margem de crescimento e por ser alicerçado num perfil de turista com grande poder de compra”.

“Albufeira recebe cerca de 20% do total das dormidas norte-americanas na região do Algarve, resultado de estadias que se realizam sobretudo em períodos fora da época balnear”, lê-se ainda na informação divulgada pela APAL.

 

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Huelva consolida posição como destino estrela em 2024 da Tour10

Um crescimento de 14% nas reservas e um aumento de 41% do volume de negócios, faz da província de Huelva um ponto de referência turístico para a Tour10.

A estadia média em Huelva é de 4,8 dias, o que indica que os visitantes desfrutam de uma experiência completa e enriquecedora na província, uma oportunidade para conhecer os seus recursos.

Para a Tour 10, entre os destinos mais populares de Huelva, destaca-se Islantilla, com um aumento de 30% nas reservas em relação a 2023. Islantilla está a consolidar a sua posição como um enclave ideal para desfrutar do sol e da praia num ambiente familiar. De salientar também Matalascañas. Este destino registou um crescimento de 60% nas reservas, posicionando-se como uma das opções mais populares para os amantes da natureza e dos desportos aquáticos.

Desta lista, a Tour10 lembra ainda Mazagón, com um aumento de 30% nas reservas. Trata-se de um destino perfeito para quem procura tranquilidade e desconexão num ambiente natural privilegiado.

Quanto ao perfil dos viajantes, a Tour10 observou um predomínio de clientes provenientes do sul de Portugal e da Andaluzia Ocidental, o que reflete a atratividade de Huelva para o turismo nacional e internacional mais próximo da província.

No que diz respeito a este ano de 2024, cabe destacar a ação realizada pela Tour10 em conjunto com diferentes organizações de Huelva para promover a província como destino de referência no mercado português durante a BTL de Lisboa no passado mês de fevereiro.

Fran Serón, CEO da Tour10, valorizou este crescimento afirmando que “a província oferece uma grande variedade de atrações para todos os tipos de viajantes, desde praias paradisíacas a aldeias encantadoras e uma cultura rica. Além disso, a excelente relação qualidade/preço torna-a um destino ideal para famílias, casais e grupos de amigos”.

A Tour10, como plataforma de distribuição turística considerada líder na Andaluzia, continuará a apostar em Huelva na sua programação, oferecendo aos seus clientes uma ampla oferta de alojamento e experiências personalizadas para que possam desfrutar ao máximo deste destino.

 

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eDreams: Espanha é o país preferido dos portugueses para as férias de verão

Barcelona e Madrid são, segundo a eDreams, as cidades mais procuradas pelos portugueses em Espanha, ainda que também Ibiza e Palma de Maiorca figurem no Top10 dos portugueses para o verão de 2024.

Espanha é o país preferido dos portugueses para passar as férias de verão, apurou uma pesquisa da eDreams, segundo a qual 22% dos turistas lusos vão escolher destinos no país vizinho para as férias desta época alta.

“A empresa concluiu que Espanha é o país preferido dos portugueses (22%) para passar as suas férias de verão em 2024, seguida de França (13%) e de Portugal (12%)”, avança a eDreams, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 29 de maio.

Barcelona e Madrid são, segundo o estudo da eDreams, as cidades mais procuradas pelos portugueses em Espanha, ainda que também Ibiza e Palma de Maiorca figurem no Top10 das escolhas dos turistas portugueses para o verão de 2024.

Além destas cidades espanholas, a pesquisa da eDreams apurou que também Paris, Funchal, Amesterdão e Ponta Delgada se encontram entre as principais escolhas dos turistas portugueses para o verão.

Ainda assim, os país com maior crescimento de reservas dos turistas portugueses face ao ano passado são a Grécia (+53%), a Irlanda (+47%), a República Checa (+46%) e Malta (+31%).

“Verificou-se um ligeiro aumento de reservas de viagens para este verão, comparativamente a 2023 (+3%)”, acrescenta a eDreams, que apurou também que a maioria das reservas se destina ao mês de junho, principalmente para a primeira quinzena desse mês.

Segundo a eDreams, a concentração de reservas no mês de junho poderá explicar-se “pela existência de um feriado nacional e outro regional nesse período”, seguindo-se o mês de julho, com 26% das preferências, e o mês de agosto, que é eleito por 21% dos portugueses para as férias de verão.

A pesquisa da eDreams mostra ainda que “mais de metade dos viajantes fez a reserva das suas férias durante os meses de maio (32%) e abril (27%)” e que estas se destinam essencialmente a escapadinhas, uma vez que têm uma duração entre os três e os quatro dias (31%).

No entanto, a eDreams acrescenta que “as reservas com a duração mais prolongada de sete a 13 dias também parecem relevantes entre os portugueses (28%), como é mais tradicional nas férias de verão”.

A pesquisa da eDreams apurou ainda que Portugal também se encontra entre os destinos de férias mais populares para os turistas europeus, que deverão ser maioritariamente provenientes de França (36%), Alemanha (15%) e Espanha (13%).

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ANAV recebida pelo novo SET e representantes de vários partidos políticos

A instituição da figura do Provedor do Cliente da Associação Nacional de Agências de Viagens volta à agenda da Secretaria de Estado do Turismo, uma das questões discutidas na audiência que Pedro Machado concedeu à direção da ANAV.

A ANAV foi recebida por Pedro Machado, secretário de Estado do Turismo, e por representantes de vários partidos políticos com assento parlamentar, os quais demonstraram ampla abertura ao pedido da Associação.

O objetivo das referidas reuniões foi voltar a colocar em cima da mesa a resolução de vários temas consideradas relevantes para o setor das agências de viagens, situações estas que foram, entretanto, interrompidas na sua evolução com a queda da legislatura anterior.

Entre os vários assuntos tratados, tiveram especial atenção a instituição da figura do Provedor do Cliente da ANAV, bem como a preocupação da Associação no que toca à atuação comercial considerada lesiva para as agências de viagens, por parte da companhia aérea Ryanair.

A ANAV aproveitou para reapresentar à Secretaria de Estado a sua proposta de enquadramento legal do Provedor do Cliente da Associação “de incontornável importância para todos os associados e seus clientes”, como referiu o presidente da Direção de ANAV, Miguel Quintas, tendo já definido o perfil da pessoa que irá representar essa função.

Miguel Quintas, reforçou que “a abertura do secretário de Estado do Turismo às questões sensíveis para as agências de viagens foi total, e acreditamos que teremos um largo período de cooperação e entendimento, sempre colocando o setor acima de todos os demais interesses, tal como tem de ser, num ecossistema que se quer democrático e inclusivo.”

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Aliança entre Paraty e Spazious oferece motor de reservas para grupos e eventos aos hotéis

A aliança agora anunciada permitirá aos hotéis de todo o mundo aceder à tecnologia de última geração da Spazious, em conjunto com o motor de reservas e o restante portfólio de soluções da Paraty, simplificando significativamente a sua operação diária.

A Paraty Tech e a Spazious aliam-se estrategicamente para oferecer um motor de reservas para grupos e eventos aos hotéis, permitindo aos mesmos aceder, em todo o mundo, à tecnologia de última geração da Spazious, em conjunto com o motor de reservas e o restante portfólio de soluções da Paraty, simplificando significativamente a sua operação diária.

A Spazious automatiza os processos de reserva e gestão de grupos, desde o pedido inicial até à confirmação final, reduzindo o trabalho manual, eliminando erros e libertando tempo aos funcionários do hotel, para que se possam dedicar a outras tarefas mais importantes.

Através desta aliança, os hotéis poderão receber de forma centralizada todos os pedidos de grupos e eventos, bem como verificar a disponibilidade de quartos e espaços para eventos em tempo real. Além disso, será possível recriar de forma imersiva em 3D a visualização do futuro evento, confirmar as reservas e gerir os pagamentos de forma segura e aceder a relatórios detalhados sobre o desempenho das reservas de grupos e eventos.

Com a fusão de ambas as tecnologias, a API da Paraty Tech alimentará a plataforma da Spazious a nível de preços, favorecendo e potenciando a automatização de processos relacionados com os métodos de pagamento, o download de reservas, entre outros.

Além dos benefícios mencionados pelas empresas que firmaram esta aliança, os hotéis terão acesso a tarifas preferenciais ao contratar ambas as soluções em pacote.

Gina Matheis, CEO da Paraty Tech, considera que “esta aliança permitirá oferecer aos hotéis uma tecnologia de última geração que os ajudará a melhorar a eficiência, aumentar as vendas e proporcionar uma melhor experiência aos seus clientes.”

Por sua vez, Antonio Batanero, CEO da Spazious, assinala que “esta colaboração permitirá que cheguemos a um maior número de hotéis e os ajudemos a aproveitar ao máximo as nossas soluções para a digitalização do negócio de eventos e grupos”.

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Lusanova leva agentes de viagens à Turquia e Índia

A Lusanova, com o apoio da Turkish Airlines, levou um grupo de oito agentes de viagens numa viagem de familiarização à Turquia e Índia, destinos considerados estratégicos na sua programação ano, “o que se tem refletido nas vendas do operador turístico nos últimos meses”, sublinha Tiago Encarnação, diretor operacional da Lusanova.

Ao longo de uma semana, o grupo de agentes de viagem da ACP, Bestravel Espinho, All the Way Travel Vila Nova de Gaia, Top Atlântico Guimarães, Aventouras Coimbra, Viajes El Corte Inglés Leiria, ClickViaja de Santa Maria da Feira e Boutique das Viagens da Figueira da Foz, acompanhado por Olinda Gomes da Lusanova e Nuno Figueiredo da Turkish Portugal, experienciou dois dos principais Grandes Destinos de aposta do operador turístico.

Na capital turca, os participantes puderam conhecer algumas das principais atrações de Istambul, como o Mercado Egípcio e o bazar das especiarias, a Basília de Santa Sofia e a Mesquita Azul. Após um cruzeiro que atravessa o estreito do Bósforo, os agentes de viagem portugueses visitaram o Palácio de Dolmabahce, o bairro boémio de Ortakoy, as Fortalezas de Rumeli e Anatólia e o Palácio de Beylerbeyi. A famosa Praça de Taksim ou o Grande Bazar são outras atrações que integraram o itinerário do grupo.

Ainda em Istambul, o grupo de agentes de viagens foi conhecer a Flight Academy da Turkish Airlines e ainda o recente Istambul Grand Airport (IGA).

Já em Deli, na Índia, os convidados da Lusanova começaram por visitar Raj Ghat, o memorial a Mahatma Ghandi, seguido da Jama Masjid, uma das maiores mesquitas da Ásia, de arquitetura hindu e mogol. Em riquexós, os agentes de viagens partiram também à descoberta das ruas e becos da “Velha Deli”, uma área repleta de lojas e bazares, passando pelo Forte Vermelho.

Em Agra, cidade banhada pelo rio Yamuna, descobriram um pouco mais sobre a história do Império Mughal e visitaram ainda o majestoso Taj Mahal.

Jaipur, a Cidade Rosa do Rajastão, com os seus palácios e fortalezas encerrou a viagem de familiarização do grupo, com uma última passagem por Deli, desta vez para explorar a “Nova Deli” com visitas a Qutub Minar, Rashtrapati Bhawan e o templo de Sikh Gurudwara Bangla Shabib, entre outros.

Tiago Encarnação, diretor operacional da Lusanova destacou o valor estratégico que as viagens de familiarização têm dentro da estratégia comercial do operador turístico, ao realçar que “além de proporcionar aos agentes de viagem uma imersão direta nos nossos produtos, estas servem para capacitá-los com um conhecimento prático e uma compreensão profunda de nosso portefólio”.

Sublinhou ainda que “essa experiência na primeira pessoa fortalece a nossa parceria com os agentes de viagens, mas também faculta as ferramentas necessárias para comercializarem eficazmente estes produtos junto dos seus clientes”.

 

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