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easyJet apresentou medidas de sustentabilidade no Connecting Europe Days

Companhia aérea participou no evento para “demonstrar o seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, apresentando uma série de medidas inovadoras para reduzir as suas emissões de carbono ao voar”.

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Companhia aérea participou no evento para “demonstrar o seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, apresentando uma série de medidas inovadoras para reduzir as suas emissões de carbono ao voar”.

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Aviação

A easyJet participou esta terça-feira, 28 de junho, no Connecting Europe Days, evento especial destinado a reunir políticos, representantes da indústria e a Comissão Europeia para discutir o transporte, a mobilidade e o seu papel na sustentabilidade, e no qual foram apresentados “os esforços que a indústria da aviação está a empreender para se tornar mais sustentável”.

“A easyJet tem o prazer de participar neste evento especial e nele demonstrar o seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, apresentando uma série de medidas inovadoras para reduzir as suas emissões de carbono ao voar”, indica a companhia aérea.

Para este evento, que decorreu no Terminal 2 do Aeroporto Lyon-Saint Exupéry, em França, a easyJet promoveu, em colaboração com o projeto ALBATROSS do Single European Sky’s ATM Research (SESAR), um voo entre Lisboa e Lyon que contou com um “plano de voo otimizado e especificamente projetado para mostrar o potencial de economia significativa de CO2, se o Céu Único Europeu for implementado”.

Além disso, acrescenta a easyJet, três dos voos da companhia aérea que partem do aeroporto de Lyon vão passar a ter “uma mistura de 30% de combustível de aviação sustentável (SAF), produzido e fornecido pela TotalEnergies, reduzindo as emissões de cada um desses voos em 27% em comparação com o uso de combustível de aviação convencional”.

Na informação divulgada, a easyJet explica que cada um dos seus voos “já é 100% compensado, sem custos adicionais para os clientes” e que a companhia aérea “só investe em projetos certificados pelo Gold Standard ou pelo Verified Carbon Standard, programas de certificação reconhecidos internacionalmente”.

“A companhia aérea opera a sua moderna frota de aviões de forma eficiente e visa preencher a maioria dos seus lugares para assim reduzir as emissões de CO2 por passageiro”, acrescenta a easyJet.

A transportadora aérea low cost explica que a preocupação com a sustentabilidade dos seus voos a levou, no ano passado, a juntar-se à Race to Zero, a campanha global apoiada pela ONU para atingir emissões líquidas de carbono zero até 2050, tendo também publicado recentemente a sua meta de melhoria da intensidade das emissões de carbono de 35% até 2035.

“Em última análise, é a ambição da easyJet voar em aviões de emissão zero de carbono e a companhia aérea está a trabalhar com vários parceiros em todo o setor, incluindo Airbus, Rolls-Royce, GKN Aerospace, Cranfield Aerospace Solutions e Wright Electric, para acelerar o desenvolvimento de tecnologia de aviões com emissão zero de carbono e a infraestrutura necessária”, lê-se no comunicado divulgado.

Além destas ações, a easyJet também eliminou mais de 36 milhões de itens de plástico descartáveis​​usados​​nos seus voos e também adotou os novos uniformes da tripulação feitos de garrafas plásticas recicladas.

“Como companhia aérea líder na Europa, a easyJet está empenhada em trabalhar com a indústria e os governos para apoiar e acelerar esta mudança necessária. No entanto, a descarbonização total não pode acontecer sem o apoio do governo para implementar o Céu Único Europeu e incentivar novas tecnologias. Cabe a todos nós proteger os benefícios da aviação para as próximas gerações e, ao mesmo tempo, garantir que fazemos todo o possível para proteger o nosso planeta”, afirma Thomas Haagensen, diretor de Mercados e Marketing do Grupo easyJet e responsável pela sustentabilidade no Conselho Executivo da companhia aérea.

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Sindicatos desconvocam greve depois de acordo com a ANA

Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

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Os sindicatos que representam os trabalhadores da ANA – Aeroportos de Portugal desconvocaram a greve que estava agendada para 19 a 21 de agosto, depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais.

“Após várias horas de negociações, numa reunião que teve ontem [terça-feira] início nas instalações da DGERT e culminou hoje, 10 de agosto, o SINTAC [Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil] e SQAC [Sindicato dos Quadros da Aviação Comercial] chegaram a acordo com a ANA/VINCI”, lê-se num comunicado do SINTAC, que é citado pela Lusa.

De acordo com o sindicato, o acordo permitiu desconvocar a greve, depois de ter sido “possível encontrar uma posição de consenso entre as partes”, que concordaram quanto à necessidade de haver um reforço dos recursos humanos nas áreas operacionais das infraestruturas  aeroportuárias.

“Do acordo resultou uma clara abertura para fazer face à escassez de RH nas áreas operacionais, um aumento salarial intercalar e a negociação de um AE (acordo de empresa), os dois últimos a concretizar através de mediação da DGERT”, explica o sindicato, que revela que, nesse sentido, vão decorrer, a 14 de setembro, reuniões para fazer um levantamento dos trabalhadores necessários e iniciar o processo de recrutamento.

Apesar do entendimento, os sindicatos dizem que este foi o “acordo possível”, até porque, acrescenta o comunicado enviado à Lusa, vêm aí “tempos difíceis”, pelo que a “empresa – ANA/VINCI – terá de que fazer repercutir nos salários dos trabalhadores a inflação galopante e os seus próprios resultados, que se adivinham muito bons”.

Entretanto, o SINTAC lançou um novo pré-aviso de greve, desta vez abrangendo os trabalhadores da Portway (detida pela ANA) dos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal, para 26, 27 e 28 de agosto.

“Em causa está a política de RH [recursos humanos] assumida ao longo dos últimos anos pela Portway, empresa detida pelo Grupo VINCI, de confronto e desvalorização dos trabalhadores por via de consecutivos incumprimentos do Acordo de Empresa, confrontação disciplinar, ausência de atualizações salariais, deturpação das avaliações de desempenho que evitam as progressões salariais e má-fé nas negociações”, indicou o sindicato, em comunicado.

 

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Azores Airlines lança campanha de descontos para assinalar Dia do Emigrante

Campanha da Azores Airlines é válida para voos à partida de Boston e Toronto, para os Açores, e oferece uma redução de 30% sob a tarifa aplicável.

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A Azores Airlines lançou uma campanha de descontos para voos à partida de Boston e Toronto, para os Açores, que oferece uma redução de 30% sob a tarifa aplicável e que, segundo a companhia aérea do Grupo SATA, se destina a assinalar o Dia do Emigrante, que se celebra esta quarta-feira, 10 de agosto.

“A campanha especial inicia-se, precisamente, no Dia do Emigrante, a pensar nos que ainda não tiveram disponibilidade para viajar durante a época mais alta de verão, mas permanecem com saudades de casa ou com o desejo de visitar ou de regressar ao arquipélago dos Açores”, justifica a companhia aérea, na informação enviada à imprensa.

Apesar de arrancar esta quarta-feira, a campanha de descontos da Azores Airlines vai estar em vigor até 24 de agosto, através do site azoresairlines.pt, destinando-se a viagens que decorram entre 1 de outubro e 14 de dezembro.

Todas as condições da campanha podem ser consultadas online, através do website da  companhia aérea.

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Sindicato dos Pilotos denuncia “milhões de erros” na TAP

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) diz que os erros na gestão da TAP “desperdiçam as receitas geradas este verão, fruto de uma elevada atividade operacional” e “comprometem a recuperação e o futuro da empresa”.

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O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), que representa os pilotos da TAP, veio esta quarta-feira, 10 de agosto, chamar a atenção para os erros na gestão da companhia aérea de bandeira nacional que, segundo o sindicato, “desperdiçam as receitas geradas este verão, fruto de uma elevada atividade operacional” e “comprometem a recuperação e o futuro da empresa”.

De acordo com o SPAC, este ano, a TAP praticamente “triplicou a contratação externa com contratos de ACMI a várias companhias aéreas”, à semelhança do que já tinha acontecido em 2018, quando a TAP se deparava com o problema da falta de aviões.

“As contas deste ano vão refletir a profundidade desta ação com bastante mais que os 200 milhões de euros pagos em 2018”, denuncia o SPAC, que fala também num aumento do valor a pagar em indemnizações aos passageiros.

O sindicato lembra que, em 2018, “a TAP pagou cerca de 55 milhões de euros em indemnizações a passageiros” e alerta que, este ano, devido ao caos nos aeroportos nacionais, a TAP já cancelou quase 500 voos, pelo que “o valor de 55 milhões de 2018 irá seguramente ser superado em 2022”.

Além disso, acrescenta o SPAC, continuam parados os dois aviões A330 que tinham sido convertidos em ‘cargueiros’, o que, segundo o sindicato, só serve para “acumular prejuízo a um ritmo alucinante de um milhão de euros por mês”.

“Um prejuízo acumulado a ultrapassar os 21 milhões de euros. Assumido o falhanço da conversão, serão agora reconvertidos para aviões de passageiros, com o inerente custo adicional de material, mão de obra especializada e homologações, com custos que representam mais alguns milhões de euros perdidos, neste processo inútil de converte/desconverte”, explica o SPAC.

Aos custos já referidos, o sindicato junta ainda os “gastos com os trabalhos de Manutenção, pagos agora a empresas que contrataram os Técnicos despedidos pela TAP em 2020”, assim como “os gastos desnecessários com a mudança da sede da Empresa do Aeroporto de Lisboa para o Parque das Nações”.

“Tudo isto são valores que a gestão não divulga, a tutela não vigia e os contribuintes portugueses pagam.  Valores que podem somar centenas de milhões de euros, apenas em 2022, enquanto a TAP afunda”, conclui o SPAC.

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Play transportou em julho mais passageiros que no conjunto dos seis meses anteriores

A Play transportou, em julho, um total de 109.956 passageiros, número que representa um aumento de 25% face aos 87.932 passageiros e que corresponde a um número superior aos passageiros transportados no conjunto dos seis meses anteriores.

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A Play transportou, em julho, um total de 109.956 passageiros, número que representa um aumento de 25% face aos 87.932 passageiros transportados no mês anterior e que, segundo comunicado da companhia aérea islandesa, foi mesmo superior ao total de passageiros  transportados no conjunto dos seis meses anteriores.

Em julho, a Play registou também uma ocupação positiva, que chegou aos 87,9%, valor que fica acima dos 79,2% de ocupação registada em junho e dos 69,6% apurados em maio, num aumento que, revela a companhia aérea, de deve à utilização de um avião transatlântico nos voos entre a Europa e os EUA.

“Na primavera e verão, a Play lançou com sucesso muitos novos destinos e viu um desenvolvimento muito positivo dos destinos existentes no lado europeu da rede”, congratula-se a companhia aérea, na informação enviada à imprensa.

Em julho, a Play voltou a voar para a totalidade da sua rede, disponibilizando voos para 25 destinos nos dois lados do Atlântico e com a operação de seis aviões.

Positivo foi também o desempenho operacional da companhia aérea, que, no sétimo mês do ano, apresentou uma pontualidade de 76%, o que, considera a Play, é “muito satisfatório”, tendo em conta o número de novos destinos servidos pela companhia aérea e a situação difícil em muitos aeroportos, que “ainda se debatem com a escassez de pessoal, causando atrasos a muitas companhias aéreas”.

No comunicado divulgado, a Play revela ainda que, em junho, recebeu o seu sexto avião A320neo, que começou a voar já este mês, fazendo com que a companhia aérea islandesa esteja atualmente a operar três aeronaves Airbus A321neo e três Airbus A320neo.

No próximo inverno, a companhia aérea conta ainda receber quatro novos aviões A320/321neo, de forma a que, na primavera de 2023, possa operar com uma frota de 10 aparelhos Airbus.

 

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Azul lança primeira ponte aérea do mundo com acesso biométrico

A tecnologia de biometria já está a ser instalada nos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e de Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e deverá começar a ser usada ainda este mês de agosto.

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A Azul vai passar a disponibilizar, ao longo deste mês, a primeira ponte aérea do mundo com acesso biométrico no embarque, uma novidade que surge depois dos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, terem implementado “de forma definitiva o embarque facial biométrico 100% digital para passageiros e tripulantes”.

“Combinando análise de dados e validação por biometria, a tecnologia dispensa a apresentação de cartões de embarque e documentos de identificação dos viajantes de voos domésticos partindo desses terminais. Serão beneficiados especialmente os usuários da ponte aérea São Paulo/Rio de Janeiro. Com o procedimento instalado nos aeroportos que formam a rota de maior movimento do país, o Brasil tem agora a primeira ponte área biométrica de ponta a ponta do mundo”, sublinha a companhia aérea, num comunicado enviado à imprensa.  

De acordo com a Azul, a tecnologia de biometria está já a ser instalada nos dois aeroportos brasileiros e, quando estiver totalmente disponível, vai permitir que os passageiros dos voos entre São Paulo-Congonha e Rio de Janeiro-Santos Dumont, façam o check-in e embarque sem necessidade de apresentação de qualquer documento, uma vez que a identificação é realizada por reconhecimento facial.

Além dos passageiros, esta tecnologia vai estar também disponível para tripulantes, permitindo “o acesso às áreas restritas dos dois terminais aéreos”, acrescenta a Azul, na informação divulgada.

A tecnologia de biometria vai ser instalada de forma gradual e, segundo a companhia aérea, tem o objetivo de “tornar mais eficiente, ágil e seguro o processamento de passageiros e tripulantes, tendo por premissa a segurança no tratamento e a proteção dos dados pessoais dos usuários contra uso indevido ou não autorizado”.  

A companhia aérea explica ainda que o sistema de biometria já foi testado com sucesso durante o projeto piloto do programa federal Embarque+Seguro, que chegou a sete aeroportos brasileiros e processou mais de 6,2 mil passageiros.

“A participação da Azul neste projeto reforça o investimento constante da companhia em inovação, segurança e comodidade no setor aéreo brasileiro, que incrementam a experiência dos clientes da empresa durante toda a jornada de viagem. Não medimos esforços para apresentar novas soluções que possibilitem uma experiência de voo segura e eficiente aos nossos clientes”, refere Jason Ward, ice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.

Segundo a companhia aérea, para terem acesso ao check-in biométrico, os passageiros devem dispor de um documento biométrico válido, assim como de uma passagem aérea e acesso ao canal de registo e validação biométrica da companhia aérea. Depois, é necessário aceitar os termos da Lei Geral de Proteção de Dados de forma digital para obter a validação do registo e poder usar a tecnologia instalada nos aeroportos.

No aeroporto, a biometria facial é usada em duas etapas, primeiro no acesso à sala de embarque e, depois, no embarque para o avião, devendo os passageiros usar as máquinas de reconhecimento facial que vão estar disponíveis.

Para passar a ser usada nos dois aeroportos brasileiros, esta tecnologia tem vindo a ser instalada de forma gradual em todas as áreas de check-in e portões de embarque dos aeroportos de Congonhas e Santos Dumont, existindo já 12 portas de embarque com esta tecnologia e 10 máquinas de reconhecimento facial no aeroporto de Congonhas, bem como oito portas e cinco máquinas na infraestrutura aeroportuária do Rio de Janeiro.

“Após realizados os devidos testes, cada equipamento torna-se imediatamente operacional, disponibilizando a solução tecnológica para uso de todas as companhias aéreas que operam nos dois terminais e que tenham formalizado a sua adesão à iniciativa”, acrescenta a Azul.

 

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Ryanair desvaloriza greve em Espanha e diz que não espera interrupções de voos

Os tripulantes de cabine da Ryanair em Espanha estão a cumprir, desde esta segunda-feira, 8 de agosto, uma greve que vai durar até janeiro de 2023.

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A Ryanair mostrou-se esta terça-feira, 9 de agosto, pouco preocupada com a greve que os seus tripulantes de cabine espanhóis começaram esta segunda-feira, 8 de agosto, e que deverá durar até janeiro do próximo ano, afirmando que não espera interrupções nos mais de 3.000 voos previstos para agosto ou setembro.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea de baixo custo explica que a paralisação tem colhido pouco apoio, uma vez que foi organizada por “dois sindicatos minoritários de tripulantes de cabine”, não sendo, por isso, esperadas interrupções nos voos da Ryanair, à semelhança do que a companhia aérea diz que aconteceu na greve que decorreu em junho e julho.

“Esses dois pequenos sindicatos, que representam apenas um punhado da nossa tripulação de cabine espanhola, realizaram uma série de “greves” com pouco apoio em junho e julho, que tiveram pouco ou nenhum impacto nos voos da Ryanair”, congratula-se a transportadora, lembrando que, em julho, realizou mais de3.000 voos diários e transportou um recorde de 16,8 milhões de passageiros, incluindo muitos com destino a Espanha.

Por isso, a companhia aérea conta que a atual greve tenha um impacto igualmente diminuto, até porque os poucos voos da Ryanair que foram cancelados em julho, por ocasião da anterior greve, foram mais afetados pela paralisação dos controladores aéreos, do que pela greve dos tripulantes de cabine.

Além disso, acrescenta a Ryanair, a companhia aérea está confiante de que o facto de ter chegado a acordo com o sindicato CCOO, que representa a maioria dos tripulantes da transportadora, fará a diferença quanto ao número de voos que venha a ser afetado.

“A grande maioria da tripulação de cabina espanhola da Ryanair é representada pelo sindicato CCOO que já chegou a um acordo laboral com a Ryanair que cobre a maior parte da nossa tripulação de cabina espanhola”, lembra a companhia.

 

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Europcar Mobility Group introduz viaturas Tesla na frota de rent-a-car

Numa primeira fase, estão disponíveis para aluguer quatro viaturas Tesla Model 3 em Lisboa, que passam a cinco em setembro, quando chegam também outros cinco Tesla Model Y.

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O Europcar Mobility Group anunciou que passou a contar com viaturas Tesla para aluguer na sua frota de rent-a-car, veículos que vêm reforçar a frota elétrica da empresa e que vão ao encontro do compromisso do grupo com a mobilidade sustentável.

Num comunicado enviado à imprensa, o Europcar Mobility Group revela que, numa primeira fase, estão disponíveis quatro viaturas Tesla Model 3 em Lisboa, que passam a cinco em setembro, quando chegam também outros cinco Tesla Model Y.

“Os Tesla, que vão integrar a oferta premium do EMG, são totalmente elétricos e têm uma autonomia de cerca de 500 km”, indica o grupo, que lembra que o seu compromisso com a sustentabilidade começou em 2005, quando aderiu à Convenção Global das Nações Unidas assinando o pacto a favor do desenvolvimento sustentável.

Desde então, o Europcar Mobility Group tem vindo a apostar na mobilidade sustentável e, em 2019, lançou o programa “Frota Sustentável” e, em 2021,  foi a vez de ser apresentado o plano abrangente de redução de emissões carbono do grupo.

“Queremos continuar a liderar o setor de rent-a-car, no que respeita à oferta de soluções mais amigas do ambiente. Encaramos esta estratégia como uma oportunidade para cimentar a nossa posição no mercado. A transição ecológica está em marcha e o EMG vai fazer parte da solução para um ambiente mais sustentável. Os novos Tesla que disponibilizamos agora aos nossos clientes fazem parte desta estratégia”, explica Paulo Pinto, Head of Country do EMG Portugal.

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Emirates abre recrutamento de pilotos

As candidaturas podem ser realizadas online, através do site https://www.emiratesgroupcareers.com/pilots/, onde é também possível consultar os critérios de elegibilidade.

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A Emirates abriu um processo de recrutamento para contratar pilotos que tenham experiência em aeronaves com vários motores e várias tripulações, que se podem candidatar online às vagas disponíveis na companhia aérea de bandeira do Dubai.

De acordo com a Emirates, as candidaturas podem ser realizadas online, através do site https://www.emiratesgroupcareers.com/pilots/, onde é também possível consultar os critérios de elegibilidade.

Além de terem experiência em aeronaves com vários motores e várias tripulações, os candidatos devem também possuir Licença de Piloto de Linha Aérea da OACI válida, e uma experiência mínima de 2,000 horas de voo em aeronaves de 20 toneladas MTOW (peso máximo de descolagem).

Além de terem a possibilidade de trabalhar numa companhia aérea que tem uma das frotas mais modernas do mundo, os pilotos que forem escolhidos para trabalhar na Emirates gozam também de um conjunto de benefícios que é alagado às suas famílias, assim como de um salário competitivo isento de impostos, um subsídio de alojamento e educação generoso e uma excelente cobertura médica e dentária.

Os colaboradores da Emirates podem ainda usufruir de “transporte de carga em condições preferenciais e de benefícios em viagens para toda a família e até de bilhetes para amigos, em toda a rede de destinos da companhia aérea”.

Paralelamente, há ainda formação com “instrutores altamente qualificados e em ambientes especialmente concebidos para o efeito”, assim como a oportunidade de progressão na carreira, permitindo que os pilotos se tornem comandantes, pilotos técnicos, standards’ captains, examinadores e instrutores.

 

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Transavia prolonga rota entre o Porto e Brest ao inverno

Companhia aérea de baixo custo do Grupo Air France/KLM vai manter a rota entre o Porto e Brest até março de 2023, com até duas ligações aéreas por semana.

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A Transavia vai manter, ao longo do inverno, a rota que liga o Porto a Brest, em França, devido ao sucesso alcançado pelas ligações aéreas que arrancaram este verão, avança a companhia aérea de baixo custo do grupo Air France/KLM, em comunicado.

De acordo com a Transavia, a rota entre o Porto e Brest vai contar, no período de inverno, com até dois voos por semana, realizados às sextas-feiras e domingos, e os preços dos bilhetes começam nos 34 euros para voos de ida.

“Após uma abertura promissora este verão, estávamos desejosos de aproveitar esse sucesso. Estamos muito satisfeitos por os nossos clientes poderem juntar-se a família e amigos e planearem as suas próximas férias na Bretanha até março de 2023”, afirma Nicolas Hénin, Chief Commercial Officer of Transavia France.

Localizada a 1h40 do Porto, a cidade portuária de Brest, na Bretanha, França, é um destino ideal para quem procura atrações naturais, culturais e gastronómicas.

 

 

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Ryanair multada na Hungria em 764 mil euros por “enganar consumidores”

Apesar da multa aplicada, a Ryanair já disse que vai recorrer da decisão, indicando mesmo que está disposta a recorrer à justiça comunitária.

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O gabinete húngaro de Defesa do Consumidor multou a Ryanair em 764 mil euros por “enganar os consumidores”, acusando a companhia aérea de baixo custo de ter aumentado os preços devido a um imposto extraordinário sobre as grandes empresas lançado pelo Governo do país.

“O Gabinete de Defesa do Consumidor concluiu hoje que a Ryanair praticou práticas comerciais desleais ao enganar os consumidores”, disse Judit Varga, ministra da Justiça da Hungria, que é citada pela Lusa.

De acordo com a governante, a Ryanair está a ser investigada desde 10 de junho, depois de ter anunciado que iria aumentar os preços em resposta ao novo imposto, que o presidente executivo da companhia aérea, Michael O’Leary, considerou mesmo ser “idiota” e um “assalto”.

Apesar da multa aplicada, a Ryanair já disse que vai recorrer da decisão, indicando mesmo que está disposta a recorrer à justiça comunitária, de acordo com o portal económico húngaro Portfolio.hu.

A Ryanair vai recorrer desta coima injustificada levantada pelo Gabinete de Defesa do Consumidor”, disse a empresa, que referiu que ainda não recebeu a notificação oficial sobre este processo.

Recorde-se que o diferendo entre as autoridades húngaras e a Ryanair começou em junho, depois do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Órban, ter anunciado uma série de novos impostos sobre bancos, empresas de energia, seguradoras e companhias aéreas para compensar a subida da inflação.

De imediato, a Ryanair afirmou-se contra este imposto, considerando que nem as companhias aéreas nem as famílias o conseguiriam suportar, até porque o setor do turismo na Hungria está ainda a recuperar da pandemia da COVID-19.

 

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