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Prejuízo da TACV chegou aos 12,5 milhões de euros em 2021

Resultado consta de um relatório do Ministério das Finanças de Cabo Verde que analisa o desempenho do Setor Empresarial do Estado (SEE) e que diz que a TACV foi, entre 33 empresas cabo-verdianas, aquela que apresentou maior prejuízo em 2021.

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Prejuízo da TACV chegou aos 12,5 milhões de euros em 2021

Resultado consta de um relatório do Ministério das Finanças de Cabo Verde que analisa o desempenho do Setor Empresarial do Estado (SEE) e que diz que a TACV foi, entre 33 empresas cabo-verdianas, aquela que apresentou maior prejuízo em 2021.

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A companhia aérea cabo-verdiana TACV registou, no ano passado, um prejuízo de 12,5 milhões de euros, avança a Lusa, que cita dados do Ministério das Finanças de Cabo Verde e que lembra que a transportadora foi renacionalizada em 2021 e apenas voltou a operar em dezembro.

Segundo o relatório do Ministério das Finanças de Cabo Verde que é citado pela Lusa e que analisa o desempenho do Setor Empresarial do Estado (SEE), a TACV foi a empresa que apresentou os maiores prejuízos no ano passado, entre um total de 33 empresas cabo-verdianas analisadas.

O relatório diz que a TACV registou prejuízos de 1.364 milhões de escudos (12,4 milhões de euros) no ano passado, um resultado negativo que se soma aos dos dois anos anteriores, quando a companhia aérea registou perdas de 6.571 milhões de escudos (60 milhões de euros) e 2.109 milhões de escudos (19,2 milhões de euros), respetivamente.

Em 2021, o volume de negócios da TACV foi de apenas 18,5 milhões de escudos (169 mil euros) e, em 2020 (apenas os três primeiros meses), tinha sido de mais de 1.902 milhões de escudos (17,3 milhões de euros), montantes que se seguiram ao volume de negócios de 6.104 milhões de escudos (55,6 milhões de euros) registado em 2019, ano em que a TACV foi privatizada, passando a ser gerida pelo grupo Icelandair.

A Lusa realça também que o capital próprio da companhia tem vindo a refletir este desempenho e terminou 2021 em valores negativos, que chegaram aos 11.240 milhões de escudos (102,5 milhões de euros), depois de, em 2020, o capital próprio da TACV ter sido negativo em mais de 8.654 milhões de escudos (78,9 milhões de euros) e, em 2019, em mais de 7.608 milhões de escudos (69,3 milhões de euros).

“O capital próprio tem sido negativo nos últimos anos, colocando a empresa numa situação considerada de falência técnica”, lê-se no relatório que é citado pela Lusa.

O documento refere ainda que os indicadores de liquidez diminuíram no final de 2021 em relação ao período homólogo, “demonstrando que a empresa tinha capacidade de honrar com apenas 10% dos seus compromissos”, e “um elevado nível de endividamento”.

Acrescenta que a companhia aérea recebeu avales do Estado no valor de mais de 1.874 milhões de escudos (17 milhões de euros) até final de 2021, contribuindo para um ‘stock’ de endividamento com garantia estatal superior a 5.826 milhões de escudos (53,1 milhões de euros).

“A nível de risco, nos períodos em análise, a empresa manteve a sua avaliação de ‘very high risk’, obtida nos últimos anos, fazendo parte das empresas que representam o maior risco fiscal, com probabilidade de uma intervenção futura”, admite o relatório.

Recorde-se que a TACV suspendeu a sua operação em março de 2020, devido à COVID-19, e apenas retomou alguns voos em dezembro de 2021, depois de ter sido renacionalizada e está atualmente a voar para Lisboa, à partida da Praia, São Vicente e Ilha do Sal, prevendo retomar, “em meados de julho”, a operação para Boston, nos EUA.

Recorde-se que, em março de 2019, o Estado de Cabo Verde vendeu 51% da TACV por 1,3 milhões de euros à Lofleidir Cabo Verde, empresa detida em 70% pela Loftleidir Icelandic EHF (grupo Icelandair, que ficou com 36% da Cabo Verde Airlines – nome comercial da companhia) e em 30% por empresários islandeses com experiência no setor da aviação (que assumiram os restantes 15% da quota de 51% privatizada).

Na sequência da paralisação da companhia durante a pandemia de COVID-19, o Estado cabo-verdiano assumiu em 06 de julho de 2021 a posição de 51% na TACV, alegando vários incumprimentos na gestão, e dissolveu de imediato os corpos sociais.

Em 26 de novembro, a Loftleidir Cabo Verde anunciou que deu início a um processo arbitral contra o Estado cabo-verdiano alegando “violação dos acordos celebrados entre as partes”, face à renacionalização da companhia aérea de bandeira TACV.

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IATA: Tráfego aéreo cresceu 64,4% em 2022 e ficou a 68,5% dos níveis pré-pandémicos

No ano passado, o tráfego aéreo global aumentou 64,4% e ficou a 68,5% dos níveis pré-pandémicos, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que realça a forte subida do tráfego internacional.

Inês de Matos

No ano passado, o tráfego aéreo global aumentou 64,4% e ficou a 68,5% dos níveis pré-pandémicos, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que realça a forte subida do tráfego internacional ao longo do ano passado.

De acordo com os dados revelados esta segunda-feira, 6 de fevereiro, pela IATA, no ano passado o tráfego internacional aumentou 152,7% face ao ano anterior, chegando a 62,2% dos níveis de 2019, enquanto o tráfego doméstico cresceu 10,9%, terminando 2022 com 79,6% do nível pré-pandémico.

“A indústria deixou 2022 de uma forma muito mais forte do que entrou, já que a maioria dos governos suspendeu as restrições de viagem da COVID-19 durante este ano e as pessoas aproveitaram a recuperação da sua liberdade para viajar. Espera-se que esse impulso continue no ano novo, apesar das reações exageradas de alguns governos à reabertura da China”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Tal como ao longo do ano, também o mês de dezembro de 2022 registou uma evolução positiva, uma vez que o tráfego total de dezembro de 2022 aumentou 39,7% em relação a dezembro de 2021 e atingiu 76,9% do nível de dezembro de 2019.

Em dezembro, o tráfego internacional aumentou 80,2% face a igual mês de 2021, atingindo 75,1% do nível de dezembro de 2019, enquanto o tráfego doméstico aumentou 2,6% em relação ao mesmo período do ano anterior e ficou em 79,9% do tráfego de dezembro de 2019.

Por regiões, foi na Ásia-Pacífico que o tráfego internacional mais aumentou, subindo 363,3% ao longo do ano e 302,7% em dezembro. Ao longo do ano, também a capacidade nesta região aumentou 129,9%, enquanto o load factor cresceu 37,3 pontos percentuais, fixando-se nos 34,0%.

Já no Médio Oriente houve uma subida de 157,4% no tráfego de 2022 e de 69,8% na procura de viagens internacionais em dezembro, tendo a capacidade subido 73,8% ao longo do ano, enquanto o load factor aumentou 24,6 pontos percentuais, para 75,8%.

Na Europa, o aumento do tráfego internacional chegou aos 132,2% ao longo do ano e aos  46,5% em dezembro, enquanto a capacidade cresceu 84,0% em 2022 e o load factor aumentou 16,7 pontos percentuais, para 80,6%.

Na América do Norte houve ainda um aumento de 130,2% no tráfego internacional ao longo do ano, enquanto a subida de dezembro foi de 61,3%, tendo-se ainda observado um aumento de 71,3% na capacidade ao longo do ano e de 20,7 pontos percentuais no load factor, que se fixou nos 80,8%.

Na América Latina a subida do tráfego de 2022 foi de 119,2%, enquanto em dezembro este indicador subiu 37,0%, tendo-se registado também um aumento de 93,3% na capacidade ao longo do ano e uma subida de 9,7 pontos percentuais no load factor, que passou para 82,2%, o mais elevado de todas as regiões.

Já em África, o tráfego aéreo internacional aumentou 89,2% ao longo do ano passado, mas em dezembro subiu ainda mais, crescendo 118,8% face a igual mês de 2021, enquanto a capacidade cresceu 51,0% e o load factor aumentou 14,5 pontos percentuais, fixando-se nos 71,7%, o mais baixo entre todas as regiões.

“Esperamos que 2022 se torne no ano em que os governos trancaram para sempre os grilhões regulatórios que mantiveram os seus cidadãos presos à terra por tanto tempo. É vital que os governos aprendam a lição de que as restrições de viagens e o encerramento de fronteiras têm pouco impacto positivo em termos de retardar a propagação de doenças infecciosas”, sublinha Willie Walsh.

 

 

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TAP reativa programa de Stopover e introduz novidades

Além do programa de Stopover passar a estar disponível nos voos de regresso a casa, a TAP aumentou também o número de noites, passando a permitir paragens gratuitas em Lisboa ou no Porto até 10 noites.

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A TAP reativou o seu programa de Stopover, que oferece agora mais vantagens aos passageiros da companhia aérea de bandeira nacional, uma vez que passou a permitir paragens gratuitas até 10 noites, durante a viagem de ida ou de regresso a casa.

“O Programa Portugal Stopover, lançado em julho de 2016, permite aos Passageiros cujo destino final não é Lisboa ou o Porto, mas que fazem escala numa destas cidades, usufruir, na ida ou no regresso, de uma paragem em Portugal – que pode agora ser até dez noites –, sem qualquer custo adicional na tarifa”, indica a companhia aérea em comunicado.

Além do aumento do número de noites que os passageiros podem gozar, o programa de Stopover da TAP passou também a abranger os voos de regresso a casa, uma vez que, na versão inicial, apenas era permitido realizar uma paragem no Porto ou em Lisboa nos voos de ida.

Com este programa, os passageiros da TAP que realizem uma paragem em Portugal têm também acesso a “ofertas exclusivas e descontos em mais de 290 parceiros que tornarão a sua visita inesquecível, de entre hotéis, restaurantes, centros comerciais, museus e inúmeras atividades, numa parceria com o Turismo de Portugal”.

A TAP explica que o Turismo de Portugal se associou a esta iniciativa pelo “contributo do programa Stopover para estimular um maior número de passageiros a visitarem Portugal e descobrirem diversas regiões do país, aproveitando as oportunidades e benefícios que o programa oferece, contando também com a excelente colaboração das regiões para a construção de uma experiência atrativa e diversificada”.

Estes passageiros têm ainda um desconto de 25% para uma viagem aérea dentro de Portugal, para descobrirem regiões de turismo como o Porto e Norte, o Algarve ou Madeira e Açores, através de um código promocional que pode ser usado no site da TAP ou através das agências de viagens.

Recorde-se que o programa Stopover da TAP tem como principais destinatários os mercados de longo curso da companhia, nomeadamente os mercados brasileiros e norte-americanos, apesar de estar disponível para todos os mercados em que a TAP opera.

Atualmente, a TAP liga a Europa a 11 destinos no Brasil a partir de Lisboa e Porto, voando para São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Maceió, Porto Alegre, Recife e Salvador, enquanto no caso dos EUA a TAP voa para Boston, Chicago, Miami, Nova Iorque, São Francisco e Washington.

A nova campanha do programa Stopover da TAP está disponível aqui.

 

 

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Air Malta volta a operar rota de Lisboa a partir de 26 de junho

A operação da Air Malta arranca a 26 de junho e vai decorrer até 26 de outubro, contando com dois voos por semana, às segundas e quintas-feiras, informou a Discover the World, GSA da companhia aérea maltesa em Portugal.

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A Air Malta vai voltar a voar entre Lisboa e Malta, numa operação que arranca a 26 de junho e vai decorrer até 26 de outubro e que conta com dois voos por semana, informou a Discover the World, GSA da companhia aérea maltesa em Portugal.

Segundo a informação divulgada, a operação da Air Malta para Lisboa vai contar com voos às segundas e quintas-feiras, estando os voos já disponíveis através dos GDS.

“Com este regresso a Portugal, o quinto destino no programa de expansão da Air Malta para o Verão de 2023 e que acontecerá em aeronaves Airbus A320, disponibilizando duas classes – Económica e Business, passa a ser possível conectar com 23 outras cidades da Europa e do Médio Oriente, incluindo Nápoles, Nice, Palermo e Telavive, os destinos que se juntam a Lisboa nesta expansão”, indica a Discover the World em comunicado.

Com a mudança de GSA, a Air Malta passa também a ter novos contactos em território nacional, passando a estar disponível o número de telefone +351 21 358 44 50 e o e-mail [email protected] para apoio a agências de viagens e operadores turísticos, enquanto para questões relacionadas com reservas e cotações de grupos está disponível o e-mail  [email protected].

 

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Autocaravanismo continua a “acelerar” em Portugal

Depois de ter sido um dos segmentos turísticos com maior aumento de procura durante a pandemia, o autocaravanismo continua em alta e revela expetativas positivas para o futuro, ainda que Maria Liquito, country manager da Yescapa para Portugal, preveja que, em 2023, o maior aumento seja nas viagens mais curtas, assim como nas escapadelas de fim-de-semana.

Inês de Matos

A pandemia da COVID-19 veio definitivamente colocar o autocaravanismo nos planos de férias dos portugueses e dos estrangeiros que visitam Portugal e, este último verão, provou que, mesmo com a pandemia a perder força, este tipo de turismo continua em alta. Como diz ao Publituris Maria Liquito, country manager da Yescapa para Portugal, empresa que funciona como o Airbnb das autocaravanas e que disponibiliza um portal que intermedeia a oferta e procura, o último verão veio provar isso mesmo, uma vez que voltou a superar as expetativas da Yescapa. “Verificamos uma maior procura do que oferta, o que fez com que tivéssemos uma taxa de ocupação a rondar os 87% no verão. Durante este período tivemos mais de 3950 viagens realizadas em Portugal, o que demonstra o incremento da prática e a aceleração do negócio em Portugal”, revela a responsável.

Maria Liquito diz mesmo que a Yescapa observou “um crescimento ainda mais acentuado após a pandemia”, o que leva a responsável a considerar que a tendência de procura se mantém, uma vez que este também é um tipo de férias com um menor impacto ambiental. “A COVID-19, para além de ter aumentado o interesse por experimentar este tipo de viagem, fez igualmente com que as pessoas refletissem no impacto que as viagens podem representar no meio ambiente. Tal fez com que surgissem mais viajantes em busca de roteiros locais, impulsionando a economia local, e diminuindo a pegada ecológica nas suas viagens. Nesta medida, o autocaravanismo saiu beneficiado”, explica, indicando que a maior parte das autocaravanas disponibilizadas através da Yescapa está equipada com painéis solares.

Com um público cada vez mais jovem, por norma entre os 30-45 anos de idade, o autocaravanismo tem também atraído muitos estrangeiros, com a country manager da Yescapa a revelar que, além dos alemães, franceses e espanhóis, que já estavam no “topo da procura por Portugal como destino para viajar em autocaravana”, também no mercado italiano se tem registado um “aumento” da procura por autocaravanismo em Portugal. E nem no inverno as expectativas da Yescapa esmorecem, uma vez que, explica a responsável, “Portugal é um país com um clima ameno, com sol até durante o inverno e onde as temperaturas se mantêm positivas em praticamente todo o país”.

Por isso, Maria Liquito acredita que a procura se vai manter em alta também na época baixa, até porque muitos estrangeiros, “principalmente os alemães e franceses, escolhem Portugal para viajar durante o inverno dado que o clima é bastante atrativo”. Por outro lado, acrescenta, “o autocaravanismo permite viajar em todas as estações do ano, dado que os veículos possuem ar condicionado e aquecimento, possibilitando descobrir diferentes destinos propícios a cada uma das estações”.

Confiança em alta para 2023

As expectativas positivas da Yescapa abrangem também este ano, apesar do aumento do custo de vida e da incerteza provocada pela inflação e também pela guerra na Ucrânia, com Maria Liquito a afirmar que “cada vez mais as pessoas procuram escapadelas para fugir à rotina diária, para recarregar energias, conhecer um novo destino, viajar mais por Portugal e conhecer o próprio país”, motivo pelo qual a empresa acredita que “a procura pelo autocaravanismo continuará a aumentar”.

De acordo com a responsável, entre as principais vantagens do autocaravanismo, está também a possibilidade de “realizar férias de uma forma mais económica e adaptada a cada orçamento”, uma vez que oferece “total liberdade ao juntar o meio de transporte com dormida e refeições no veículo”. Ainda assim, Maria Liquito acredita que se possam notar algumas tendências, como um “aumento de viagens mais curtas, de três a quatro dias, escapadelas de fim-de-semana e fins-de-semana prolongados”, tendências que, acrescenta a responsável, já tinham “vindo a aumentar significativamente nos últimos anos”.

Mas a country manager da Yescapa também acredita que o autocaravanismo deverá enfrentar alguns desafios no próximo ano, desde logo ao nível da oferta de veículos, uma vez que, com a pandemia, aumentou a procura por autocaravanas mas a sua produção sofreu atrasos significativos, o que leva a que, em alguns modelos, exista “mais de um ano de espera (alguns podem mesmo ir até mesmo aos dois anos de espera)”. Desafio deverá também ser o aumento do combustível e do custo de vida que, segundo a responsável, poderão afetar “a tomada a de decisão das pessoas na hora de viajar”.

Já quanto aos preços do aluguer das viaturas, a responsável da Yescapa explica que “as taxas de serviço e seguro poderão vir a sofrer alterações em função dos custos do serviço e da evolução do contexto atual”, ainda que, na Yescapa, o maior custo seja relativo ao aluguer da autocaravana, o que é definido pelo proprietário que está a alugar a autocaravana. Segundo Maria Liquito, esse valor é definido pelo próprio proprietário, que “tem total liberdade” para definir o valor a cobrar, ainda que a equipa da Yescapa tenha a missão de aconselhar e acompanhar a decisão. No entanto, a responsável não tem dúvidas em afirmar que, “face ao incremento da procura por esta forma de viajar, aumentaram, consequentemente, os valores aplicados pelos proprietários”.

Além destes desafios, Maria Liquito aponta ainda o artigo 50-A do Código da Estrada, que entrou em vigor em 2021, limitando a atividade do autocaravanismo em território nacional e levando a pedidos diversos para a sua alteração, algo que ainda não aconteceu. “O artigo 50-A do Código da Estrada permanece inalterado, infelizmente”, lamenta a responsável.

Tem uma autocaravana e quer rentabilizá-la? Inscreva-se na Yescapa

A Yescapa funciona como uma plataforma que aproxima quem tem autocaravanas para alugar e quem procura este tipo de veículos para férias. No entanto, indica Maria Liquito, no que diz respeito a veículos de lazer, a procura é sempre superior à oferta, principalmente durante o período do verão, uma vez que “Portugal é um país com um clima atrativo”. Por isso, a Yescapa está a encorajar todos os proprietários de autocaravanas a alugarem o seu veículo enquanto não o utilizam, até porque esta é uma forma de “rentabilizar o custo de manutenção” da autocaravana e que permite, ao mesmo tempo, que “mais viajantes descubram o autocaravanismo ou possam experimentar um veículo antes de adquirirem a própria autocaravana”, até porque, na Yescapa, cerca de 15% das reservas são feitas como teste, antes do cliente adquirir o seu próprio veículo. E o processo para alugar autocaravanas através da Yescapa é rápido e intuitivo, bastando que os proprietários se inscrevam na plataforma, em yescapa.pt, e criem o seu próprio anúncio. Em contrapartida, a equipa da Yescapa fornece acompanhamento aos proprietários “em todos os momentos, desde a criação do anúncio até à gestão dos alugueres”, conclui Maria Liquito.

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Novo navio de cruzeiro da Regent Seven Seas Cruises já flutua

O Seven Seas Grandeur vai ser entregue à companhia de cruzeiros em novembro e já completou a cerimónia de flutuação.

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O Seven Seas Grandeur, novo navio de cruzeiro da companhia Regent Seven Seas Cruises, já foi submetido à cerimónia de flutuação, devendo ser entregue à companhia de cruzeiros no próximo mês de novembro.

O navio, que vai ter capacidade para 746 passageiros, está a ser construído nos estaleiros navais de Fincantieri, em Ancona, Itália, e vai contar com uma das maiores proporções de tripulantes por passageiro, além de interiores “particularmente sofisticados, com toda a atenção à experiência dos hóspedes”.

Com 55 mil toneladas de arqueação bruta, o Seven Seas Grandeur é um navio gémeo do Seven Seas Explorer e do Seven Seas Splendor, que também foram construídos pelos estaleiros de Fincantieri.

Segundo Andrea DeMarco, presidente da Regent Seven Seas Cruises, o novo navio está a revelar-se muito popular entre os clientes da companhia de cruzeiros, motivo pelo qual a Regent Seven Seas Cruises foi obrigada a criar uma “navegação adicional para sua temporada inaugural”.

“A incrível recepção do Seven Seas Grandeur é uma prova não apenas da forte procura por cruzeiros de luxo, mas também da posição da Regent como líder neste segmento com todos os luxos incluídos, hospitalidade inigualável e espaço incomparável no mar”, afirma o responsável, citado num comunicado publicado no website da companhia de cruzeiros.

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Emirates é a companhia aérea com melhor reputação em Portugal

Pelo segundo ano consecutivo, a Emirates classificou-se em primeiro lugar enquanto companhia aérea com melhor reputação em Portugal no RepScore 2023, relatório da OnStrategy, que destaca as melhores marcas do país.

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Pelo segundo ano consecutivo, a Emirates classificou-se em primeiro lugar enquanto companhia aérea com melhor reputação em Portugal no RepScore 2023, relatório anual conduzido pela OnStrategy, que analisa mais de 2.000 empresas em Portugal e destaca as melhores marcas do país.

“Estamos muito felizes por sermos reconhecidos mais uma vez pelos nossos produtos e serviços líderes da indústria. Obrigado aos nossos passageiros por terem sempre optado por voar melhor connosco. Os passageiros permanecem no centro de tudo o que fazemos e esperamos continuar a oferecer experiências de viagem inigualáveis e a ligar Portugal ao mundo através do Dubai”, congratula-se David Quito, country manager da Emirates em Portugal.

Os prémios foram entregues na passada segunda-feira, 30 de janeiro, numa cerimónia que teve lugar no Hotel Ritz Four Seasons, em Lisboa, e que contou com a presença de David Quito, que recebeu o prémio entregue à Emirates.

Este ano, o relatório RepScore foi elaborado com base num inquérito aplicado a 50,000 cidadãos portugueses, focando no posicionamento da marca, na reputação, e na forma como os clientes veem as empresas nacionais e internacionais.

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Transavia lança nova campanha sob o mote “Os destinos que lhe dizem mais por menos”

A Transavia lançou uma nova campanha de media em Portugal, sob o mote “Os destinos que lhe dizem mais por menos”, que oferece tarifas desde 31 euros para voos de ida e que vai estar em vigor até 2 de abril.

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A Transavia lançou uma nova campanha de media em Portugal, sob o mote “Os destinos que lhe dizem mais por menos”, que oferece tarifas desde 31 euros para voos de ida e que vai estar em vigor até 2 de abril.

A nova campanha da Transavia, companhia aérea low cost do Grupo Air France/KLM, arrancou esta semana e inclui cartazes, cartazes digitais em centros comerciais, banners digitais e anúncios na imprensa local, redes sociais e plataformas de vídeo online, tendo sido desenvolvida pela agência Marcel do Grupo Publicis.

O vídeo da nova campanha da Transavia já está disponível para visualização online aqui.

 

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Costa Serena inicia cruzeiros na Ásia em junho

O Costa Serena vai oferecer trinta cruzeiros na Ásia em 2023, incluindo seis cruzeiros dedicados ao mercado sul-coreano, que têm lugar em junho, e vinte e quatro cruzeiros para o mercado de Taiwan, entre julho e setembro.

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A Costa Cruzeiros anunciou que, entre junho e setembro, o navio Costa Serena vai voltar a realizar cruzeiros na Ásia, realizando um programa de cruzeiros charter, em colaboração com parceiros asiáticos locais.

De acordo com a companhia de cruzeiros, os acordos comerciais para esta operação já foram assinados numa cerimónia que decorreu no Dubai, a bordo do Costa Toscana, navio que está colocado no Golfo Pérsico durante o inverno de 2022/23, e que contou com a presença de Mario Zanetti, Presidente da Costa Cruzeiros, Roberto Alberti, SVP & Chief Commercial Officer da Costa Cruzeiros, e representantes dos dez parceiros locais.

“O reinício do Costa Serena, em funcionamento antes do previsto, é mais uma confirmação da crescente valorização da Costa Cruzeiros em todos os mercados globais em que operamos”, afirma Mario Zanetti, considerando que os cruzeiros a bordo do Costa Serena representam “um sinal importante para a recuperação da indústria na Ásia”.

No total, o Costa Serena vai oferecer trinta viagens de cruzeiros na Ásia em 2023, incluindo seis cruzeiros dedicados ao mercado sul-coreano, que têm lugar em junho, e vinte e quatro cruzeiros para o mercado de Taiwan, entre julho e setembro.

Os itinerários têm quatro a sete dias de duração e visitam vários destinos no leste asiático, a exemplo do Japão, estando planeadas saídas dos portos de Busan, Sokcho e Pohang, na Coreia do Sul, e Keelung, em Taiwan.

Recorde-se que o Costa Serena é um navio de bandeira italiana construído pela Fincantieri e que entrou em funcionamento em 2007, conta com uma arqueação bruta de 114.000 toneladas e pode acomodar até 3.780 passageiros.

 

 

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Tráfego de janeiro da Ryanair sobe 69% e chega aos 11,8 milhões de passageiros

No acumulado dos últimos 12 meses, a Ryanair contabiliza já 165,3 milhões de passageiros, o que indica um aumento de 111% face a igual período do ano anterior.

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A Ryanair transportou 11,8 milhões de passageiros em janeiro, valor que traduz um aumento de 69% face a igual mês de 2022, quando a companhia aérea low cost tinha transportado sete milhões de passageiros.

Num comunicado enviado à imprensa, a Ryanair lembra que o tráfego de janeiro de 2022 ainda foi prejudicado pela COVID-19, nomeadamente pela variante Ómicron, e pelas restrições à viagens que foram adotadas no seguimento da pandemia.

Em janeiro, a Ryanair obteve também um load factor de 91% nos 68,200 voos operados pela companhia aérea, valor que ficou 12% acima de janeiro de 2022, quando o load factor dos voos da Ryanair tinha sido de 79%.

No acumulado dos últimos 12 meses, a Ryanair contabiliza já 165,3 milhões de passageiros, o que indica um aumento de 111% face a igual período do ano anterior, enquanto o load factor acumulado chegou aos 93%, também 12% acima do registado anteriormente.

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Nova edição: Dossier de companhias aéreas, Soltour Travel Partners e Turismo do Centro

A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA. Além do dossier, publicamos um artigo sobre a Soltour Travel Partners, uma entrevista com o presidente da Turismo do Centro e outra com o diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo.

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A nova edição do Publituris, a primeira do mês de fevereiro, faz capa com um dossier dedicado às novidades que as companhias aéreas preparam para o próximo verão IATA, que arranca já a 27 de março e se prolonga até 26 de outubro.

Conheça as novidades previstas para Portugal para o próximo verão IATA e saiba também quais são as previsões das transportadoras aéreas para 2023, ano que promete trazer de volta a capacidade que ainda estava por repor devido à pandemia da COVID-19.

Nesta edição, publicamos também um artigo sobre a Soltour Travel Partners na secção de Distribuição, no qual o delegado Luís Alexandrino revela que o objetivo do operador passa por oferecer às agências portuguesas um portefólio mais amplo e não só de destinos de ‘Sol & Praia’.

Leia também o especial sobre o Turismo do Centro, em que Pedro Machado, presidente da entidade regional de turismo, faz um balanço sobre o seu mandato, que está a terminar, e fala sobre a importância do mercado espanhol, que a região quer continuar a captar, naquele que é um dos motivos que levaram a Turismo do Centro a associar-se ao lançamento da primeira Estratégia do Turismo Transfronteiriço 2022-2023, que foi apresentada na FITUR 2023.

Nesta edição, publicamos ainda uma entrevista com Roberto Antunes, diretor-executivo do NEST – Centro de Inovação do Turismo, que defende que “a tecnologia [no setor do turismo] deve ser o facilitador e não a finalidade”.

A nova edição do Publituris volta ainda a divulgar os nomeados para os Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2023, que vão ser entregues no primeiro dia da BTL, a 1 de março.

Este ano, são 100 os nomeados, em 16 categorias, às quais acresce o prémio “Personalidade do Ano”, que é escolhido diretamente pela equipa do Publituris. A votação online arranca já na próxima segunda-feira, 23 de janeiro, prolongando-se até 17 de fevereiro.

Além do check-in, esta edição conta também com as opiniões de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Helena Pimentel (docente do ISG), Nuno Abranja (diretor do Departamento de Turismo do ISCE e CEO da consultora OMelhorDoTurismo) e Pedro Castro (diretor da SkyExpert Consulting e docente de Sistemas de Transporte no ISCE).

Boas leituras.

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