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Voos de agosto já ficaram a 94,7% de 2019, segundo a NAV Portugal

Segundo a NAV Portugal, os dados de agosto mostram que o tráfego aéreo está em “recuperação clara e sustentável”.

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A NAV Portugal revelou esta quinta-feira, 22 de setembro, que, em agosto, o total de voos controlados em território nacional já ficou a 94,7% de igual mês de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19, o que indica que o tráfego aéreo está em “recuperação clara e sustentável”.

Segundo uma nota informativa da NAV Portugal, “o tráfego IFR (Instruments Flight Rules) na Região de Informação de Voo (RIV) de Lisboa totalizou 57.703 movimentos”, o que traduz uma diminuição de “5,3% face aos 60.941 voos registados no mês de agosto de 2019, ano de referência para a aviação”.

“Em termos médios, neste mês foram controlados 1.861 voos IFR diários, registando-se
uma perda de 104 voos diários face a agosto de 2019”, acrescenta a empresa de gestão de tráfego aéreo nacional.

Já na RIV de Santa Maria, “o tráfego IFR em agosto de 2022 ascendeu a 17.476 movimentos, traduzindo-se num aumento de 6,5% face aos 16.410 voos controlados no mesmo mês mas em 2019”.

“Em termos médios foram controlados este mês 564 voos IFR por dia, tendo-se registado
um ganho de 34 voos diários face a agosto de 2019”, refere também a empresa que gere o tráfego aéreo em Portugal.

No acumulado até agosto, foram já controlados 395.940 voos na RIV Lisboa, o que traduz uma quebra de 39.949 voos IFR face ao tráfego acumulado de 2019, enquanto na RIV Santa Maria foram controlados 107.702 voos, o que indica também uma perda de 3.871 voos IFR em comparação com o mesmo período de 2019.

Apesar de, no acumulado entre janeiro e agosto, continuarem a existir quebras face a igual período de 2019, a NAV Portugal diz que “em ambas as RIV’s, o tráfego acumulado até agosto de 2022, é superior ao total verificado em 2021”.

 

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Vueling vai oferecer opção de pagamento de viagens com criptomoedas

Podemos até achar que é apenas uma curiosidade, mas está em linha com as novas tendências: A Vueling explora a capacidade tecnológica dos NFTs para oferecer aos seus passageiros a possibilidade de pagar os seus bilhetes com criptomoedas.

A Vueling, empresa aérea pertencente ao grupo IAG, vai explorar a capacidade tecnológica dos NFT, juntamente com a startup valenciana Criptan, certificada pelo Banco de Espanha, para oferecer aos seus passageiros a possibilidade de pagar os seus bilhetes com criptomoedas . Para garantir esse serviço, a companhia aérea contará com a tecnologia UATP, a rede global de pagamentos para o setor aéreo, segundo notícia publicada no jornal espanhol Hosteltur.

A mesma fonte indica ainda que a Vueling e a Criptan estão atualmente a trabalhar na pesquisa de aplicações estratégicas da tecnologia blockchain e NFTs para oferecer aos seus clientes soluções inovadoras e melhorar a experiência do cliente através de novas digitais.

“Graças a esta aliança, a Vueling reafirma mais uma vez a sua posição como companhia aérea digital e quer transformar-se na primeira companhia aérea de baixo custo na Europa a aceitar criptomoedas como alternativa de pagamento”, apontam os porta-vozes da companhia aérea com sede no aeroporto de Barcelona- The Prat, indicando, ainda segundo o jornal espanhol, que cita o site da Vueling, que esta opção de pagamento estará disponível a partir do segundo semestre de 2023 para particulares.

Jesús Monzó, responsável pela Distribuição e Alianças da Vueling, afirmou já que, este acordo “coloca-nos na vanguarda das novas tecnologias e da inovação, reforçando ainda mais o nosso compromisso com os nossos clientes e oferecendo as melhores e mais avançadas ferramentas e soluções na nossa Web”.

Por sua vez, Jorge Soriano, CEO da Criptan, realça que a Vueling “está a mostrar que é líder em tudo relacionado à inovação, em um movimento claro que mostra o potencial através do ecossistema criptográfico e web3”, e sublinha estar convencido de que “podemos melhorar a experiência do utilizador, não apenas através de pagamentos criptográficos, mas aproximando as vantagens desse ecossistema da maneira mais útil e simples possível”.

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Alexandre Alves é o novo COO e CCO da Airways Aviation

A partir de 23 de janeiro, Alexandre Alves assume a dupla função de Chief Operations Officer (COO) e Chief Commercial Officer (CCO) no Airways Aviation Group.

Alexandre Alves junta-se ao Airways Aviation Group assumindo, a partir de 23 de janeiro, a dupla função de Chief Operations Officer (COO) e Chief Commercial Officer (CCO) e ficará com responsabilidades de apoiar as equipas de gestão globais e regionais em diversos níveis.

Em comunicado, o Airways Aviation Group refere encontrar-se “no meio de uma reorganização significativa, preparando-se para um crescimento substancial e para aumentar a sua rede de organizações de formação aeronáutica”.

Assim, reconhece que existe “uma necessidade premente de reforço dos meios, em particular humanos, para fortalecer as equipas das áreas de gestão, operações, marketing, vendas e desenvolvimento de negócio”.

Alexandre Alves desempenhou, até dezembro de 2022, as funções de Chief Commercial Officer (CCO) na Sevenair Academy além de ser membro do Executive Board do Sevenair Group.

Com mais de 35 anos de experiência, o Airways Aviation ESMA é o maior grupo de academias aeronáuticas privadas a nível mundial, presente em seis países de quatro continentes.

Com mais de 9.000 pilotos comerciais e mais de 12.000 tripulantes de cabine formados, a Airways Aviation possui mais de 60 aeronaves e uma área de treino de 350.000 km2.

Além disso, tem parcerias com a CAE Defense & Security, CAE Civil, Dynamic Advanced Training, Montpellier Business School, Halic University, University of Balamand, University of Southern Queensland, Southern Cross University, Griffith University, TAFE Queensland, TAFE NSW, e Aviationfly – Connecting Flight Schools with Aspiring Pilots.

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Número de passageiros nos primeiros 11 meses de 2022 nos aeroportos nacionais cresce 130%, mas ainda está abaixo de 2019

No 11.º mês de 2022 os aeroportos nacionais movimentaram mais de quatro milhões de passageiros. Já de janeiro a novembro o número de passageiros movimentados foi de mais de 52 milhões, um crescimento de quase 130% face a igual período de 2021, mas ainda 6,2% abaixo de 2019.

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Em novembro de 2022, os aeroportos nacionais movimentaram 4,1 milhões de passageiros, correspondendo a variações homólogas de +31,3%, sendo este o segundo mês consecutivo em que o movimento de passageiros superou o nível de 2019 (+3% em novembro; +4% no mês anterior), revelam os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

No 11.º mês de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 65,6 mil passageiros nos aeroportos nacionais (90,7 mil no mês anterior), superando o valor observado em novembro de 2019 (64,2 mil).

Considerando os passageiros desembarcados em novembro de 2022, 80,3% corresponderam a tráfego internacional (79,9% no mesmo mês de 2021), na maioria provenientes do continente europeu (66,6% do total).

Relativamente aos passageiros embarcados, 81,8% corresponderam a tráfego internacional (81,5% em novembro de 2021), tendo como principal destino aeroportos no continente europeu (68,8% do total).

Lisboa com quase metade dos passageiros movimentados
Já entre janeiro e novembro de 2022, o número de passageiros movimentados aumentou 129,8% em comparação com o mesmo período de 2021, mas ficou ainda 6,2% abaixo do registado em igual período de 2019.

Os números do INE mostram que nos primeiros 11 meses de 2019 movimentaram-se mais de 56 milhões de passageiros nos aeroportos nacionais, tendo baixado para 17,3 milhões no mesmo período de 2020 para voltar a subir para 22,9 milhões em igual período do ano passado. Em 2022, entre janeiro e novembro, o números de passageiros movimentados em todos os aeroportos portugueses totalizou 52,6 milhões.

O aeroporto de Lisboa movimentou 49,3% do total de passageiros (cerca de 26 milhões), +143,6% comparando com igual período de 2021 (-10,1% face ao mesmo período de 2019). Considerando os três aeroportos com maior tráfego anual de passageiros, Faro registou o maior crescimento face a 2021 (+154,6%) e Porto registou a maior aproximação aos níveis de 2019 (-4,1%).

Considerando o volume de passageiros desembarcados e embarcados em voos internacionais entre janeiro e novembro de 2022, o Reino Unido foi o principal país de origem e de destino dos voos, com crescimentos de 228,8% no número de passageiros desembarcados e 228,1% no número de passageiros embarcados, face a 2021. França ocupou a segunda posição como principal país de origem e de destino, e Espanha a 3.ª posição. Itália superou a Suíça e surgiu na 5.ª posição entre os principais países de origem, mantendo-se a Suíça na 5.ª posição nos principais países de destino.

Finalmente, em novembro de 2022, aterraram nos aeroportos nacionais 15,7 mil aeronaves em voos comerciais. Comparando com novembro de 2019, registaram-se crescimentos de 0,3% no número de aeronaves aterradas.

 

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Ryanair com nova rota que liga Faro a Roma

Faro e Roma passarão a ficar ligadas com um voo bissemanal da Ryanair a partir de abril de 2023.

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A Ryanair anunciou uma nova rota que ligará Faro a Roma, fazendo parte do programa de verão 2023. A companhia aérea lowcost irlandesa informa que a operação será realizada duas vezes por semana, a partir do mês de abril deste ano.

Elena Cabrera, country manager para Portugal e Espanha, refere, em comunicado, que “com a aproximação rápida da Páscoa e verão de 2023, proporcionamos mais uma opção e valor aos nossos clientes portugueses com a adição desta nova rota a Roma para o verão de 2023”.

Com o anúncio desta nova operação, a Ryanair lança uma campanha de pré-venda com um valor de 29,99 euros.

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Transportes mostram-se otimistas para 2023, apesar da guerra, inflação e incerteza

O setor dos transportes turísticos faz um balanço positivo de 2022, que acabou por ser um ano de regresso à normalidade e mostra-se entusiasmado quanto ao futuro, apesar dos muitos desafios que deverão marcar 2023, com destaque para os aumentos nos preços dos combustíveis, a que os transportes estão particularmente expostos.

Inês de Matos

Por vezes, muita coisa muda em muito pouco tempo e o ano de 2022 é a prova provada disso mesmo. Há um ano, a grande ameaça à atividade turística continuava a ser a COVID-19. A pandemia que parou o mundo em 2020 e restringiu as viagens um pouco por todo o lado no ano seguinte, continuava, no início do ano passado, a ser vista como o principal desafio que o setor do turismo precisava de ultrapassar para regressar à normalidade.

No entanto, menos de dois meses depois do arranque do ano, estalou uma guerra na Ucrânia, com a invasão da Rússia ao país vizinho, num evento a que a Europa não assistia havia mais de sete décadas e que veio, mais uma vez, destabilizar a economia e, consequentemente, as empresas do setor do turismo, com especial destaque para as que se dedicam aos transportes, que passaram a lidar, também em consequência da guerra, com aumentos quase diários nos preços dos combustíveis, entre outras subidas de custos ditadas pela escalada da inflação.

Além da pandemia, que ainda não está completamente ultrapassada, da guerra e consequente inflação, as empresas de transportes turísticos têm de lidar ainda com a escassez de recursos humanos, que surgiu durante a pandemia e se agravou com a guerra, num cenário repleto de incerteza que torna difícil traçar expectativas concretas para 2023.

A todos estes problemas, é preciso juntar ainda a escassez de viaturas disponíveis no rent-a-car, assim como os desafios inerentes à sustentabilidade que, este ano, promete voltar a estar na linha da frente enquanto uma das principais preocupações dos transportes.

Mais uma vez o setor foi posto à prova e respondeu de forma positiva, Paulo Geisler (RENA)

Ainda assim, o otimismo parece estar em alta, uma vez que os clientes mantêm a vontade de viajar e isso tem-se vindo a traduzir no aumento das faturações e da rentabilidade nas várias áreas dos transportes turísticos em Portugal. Saiba que balanço de 2022 e que expectativas para 2023 traça a aviação, os cruzeiros, o rent-a-car e os autocarros de turismo.

Aviação
Na aviação, 2022 acabou por ser um ano “desafiante”, diz ao Publituris Paulo Geisler, presidente da RENA, associação que representa as companhias aéreas que operam em Portugal. “Mais uma vez o setor foi posto à prova e respondeu de forma positiva”, diz o presidente da RENA, considerando que, apesar dos problemas que a aviação enfrentou em 2022, este setor “mais uma vez deu mostras de preparação e resiliência”.

De acordo com o responsável, 2022 acabou por ser um ano positivo, como mostram “os números globais do turismo” e que provam que este é já “um sector fundamental para a economia portuguesa”, considerando que também a “união dos diversos operadores” foi um dos aspetos mais positivos do ano que agora terminou.

Tal como a RENA, também a easyJet faz um balanço favorável de 2022, com José Lopes, country manager da companhia para Portugal, a explicar que o ano foi “bastante positivo” porque a easyJet fechou “este ano fiscal com o melhor resultado de sempre em Portugal” no número de passageiros transportados. No total, a easyJet chegou aos 7.431.928 passageiros nas 71 rotas que realiza de e para o país, valor que, segundo José Lopes, “ultrapassa os níveis de 2019 e que se traduz num crescimento de 174%”. “Estamos a viver agora o inverno mais movimentado da nossa história em Portugal e somos a primeira escolha de passageiros que viajam entre Portugal e França, Portugal e Suíça e Portugal e o Reino Unido”, acrescenta.

Somos a companhia de aviação que mais vai investir e crescer em Portugal em 2023, José Lopes (easyJet)

José Lopes destaca os 18 slots conseguidos no aeroporto de Lisboa como um dos momentos mais positivos de 2022, desde logo porque isso permitiu que a transportadora se tornasse na segunda maior operadora no aeroporto da capital. Com esses slots, a easyJet abriu várias rotas em Lisboa, num total de 33 no conjunto dos aeroportos onde opera, incluindo a primeira ligação para fora da Europa desde Portugal, com destino a Marraquexe, em Marrocos, e os voos para o Porto Santo, desde Lisboa e Porto, “acabando com o monopólio nessas rotas”.

O aumento de capacidade em várias rotas, a passagem para o terminal 1 do aeroporto da capital e o aumento dos aviões baseados em Portugal foram também, segundo José Lopes, momentos positivos para a easyJet em 2022.

As expetativas para 2023 também são positivas, com José Lopes a mostrar-se convicto de que o ano será “de forte investimento e crescimento de capacidade da easyJet em Portugal”. “Continuaremos a estimular o mercado, para que as pessoas voltem a voar e a conhecer mais destinos. Fazer isto num momento em que ainda estamos a sair da pandemia, adicionalmente ao impacto da guerra nos custos de energia e combustível, é um desafio”, diz José Lopes, que acredita que a relação qualidade/preço oferecida pela easyJet será valorizada. “Somos a companhia de aviação que mais vai investir e crescer em Portugal em 2023. Daqui a um ano, estaremos de novo aqui a falar de mais um ano com resultado recorde”, acredita o responsável, indicando que a companhia vai continuar a investir na sustentabilidade.

Tal como a easyJet, também a RENA se mostra otimista, ainda que Paulo Geisler prefira chamar-lhe “otimismo (moderado)”, uma vez que se prevê que exista, ao longo deste ano, algum “crescimento sustentado”. No entanto, diz o responsável, o “cenário macroeconómico e inflação vão desempenhar um papel importante” para a aviação em 2023, “a par da guerra na Ucrânia” e também da sustentabilidade. “A expectativa é que o setor do transporte continue a recuperar e que haja uma preocupação maior com sustentabilidade e incentivos para que o setor possa avançar rumo ao “Net-zero””, conclui o presidente da RENA.

Rent-a-car
No rent-a-car, o balanço de 2022 é igualmente positivo, com Joaquim Robalo de Almeida, secretário-geral da ARAC – Associação Nacional dos Locadores de Veículos, que representa 96% das empresas de rent-a-car em Portugal, a considerar que 2022 foi “um ano memorável”.

A performance das empresas de rent-a-car em foi foi excelente, Joaquim Robalo de Almeida (ARAC)

No rent-a-car, acrescenta, foram atingidos “valores recorde de rentabilidade”, o que leva a que se perspetive que, “também nesta atividade, 2022 seja o seu melhor ano de sempre”, com uma faturação a rondar os 800 milhões de euros.

Apesar da escassez de viaturas que se mantém, por culpa da crise dos semicondutores, e que levou a que a frota de pico em 2022 tenha ficado 32 mil viaturas abaixo do que acontecia em 2019, Joaquim Robalo de Almeida revela que a procura esteve em alta, traduzindo um aumento da rentabilidade. “Apesar da frota disponível para aluguer ter sido menor, se tivermos em atenção a subida de preços operada pela forte procura, ter-se-á registado um crescimento da faturação face a 2019, que assim gerou uma melhor rentabilidade”, explica, sublinhando que “a performance das empresas de rent-a-car em 2022 foi excelente” e o seu “desempenho foi dos melhores de sempre”. Contudo, o aumento da rentabilidade foi acompanhado pela subida da inflação, que se traduziu num crescimento generalizada dos custos, que “atingiram valores nunca antes vistos”, acrescenta.

A somar à inflação, no ano passado, o rent-a-car teve também de lidar com a falta de recursos humanos e com uma fiscalidade automóvel que é “das mais elevadas da Europa”, o que leva a que o rent-a-car em Portugal perca competitividade face a outros países europeus. Por isso, a ARAC volta a insistir na “redução dos impostos aplicáveis ao automóvel”, a exemplo do ISV e do IUC, mas também do IVA para os 13%.

Foi um ano muito bom para a marca e, felizmente, os pontos positivos sobrepõem-se aos negativos, Paulo Pinto (Europcar)

E se 2022 acabou por ser mais positivo do que se previa, Joaquim Robalo de Almeida espera que também o próximo ano “venha na sua continuidade”, apesar da urgência na construção do novo aeroporto de Lisboa e dos desejos que a ARAC gostaria de ver realizados: o fim da guerra na Ucrânia e a continuação do combate às alterações climáticas.

E também a Europcar, uma das principais empresas de rent-a-car em território nacional, diz que 2022 foi um “ano muito positivo”, com Paulo Pinto, Head of Portugal do Europcar Mobility Group (EMG), a explicar que o grupo solidificou a sua posição, até porque “houve alguma renovação da estrutura” em Portugal, a exemplo da nomeação do próprio como responsável pela operação no país. Em Portugal, merece também destaque a transformação da estação da Maia em ‘hub profissional’ e a abertura da estação em Vila Real, investimento que deu “início a uma ambiciosa estratégia de expansão, com grande foco no Norte do país”.

A nível global, 2022 fica marcado pela integração do EMG na Green Mobility Holding, que veio trazer à empresa “novas perspetivas e um ciclo de expansão e inovação”. “Fazer parte deste consórcio está a ser um grande impulso do ponto de vista financeiro, o que está a permitir acelerar os projetos tecnológicos”, explica Paulo Pinto.

Apesar de positivo, Paulo Pinto admite que 2022 foi um ano “com muita instabilidade”, com um primeiro trimestre marcado pela pandemia e o início de uma guerra na Europa, que deu origem a “uma subida da inflação que ainda não estagnou e se perspetiva como um fator negativo também em 2023”, sendo mesmo vista pela empresa como o “maior desafio” que se deverá colocar ao rent-a- car. “Tem impacto direto nos orçamentos das empresas e das famílias, condicionando em larga medida a atividade económica”, explica Paulo Pinto, prevendo que os “condicionamentos na produção automóvel” voltem a dar dores de cabeça.

Paulo Pinto diz que “a verdade é que, mesmo com estas condicionantes, este foi um ano “muito bom para a marca e, felizmente, os pontos positivos sobrepõem-se aos negativos”.

A Europcar diz que “vai continuar focada em manter a liderança em mobilidade sustentável”: “Impulsionada pela inovação, tecnologia, dados e colaboradores, com uma frota ajustada às necessidades, que será cada vez mais “verde”, 2023 vai ser um ano decisivo”, conclui.

Cruzeiros
Nos cruzeiros, o balanço de 2022 volta a ser positivo, com Marie-Caroline Laurent, diretora-geral da CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros para a Europa, a explicar que “2022 foi um ano crucial de recuperação para a indústria” e que marcou o regresso a praticamente “100% de atividade”, o que demonstra a “força coletiva” dos cruzeiros.

Apesar da volatilidade da economia, podemos dizer que atingimos os objetivos a que nos tínhamos proposto, Eduardo Cabrita (MSC Cruzeiros)

Na CLIA, 2022 foi marcado pela sustentabilidade, pois, no início do ano, a associação estabeleceu o “compromisso de, até 2050, alcançar a meta de emissões carbónicas nulas” nas viagens de cruzeiros. A diretora da CLIA diz que a “indústria está a fazer progressos concretos para alcançar as suas ambições climáticas”, o que é visível pelo maior número de navios equipados para se ligarem à eletricidade em terra, enquanto “uma quantidade enorme de recursos está a ser investida” na viabilidade de combustíveis sustentáveis.

As preocupações com a sustentabilidade vão continuar a marcar este ano, com a responsável a explicar que as prioridades da associação para 2023 são a sustentabilidade e o envolvimento das comunidades. “Teremos de articular uma abordagem abrangente de sustentabilidade que mostre que estamos a tomar medidas práticas que já estão a fazer uma diferença real”, afirma, explicando, contudo, que estas ações “não se limitam aos navios”, pois estão a ser adotadas “práticas sustentáveis em terra para apoiar o turismo sustentável nos locais” visitados.

Além da sustentabilidade, a CLIA aponta como desafios as “incertezas relacionadas com a guerra” e “o preço da energia e a escassez de oferta” que, diz a responsável, “também podem afetar a capacidade de obter combustíveis alternativos”. Além disso, é preciso não esquecer que ainda há destinos com restrições devido à pandemia, nomeadamente na Ásia, o que leva a que as companhias tenham de trabalhar para garantir a “retoma segura” das operações.

Conseguimos estimular a antecipação do negócio a níveis ligeiramente superiores a 2019, Francisco Teixeira (Melair Cruzeiros)

Também as companhias se mostram satisfeitas com 2022 e confiantes para 2023. No caso da Melair, que representa em Portugal a Royal Caribbean International e a Celebrity Cruises, 2022 acabou por ser “bastante positivo, apesar das incertezas durante o primeiro trimestre”. Segundo Francisco Teixeira, director-geral da Melair, “a procura comportou-se muito bem”, o que levou a que toda a frota das companhias representadas pela empresa tenha regressado à operação. Além disso, acrescenta, a Melair conseguiu lançar para venda os cruzeiros para 2023 ainda no ano passado, “tendo já concretizado 37% do objetivo de negócio para este ano”. “Conseguimos estimular a antecipação do negócio, a níveis ligeiramente superiores a 2019”, revela.

O regresso da frota à operação foi, segundo o diretor-geral da Melair, o aspeto mais positivo para a empresa em 2022, enquanto o mais negativo foram as dificuldades de recrutamento.

E também a MSC Cruzeiros faz um balanço positivo, ainda que Eduardo Cabrita, diretor-geral da companhia para Portugal, diga que 2022 foi “desafiante” porque os primeiros meses foram de incerteza devido à pandemia e à guerra na Ucrânia. “Tivemos dois meses com uma incerteza tremenda, entre fevereiro e abril, ninguém sabia o que iria acontecer e o mundo parou perante esta atrocidade. Isso fez com que a inflação disparasse”, explica, revelando que só a partir de abril a companhia notou “algo muito mais positivo”. A partir daí, a MSC Cruzeiros viveu “três meses” de “vendas muito fortes e estimulantes para o verão”, que ditaram que 2022 tenha sido “um ano muito positivo”, praticamente em linha com 2019 nos passageiros.

Teremos de articular uma abordagem abrangente de sustentabilidade que mostre que estamos a tomar medidas práticas, Marie-Caroline Laurent (CLIA)

A ajudar ao balanço do ano, esteve ainda o lançamento do MSC World Europa, o primeiro navio da MSC Cruzeiros movido a GNL, que foi inaugurado em novembro, no Qatar, assim como os cruzeiros com partida e chegada a Lisboa que, pela primeira vez, a companhia promoveu no verão, entre junho e novembro, ao contrário do que acontecia noutros anos. “Apesar da volatilidade da economia, podemos dizer que atingimos os objetivos a que nos tínhamos proposto, agora está ainda mais consolidado e vamos para o segundo ano de cruzeiros em Lisboa, com este período de tempo”, explica Eduardo Cabrita, que espera que 2023 já seja um “ano bastante dinâmico e saudável” e “muito melhor que 2019”, até porque os recentes estudos da CLIA mostram que continua a existir predisposição para este tipo de viagem, já que 84% dos passageiros que já fizeram um cruzeiro querem voltar, enquanto 67% dos inquiridos que ainda não fizeram nenhum cruzeiro querem fazer, o que traduz aumentos face ao período pré-pandemia. “Estas são grandes notícias para o setor”, considera.

Quanto a desafios, para o responsável, a “economia mundial e a inflação continuam a ser dos aspetos mais difíceis de prever” e que podem afetar a dinâmica dos cruzeiros, ainda que acredite que vai ser possível “ultrapassar estes ventos menos favoráveis”, até porque, em maio, chega o MSC Euribia, o segundo navio a GNL da companhia.

Confiante está ainda a Melair, com Francisco Teixeira a revelar que “o objetivo para 2023 é voltar com as dinâmicas comerciais e marketing pré-pandemia, e conseguir elevar o volume de negócio face a 2019”, apesar de também a Melair estar preocupada com o impacto da guerra e do aumento das energias, entre outros desafios que podem “reduzir os fluxos da procura”.

Autocarros de turismo
Nos autocarros de turismo, o ano de 2022 começou com “um otimismo moderado”, diz Amaro Correia, diretor de Marketing e Comunicação da Iberobus, explicando que este sentimento levou a empresa a repensar a sua estratégia, ajustando o Plano de Marketing e de Negócios.

O responsável diz que a Iberobus apostou, em 2022, na formação interna e na oferta de experiências inesquecíveis nos seus autocarros, o que beneficiou a experiência do cliente.

O aumento exponencial dos combustíveis está a atingir o coração da empresa, Amaro Correia (Iberobus)

O ano ficou marcado pela certificação enquanto Biosphere Sustainable Life Style, que comprova que a empresa cumpre integralmente as práticas sustentáveis na indústria do turismo. “Foi uma aposta visionária e importante, até porque, cada vez é mais importante o turismo sustentável”, defende, considerando que 2022 foi ainda o ano da “reativação do mercado em força”, que existe “um forte potencial de crescimento para 2023” e para o “aumento do número de vendas efetivas”.

Como aspetos menos positivos, o responsável destaca os recursos humanos, que estão cada vez mais escassos, assim como a carga fiscal e o “aumento exponencial dos combustíveis”, que está a atingir o “coração da empresa”. Amaro Correia pede, por isso, que a tutela tome “soluções rápidas e sem dor”, sob pena de se alienarem, em pouco tempo, os ganhos de 2022.

Apesar de tudo, a Iberobus diz que as expectativas para 2023 são “positivas se a guerra acabar”, uma vez que, apesar da empresa já ter um aumento de 35% nas marcações prévias, em circuitos e viagens para 2023, as indefinições económicas ditadas pelo conflito armado são uma ameaça e trazem incerteza à gestão da empresa.

Para tomar o pulso ao mercado, a Iberobus vai participar na FITUR 2023, integrada no stand do Turismo do Porto e Norte de Portugal e, ao longo do ano, pretende apostar na inovação e tecnologia, assim como numa comunicação com “fluxos mais rápidos e simples” e num serviço “pós-venda útil e assertivo”, estratégias que visam “manter os clientes fidelizados”.

 

Sobre o autorInês de Matos

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Estudo da AirHelp coloca Aeroporto do Porto como o melhor de Portugal

De um total de 151 aeroportos estudados, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, é o melhor aeroporto de Portugal, aparecendo em 54.º lugar. O Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, aparece no final do ranking (143.º lugar), com o Aeroporto de Faro a ocupar a 108.ª posição.

Victor Jorge

De acordo com o mais recente estudo recente realizado pela AirHelp, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, é o melhor aeroporto de Portugal. De um total de 151 aeroportos estudados, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, aparece em 54.º lugar, com uma pontuação global de 7,67.

A infraestrutura aeroportuária do Porto aparece ainda com 7,10 pontos no que diz respeito à pontualidade, 8,52 pontos na consideração dos clientes e 8,53 pontos na qualidade da sua área de restauração e lojas no AirHelp Score.

A 54.ª posição do Aeroporto do Porto é a quinta maior subida em relação a 2019, principalmente devido ao melhor desempenho no ponderativo ‘pontualidade’, adiantando a AirHelp que a infraestrutura aeroportuária “pode, ainda, ser considerado um dos melhores aeroportos europeus, estando no top 10 dos aeroportos europeus” considerados no AirHelp Score 2022.

A nível nacional, o Aeroporto de Faro aparece em segundo lugar, com uma pontuação global de 7,21, ocupando no ranking global a 108.ª posição. Na análise da AirHelp, o Aeroporto de Faro aparece com um ponderativo referente à pontualidade de 7,1 pontos, enquanto na consideração dos clientes e na qualidade da sua área de restauração e lojas são dados 7,53 e 7,22 pontos, respetivamente.

Já o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, é o pior aeroporto português, encontrando-se no final do ranking mundial, em 143.º lugar, com uma média pontual de 6,75. A classificação AirHelp Score dá, por sua vez, 6,22 pontos na pontualidade e 7,55 em ambos os ponderativos referentes à consideração dos clientes e na qualidade da sua área de restauração e lojas.

Olhando para o panorama europeu, a liderança pertence ao Aeroporto Internacional Barajas Adolfo Suárez (Espanha), seguindo-se o Aeroporto de Bilbao (Espanha) e o de Linate – Milão (Itália). Neste ranking, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro aparece em 7.º lugar no Top 10.

Quanto à liderança do AirHelp Score, esta pertence ao Aeroporto Internacional Tokyo Haneda, no Japão, com uma média global de 8,83 pontos, seguido do Aeroporto Internacional Recife/Guararapes–Gilberto Freyre (8,52 pontos) e o Aeroporto Internacional Tokyo Narita (8,49 pontos).

No Top 10 do AirHelp Score aparecem dois aeroportos japoneses, quatro brasileiros, dois da Coreia do Sul, e um da Índia e outro dos Emirados Árabes Unidos.

De referir que O AirHelp Score 2022 é o nono relatório da organização desde que esta iniciou as suas avaliações em 2015. Este estudo é desenvolvido pela AirHelp combinando os seus conhecimentos profissionais e perícia industrial para fornecer aos passageiros aéreos as melhores informações possíveis para as melhores experiências de voo: indicações de como serão as suas experiências em diferentes aeroportos em todo o mundo; bem como previsões de como serão tratados em circunstâncias normais pelas várias companhias aéreas e o que esperar caso os voos sejam cancelados ou sofram atrasos.

As pontuações dos aeroportos são determinadas pelo desempenho pontual (que representa 60% da pontuação), a qualidade do serviço (que representa 20% da pontuação) e pelas opções de refeições e lojas (que constituem os restantes 20% da pontuação).

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Portos da Madeira: Escalas de navios de cruzeiros batem recorde em 2022 e suplantam os últimos 10 anos

Os Portos da Madeira (Funchal e Porto Santo) registaram 323 escalas de navios de cruzeiros em 2022, mais 25 face a 2019, o que corresponde e um aumento de 8%. O resultado é considerado recorde e suplanta os últimos 10 anos.

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O movimento de passageiros é que ainda está abaixo dos números da pré-pandemia. Mas, mesmo assim, no ano passado, foram 417. 730 os passageiros que passaram pelos Portos da Madeira, além de 226. 987 tripulantes.

De acordo com a presidente do Conselho de Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira (APRAM) “estes números superaram as melhores expetativas”, apontando que “temos um ano recorde de escalas, em 10 anos, e verifica-se que o movimento de passageiros, paulatinamente, foi subindo ao longo do ano, representando no final, apenas -30%, em relação a 2019, o ano com mais passageiros desde 2013”.

Paula Cabaço sublinha ainda que “junta-se a estes resultados a atribuição do prémio Madeira, melhor Destino de Cruzeiros da Europa, além de outros passos fundamentais alcançados a nível comercial”.

O Porto do Funchal teve mais 11 escalas em 2022, relativamente a 2019 e foram movimentados 413.863 passageiros, -30% que no ano em comparação, enquanto o Porto do Porto Santo conseguiu um resultado considerado inédito, em 2022: 21 escalas, 3. 867 passageiros e 3.822 tripulantes. Em relação a 2019, houve mais 14 escalas e 716 passageiros.

Paula Cabaço afirma que “os números registados no Porto Santo, em escalas e passageiros, são muito interessantes e demonstram o potencial da ilha dourada no nicho dos chamados paraísos ambientais, hoje muito procurados pelos navios de expedição e temáticos”, daí que a APRAM tem promovido a ilha do Porto Santo há alguns anos e, nas reuniões que tem mantido com os decisores das companhias, nos grandes encontros internacionais do setor de cruzeiros, tem reforçado esse trabalho.

Refira-se que a Madeira foi visitada, em 2022, por passageiros em cruzeiro oriundos de mais de 160 países ou regiões do mundo. O Reino Unido, lidera a lista das primeiras cinco nacionalidades, seguido da Alemanha, EUA, Itália, e o Brasil.

 

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MSC Cruzeiros é a primeira companhia de cruzeiros a iniciar em simultâneo dois World Cruises

A MSC Cruzeiros tornou-se na primeira companhia de cruzeiros a iniciar em simultâneo dois World Cruises, itinerários de volta ao mundo, que estão a decorrer a bordo dos navios MSC Magnifica e MSC Poesia, cujo início aconteceu a 5 de janeiro, em Génova, Itália.

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Na passada quinta-feira, 5 de janeiro, a MSC Cruzeiros tornou-se na primeira companhia de cruzeiros a iniciar em simultâneo dois World Cruises, itinerários de volta ao mundo, que estão a decorrer a bordo dos navios MSC Magnifica e MSC Poesia.

A MSC Cruzeiros sublinha, num comunicado enviado à imprensa esta terça-feira, 10 de janeiro, que esta foi “uma estreia no setor”, uma vez que ambos os navios deram início aos seus itinerários à saída de Génova, em Itália, sendo que, no caso do MSC Magnifica, a viagem tem a duração de 119 dias, enquanto no MSC Poesia o itinerário prolonga-se por 117 dias.

“Os dois navios partiram ao mesmo tempo, mas separar-se-ão na orla do Mediterrâneo para realizarem diferentes rotas à volta do mundo”, indica a MSC Cruzeiros, revelando que o MSC Magnifica vai visitar 43 destinos em 24 países e cinco continentes.

Nesta viagem, que inclui escala no Funchal, Madeira, esta quarta-feira, 11 de janeiro, os passageiros do MSC Magnifica vão poder visitar o Mindelo, em Cabo Verde, onde o navio cruzará o Equador, seguindo depois para a América do Sul, onde há visitas a 11 destinos no Brasil, Argentina, Uruguai e Chile.

Depois de visitarem a América do Sul e de cruzarem o Oceano Pacifico Sul, os passageiros vão visitar as ilhas do Taiti, a Polinésia Francesa, assim como Rarotonga & Aitutaki, nas Ilhas Cook, seguindo, posteriormente, para a Nova Zelândia e Austrália, com visitas a destinos como Auckland, Napier e Wellington, bem como dois dias em Sydney.

Os passageiros vão poder ainda desfrutar das praias das Ilhas Lifou & Mare na Nova Caledónia, assim como de Alotau, na Papua Nova Guiné, antes de seguirem para a ilha de Lombok, na Indonésia, à qual se segue Singapura e Port Klang para Kuala Lumpur, na Malásia.

Antes de atravessar o Canal do Suez, o navio vai visitar ainda Colombo, no Siri Lanka, seguindo-se dois dias para que os passageiros possam apreciar as vistas, cheiros e sabores do Mumbai, na Índia, antes de chegar a Salalah, Omã e Aqaba, na Jordânia, para visitar o antigo local de Petra.

Já o MSC Poesia, que realizou terça-feira, 10 de janeiro, escala no Funchal, vai visitar as Ilhas Canárias e atravessar depois o Canal do Panamá, seguindo depois para a costa oeste da América Central, onde estão previstas escalas na Costa Rica, Nicarágua, Guatemala e México, antes de seguir para São Francisco.

O percurso do MSC Poesia no Pacífico conta ainda com visitas a Maui, no Havai, Samoa, Fiji, Auckland, na Nova Zelândia e Sidney, para visitar a Costa Dourada Australiana, Cairns e a incrível Grande Barreira de Corais, mas também a Papua Nova Guiné e Filipinas.

O Japão é o país seguinte a receber a visita do MSC Poesia, com a companhia de cruzeiros a destacar que o navio vai chegar ao país “durante a bela temporada das flores de cerejeiras com escalas em Kyoto e Tóquio”.

Além do Japão, o itinerário do MSC Poesia contempla ainda escalas em Xangai, ao Vietname, a Singapura e à Malásia, regressando ao Mediterrâneo através do Canal do Suez.

Todas as informações sobre a viagem de volta ao mundo do MSC Magnifica podem ser consultadas aqui, enquanto as informações sobre a viagem do MSC Poesia estão disponíveis aqui.

Apesar das viagens de volta ao mundo de 2023 ainda estarem no início, a MSC Cruzeiros lançou já para reserva a viagem do próximo ano, cuja partida vai acontecer também em janeiro e que vai visitar 52 destinos em 31 países diferentes, navegando no Mediterrâneo, Mar Vermelho, África do Sul, América do Sul, Caraíbas, EUA e Canadá, antes de regressar à Europa através da Gronelândia e Islândia.

Toda a informação sobre a volta ao mundo de 2024 está disponível aqui.

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easyJet lança promoção “Big Orange” com desconto em 100 mil lugares

A promoção da easyJet, denominada ‘Big Orange’, oferece um desconto de até 20% em 100 mil lugares desde território nacional e é válida para compras até 23 de janeiro.

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A easyJet lançou esta terça-feira, 10 de janeiro, uma nova promoção em Portugal, denominada ‘Big Orange’ e que oferece um desconto de até 20% em 100 mil lugares desde território nacional.

“A época de Natal pode já ter acabado, mas nem por isso a easyJet reduz nas suas ofertas”, indica a companhia aérea numa nota enviada à imprensa e na qual sublinha que esta campanha abrange “vários voos easyJet para destinos como Funchal, Marselha, Rennes, Valência ou Zurique”.

A promoção da easyJet é válida para compras realizadas até 23 de janeiro e, segundo a companhia aérea, representa a oportunidade perfeita para “planear antecipadamente as ‘escapadinhas’ de 2023″.

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PLAY transporta quase 800.000 passageiros em 2022

A companhia aérea lowcost islandesa prevê aumentar para quase 40 os destinos em 2023.

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A companhia aérea PLAY transportou, em 2022, 789.151 passageiros em mais de 5.400 voos, tendo registado um fator de ocupação anual de 79,7%, correspondendo a mais 50% que o registado em 2021, avançando ainda que o índice de pontualidade de cifrou nos 87%.

A lowcost islandesa revela que as rotas de e para Londres, Paris e as Ilhas Canárias foram as mais populares, com um fator de carga de cerca de 90%. Por outro lado, 29% dos passageiros da companhia aérea em 2022 viajaram da Islândia, 31% dirigiram-se para a Islândia e 40% eram passageiros em voos de ligação.

Birgir Jónsson, CEO da PLAY, salienta que, tendo em conta que julho foi o primeiro mês em que a PLAY funcionou plenamente como hub-and-spoke e que a maioria dos destinos eram novos para a rede, “o número de passageiros para o ano foi mais do que satisfatório e esteve de acordo com o nosso objetivo declarado para o ano”.

No último mês de 2022, a PLAY transportou 74.620 passageiros e o fator de ocupação foi de 82,8% face aos 53,2% de dezembro de 2021, revelando a companhia aérea que os meses com maior fator de ocupação, em 2022, foram julho e agosto, com 88% e 87% respetivamente.

De referir que, em 2022, a PLAY serviu 25 destinos na Europa e na América do Norte, aumentando esse números, em 2023, para quase 40 com 10 aviões A320/1neo.

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