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AirHelp: Portugal é o 7º país europeu com mais voos cancelados de maio a agosto

Segundo dados fornecidos pela AirHelp, em Portugal, entre maio e agosto deste ano, foram cancelados 1.366 voos, tornando-se no sétimo país da Europa com mais situações desta natureza, no mesmo período.

Carolina Morgado
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AirHelp: Portugal é o 7º país europeu com mais voos cancelados de maio a agosto

Segundo dados fornecidos pela AirHelp, em Portugal, entre maio e agosto deste ano, foram cancelados 1.366 voos, tornando-se no sétimo país da Europa com mais situações desta natureza, no mesmo período.

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A organização mundial especializada na defesa dos direitos dos passageiros aéreos indica ainda que a Alemanha e Reino Unido encabeçam a lista dos dez aeroportos europeus que mais cancelamento de voos sofreram este verão.

Nos aeroportos alemães foram cancelados um total de 6.107 voos. Em segundo lugar, encontra-se o Reino Unido com 4.486 voos cancelados. Itália (2.885)), França (2.671), Países Baixos (2.076)) e Espanha (1.718 voos cancelados) encontram-se nos lugares acima de Portugal. Dinamarca, Suécia e Áustria encontram-se nos lugares abaixo do nosso país, com 1.063, 1.014 e 721 voos cancelados, respetivamente.

A AirHelp lembra, no entanto, que de forma de informar e sensibilizar os passageiros aéreos para os seus direitos quando os seus voos são atrasados, cancelados ou estão em overbooking, lançou o ‘Guia de Direitos dos Passageiros Aéreos’. Assim, os passageiros cujos voos sejam cancelados ou sofram um atraso de três ou mais horas, assim como os passageiros a quem seja recusado o embarque sem motivo justificável, têm um conjunto de direitos que constam do guia.

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Regresso dos turistas estrangeiros proporciona melhor performance dos negócios

A faturação dos negócios por cartões estrangeiros aumentou 82,5% entre 1 de julho e 15 de setembro, quando comparado com o mesmo período de 2021.

Victor Jorge

O regresso dos turistas estrangeiros a Portugal foi responsável por proporcionar uma melhor performance dos negócios portugueses, tendo a faturação dos negócios por cartões estrangeiros aumentado 82,5% no período entre 1 de julho e 15 de setembro, quando comparado com o mesmo intervalo de 2021, revelam os dados mais recentes do REDUNIQ Insights, relatório da REDUNIQ.

Segundo o relatório que analisa a evolução dos pagamentos por cartão efetuados no país, a faturação dos negócios em Portugal aumentou 32,2% este Verão face ao mesmo período do ano passado. Depois de um primeiro semestre em que o turismo impulsionou uma subida de 45% da faturação com cartões nacionais e estrangeiros, em comparação com o período homólogo, a recente época de férias mantém a mesma tendência de recuperação, com a faturação por via de cartões nacionais a aumentar 19,6%.

Franceses lideram nos gastos
De entre o grupo de estrangeiros, destaque para os franceses que, apesar de terem diminuído 7 pontos percentuais (p.p.) de peso no total da faturação estrangeira, continuam a representar a maior fatia do consumo estrangeiro em Portugal (18% do total). Atrás surgem o Reino Unido (com 14% do total da faturação estrangeira), a Irlanda (com 11%), os Estados Unidos da América (com 10%), e Espanha (com 9%).

A REDUNIQ refere que os números apresentados “acompanham as estimativas recentemente divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística e pelo Banco de Portugal, que revelam, só no mês de julho, um aumento de 205,2% no número de hóspedes não residentes em Portugal face ao a julho de 2021”, um cenário que contribuiu para que julho de 2022 se tornasse o melhor mês de sempre, em número de hóspedes e de dormidas em Portugal.

Já quando analisado o valor médio de compra, os dados da REDUNIQ demonstram que são os irlandeses aqueles que gastam mais nas férias em Portugal, numa média de 112€ por transação. Os Estados Unidos são o segundo país com o valor de compra médio mais elevado, cerca de 71€. Reino Unido, França e Espanha apresentam um perfil de compra semelhante nestes meses, com um valor de compra média de 48€, 46€ e 40€, respetivamente.

Hotelaria é a única no negativo
Já quando analisada a performance dos diferentes setores de atividade, e considerando a faturação total dos negócios (via cartões nacionais + internacionais), o REDUNIQ Insights demonstra um aumento generalizado da faturação nos negócios tipicamente associados ao turismo. Enquanto o rent-a-car cresceu 85% face ao período homólogo, a hotelaria e a restauração aumentaram a sua faturação em 71% e 50%, respetivamente. Tal como registado nos resultados globais dos negócios em Portugal, também o elevado aumento da faturação das atividades turísticas está associado ao regresso dos turistas estrangeiros a Portugal, tendo estes contribuído para aumentar em 117% a faturação da hotelaria, em 110% a faturação do rent-a-car, e 98% a faturação da restauração.

Em contrapartida, o consumo nacional em hotelaria registou um decréscimo de 6% face ao período homólogo, um resultado que, segundo Tiago Oom, diretor Comercial da UNICRE e porta-voz oficial do REDUNIQ Insights, “se poderá justificar com uma contenção dos gastos das famílias portuguesas face ao crescimento da inflação”.

Lisboa e Açores faturam mais
Numa análise geográfica, os distritos mais turísticos, nomeadamente Lisboa, Açores, Faro, Madeira e Porto, apresentam todos valores de faturação superiores ao mesmo período do ano passado, com crescimentos de 43%, 36%, 36%, 32% e 28%, respetivamente. Especificamente quanto ao consumo estrangeiro, o destaque vai para Lisboa e Açores, que apresentam uma variação mais significativa, registando um aumento de faturação de 125% e 103%, respetivamente.

Tiago Oom salienta que “os resultados obtidos pelos negócios durante os meses de Verão são o reflexo de um conjunto de fatores impulsionadores do aumento da faturação. Desde logo, o facto de este ter sido o primeiro Verão sem a aplicação de restrições à circulação de cidadãos entre países derivado do controlo da pandemia de Covid-19, o que originou uma maior confiança dos consumidores (nacionais e estrangeiros) a regressar aos principais pontos turísticos do país”.

De resto, o diretor Comercial da UNICRE refere que, em paralelo, Portugal “está neste momento a colher os frutos de uma forte aposta, a nível de investimento e de promoção, no turismo, sobretudo para atrair o turismo externo”.

Por fim, Tiago Oom frisa que o próprio cenário inflacionista tem “promovido o aumento generalizado de produtos e serviços ligados ao setor turístico, o que acaba por também contribuir para o crescimento da faturação destes negócios”.

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AHP diz que é “urgente” e “imprescindível” acordo entre Governo e PSD sobre novo aeroporto

Bernardo Trindade, presidente da AHP, antevê que, “se tudo correr dentro dos tempos normais, só teremos um novo aeroporto em 2033”.

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Em vésperas do encontro agendado entre o primeiro-ministro, António Costa, e o presidente do Partido Social Democrata (PSD), Luís Montenegro, sobre o novo aeroporto, a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) espera que a reunião corresponda a um “ponto de partida para ser rapidamente aprovada uma solução realista e definitiva que sirva Lisboa e o país”.

Em comunicado, a AHP diz acreditar que “ambos os líderes políticos irão encontrar o consenso para responder a uma situação extremamente preocupante para o crescimento económico do país”, recordando que não só o primeiro-ministro informou que só seria tomada uma decisão sobre a localização do novo aeroporto em 2023, como a mesma teria de sair do consenso entre os dois principais líderes, destacando que, “se tudo correr dentro dos tempos normais, só teremos um novo aeroporto em 2033.

Bernardo Trindade, presidente da AHP, sublinha: “como já nos cansámos de ver, sem consenso entre as principais forças políticas, qualquer que seja a decisão tomada só por um é posta em causa logo no momento seguinte. Ora, é fundamental que haja uma decisão definitiva e a sua execução. Lamentavelmente o tempo político e o tempo da economia não estão alinhados”.

A AHP recorda ainda o estudo da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) realizado pela EY, onde se conclui que o atraso na construção do novo aeroporto representa uma perda potencial de 6,8 mil milhões de euros até 2027 e menos 28 mil empregos.

Por isso, Bernardo Trindade reforça que, em 2022, “vivemos situações caóticas no aeroporto de Lisboa, que comprovaram o seu esgotamento a vários níveis” Considerando que esta situação foi agravada por “várias circunstâncias excecionais”, o responsável da AHP reforça que, “não havendo capacidade aeroportuária em Lisboa estamos a perder quota de mercado e oportunidades de crescer sustentadamente, trazendo até nós viajantes que gastam e geram valor no país”.

De resto, Bernardo Trindade frisa que esta será uma realidade que “vai acontecer já nos próximos anos, se não forem encontradas soluções alternativas” e que “só se vai agravar, se não for dado início quanto antes à construção do há 50 anos reclamado novo aeroporto”.

O presidente da AHP salienta ainda que, neste momento, a única alternativa é “avançar já com as obras conferindo mais estacionamentos, mais qualidade para prestadores e clientes do aeroporto”. E conclui que “é urgente, imprescindível, que haja acordo” e que o Governo “permita arrancar já com estes melhoramentos na Portela”.

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Voos de agosto já ficaram a 94,7% de 2019, segundo a NAV Portugal

Segundo a NAV Portugal, os dados de agosto mostram que o tráfego aéreo está em “recuperação clara e sustentável”.

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A NAV Portugal revelou esta quinta-feira, 22 de setembro, que, em agosto, o total de voos controlados em território nacional já ficou a 94,7% de igual mês de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19, o que indica que o tráfego aéreo está em “recuperação clara e sustentável”.

Segundo uma nota informativa da NAV Portugal, “o tráfego IFR (Instruments Flight Rules) na Região de Informação de Voo (RIV) de Lisboa totalizou 57.703 movimentos”, o que traduz uma diminuição de “5,3% face aos 60.941 voos registados no mês de agosto de 2019, ano de referência para a aviação”.

“Em termos médios, neste mês foram controlados 1.861 voos IFR diários, registando-se
uma perda de 104 voos diários face a agosto de 2019”, acrescenta a empresa de gestão de tráfego aéreo nacional.

Já na RIV de Santa Maria, “o tráfego IFR em agosto de 2022 ascendeu a 17.476 movimentos, traduzindo-se num aumento de 6,5% face aos 16.410 voos controlados no mesmo mês mas em 2019”.

“Em termos médios foram controlados este mês 564 voos IFR por dia, tendo-se registado
um ganho de 34 voos diários face a agosto de 2019”, refere também a empresa que gere o tráfego aéreo em Portugal.

No acumulado até agosto, foram já controlados 395.940 voos na RIV Lisboa, o que traduz uma quebra de 39.949 voos IFR face ao tráfego acumulado de 2019, enquanto na RIV Santa Maria foram controlados 107.702 voos, o que indica também uma perda de 3.871 voos IFR em comparação com o mesmo período de 2019.

Apesar de, no acumulado entre janeiro e agosto, continuarem a existir quebras face a igual período de 2019, a NAV Portugal diz que “em ambas as RIV’s, o tráfego acumulado até agosto de 2022, é superior ao total verificado em 2021”.

 

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Nome, morada e ‘e-mail’ de passageiros entre os dados expostos após ataque à TAP

Embora não existam indícios de que dados de pagamento tenham sido exfiltrados dos sistemas, os dados pessoais dos clientes da TAP divulgados pelo grupo cibercriminoso Ragnar Locker vão do nome, morada, ‘e-mail’, data de nascimento até data de registo e número de passageiro. Para já a TAP diz que o acesso ao serviço Miles&Go ou à área reservada dos clientes não foi comprometido.

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Os dados pessoais dos clientes da TAP divulgados pelo grupo de cibercriminosos Ragnar Locker, que atacou a companhia aérea em agostos, vão do nome, morada, ‘e-mail’, data de nascimento até data de registo e número de passageiro.

“Lamentavelmente, queremos informar que as categorias de dados pessoais de clientes TAP divulgadas consistem nas seguintes: nome, nacionalidade, sexo, data de nascimento, morada, e-mail, contacto telefónico, data de registo de cliente e número de passageiro frequente”, adiantou a TAP em comunicado.

A companhia aérea indicou que a informação divulgada relativamente a cada cliente pode variar, reiterando que “não há indícios de que dados de pagamento tenham sido exfiltrados dos sistemas”.

“Embora os ciberataques constituam uma ameaça constante para muitas empresas, a TAP tomou imediatamente medidas para a contenção e resolução do incidente, de forma a proteger todos os dados detidos ou geridos”, salientou.

No documento intitulado “Aviso Importante aos Clientes”, a TAP recomendou ainda a “verificação das condições de segurança que os (…) clientes utilizam para aceder à sua área reservada, nomeadamente através da utilização de uma senha forte e da sua alteração frequente”, embora o acesso ao serviço Miles&Go ou à área reservada dos clientes não tenha sido comprometido.

A TAP pediu ainda para que os clientes “se mantenham cautelosos” face “a comunicações não solicitadas que requeiram informações pessoais” e que “evitem clicar em ligações ou descarregar anexos enviados a partir de endereços de ‘e-mail’ suspeitos”.

Além disso, a companhia aérea informa que “não enviará mensagens diretamente a clientes individuais sobre este assunto, por qualquer meio”.

A 20 de setembro, terça-feira, a companhia aérea tinha garantido que conseguiu conter o ataque informático de que foi alvo em agosto numa fase inicial e diz não ter indicação de que os piratas tenham acedido a informações sensíveis, como dados de pagamento.

“Em agosto de 2022, os sistemas internos de cibersegurança da TAP Air Portugal (TAP) detetaram o acesso não autorizado a alguns sistemas informáticos. A TAP está preparada para este cenário e mobilizou de imediato uma equipa de especialistas internos e externos de TI e de peritos forenses para investigar em detalhe o sucedido e prevenir danos adicionais”, explicou a companhia aérea.

Recorde-se que o grupo de cibercriminosos Ragnar Locker publicou na segunda-feira, 19 de setembro, 581 gigabytes (GB) de dados que diz serem relativos a 1,5 milhões de clientes da TAP, garantido, numa mensagem publicada na Dark Web, que “continuam a ter acesso aos sistemas informáticos da TAP”.

Num email enviado aos clientes na semana passada, a TAP alertou os clientes afetados pelo ataque informático, cujos dados foram publicados, de que esta divulgação “pode aumentar o risco do seu uso ilegítimo”, pedindo atenção a comunicações suspeitas.

No email, a transportadora recordou que o ciberataque foi “prontamente comunicado às diversas autoridades competentes”, reiterando que “foram desencadeadas as medidas e procedimentos apropriados de cibersegurança para este tipo de eventos com o apoio de uma empresa internacional especializada e líder da indústria” e que “as medidas adotadas permitiram garantir a integridade dos dados e a operacionalidade, em segurança, de todos os sistemas” da companhia.

“Lamentamos muito que dados pessoais seus tenham sido incluídos nesta divulgação e por qualquer inconveniente que isso lhe possa causar”, disse a TAP, reafirmando ainda o seu “compromisso” com a proteção dos dados pessoais e adiantando que estão “a ser desenvolvidas medidas de reforço da segurança” dos dados.

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Ribeira do Porto é um dos tesouros cinematográficos da Europa

A Ribeira do Porto é o único lugar português na lista divulgada pela Academia Europeia de Cinema, juntando-se a locais em França, Polónia, Espanha, Reino Unido ou Letónia.

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A Ribeira do Porto foi esta terça-feira, 20 de setembro, eleita como um dos tesouros da cultura cinematográfica europeia pela Academia Europeia de Cinema, que reconhece que esta zona histórica portuense tem um valor histórico “que deve ser mantido e protegido”, avança a Lusa, que cita a organização desta distinção.

A criação da lista de “Tesouros da Cultura Cinematográfica Europeia” é uma iniciativa da Academia Europeia de Cinema com o objetivo de elencar locais e espaços que são simbólicos para o cinema europeu, “lugares de valor histórico que devem ser mantidos e protegidos não só agora como para as gerações futuras”, lê-se na nota de imprensa.

A Ribeira do Porto é um dos 22 tesouros cinematográficos da Europa, com a Academia Europeia de Cinema a lembrar que esta zona histórica foi já cenário de três filmes do realizador português Manoel de Oliveira, concretamente “Douro, Faina Fluvial” (1931), “Aniki Bobó” (1942) e “O Porto da Minha Infância” (2001).

A Ribeira do Porto é o único lugar português na lista divulgada pela Academia Europeia de Cinema, juntando-se a locais em França, Polónia, Espanha, Reino Unido ou Letónia.

Para a academia é preciso preservar, por exemplo, o Studio Babelsberg (Alemanha), onde Fritz Lang fez “Metropolis” (1927) e Wes Anderson filmou “Grand Budapest Hotel” (2014), a Fontana di Trevi, em Roma, cenário de “A doce vida” (1961), de Federico Fellini, ou uma praia em França, onde Agnès Varda fez “As praias de Agnès” (2008).

“Em vez de nos limitarmos a organizar os prémios europeus de cinema, a Academia Europeia de Cinema vai abranger a história e as pessoas que fizeram o que é hoje o cinema europeu”, afirmou o diretor da academia, Matthijs Wouter Knol, em comunicado.

O objetivo da academia é anualmente acrescentar novos locais a esta lista de “tesouros cinematográficos” e trabalhar este património junto de novos públicos.

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Carla Moreira é a nova comercial da Quadrante para a zona centro e sul do país

Carla Moreira iniciou funções enquanto comercial da Quadrante para a zona centro e sul do país na passada segunda-feira, 19 de setembro.

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O operador turístico Quadrante contratou Carla Moreira para as funções de comercial para a zona centro e sul do país, profissional que conta com uma experiência de 15 anos no setor das viagens e turismo, e que passou também pela aviação.

Numa nota enviada à imprensa, a Quadrante sublinha que Carla Moreira é “detentora de um currículo invejável”, sendo, por isso, a profissional indicada para as funções que agora desempenha e que passou a ocupar desde a passada segunda-feira, 19 de setembro.

Carla Moreira iniciou a sua carreira na Halcon Viagens e passou, posteriormente, para a aviação, nomeadamente pela companhia aérea francesa Aigle Azur, onde desempenhou funções comerciais para a zona norte numa primeira fase, tendo, mais tarde, passado a desempenhar as mesmas funções no restante país, incluindo Ilhas.

“Na sua longa permanência nesta companhia, veio a abraçar outros mercados, como Espanha, Itália e Alemanha”, acrescenta a Quadrante.

Mais tarde, com o encerramento da Aigle Azur, Carla Moreira ingressou na Euroatlantic, onde esteve ligada às rotas regulares da companhia aérea, desenvolvendo os mercados de São Tomé e Guiné-Bissau.

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Madeira, Dubai e Nova Iorque são as proposta de réveillon das Viagens Tempo

As Viagens Tempo lançaram três propostas para o próximo réveillon na Madeira, Nova Iorque e Dubai, cujos preços começam nos 1.030 euros por pessoa para a Madeira.

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Madeira, Dubai e Nova Iorque são as proposta das Viagens Tempo para o próximo réveillon, destinos para os quais o operador turístico disponibiliza pacotes com quatro ou cinco noites de alojamento e voos, cujos preços começam nos 1.030 euros por pessoa no caso da Madeira.

Para a Madeira, o pacote das Viagens Tempo inclui quatro noites de alojamento em APA, na unidade de quatro estrelas Hotel Pestana Village e tem partidas a 29 ou 30 de dezembro, em voos TAP, estando também contemplado o jantar de gala na noite de 31 de dezembro.

Já para Nova Iorque, os preços das Viagens Tempo começam nos 1.980 euros para um pacote de quatro noites de alojamento, que inclui também voos TAP com partida a 29 ou 30 de dezembro, bem como transferes. Já as taxas aeroportuárias e o visto eletrónico de entrada nos EUA não estão incluídos no pacote de réveillon.

Além da Madeira e Nova Iorque, as Viagens Tempo contam também com um pacote de réveillon para o Dubai, neste caso, incluindo cinco noites de alojamento no Hotel Donatello Hotel Dubai, de quatro estrelas, cujos preços começam nos 2.695 euros por pessoa.

O pacote de réveillon das Viagens Tempo para o Dubai conta com voos de ida e volta pela Emirates, cuja partida decorre a 29 de dezembro e o regresso a 3 de janeiro, bem como jantar de réveillon a 31 de dezembro, com bebidas incluídas, seguro de viagem e transferes.

Todos os pacotes de réveillon das Viagens Tempo estão já disponíveis no site do operador turístico.

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Vinci dá primeiros passos para desenvolvimento dos aeroportos de Cabo Verde

O grupo Vinci acaba de dar o primeiro passo para o desenvolvimento dos sete aeroportos de Cabo Verde ao escolher a empresa portuguesa Quadrante para desenvolver, em consórcio, os estudos de arquitetura e engenharia para a primeira fase do programa.

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O Governo cabo-verdiano concessionou o serviço público aeroportuário ao grupo Vinci, envolvendo a gestão por 40 anos dos quatro aeroportos internacionais e três aeródromos, recebendo 80 milhões de euros, em julho.

O contrato de concessão irá permitir a expansão, modernização, manutenção e exploração de quatro aeroportos internacionais (nas ilhas do Sal, Santiago, Boa Vista e São Vicente) e de três aeródromos destinados a tráfego doméstico (ilhas do Fogo, São Nicolau e Maio) e “responder ao crescimento da economia de Cabo Verde, que tem registado um aumento do tráfego aéreo desde 2010, atingindo 2,7 milhões de passageiros anuais em 2018”, pode-se ler no comunicado.

De acordo com o contrato, a primeira parcela, de 35 milhões de euros, deve ser entregue na data de início da concessão e os restantes 45 milhões de euros “no momento em que se registe a recuperação do tráfego registado em 2019 ou, no primeiro trimestre de 2025.

O grupo Vinci terá ainda de pagar anualmente uma percentagem das receitas brutas ao Estado de Cabo Verde, de 2,5% de 2022 a 2041, de 3,5% de 2042 a 2051 e de 7% de 2052 a 2061.

Segundo o CEO da Quadrante, Nuno Costa, “esta é uma ótima oportunidade para reforçar Cabo Verde como destino turístico e até como um ‘hub’ regional, melhorando a sustentabilidade, a conectividade e performance operacional das infraestruturas aeroportuárias”, ao mesmo tempo que se contribuiu para oferecer uma “experiência de excelência” aos passageiros que visitam estes aeroportos.

“Para a Quadrante é também fundamental participarmos no roteiro para a neutralidade carbónica do grupo Vinci, uma vez que estas obras estão incluídas na meta de redução de 50% da pegada de carbono até 2030, com vista à neutralidade carbónica dos aeroportos até 2050”, destacou o executivo.

 

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TP visita empresas turísticas de todo o país para dinamizar projetos de investimento

Com vista a dinamizar projetos de investimento em curso apoiados no âmbito do PT 2020, assim como a esclarecer o setor acerca dos programas, iniciativas e políticas desenhadas para apoiar as empresas e as regiões, o Turismo de Portugal inicia um ciclo de visitas às empresas turísticas em todo o país.

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O Turismo de Portugal anuncia na sua página oficial que, em parceria com as Entidades Regionais de Turismo, realiza um ciclo de visitas, reuniões de trabalho e sessões de esclarecimento a todas as regiões do país.

Este ciclo, informa ainda o Turismo de Portugal, visa “promover a partilha de conhecimento e experiências positivas e sustentadas, numa fase que continua a ser muito desafiante para toda a sociedade e a economia do país”.

Neste sentido, o vogal do Conselho Diretivo, Carlos Abade, inicia este périplo com uma visita de três dias ao Porto e Norte de Portugal, entre esta terça-feira e 22 de setembro, com encontros em Ponte da Barca, e Paredes de Coura, bem como reuniões com a Direção da Turismo do Porto e Norte de Portugal, e com as CIM da região.

Nesta zona do país estão igualmente encontros com empresários de Chaves, Vila Pouca de Aguiar e Carrazeda de Ansiães, assim como reuniões com municípios de territórios afetados pelos incêndios deste ano (Vila Real, Carrazeda de Ansiães, Murça e Mesão Frio). O dia termina com uma visita ao Pocinho, em Vila Nova de Foz Côa. O último dia deste ciclo de visitas à região Norte, tem lugar em Vila do Conde, Matosinhos e Vila Nova de Gaia, a 22 de setembro.

O Turismo de Portugal lembra que o Plano “Reativar o Turismo | Construir o Futuro” (PRT) já tem um ano de implementação, “registando-se um forte crescimento económico, já em linha com o registado em 2019”. Refira.se que PRT pretende ser um guião orientador para o setor turístico, público e privado, cujas ações estão totalmente integradas com os objetivos do Plano de Recuperação e Resiliência e da Estratégia Portugal 2030, “assegurando assim uma estratégia concertada para a retoma da economia nacional”.

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TAP diz não ter indicação de que piratas tenham tido acesso a dados de pagamento

Depois do ataque no mês de agosto, a TAP refere que a intrusão foi “contida numa fase inicial” e que “não há indicação de que informações sensíveis, em particular dados de pagamento, tenham sido exfiltradas”.

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A TAP Air Portugal garantiu esta terça-feira, 20 de setembro, que conseguiu conter o ataque informático de que foi alvo em agosto numa fase inicial e diz não ter indicação de que os piratas tenham acedido a informações sensíveis, como dados de pagamento.

Depois da informação divulgada pelo jornal Expresso de que o grupo que atacou a companhia aérea em agosto publicou dados de 1,5 milhões de clientes e diz continuar a ter acesso remoto a sistemas da TAP, a companhia sublinha à Lusa que tem estado em todo o processo a trabalhar com o Centro Nacional de Cibersegurança, a Polícia Judiciária e a Microsoft.

“Em agosto de 2022, os sistemas internos de cibersegurança da TAP Air Portugal (TAP) detetaram o acesso não autorizado a alguns sistemas informáticos. A TAP está preparada para este cenário e mobilizou de imediato uma equipa de especialistas internos e externos de TI e de peritos forenses para investigar em detalhe o sucedido e prevenir danos adicionais”, explica a companhia aérea.

A transportadora diz ainda que “graças aos sistemas de cibersegurança e à rápida atuação da equipa interna de TI [tecnologias de informação], a intrusão foi contida numa fase inicial, antes de provocar danos nos processos operacionais”.

“As operações da TAP estão a decorrer com normalidade”, garante a companhia, reconhecendo que, “infelizmente, alguns dados foram roubados pelos hackers e estão a ser divulgados publicamente” e que os dados afetados podem incluir nomes, informações de contacto, informações demográficas e número de passageiro frequente.

A TAP diz ainda que a informação afetada relativamente a cada cliente “pode variar”, mas sublinha que, “até ao momento, não há indicação de que informações sensíveis, em particular dados de pagamento, tenham sido exfiltradas”.

“Esta intrusão visava causar danos à TAP e aos seus clientes. A segurança dos nossos clientes e parceiros comerciais e dos seus dados é a nossa maior prioridade. Continuaremos, por isso, a tomar todas as medidas necessárias para cuidar dos seus dados”, adianta.

Segundo o Expresso, o grupo de cibercriminosos Ragnar Locker “cumpriu a ameaça que vinha fazendo e publicou esta segunda-feira 581 gigabytes (GB) de dados que diz serem relativos a 1,5 milhões de clientes da TAP”.

Numa mensagem publicada na Dark Web – refere o jornal -, os Ragnar Locker “garantem ainda que continuam a ter acesso aos sistemas informáticos da TAP”.

Além das tabelas com moradas, números de telefone e nomes de clientes, o Expresso, que teve acesso aos ficheiros, escreve que a fuga de dados “apresenta documentos de identificação de pessoas que aparentam ser profissionais ou parceiros da TAP, bem como acordos confidenciais com várias empresas e relações com outras companhias de aviação”.

Recorde-se que num e-mail enviado aos clientes na semana passada, a TAP alertou os clientes afetados pelo ataque informático, cujos dados foram publicados, de que esta divulgação “pode aumentar o risco do seu uso ilegítimo”, pedindo atenção a comunicações suspeitas.

No e-mail, a transportadora recordou que o ciberataque foi “prontamente comunicado às diversas autoridades competentes”, reiterando que “foram desencadeadas as medidas e procedimentos apropriados de cibersegurança para este tipo de eventos com o apoio de uma empresa internacional especializada e líder da indústria” e que “as medidas adotadas permitiram garantir a integridade dos dados e a operacionalidade, em segurança, de todos os sistemas” da companhia.

“Lamentamos muito que dados pessoais seus tenham sido incluídos nesta divulgação e por qualquer inconveniente que isso lhe possa causar”, disse a TAP, reafirmando ainda o seu “compromisso” com a proteção dos dados pessoais e adiantando que estão “a ser desenvolvidas medidas de reforço da segurança” dos dados.

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