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“Sustentabilidade, Digitalização e as Empresas” em debate nos “Azores Tourism Talks”

A AHRESP e a Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo reúnem representantes de entidades oficiais, académicos, especialistas e profissionais de áreas do turismo para dois dias de debates e workshops no Centro Interpretativo de Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira.

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“Sustentabilidade, Digitalização e as Empresas” em debate nos “Azores Tourism Talks”

A AHRESP e a Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo reúnem representantes de entidades oficiais, académicos, especialistas e profissionais de áreas do turismo para dois dias de debates e workshops no Centro Interpretativo de Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e a Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) organizam, em conjunto, o AZORES Tourism Talks, nos dias 13 e 14 de setembro, em Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira.

Este fórum, de inscrição gratuita, mas de registo obrigatório, vai reunir representantes de entidades oficiais, académicos, especialistas e profissionais de várias áreas do turismo em vários debates subordinados ao tema “A Sustentabilidade, a Digitalização e as Empresas”.

Do programa destacam-se três mesas redondas. Na primeira, “Novos desafios da sustentabilidade no Turismo”, este debate convida a uma reflexão sobre os desafios que este importante estatuto coloca à região, nomeadamente na capacidade de resposta à procura turística. Também será abordado o papel do Turismo de Portugal na mobilização de todos os agentes e da sociedade civil na promoção da sustentabilidade, assim como nos novos sistemas incentivos para as empresas açorianas.

“Digitalização na restauração e no alojamento” é outro dos painéis que dará enfoque especial ao impacto que a digitalização tem tido nas operações e nos processos das empresas de restauração e hotelaria. Algumas das principais tecnologias digitais que estão a ser adotadas nestes setores para melhorar a experiência do cliente também serão alvo de discussão.

Por fim, no debate “A Inteligência Artificial ao serviço do Turismo”, serão abordados os processos e os desafios da aplicação da inteligência artificial nas empresas de restauração e hotelaria. Num olhar sobre o futuro, também estarão em discussão os impactos da inteligência artificial no emprego e na força de trabalho nas empresas dos setores turísticos.

O dia 14 será dedicado a workshops sobre sustentabilidade, soluções de segurança informática e de introdução automática de faturas através de inteligência artificial.

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PLAY Airlines assinala 3.º aniversário com promoção

A PLAY Airlines lançou uma nova promoção que prevê descontos até 33% no preço dos bilhetes para viagens até à Islândia e que pretende assinalar o 3.º aniversário da companhia aérea de baixo custo islandesa.

A PLAY Airlines lançou uma nova promoção que prevê descontos até 33% no preço dos bilhetes para viagens até à Islândia e que pretende assinalar o 3.º aniversário da companhia aérea de baixo custo islandesa.

Num comunicado enviado à imprensa, a PLAY Airlines indica que esta campanha flash é válida para compras entre 24 e 27 de junho, e destina-se a viagens à partida de Lisboa ou Porto, que decorram entre agosto de 2024 e maio de 2025.

Para viagens que decorram ainda este mês de junho, a companhia aérea também está a oferecer descontos, que podem chegar aos 15%, acrescenta a informação divulgada pela PLAY Airlines.

Os descontos aplicam-se à tarifa básica PLAY por pessoa, em viagens de ida e volta, sendo que a oferta já inclui todos os impostos, taxas e encargos obrigatórios da transportadora e está sujeita a disponibilidade. Aplicam-se restrições e taxas de bagagem.

 

 

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Vila Galé inaugura hotel na Figueira da Foz focado no mercado nacional

Após cinco meses de obras de remodelação, o atual Vila Galé Collection Figueira da Foz abriu portas em abril deste ano no edifício onde funcionou o Grande Hotel da Figueira. Agora, o foco do grupo hoteleiro passa por atrair o mercado nacional e recuperar a notoriedade deste hotel que inaugurou pela primeira vez em junho de 1953.

Carla Nunes

O grupo Vila Galé inaugurou oficialmente este sábado, 22 de junho, a unidade hoteleira que detém na Figueira da Foz, no edifício que anteriormente dava lugar ao Grande Hotel da Figueira e cuja gestão estava a cargo da Accor.

O mais recente Vila Galé Collection Figueira da Foz, em operação desde abril, sofreu uma remodelação total no valor de dois milhões de euros, cujo processo durou cinco meses. Além da renovação dos 102 quartos e das áreas comuns, o hotel conta agora com novas valências como um spa Satsanga – com sauna, banho turco, duche vichy, salas de massagens e ginásio – e uma piscina exterior.

Sobre a escolha do destino para a exploração desta unidade hoteleira, detida pelo fundador do grupo Inditex, Amancio Ortega, o presidente e fundador do Vila Galé explicou em conferência de imprensa que a decisão advém de um objetivo que considera “fundamental e decisivo para o país: melhorar a oferta hoteleira existente”.

“Se queremos continuar a cativar turistas e a crescer de uma forma segura e consistente, temos de apostar muito seriamente em recuperar [património]”, defende Jorge Rebelo de Almeida, que, por enquanto, não referiu o valor da renda anual deste hotel.

Admitindo que este possa ser “um negócio arriscado, porque a Figueira da Foz não é um destino consolidado”, Jorge Rebelo de Almeida é da opinião de que “o litoral precisa que o interior se desenvolva para alivar a carga [turística]”, acrescentando que “Portugal não é só Lisboa e Porto”. Como refere, “o país não tem turismo a mais, temos todo o interior para desenvolver”.

Por outro lado, Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador da Vila Galé, aponta para o facto de a Figueira da Foz ser um destino “bastante completo”, dando resposta “ao segmento de férias de praia e lazer”, tendo, ao mesmo tempo “a própria vivência da cidade”, com património e gastronomia.

“Quando olhamos para o histórico de dormidas, no caso de 2023, a Figueira da Foz terá muito potencial de crescimento. Hoje já se encontra nos 30 concelhos com mais dormidas, [sendo que] estes 30 concelhos representam 80% das dormidas no país. Esta região tem outra vantagem: a sua centralidade face ao país permite ser a base para conhecer outras cidades”, afirma Gonçalo Rebelo de Almeida.

Concluída a inauguração oficial, o “primeiro mercado de aposta será o nacional”, de acordo com Pedro Ribeiro, diretor-geral de vendas e marketing do Vila Galé. Posteriormente, a expectativa é a de que venham “outros mercados de proximidade”, nomeadamente o espanhol, “com muita tradição na Figueira da Foz”, e os dos “circuitos culturais, como o francês e o italiano”.

O segmento de reuniões, incentivos, congressos e exposições (MICE, na sua sigla em inglês), também é visto com interesse pelo grupo para este hotel, dado o crescimento “do mercado corporate” na região, a par dos mercados brasileiro e norte-americano, que o Vila Galé espera atrair “de uma forma geral para os hotéis [da gama] Collection”.

Presentemente, e apesar de a ocupação do atual Vila Galé Collection Figueira da Foz ainda estar “bastante aquém em termos daquilo que acreditamos que o hotel possa vir a atingir”, na opinião de Carlos Alves, diretor regional de operações do grupo, as expectativas são positivas.

“Estamos a recuperar aos poucos a notoriedade que o hotel já teve e que esperamos que volte a ter. Em termos de ocupação está bastante aquém em termos daquilo que acreditamos que o hotel possa vir a atingir. [No entanto, quando] pegámos no hotel este era classificado na Booking com 4.3, e em dois meses de ocupação [pelo Vila Galé] o hotel está com 8.2. É um processo contínuo. Estamos muito focados e queremos apostar na qualidade do serviço”, termina Carlos Alves.

*O Publituris viajou até à Figueira da Foz a convite do grupo Vila Galé.

Sobre o autorCarla Nunes

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Hoti Hotéis inaugura 1º INNSiDE by Meliá no centro de Braga com olhos postos a 5 novos projetos a norte

A Hoti Hotéis inaugurou, esta sexta-feira, o primeiro INNSiDE by Meliá em Portugal, no centro de Braga, e segundo o presidente do Conselho de Administração da cadeia hoteleira, Manuel Proença, “este é o primeiro de quatro unidades que vamos inaugurar no Porto e Norte, seguindo-se em São João da Madeira, Famalicão e Viana do Castelo, e há ainda uma quinta unidade, no Porto, mas esta é uma obra mais demorada, porque há mais burocracia”.

O secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, presidiu, esta sexta-feira, em Braga, à cerimónia de inauguração do primeiro INNSiDE by Meliá no nosso país, uma marca da Meliá International e adota pelo grupo Hoti Hotéis, que, segundo o seu presidente do Conselho de Administração “introduz um conceito inovador, mantendo elevados padrões de qualidade, associado à reputação dos Meliá Hotels, mas numa abordagem mais informal, que apela a um público jovem com espírito e vontade de descobrir novos lugares e novas cidades”.

Referindo-se concretamente às valências desta nova unidade hoteleira de quatro estrelas superior, que envolveu um investimento total de 16 milhões de euros e que cria 50 novos postos de trabalho (40 diretos e mais 10 que são partilhados com o Meliá Braga, outra unidade da cadeia hoteleira), Manuel Proença, avançou que oferece 109 quartos, dos quais duas suites, salas para reuniões, restaurante “Convertidas” bar, duas piscinas (interior e exterior) um Spa, Wellness, um centro de bem-estar com ginásio, jacuzzi, sauna e banho turco, e estacionamento. Há ainda um excelente espaço de jardim que será utilizado para eventos.

Foi aliás neste espaço que a cadeia, após a cerimónia de inauguração, abriu portas para acolher, num verdadeiro e animado Arraial de São João, cerca de 300 convidados dos mais diversos parceiros do trade turístico, não só de Braga, mas de todo o norte do país, com direito ainda a bolo que celebra o início deste novo projeto, que será liderado por Delfim Filho, também diretor geral do Meliá Braga, de cinco estrelas.

 

O INNSiDE by Meliá Braga Centro, localizado na Rua Central daquela cidade, nasce “da reabilitação de um edifício abandonado há muito tempo e com destino incerto, agora recuperado, uma obra num edifício histórico, e também polémico, que a autarquia bracarense viabilizou”, apontou o presidente da Hoti Hotéis, para acrescentar que o restaurante e o bar estão inspirados no antigo Recolhimento das Convertidas, contiguo ao prédio onde se ergue o novo hotel. “Um local de encontro que tem, simultaneamente, um toque antigo e um toque moderno, já que resulta de um edifício já existente, que é conhecido pelo Recolhimento das Convertidas e um bloco novo onde estão instalados quase todos os quartos”, referiu.

O Recolhimento de Santa Maria Madalena ou das Convertidas é um edifício barroco do século XVIII, localizado na zona histórica da cidade, a poucos metros da Sé e das Portas de Braga, com histórias interessantes para contar, e que serão sempre partilhadas com os hóspedes, que mais não seja através da fábula do “Convento e da Fonte da Máscara”. Na antiga cidade de Braga existia, fundado pelo Arcebispo Dom Rodrigo de Moura Teles, um refúgio para mulheres de mau comportamento, que ali buscavam uma nova vida, afastando-se dos erros do passado e encontrando paz e redenção. É apenas o preâmbulo das muitas histórias que fazem parte do agora INNSiDE by Meliá Braga Centro.

O centro de Braga, onde se situa o hotel “precisa de mais vida, principalmente à noite e, esta unidade, vai contribuir com mais animação para a vida bracarense, com exposições de arte, muita música ao vivo e com mais juventude do que aquela que tem até agora”, assegurou Manuel Proença, avançando que “há aqui uma reanimação que é muito conveniente, que a Câmara Municipal de Braga está atenta a isso e nessa linha”.

“É com imenso orgulho que acabamos de inaugurar o INNSiDE Braga Centro. No ano em que a Hoti Hoteis celebra 45 anos, este é o 20º hotel sob gestão do Grupo, que tem tido um ritmo de crescimento exponencial nos últimos dez anos. Superámos os 3.000 quartos e em 2025 teremos mais novidades”, escreveu Miguel Proença nas redes sociais.

E acrescenta que “esta abertura vem reforçar a parceria de sucesso que o Grupo Hoti Hoteis tem com a Meliá Hotels International, e que dura há quase 30 anos. Foi com esta parceria que a Hoti Hoteis afirmou em Portugal as marcas Tryp, Meliá Hotels & Resorts e agora, acreditamos, a INNSiDE by Meliá”, mas realçou: “todo este sucesso, estes objetivos e estes marcos importantes seriam impossíveis de alcançar sem o esforço, a dedicação, a entrega das nossas equipas”, para concluir que “com propriedade, ontem pudemos afirmar que, como disse Séneca, “sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade”.

Porquê o norte?

Com grandes investimentos no Porto e Norte, o presidente do grupo Hoti Hotéis explica o porquê. “A região norte tem um grande potencial para o turismo, e estamos cientes disso. Tem registado um crescimento notável, tem bons autarcas interessados em desenvolver o turismo e os seus municípios e um presidente da ERT muito dinâmico”.

E Luís Pedro Martins esteve presente também na cerimónia de inauguração, bem como o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, membros da administração do grupo Hoti Hoteis, destacando-se Miguel Caldeira Proença, representantes da Meliá International e ainda dos sócios da cadeia hoteleira neste empreendimento, a família Salvador Rodrigues.

Assim, o presidente do Turismo Porto e Norte dirigiu-se aos empresários acentuando que “o sucesso tem sido construído na base do vosso trabalho. Uma oferta muito qualificada, com recursos humanos muito qualificados têm permitido um grau de satisfação elevado a quem nos visita. Nós só conseguimos continuar nesta estratégia de crescer em valor se tivermos uma oferta muitíssimo qualificada”.

O que Luís Pedro Martins promete é “continuar este trabalho de promoção internacional, de estruturação de produtos, de fazer o que estamos a fazer, e em Braga é muito evidente. Dissemos sempre que Braga iria ser um pilar do MI, e hoje já temos provas para dar, pois hoje conseguimos atrair congressos de grande importância para a região”.

O dirigente regional defendeu que “a nossa estratégia será sempre assim: crescer em valor, distribuir por toda a região, sabendo que temos uma região diversa, que também vai sendo importante quando estamos a apresentar os nossos produtos, uma região onde há tempo para muita diversidade, como costumo dizer. Por isso, acho que estamos no bom caminho”.

Por sua vez, o presidente da autarquia bracarense recordou os números “absolutamente fantásticos” que a região norte tem registado nos últimos anos em termos de crescimento do turismo, de dormidas, de resultados para os operadores, de visibilidade internacional e diversificação de mercados”.

Á Hoti Hotéis, Ricardo Rio disse que “tem confiado e investido no concelho de Braga, olhado para o potencial de Braga do ponto de vista da sua dinâmica turística, não só com esta nova unidade, mas com o Meliá Braga, um dos hotéis de referência do grupo e dos que tem tido melhores resultados, por isso é quase impossível indissociar aquilo que tem sido o crescimento do turismo em Braga e a presença deste grupo na nossa cidade e na nossa oferta hoteleira”.

O autarca lembrou que Braga hoje “já não é de todo apenas um destino para o turismo religioso, é de grande vivacidade do ponto de vista das atividades desportivas, do turismo de negócios, com a dinâmica empresarial que aqui ocorre, e que hoje em dia é um dos grandes motores do crescimento económico do país do ponto de vista do turismo de feiras e congressos”, sem esquecer o turismo cultural, uma vez que, para além de Braga ser, no próximo ano, a Capital Portuguesa da Cultura, “é uma cidade onde a cultura está presente em todos os dias do ano, e é uma alavanca de atração de cada vez mais visitantes”.

Pedro Machado tranquiliza empresários

O secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, que presidiu a cerimónia de inauguração do INNSiDE by Meliá Braga Centro, deixou uma palavra de tranquilidade aos empresários deste setor. “Os empresários esperam do Estado, e neste caso do Governo, que trate bem um trinómio – da análise, da decisão e da concretização ou da execução”, para realçar que “é esse o serviço de quero prestar ao meu país nas funções que hoje exerço”.

O governante destacou que, de acordo com o novo ministro da Economia, Pedro Reis, “as instruções é de não usarmos a designação de Ministério da Economia, mas sim Ministério das empresas. Significa isso que queremos ser mais rápidos na avaliação e na análise, mais céleres na decisão para a execução”, ou seja, avançou, “queremos fomentar cada vez mais a capacidade que as empresas têm não só de realizar investimentos”. Isto “é uma mudança em relação a um certo paradigma, que até aqui vigorava, em que o Estado chamava a si parte substantiva de uma componente que é do setor privado”.

Pedro Machado continuou: “Isto é importante para, não só, atrair e desenvolver novos investimentos, mas para gerar a palavra-chave para os empresários, que se chama confiança”. Garantiu que “há confiança no mercado, no poder local e na sua capacidade de decisão, há capacidade nos institutos públicos que, entre outros, têm a missão, quer de acompanhamento, mas também de financiamento através dos instrumentos hoje disponíveis, aquela que consideramos uma das pernas essenciais para pôr os projetos a andar”, apontou o secretário de Estado do Turismo.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Centro Digital de Aviação acelerará transformação digital e inovação da TAP

Tata Consultancy Services estabelece um centro de excelência na sequência de uma parceria com a TAP.

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Na sequência da parceria com a TAP, a Tata Consultancy Services (TCS) inaugurou o seu Centro Digital de Aviação em Alfragide, depois de, em 2022, a TAP ter selecionado a TCS como parceiro estratégico para acelerar a sua transformação digital e inovação tecnológica na sequência de um concurso internacional.

Com base na parceria estratégica, a TAP está a trabalhar com a TCS para “racionalizar e modernizar a arquitetura dos sistemas, enriquecer a experiência do cliente e melhorar o desempenho operacional para melhor servir os clientes da companhia aérea”.

O Aviation Digital Center da TCS alberga consultores, arquitetos de soluções e especialistas em tecnologia, que fazem uma utilização inovadora das tecnologias digitais – como a nuvem, a análise de dados e a automatização – para apoiar as empresas europeias em toda a cadeia de valor da aviação.

O centro faz parte da TCS European Delivery Network e também será utilizado como uma instalação nearshore para servir outros clientes globais da TCS no sector dos transportes, o que se espera que resulte em mais empregos tecnológicos em Portugal, contando já com 75 profissionais altamente qualificados.

Luís Rodrigues, CEO da TAP, considera que “a TAP está a dar continuidade ao seu ambicioso plano de transformação e a TCS foi selecionada como parceira com base na sua profunda experiência no setor aéreo, histórico comprovado de realização de transformações digitais e liderança tecnológica. Estamos muito satisfeitos por confirmar que esta parceria estabelecida com a TAP atraiu para Portugal este investimento da TCS, que cria um centro de competências tecnológicas sem paralelo no nosso país”.

Krishnan Ramanujam, presidente do Consumer Business Group da TCS, considera, por sua vez, que o TCS Aviation Digital Center “distingue-se por oferecer uma profunda experiência global no sector e capacidades tecnológicas exclusivas para as necessidades das companhias aéreas e empresas de transporte na Europa. É uma demonstração do nosso compromisso contínuo com o mercado europeu e estamos ansiosos por expandir as nossas parcerias com companhias aéreas e empresas de transportes europeias que estão a embarcar em jornadas de transformação empresarial para aperfeiçoar a sua vantagem competitiva e construir negócios mais resilientes e sustentáveis”.

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Hotelaria

Nova marca hoteleira “705” investe mais de 60M€ na Área Metropolitana do Porto

O grupo Teppe apostou numa nova marca de hospitality, a 705, tendo em vista a abertura de seis projetos com serviços hoteleiros, entre alojamentos turísticos e Alojamento Local, na Área Metropolitana do Porto. Ao todo, o grupo tem previsto investir mais de 60 milhões de euros nestas propriedades.

Carla Nunes

O parque hoteleiro português vai contar com uma nova marca, a 705, que tem em vista a inauguração de duas unidades no Porto este ano e a abertura de mais quatro unidades nos próximos dois anos, tanto no Porto como em Vila Nova de Gaia.

A marca detida pelo grupo Teppe, que opera na promoção imobiliária e construção, surge da intenção de criar “uma nova área de negócio do grupo, focada em hospitality, para otimizar um conjunto de propriedades geridas pela Teppe”, como Teresa Martins, general manager da 705, explicou em declarações à Publituris Hotelaria.

Para o efeito, o grupo tem em vista investir 60 milhões de euros nestas seis propriedades, cuja exploração hoteleira ficará a cargo da Hotels Seven O Five – a designação por extenso da marca 705.

Para este ano de 2024, mais concretamente no próximo mês de julho, está prevista a abertura da 705 Porto Prime Home e da 705 Porto Prime Apartments sob o mote “Where Guests feel truly at home”.

A 705 Porto Prime Home será constituída por 41 apartamentos turísticos de diferentes tipologias, na qual os hóspedes podem contar com um ginásio, serviço de receção e concierge 24 horas por dia e um jardim com “espaços multifacetados, como coworking, lounge e bar com esplanada numa área acima de 300 metros quadrados”, como explica a general manager da 705.

Já o 705 Porto Prime Apartments será um alojamento local com quatro apartamentos de tipologia T1 a 100 metros da Rua de Santa Catarina, “uma unidade mais direcionada para estadias de longa duração”, de acordo com Teresa Martins.

Créditos: DR

Apesar de estes projetos se tratarem de apartamentos com serviços hoteleiros, a general manager da marca refere que o objetivo é que “o serviço esteja cada vez mais próximo do que encontramos num hotel”.

Relativamente às próximas quatro aberturas, previstas até 2026, Teresa Martins afirma que “algumas propriedades já estão em construção”, esperando-se que disponibilizem um total de 400 camas. No entanto, refere que “ainda é cedo para revelar os conceitos e os nomes das mesmas”, uma vez que ainda estão “em processo de desenvolvimento”.

Sobre a 705

Em nota de imprensa, o grupo Teppe dá conta de que pretende posicionar a sua nova marca de hospitality no segmento premium, entre o upscale e o midscale. A ideia passa por oferecer alojamentos que deem resposta “a um segmento de viajantes que privilegiam uma oferta com qualidade e atenção ao detalhe, excedendo o padrão que o alojamento midscale oferece, sem a proposta e o custo luxuoso das unidades upscale”.

Já o nome da marca faz referência ao ano de 705, altura em que foi inaugurado no Japão o primeiro hotel do mundo, o Nishiyama Onsen Keiunkan. Desta forma, o grupo pede emprestado este legado histórico para “fazer a ponte entre o passado e o presente, mantendo vivo o espírito tradicional do acolhimento e do cuidado ao visitante”.

Além do alojamento, a marca pretende ter uma oferta complementada por “serviços personalizados e experiências abrangentes, desde tours e experiências gastronómicas, a atividades culturais e artísticas”, como refere em comunicado.

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Lusanova acrescente Uruguai ao novo catálogo “Argentina & Chile”

A Lusanova acaba de acrescentar um novo destino ao catálogo “Argentina & Chile”. O Uruguai é a novidade para este ano.

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A Lusanova acaba de anunciar o lançamento do seu novo catálogo de viagens para os destinos da Argentina e Chile, incluindo uma novidade para este ano: Uruguai.

Válido até abril de 2025 e disponível fisicamente nas agências de viagens a partir da próxima semana, o novo catálogo da Lusanova oferece uma ampla seleção de circuitos para explorar as principais atrações destes países da América do Sul.

Entre as novas ofertas do operador turístico, destacam-se os novos circuitos “Patagónia Ativa”, “Noroeste e Vinhos” e “Uruguai e Argentina Gourmet”.

O programa “Patagónia Ativa”, que combina a Argentina e o Chile, concentra-se numa experiência de trekking nos dois países, em locais emblemáticos como o Fitz Roy, Cerro Torre e o Parque Nacional da Terra do Fogo, em Ushuaia.

Com um forte foco no Enoturismo, o circuito “Noroeste e Vinhos” convida os viajantes a explorar o cenário vitivinícola da Argentina, sem descurar a envolvente histórica. Após uma visita à capital argentina, o itinerário segue para Salta, onde se pode apreciar um passeio panorâmico pelas influências coloniais da região. O percurso inclui ainda paragens no Parque Nacional Los Cardones, Cafayate e Angastaco, onde a paisagem combina deserto, vales verdejantes e montanhas cobertas de neve. A experiência culmina em Mendoza, capital mundial do vinho Malbec, proporcionando uma imersão completa na cultura do vinho.

O itinerário “Uruguai e Argentina Gourmet” explora a capital uruguaia, onde se destacam as suas ofertas culturais e gastronómicas, assim como as praias e património histórico. Após degustações de vinhos em Bouza ou Carmelo, o circuito inclui visita a Colónia do Sacramento, fundada pelos portugueses em 1680, e cujo bairro histórico é famoso pelas suas muralhas de defesa. Em Buenos Aires, os viajantes podem desfrutar de um passeio panorâmico pela cidade, apreciar um espetáculo de tango e mergulhar na cultura gaúcha com uma visita ao Rancho Ombu. A gastronomia uruguaia, argentina e gaúcha são destaques deste itinerário, proporcionando experiências culinárias ao longo de todo o trajeto.

Neste catálogo, a Lusanova disponibiliza ainda os circuitos tradicionais “Patagónia Clássica”, que inclui visitas a Buenos Aires, Ushuiai, Terra do Fogo, El Calafate e ao Glaciar Perito Moreno; e o “Patagónia Completa”, um circuito ainda mais abrangente, que adiciona as visitas a Puerto Madryn e à Península Valdés. Além disso, o itinerário “Cataratas e Glaciares” proporciona visitas a Buenos Aires, El Calafate, Glaciar Perito Moreno e às Cataratas do Iguaçu, tanto do lado argentino quanto do brasileiro.

Para os que desejam uma exploração mais profunda, a Lusanova dá a possibilidade de explorar a Patagónia ao longo de 15 dias, cinco dos quais a bordo do cruzeiro Australis. Neste circuito, além de alguns dos destinos mencionados, como Ushuaia, Calafate e o Glaciar Perito Moreno, destaca-se a passagem pelo Canal Beagle, Cabo Hornos, o Estreito de Magalhães e a Ilha Magdalena.

O operador turístico sugere um total de 13 itinerários diferentes para partir à descoberta do Fim do Mundo, a extremidade da América do Sul.

Todo o produto relacionado do catálogo “Argentina, Chile e Uruguai 2024/2025” encontra-se carregado e disponível para vendas no site da Lusanova.

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Europa deverá cumprir com metas SAF traçadas, mas precisará de “apoio político e investimento sustentado”, diz SKYNRG

Ao que indica um relatório da SkyNRG, as companhias aéreas e os fornecedores europeus deverão cumprir com os níveis traçados pelo ReFuel EU relativamente ao SAF, em 2025 e 2030. Para o futuro, contudo, será necessário um reforço do apoio político e investimento financeiro.

Victor Jorge

O mais recente relatório “SAF Market Outlook”, da SkyNRG, mostra que as companhias aéreas e os fornecedores europeus deverão cumprir os níveis introduzidos pelo ReFuel EU, que exigirá que 2% do combustível de aviação utilizado na Europa seja SAF (Combustível de Aviação Sustentável) a partir de 2025, até 6% em 2030.

No entanto, será necessário “um apoio político e um investimento financeiro sustentados” para ajudar as companhias aéreas europeias a atingir os seus objetivos em matéria de SAF, que, em muitos casos, ultrapassam o mandato da UE.

Embora as previsões indiquem que a Europa está bem posicionada no que respeita ao fornecimento de SAF até 2025, continua a haver uma série de desafios para manter esta dinâmica e garantir que a produção de SAF continue a acelerar. “É o caso, em particular, do e-SAF, em que muitos projetos estão ainda em fase de estudo de viabilidade e precisam de sair dos planos e tornar-se realidade o mais rapidamente possível”, aponta o relatório da SkyNRG.

Laurent Donceel, diretor-geral Adjunto da A4E, salientou, na altura do lançamento do relatório da SkyNRG, alguns dos desafios que o setor europeu do SAF enfrenta, apontando “o custo de produção e o custo de abastecimento, o acesso às energias renováveis, o acesso ao SAF em toda a UE e a garantia da sustentabilidade das matérias-primas utilizadas na produção de SAF na Europa”.

Donceel acrescentou que “é positivo constatar que haverá SAF suficiente para satisfazer os requisitos do ReFuel EU até 2030. Mas muitas companhias aéreas europeias não se ficam por aqui. Querem fazer mais, pelo que é importante que a Europa conceba uma política industrial para o SAF que aborde os custos de produção, acelere o abastecimento e, em última análise, faça baixar o custo do SAF na Europa. Os combustíveis sintéticos na aviação, que farão parte do mandato ReFuel da UE, exigirão uma atenção especial nos próximos meses. Os e-SAF exigirão uma grande quantidade de energia limpa e de hidrogénio para a sua produção e, no entanto, até agora não conseguiram captar a atenção suficiente dos mercados financeiros e dos decisores políticos”.

O diretor-geral Adjunto da A4E concluiu ainda que “transformar uma indústria SAF nascente numa indústria que fornecerá a maior parte do combustível para as companhias aéreas é uma tarefa monumental. Para as companhias aéreas, é necessário trabalhar com os aeroportos para ajudar a desenvolver o mercado das SAF; o financiamento tem de fluir para o setor e a indústria da energia tem de levar a sério a transição para o abandono dos combustíveis fósseis”.

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Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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Já votou nos Publituris Portugal Travel Awards? As votações terminam a 27 de junho

Esta é a última semana para as votações nos 177 nomeados, nas 22 categorias dos Publituris Portugal Travel Awards 2024.

Publituris

A votação para a 19.ª edição dos Publituris “Portugal Travel Awards” termina esta quinta-feira, 27 de junho.

Se não votou ainda nos 177 nomeados que concorrem nas 22 categorias da edição de 2024, pode ir a https://premios.publituris.pt/, isto claro, se for assinante do jornal ou subscritor da newsletter diária.

As categorias são:

Melhor Companhia de Aviação
Melhor Companhia de Aviação Lowcost
Melhor Rent-a-Car
Melhor Operador Turístico
Melhor Rede de Agências de Viagens
Melhor Companhia de Cruzeiros
Melhor Cadeia Hoteleira
Melhor Hotel Cinco Estrelas
Melhor Hotel Quatro Estrelas
Melhor Hotel Resort
Melhor Boutique Hotel
Melhor Hotel de Cidade
Melhor Hotel MICE
Melhor Hotel de Praia
Melhor Turismo Rural
Melhor Enoturismo
Melhor Campo de Golfe
Melhor Parque Temático e Diversões
Melhor Empresa de Animação Turística
Melhor Marina
Melhor Destino Internacional
Melhor Região de Turismo Nacional

Haverá ainda a lugar à entrega do Prémio “Belmiro Santos”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

Os vencedores serão conhecidos no dia 4 de julho, a partir das 19h00, no Pestana Douro Riverside, no Porto.

Os vencedores resultarão de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), dos assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Agora, visite https://premios.publituris.pt/ e vote.

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Arrábida ganha protocolo com ICNF para desenvolver turismo de natureza

O protocolo que vai ser estabelecido com o ICNF prevê projetos de marcação, sinalização e manutenção de percursos pedestres, cicláveis e equestres, a par de estratégias de comunicação e de divulgação da Arrábida.

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As Câmaras Municipais de Setúbal, Palmela e Sesimbra vão celebrar um protocolo com o ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas para o desenvolvimento de projetos de turismo de natureza na Arrábida.

Num comunicado enviado à imprensa pela autarquia de Setúbal, que aprovou a colaboração esta quarta-feira, 19 de junho, em reunião pública, explica-se que este projeto visa “a dinamização concertada de ações associadas à conservação, valorização e usufruto sustentado dos recursos naturais no Parque Natural da Arrábida”.

“Projetos de marcação, sinalização e manutenção de percursos pedestres, cicláveis e equestres, a par de estratégias de comunicação e de divulgação, são iniciativas a desenvolver no âmbito deste protocolo de colaboração”, lê-se na informação divulgada.

Este protocolo enquadra-se na Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030 e nos termos do Regulamento do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Arrábida.

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EUA lideram receitas no turismo internacional em 2023

Segundo contas feitas pela UN Tourism, os EUA lideraram os ganhos obtidos pela atividade turística internacional, em 2023.

Victor Jorge

Contas feitas pela UN Tourism indicam que os EUA foram o país que mais receitas obteve da atividade turística internacional, em 2023, totalizando 175,9 mil milhões de dólares (cerca de 165 mil milhões de euros).

Este valor é quase o dobro alcançado pela Espanha, que no ano passado viu as receitas turísticas internacionais alcançarem 92 mil milhões de dólares (perto de 86 mil milhões de euros).

Já o Reino Unido deu um salto para o 3.º lugar, subindo do 5.º antes da pandemia, chegando, em 2023, aos 73,9 mil milhões de dólares (cerca de 69 mil milhões de euros).

O Top 10 deste barómetro da UN Tourism, relativamente às receitas do turismo internacional, é ainda composto pelos seguintes países: França (64 mil milhões de euros); Itália (52 mil milhões de euros); Emirados Árabes Unidos (49 mil milhões de euros); Turquia (46 mil milhões de euros); Austrália (43 mil milhões de euros); Canadá (37 mil milhões de euros); e Japão (36 mil milhões de euros).

Para este ano de 2024, o painel de avaliação e previsão da UN Tourism avança que 9% dos inquiridos indicam que as estimativas para o período de maio-agosto são “muito melhores” que em 2023, enquanto 53% dizem ser “melhores”, 29% apontam que será “igual”, 8% que será “pior”, e 1% que será “muito pior”.

Também nos fatores principais que pesam na recuperação do turismo internacional houve uma alteração face à análise em igual período do ano passado (maio 2023 vs maio 2024). Enquanto em 2023, o “ambiente económico” era apontando como principal fator (71%), seguido dos “custos de transporte e alojamento mais elevados” (62%) e o “conflito na Ucrânia” (31%), já neste ano de 2024, são os “custos de transporte e alojamento mais elevados” (60%) que mais preocupam os inquiridos, seguidos pelo “ambiente económico” (59%) e os “fenómenos climáticos extremos” (30%).

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