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Convento do Beato reabre num investimento de 6M€

Dada a escassez de espaços que consigam receber até 5.000 pessoas, o reabilitado Convento do Beato torna-se num local atrativo para a realização de eventos de grande dimensão, além de estar inserido numa zona da cidade com grande potencial de desenvolvimento.

Victor Jorge
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Convento do Beato reabre num investimento de 6M€

Dada a escassez de espaços que consigam receber até 5.000 pessoas, o reabilitado Convento do Beato torna-se num local atrativo para a realização de eventos de grande dimensão, além de estar inserido numa zona da cidade com grande potencial de desenvolvimento.

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O Convento do Beato reabriu portas, após um investimento de seis milhões de euros realizado pelo grupo Grupo Larfa Properties, que visou modernizar um dos locais para eventos mais emblemáticos de Lisboa.

Segundo a empresa imobiliária privada especializada em aquisição, desenvolvimento e propriedade de longo prazo, o principal objetivo desta intervenção foi dotar o Convento do Beato de “todas a condições e infraestruturas capazes de transformar o local num dos melhores espaços para eventos não só da capital, mas da Europa; sempre com a preocupação máxima de manter as suas características próprias que fazem dele uma referência nessa área”.

Além de uma componente mais técnica, relacionada com a substituição das instalações de telecomunicações, energia e segurança, a reabilitação da cozinha, a alteração de vãos e guardas, entre outros, o projeto de renovação do Convento do Beato incluiu, também, uma componente mais criativa, relacionada com o desenho do edifício administrativo, dos pátios, das novas instalações sanitárias e de determinados elementos especiais, como os passadiços para as saídas de emergência da biblioteca.

No exterior, esta remodelação contemplou ainda a construção de uma nova área de estacionamento, com cerca de 80 lugares, a poente da igreja, numa zona anteriormente ocupada por armazéns devolutos.

Stéphane Delplancq, CEO do Grupo Atrya e Larfa Properties, refere que o objetivo é “posicionar o Convento do Beato como um local moderno e atrativo para receber qualquer tipo de evento. Para isso, instalamos novos equipamentos e implementámos os melhoramentos necessários para o seu funcionamento, sem, contudo, descaracterizar espaços absolutamente notáveis do ponto de vista patrimonial e arquitetónico”.

Em termos de reabilitação, a transformação mais importante, segundo o CEO do grupo, “ocorreu no claustro cuja cobertura foi totalmente substituída, apresentando-se agora com características mais contemporâneas que valorizam o espaço, o que nos permitiu também melhorar o sistema de climatização”.

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Turismo

WTTC quer governos mais ambicioso no combate à pegada climática

Com o lançamento da primeira pesquisa de âmbito ambiental e social, o WTTC deu o pontapé de saída para que o setor do turismo e viagens dê o exemplo no combate às alterações climáticas. Contudo, a presidente e CEO do organismo, Julia Simpson, salientou que nada se faz se a ajuda e apoio dos governos.

Victor Jorge

O World Travel & Tourism Council (WTTC) divulgou durante a 22.ª Cimeira Global, realizada em Riade, na Arábia Saudita, novos dados inovadores detalhas referentes à pegada climática do setor global do turismo e viagens.

Pela primeira vez no mundo, esta pesquisa abrange 185 países em todas as regiões e será atualizada a cada ano com os números mais recentes.

Estimativas anteriores sugeriram que o setor global do turismo e viagens era responsável por até 11% de todas as emissões. No entanto, esta pesquisa pioneira do WTTC mostra que, em 2019, as emissões de gases de efeito estufa do setor totalizaram apenas 8,1% das emissões globais.

A divergência entre o crescimento económico do setor e da sua pegada climática entre 2010 e 2019 é uma evidência de que o crescimento económico do setor do turismo e viagens está a dissociar-se se das suas emissões de gases de efeito estufa.

Estas emissões têm diminuído de forma consistente desde 2010 como resultado da evolução tecnológica, bem como da introdução de uma série de medidas de eficiência energética nas indústrias do setor.

Entre 2010 e 2019, o PIB do setor do turismo e viagens cresceu, em média 4,3%, ao ano, enquanto a pegada ambiental aumentou apenas 2,4%.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, anunciou as descobertas da Pesquisa Ambiental e Social (Environmental & Social Research, em inglês – ESR), num dos maiores projetos de pesquisa já realizado já realizado neste âmbito, dando a possibilidade ao WTTC de, pela primeira vez, relatar e rastrear com precisão o impacto que as indústrias do setor têm no meio ambiente.

A Pesquisa Ambiental e Social (ESR) mais ampla incluirá medidas do impacto do setor em relação a uma série de indicadores, incluindo poluentes, fontes de energia, uso de água, bem como dados sociais, incluindo idade, salário e perfis de género e empregos relacionados com o turismo e viagens.

Segundo o WTTC, “os governos de todo o mundo têm agora uma ferramenta para dar indicação sobre a tomada de decisão e acelerar a mudança ambiental com mais precisão”.

Nesse sentido, Julia Simpson salienta que “até agora não tínhamos uma maneira setorial de medir com precisão a nossa pegada climática. Esses dados fornecerão aos governos as informações detalhadas de que precisam para progredir em relação ao Acordo de Paris e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

“O setor do turismo e viagens está a realizar grandes progressos no sentido da descarbonização, mas os governos devem definir a as etapas de atuação. Precisamos de um foco forte no aumento da produção de combustíveis de aviação sustentável com incentivos governamentais. A tecnologia existe. Também precisamos de um maior uso de energia renovável nas nossas redes nacionais, para que, quando acendemos a luz num quarto de hotel, tenhamos a certeza que estamos a utilizar uma fonte de energia sustentável”.

“A chave é tornarmo-nos mais eficientes e dissociarmos a taxa de crescimento da quantidade de energia que consumimos. A partir de hoje, cada decisão, cada mudança levará a um futuro melhor e mais brilhante para todos”, concluiu Julia Simpson.

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Transportes

Norwegian liga Copenhaga a Madrid

A nova rota da Norwegian terá dois voos semanais, enquanto o voo já existente para Oslo passa a ter quatro frequências por semana.

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A Norwegian passará a ligar a capital da Dinamarca (Copenhaga) ao aeroporto de Barajas, em Madrid, com uma frequência de dois voos por semana. Ao mesmo tempo, a companhia aérea norueguesa passa a ligar Oslo a Madrid com quatro voos semanais, duplicando, assim, a frequência.

Desta forma, os voos que ligam Madrid a Copenhaga terão voos às quinta-feiras e aos domingos a partir de 22 de junho de 2023.

A ligação Madrid – Oslo, continuará a ter dois voos por semana (segundas e sextas-ferias) até 16 de junho, passando a quatro frequências (segundas, quintas, sextas-feiras e domingo) a partir de 19 de junho.

Antes da pandemia, a Norwegian ja ligava Madrid a Copenhaga, rota que regressa ao programa de voos da companhia depois de uma ausência de quase três anos.

Magnus Maursund, Group Director for Network, Pricing & Optimization da Norwegian, salienta que “a temporada de verão que acabamos de deixar mostrou que o desejo de viajar nos países nórdicos é bastante grande, e esperamos que este desenvolvimento continue em 2023. Com um aumento no número de rotas e também no volume de frequências, estamos bem preparados para atender ao aumento esperado na procura por voos da Norwegian”.

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Fishing boats rest in Mindelo beach.

Destinos

Imposto turístico já rendeu a Cabo Verde mais do que o esperado para todo o ano

Cabo Verde arrecadou em nove meses 4,7 milhões de euros com a taxa paga obrigatoriamente pelos turistas, mais do que o esperado inicialmente pelo Governo para todo o ano de 2022, segundo dados oficiais.

Publituris

De acordo com um relatório do Ministério das Finanças sobre a execução orçamental de janeiro a setembro, as receitas da contribuição turística ascenderam neste período a 521 milhões de escudos (4,7 milhões de euros), equivalente a 110% do orçamentado pelo Governo para o ano de 2022, que é de 475 milhões de escudos (4,3 milhões de euros).

Este valor representa “um aumento exponencial face ao montante cobrado no mesmo período de 2021”, o que “demonstra a retoma gradual da atividade turística”, lê-se no relatório do Ministério das Finanças.

A contribuição turística foi introduzida pelo Governo cabo-verdiano em maio de 2013, com todas as unidades hoteleiras e similares obrigadas a cobrar 220 escudos (dois euros) por cada pernoita até dez dias, a cada turista com mais de 16 anos.

O desempenho desta taxa nos primeiros nove meses de 2022 compara ainda com apenas 55 milhões de escudos (495 mil euros) arrecadados no mesmo período de 2021.

O ministro dos Transportes e do Turismo, Carlos Santos, afirmou em 11 de novembro que 2022 está a ser um “ano muito bom” na procura turística pelo arquipélago e que não espera impactos negativos no anunciado aumento na taxa turística cobrada nos hotéis.

“Este ano já estamos a decorrer com dez meses, de janeiro a outubro, e já temos recebido e acolhido cerca de 80% em termos de número de turistas, daquilo que foi o período homólogo de 2019”, disse o ministro, no parlamento.

“Isto significa que vamos ter um ano muito bom e 2023 também vai ser um ano de uma retoma”, acrescentou.

Depois de registar um recorde de 819 mil turistas em 2019, o setor, que garante 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde, viu a procura cair mais de 60% em 2020, devido às restrições impostas para conter a pandemia de covid-19.

Entretanto, o imposto pago obrigatoriamente pelos turistas nos hotéis cabo-verdianos vai aumentar 25% a partir de janeiro, para 276 escudos (2,50 euros) por noite, com o Governo a esperar arrecadar 8,6 milhões de euros em todo o ano de 2023.

Segundo a lei do Orçamento do Estado para 2023, já aprovada pelo parlamento, o Governo prevê essa alteração no artigo 24.º, e nos documentos de suporte orçamental refere que estima arrecadar 946 milhões de escudos (8,6 milhões de euros) com essa receita no próximo ano.

“Com o compromisso que nós temos, que é de eliminar a pobreza extrema e reduzir a pobreza absoluta, entendemos que poderia ser uma forma de financiar o fundo ‘Mais’, que permite fazer um investimento forte na área social, na construção de creches, espaços de tempo para juventude, espaços para terceira idade e entendemos que poderíamos aumentar em 50 cêntimos, ou seja 50 escudos, a taxa turística paga pelos turistas quando pernoitam nos hotéis”, respondeu o ministro Carlos Santos, questionado pelos deputados.

As receitas com esta taxa caíram para metade de 2020 para 2021, renovando mínimos de 145 milhões de escudos (1,3 milhões de euros), segundo um relatório anterior do Ministério das Finanças.

Tratou-se de uma quebra de 51% face aos 296,6 milhões de escudos (2,6 milhões de euros) em 2020 – receita essencialmente obtida no primeiro trimestre -, ano em que de março a outubro Cabo Verde suspendeu as ligações aéreas internacionais para conter a transmissão da covid-19, o que se traduziu numa quebra de 70% na procura turística.

Em 2019, este imposto garantiu um máximo histórico de 992 milhões de escudos (8,9 milhões de euros) em receitas.

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Distribuição

Airmet já tem 300 agências em Portugal

O ano de 2022 termina com a Airmet a atingir as três dezenas de agência no nosso país. Luís Henriques, diretor-geral do grupo, refere que 2023 será o início de uma nova jornada de “ainda maior crescimento”.

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O grupo Airmet atingiu a marca das 300 agências de viagens em Portugal, feito irá ser celebrado, segundo avança o grupo em comunicado, durante a sua 19.ª Convenção Nacional a realizar entre 27 e 29 de janeiro do próximo ano, no Funchal, Madeira.

Luís Henriques, diretor-geral do Grupo afirma, na mesma nota, que “a Airmet foi o grupo que mais cresceu organicamente em Portugal durante 2022, se excluirmos fusões e aquisições”, salientando que “é um sinal claro que para crescer estruturalmente é fundamental criar valor acrescentado para as agências de viagens e nesta vertente, tenho a certeza de que somos o melhor grupo de gestão em Portugal”.

Num período em que o setor do turismo se reergue em pós-pandemia, o diretor-geral adianta ainda que “consideramos que as agências de viagem necessitam, mais que nunca, de um suporte seguro. Nós damos essa base e este crescimento é resultado desse trabalho consistente e árduo de toda a equipa, assim como da alteração de estratégia implementada no início 2021, que visa o aumento da rentabilidade das agências.”

Luís Henriques acrescenta que 2023 será o início de uma nova jornada de “ainda maior crescimento” que passará “pela implementação contínua de soluções inovadoras e um serviço exclusivo, que visa impulsionar a atividade dos nossos clientes”.

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Alojamento

GuestReady compra AYS Madeira Property Management e expande operações à Madeira

Depois da Oporto City Flats, em 2019, e da The Porto Concierge, em 2021, a GuestReady junta, agora, a AYS Madeira ao seu portefólio. Com esta expansão para o arquipélago, o portefólio da GuestReady ultrapassa as 1.100 propriedades geridas.

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A GuestReady acaba de adquirir o portefólio e operações da AYS Madeira Property Management expandindo-se, assim, para o arquipélago da Madeira.

A GuestReady junta, desta maneira, dezenas de propriedades na Madeira e em Porto Santo, constituindo esta a terceira aquisição da empresa em Portugal, depois da Oporto City Flats e da The Porto Concierge.

A empresa que atua no mercado da gestão de alojamento local em Portugal informa, em comunicado, que “todos os atuais funcionários da empresa integrarão a equipa da GuestReady Madeira ficando responsáveis pela continuidade das operações no arquipélago”.

Rui Silva, Managing Director da GuestReady em Portugal e Espanha, refere na mesma nota que, “a empresa tem um novo rosto, mas os mesmos funcionários, a mesma qualidade de excelência e o know-how local”.

“Com a integração na GuestReady as equipas terão acesso a mais recursos e a um software integrado que se desenvolverá de forma personalizada às suas necessidades o que permitirá às operações locais usufruir de melhores condições de crescimento”, sublinha o responsável pela empresa no mercado ibérico.

A GuestReady adquire assim um portefólio de dezenas de propriedades maioritariamente localizadas na ilha da Madeira — no Caniço, na Calheta e no Funchal —, e em Porto Santo. “Temos uma sólida e consistente carteira de clientes que irá beneficiar desta integração”, adianta Cecilia Lewington, sócia-gerente da da AYS Madeira Property Management e nova Business Developer da GuestReady Madeira.

Desde que a GuestReady chegou a Portugal em 2018 já adquiriu três empresas nacionais: a Oporto City Flats, em 2019, a The Porto Concierge, em 2021 e agora conta-se a terceira, com a AYS Madeira. Com esta expansão para o arquipélago, o portefólio da GuestReady já ultrapassa as 1.100 propriedades geridas.

“Arrancamos com as nossas operações na Madeira a poucas semanas de um dos períodos mais requisitados na ilha: a passagem de ano. Parece-nos o momento ideal para iniciar este novo capítulo para a GuestReady, com a certeza de que queremos continuar a chegar mais longe”, conclui Rui Silva.

Só em 2022 a GuestReady já adquiriu e integrou três empresas de gestão de propriedades europeias: duas em França e a mais recente em Portugal, na Madeira.

Globalmente, a GuestReady conta com 330 colaboradores, sendo que em Portugal e Espanha são mais de uma centena, gerindo, atualmente, mais de 4.000 propriedades em mais de 50 cidades em sete países onde está presente.

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Nova edição: Entrevistas APAVT, SETCS, TPNP, FITUR, Emirates e Réveillon

A próxima edição do jornal Publituris publica neste número várias entrevistas. A primeira é ao presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, a poucos dias do 47. Congresso da associação. Entrevistados foram, também, Rita Marques, na altura ainda SETCS, e Luís Pedro Martins, presidente do TPNP, por altura do WTM London, bem como Maria Valcare, diretora da FITUR, e David Quito, country manager da Emirates. O dossier desta edição é dedicado ao “Réveillon”.

Publituris

A próxima edição do jornal Publituris faz capa com uma entrevista a Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT), a poucos dias do arranque do 47.º Congresso da associação que se realiza nos Açores, de 8 a 11 de dezembro.

Ao Publituris, Pedro Costa Ferreira admitiu não acreditar que 2023 acompanhe o crescimento do setor do turismo registado em 2022, até porque “incerteza” é a palavra-chave para o ano que vem. Também para 2023 não é esperada uma decisão relativamente ao novo aeroporto, embora saliente que, antes de uma primeira reunião da Comissão de Acompanhamento, a localização já esteja decidida, uma vez que há que defenda Alcochete.

No que diz respeito à TAP, o presidente da APAVT diz que o que a associação “precisa, é de uma TAP que consiga desenvolver o processo de crescimento e que consiga segurar o ‘hub’ português”, além de “ter êxito no processo de recuperação”.

O Publituris marcou presença, enquanto Media Partner, no World Travel Market London 2022. Nas inúmeras conferências realizadas durante o evento, não faltaram temas como os recursos humanos, tecnologia, sustentabilidade, os “novos” turistas” e o “novo” turismo. Contudo, a palavra “incerteza” esteve presente em todos os painéis num evento marcado pela necessidade de “repensar o turismo”.

Entrevistada imediatamente após o final da Conferência dos Ministros do Turismo, durante o World Travel Market London 2022 (WTM), a agora ex-secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, entretanto substituída por Nuno Jorge Cardona Fazenda de Almeida, admitiu que “em momento algum identificamos a necessidade, depois de dois anos volvidos de pandemia, de melhorar ou alterar substancialmente a nossa estratégia”. Por isso, o otimismo para 2022 é grande e a possibilidade de se atingir os 20 mil milhões de euros em receitas é ainda maior.

Provavelmente na última entrevista que deu enquanto SETCS, Rita Marques salientou que, “mais do que ‘rethink tourism’, o que temos de fazer é execute the strategy’. Agora será outro a executá-la.

Também durante o WTM 2022, falámos com Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), que admitiu que o turismo está “finalmente de regresso”. A poucos dias de receber o prémio ‘Gold Trophy’ pelo filme promocional ‘The Majestic Adventures of Ofelia de Souza’, nos New York Festival TV & Film Awards, salientou que, sem guerra a região estaria a crescer a “números incríveis”. Contudo reconhece que “é importante não esquecer a necessidade de manter um plano B, porque não havendo uma pandemia, há uma guerra e haverá uma retração de muitas economias”.

Ainda na seção “Meeting Industry”, e a menos de dois meses do arranque do evento que dá o pontapé de saída no universo das feiras de turismo no mundo, Maria Valcare, diretora da FITUR, diz que “o fio condutor comum a tudo o que a FITUR mostra, é o crescimento sustentável”. Com várias FITUR dentro da FITUR, a novidade da edição de 2023 está na aposta no turismo desportivo com a FITUR Sports.

O “dossier” desta edição é dedicado ao Réveillon, momento alto para o turismo, que começa a ressentir-se do aumento dos preços provocado pela inflação, mas não no que à venda de viagens de Fim de Ano diz respeito. O Publituris conversou com oito operadores turísticos e agências de viagens, que garantem o crescimento da procura por programas nesta época muito desejada para destinos como a Madeira, Brasil e Cabo Verde. Num contexto de crise, o setor torna-se mais competitivo, mas “continua a existir mercado para todo o tipo de produtos”.

Constrangido por “limitações económicas e pandémicas”, o viajante português manifesta preocupação pelos grandes fluxos de passageiros nos aeroportos, taxas de ocupação das companhias aéreas e dos hotéis e, especialmente, pela questão da segurança sanitária (e agora também física) dos destinos a eleger. Agências e operadores “reajustam a oferta à procura expectável”, em função da “disponibilidade e necessidades dos clientes” que, “mais seletivos e exigentes”, não dispensam a celebração com jantar e festa caraterística do Réveillon.

E a um mês da grande festa que celebra a Passagem de Ano em quase todo o mundo, a Publituris reúne algumas das melhores programações turísticas que para o Réveillon 2022.

Nos “Transportes”, a comemorar uma década em Portugal, a Emirates está a viver um período positivo e a registar taxas de ocupação elevadas na rota de Lisboa, que volta a contar com dois voos diários.

David Quito, country manager da Emirates para Portugal, admite que “Portugal é, hoje, um destino fundamental para a Emirates, apesar do período negro da pandemia”.

Além dos “Check-in”, as opiniões desta edição pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Miguel Mello do Rego (Allianz Partners Portugal), Sílvia Dias (Savoy Signature), Pedro Castro (SkyExpert), contando ainda com o “Observatório”, de António Paquete (economista e consultor de empresa), e de uma “Análise” de Luiz S. Marques (Dreams – Universidade Lusófona).

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Edição digital: Entrevistas APAVT, SETCS, TPNP, FITUR, Emirates e Réveillon

A próxima edição do jornal Publituris publica neste número várias entrevistas. A primeira é ao presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, a poucos dias do 47. Congresso da associação. Entrevistados foram, também, Rita Marques, na altura ainda SETCS, e Luís Pedro Martins, presidente do TPNP, por altura do WTM London, bem como Maria Valcare, diretora da FITUR, e David Quito, country manager da Emirates. O dossier desta edição é dedicado ao “Réveillon”.

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A próxima edição do jornal Publituris faz capa com uma entrevista a Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT), a poucos dias do arranque do 47.º Congresso da associação que se realiza nos Açores, de 8 a 11 de dezembro.

Ao Publituris, Pedro Costa Ferreira admitiu não acreditar que 2023 acompanhe o crescimento do setor do turismo registado em 2022, até porque “incerteza” é a palavra-chave para o ano que vem. Também para 2023 não é esperada uma decisão relativamente ao novo aeroporto, embora saliente que, antes de uma primeira reunião da Comissão de Acompanhamento, a localização já esteja decidida, uma vez que há que defenda Alcochete.

No que diz respeito à TAP, o presidente da APAVT diz que o que a associação “precisa, é de uma TAP que consiga desenvolver o processo de crescimento e que consiga segurar o ‘hub’ português”, além de “ter êxito no processo de recuperação”.

O Publituris marcou presença, enquanto Media Partner, no World Travel Market London 2022. Nas inúmeras conferências realizadas durante o evento, não faltaram temas como os recursos humanos, tecnologia, sustentabilidade, os “novos” turistas” e o “novo” turismo. Contudo, a palavra “incerteza” esteve presente em todos os painéis num evento marcado pela necessidade de “repensar o turismo”.

Entrevistada imediatamente após o final da Conferência dos Ministros do Turismo, durante o World Travel Market London 2022 (WTM), a agora ex-secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, entretanto substituída por Nuno Jorge Cardona Fazenda de Almeida, admitiu que “em momento algum identificamos a necessidade, depois de dois anos volvidos de pandemia, de melhorar ou alterar substancialmente a nossa estratégia”. Por isso, o otimismo para 2022 é grande e a possibilidade de se atingir os 20 mil milhões de euros em receitas é ainda maior.

Provavelmente na última entrevista que deu enquanto SETCS, Rita Marques salientou que, “mais do que ‘rethink tourism’, o que temos de fazer é execute the strategy’. Agora será outro a executar essa estratégia.

Também durante o WTM 2022, falámos com Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), que admitiu que o turismo está “finalmente de regresso”. A poucos dias de receber o prémio ‘Gold Trophy’ pelo filme promocional ‘The Majestic Adventures of Ofelia de Souza’, nos New York Festival TV & Film Awards, salientou que, sem guerra a região estaria a crescer a “números incríveis”. Contudo reconhece que “é importante não esquecer a necessidade de manter um plano B, porque não havendo uma pandemia, há uma guerra e haverá uma retração de muitas economias”.

Ainda na seção “Meeting Industry”, e a menos de dois meses do arranque do evento que dá o pontapé de saída no universo das feiras de turismo no mundo, Maria Valcare, diretora da FITUR, diz que “o fio condutor comum a tudo o que a FITUR mostra, é o crescimento sustentável”. Com várias FITUR dentro da FITUR, a novidade da edição de 2023 está na aposta no turismo desportivo com a FITUR Sports.

O “dossier” desta edição é dedicado ao Réveillon, momento alto para o turismo, que começa a ressentir-se do aumento dos preços provocado pela inflação, mas não no que à venda de viagens de Fim de Ano diz respeito. O Publituris conversou com oito operadores turísticos e agências de viagens, que garantem o crescimento da procura por programas nesta época muito desejada para destinos como a Madeira, Brasil e Cabo Verde. Num contexto de crise, o setor torna-se mais competitivo, mas “continua a existir mercado para todo o tipo de produtos”.

Constrangido por “limitações económicas e pandémicas”, o viajante português manifesta preocupação pelos grandes fluxos de passageiros nos aeroportos, taxas de ocupação das companhias aéreas e dos hotéis e, especialmente, pela questão da segurança sanitária (e agora também física) dos destinos a eleger. Agências e operadores “reajustam a oferta à procura expectável”, em função da “disponibilidade e necessidades dos clientes” que, “mais seletivos e exigentes”, não dispensam a celebração com jantar e festa caraterística do Réveillon.

E a um mês da grande festa que celebra a Passagem de Ano em quase todo o mundo, a Publituris reúne algumas das melhores programações turísticas que para o Réveillon 2022.

Nos “Transportes”, a comemorar uma década em Portugal, a Emirates está a viver um período positivo e a registar taxas de ocupação elevadas na rota de Lisboa, que volta a contar com dois voos diários.

David Quito, country manager da Emirates para Portugal, admite que “Portugal é, hoje, um destino fundamental para a Emirates, apesar do período negro da pandemia”.

Além dos “Check-in”, as opiniões desta edição pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor), Miguel Mello do Rego (Allianz Partners Portugal), Sílvia Dias (Savoy Signature), Pedro Castro (SkyExpert), contando ainda com o “Observatório”, de António Paquete (economista e consultor de empresa), e de uma “Análise” de Luiz S. Marques (Dreams – Universidade Lusófona).

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CTP espera que novo SECTS “prossiga o trabalho de reforço do turismo na economia portuguesa”

Depois de anunciada a saída de Rita Marques, a CTP “agradece o serviço prestado em prol do turismo”, esperando que o novo responsável pela Secretaria de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda de Almeida, “prossiga o trabalho, tendo em vista o reforço do papel do turismo na economia portuguesa”.

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A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) reagiu, em comunicado, à saída da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, agradecendo-lhe “o serviço prestado em prol do turismo, durante estes anos que foi responsável pela tutela da atividade turística”.

Na breve nota de imprensa, a diz ter mantido sempre “um relacionamento institucional muito positivo com a secretária de Estado”, considerando que Rita Marques, nestes anos que esteve à frente desta pasta, “sempre se pautou por um diálogo aberto com a Confederação do Turismo de Portugal; mostrou-se conhecedora dos dossiers; reforçou o papel do Turismo como atividade essencial para a economia do País e esteve sempre disponível e atenta aos problemas que a atividade enfrentou, nomeadamente nos difíceis anos da pandemia”.

A concluir, a CTP espera que o novo secretário de Estado com a tutela do Turismo “prossiga o trabalho de parceria realizado até aqui, tendo em vista o reforço do papel do Turismo na economia portuguesa”.

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1.º Roadshow do Enoturismo aposta na diferenciação da oferta turística (c/ fotogaleria)

No 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as CVR da Bairrada e de Lisboa, dezenas de produtores apresentaram novos projetos de enoturismo a agentes de viagens e operadores turísticos e vários representantes de organismos dos setores vitivinícola e do turismo.

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O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, organizado jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas de Bairrada e de Lisboa, realizou-se a 23 e 24 de novembro em Lisboa e no Porto, respetivamente no Altis Grand Hotel e no Hotel HF Ipanema Park, na presença de dezenas de produtores que apresentaram novos projetos de enoturismo a agentes de viagens e operadores turísticos e vários representantes de organismos dos setores vitivinícola e do turismo.

Foi o caso da Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa, incluindo o seu presidente, Francisco Toscano Rico; da Comissão Vitivinícola da Bairrada, com a presença também do presidente, José Pedro Soares; do Turismo de Portugal, representado por Lídia Monteiro, Senior Director of Sales and Marketing do Turismo de Portugal; e do Turismo Centro de Portugal, cujo presidente, Pedro Machado participou também no Roadshow que teve lugar no Altis Grand Hotel, em Lisboa.

Reunindo quase duas dezenas de expositores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada, a iniciativa permitiu às centenas de agentes de viagens presentes fazer networking e conhecer os vários projetos de enoturismo desenhados para momentos em família, casais, grupos, em stopover ou eventos corporate, dos produtores representados: Adega Cooperativa da Lourinhã, Adega Mãe, Manzwine, Quinta do Gradil, Quinta do Sanguinhal, Quinta das Carrafouchas, Quinta de Almiara, Quinta da Boa Esperança, Quinta dos Capuchos, Quinta do Monte d`Oiro, Quinta de Chocapalha, Quinta do Porto Nogueira, Caves Velhas, pertencentes às região vitivinícola de Lisboa, bem como Caves São João, Caves dos Solar de São Domingos, Luís Pato, Quinta das Bágeiras, Prior Lucas, Caves Messias, da região vitivinícola da Bairrada e, por fim, o Turismo do Centro.

Esta foi a 1.ª edição deste Roadshow que divulga o Enoturismo das Regiões Vinhateiras da Bairrada e Lisboa, tendo sido promovido pelas Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa. Apoiado pelo Turismo de Portugal, através do Programa de Qualificação da Oferta Enoturística da Região Centro, com recurso ao “Programa Valorizar ‐ Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior”, conta ainda com apoio institucional do Turismo do Centro de Portugal, e com a organização do Jornal Publituris.

A Publituris acompanhou, em reportagem, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa e dará conta ao leitor, na sua próxima edição, da perspetiva de produtores de vinho, agentes turísticos e organismos oficiais sobre o potencial do enoturismo no setor.

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Turismo

Nuno Fazenda de Almeida substitui Rita Marques na Secretaria de Estado do Turismo, Comércio e Serviços

Nuno Jorge Cardona Fazenda de Almeida substitui Rita Marques à frente da Secretaria de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, estando a tomada de posse marcada para 2 de dezembro.

Victor Jorge

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, aceitou esta terça-feira, 29 de novembro, as propostas do primeiro-ministro de exoneração de três secretários de Estado: dos Assuntos Fiscais, da Economia, e do Turismo, Comércio e Serviços.

Rita Marques deixa, assim, a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), cargo que ocupava desde outubro de 2019, sendo substituída por Nuno Jorge Cardona Fazenda de Almeida.

O novo secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços tem uma licenciatura em Turismo, um Mestrado em Gestão e Políticas Ambientais e um doutoramento em Planeamento Regional e Urbano.

Técnico Superior e professor Universitário de profissão, conforme se pode ler na biografia no site do Parlamento, o novo SETCS foi deputado nas XIV e XV legislaturas, pelo círculo de Castelo Branco tendo ocupado o cargo de diretor do Departamento de Gestão de Programas Comunitários no Turismo de Portugal.

Recorde-se que Rita Marques ocupava a Secretaria de Estado do Turismo desde outubro de 2019 (acumulando a partir da tomada de posse do XXIII Governo as pastas do Comércio e Serviços), tendo substituído Ana Mendes Godinho que na altura subiu a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Antes de ocupar o lugar de secretária de Estado do Turismo, Rita Marques era CEO da Portugal Ventures.

Nas restantes secretarias de Estado, António Mendonça Mendes ocupará o cargo de secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, enquanto, Pedro Jorge Cilínio passa a ser o novo secretário de Estado da Economia

A posse dos novos titulares terá lugar na próxima sexta-feira, 2 de dezembro, pelas 12h00, no Palácio de Belém.

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