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Hotelaria do Algarve registou ocupação acima de média dos últimos 25 anos em maio

Apesar da subida na taxa de ocupação, que foi superior à média dos últimos 25 anos, a AHETA revela que este indicador está “ainda abaixo de igual mês de 2019”, apesar de traduzir “uma recuperação da atividade turística no período pós-pandemia”.

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Hotelaria do Algarve registou ocupação acima de média dos últimos 25 anos em maio

Apesar da subida na taxa de ocupação, que foi superior à média dos últimos 25 anos, a AHETA revela que este indicador está “ainda abaixo de igual mês de 2019”, apesar de traduzir “uma recuperação da atividade turística no período pós-pandemia”.

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AHETA celebra protocolo no âmbito do projecto “Algarve Coração Seguro”
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No passado mês de maio, a taxa de ocupação das unidades de alojamento algarvias atingiu os 64,8%, valor que está acima da média dos últimos 25 anos e que, segundo a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), traduz “uma recuperação da atividade turística no período pós-pandemia”, mas ainda abaixo de igual mês de 2019.

De acordo com os dados revelados esta quinta-feira, 9 de junho, pela associação, as zonas que apresentaram, em maio, “melhor desempenho” foram Vila Real de Stº António/Castro Marim e Portimão/Monchique e Lagos Sagres, enquanto os piores desempenhos foram identificados em Tavira, Loulé e Albufeira.

Como “nota positiva”, a AHETA destaca o RevPAR, que aumentou 9,7% em maio, enquanto o preço médio tem vindo a subir, refletindo “o brutal aumento de preços de todos os produtos e serviços utilizados pelas unidades de alojamento”, que tem vindo a absorver o aumento do preço médio.

Na informação enviada à imprensa, a AHETA dá ainda conta das perspetivas para o atual mês de junho, que, segundo a associação, apontam para “uma forte subida esperada nos portugueses”, o que leva a AHETA a prever que, devido ao inicio de férias escolares e da conjugação dos feriados, esta subida “possa contribuir para um regresso à normalidade”.

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Santuário do Cristo Redentor prepara festival de turismo religioso para a JMJ de Lisboa

O santuário do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, quer promover em Lisboa o evento “Brasil com Fé”, que deverá incluir feira, área expositiva e vários espetáculos por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

O Santuário do Cristo Redentor quer promover em Lisboa, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), um festival de turismo religioso para assinalar o 10.º aniversário do evento no Rio de Janeiro e estreitar relações entre o principal santuário brasileiro e o português Cristo-Rei, em Almada.

“Pensámos num projeto para um evento de nove dias, desde 29 de julho, quando celebramos os 10 anos da JMJ do Rio de Janeiro, para falar de turismo religioso e do Rio de Janeiro através da cultura, arte e fé. Vai ser uma oportunidade única”, explicou sexta-feira, 3 de fevereiro, Carlos Lins, Head of Marketing do Cristo Redentor, durante uma conferência de imprensa em Lisboa.

De acordo com o responsável, o projeto contempla a realização de um grande evento, sob a designação “Brasil com Fé”, que deverá decorrer nos jardins da Torre de Belém, em Lisboa, e que tem arranque previsto para dia 29 de julho, data que marca o 10.º aniversário da JMJ no Rio de Janeiro.

Segundo Carlos Lins, além de disponibilizarem uma área de 47 mil metros quadrados, os jardins da Torre de Belém são o local ideal para a realização deste evento também porque, a nível simbólico, foi desta zona da cidade que partiram as naus que descobriram o Brasil, sendo ainda um local próximo ao Cristo-Rei, que foi inspirado no Cristo Redentor e que também vai ter um papel neste evento.

“É um local próximo ao santuário do Cristo-Rei, que foi inspirado no Cristo Redentor. São santuários irmãos e, por isso, o Cristo-Rei de Almada vai fazer parte dessa grande celebração prevista para agosto”, explicou o responsável.

Além de uma área expositiva e de uma feira com stands dedicados ao turismo religioso, o evento “Brasil com Fé” prevê também a realização de espetáculos musicais num “grande palco” que deverá ficar colocado em frente à Torre de Belém, bem como espetáculos de projeção mapeada para contar a história dos santuários e de drones, além de uma experiência imersiva relacionada com a fé.

Paralelamente, está também prevista a construção de um “Cristo Redentor gigante” e insuflável, que vai ficar colocado em frente ao Cristo-Rei e que deverá contar com curadoria de personalidades conhecidas do grande público, como a cantora brasileira Fafá de Belém.

“Queremos aproveitar esse fluxo de jovens europeus e os brasileiros que moram em Portugal para trazer essa grande feira de brasilidade, com a exposição dos santuários e do turismo religioso, para explorar essa grande vocação de turismo religioso que temos, com um grande festival”, acrescentou Carlos Lins.

Recorde-se que a JMJ vai decorrer em Lisboa, entre 1 e 6 de agosto, devendo trazer até à capital portuguesa mais de um milhão peregrinos.

 

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Hotelaria do Rio de Janeiro espera ocupação de 95% para o Carnaval

Segundo Gustavo Tutuca, secretário de Estado do Turismo do Rio de Janeiro, a hotelaria de luxo está já “praticamente lotada para o Carnaval deste ano”.

A hotelaria do estado Rio de Janeiro, no Brasil, deverá registar uma ocupação de cerca de 95% para o Carnaval de 2023, avançou sexta-feira, 3 de fevereiro, Gustavo Tutuca, secretário de Estado do Turismo do Rio de Janeiro.

De acordo com o responsável, que falava numa conferência de imprensa de promoção turística do Rio de Janeiro em Lisboa, este será o “primeiro Carnaval pleno” do Rio de Janeiro depois da pandemia, pelo que se espera o regresso em força dos turistas à cidade, que é também a principal porta de entrada do turismo no Brasil.

“Para o Carnaval de 2023, que é o primeiro Carnaval pleno depois da pandemia, em que vamos ter blocos de rua, a Sapucaí e o Carnaval no interior funcionando, já temos a previsão de 95% de ocupação hoteleira no estado durante o Carnaval”, afirmou o secretário de Estado do Turismo do Rio de Janeiro.

Gustavo Tutuca revelou ainda que a ocupação tem vindo a subir fortemente principalmente na hotelaria de luxo, que está já “praticamente lotada para o Carnaval deste ano”.

 

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SCORING abre candidaturas para encontrar as 10 melhores PME por setor e região

A SCORING, empresa de serviços nas áreas de gestão estratégica e financeira, de estudos de mercado e de formação, acaba de lançar a 4.ª edição das certificações Top 10 Melhores PME do Setor e Top 10 Melhores PME da Região.

As candidaturas a estas certificações, às quais as PME do setor do turismo também estão incluídas, devem ser submetidas até dia 28 de fevereiro de 2023, através do site da SCORING, em scoring.pt, preenchendo o formulário, ou através do número, 210 162 502. A apresentação da candidatura é gratuita. Basta indicar o NIF, a categoria ou categorias a que se candidata e a informação de contacto, para que a SCORING possa dar seguimento ao processo.

O objetivo é destacar as empresas que são referência nos seus setores e regiões, aliando um volume de negócios ou um balanço relevante (mínimo de um milhão de euros) aos melhores índices de desempenho e de solidez financeira: apenas as 10 empresas que apresentarem os melhores indicadores podem ser certificadas em cada categoria.

“As certificações Top 10 Melhores PME do Setor e da Região conferem reconhecimento e confiança junto dos clientes, dos colaboradores e da opinião pública, tendo em conta que se trata das certificações económico-financeiras mais seletivas em Portugal, acessíveis a menos de 0,5 % das PME”, refere Carlos Gouveia, CEO da SCORING.

As empresas podem candidatar-se à distinção Top 10 Melhores PME do Setor, Top 10 Melhores PME da Região ou a ambas. Para candidatura à Certificação Top 10 Melhores PME do Setor a empresa deve apresentar pelo menos 50% do volume de negócios anual, no setor de atividade ao qual se candidata. No caso da Top 10 Melhores PME da Região, deve estar sediada na região de candidatura.

Uma vez aceite a candidatura, as empresas passam por várias fases de um processo de análise e validação, onde é assegurada a garantia de isenção e o rigor de todas as candidaturas, por parte de uma comissão científica e sujeita a uma classificação financeira, baseada num método auditado pela Bureau Veritas. Em março, a SCORING faz a seleção das empresas por categoria (Setor e Região) e divulga os resultados.

 

Para todas as empresas distinguidas, figurando entre as 10 primeiras numa das categorias, existe um programa de comunicação, que lhes permite divulgar, junto dos seus públicos e mercados: a apresentação de um selo digital personalizado com o número de identificação fiscal e a região ou o setor ao qual pertencem; e a entrega de uma imagem personalizada relativa à certificação, para partilha na assinatura de e-mail, no website, nas redes sociais e no estacionário da empresa.

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“Territórios do Interior devem ser uma prioridade na promoção turística”, defende Nuno Fazenda

O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda, participou esta quinta-feira, 2 de fevereiro, numa sessão pública sobre a Agenda para o Turismo no Interior, em Viseu.

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O secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda, defendeu esta quinta-feira, 2 de fevereiro, que “os territórios do Interior devem ser uma prioridade na promoção turística”, motivo pelo qual o Governo conta apresentar, em abril, a Agenda para o Turismo no Interior.

De acordo com o governante, que falava numa sessão pública sobre a Agenda para o Turismo no Interior, que decorreu no Auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu, “o Interior tem produtos turísticos únicos que devem ser valorizados”.

E Nuno Fazenda apontou medidas que visam descriminar positivamente o interior, a exemplo do programa Consolidar + Turismo, que prevê mais apoios para empresas do Interior; do Portugal Events, que vai diferenciar positivamente os eventos que decorram em destinos afastados do litoral; e da valoração adicional das produções internacionais que escolham filmar em territórios de baixa densidade, ao abrigo da Portugal Film Commission.

A sessão em Viseu integrou o Roteiro da Agenda para o Turismo no Interior, que o governante está a realizar pelo interior do país entre 31 de janeiro e 3 de fevereiro, com o objetivo de ouvir e debater com os atores locais os desafios, as potencialidades e as prioridades do turismo no interior.

Além de Nuno Fazendo, também Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal; Leonor Barata, vereadora do Turismo e Cultura da Câmara Municipal de Viseu; e José dos Santos Costa, presidente do Instituto Politécnico de Viseu, discursaram nesta sessão pública.

Na sua intervenção, o presidente do Turismo Centro de Portugal manifestou preocupação em combater a sazonalidade, a litoralização e a reduzida estadia média, assim como o despovoamento, problemas que afetam a atividade turística no interior, considerando que, para combater estas dificuldades, devem ser destacados os grandes trunfos do Interior do país.

“O Interior de Portugal é o luxo do século XXI, uma vez que oferece tempo, silêncio e segurança. Se passarmos esta mensagem aos mercados internacionais, nomeadamente os mercados emergentes, seremos capazes de atrair mais turistas a estes territórios”, considerou.

A sessão contou depois com dois painéis dedicados aos temas “O Turismo no Interior e no Centro – Redes e Conhecimento” e “O Turismo no Interior e no Centro – As Empresas”, aos quais se seguiu um período de debate.

No âmbito do Roteiro da Agenda para o Turismo no Interior, Nuno Fazenda visitou, também a Casa das Fidalgas, em Santar, Nelas, e o Grande Hotel Lisboa, nas Termas de São Pedro do Sul.

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Governo incorpora Portugal Film Commission no ICA

Com esta alteração, o ICA passa a estar sob tutela dos membros do Governo responsáveis pelo Turismo e pela Cultura, em “matérias relacionadas com incentivos à produção cinematográfica e audiovisual e à captação de filmagens internacionais para Portugal”.

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O Governo aprovou esta quinta-feira, 2 de fevereiro, em Conselho de Ministros, um decreto-lei que altera a estrutura orgânica do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), que passa a incorporar em permanência a Portugal Film Commission.

De acordo com um comunicado do Gabinete do ministro do Mar e da Economia, com esta alteração, o ICA “alarga o escopo da sua missão”, passando a estar sob tutela conjunta dos membros do Governo responsáveis pelas áreas do Turismo e da Cultura, em “matérias relacionadas com incentivos à produção cinematográfica e audiovisual e à captação de filmagens internacionais para Portugal”.

“Esta alteração orgânica constitui o reconhecimento do trabalho da Portugal Film Commission e da política de incentivos concedidos pelo Fundo de Apoio ao Turismo e ao Cinema (FATC), com resultados muito positivos nos setores do cinema e do audiovisual”, explica o comunicado divulgado.

Entre 2018 e 2022, foi registado um investimento total de cerca de 238 milhões de euros (dos quais 129 milhões de investimento estrangeiro), com incentivos de 64 milhões de euros atribuídos a 168 projetos, tendo o ano de 2022 sido aquele que registou maior volume de investimento, que ascendeu a 99 milhões de euros (dos quais 74 milhões foram investimento estrangeiro), e tendo sido atribuídos 27 milhões de euros de incentivos.

O Governo pretende ainda introduzir, já este ano, alterações às regras de acesso ao Fundo de Apoio ao Turismo e ao Cinema, assumindo o compromisso de manter o regime de incentivos deste fundo até final de 2026.

“Nestes termos, as candidaturas ao FATC terão este ano duas fases. A primeira será aberta a 3 de abril de 2023, com uma dotação orçamental de apoio a projetos que será anunciada até ao final de fevereiro. Nesta primeira fase de candidaturas, mantêm-se as regras de acesso aos incentivos atualmente em vigor, com valoração adicional dos projetos realizados em territórios de baixa densidade”, acrescenta a informação divulgada.

No último trimestre do ano e após reflexão das diferentes áreas governativas envolvidas e considerando o relatório “Avaliação do Funcionamento e Efeitos do Incentivo à Produção Cinematográfica e Audiovisual – Cash Rebate”, do PlanAPP, o Governo conta abrir uma 2.ª fase de candidaturas, cujas regras e dotação orçamental estão ainda por definir.

“Esta decisão do Governo baseia-se no reconhecimento do sucesso alcançado na atração de produções internacionais para filmar em Portugal, com consequências muito positivas para o desenvolvimento do setor e para a consolidação das produtoras portuguesas”, realça Pedro Adão e Silva, ministro da Cultura, considerando que esta alteração permite assumir “um compromisso político total relativamente ao futuro, consolidando o que começou por ser um grupo de projeto”.

Já Nuno Fazenda, secretário de Estado do Turismo defende que “a atração de produções cinematográficas internacionais tem um efeito multiplicador para a economia e para o turismo português”, pelo que esta alteração legislativa permite reforçar a “estratégia de atratividade e fomento” de Portugal enquanto destino de excelência das produções cinematográficas, nomeadamente na zonas do interior do país.

“Queremos continuar a afirmar Portugal no mundo e a 7.ª arte é uma ancora para essa afirmação e projeção internacional”, conclui o governante.

 

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Torre dos Clérigos recebeu 1,2 milhões de visitantes em 2022

A Torre dos Clérigos, no Porto, recebeu 1,2 milhões de visitantes no ano passado, num aumento de quase 250% face a 2021, apesar de ainda estar abaixo de 2019, uma vez que as medidas de segurança da COVID-19 foram mantidas.

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A Torre dos Clérigos, no Porto, recebeu 1,2 milhões de visitantes ao longo do ano passado, número que representa um aumento de quase 250% face a 2021 mas que continua ainda 30% abaixo do registado em  2019, antes da pandemia da COVID-19, informou a Irmandade dos Clérigos, gestora do monumento que comporta a igreja, o museu e a torre sineira.

Segundo a Irmandade dos Clérigos, o facto do número de visitantes do espaço continuar 30% abaixo do registado em 2019 deve-se ao facto de se ter decidido manter “as medidas de segurança e proteção dos visitantes vigentes ao longo da pandemia de COVID-19”.

Na lista de mercados emissores, o destaque vai para Espanha e França, que lideram em número de visitantes, ainda que a Irmandade dos Clérigos destaque também o desempenho dos EUA, que é já o terceiro país com maior número de visitantes na Torre dos Clérigos.

No ano passado, a Torre dos Clérigos registou uma quota de 70% de visitantes internacionais, número que, segundo a Irmandade dos Clérigos, vem comprovar o “lugar inestimável” do monumento na atração turística ao Porto e Norte de Portugal.

“Apesar de termos mantido as medidas de segurança e proteção implementadas desde 2020, com redução do fluxo de visitantes em simultâneo no interior da Igreja, Museu e Torre, chegámos ao final do ano ultrapassando a barreira de um milhão de turistas”, assinala o presidente da Irmandade dos Clérigos, Padre Manuel Fernando, considerando que, caso as medidas da COVID-19 não tivessem sido mantidas, o monumento teria “ultrapassado os 1,5 milhões de visitantes de 2019”.

Em 2022, o Complexo dos Clérigos recebeu também vários eventos de vulto, com destaque para o lançamento de vários livros mas também de exposições.

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Nova edição: Dossier de companhias aéreas, Soltour Travel Partners e Turismo do Centro

A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA. Além do dossier, publicamos um artigo sobre a Soltour Travel Partners, uma entrevista com o presidente da Turismo do Centro e outra com o diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo.

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A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA, que arranca já a 27 de março e se prolonga até 26 de outubro.

Conheça as novidades previstas para Portugal para o próximo verão IATA e saiba também quais são as previsões das transportadoras aéreas para 2023, ano que promete trazer de volta a capacidade que ainda estava por repor devido à pandemia da COVID-19.

Nesta edição, publicamos também um artigo sobre a Soltour Travel Partners na secção de Distribuição, no qual o delegado Luís Alexandrino revela que o objetivo do operador passa por oferecer às agências portuguesas um portefólio mais amplo e não só de destinos de ‘Sol & Praia’.

Leia também o especial sobre o Turismo do Centro, em que Pedro Machado, presidente da entidade regional de turismo, faz um balanço sobre o seu mandato, que está a terminar, e fala sobre a importância do mercado espanhol, que a região quer continuar a captar, naquele que é um dos motivos que levaram a Turismo do Centro a associar-se ao lançamento da primeira Estratégia do Turismo Transfronteiriço 2022-2023, que foi apresentada na FITUR 2023.

Nesta edição, publicamos ainda uma entrevista com Roberto Antunes, diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo, que defende que “a tecnologia [no setor do turismo] deve ser o facilitador e não a finalidade”.

A nova edição do Publituris volta ainda a divulgar os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março.

Este ano, são 100 os nomeados, em 16 categorias, às quais acresce o prémio “Personalidade do Ano”, que é escolhido diretamente pela equipa do Publituris. A votação online arranca já na próxima segunda-feira, 23 de janeiro, prolongando-se até 17 de fevereiro.

Além do check-in, esta edição conta também com as opiniões de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Helena Pimentel (docente do ISG), Nuno Abranja (diretor do Departamento de Turismo do ISCE e CEO da consultora OMelhorDoTurismo) e Pedro Castro (diretor da SkyExpert Consulting e docente de Sistemas de Transporte no ISCE).

Boas leituras.

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Para mais informações contacte: Carmo David | [email protected] | 215 825 43

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Edição digital: Dossier de companhias aéreas, Soltour Travel Partners e Turismo do Centro

A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA. Além do dossier, publicamos um artigo sobre a Soltour Travel Partners, uma entrevista com o presidente da Turismo do Centro e outra com o diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo.

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A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA, que arranca já a 27 de março e se prolonga até 26 de outubro.

Conheça as novidades previstas para Portugal para o próximo verão IATA e saiba também quais são as previsões das transportadoras aéreas para 2023, ano que promete trazer de volta a capacidade que ainda estava por repor devido à pandemia da COVID-19.

Nesta edição, publicamos também um artigo sobre a Soltour Travel Partners na secção de Distribuição, no qual o delegado Luís Alexandrino revela que o objetivo do operador passa por oferecer às agências portuguesas um portefólio mais amplo e não só de destinos de ‘Sol & Praia’.

Leia também o especial sobre o Turismo do Centro, em que Pedro Machado, presidente da entidade regional de turismo, faz um balanço sobre o seu mandato, que está a terminar, e fala sobre a importância do mercado espanhol, que a região quer continuar a captar, naquele que é um dos motivos que levaram a Turismo do Centro a associar-se ao lançamento da primeira Estratégia do Turismo Transfronteiriço 2022-2023, que foi apresentada na FITUR 2023.

Nesta edição, publicamos ainda uma entrevista com Roberto Antunes, diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo, que defende que “a tecnologia [no setor do turismo] deve ser o facilitador e não a finalidade”.

A nova edição do Publituris volta ainda a divulgar os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março.

Este ano, são 100 os nomeados, em 16 categorias, às quais acresce o prémio “Personalidade do Ano”, que é escolhido diretamente pela equipa do Publituris. A votação online arranca já na próxima segunda-feira, 23 de janeiro, prolongando-se até 17 de fevereiro.

Além do check-in, esta edição conta também com as opiniões de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Helena Pimentel (docente do ISG), Nuno Abranja (diretor do Departamento de Turismo do ISCE e CEO da consultora OMelhorDoTurismo) e Pedro Castro (diretor da SkyExpert Consulting e docente de Sistemas de Transporte no ISCE).

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Chile volta a fazer testes de Covid-19 aleatórios à chegada

O Chile voltou a selecionar aleatoriamente passageiros para fazer testes de Covid-19 à chegada ao Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez, em Santiago, e ao Paso Internacional Los Libertadores, na fronteira terrestre com a Argentina.

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A medida, que tinha sido abandonada em outubro de 2022, voltou a ser colocada em prática em este mês e refere indica informação publicada no sire do Turismo do Chile, caso o viajante obtenha um resultado positivo ou se negue a fazer o exame, deverá realizar uma quarentena obrigatória de cinco dias.

Recorde-se que, para viajar para o país, os maiores de 18 anos continuam obrigados a apresentar comprovativo de vacinação completa ou resultado negativo para um teste RT-PCR realizado 48 horas antes da partida.

No entanto, já não é mais necessário preencher a Declaração Jurada do Viajante (C19) ou obter um Passe de Mobilidade, dois itens que foram abolidos em outubro do ano passado. O uso de máscara, por sua vez, é obrigatório somente em estabelecimentos de saúde.

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Agora é possível conhecer o Funchal sob o ponto de vista da arquitetura urbana

Lançado recentemente pela Secção Regional da Madeira da Ordem dos Arquitetos, o Guia de Arquitetura Funchal, permite uma fruição diferente do património da capital madeirense. Eduardo Jesus enaltece a obra.

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A partir de agora, residentes e visitantes, têm a oportunidade de conhecer o Funchal sob o ponto de vista da arquitetura urbana, nomeadamente, das 15 obras essenciais que marcaram o período do século XIX.

Este é, conforme divulgado na página oficial do Governo Regional da Madeira, o objetivo do ‘Guia de Arquitetura Funchal | Século XIX | 15 Obras Essenciais’, editado pela Secção Regional da Madeira da Ordem dos Arquitetos (SRMAD) e da autoria de Rui Campos Matos e Daniela Alcântara, que foi lançado na última semana no Teatro Municipal Baltazar Dias.

A mesma fonte destaca que, neste guia são mostradas, de forma diferente, obras arquitetónicas emblemáticas da cidade do Funchal e do arquipélago e datadas do século XIX, como é o caso do Teatro Municipal Baltazar Dias, do Hospício Princesa Dona Maria Amélia, da Quinta das Angústias (atual Quinta Vigia), do Jardim Municipal e da Ponte Monumental, entre outros.

No total são apresentadas 15 obras, na sua maioria projetadas por arquitetos ingleses, “numa época em que a burguesa cidade do Funchal teve necessidade de desenvolver estes importantes equipamentos adequados ao Modus Vivendi oitocentista”, explicou na ocasião Susana Gouveia Jesus, presidente da SRMAD, acrescentando que, no âmbito das atribuições desta Secção Regional, que visam contribuir para a defesa e promoção da arquitetura, há o objetivo expresso de promover a edição de publicações que contribuam para um melhor esclarecimento público das implicações e relevância da arquitetura.

A responsável afirmou que para a SRMAD “é de suma importância facultar esta informação, tanto aos nossos visitantes, como aos que diariamente habitam e frequentam estes edifícios, sendo que estes exemplos arquitetónicos, assim como os que já estão patentes no Guia de Arquitetura do século XX editado em 2020, consubstanciam a nossa entidade como ilha atlântica multicultural que valoriza o seu património e que foi, de certo modo, bastante mais visionária em relação a outras regiões do país”.

O secretário Regional de Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, que marcou presença na sessão de apresentação da obra, considerou, citado na notícia veiculada pelo site do Governo madeirense, que “o lançamento deste guia permite-nos sistematizar a informação relativamente à arquitetura e à história da edificação na Região Autónoma da Madeira, sendo que essa sistematização permite uma fruição diferente do património”.

O facto de a região já ter dois guias, um do século XIX e outro do século XX, “vem facultar à população residente em geral e aqueles que nos visitam, uma informação que está devidamente estudada, organizada, documentada, e que nos ajuda a compreender a presença do Homem neste território”, salientou, para acrescentar que este guia é, ao fim e ao cabo, “uma forma diferente de contar a história da Madeira através do seu património edificado”.

 

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