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Nova edição abril: Estrelas que contam para o sucesso dos hotéis

Na Publituris Hotelaria de abril damos conta das Estrelas Michelin que contam para o sucesso dos hotéis, num especial onde os profissionais do setor referem a contribuição destes galardões para a operação hoteleira.

Carla Nunes
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Nova edição abril: Estrelas que contam para o sucesso dos hotéis

Na Publituris Hotelaria de abril damos conta das Estrelas Michelin que contam para o sucesso dos hotéis, num especial onde os profissionais do setor referem a contribuição destes galardões para a operação hoteleira.

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Na Publituris Hotelaria de abril damos conta das Estrelas Michelin que contam para o sucesso dos hotéis, num especial onde os profissionais do setor referem a contribuição destes galardões para a operação hoteleira.

De acordo com os entrevistados, os restaurantes com Estrelas Michelin trazem não só posicionamento e prestígio aos hotéis onde se inserem, como também novos públicos, que viajam pelo mundo à procura de novas experiências. Do lado dos chefs à frente destes espaços de restauração, as opiniões dividem-se sobre o facto de as estrelas influenciarem, ou não, o seu trabalho, sendo que todos são unânimes de que é apenas uma questão de tempo até a restauração portuguesa ser premiada com a tão almejada terceira estrela.

No dossier deste mês, o destaque vai para a oferta de F&B. Apesar do aumento dos custos nas matérias-primas, os fornecedores para o canal Horeca continuam a apostar em novas soluções para dar resposta ao setor: seja através de produtos para segmentos específicos deste canal – como opções italianas, asiáticas ou bebidas vegetais para baristas – seja no desenvolvimento de linhas de soluções alimentares prontas a servir.

No capítulo “Fala-se”, a edição deste mês dá conta da remodelação do Tivoli Marina Vilamoura, que após encerrar para obras durante dois meses abre portas empenhado na captação de novos públicos. Em entrevista à Publituris Hotelaria, o diretor da unidade, Hugo Gonçalves, antecipa a contratação de 40 a 45 novos trabalhadores após esta renovação, com o objetivo de “posicionar o hotel” num segmento mais elevado.

Segue-se o XIX Congresso da ADHP, que este ano decorreu a 30 de março no Palácio de Congressos do NAU Salgados Palace, em Albufeira. O evento, sob o mote “Gerir na Incerteza. Rethink the Future”, focou-se na dignificação do setor, onde foram debatidos, entre outros temas, o mercado de trabalho para o setor do turismo, a cibersegurança e a relevância da análise de dados para a hotelaria.

Destaque também para o ME Lisboa, a estreia da marca de luxo da Meliá na capital, com abertura prevista para 2024, e ainda para o Arts Hotel Porto Tapestry Collection by Hilton, que foi inaugurado no Porto após um investimento de 15,4 milhões de euros.

Na secção de “Management” é apresentado o Crowne Plaza Caparica Lisbon, “o maior investimento da DHM num único ativo”, que exigiu um investimento de 9,7 milhões de euros – onde não está incluída a aquisição do edifício.

Nos “Fornecedores” deste mês celebramos os 50 anos da Sogenave, que este ano espera uma faturação de mais de 200 milhões de euros.

Já na rubrica “Palavra de Chef” o destaque vai para Vittorio Colleoni, o mais recente chef-executivo do grupo hoteleiro PBH. Após passar por restaurantes como “Martín Berasategui” e “El Celler de Can Roca”, Vittorio Colleoni recebeu uma Estrela Michelin pelo trabalho desenvolvido no restaurante da família no Norte de Itália, o “San Martino”. Assume agora a chefia-executiva dos conceitos de restauração da PBH, a começar pelo menu da Tasca da Memória, o restaurante do hotel Wine & Books, onde pretende aliar o seu estilo de alta cozinha às tradições portuguesas. Em entrevista à Publituris Hotelaria, o profissional dá conta do seu percurso, da conquista da Estrela Michelin e do trabalho que já se encontra a desenvolver para o próximo projeto da PBH, o Wine & Books Porto.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Prado Lacerda, Quality & Marketing Manager na Salmon Distribution.

As opiniões desta edição pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Manuel Carvalho e Sousa (ISAG); Guilherme Costa; Marta Sotto-Mayor e Ana Jacinto (AHRESP).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

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Hotelaria

Marca NH Collection celebra os 10 anos em cinco hotéis na Europa incluindo Lisboa

A marca NH Collection, do grupo Minor, assinalou os 10 anos de existência em cinco hotéis na Europa, incluindo Lisboa. O encontro com fornecedores, clientes e parceiros, que decorreu esta quarta-feira, teve lugar no primeiro hotel da marca em Portugal, o NH Collection Lisboa Liberdade, e serviu também de pretexto para inaugurar a temporada de verão do Ático rooftop localizado naquela unidade hoteleira.

O Publituris aproveitou a ocasião para um “dedo de conversa” com Pedro Frazão, Cluster General Manager não só do NH Collection Lisboa Liberdade, como do AVANI Avenida Liberdade Lisboa Hotel.

“Estamos a comemorar este aniversário em cinco hotéis da marca NH Collection na Europa. De facto, a marca NH já existia, mas há 10 anos houve uma separação do produto entre a Collection num posicionamento mais alto e a NH num posicionamento mais corto, e o NH Collection Lisboa Liberdade foi escolhido por ser um ‘flagship’ em Portugal”, referiu Pedro Frazão, para avançar que “para nós é um orgulho termos sido escolhidos pela própria casa-mãe para assinalar o aniversário da marca”, com o trade, parceiros comerciais, DMC, amigos e clientes do hotel.

O cocktail serviu também de pretexto para inaugurar a temporada de verão 2024 do Ático rooftop localizado naquela unidade hoteleira, “espaço que até há dois anos a estratégia era de ser utilizado somente para clientes do hotel. Quando a nossa equipa veio para cá, a estratégia foi mudar, foi promover o espaço para fora, e começámos a trabalhar com alguns parceiros, nomeadamente uma empresa de comunicação que trabalha com o grupo Tivoli em Portugal ao nível das redes sociais e divulgação, com o grupo Olivier, e a nível artístico com uma empresa que se chama Arenas, que nos traz também não só a parte musical de DJ, como eventos musicais pequenos que também são realizados aqui”, explicou o diretor hoteleiro.

Pedro Frazão destacou ainda que “posicionámos a marca Ático, há dois anos mudámos o logo, as cores passaram a ser diferentes das do NH, por forma a distinguir o espaço e a vendê-lo não como um bar ou um rooftop do NH Collection, mas sim um espaço em si, como temos o Sky Bar no Tivoli de Lisboa, o nosso hotel irmão”, sublinhando que “tem sido um sucesso porque, de ano para ano, temos crescido a nível de receitas e do cliente externo, nomeadamente de outros hotéis próximos”.

O Cluster General Manager classifica o Ático como “um espaço muito interessante, muito cosy, que também é versátil porque, quando temos grupos exclusivos, e temos tido, podemos conjugar com a zona da piscina com a sala de baixo que tem um terraço, o que nos alargar o número de pessoas”.

O ‘flagship’ da marca em Portugal

O NH Collection Lisboa Liberdade, que abriu portas em 2003, é a primeira unidade hoteleira da marca em Portugal, posicionando-se, atualmente no segmento de luxo. Em termos de resultados, este boutique hotel, conforme avança o seu diretor geral, já representa bastante para a marca e para a empresa. “Não estamos no posicionamento do Tivoli, que é um Leading, mas digamos que na região de Lisboa, e no universo dos nossos hotéis, este é o segundo a nível de luxo, de preço, e de produto”, disse.

Em termos de clientes, “apesar de continuar a ser muito forte a nível do mercado espanhol, origem da cadeia hoteleira NH, com a integração do grupo Tivoli conseguimos crescer muito no Brasil e em outros mercados da América Latina como a Argentina, Chile, mas também temos muito mercado americano”. O mercado português também consta, mas não está na lista dos maiores.

Localizado na mais luxuosa artéria de Lisboa, junto das melhores lojas, das marcas de luxo e dos restaurantes mais trendy da cidade, no NH Collection Lisboa Liberdade oferece aos seus clientes, para além do Ático, restaurantes e bares, 83 quartos incluindo 25 suites “o que nos permite posicionarmos, também ao nível dos quartos, num patamar bastante interessante”, considerou, acentuando que “estamos no melhor sítio da Avenida de Liberdade o que nos permite também ter a procura que temos e o  posicionamento que temos, mas também nos dá muito trabalho, porque temos que ter a oferta ao mesmo nível e, cada vez mais estamos a fazer esse trabalho”.

Pedro Frazão revelou ainda ao Publituris que as taxas de ocupação são “altíssimas”, e que o hotel

fecha o ano com cerca de 85% de ocupação, uma vez que em Lisboa “já não se pode falar em sazonalidade”. Por outro lado, evidenciou que “o preço tem aumentado consideravelmente de ano para ano, e estamos a falar, desde a saída da pandemia, numa média de crescimento entre 10 e 15% de preço”.

O NH Collection Lisboa Liberdade é, essencialmente, um hotel de lazer, embora a marca possua algumas unidades destinadas ao corporate em alguns destinos, pois dispõe apenas de duas salas de reuniões pequenas.

Apesar dos anos de existência, a unidade hoteleira tem-se atualizado ao nível da oferta. “A partir de novembro deste ano vamos remodelar todas as casas de banho e as portas e sistemas de portas vão ser mudados, e lá para 2026/2027, vamos começar a negociar com a proprietária do edifício, porque a marca apenas tem a gestão, a concessão, que termina em 2028, por mais 10/15 anos e, a partir daí, é que se vão fazer as obras de remodelação total”, assegurou o diretor geral, que indicou ainda que cada casa de banho vai-nos custar 11 mil euros e sendo 83 nos quartos e duas nas áreas públicas.

Pedro Frazão, que se dirigiu aos convidados na companhia de Francisco Braga, Director of Sales – Portugal Urban da Minor Hotels, concluiu, em declarações ao Publituris, que dirige “um hotel desafiante, com boa pontuação dos clientes e trabalhamos muito o detalhe, ou seja, começámos a implementar uma série de detalhes nos quartos, não só a nível decorativo, mas também de serviços”.

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Operadores turísticos promovem campanha para assinalar o Dia Nacional do Agente de Viagens

Os operadores turísticos associados da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) vão promover uma campanha especial de descontos para assinalar o Dia Nacional do Agente de Viagens, que se celebra, pela primeira vez em Portugal, a dia 30 de maio.

A “Campanha da Semana do Agente de Viagens”, que decorrerá de 30 de maio a 9 de junho, oferece aos consumidores, através das agências de viagens, uma variedade de promoções e descontos em pacotes turísticos. Esta iniciativa visa proporcionar ofertas vantajosas tanto para os consumidores finais quanto para as próprias agências de viagens.

Além desta campanha dos operadores, a APAVT está também empenhada em celebrar a profissão do agente de viagens com um conjunto de outras iniciativas. Um novo micro-site dedicado ao Dia Nacional do Agente de Viagens, que pode ser acedido aqui, foi lançado para destacar a importância e os benefícios de utilizar os serviços de uma agência de viagens.

Neste micro-site, os visitantes encontrarão informações sobre a profissão, incluindo uma breve resenha histórica, as vantagens de recorrer a uma agência, e explicações para desmistificar alguns dos mitos comuns sobre esta atividade.

As comemorações do Dia Nacional do Agente de Viagens iniciam-se, conforme já tinha sido anunciado, com uma festa no Rooftop do Hotel Mundial, em Lisboa, no dia 28 de maio, das 18h00 às 21h00, exclusiva para associados da APAVT, que conta com o apoio do Turismo da Madeira, do Turismo do Centro de Portugal, do Turismo do Alentejo e da SGS. De acordo com a Associação, o evento, que já conta com mais de 200 inscrições confirmadas, terá a presença do secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, além de inúmeros amigos e parceiros da APAVT.

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Propósito da taxa de entrada em Veneza é um fracasso porque número de turistas aumentou

A introdução da taxa que gere os fluxos turísticos em Veneza é contrariada pelos factos. A cidade recebe cada vez mais turistas, diz o vereador Giovanni Andrea Martini, líder do grupo da lista ‘Cidade inteira junta’, durante uma conferência de imprensa no Palazzo Grazioli, na sede da Associação de Imprensa Estrangeira em Roma.

Convocado precisamente para falar dos primeiros resultados da contribuição para o acesso a Veneza – cinco euros – introduzida em abril passado a título experimental, o vereador Giovanni Andrea Martini afirmou que “o bilhete para Veneza é um fracasso sensacional. Mais turistas chegam todos os dias”.

Uma medida que, segundo disse, não abranda o turismo de massa, pelo contrário, e que teria sido implementada “para evitar que Veneza fosse colocada na lista negra da UNESCO”. As chegadas registadas, sublinha, “são numericamente superiores às dos anos anteriores”.

“Olhando para os dados disponíveis, só no dia 19 de maio Veneza registou 70 mil inscrições, enquanto no dia 23 de abril do ano passado foram 66 mil e no dia 2 de junho de 2023, feriado nacional, foram 65 mil”, apontou Martini, destacando que a medida serve “apenas para arrecadar dinheiro”.

Como reiterado diversas vezes durante o encontro com a imprensa estrangeira, Veneza representa o emblema da cidade aberta, mas que hoje se encontra “fechada por vontade política de uma administração que com esta medida traz para casa um pouco de dinheiro”. Mas isso não salva, segundo o vereador da oposição, “a alma da cidade”.

A solução para gerir o turismo de massa deve ser de longo prazo. Na conferência de imprensa em Roma, a medida da administração Brugnaro foi contestada pelo vereador: “A cidade está em desordem, é necessária uma solução a longo prazo”.

Poderia-se pensar também – destacou o vereador – num número limitado com reserva gratuita e sem pedido de dados para salvaguarda da privacidade, além do regresso dos residentes permanentes. Isto numa cidade que tem 49 mil cidadãos no centro histórico e que em média duplica o número de turistas que chegam todos os dias.

Defendeu que “se quisermos que a vida da cidade mude, devemos permitir que a cidade mude a sua vida”, para concluir que “devemos superar a desertificação social criada por esta floresta de arrendamentos de curta duração e de habitações públicas que não são atribuídas”.

Refira-se que nos primeiros 11 dias da nova taxa, a cidade italiana arrecadou cerca de 977.430 euros com a venda de 195 mil bilhetes. Mesmo assim, este montante é inferior ao custo de implementação do sistema de reservas, campanhas informativas e verificação de bilhetes, estimado em três milhões de euros.

A medida, inicialmente em fase experimental, será aplicada em 29 dias específicos durante os meses de maio, junho e julho, incluindo fins de semana e feriados.

Após o período experimental, a taxa pode ser aumentada para 10 euros por dia, com multas de até 300 euros para quem tentar visitar a cidade sem bilhete. A eficácia da medida continuará a ser avaliada, mas as críticas indicam que podem ser necessários ajustes significativos para alcançar os objetivos desejados.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Porto entre as cidades mais baratas para uma “escapadinha” de fim de semana

Um recente estudo divulgado pela Stasher coloca a cidade do Porto entre as mais baratas para uma “escapadinha” de fim de semana na Europa.

Victor Jorge

A cidade do Porto aparece entre as 10 cidades mais baratas para uma “escapada” de fim de semana. Segundo o estudo divulgado pela Stasher, com base em dados da Hotels.com, Kayak.co.uk, e Numbeo.com, a cidade Invicta coloca-se em 9.º lugar, com um preço de 787 para uma viagem para duas pessoas, incluindo aeroporto, voos, quartos de hotel, refeições e transportes locais.

Em primeiro lugar, aparece Cracóvia (Polónia), com um preço de 617 euros, seguida de Bucareste (Roménia) com 655 euros, fechando Varsóvia (Polónia) o Top 3 com 656 euros.

Antes do Porto aparecem ainda Riga (Letónia, com 676 euros), Praga (Chéquia, com 716 euros), Budapeste (Hungria, com 730 euros), Istambul (Turquia, com 730 euros) e Estocolmo (Suécia, com 782 euros). A finalizar o ranking e no 10.º lugar, surge a cidade espanhola de Valência, com 793 euros.

Já nas cidades mais caras para a mesma escapadela de fim de semana, o 1.º lugar pertence a Zurique (Suíça), com 1.382 euros, seguida de Reiquiavique (Islândia), com 1.349 euros, fechando o Top 3 a cidade de Colónia (Alemanha), com 1.260 euros.

Fazem ainda parte deste ranking das cidades mais caras para um fim de semana: Edimburgo (Escócia), Genebra (Suíça), Florença, Veneza, Milão e Roma (Itália) e Copenhaga (Dinamarca).

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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Magnet Consolidator já disponibiliza o NDC da TAP

A Magnet Consolidator já disponibiliza, na sua plataforma online, a possibilidade de reservar e emitir bilhetes TAP através do NDC, garantindo, assim, aos seus clientes a possibilidade de acederem diretamente às melhores tarifas e conteúdos exclusivos da companhia aérea, só disponíveis através do NDC.

Publituris

“Este é mais um passo que a Magnet dá no sentido de disponibilizar aos nossos clientes as melhores tarifas e soluções do mercado”, afirma Nuno Vargas, Managing Director da empresa.

Desde a sua criação em 2011, a Magnet assegura, em nota de imprensa, que tem procurado oferecer sempre as melhores soluções tecnológicas, adaptáveis às necessidades das agências de viagens, tanto IATA como não IATA. Neste sentido, a empresa, adquirida pelo grupo Wamos Portugal em 2014 e sob a liderança do seu fundador e Managing Director, Nuno Vargas, tem continuamente investido em ferramentas que trazem uma maior autonomia e diversificação de tarifas para as agências de viagens.

A empresa, que desenvolve a sua atividade na área da consolidação, atuando apenas no panorama B2B, lembra que o New Distribution Capability (NDC) tornou-se uma realidade incontornável do setor, sendo já parte do dia-a-dia de muitas companhias aéreas e, inevitavelmente, dos agentes de viagens. Com a TAP Air Portugal a lançar o seu NDC, a Magnet prontamente avançou no desenvolvimento da sua plataforma online para ser a primeira no país a oferecer esta funcionalidade.

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Paço Real de Caxias | Créditos: Revive

Hotelaria

Vila Galé confirma início de obras no Paço Real de Caxias para junho

A data foi confirmada pelo presidente do grupo Vila Galé após a inauguração do mais recente hotel do grupo, o Vila Galé Isla Canela, em Huelva. A futura unidade hoteleira no Paço Real de Caxias, em Oeiras, vai contar com 120 quartos.

Carla Nunes

Jorge Rebelo de Almeida, fundador e presidente do grupo Vila Galé, confirmou ao Publituris que as obras no Paço Real de Caxias, em Oeiras, do qual o grupo hoteleiro ganhou a concessão no âmbito do programa Revive, vão começar no próximo mês de junho.

Após um período de limpeza da área, que de acordo com informações presentes no portal do Revive inclui 5.816,93 metros quadrados de construção, o grupo hoteleiro prepara-se para iniciar as obras a 18 de junho.

“Já entrámos na obra a limpar tudo, e agora vamos começar as demolições, porque uma boa parte do que existia em Caxias eram umas aberrações que lá estavam feitas, umas construções sem jeito nenhum”, referiu Jorge Rebelo de Almeida, indicando que “o arranque da obra está marcado para 18 de junho”.

Sem avançar valores de investimento, o fundador do Vila Galé referiu que o futuro hotel vai contar com 120 quartos “e uma área de convenções grande”, sendo que “a Câmara de Oeiras está a recuperar os jardins da Quinta Real de Caxias”.

“Toda aquela região vai ter uma transformação muito grande porque a Câmara de Oeiras, que é sempre pioneira, vai sempre muito à frente das outras, está a recuperar um património que é fabuloso”, afirmou Jorge Rebelo de Almeida.

Recorde-se que o concurso público para a concessão de exploração do Paço Real de Caxias foi lançado a 4 de agosto de 2022, sendo que, segundo as informações presentes no portal do Revive, o contrato foi assinado a 29 de fevereiro deste ano para um período de concessão de 50 anos, com uma renda mínima anual de 174.912 euros.

Construído em meados do século XVII, por iniciativa do Infante D. Francisco de Bragança, o Paço Real de Caxias foi posteriormente concluído pelo futuro rei D. Pedro V, que o utilizou como residência de férias da família real. Inicialmente incluía a quinta, os jardins geométricos de influência francesa, inspirados nos jardins do Palácio de Versalhes, e a cascata da segunda metade do século XVIII, como se pode ler na descrição do projeto presente na página do Revive, onde é também indicado que nos últimos anos o edifício acolheu serviços do Ministério da Defesa Nacional.

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Carla Nunes

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Votação para os Publituris “Portugal Travel Awards” 2024 tem início a 27 de maio

Arranca no próximo dia 27 de maio a votação para as 22 categorias dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024. A votação só estará disponível aos assinantes do jornal Publituris e aos subscritores da newsletter diária. Por isso, registe-se até dia 24 de maio para votar.

Publituris

Os nomeados da 19.ª edição dos Publituris “Portugal Travel Awards” serão conhecidos na edição do próximo dia 24 de maio de 2024 do jornal Publituris, ficando o site para votação disponível a partir de segunda-feira, 27 de maio.

Nesta edição de 2024 há 177 nomeados em 22 categorias, existindo ainda o “Prémio Belmiro Santos”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

As votações decorrerão, exclusivamente, no site dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024 e estarão disponíveis somente para os assinantes do jornal Publituris e subscritores da newsletter diária.

O júri, composto por 26 personalidades ligadas ao setor do turismo, em Portugal, também votarão online.

O registo na newsletter diária do Publituris só será permitido até dia 24 de maio de 2024, ficando o mesmo suspenso até ao dia 4 de julho de 2024.

Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), dos assinantes do jornal do Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%) e serão conhecidos no dia 4 de julho de 2024 numa cerimónia a realizar-se no Pestana Douro Riverside, no Porto, a partir das 19h00.

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Turismo internacional atinge 97% dos níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre

As chegadas de turistas internacionais atingiram 97% dos níveis pré-pandémicos no primeiro trimestre de 2024, revelando a UN Tourism que mais de 285 milhões de turistas viajaram globalmente em janeiro-março, cerca de 20% mais do que no primeiro trimestre de 2023.

Victor Jorge

Mais de 285 milhões de turistas realizaram viagens internacionais no primeiro trimestre de 2024, correspondendo a uma subida de 20% face a igual período de 2023 e representando 97% dos níveis pré-pandemia.

Recorde-se que, em 2023, as chegadas de turistas internacionais recuperaram 96% dos níveis de 2019, enquanto as receitas de exportação do turismo permaneceram em 97% e o PIB direto do turismo atingiu os mesmos níveis de 2019.

A projeção da UN Tourism para 2024 aponta para uma recuperação total do turismo internacional, com as chegadas a crescer 2% acima dos níveis de 2019.

Por regiões, a Europa – maior região de destino do mundo – ultrapassou pela primeira vez os níveis pré-pandémicos num trimestre (+1% em relação ao 1.º trimestre de 2019), registando 120 milhões de turistas internacionais nos primeiros três meses do ano, apoiados por uma forte procura intra-regional.

Já o Médio Oriente registou o crescimento mais forte, com as chegadas internacionais a excederem em 36% os níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre de 2024, ou 4% acima do 1.º trimestre de 2023. Esta evolução segue-se a um desempenho “extraordinário” em 2023, quando o Médio Oriente se tornou a primeira região do mundo a recuperar os números anteriores à pandemia (+22%).

Enquanto as Américas praticamente recuperaram os números anteriores à pandemia neste primeiro trimestre, com as chegadas a atingirem 99% dos níveis de 2019, a região de África recebeu mais 5% de turistas internacionais no primeiro trimestre de 2024 do que no primeiro trimestre de 2019 e mais 13% do que no primeiro trimestre de 2023.

Por fim, na Ásia-Pacífico o turismo internacional está a registar uma rápida recuperação, com as chegadas a atingirem 82% dos níveis pré-pandémicos no 1.º trimestre de 2024, após uma recuperação de 65% no ano de 2023.

Relativamente a estes números, o Secretário-Geral da UN Tourism, Zurab Pololikashvili, refere que “a recuperação do setor é uma notícia muito bem-vinda para as nossas economias e para os meios de subsistência de milhões de pessoas. No entanto, recorda também a necessidade de garantir políticas de turismo e gestão de destinos adequadas, com o objetivo de promover a sustentabilidade e a inclusão, abordando simultaneamente as externalidades e o impacto do sector nos recursos e nas comunidades”.

Por sub-regiões, o Norte de África registou o melhor desempenho no primeiro trimestre de 2024, com mais 23% de chegadas internacionais do que antes da pandemia, seguido da América Central (+15%), das Caraíbas e da Europa Ocidental (ambas +7%). O sul da Europa mediterrânica excedeu em 1% os níveis anteriores à pandemia, enquanto a América do Sul atingiu praticamente os níveis de 2019. O Norte da Europa recuperou 98% dos níveis anteriores à pandemia, enquanto a África Subsariana e a América do Norte recuperaram 95%.

Quanto às receitas do turismo internacional, estas atingiram 1,380 biliões de euros, em 2023, o que significa uma recuperação completa dos níveis pré-pandémicos em termos nominais, mas 97% em termos reais, ajustados pela inflação.

Por regiões, a Europa gerou as receitas mais elevadas em 2023, com os destinos a ganharem 607 mil milhões de euros, excedendo os níveis pré-pandémicos em 7% em termos reais. As receitas no Médio Oriente subiram 33 % acima dos níveis de 2019. As Américas recuperaram 96% das suas receitas pré-pandémicas em 2023 e a África 95%. A Ásia-Pacífico obtiveram 78% das suas receitas pré-crise, um resultado notável quando comparado com a recuperação de 65% das chegadas no ano passado.

O total das receitas de exportação do turismo internacional, incluindo receitas e transporte de passageiros, atingiu 1,560 biliões de euros, em 2023, cerca de 96% dos níveis pré-pandémicos em termos reais. O PIB direto do turismo recuperou os níveis pré-pandémicos, atingindo um valor estimado ligeiramente acima dos 3 biliões de euros, em 2023, equivalente a 3% do PIB mundial.

Segundo a UN Tourism, foram vários os destinos que obtiveram resultados notáveis em termos de receitas no primeiro trimestre de 2024, em comparação com os níveis de 2019, com base nos dados disponíveis, incluindo a Sérvia (+127%), a Turquia (+82%), o Paquistão (+72%), a Tanzânia (+62%), Portugal (+61%), a Roménia (+57%), o Japão (+53%), a Mongólia (+50%), as Maurícias (+46%) e Marrocos (+44%).

De referir que, segundo o mais recente Índice de Confiança do Turismo das Nações Unidas, as perspectivas são positivas para a próxima época de verão, com uma pontuação de 130 para o período de maio-agosto de 2024 (numa escala de 0 a 200), refletindo um sentimento mais otimista do que no início deste ano. Cerca de 62% dos especialistas em turismo que participaram no inquérito de confiança expressaram expectativas melhores (53%) ou muito melhores (9%) para este período de quatro meses, que abrange a época de verão do Hemisfério Norte, enquanto 31% preveem um desempenho semelhante ao de 2023.

Sobre o autorVictor Jorge

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Transportes

easyJet disponibiliza mais de 17.000 voos de e para Portugal no verão 2025

A easyJet colocou esta terça-feira à venda o seu calendário de verão de 2025. Para e de Portugal a companhia inclui mais de 17.000 voos.

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A easyJet colocou esta terça-feira, 21 de maio, à venda o seu calendário de verão de 2025, disponibilizando mais de 29 milhões de lugares em 162.000 voos entre 3 de março de 2025 e 15 de junho de 2025.

Na operação, a companhia aérea inclui mais de 17.000 voos de e para Portugal, que já estão disponíveis para que os clientes possam fazer as suas reservas a preços acessíveis e antecipadamente em easyjet.com ou através da aplicação móvel.

Com voos para mais de 90 destinos à escolha em toda a Europa, Norte de África e Médio Oriente a partir de cinco aeroportos de Portugal continental e ilhas, José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal, refere que, deste modo, a companhia “procura continuar a impulsionar o setor do turismo e aviação e a criar momentos únicos junto dos seus clientes”.

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Aviação

Privatizar sim, mas Estado português “deve manter uma posição”, recomenda CEO da TAP

O CEO da TAP, Luís Rodrigues, admitiu ao Financial Times que no processo de privatização da TAP, o Estado deverá “manter uma posição, e que fizesse parte de todo o processo de desenvolvimento”.

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Com a decisão sobre o novo aeroporto arrumada, está em aberto a privatização da TAP Air Portugal. Ao Financial Times, Luís Rodrigues, CEO da companhia aérea, recomendou ao Governo português para “manter uma posição, e que fizesse parte de todo o processo de desenvolvimento”.

“Penso que um dia estaremos prontos para uma venda a 100%, mas vamos fazer isso passo a passo”, disse Luís Rodrigues à margem de um evento de celebração dos 75 anos do início dos voos da TAP entre Lisboa e Londres.

Dando como exemplo a necessidade de servir as regiões autónomas de Portugal, a Madeira e os Açores, o CEO da TAP admite que esta posição serviria para “para garantir que, se os atores mudarem, ninguém entra com uma agenda diferente”.

Recorde-se que, ainda no último Congresso da APAVT, em dezembro de 2023, Luís Rodrigues afirmaria que “é impensável ter uma empresa de aviação a atuar no mercado competitivo global a ser condicionada por um acionista, neste caso o acionista Estado. A forma mais óbvia e historicamente fácil de fazer isso é privatizá-la”.

Na altura, referia, igualmente, que não discutiria se a privatização deveria ser a “100% ou 80% ou se, dada a importância estratégica que tem para o país, seja o Estado a governar”. Contudo, neste último caso, o CEO da TAP considerou que é fundamental que se “criem regras que permitam que a empresa seja gerida livre dos entraves administrativos a que está sujeita no atual quadro”.

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