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Hotelaria

SiteMinder compra GuestJoy

Com esta aquisição será possível aos hotéis automatizar e digitalizar as suas comunicações com os hóspedes, exponenciar as receitas e fortalecer a aquisição direta de hóspedes.

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SiteMinder compra GuestJoy

Com esta aquisição será possível aos hotéis automatizar e digitalizar as suas comunicações com os hóspedes, exponenciar as receitas e fortalecer a aquisição direta de hóspedes.

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A SiteMinder acaba de adquirir a GuestJoy, uma plataforma tecnológica baseada na nuvem que permite aos hotéis automatizar as comunicações com os hóspedes de forma direta, personalizada e sem necessidade de intervenção humana antes, durante e depois da estadia.

A aquisição, que deverá estar concluída este ano, vem em seguimento do lançamento, em abril, da plataforma de próxima-geração da SiteMinder (Sync)- uma plataforma integrada de comércio hoteleiro que permite aos hotéis comercializar os seus quartos e serviços, integrando insights do mercado em tempo real sobre o comportamento dos clientes e desempenho, pagamento automatizado, soluções para websites, e mais de 1.500 parceiros de software integrados, permitindo aos hotéis crescer os seus negócios online.

Com esta aquisição, a GuestJoy expande ainda mais a oferta da SiteMinder para a indústria de comércio hoteleiro, permitindo aos hotéis automatizar e digitalizar as suas comunicações com os hóspedes, exponenciar as receitas e fortalecer a aquisição direta de hóspedes.

Sankar Narayan, CEO e diretor-geral da SiteMinder, salienta que “excelente tecnologia potencia a conexão humana, e tal não podia ser mais verdade no que diz respeito à tecnologia na indústria hoteleira”. Para o responsável, “a capacidade da GuestJoy de automatizar e personalizar as comunicações com os hóspedes permitirá à SiteMinder oferecer uma experiência de usuário integrada para a indústria hoteleira, continuando a construir a visão da SiteMinder de uma plataforma completa de comércio hoteleiro.”, diz o CEO, Sankar Narayan.

Criada em 2014, a GuestJoy é parceira da SiteMinder desde 2017, fazendo parte ecossistema e será totalmente integrada na plataforma de comércio hoteleiro SiteMinder, após a conclusão da aquisição este ano.

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Trypor associa-se à APENO para promover e desenvolver enoturismo

De acordo com a TYRPOR, esta parceria com a APENO permitirá que a empresa “expanda ainda mais sua presença no mercado de enoturismo em Portugal”.

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A TRYPOR, empresa na área de enoturismo, fechou uma parceria com a APENO – Associação Portuguesa de Enoturismo para promover e desenvolver o setor do enoturismo.

Como resultado dessa parceria, a TRYPOR estará presente no 1.º encontro nacional dos profissionais de enoturismo a 31 de Janeiro, em Lisboa.

De acordo com a TYRPOR, esta parceria com a APENO permitirá que a empresa “expanda ainda mais sua presença no mercado de enoturismo em Portugal”.

O encontro nacional dos profissionais de enoturismo é um evento importante para a indústria, reunindo players do setor para discutir tendências, oportunidades e desafios. “Acreditamos que esta parceria permitirá que a TRYPOR amplie sua presença no mercado de enoturismo e, simultaneamente, contribuir positivamente para impulsionar o crescimento do setor”, afirma o Managing Partner da TRYPOR, Pedro Valle Abrantes .

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Saber ouvir os clientes é o segredo da Allways

Está no mercado há 22 anos, atua no segmento “luxury”, organiza viagens por medida, mas o maior trunfo da Allways Unique Travel Designers, uma marca do grupo Travelstore, é saber ouvir os clientes.

Começou por existir para servir os clientes das empresas que tinham contratos com a Travelstore. No entanto, conforme nos explica Sofia Marques, Unit Leader da Allways Unique Travel Designers, “os clientes que nos iam contactando ficavam satisfeitos, gostavam da nossa forma de trabalhar e acabavam por ir passando a palavra. Assim, fomos crescendo junto não só desses clientes da Travelstore, como pelo nosso próprio serviço que prestamos aos clientes que temos até hoje, numa relação de grande proximidade”.

Esta marca do grupo Travelstore, que atua no segmento de luxo, desde cedo, de acordo com Sofia Marques, percebeu que “o nosso cliente é exigente e tinha uma expectativa de um serviço diferente do cliente da agência de viagens tradicional. É um cliente que viaja muito por motivos profissionais, é uma pessoa mais conhecedora, que já viajou o básico e, portanto, quando procura o nosso serviço na forma de lazer, já quer fazer algo diferente do standard. Portanto, espera de nós a capacidade de conseguirmos corresponder às suas expectativas e, nós teríamos de estar adaptados a este tipo de procura. Assim, fomos posicionando-nos num segmento “high-end”, um segmento que está preparado para lidar com diferentes exigências e expectativas dos clientes”.

Acima de tudo, destacou a Unit Leader da Allways “o que é importante e que achamos que o cliente mais valoriza é a nossa capacidade de o ouvir (costumo dizer que esse é o nosso principal segredo), perceber as suas expectativas, quanto quer gastar, se a viagem é uma comemoração especial, ou se é uma data da sua vida que pretende destacar. Ou seja, aprecia o facto de estarmos disponíveis para o ouvir e só depois trabalharmos o projeto para lhe apresentar. Por isso confia na nossa decisão. Aí reside a nossa diferenciação. Desenhamos as viagens à medida e em função daquilo que sabemos que são as caraterísticas do cliente, fazendo um acompanhamento muito personalizado”.

Além disso, “tentamos afastar-nos o mais possível dos produtos massificados e há destinos que, sabendo que não têm nada a ver com o perfil de um ou outro cliente, nunca os vamos sugerir”, sublinhou a responsável, para acrescentar que, acima de tudo, “a nossa proposta tem sempre muito a ver com as experiências no destino que, á partida, não se encontram nos catálogos das agências de viagens tradicionais. Tentamos sempre ir buscar experiências diferentes daquilo que a pessoa possa ter ouvido falar noutro sítio”.

Desenhamos as viagens à medida e em função daquilo que sabemos que são as caraterísticas do cliente, fazendo um acompanhamento muito personalizado”

Por outro lado, Sofia Marques realçou que “gostamos de surpreender os clientes quando vão comemorar uma data especial, trabalhando os pequenos detalhes que podem fazer a diferença e, percebemos que tem um efeito gigante”.

A Allways apresenta no seu site uma série de sub-produtos, mas as viagens que organiza são todas trabalhadas à medida. A responsável explica que, neste sentido, “o nosso site não é transacional, mas inspiracional, serve só para as pessoas se inspirarem e consultarem. Ao consultar um destino, pode aparecer uma sugestão de um restaurante, de um hotel ou de um local a visitar, e pode ser um ponto de partida para as pessoas explorarem melhor. Contactam-nos e trabalhamos a viagem a partir daí”.

Marca única, clientes únicos e viagens únicas
O segmento luxo é onde esta marca do grupo Travelstrore atua essencialmente. Sofia Marques refere, no entanto que “temos clientes que tanto compram um programa perfeitamente convencional para a Disneyland Paris, como aquele que quer fazer a Disney de Orlando com uma experiência VIP. É ele que define o que quer fazer. Mas onde nos destacamos largamente é na oferta de experiências diferenciadoras e em desenhar viagens totalmente à medida. Para nós o luxo é isso”.

Não serão, com certeza, viagens baratas. “A média por pessoa, e estamos a falar da larga maioria, as viagens que organizamos estarão acima dos 3.500 euros. Se formos para os clientes mais tradicionais, aí já estaremos a falar em viagens na casa dos 7/8 mil euros. Tanto vendemos umas Maldivas que começam dos 3000/3500 euros, como 30 mil euros por pessoa”.

Este tipo de viagens tem tendência a crescer. A Unit Leader da Allways considera que “há uma evolução natural do perfil do viajante. Com uma experiência de 20 anos na empresa, percebo que as pessoas começam por uma escapada na Europa, pacotes para Cabo Verde, ilhas espanholas, depois procuram as Caraíbas, a seguir começam a pensar nos EUA, procuram destinos com voos diretos, passam por experimentar a Ásia com uma Tailândia, depois já procuram destinos como o Vietname, para começarem a pensar em África. E lógico que as viagens vão subindo de preço. Há naturalmente uma curva ascendente”, sublinhou.

Assim, a maioria das viagens que a Allways desenha, é de longo curso. Sofia Marques conta que “os destinos onde nos destacamos são África, Ásia e América do Norte. É determinante o facto de a equipa, composta por sete pessoas, conhecer os destinos que propomos, o que torna muito mais fácil ajudar o cliente a tomar uma decisão. Temos dicas que valem ouro”.

É determinante o facto de a equipa, composta por sete pessoas, conhecer os destinos que propomos, o que torna muito mais fácil ajudar o cliente a tomar uma decisão. Temos dicas que valem ouro”

E porquê “Allways Unique Travel Designers”? A responsável conta-nos a história. “Quando a marca passou a ter identidade própria, em 2009, optámos pelo nome “Allways” (todos os caminhos). Evoluímos para uma marca com um estilo próprio, uma comunicação própria, mas pensámos que faltava algo a nível internacional e, então, fizemos a candidatura a uma rede internacional de agências, a Traveller Made, que recentemente mudou o nome para Serandipians”.

E continuou: A Traveller Made designava todos os seus membros de Travel Designers e então consideramos que somos uma marca única, temos clientes únicos e temos a capacidade de tratar de viagens únicas, nem que seja para aquele cliente específico”.

Refira-se que esta é uma rede internacional semelhante à Virtuoso nos EUA. Sofia Marques explicou que a Traveller Made é composta por agências de viagens membros, e hotéis e DMC como parceiros. “Para sermos membros, passamos por um rigoroso processo de candidatura em que temos de comprovar à rede que temos um negócio no segmento luxury”.

A nossa entrevistada sublinha que “as vantagens de pertencermos a esta rede são várias e, uma delas é que os hotéis incluídos também passam por uma avaliação muito rigorosa. Está garantido que dentro da rede só existem hotéis cujo posicionamento, serviço e forma de estar no mercado está alinhado com o próprio posicionamento da rede. Além disso, têm de dar um conjunto de vantagens exclusivas às agências sempre que utilizamos essas unidades, e que oferecemos aos nossos clientes a custo zero. Isto coloca-nos num patamar diferente no mercado”, precisou.

O mesmo acontece em relação aos DMC “o que nos permite garantir que o mais importante da viagem de um cliente, sobretudo à medida, é quando chega ao destino. Podemos fazer o melhor trabalho, mas quando o cliente chega ao local, as coisas têm de correr a 100% e, historicamente, temos tido uma experiência muito positiva pois estamos em contacto permanente com o cliente enquanto está a realizar a viagem”.

Em relação a 2023, Sofia Marques revelou que na Allways faz muito sentido continuar a apostar no segmento das luas de mel, “um produto que nos sá muito prazer tratar, e que acaba por ser um elemento fidelizador”.

A respeito de outras novidades, esclarece que “são sempre aquilo que vamos descobrindo e que podemos dar a conhecer aos nossos clientes. Os dois anos da pandemia deram-nos tempo para estudar os destinos, assistir a um conjunto de webinars, e a equipa esteve sempre ativa a ouvir as novidades, coisas que no passado, muitas vezes não conseguíamos encaixar na disponibilidade diária do trabalho. Soubemos que coisas diferentes que podemos proporcionar aos nossos clientes e temos estado a notar que isso tem feito uma diferença incrível, e acabámos por descobrir um novo objetivo de viagem dentro dos mesmos destinos”, concluiu.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Transportes

17 chefs promovem a alta gastronomia ao bordo dos aviões e nos lounges da Air France

A companhia está empenhada em apresentar aos seus clientes a qualidade e a diversidade do património gastronómico francês de forma mais responsável, privilegiando os produtos frescos, locais e sazonais. Para tal, rodeou-se de 17 chefs consagrados.

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Por ocasião do “Bocuse d’Or 2023”, evento realizado entre 19 e 23 de janeiro e do qual foi parceira oficial, a Air France revelou o conjunto de chefs com os quais vai colaborar este ano. Dezassete talentos gastronómicos que valorizam a excelência francesa vão, desta forma, suceder-se ao longo dos próximos meses a bordo das cabines La Première e Business e nos lounges dos aeroportos para assinar pratos excecionais.

A companhia refere, em comunicado, estar “empenhada em apresentar aos seus clientes a qualidade e a diversidade do património gastronómico francês de forma mais responsável, privilegiando os produtos frescos, locais e sazonais e oferecendo sistematicamente uma opção vegetariana em todas as suas cabines de viagem”.

Para desenhar esses menus e rodear-se dos maiores chefes, a Air France conta com a expertise e o conhecimento da Servair, líder mundial da restauração aérea, e do seu Culinary Studio.

Este ano, nas partidas de Paris e a bordo das cabines de longo curso La Première e Business, os chefs estrelados franceses Arnaud Lallement, Régis Marcon, Anne-Sophie Pic, Emmanuel Renaut e Michel Roth vão suceder-se na criação de menus exclusivos para a Air France, juntando-se ainda Mauro Colagreco e Thierry Marx.

Com composições vegetarianas, carnes ou aves de origem francesa e peixe de pesca sustentável, todos os chefs estão empenhados em exibir os produtos locais das suas regiões e partilhar o respetivo património culinário e paixão.

Nas suites La Première, as mais exclusivas da companhia, os chefs pasteleiros Meilleur Ouvrier de France (MOF), Philippe Urraca e, pela primeira vez, Angelo Musa, aportarão um toque elegante e doce aos menus desta cabine digna dos grandes restaurantes.

A Air France continua também a renovar os menus assinados por grandes chefs franceses nos voos de longo curso que partem de aeroportos em todo o mundo. A companhia prossegue assim a sua colaboração com o chef triplamente estrelado Julien Royer nas cabines La Première e Business nas partidas de Singapura. Nas partidas da Ilha da Reunião, os menus da cabine Business são elaborados por Jofrane Dailly, um chef nascido neste departamento ultramarino francês que trabalha nas cozinhas do Diana Dea Lodge em Sainte-Anne.

Em 2023, a Air France também vai oferecer menus assinados pelo chef Olivier Perret nos voos com partida de todos os seus destinos canadianos (Montreal, Toronto, Quebeque e Vancouver). Para os menus da cabine Business, Perret vai focar-se na gastronomia francesa com ingredientes frescos. A Air France pretende continuar a desenvolver as parcerias com estes chefes de prestígio, nomeadamente nas partidas das Caraíbas francesas, dos Estados Unidos e do Japão.

Na sua rede de médio curso, na cabine Business, o chef corporate da Servair, François Adamski, MOF e Bocuse d’Or, assina os pratos do almoço ou do jantar servidos a bordo durante todo o ano.

Além disso, a Air France colabora com inúmeros chefs nos seus lounges dos aeroportos parisienses. Em Paris-Charles de Gaulle, Alain Ducasse e as suas equipas assinam os pratos da carta do lounge La Première da Air France. Nos outros salões situados no terminal 2 E (halls K, L e M), Ducasse Paris apresenta regularmente novos pratos para serem fruídos entre toda a oferta disponível. No lounge situado no terminal 2 F, François Adamski junta-se a outros chefs para criar menus originais e sazonais. Na senda de Chloé Charles, Amandine Chaignot vai colocar o seu talento ao serviço dos clientes da companhia. Em Paris-Orly, Guy Martin, que está habituado a assinar os menus servidos a bordo dos voos da Air France, é quem vai assinar pela primeira vez um prato a descobrir no lounge internacional de Orly 3. Finalmente, no lounge dos voos domésticos franceses em Orly 2, os clientes vão poder degustar os preparados criados pelo chef pasteleiro Philippe Urraca.

Uma restauração mais responsável
A partir de agora, em todos os seus voos a partir de Paris, a Air France está comprometida com a oferta de carnes, aves, laticínios e ovos 100% de origem francesa, assim como peixe de pesca sustentável, em todas as suas cabines e lounges nos aeroportos de Paris. A companhia oferece uma seleção de produtos frescos, locais e sazonais. Uma oferta vegetariana também está disponível em todas as cabines e os pratos quentes são sistematicamente rotulados Nutri-Score A ou B na Economy e na Premium Economy. Além disso, os menus para crianças e bebés propostos a bordo são elaborados apenas com produtos provenientes de agricultura biológica.

A Air France também está a investir na reciclagem e na eliminação de 90% do plástico descartável a bordo dos seus aviões até ao final de março de 2023. A bordo, continua a introduzir recipientes sem material plástico, como copos de cartão, bandejas de celulose, pratos e loiça de bagaço ou sacos de papel kraft “Bon Appétit”. Tanto em terra como em voo, a companhia presta especial atenção à separação seletiva e à reciclagem dos artigos de restauração. Além disso, de acordo com as normas francesas, fornece aos seus clientes fontes de água nos seus salões em França.

No âmbito da sua luta contra o desperdício alimentar, a Air France também oferece aos seus clientes nas cabines Business de longo curso a possibilidade de pré-selecionar o prato quente antes da viagem. Este serviço combina a garantia da escolha do cliente com um consumo mais justo a bordo.

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Turismo

OMT lança guia para acessibilidade com apoio de Portugal

Ferramenta anunciada na FITUR tem como foco empresas de acomodação, alimentação, conferências e exposições; objetivo é avaliar níveis de acessibilidade e desenvolver ou adaptar serviços. Portugal e Argentina apoiaram modelo.

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A Organização Mundial do Turismo (OMT), e parceiros estão a desenvolver esforços para implementar um amplo padrão internacional para acessibilidade em todo o setor, criando um guia para turismo acessível, com o compromisso de reconhecer as necessidades dos viajantes que vivem com deficiência.

A ferramenta foi lançada durante a FITUR 2023, tendo a OMT apresentando novas ferramentas orientadas para a implementação da norma UNE-ISO 21902 sobre Turismo Acessível, em toda a cadeia de valor.

O guia tem como foco empresas de hospitalidade, alimentação, conferências e exposições, e servirá como ponto de partida para avaliar os níveis de acessibilidade e desenvolver ou adaptar os seus serviços.

O conjunto de normas é uma continuação das diretrizes publicadas em dezembro, com foco nas administrações públicas.

Segundo a OMT, o apoio do Turismo de Portugal e do Turismo da Argentina foi fundamental para a comunicação com governos e destinos, responsáveis de políticas, estratégias e planos de marketing turísticos.

A diretora-executiva da OMT, Zoritsa Urosevic, refere que a “acessibilidade é fundamental para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”.

A agência reforça ainda que a acessibilidade é “uma grande oportunidade de inclusão social e negócios à medida que a recuperação do turismo continua”.

Este novo guia foi produzido em colaboração com as principais organizações da sociedade civil e da indústria, como a Sustainable Hospitality Alliance, o International Circle of Hospitality Directors, Cidh, e a European Network for Accessible Tourism, Enat.

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Aviação

Governo do Reino Unido atribui perto de 190 milhões de euros à produção de SAF

O Governo do Reino Unido está aposta em atingir o ano de 2050 com zero emissões de CO2 na aviação. Para tal, apoiará cinco projetos para a produção de SAF.

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O Governo do Reino unido irá financiar cinco projetos que estão a trabalhar na produção de Sustainable Aviation Fuel (SAF) com 165 milhões de libras, cerca de 188 milhões de euros, nos próximos anos.

Estes cinco projetos, espalhados pelo território britânico, receberão este apoio do Advanced Fuels Fund (AFF) que faz parte da Estratégia Jet Zero para descarbonizar a aviação até 2050.

O departamento para a concorrência nos transportes AFF foi criado para apoiar o setor dos combustíveis britânico para desenvolver e iniciar a comercialização de tecnologias de produção de combustíveis inovadores capazes de reduzir significativamente as emissões na aviação a curto prazo, reforçando os projetos em andamento e alargar as opções tecnológicas.

Mark Harper, ministro dos Transportes, referiu na apresentação deste apoio aos cinco projetos que irão tornar os voos “amigos do ambiente uma realidade”.

Os projetos em questão terão a capacidade de produzir mais de 300 mil toneladas de SAF por ano uma vez iniciada a produção, reduzindo as emissões de CO2 em 200 mil toneladas numa média anual, avança o Governo britânico.

Até 2025, pelo menos cinco unidades comerciais de produção de SAF estarão em construção nos Reino Unido.

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Transportes

Governo italiano e Lufthansa iniciam negociações exclusivas relativamente à ITA Airways

Governo italiano e o Grupo Lufthansa entraram em negociações exclusivas para a venda/compra da ITA Airways. O negócio deverá estar finalizado até abril.

Victor Jorge

A Lufthansa e o Ministério das Finanças italiano assinaram uma declaração de intenções sobre a entrada do grupo alemão na ITA Airways, avança o site alemão airliners.de, iniciando, assim, negociações exclusivas entre o Governo italiano e o Grupo Lufthansa, relata o ministério.

O Tesouro assinou uma carta de intenções com a Lufthansa para vender uma participação minoritária, indicando a Lufthansa que “as partes iniciarão agora negociações sobre o desenho de uma possível participação”, tendo sido acordada a confidencialidade sobre os detalhes do conteúdo.

Segundo informações da Agência de Notícias Alemã, ainda não há valores específicos de compra no memorando de entendimento assinado pela Lufthansa, ministério e representantes da ITA, avançando que o negócio deve dar-se “por meio de um aumento de capital”.

A Lufthansa visava inicialmente uma participação minoritária, mas quer garantir opções para a aquisição das ações remanescentes ao entrar na empresa, tendo sido dados 60 dias úteis para as negociações exclusivas, para que um acordo final pudesse ser alcançado em abril, seguindo-se a revisão da Lei de Concorrência pela Comissão Europeia.

“As negociações podem estar concluídas até à Páscoa”, referiu fonte familiarizada com o processo à agência de notícias Reuters. De acordo com um decreto do Governo italiano, aprovado em dezembro, a Lufthansa deve concordar em fortalecer o hub Roma-Fiumicino e expandir os negócios de longo curso da ITA.

A Lufthansa anunciou na semana passada que inicialmente queria comprar uma participação minoritária na ITA com a opção de assumir a companhia aérea inteiramente sob certas condições. Segundo informações privilegiadas, trata-se de uma participação de cerca de 40%, pela qual a Lufthansa quer pagar 200 a 300 milhões de euros.

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Victor Jorge

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Fotos de banco de imagens por Vecteezy
Destinos

Residentes em Portugal viajaram mais no 3.º trimestre de 2022, mas números ainda estão aquém de 2019

Os residentes em Portugal realizaram 8,2 milhões de viagens ao longo do 3.º trimestre de 2022 (+5,8% comparado com o mesmo período de 2021). Se em território nacional se registou uma quebra (-0,6% face a período homólogo de 2021), as viagens ao estrangeiro cresceram 109%. Comparado com 2019, as viagens não recuperaram.

Victor Jorge

No 3.º trimestre de 2022, os residentes em Portugal realizaram 8,2 milhões de viagens, o que correspondeu a um acréscimo de 5,9% face ao mesmo período de 2021, mas ficou ainda a 5,8% face ao trimestre homólogo de 2019, indicam os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

As viagens em território nacional corresponderam a 88,4% das deslocações (7,2 milhões), diminuindo 0,6% face ao 3.º trimestre de 2021, quebra menor que a registada face ao mesmo período de 2019, em que caíram 5,2%. Já as viagens ao estrangeiro, segundo avança o INE, cresceram 109%, encontrando-se ainda 10,6% abaixo dos níveis de 2019, totalizando 950,6 mil viagens.

Lazer domina viagens
O “lazer, recreio ou férias” foi a principal motivação para viajar no 3.º trimestre de 2022, contabilizando 5,5 milhões de viagens, +1,5% face ao 3.º trimestre de 2021, mas inferior em 4,9% face ao mesmo período de 2019, apesar da redução de representatividade (66,9% do total, -2,9 p.p.2 face ao 3.º trimestre 2021).

As deslocações nacionais referentes a esta motivação totalizaram 4,7 milhões de viagens (65,5%; -5 p.p.), enquanto as deslocações ao estrangeiro contabilizaram 737,7 mil viagens (77,6%; +18,8 p.p.).

Seguiu-se o motivo “visita a familiares ou amigos”, que cresceu 11,7% (-6,4% em relação ao 3.º trimestre de 2019), tendo atingido 2,2 milhões de viagens (26,4% do total, +1,4 p.p.). Neste capítulo foram realizadas internamente dois milhões de viagens correspondendo a 28,1%, +3,1 p.p.) enquanto ao estrangeiro realizaram mais de 129 mil viagens (13,6%, -12,4 p.p.).

Os “hotéis e similares” concentraram 31% das dormidas resultantes das viagens turísticas dos residentes no 3.º trimestre de 2022, reforçando a sua representatividade (+1,7 p.p.) e superando os níveis pré-pandemia (+3,7 p.p. face ao 3.º trimestre de 2019). O “alojamento particular gratuito” manteve-se como a principal opção de alojamento (54,5% das dormidas, -2,2 p.p.).

Preferência vai para julho
Analisando os três meses que compõem o trimestre, o INE refere que o número de viagens aumentou em todos: +10,6% em julho, +4,7% em agosto e +1,9% em setembro. Face aos mesmos meses de 2019, apenas em julho se registou um ligeiro acréscimo (+0,7%), dado que em agosto e setembro se observaram reduções de 9,2% e 7,4%, respetivamente.

No 3.º trimestre de 2022, 45,2% das viagens foram efetuadas recorrendo à marcação prévia de serviços (+3,3 p.p.), proporção que atingiu 94% (+10,8 p.p.) no caso de deslocações ao estrangeiro e 38,8% nas viagens em território nacional (-0,5 p.p.).

A internet foi utilizada na organização de 29,9% das deslocações (+4,6 p.p.), tendo este meio sido opção em 66% (+0,7 p.p.) das viagens ao estrangeiro e em 25,1% (+2,3 p.p.) das viagens em território nacional.

Os dados do INE mostram ainda que no 3.º trimestre de 2022, cada viagem teve uma duração média de 6,05 noites (6,17 no 3.º trimestre de 2021; 5,76 no 3.º trimestre de 2019). A duração média mais baixa foi registada no mês de setembro (4,04 noites), enquanto a mais elevada ocorreu em agosto (6,68 noites).

No 3.º trimestre de 2022, 40% dos residentes realizaram pelo menos uma deslocação turística, +0,7 p.p. face ao 3.º trimestre de 2021 (-2,3 p.p. comparando com o 3.º trimestre de2019). Numa análise mensal, registaram-se aumentos na proporção de residentes que viajaram em julho e agosto (+2,2 p.p. e +0,7 p.p., respetivamente, face aos mesmos meses de 2021), tendo diminuído ligeiramente em setembro (-0,1 p.p.). Em comparação com os mesmos meses de 2019, as variações observadas foram de -0,6 p.p., -1,6 p.p. e -1,3 p.p., respetivamente.

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Banco de Espanha refere expectativas “um tanto cautelosas” para o turismo espanhol para os próximos meses

O Banco de Espanha refere no seu primeiro relatório que o turismo em no país consolidou a recuperação, mas que ainda estão distante dos números de 2019. Para o futuro, o agravamento das perspectivas económicas globais condicionam a performance do setor, salientando a entidade que são necessários “investimentos para reformar e melhorar áreas turísticas, particularmente os pontos mais saturados e maduros”.

Victor Jorge

Depois de publicado o primeiro boletim económico referente ao setor do turismo, o Banco de Espanha (BdE) salienta a “consolidação da recuperação para níveis pré-pandemia, após a eliminação de, praticamente, todas as restrições à mobilidade internacional”, revelando, no entanto, que “os níveis de afluência de turistas ainda não recuperou na totalidade face a 2019, devido à debilidade registada no turismo de longo curso, em particular na Ásia”.

Não obstante, as receitas turísticas alcançaram já níveis pré-pandemia, impulsionados, em parte, por uma maior atração de turismo com maior capacidade de compra, refletindo “o aumento do peso relativo do alojamento hoteleiro de maior qualidade”.

As perspetivas de curto prazo “são positivas”, avança o BdE, em linha com a evolução dos indicadores de tráfego aéreo, embora o balanço de riscos apresente indicadores de uma baixa, devido à “deterioração das perspetivas económicas nos principais mercados emissores de turistas e a alta dos preços, que reduz a capacidade de gasto das famílias”, frisa o BdE.

A longo prazo, a evolução do turismo internacional está “condicionada pela possibilidade do setor continuar a melhorar a sua capacidade de atração de turistas com maior perfil de gasto, o que requer a consolidação de ganhos de qualidade e aprofundar a diversificação da oferta turística”, diz o BdE.

Globalmente, o Banco de Espanha refere que as expectativas para os próximos meses são “um tanto cautelosas, dada a incerteza relativamente ao agravamento das perspectivas económicas e aumento da inflação”.

Segundo a entidade bancária, a eliminação das restrições à mobilidade internacional entre os principais mercados de origem dos turistas para a Espanha ao longo de 2022 consolidou uma notável reativação dos fluxos turísticos. Assim, as chegadas de turistas não residentes a Espanha no verão, como um todo, ficaram 10,8% abaixo dos valores do mesmo período de 2019, ano em que foram atingidos máximos históricos, face a uma diferença de 50,4% na temporada de verão de 2021. No entanto, durante todo o verão, registou-se uma moderação da tónica de reativação da afluência de turistas internacionais, pelo que em setembro foi 11,6% inferior ao alcançado em 2019.

Poder de compra como “fator condicionante”
As perspetivas estão envoltas numa “grande incerteza”, diz o BdE. Por um lado, os fatores de suporte para a procura de viagens internacionais, como a procura estagnada e o rendimento acumulado durante a pandemia, previsivelmente “perderão força nos próximos meses”. Por outro lado, tenderão a exercer mais influência os fatores mais desfavoráveis que caracterizam a situação atual, entre os quais o destaque vai para a “evolução e repercussões da guerra na Ucrânia, a deterioração das perspectivas económicas dos principais mercados emissores de turistas e a erosão da capacidade do poder de compra das famílias causada pelo aumento da inflação”, salienta o relatório.

Na verdade, o BdE admite que “esses fatores negativos poderão estar a começar a concretizar-se na evolução mais desfavorável em outubro das pernoites em hotéis de britânicos e, principalmente, de alemães”.

Além disso, refere que “a perda do poder de compra pode levar a uma perda de atratividade em comparação com destinos alternativos do Mediterrâneo com níveis de preços mais baixos”. A esses fatores, o relatório acrescenta “a vulnerabilidade do setor turístico espanhol a episódios de fraqueza da libra esterlina”, dado que o Reino Unido constitui o primeiro mercado de origem de turistas do país.

Num horizonte de médio prazo, o turismo internacional em Espanha está fortemente dependente do transporte aéreo, cujo custo pode “encarecer no contexto da transição verde em que a UE está imersa, o que pode levar a um aumento dos custos dos voos devido às emissões geradas por este meio de transporte com tecnologia atual”, salienta o BdE. Esses possíveis efeitos poderiam afetar “mais intensamente o turismo de longa distância, no qual o peso das despesas com o transporte aéreo é elevado e, em certos segmentos das viagens de negócios, já que as empresas poderiam reduzir esse tipo de viagem para diminuir a pegada de carbono dos seus colaboradores”.

Adicionalmente, o BdE refere no relatório que “persistem dúvidas sobre o nível de equilíbrio do turismo de negócios, apesar do seu comportamento positivo ao longo de 2022, face aos progressos registados devido à digitalização da atividade empresarial, e o turismo asiático, que ainda permanece muito distante dos níveis pré-pandêmicos”.

Apesar destas fontes de incerteza, o relatório do Banco de Espanha destaca que Espanha é um destino turístico “atraente, pela sua perceção de destino seguro e pela qualidade das suas infraestruturas”.

Para manter essa atratividade, diz o BdE, “são necessários investimentos para reformar e melhorar áreas turísticas, particularmente os pontos mais saturados e maduros”. O Banco de Espanha salienta ainda que “o crescimento da receita do turismo poderia ser fortalecido com uma maior atração de um turismo com maior gasto médio”. Este objetivo exige, segundo o BdE, “preservar a melhoria da qualidade percebida dos serviços, reforçar a atratividade de Espanha como destino de negócios, urbano e cultural e adaptar-se a uma procura cada vez mais canalizada pelos meios digitais e vocacionado para um turismo mais personalizado, experiencial e com maior compromisso com sustentabilidade ambiental”.

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Autoridades britânicas alertam viajantes da UE para impactos da greve dos serviços de fronteiras no Reino Unido no dia 1 de fevereiro

O Reino Unido viverá no próximo dia 1 de fevereiro um dia de greve que, segundo as autoridades britânicas, impactará os aeroportos e portos.

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O equivalente ao Ministério da Administração Interna do Reino Unido e respetivo Controlo de Fronteiras alertaram os viajantes provenientes da união Europeia (UE) para tempos de espera prolongados nos aeroportos e portos britânicos devido à greve anunciada pelos serviços públicos do Reino Unido para dia 1 de fevereiro.

Mais de 100.000 membros do Public and Commercial Services Union (PCS), em ma9s de 123 empregadores, irão manifestar-se no primeiro dia de fevereiro, com impacto nos ministérios, museus, portos e aeroportos.

Segundo informação avançada pelo site SchengenVisaInfo.com, também os controlos de Calais, Dunkirk e Coquelles no norte de França serão afetados.

As autoridades britânicas já informaram que irão enviar militares, funcionários públicos e voluntários afetos ao Governo para auxiliar o Controlo de Fronteiras em todos os portos e aeroportos impactados pela greve, admitindo, no entanto, que os atrasos serão inevitáveis.

“Se viajar para o Reino Unido via qualquer ponto de entrada, deverá preparar-se para disrupções e obter informação antes da viagem”, refere as autoridades britânicas numa nota de imprensa, adiantando que a grave deverá durar até dia 2 de fevereiro de manhã.

De referir que os agentes de Controlo de Fronteiras não serão os únicos em greve no dia 1 de fevereiro, alastrando-se a greve a profissionais da ferrovia, escolas, universidades, entre outros.

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Aumento da procura faz Emirates adicionar mais dois voos para a Austrália

A Emirates voltará a operar, ao mesmo nível que estava antes da pandemia, para Sydney e Melbourne, aumentando para 63 os voos semanais para a Austrália.

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A Emirates vai aumentar a sua operação para duas grandes cidades australianas: Sydney e Melbourne. A companhia aérea também retomará os serviços para Christchurch, na Nova Zelândia, via Sydney.

A partir de 26 de março, Melbourne passará de dois para três voos diários via Singapura, e com um terceiro voo direto a retomar também em Sydney a partir de 1 de maio. O aumento da operação vem no seguimento do recente anúncio da companhia aérea sobre os dois voos diários para Brisbane, com início a partir de 1 de junho. “Este aumento aparece numa altura de muita procura por viagens aéreas e num período em que a companhia aérea reafirma o seu compromisso em aumentar os seus serviços de e para a Austrália”, refere a companhia, em comunicado.

Os dois voos irão operar num Boeing-777 de três classes, oferecendo aos passageiros lugares na Classe Económica, Executiva e Primeira Classe.

Até meados do ano, a Emirates estará a operar 63 voos semanais para a Austrália, com capacidade para transportar mais de 55.000 passageiros por semana de e para as suas principais cidades.

O terceiro voo recentemente retomado entre o Dubai e Melbourne significa que a Emirates está a fornecer uma nova opção de conectividade entre Singapura e Melbourne, para servir uma forte procura entre ambas as cidades.

A partir de 1 de maio de 2023, a Emirates acrescentará um terceiro voo diário entre o Dubai e Sydney, operado por um Boeing 777-300ER. O voo EK416 da Emirates partirá do Dubai às 21h30, chegando a Sydney às 17h20 do dia seguinte. O voo de regresso EK417, partirá de Sydney às 21h30, chegando ao Dubai às 04h30. A companhia aérea serve atualmente Sydney com dois voos diários e ambos os voos oferecem aos seus clientes a aclamada experiência Premium Economy.

A ligação Dubai a Melbourne, via Singapura, com início a 26 de março de 2023, será operada como EK404 utilizando um Boeing 777-300ER e partirá do Dubai às 21h15, chegando a Singapura às 08h50. O voo seguirá então para Melbourne, descolando às 10h25 de Singapura, chegando às 20h35 – hora local. O voo de regresso ao Dubai EK405 descola de Melbourne às 03h25, chegando a Singapura às 08h15. O voo parte então para o Dubai às 09h40, chegando às 13h00 – hora local.

A Emirates reiniciará, também, os serviços para Christchurch via Sydney a partir de 26 de março de 2023, e o voo A380 operará como EK412 e EK413.

O voo EK412 parte do Dubai às 10h15, chegando a Sydney às 07h00. O voo continuará, partindo de Sydney às 08h45, chegando a Christchurch às 13h50. O voo EK413 parte de Christchurch às 18h20, chegando a Sydney às 19h40. Por fim, o voo EK413 partirá para o Dubai às 21h45, chegando às 05h15 – hora local.

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