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Hotelaria do Algarve registou ocupação acima de média dos últimos 25 anos em maio

Apesar da subida na taxa de ocupação, que foi superior à média dos últimos 25 anos, a AHETA revela que este indicador está “ainda abaixo de igual mês de 2019”, apesar de traduzir “uma recuperação da atividade turística no período pós-pandemia”.

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Hotelaria do Algarve registou ocupação acima de média dos últimos 25 anos em maio

Apesar da subida na taxa de ocupação, que foi superior à média dos últimos 25 anos, a AHETA revela que este indicador está “ainda abaixo de igual mês de 2019”, apesar de traduzir “uma recuperação da atividade turística no período pós-pandemia”.

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AHETA celebra protocolo no âmbito do projecto “Algarve Coração Seguro”
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No passado mês de maio, a taxa de ocupação das unidades de alojamento algarvias atingiu os 64,8%, valor que está acima da média dos últimos 25 anos e que, segundo a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), traduz “uma recuperação da atividade turística no período pós-pandemia”, mas ainda abaixo de igual mês de 2019.

De acordo com os dados revelados esta quinta-feira, 9 de junho, pela associação, as zonas que apresentaram, em maio, “melhor desempenho” foram Vila Real de Stº António/Castro Marim e Portimão/Monchique e Lagos Sagres, enquanto os piores desempenhos foram identificados em Tavira, Loulé e Albufeira.

Como “nota positiva”, a AHETA destaca o RevPAR, que aumentou 9,7% em maio, enquanto o preço médio tem vindo a subir, refletindo “o brutal aumento de preços de todos os produtos e serviços utilizados pelas unidades de alojamento”, que tem vindo a absorver o aumento do preço médio.

Na informação enviada à imprensa, a AHETA dá ainda conta das perspetivas para o atual mês de junho, que, segundo a associação, apontam para “uma forte subida esperada nos portugueses”, o que leva a AHETA a prever que, devido ao inicio de férias escolares e da conjugação dos feriados, esta subida “possa contribuir para um regresso à normalidade”.

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INE confirma que “2021 foi ainda marcado pelos efeitos dos constrangimentos decorrentes da pandemia COVID-19”

Segundo o INE, apesar das medidas de confinamento no 1.º semestre e no final do ano, que “tiveram efeitos negativos no setor do turismo”, a atividade turística cresceu no ano passado, ainda que tenha ficado “aquém dos níveis de 2019”.

Apesar de alguma recuperação, o ano passado ficou “ainda marcado pelos efeitos dos constrangimentos decorrentes da pandemia COVID-19” e apresentou resultados “aquém dos níveis de 2019”, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE), que divulgou esta quinta-feira, 7 de julho, os resultados da atividade turística relativos a 2021.

“O ano de 2021 foi ainda marcado pelos efeitos dos constrangimentos decorrentes da pandemia COVID-19, sobretudo as medidas de confinamento no 1.º semestre e no final do ano, com efeitos negativos no setor do turismo que, apesar de ter crescido face a 2020, ano de contração sem precedente da atividade turística, ficou ainda aquém dos níveis de 2019”, resume o INE, na informação divulgada.

Ao longo do ano passado, estima o INE, o número de chegadas de turistas internacionais a Portugal deverá ter atingido os 9,6 milhões, o que corresponde a um aumento de 48,4% face ao ano anterior, ainda que, face a 2019, se verifique uma redução de 61,0%.

Por mercados, Espanha manteve o lugar de destaque enquanto principal mercado emissor de turistas para Portugal, apresentando uma quota de 30,2% do total e com um crescimento de 57,3% em 2021, seguindo-se França, com uma quota de 16,1% do total e uma subida de 46,2%.

O mercado do Reino Unido, acrescenta o INE, que representou 10,6% do total, também apresentou uma variação positiva e cresceu 24,0%, enquanto o mercado alemão, que apresentou uma quota de 8,0%, subiu 39,1%.

O INE diz mesmo que o Reino Unido, que representou 16,2% do total das dormidas de não residentes, se manteve, no ano passado, como o principal mercado emissor de turistas estrangeiros para Portugal, registando um aumento de aumentando 46,0%, ainda que, face a 2019, se continue a encontrar uma quebra de 66,5%.

Espanha, que representou 14,6% do total, foi o segundo principal mercado emissor de turistas estrangeiros, com um crescimento de 49,8%, mas uma descida de 48,4% face a 2019, seguindo-se a Alemanha, com uma quota de 12,5%, que ficou no terceiro lugar, com uma subida de 23,8%, mas que face a 2019 corresponde ainda a uma descida de 60,5%.

O ano passado trouxe também um aumento do número de unidades de alojamento em funcionamento face ao ano anterior e, segundo o INE, em julho do ano passado, estavam em operação 6.571 estabelecimentos, o que corresponde a um aumento de 20,2% face a igual período do ano anterior, ainda que se tenha mantido uma quebra face a 2019, quando estavam em funcionamento 7.155 estabelecimentos, o que traduz uma descida de 8,2%.

Os estabelecimentos de alojamento turístico contabilizaram 16,0 milhões de hóspedes, que proporcionaram 42,6 milhões de dormidas, o que traduz aumentos de 36,9% e 40,7%, respetivamente e uma forte recuperação face às quebras de 60,4% e 61,1% que tinham sido registadas em 2020.

No entanto, em comparação com 2019, “registaram-se diminuições de 45,8% no número de hóspedes e 45,2% no de dormidas”, refere ainda o INE, que diz que o mercado interno assegurou 22,5 milhões de dormidas, enquanto os externos contribuíram com 20,1 milhões de dormidas.

No caso do mercado interno, cujas dormidas corresponderam a 52,8% do total, houve um acréscimo de 33,2%, ainda que, em comparação com o ano pré-pandemia, se regista uma descida de 13,9%. Já os mercados externos, que representaram 47,2% do total, registaram um crescimento superior, crescendo 50,1% em 2021, mantendo, contudo, uma quebra de 61,1% face a 2019.

O INE diz também que a subida dos resultados foi, no ano passado, comum a “diversas regiões”, com destaque para os Açores e Madeira, onde o crescimento apurado chegou aos 125,7% e 80,0%.

Contudo, face a 2019, “registaram-se diminuições em todas as regiões, tendo sido
mais acentuadas na AM Lisboa (-56,5%) e Algarve (-46,7%)”, lê-se na informação divulgada pelo INE.

Os estabelecimentos de alojamento turístico acolheram a maioria dos hóspedes e dormidas, com o INE a indicar que 90,5% dos hóspedes e 87,6% das dormidas dizem respeito à hotelaria, alojamento local e turismo no espaço rural/habitação, seguindo-se os parques de
campismo (8,6% e 11,6%, respetivamente) e as colónias de férias e pousadas da juventude (0,8% em ambos).

“Em 2021, os estabelecimentos de alojamento turístico registaram 14,5 milhões de hóspedes, que proporcionaram 37,3 milhões de dormidas, refletindo crescimentos de 38,6% e 44,7%, respetivamente (-46,7% e -46,8% face a 2019, pela mesma ordem)”, acrescenta o INE.

Já a estada média situou-se nas 2,67 noites, depois de um aumento de 2,8%, sendo mais alta entre os turistas estrangeiros, onde se registou uma subida de 0,5%, para 3,17 noites, enquanto os residentes apresentaram uma estada média de 2,34 noites, depois de um acréscimo de +3,2%.

No que diz respeito a proveitos, o INE indica que, nos totais, o montante chegou aos 2,3 mil milhões de euros, o que corresponde a uma subida de 61,2%, enquanto os proveitos por aposento somaram 1,8 mil milhões de euros, também com uma subida de 62,8%.

A situação é, no entanto, menos favorável quando comparada com 2019, uma vez que se continuaram a registar descidas de 45,8% e 45,7% nos proveitos totais e por aposento, respetivamente.

Já o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) foi de 32,6 euros, o que traduz uma subida de 43,9% face a 2020, mas uma descida de 34,1% em comparação com 2019, enquanto o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) foi de 88,2 euros, também com um aumento de 14,2% face a 2020, mas com uma descida de 1,1% face a 2019.

Viagens dos residentes também aceleram

O ano passado trouxe também notícias mais animadoras no outgoing, já que o INE diz que também as viagens dos residentes aumentaram, uma vez que “44,0% da população residente em Portugal efetuou pelo menos uma viagem turística”, o que corresponde a 4,5 milhões de indivíduos, representando um acréscimo de 5,0 pontos percentuais face a 2020 e uma “recuperação parcial da descida registada em 2020, face a 2019, em que o número de turistas diminuiu 1,4 milhões”.

No total, os turistas residentes realizaram 17,5 milhões de deslocações turísticas, o que reflete uma variação anual de 21,6%, bem acima da descida de 41,1% em 2020, sendo que as viagens em território nacional aumentaram 20,2%, quando no ano anterior tinham descido 35,7%, o que correspondeu a 16,5 milhões.

Já as deslocações para o estrangeiro alcançaram 1,0 milhão, o que significa um aumento de 48,8% e que se segue à descida de 78,1% que tinha sido contabilizada em 2020. No entanto, face a 2019, ainda se registaram decréscimos de 22,7% nas viagens em território nacional e 67,4% nas deslocações para o estrangeiro.

Cada viagem teve uma duração média de 4,7 noites, ligeiramente abaixo das 4,8 noites registadas em 2020, e as deslocações ao estrangeiro apresentaram uma duração média de 9,4 noites, o que traduz uma subida de 2,2 noites em comparação com o ano anterior e também face a 2019, enquanto nas viagens nacionais a duração foi de 4,4 noites, abaixo das 4,7 noites de 2020, mas bastante acima das 3,6 noites de 2019.

As viagens turísticas realizadas pelos residentes geraram mais de 82,6 milhões de dormidas, o que traduz uma subida de 18,4% face a 2020 e um decréscimo de 16,7% face a 2019), com o INE a indicar que a maioria ocorreu em Portugal (88,5% do total, 93,0% em 2020).

Já as dormidas em Portugal cresceram 12,6%, enquanto as ocorridas no estrangeiro aumentaram 94,1%, o que, segundo o INE, revela “uma recuperação parcial das descidas observadas no ano anterior”, quando os decréscimos chegaram aos 15,6% e 78,0%, respetivamente. Face a 2019, houve ainda descidas de 5,0% e 57,3%.

Já o alojamento em casa de amigos e familiares voltou a ser o preferido e concentrou 32,7 milhões de dormidas, o que representou 39,6% do total, num aumento de 37,8%, com o INE a indicar que “esta modalidade de alojamento prevaleceu tanto nas deslocações nacionais (39,3% das dormidas, 37,6% em 2020), como nas viagens para o estrangeiro (41,4% das dormidas, 40,2% em 2020)”.

Contudo, antes da pandemia, acrescenta o INE, o alojamento em “estabelecimentos hoteleiros e similares” predominava nas deslocações ao estrangeiro.

Já a despesa média por turista, em cada viagem, fixou-se nos 196,6 euros, “aumentando 11,6% face a 2020 e aproximando-se do valor de 2019 (-0,3%)”, sendo que, nas deslocações domésticas, os residentes gastaram, em média, 170,1 euros por turista/viagem, mais 11,8 euros que em 2020 (+35,2 € face a 2019), enquanto em deslocações para o estrangeiro o gasto médio por turista/viagem foi 628,7 euros, refletindo um aumento de 17,1% (+2,0 € face a 2019).

 

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Portugueses tencionam gastar em média 950 euros nas férias de verão

O valor a gastar nestas férias de verão por parte dos portugueses aumentou face aos dois últimos anos, passando de 912 euros, em 2020, e 750 euros, em 2021, para os estimados 950, em 2022.

Os portugueses pretendem gastar, em média, 950 euros nas férias deste ano, mais do que nos dois últimos dois anos (912 euros, em 2020, e 750 euros, em 2021), avança o Observador Cetelem Consumo 2022.

Os dados do estudo concluem que os portugueses continuam a preferir “ir para fora cá dentro” (77%), passando o verão em Portugal, indicando que são os mais velhos (entre os 55 e os 74 anos) aqueles que demostram mais esta preferência (87% em média). No entanto, comparando com o ano anterior, aumentou significativamente a intenção de fazerem férias no estrangeiro (4% em 2021 vs. 14% em 2022).

O Algarve é, de longe, o destino eleito pelos portugueses entrevistados (52%), seguindo-se os distritos de Lisboa (10%) e de Évora (7%).

Já para os portugueses que escolhem passar férias no estrangeiro, Espanha é o principal destino (32%), seguindo-se França (11%) e Inglaterra (9%).

A praia continua a ser o tipo de férias preferido pelos portugueses (68%), sendo o mais procurado pelos inquiridos entre os 25 e os 44 anos (74% em média). Não obstante, os dados demonstram que aumentou também a intenção de passar férias na cidade (32%) – sobretudo entre os jovens dos 18 aos 24 anos (38%) e aqueles com idades entre os 45 e os 54 anos (37%) – e no campo (28%), sendo esta a opção eleita pelos entrevistados com mais de 65 anos (46%).

A nível regional, os residentes da região Sul do país são aqueles que demonstram uma maior intenção em fazer as férias na praia (82%), enquanto os do Centro do país elegem as férias na cidade (43%).

Férias sem reserva
De acordo com o estudo, 7 em cada 10 portugueses que vão de férias não fazem reservas (74%), tendência que é particularmente verificada entre os inquiridos com idades entre os 55 anos e os 74 anos (89% média). 11% dos inquiridos declaram fazer reservas através de plataformas online – sobretudo os mais jovens (16%) – e apenas 6% utilizam as agências de viagens online ou similares.

No que respeita ao alojamento, mais de metade dos que vão de férias ainda não decidiram onde se vão alojar (56%). Contudo, fazendo férias em Portugal, 54% dos inquiridos tencionam ficar na sua residência principal – tendo aumentado esta intenção em comparação com 2021 (4%). Já os restantes 46% planeiam ir de férias fora da sua residência.

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Global Blue lança campanha de sensibilização ‘Tax Free’ no Algarve

A campanha da Global Blue vai estar no Algarve durante todo o mês de julho e tem como objetivo aumentar o volume de compras feitas pelos turistas ingleses em Portugal.

A Global Blue acaba de lançar uma campanha que divulga as vantagens do “Tax Free” junto dos comerciantes algarvios com o objetivo de sensibilizá-los para a “grande oportunidade para explorarem este segmento de mercado”.

A campanha, que divulga as vantagens do “Tax Free”, estará presente em diversos suportes ao longo da jornada turística, desde o aeroporto aos pontos mais frequentados, como centros comerciais, onde haverá equipas de promotoras a prestarem aconselhamento sobre as múltiplas opções que o Algarve oferece ao nível do Turismo de Compras.

Renato Leite, Managing Director da Global Blue em Portugal, sublinha “a importância do Turismo de Compras e da importância do ‘Tax Free’ enquanto instrumento à disposição dos comerciantes algarvios para alavancarem as suas as vendas”, recorrendo aos dados da SIBS que indicam que o valor médio de compra em ‘Moda e Acessórios’, em 2021, foi de 76€ ao passo que, segundo dados da Global Blue, no mesmo setor e período, o valor médio de compra “Tax Free” foi de 615€, portanto, oito vezes superior.

Renato Leite acrescenta ainda que o Turismo de Compras “tem um impacto económico muito relevante no comércio local e que tem vindo a crescer de tal forma, que a Organização Mundial do Turismo o classifica como um segmento estratégico e com maior potencial de crescimento no turismo para os próximos anos”.

Os dados da Global Blue revelam, por exemplo, que o valor da compra média dos turistas ingleses atingiu os 600€, em 2022, e que a campanha “promete impactar mais de meio de milhão de turistas”.

A campanha da Global Blue vai estar no Algarve durante todo o mês de julho e tem como objetivo aumentar o volume de compras feitas pelos turistas ingleses em Portugal, que, até março de 2022 era de menos de 2% do total de compras efetuado por clientes do Reino Unido na Europa, ficando, por exemplo, muito aquém de Espanha, que consegue captar 13% desse tipo de investimento.

Para ajudar os comerciantes a poderem usufruir do potencial do Turismo de Compras, a Global Blue fez um acordo com a SIBS/Multibanco e com a Reduniq para permitir a utilização da aplicação “Tax Free” da Global Blue em toda a gama de SmartPOS disponibilizada aos comerciantes em Portugal.

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Caves Calém e Burmester distinguidas com o prémio “Traveller ́s Choice 2022”

As caves de vinho do Porto da Cálem e da Burmester, em Vila Nova de Gaia, foram novamente reconhecidas pelos visitantes como uma das atrações turísticas preferidas, tendo recebido o prémio “Traveller ́s Choice”, na edição de 2022.

Este galardão é atribuído pelo TripAdvisor, e vem reconhecer os estabelecimentos que receberam, de forma consistente, avaliações e classificações positivas por parte dos viajantes, ao longo do ano passado.

O serviço personalizado, a segurança oferecida, a atmosfera autêntica e a qualidade das provas de degustação foram alguns dos fatores mais valorizados pelos visitantes das duas caves.

De recordar que, em 2021, a Burmester renovou o seu espaço e passou a oferecer motivos adicionais de visita a todos aqueles que queiram conhecer o universo deste vinho emblemático e acompanhar a história desta marca de referência com quase três séculos de existência.

Entre as principais novidades estão a criação de um mini museu, composto por máquinas antigas utilizadas no processo de produção do vinho do Porto, e uma nova área de exposição, baseada no arquivo histórico da Burmester, onde se revela material diverso, como correspondência, rótulos antigos, fotografias e documentos vários, que testemunham a atividade da empresa nos últimos séculos.

Por sua vez, com uma abordagem mais inovadora, que alia a tradição à tecnologia, as caves Cálem apresentam várias curiosidades que tornam a sua visita atrativa para todas as idades. Entre aquelas que reúnem as preferências dos visitantes estão um mapa tridimensional em cortiça da região do Douro, um vídeo explicativo da arte da tanoaria, um painel de cores onde se observam as diferentes tonalidades do vinho do Porto, e amostras das garrafas mais emblemáticas da história da Cálem.

Em complemento ao tour, a Cálem disponibiliza ainda provas de vinho, harmonizações com chocolates e queijos e espetáculos de fado ao vivo.

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30% dos espanhóis admite cancelar férias de verão

A inflação e a subida de preços são as razões principais invocadas pelos espanhóis para o cancelamento das férias deste verão.

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De acordo com a plataforma global Appinio, 30% dos espanhóis decidiram cancelar as suas férias de verão, depois de um início de 2022 que previa uma retoma gradual para níveis pré-pandémicos.

A inflação e o respetivo aumento dos preços são as causas indicadas pela plataforma para esta “nova” realidade e que terá impacto na decisão dos espanhóis.

Mas se os dados recolhidos indicam que 30% dos espanhóis decidiram cancelar as férias deste verão, os números indicam, igualmente, que 40% viram obrigados a adiar os planos para as férias pelas mesmas razões, ou seja, aumentos dos preços, enquanto 57% admite vir a encurtar o período que dedicou às férias por motivos económicos e financeiros.

Outro dado resultante do inquérito realizado pela Appinio revela que a maioria dos espanhóis (79%) realizará as férias “dentro de portas”, optando pelo “sol e praia”, ao passo que somente 7% admite escolher destinos fora de Espanha.

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Barcelona introduz taxa para autocarros turísticos

Os autocarros de turismo passaram a ter de pagar uma taxa de 2,5 euros para poderem parar para apanhar e deixar sair passageiros em Barcelona, valor que começou a ser cobrado a 1 de julho.

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Os autocarros de turismo passaram a ter de pagar uma taxa de 2,5 euros para poderem parar para apanhar e deixar sair passageiros, valor que começou a ser cobrado a 1 de julho e que permite paragens até 10 minutos na zona central da cidade e junto às principais atrações turísticas de Barcelona.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, a medida foi decidida pela autarquia da cidade e prevê que os pedidos de paragem ou estacionamento, assim como os respetivos pagamentos, sejam realizados através de uma app para motoristas profissionais.

A Câmara Municipal de Barcelona diz que as receitas obtidas com esta taxa vão ser canalizadas para “financiar ações que promovam a mobilidade sustentável”, tal como está previsto na portaria que oficializou esta taxa.

Além do pagamento da taxa, os autocarros de turismo só podem parar ou estacionar nas chamadas ‘Zonas Bus’, onde existem espaços reservados para o efeito, que se encontram junto às principais atrações turísticas da cidade, como a Sagrada Família, a Cidade Velha, o Park Güell ou a Pedrera.

Atualmente, em toda a cidade de Barcelona, existem 35 ‘Zonas Bus’, que totalizam 162 lugares de estacionamento para autocarros de turismo.

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48% dos portugueses planeiam férias neste verão

Quase metade dos portugueses prevê gozar férias neste verão de 2022, com os períodos mais destacados a incidir nas 2.ª quinzenas de julho e agosto.

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Quase metade dos portugueses (48%) pretende fazer férias nos meses de verão, correspondendo a uma subida de 25 pontos percentuais (p.p.) face ao ano passado, avança o estudo Observador Cetelem Consumo 2022.

Estes números são semelhantes ao período vivido antes do primeiro confinamento devido à COVID-19, em março de 2020, mas ainda longe dos valores de 2019, altura em que 71% dos portugueses tencionava ir de férias.

Entre os que demonstraram mais intenção em ir de férias estão os portugueses com idades compreendidas entre os 25 e os 44 anos (60%) e pertencentes às classes mais altas destacando o Observador Cetelem que esse número cresce junto dos que “mantiveram o poder de compra”.

Dos portugueses que tencionam ir de férias no verão, 54% planeiam tirar duas semanas, sobretudo, os inquiridos entre os 25 e os 44 anos (60%), revelando o estudo que cerca de 20% dizem que vão optar por tirar uma semana de férias, sendo esta intenção maior (30%) junto dos mais jovens (18 aos 24 anos).

Relativamente à altura do verão escolhida para gozar as férias, os períodos mais procurados são na 2.ª quinzena de julho (32%) e a 2.ª quinzena de agosto (27%).

Do outro lado da balança, ou seja, os que não tencionam ir de férias ou ainda não sabem se vão, apontam as dificuldades financeiras como sendo o principal motivo. O estudo indica que 34% dos inquiridos revelam não tencionar ir de férias, admitindo 18% que ainda não sabem se vão, principalmente, os inquiridos com mais de 65 anos (70%).

Quando questionados qual a razão para não terem férias este verão, 52% dos inquiridos revelam que é por não terem condições financeiras para tal, sendo que este motivo é o mais apontado pelos ouvidos com idades entre os 55 os 74 anos (63%).

Mas não são só as dificuldades financeiras apontadas para uma eventual não ida de férias este verão. 28% dos inquiridos indicaram preferirem ir de férias noutros períodos ou, pura e simplesmente, por não terem férias nessa altura do ano (14%). O receio ao nível da segurança face à situação internacional foi apontado somente por 9% dos inquiridos, sendo que são os mais jovens os que mais temem pela sua segurança (14%).

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Festival “Termas é Monfortinho” apresenta mais de 50 atividades

O Festival Termas é Monfortinho, no concelho de Idanha-a-Nova, que vai acontecer entre 15 de julho e 25 de setembro, apresenta uma programação com mais de 50 atividades.

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Durante dois meses e meio haverá música, cultura e tertúlias e gastronomia, num evento gratuito, que resulta de uma parceria entre o complexo termal de Termas de Monfortinho, Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Filarmónica Idanhense, Entidade Regional de Turismo do Centro e Associação Ibérica de Turismo do Interior, dá nota a imprensa local.

O diretor do evento, Miguel Martins, explicou, citado pela imprensa da região, que “queremos que se afirme como um festival do Centro de Portugal e, em seguida, do país. E também de Espanha, que são os nossos vizinhos por natureza. Trabalhamos sempre com Espanha em mente e a comunicação do Festival também está a ser feita aí”.

Este responsável sublinhou ainda que o evento tem um único objetivo: “Promover o melhor que Idanha tem. É um festival para todos aqueles que nos visitam. Durará quase três meses para todos beneficiarem do programa que preparámos com mais de 50 atividades”, disse na apresentação do projeto.

O presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, também destacou que “será um grande festival porque junta aquilo que é a nossa cultura com a oferta do território e a dinâmica dos empresários e entidades que colaboram”.

Além da música, serão organizadas tertúlias em torno dos mais diversos temas, como o futuro das termas e do termalismo, nutrição, gastronomia, as relações transfronteiriças, usos e costumes locais, a rota do contrabando, caminhadas, a riqueza geológica local, alimentação saudável, turismo de Interior, entre outros.

Por sua vez, o presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal, Pedro Machado considerou que “este festival combate o problema da estadia média dos turistas e os efeitos da sazonalidade”, para salientar que “o Interior é um luxo do Século XXI”, por ter “a componente da segurança, da saúde, do bem-estar, do espaço físico e da serenidade”.

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Portugal e Europa lideram reservas dos portugueses para as férias de verão

Funchal, Ponta Delgada, Lisboa e Porto são, de acordo com a eDreams, as cidades mais escolhidas para visitar este verão, enquanto no estrangeiro a maior parte das reservas destina-se a França, Espanha, Itália, Reino Unido e Suíça.

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A eDreams revelou esta terça-feira, 5 de julho, que a maioria das reservas registadas na plataforma indica que os portugueses estão a optar por destinos nacionais para as férias de verão, enquanto nas viagens para o estrangeiro a maioria das preferências recai na Europa.

Funchal, Ponta Delgada, Lisboa e Porto são, de acordo com a eDreams, as cidades mais escolhidas para visitar este verão, enquanto no estrangeiro a maior parte das reservas destina-se a França, Espanha, Itália, Reino Unido e Suíça.

“A eDreams pôde ainda perceber que as cidades que os portugueses mais vão visitar este Verão são Paris, Barcelona, Londres, Madrid e Milão”, indica a plataforma de reservas, num comunicado enviado à imprensa.

Além dos destinos europeus, a eDreams refere que há também três países não-europeus que se destacam entre as escolhas dos portugueses, concretamente Brasil, Marrocos e Estados Unidos.

A eDreams diz também que a maior parte (36%) dos viajantes vai permanecer nos destinos cerca de três a quatro dias, “o que é indicativo de preferência por umas férias relativamente curtas”, enquanto 26% vão passar entre sete a 13 dias de férias, 19% entre cinco e seis dias, e apenas 5% estará fora por mais de 21 dias.

Já Portugal aparece em destaque nas escolhas dos turistas estrangeiros, com a eDreams a constatar que “nos últimos anos, Portugal tem-se consolidado enquanto destino de eleição para muitos turistas, o que não é exceção em 2022”.

França, Alemanha, Reino Unido, Suíça são os países onde a procura por férias em Portugal mais se destaca, assim como Espanha, com Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada a lideraram as preferências.

 

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IPDAL promove XIII Fórum do Turismo “Portugal-América Latina

Promovido pelo IPDAL, o XIII Fórum do Turismo “Portugal-América Latina” vai ter lugar no próximo dia 07 de julho, quinta-feira, no Lux Lisboa Park Hotel.

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Trata-se da iniciativa empresarial mais antiga do Instituto para a Promoção da América Latina e Caraíbas (IPDAL) onde se reúnem anualmente os principais atores do turismo português e latino-americano.

Realizados desde 2009, estes fóruns do Turismo constituem, segundo a organização, “a principal plataforma multi stakeholder e de alto nível em Portugal, dedicada a promover os intercâmbios turísticos com uma das regiões mais dinâmicas do mundo no setor, de maneira direcionada aos principais atores e decisores portugueses”.

O IPDAL indica ainda que, tratando-se de uma iniciativa de proximidade e alto nível, onde o acesso é exclusivo a convidados, e sendo direcionada apenas aos mais influentes representantes do turismo português e latino-americano, o fórum contará com cerca de 50 convidados.

Alguns dos oradores desta edição são a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, o vice-ministro do Turismo da Colômbia, Ricardo Galindo Bueno, o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e a presidente da Pro Colombia, Flavia Santoro.

Os objetivos do Fórum são promover o incoming e o outgoing de turistas entre Portugal e América Latina, juntando os embaixadores da região com os principais players portugueses do setor.

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