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Transporte aéreo volta a acelerar em fevereiro mas continua aquém do período pré-pandemia

Dados provisórios revelados esta quinta-feira, 14 de abril, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam subidas nos passageiros e aviões que chegaram, em fevereiro, aos aeroportos nacionais, mas ainda abaixo dos valores pré-pandemia.

Inês de Matos
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Transporte aéreo volta a acelerar em fevereiro mas continua aquém do período pré-pandemia

Dados provisórios revelados esta quinta-feira, 14 de abril, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam subidas nos passageiros e aviões que chegaram, em fevereiro, aos aeroportos nacionais, mas ainda abaixo dos valores pré-pandemia.

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Os aeroportos nacionais movimentaram, em fevereiro, um total de 2,6 milhões de passageiros e contabilizaram a aterragem de 11,6 mil aeronaves em voos comerciais, números que, segundo os dados provisórios divulgados esta quinta-feira, 14 de abril, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), traduzem subidas expressivas face ao segundo mês de 2021, mas sem serem suficientes para igualar os valores registados antes da pandemia.

Os dados do INE mostram que, em comparação com fevereiro de 2021, houve um crescimento de 236,1% no número de aeronaves que aterraram nos aeroportos nacionais, enquanto o total de passageiros movimentado subiu 877,9%, aumentos que foram superiores aos registados no mês anterior, quando a aterragem de aviões comerciais tinha aumentado 106,1% e os passageiros movimentados 177,4%.

Os crescimentos apurados pelo INE foram no entanto, insuficientes para igualar fevereiro de 2020, ainda antes da chegada da pandemia da COVID-19, já que, comparativamente a esse mês pré-pandemia, os aeroportos nacionais ainda registaram uma descida de 21,7% no número de aeronaves aterradas e 30,5% nos passageiros movimentados.

Do total de passageiros desembarcados nos aeroportos portugueses em fevereiro, o INE diz que “82,2% corresponderam a tráfego internacional”, quando em mês homólogo de 2021 o tráfego internacional representava apenas 57,4% do total.

Na maioria, os passageiros internacionais foram provenientes de aeroportos do continente
europeu, representando 71,7% do total, enquanto nos passageiros embarcados 80,8% corresponderam a tráfego internacional, valor que compara com os 60,4% em fevereiro de 2021, e também tiveram como principal destino “aeroportos localizados no continente
europeu (71,1% do total)”.

No comunicado divulgado esta quinta-feira, 14 de abril, o INE reforça que “em fevereiro de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 47,8 mil passageiros no conjunto dos
aeroportos nacionais, valor dez vezes superior ao registado no mês homólogo de 2021 (4,5 mil), mas ainda distante do observado em fevereiro de 2020 (65,1 mil)”.

No acumulado dos dois primeiros meses de 2022, o destaque vai para o aeroporto de Lisboa, que movimentou 55,4% do total de passageiros contabilizados em janeiro e fevereiro (2,6 milhões), num crescimento de 383,4% face ao período homólogo de 2021, ainda que, face aos dois primeiros meses de 2022, se continua a registar uma quebra de 38,9%.

Entre os três aeroportos com maior tráfego a nível nacional, o INE diz que foi em Faro que se apurou o maior crescimento nos passageiros movimentados no período em análise, com um aumento de 784,0%, sendo também esta infraestrutura aeroportuária aquela que apresentou o menor decréscimo face ao período homólogo de 2020, numa descida de 31,4%.

Já quanto aos países de origem e destinos das ligações aéreas, o INE revela que “França manteve-se como o principal país de origem e de destino dos voos”, depois de se terem registado crescimentos de 330,2% no número de passageiros desembarcados e 200,1% no número de passageiros embarcados, relativamente ao período homólogo de 2021.

Depois de França, o destaque vai para o Reino Unido que, segundo o INE, “no mesmo período de 2021 não se encontrava entre os cinco principais países”, mas que ocupou, em fevereiro deste ano, a 2ª posição enquanto origem e destino dos voos, seguindo-se Espanha, que assumiu a 3ª posição.

 

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Aeroporto de Lisboa
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easyJet passa a operar no Terminal 1 do aeroporto de Lisboa

A ANA – Aeroportos de Portugal diz que a mudança, que inclui também a passagem da Eurowings e Vueling para o Terminal 2, visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

A easyJet vai passar a operar no Terminal 1 do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, a partir de 30 de outubro, numa alteração que, segundo a ANA – Aeroportos de Portugal, visa “garantir uma utilização otimizada dos recursos aeroportuários”.

De acordo com a empresa que gere os aeroportos nacionais, esta mudança acontece depois de se terem registado “alterações das quotas de mercado das companhias aéreas” que operam na infraestrutura aeroportuária da capital portuguesa.

Para a easyJet, esta mudança não poderia ser vista com maior entusiasmo, uma vez que, indica a transportadora aérea low cost em comunicado, esta solução vem reforçar a posição da easyJet enquanto “companhia aérea número dois na capital portuguesa” e “oferece a todos os passageiros um maior conforto e torna a experiência de viagem mais fácil e melhor”.

“Estamos bastante satisfeitos e orgulhosos com a passagem da easyJet para o Terminal 1 no Aeroporto de Lisboa, o que significa mais um grande passo para o nosso crescimento sustentado em Portugal, nomeadamente em Lisboa. Esta oportunidade, aliada à nossa recente expansão de operações na capital portuguesa, proporciona uma melhor experiência de viagem, sobretudo para os passageiros que viajam em trabalho e que, por isso, se deslocam com uma maior frequência entre as cidades europeias”, afirma José Lopes, country manager da easyJet Portugal.

Mas, além da passagem da easyJet para o Terminal 1, há mais mudanças previstas no aeroporto de Lisboa a partir de 30 de outubro, uma vez que também a Eurowings e a Vueling mudam de terminal de partida, passando a operar no Terminal 2 do aeroporto lisboeta.

Para mais informações, a ANA – Aeroportos de Portugal pede aos passageiros que contactem a companhia aérea ou consultem o website do aeroporto de Lisboa.

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Antonoaldo Neves é o novo CEO da Etihad Airways

Depois da saída da TAP, Antonoaldo Neves fundou a P2D Travel, uma start-up no universo das viagens. Agora assume a liderança da Ethiad Airways.

O ex-CEO da TAP, Antonoaldo Neves, é o novo CEO da Ethiad Airways, substituindo no cargo Tony Douglas.

Depois de ter liderado a companhia aérea portuguesa, entre 2018 e 2020, Antonoaldo Neves fundou a P2D Travel, redenominada Oner Travel, uma start-up no universo das viagens. Antes da passagem pela TAP, Antonoaldo Neves, de 47 anos, tinha exercido o cargo de CEO da brasileira Azul, de 2014 a 2017.

Agora, o fundo de investimento ADQ, do Abu Dhabi, que se tornou recentemente proprietário do grupo de aviação, por transferência do governo dos Emirados Árabes Unidos, nomeou Antonoaldo Neves que referiu à Reuters “entusiasmado pela nova função” na Etihad, que classifica como uma empresa “globalmente reconhecida na indústria”, mostrando-se ainda confiante em prosseguir na companhia um “caminho de crescimento sustentável”.

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Grupo SATA melhora resultados comerciais e operacionais no trimestre do verão

As companhias aéreas do Grupo SATA, a Azores Airlines e a SATA Air Açores, apresentaram uma melhoria nos resultados comerciais e operacionais no trimestre do verão, que permitiu uma aproximação aos resultados de 2019.

As companhias aéreas do Grupo SATA, a Azores Airlines e a SATA Air Açores, apresentaram uma melhoria nos resultados comerciais e operacionais no trimestre do verão, que permitiu uma aproximação aos resultados de 2019.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, 19 de outubro, o grupo de aviação açoriano revela que a Azores Airlines obteve um EBITDA (Resultados Antes de Juros, Impostos, Depreciações e Amortizações) de 18,1 milhões de euros entre julho e setembro, enquanto as receitas chegaram aos 90,2 milhões de euros.

“Estes valores comparam muito favoravelmente com o trimestre equivalente de 2019, ano anterior à pandemia, em que a companhia registou EUR 7,3 milhões de EBITDA com Receitas totais de EUR 64,6 milhões”, indica o Grupo SATA.

Tal como os resultados comerciais, também os resultados operacionais apresentaram uma melhoria, com a companhia aérea do Grupo SATA que realiza voos internacionais a transportar, entre julho e setembro, um total de 421 mil passageiros, o que traduz uma subida de 25,7% face a igual período de 2019, quando a companhia tinha transportado 335 mil passageiros.

“Determinante para o desempenho neste Verão de 2022 foram o desenvolver de uma estratégia comercial de forte proximidade com passageiros e agentes de mercado e um desempenho operacional robusto que possibilitou à Azores Airlines ultrapassar os graves problemas operacionais que marcaram o Verão nos vários aeroportos europeus e americanos”, acrescenta o grupo, revelando que, apesar do contexto difícil, a companhia “conseguiu concretizar a generalidade da sua operação”, apesar da pressão adicional sobre a pontualidade.

O grupo de aviação açoriano diz ainda que os “resultados continuaram a ser fortemente impactados pela conjugação do aumento de preço dos combustíveis com a desvalorização do euro face ao dólar”, uma vez que, até setembro, o preço do combustível subiu 91,4%, para praticamente o dobro face a 2019.

“Nos primeiros nove meses do ano, o custo de combustível representa 36,5% dos custos versus 18,8% em 2019”, refere ainda o Grupo SATA, revelando que, apesar disso, no trimestre do verão, a Azores Airlines registou um resultado liquido de 3,3 milhões de euros.

Tal como a Azores Airlines, também a SATA Air Açores “teve um excelente desempenho neste período”, que foi marcado pelo aumento da mobilidade inter-ilhas, o que “exigiu a introdução de uma nova aeronave Dash Q400 para
responder ao aumento da procura”.

A companhia do Grupo SATA que realiza os voos entre as ilhas do arquipélago registou, no trimestre do verão, um EBITDA de 5,8 milhões de euros, valor que compara com os 2,9 milhões de euros apurados em igual período de 2019.

Já as receitas da SATA Air Açores chegaram aos 31,2 milhões de euros, valor que traduz uma forte melhoria face aos 22,5 milhões de euros apurados no mesmo período de 2019.

A nível operacional, também se registaram melhorias na SATA Air Açores, que transportou 336 mil passageiros no trimestre do verão, mais 19,0% do que os 283 mil transportados em período homólogo de 2019.

Apesar de menos exposta à questão do preço do combustível, também na SATA Air Açores o custo desta rubrica subiu e chegou aos 8,2 milhões de euros entre julho e setembro, o que representa “o dobro dos 4,1 milhões de euros em 2019”. Já o resultado liquido do trimestre de verão foi contabilizado em 3,9 milhões de euros.

Na informação divulgada, o Grupo SATA diz ainda que, este ano, o principal desafio prende-se “com a tesouraria da operação”, uma vez que o elevado preço do combustível, aliado ao enfraquecimento do euro, à ausência de compensação nas Obrigações de Serviço Público para o Continente e aos elevados encargos da divida histórica, “condicionam continuamente a atividade, absorvendo uma parte desproporcional dos recursos libertos”.

Ainda assim, o grupo de aviação açoriano considera que, a concretizarem-se as reservas de tráfego, e consequente receita no último trimestre do ano, “ambas as companhias aéreas devem registar o melhor ano de sempre nestas rubricas, bem como uma melhoria de Resultados Operacionais face a 2019”.

“No global, apesar dos fatores adversos, a recuperação da SATA está em linha
com o traçado no Plano de Restruturação aprovado pela Comissão Europeia”, acrescenta o grupo.

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MSC Opera

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MSC Opera vai servir de hotel durante Mundial do Qatar

O MSC Opera vai estar atracado no porto de Doha, capital do Qatar, entre 19 de novembro e 19 de dezembro, juntando-se ao MSC World Europa e ao MSC Poesia durante este período.

A MSC Cruzeiros vai colocar o MSC Opera em Doha, no Qatar, durante a realização do Mundial de Futebol de 2022, que vai decorrer neste país do Médio Oriente em novembro e dezembro, servindo como um navio-hotel para alojar os fãs do futebol durante a competição futebolística.

“O navio ficará atracado no porto de 19 de novembro a 19 de dezembro e juntar-se-á ao MSC World Europa e ao MSC Poesia durante este período”, revela a companhia de cruzeiros, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 19 de outubro.

O navio vai estar disponível para estadias com um mínimo de duas noites e as reservas já podem ser realizadas, através das agências de viagens ou do site da companhia de cruzeiros, em www.msccruzeiros.pt.

A MSC Cruzeiros sublinha que o MSC Operaoferece um conforto e uma hospitalidade única com uma grande variedade de lounges e locais de entretenimento”, com destaque para o La Cabala Piano Lounge, o Teatro dell` Opera para entretenimento noturno, uma grande variedade de restaurantes, spa, ginásio, assim como piscinas e banheiras de hidromassagem localizadas ao longo dos nove decks do navio.

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LATAM Boeing 787-9 Dreamliner photographed on May 13, 2016 from Wolfe Air Aviation Learjet 25B.

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CEO da LATAM admite que recuperação demorará mais dois anos

O CEO da LATAM considera que “um dólar forte, custos altos com os combustíveis e a contínua falta de apoio financeiro por parte dos governos” farão com que a recuperação só se dará em 2024.

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Durante o ALTA Airline Leaders Forum, organizado em Buenos Aires, na Argentina, Roberto Alvo, CEO da LATAM Airlines, admitiu que a companhia demorará mais dois anos para atingir a “normalidade total”.

“As pressões que a indústria tem de suportar ainda não se recuperam totalmente e isso significa que a indústria ainda não deixou a grande crise para trás”, referiu o responsável.

As pressões indicadas por Roberto Alvo incluem “um dólar forte, custos altos com os combustíveis e a contínua falta de apoio financeiro por parte dos governos”. Assim, além do custo financeiro que muitas companhias aéreas latino-americanas sofreram durante a pandemia, Alvo espera “normalidade total” para o setor até o final de 2024.

Este regresso à “normalidade”, no entanto, “não significa que os viajantes não retornarão mais cedo”, considerou Alvo, prevendo que a recuperação total do tráfego aéreo de passageiros aconteça até ao final do próximo ano.

De referir que, em agosto, dados da IATA mostraram que o tráfego de passageiros na América Latina recuperou para quase 90% dos níveis de 2019, tornando a América Latina o mercado de viagens aéreas com maior recuperação – em termos de tráfego de passageiros – do mundo, à frente da América do Norte, que representava 89% do tráfego pré-pandemia.

 

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NAV Portugal garante que novo sistema de gestão de tráfego aéreo vai permitir operação “mais eficiente e sustentável”

Segundo a empresa que gere o tráfego aéreo nacional, este sistema permite melhorar a “capacidade para otimizar rotas e a prazo recuperar atrasos, e assim contribuir para poupar combustível e reduzir a pegada de carbono”.

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A NAV Portugal está a mudar para o TOPSKY, novo sistema de gestão de tráfego aéreo que, segundo a empresa, vai permitir “uma operação mais eficiente e sustentável”.

“Hoje migrámos para um novo sistema de gestão de tráfego aéreo: o inovador TOPSKY vai reforçar ainda mais o nosso impacto para um mundo mais eficiente e sustentável. Permite-nos reforçar a segurança da nossa atividade, com mais tecnologia que suporta a nossa equipa para melhores e mais rápidas decisões”, indica a NAV Portugal.

De acordo com a empresa que gere o tráfego aéreo nacional, este sistema vai também permitir melhorar a “capacidade para otimizar rotas e a prazo recuperar atrasos, e assim contribuir para poupar combustível e reduzir a pegada de carbono”.

A NAV Portugal diz que a migração para o TOPSKY foi “árdua e trabalhosa”, tendo sido preparada ao longo de dois anos, num trabalho que nem o contexto pandémico parou.

Apesar do trabalho árduo, a NAV Portugal diz estar agora melhor preparada e disponível para “o crescimento incessante do tráfego aéreo, os desafios tecnológicos do Céu Único Europeu e o mundo em constante mudança”.

A empresa que gere o tráfego aéreo nacional garante ainda que tudo vai fazer para “minimizar qualquer perturbação que esta necessária transição possa causar”, ainda que esteja previsto um alargamento temporário do horário noturno nos aeroportos do continente e da Madeira, até às 02h00 e a partir das 05h00, de forma a “garantir todos os requisitos de segurança”.

 

 

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Avis e Grupo Pestana renovam parceria

A empresa de rent-a-car é parceira exclusiva de todos os hotéis do grupo, disponibilizando aos clientes das unidades Pestana condições especiais de aluguer.

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A Avis Portugal e o Grupo Pestana renovaram a parceria que já mantêm há 15 anos e que dita que a empresa de rent-a-car é parceira exclusiva de todos os hotéis do grupo, disponibilizando aos clientes das unidades Pestana condições especiais de aluguer.

No âmbito desta parceria, está a participação da Avis Portugal no programa de fidelização do Grupo Pestana, o Pestana Guest Club, que permite o aluguer de viaturas através da utilização de pontos acumulados.

“A acumulação de pontos é realizada através de cada Euro consumido nos Pestana Hotels & Resorts em  15 países e nas Pousadas de Portugal.  Esses pontos podem ser convertidos em noites gratuitas, alugueres, ou outros serviços exclusivos. A partir de 18.000 pontos já pode usufruir de um dia de aluguer grátis numa viatura do Grupo C”, indica a Avis Portugal, em comunicado.

Já os clientes Avis Preferred podem contar com descontos nas unidades do Grupo Pestana, estando, desde logo, disponível uma redução de 10% no melhor valor disponível no momento, oferta que é válida através dos sites www.pestana.com e www.pousadas.pt. Além desta redução, os clientes Avis Preferred recebem também 10% de desconto em pacotes e campanhas, igualmente através dos referidos sites.

Os clientes podem ainda ter acesso a newsletters com promoções e acesso às melhores ofertas de alojamento nas unidades do Grupo Pestana e alugueres na Avis.

“Esta parceria de longa data com o Grupo Pestana é um exemplo da estratégia de proximidade da marca Avis com os seus clientes para lhes oferecer as melhores experiências nas suas viagens”, conclui a Avis Portugal.

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Distribuição

TUI junta-se à Cepsa para descarbonizar voos

A parceria entre a TUI e a Cepsa tem como objetivo reduzir progressivamente as emissões das viagens de férias através de novas alternativas energéticas.

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A TUI acaba de unir forças com a Cepsa para promover a produção e fornecimento de combustível de aviação sustentável (SAF), considerada ferramenta fundamental para reduzir a pegada de carbono do transporte aéreo e uma prioridade para ambas as empresas para lutar contra as mudanças climáticas.

Estes combustíveis serão produzidos a partir de matérias-primas circulares que não competem com os recursos alimentares, como óleos alimentares usados, resíduos animais não alimentares ou resíduos biodegradáveis de várias indústrias, e permitirão reduzir as emissões das aeronaves em até 80% em comparação ao querosene convencional.

A TUI tem vindo a trabalhar para reduzir a sua pegada ambiental há anos e está numa jornada para alcançar viagens com emissões líquidas zero, com a meta a ser alcançada, o mais tardar, até 2050. “Para atingir este objetivo e reduzir progressivamente as emissões das viagens de férias, a TUI contará cada vez mais com novas alternativas energéticas”, refere o grupo em comunicado.

Na nota de imprensa que acompanha este anúncio, Thomas Ellerbeck, diretor de Sustentabilidade e Membro do Comité Executivo do TUI Group, refere que a “vemos a transformação sustentável não como regulamentação, mas como uma oportunidade para a TUI e a indústria de viagens, para destinos, para funcionários e clientes. O turismo sustentável não apenas tem uma pegada ecológica menor, mas também apoia a mudança nos destinos de férias – oferecendo oportunidades para pessoas nos destinos e criando valor agregado social e económico”, considerando ainda que “a sustentabilidade social, ecológica e económica estão juntas”.

O executivo do grupo alemão admite que “viajar sem emissões é nosso objetivo ambicioso. Seja o voo para o destino de férias, o cruzeiro, a pernoite no hotel ou experiências reservadas localmente – em conjunto com os nossos parceiros, bem como com os nossos próprios conceitos e projetos de redução de emissões, estamos a trabalhar continuamente e em termos concretos para o objetivo de ‘Net-Zero’”.

Do lado da Cepsa, Carlos Barrasa, diretor de Energias Comerciais e Limpas da Cepsa, refere que a companhia espanhola está “empenhada em reduzir a sua pegada de carbono e a dos seus clientes através da produção de energias limpas como o combustível de aviação sustentável, uma forma comprovada de descarbonizar as viagens aéreas”. Por isso, admite que parcerias como a da TUI são “cruciais para este esforço, não apenas para o transporte aéreo, mas também na nossa busca conjunta de alternativas mais limpas para outras formas de viagem”.

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Lufthansa Group aumenta previsões de lucros anuais para o dobro face aos resultados do 3.º trimestre

Os bons resultados do terceiro trimestre e a forte procura por viagens aéreas nos próximos meses faz com que o Lufthansa Group estime duplicar os lucros para o exercício de 2022.

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O Lufthansa Group revelou que os lucros anuais deverão cifrar-se duas vezes acima do esperado dado o “aumento de preço dos bilhetes e da aceleração da recuperação da crise pandémica”.

Numa base preliminar, o grupo quase que duplicou as receitas year-on-year para 10,1 mil milhões de euros no terceiro trimestre de 2022 face aos 5,2 mil milhões de euros de período homólogo de 2021. O EBIT ajustado totaliza 1,1 mil milhões de euros quando há um ano se cifrava nos 251 milhões de euros, incluindo o impacto das greves que, segundo o grupo, ascenderam a 70 milhões de euros.

No terceiro trimestre do atual exercício, o Lufthansa Group gerou um cash-flow de 400 milhões de euros (43 milhões de euros no mesmo período de 2021), indicando que a dívida líquida se cifrará nos 6,2 mil milhões de euros.

Com base na evolução positiva do terceiro trimestre, e face à atual situação de reservas, que continua a refletir “a forte procura por viagens aéreas nos próximos meses”, o Grupo Lufthansa elevou a previsão para o total ano, excluindo circunstâncias atualmente imprevistas.

Assim, o grupo espera conseguir um EBIT ajustado de “mais de mil milhões de euros”, esperando, igualmente, “um fluxo de caixa livre ajustado de mais de dois mil milhões de euros em 2022”.

O Lufthansa Group apresentará os resultados do terceiro trimestre no dia 27 de outubro próximo.

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Lisboa encerra viagem inaugural do novo navio da Mystic Cruises

O World Traveller é um navio da classe Explorer, que tem capacidade para transportar até 200 passageiros e 130 tripulantes, e que vai navegar ao serviço da Atlas Ocean Voyages, uma das marcas do empresário Mário Ferreira.

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O Porto de Lisboa recebeu esta segunda-feira, 17 de outubro, o navio World Traveller, a mais recente embarcação da Mystic Cruises, que terminou na capital portuguesa o seu itinerário inaugural, que passou por Marrocos.

Num comunicado divulgado esta segunda-feira, 17 de outubro, o Porto de Lisboa destaca a passagem do navio pela capital portuguesa, de onde o World Explorer tinha também partido para o seu itinerário inaugural, a 14 de outubro.

“Para assinalar a viagem inaugural, com partida do Porto de Lisboa, o Comandante do World Traveller recebeu a habitual placa comemorativa da ocasião”, destaca o Porto de Lisboa.

O navio, o quarto da frota da Mystic Cruises construído nos estaleiros da West Sea em Viana do Castelo, conta com 126 metros de comprimento, 19 metros de largura, 4,7 metros de calado e 9 300 toneladas de arqueação bruta.

Com 98 cabines distribuídas por oito decks, o World Traveller, que é um navio da classe Explorer, tem capacidade para transportar até 200 passageiros e 130 tripulantes, e vai navegar ao serviço da Atlas Ocean Voyages, uma das marcas da Mystic Cruises, que pertence ao empresário português Mário Ferreira.

O World Traveller é um navio amigo do ambiente, uma vez que dispõe de tecnologia de gestão de energia híbrida, que é capaz de maximizar a eficiência do combustível, de forma a consumir apenas um quinto do combustível, em comparação com os sistemas convencionais de navios de cruzeiro.

“O seu sistema alternativo de propulsão a jato de água ajuda o navio a cruzar silenciosamente até cinco nós, sem perturbar a vida selvagem marinha, o que tem a vantagem suplementar de proporcionar encontros incomparáveis com a fauna oceânica”, acrescenta o Porto de Lisboa.

O World Traveller é o segundo de cinco navios gémeos da Classe Explorer do operador Atlas Ocean Voyages, que já conta com o World Navigator e que aguarda a chegada do World Seeker e do World Adventurer para 2023, assim como do World Discoverer, em 2024.

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