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Turismo da Tailândia confirma presença na BTL para reforçar “importância do mercado português”

A Tailândia vai estar representada na BTL com um stand de 36 metros quadrados, localizado no pavilhão 4 da FIL, no qual vai promover “várias iniciativas junto do trade e consumidor português”, ao longo dos cinco dias da feira.

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A Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) confirmou esta quarta-feira, 2 de março, a presença na próxima edição da BTL, que decorre na FIL, entre 16 e 20 de março, explicando que esta participação no principal certame do turismo nacional visa reforçar “a importância do mercado português”.

“Nesta edição da BTL, que assinala o reencontro do turismo mundial em Portugal depois de dois anos de pandemia, o Turismo da Tailândia reforça a importância do mercado português para o destino com a sua participação na feira”, explica a TAT, num comunicado divulgado esta quarta-feira.

A Tailândia vai estar representada na BTL com um stand  de 36 metros quadrados, localizado no pavilhão 4 da FIL, no qual vai promover “várias iniciativas junto do trade e consumidor português” ao longo dos cinco dias da feira, como exibições de muay thai e massagens tailandesas, que os visitantes vão poder experimentar, entre outras iniciativas.

No stand da Tailândia, cuja referência é 4C13, vai também marcar presença Malinee Nitikasetsunthorn, diretora da TAT e responsável pelos mercados do sul da Europa, assim como vários DMC’s tailandeses, que vão reunir com o trade português, nomeadamente com agências de viagens e operadores turísticos, além da imprensa.

Para Rosário Louro, representante da TAT em Portugal, esta participação na BTL representa “uma oportunidade para rever os parceiros portugueses da TAT e estreitar relações com estes, mas também para alimentar o desejo dos turistas portugueses em visitarem a Tailândia numa altura em que estão ávidos por voltar a viajar”.

Recorde-se que, a Tailândia já retomou o Thailand Pass TEST & GO para os viajantes totalmente vacinados de qualquer país do mundo, que pode ser solicitado 60 dias antecedentes à viagem para o destino asiático.

Além do Thailand Pass, desde dia 1 de março (apesar de só admitir viajantes no destino a partir de 7 de março de 2022), passou a ser necessário a apresentação do certificado de vacinação/recuperação, um comprovativo de pré-pagamento para apenas uma noite num hotel certificado pelo governo tailandês, bem como um teste PCR 72 horas antes da viagem e uma apólice de seguro de viagem com uma cobertura não inferior a 20.000 USD em tratamentos ou despesas médicas.

À chegada à Tailândia, os viajantes devem submeter-se a um teste PCR obrigatório no primeiro dia, aguardando pelo resultado num dos hotéis certificados e, ao quinto dia, devem realizar um teste antigénio, cujo resultado deverá ser registado na aplicação MorChana.

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WinenRoute vence prémio de melhor empresa de enoturismo 2022

A WinenRoute, DMC dedicada ao enoturismo e criada há um ano, acaba de ser distinguida pelos Prémios Nacionais de Enoturismo APENO/Ageas Seguros 2022.

Ao longo de um mês, cerca de 250 jurados entre jornalistas, entidades oficiais, chefes de cozinha, sommeliers e especialistas do setor, puderam votar entre mais de 80 candidaturas e distinguir as melhores empresas, as suas práticas e os melhores projetos de Enoturismo em Portugal, em 10 categorias.

Na sua 1ª edição, esta iniciativa da Associação Portuguesa de Enoturismo visa estimular o setor no caminho da qualidade e da promoção, ferramentas a explorar para que os projetos ganhem visibilidade, reconhecimento e atratividade nos mercados.

A WinenRoute, garantem em nota de imprensa, “tem vindo a desenvolver serviços que se distinguem pela sua qualidade, diferenciação e integração com o território. No momento em que Portugal vem sendo eleito como um dos melhores destinos de Enoturismo do mundo, esta dmc (destination management company) inteiramente dedicada ao Enoturismo, vem conquistando os mercados nacional e internacional com um serviço exclusivo e personalizado”.

“Um dos propósitos basilares da WinenRoute é passar uma imagem de solidez e confiança no desenho de programas pensados, em detalhe, para cada cliente”, afirma Olga Cardoso, diretora da empresa citada no comunicado, para acrescentar que, brevemente, “o nosso trabalho de crafted experiences será alargado a novas valências, seguindo um percurso ascendente e com vista a contribuir para um posicionamento de excelência do enoturismo português.”

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Turismo de Lisboa aumenta promoção e investe 6,1M€ em conjunto com privados

A ATL e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros em cinco programas de promoção para este ano, montante que representa um crescimento face ao período pré-pandemia.

A Associação de Turismo de Lisboa (ATL) e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros na promoção turística da capital com a expetativa de que seja possível retomar, este ano, cerca de 85% dos níveis turísticos de 2019, segundo Vitor Costa, diretor-geral da ATL.

“A expetativa é que possamos chegar ao fim deste ano com cerca de 85% dos níveis de 2019. Para já, a expetativa é otimista, conseguimos que viessem clientes, a hotelaria consegue ter boas taxas de ocupação e não se confirmou o receio de que houvesse uma degradação dos preços da hotelaria. Por isso, estamos otimistas mas também temos de ser realistas”, afirmou o responsável, durante a apresentação, esta quinta-feira, 23 de junho, dos programas de promoção para este ano.

Segundo Vitor Costa, a verba destinada a estes programas de promoção – cinco no total, incluindo os planos de comercialização e vendas das empresas nos mercados externos, plano de comercialização e vendas do mercado interno, apoio à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais, e outras ações organizadas diretamente pela ATL – traz “alguma atualização” face ao investimento em promoção dos últimos anos, inclusive face a 2019.

“Há um reforço de uma candidatura ao Fundo de Desenvolvimento Turístico. Agora, não consigo dar exatamente a comparação, mas há um aumento, há um reforço da promoção”, afirmou Vitor Costa, revelando que, no caso dos planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, a verba de cerca de três milhões de euros que está orçamentada “é muito superior a 2020 e 2021, em que não houve essa intervenção, e também é superior em relação a 2019”.

A verba de 6,1 milhões de euros é financiada pela própria ATL e pelas empresas associadas, sendo que, deste montante, cerca de três milhões de euros são para planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, que contam já com a participação de 101 empresas, onde se inclui a participação em feiras internacionais e o lançamento de campanhas de promoção e vendas.

Já o plano de comercialização e vendas do mercado interno tem um financiamento de 392 milhões de euros e é dedicado ao polos turísticos a potenciar na capital e que estão definidos no plano estratégico da ATL, assim como de outros produtos transversais, contando já com a participação de 18 empresas, num total de 14 candidaturas aprovadas.

No que diz respeito à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, o montante disponível para promoção é de 510 mil euros e visa apoiar o aluguer de salas, espaços e venues para reuniões e congressos, registando-se 78 candidaturas aprovadas.

O programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais conta ainda com uma verba de 250 mil euros, neste caso, explicou Vitor Costa, para apoiar a captação de turistas internacionais para eventos e festivais como o Rock in Rio, NOS Alive, Kalorama e Jazz em Agosto.

Por último, há ainda cerca de dois milhões de euros para investir em ações diretamente organizadas pela ATL e onde se incluem eventos como feiras internacionais, workshops e webinares internacionais, roadshows, materiais promocionais e ainda na dinamização do portal visitlisboa.com.

“Em termos de promoção, estes programas são bastante eficazes porque estamos a trabalhar diretamente para as empresas e, consequentemente, para o destino”, considerou ainda Vitor Costa, durante a apresentação dos programas de promoção do Turismo de Lisboa para este ano.

Presente na apresentação esteve também o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, que é também o presidente da Direção da ATL, que afirmou a importância do turismo para a capital portuguesa.

“O Turismo é central para a nossa cidade e é central como prioridade para a Câmara Municipal de Lisboa e para todos aqui presentes, público e privado. Só todos juntos é que conseguiremos ter, realmente, o turismo que queremos”, afirmou Carlos Moedas.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa considera que o turismo deve contribuir para os lisboetas e para atrair talento para a cidade, motivo pelo qual a promoção deve ser “sólida e consistente” que aquilo que se quer que venha a ser o turismo na capital.

 

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Moedas preocupado com “efeito devastador” que filas no aeroporto de Lisboa podem ter no turismo

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa considera que as longas filas nos aeroporto de Lisboa dão uma “má impressão” aos turistas que visitam a capital, o que pode ter “um efeito devastador” no turismo em Lisboa.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, alertou esta quinta-feira, 23 de junho, para o “efeito devastador” que as filas no aeroporto de Lisboa podem vir a ter no turismo e instou o governo a resolver “de uma vez por todas” a situação que se vive na infraestrutura.

“Se não resolvermos esta situação, todas estas apresentações, toda a promoção e conteúdos, quando as pessoas têm uma má impressão, isso tem um efeito devastador”, afirmou o autarca, durante a apresentação dos programas de promoção do Turismo de Lisboa para 2022.

De acordo com Carlos Moedas, “Lisboa está cada vez mais na moda”, como provam os recentes rakings que têm vindo a apontar a capital portuguesa como um dos melhores destinos para visitar, mas tudo pode ir por água abaixo devido à “má imagem” com que os passageiros ficam quando têm de esperar horas para sair do aeroporto.

“Temos aqui uma oportunidade única nos próximos tempos, Lisboa está cada vez mais na moda, vemos isso pelos ranking internacionais e agora não podemos desalavancar e, por isso, não podemos, de uma vez por todas, dar esta má imagem que está a acontecer no aeroporto de Lisboa, em que aqueles que chegam de fora da Europa ficam à espera durante horas”, acrescentou.

Carlos Moedas diz, contudo, saber que o Governo está a “trabalhar para resolver a situação”, mas pede rapidez, sob pena da situação no aeroporto se tornar comprometedora do trabalho que a autarquia, Turismo de Lisboa e empresas associadas têm vindo a fazer.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa não quis, no entanto, comentar as palavras do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, que recentemente reconheceu que o aeroporto de Lisboa poderá vir a ter de recusar voos já no próximo ano, e passou a palavra a José Luís Arnaut, presidente-adjunto da Associação de Turismo de Lisboa, que apesar de reconhecer as limitações do aeroporto, defendeu que a infraestrutura ainda tem capacidade de crescimento, mesmo com as perturbações que têm existido.

“Acreditamos que Lisboa teria capacidade de crescer dentro das limitações objetivas que o aeroporto Humberto Delgado tem. Vamos ver como é que as coisas vão funcionar, o governo tem as suas ideias”, afirmou, considerando que, por enquanto, “é extemporâneo” tecer outras considerações sobre os problemas a que o aeroporto de Lisboa tem assistido.

José Luís Arnaut lembrou, contudo, que os problemas aeroportuários não são exclusivos de Portugal e que também grandes aeroportos na Europa, como o “de Amesterdão, Gatwick, Bruxelas e outros franceses”, têm vindo a sentir perturbações, em virtude dos “condicionamentos que resultam de toda a gestão do espaço aéreo europeu”.

“Os números do turismo são, de mês a mês, bastante positivos, vamos ver como vai continuar porque há contingências internacionais também, há um conjunto de limitações que podemos sofrer”, afirmou ainda o presidente-adjunto da ATL.

 

 

 

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Turismo Religioso e Fátima têm os olhos postos na Jornada Mundial da Juventude 2023 em Lisboa

Sem avançar números de potenciais participantes de jovens de todo o mundo, católicos ou anão, a Jornada Mundial da Juventude, que terá lugar em 2023 em Lisboa, e a “quase” certeza da visita do Papa Francisco a Fátima “antes”, ou “durante”, ou depois do evento, são vistos com entusiasmo.

O Bispo D. Américo Aguiar, presidente da Fundação Jornada Mundial da Juventude apresentou, na Conferência dos X Workshops Internacionais de Turismo Religioso, que decorre até esta sexta-feira em Fátima alguns pormenores sobre este evento, que decorrerá, em 2023, em Lisboa.

O hoteleiro Alexandre Marto Pereira fala em acima de 1,5 milhões de participantes, com impacto nacional e ibérico. O Reitor do Santuário de Fátima diz que é “uma oportunidade única” para o turismo religioso e para Fátima, uma vez que os que visitarem o local nessa ocasião, sentirão “o desejo de regressar a Fátima”, em outras ocasiões.

Se o Bispo D. Américo Aguiar, não se compromete com números de participantes, até porque as inscrições só abrem no final do verão deste ano, mas sempre dizendo que se espera que será o de maior dimensão realizado no país, deixa alguns recados ao setor do turismo.

A maioria, revelou, ficará alojada em Lisboa, Setúbal e Santarém, mas acredita que deverão espalhar-se um pouco por todo o país, em prés e pós tours, pela Península ibérica, e até por outros países europeus, pensando-se dos que chegam de “mercados mais improváveis”, ou seja, dos mais longínquos.

Uma boa oportunidade para todas as agências de viagens portuguesas e as DMC, uma vez que a organização da Jornada Mundial da Juventude, não celebrou nenhum contrato específico com estes profissionais e nem criou agências de viagens oficiais. Portanto, disse, “esses profissionais têm toda a abertura para fazer os seus negócios e organizar os seus grupos”.

As notícias não serão tão boas para a hotelaria tradicional, segundo o responsável, uma vez que grande parte utilizará casas de familiares, retiros, escolas ou pavilhões durante a jornada e estada no país. O que apela aos municípios é que proporcionem experiências únicas a estes jovens, futuros turistas para Portugal.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Governo destaca potencial do Turismo Inclusivo que “pode trazer muito retorno e crescimento económico ao país”.

Para a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, Portugal está a desperdiçar um mercado com grande potencial, até porque, na Europa, há 127 milhões de pessoas com incapacidades mas que viajam anualmente. 

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A secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, considerou esta quinta-feira, 23 de junho, que o turismo inclusivo “pode trazer muito retorno e crescimento económico ao país”, pelo que o grande desafio está em fazer com que os empresários percebam o potencial deste segmento.

De acordo com a Lusa, que cita as palavras da governante no encerramento da conferência “Região de Coimbra: Destino Acessível”, na Lousã, Ana Sofia Antunes salientou que Portugal não pode “desperdiçar” este mercado.

“Estas pessoas não viajam sozinhas, só para se ter ideia do mercado que estamos a desperdiçar”, disse Ana Sofia Antunes, realçando que este segmento é aquele “que viaja mais, por mais tempo, tem mais condições económicas para gastar dinheiro e que volta e é mais fiel quando é bem tratado”.

A secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência lembrou ainda vários estudos que mostram que, na Europa, existem 127 milhões de pessoas com deficiências e incapacidades mas que anualmente viajam.

Ana Sofia Antunes lembrou também que o turismo inclusivo não se destina apenas a “pessoas em cadeira de rodas”, uma vez que este é um mercado que não se limita apenas às pessoas com deficiência, mas também aos que têm “incapacidades resultantes da idade, que vão querer viver mais com qualidade de vida”.

“O turismo é um setor que gera receitas e precisa de perceber que parte desse resultado deve ser investido na criação de condições de inclusão, porque isso é valor e vai trazer um retorno muito maior”, acrescentou a governante, lamentando, no entanto, que as acessibilidades físicas sejam “as mais difíceis de ver plenamente cumpridas e implementadas, porque são as mais caras”, ainda que já tenha sido possível “mobilizar muito dinheiro para isto”.

Ana Sofia Antunes recordou que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) mobilizou para cessibilidades físicas 50 milhões de euros e anunciou que estão abertas candidaturas para intervenções em habitações de pessoas com deficiência, sejam casa própria ou arrendadas, que permitam eliminar barreiras e permitam criar condições de fruição.

Na conferência que contou com a presença da governante, foram dados a conhecer os investimentos já realizados na região de Coimbra com vista à melhoria das acessibilidade e a tornar o destino mais inclusivo, com destaque para as ações do AccessTUR – Centro de Portugal, um projeto de promoção do turismo acessível e inclusão social, promovido pela Accessible Portugal, com o apoio da Turismo do Centro e das sete comunidades intermunicipais da região Centro.

A Lusa lembra, contudo, que, na área da CIM Região de Coimbra e a nível nacional, o município da Lousã é dos mais avançados no turismo acessível, com um caminho nesta área percorrido desde 2011, ao longo do qual foi criada uma provedoria municipal para as pessoas com incapacidade, um selo de turismo acessível e apostado em projetos turísticos acessíveis.

 

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Feira Internacional do Artesanato regressa à FIL entre 25 de junho e 3 de julho

A FIA 2022 – Feira Internacional do Artesanato arranca no próximo sábado, 25 de junho, trazendo até à FIL, no Parque das Nações, em Lisboa, artesanato de mais de 30 países, num certame que decorre até 3 de julho.

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A FIA 2022 – Feira Internacional do Artesanato arranca no próximo sábado, 25 de junho, trazendo até à FIL, no Parque das Nações, em Lisboa, artesanato de mais de 30 países, num certame que decorre até 3 de julho.

De acordo com a organização, nesta edição, a FIA vai ocupar três dos quatro pavilhões da FIL, sendo que no Pavilhão 1 vai estar representado o artesanato nacional, enquanto o Pavilhão 2 recebe os artesãos internacionais das mais diversas latitudes e o Pavilhão 3 será dedicado à restauração, com sabores típicos de todas as regiões do país.

Entre os destaques da feira, encontra-se o maior vestido de cortiça do mundo, uma pérola do artesanato, que tem uma extensão total de 17 metros e que vai estar em exposição no Pavilhão 1 da FIL.

Destaque merecem também as diferentes atividades incluídas no programa da FIA 2022, como workshops, conferências e trabalhos ao vivo, a exemplo da conferência sobre eco design e sustentabilidade aplicados ao calçado, que tem lugar a 27 de junho, pelas 15h30, com a participação da marca Marita Moreno.

Mas também há um vasto programa de workshops, seja sobre a renda de frioleira, que vai estar em destaque a 25 de junho, pelas 17h00, enquanto no dia 28 será a vez dos bordados das Caldas motivarem um workshop pelas 17h00 e os lenços de namorados do Minho outro, pelas 20h00. Além destes, há ainda um workshop sobre joalharia em cerâmica, ministrado por Carolina Andrade, no dia 1 de junho.

Presente no certame vai estar ainda a A.CERTIFICA, o único organismo em Portugal continental que certifica produções tradicionais artesanais e que vai levar até à FIL trabalhos ao vivo com filigrana portuguesa (25 e 27 de junho) e renda de bilros (28 de junho 3 de julho), estando ainda previstos vários momentos dedicados à promoção da certificação com nomes como o chef Hernâni Ermida e o apresentador Júlio Isidro.

Além das iniciativas relacionadas com o artesanato, a FIA 2022 vai também contar com uma vasta oferta gastronómica, com a participação de restaurantes regionais do Alentejo e do Norte de Portugal, assim como com uma zona tasquinhas regionais.

Este ano, a novidade é mesmo a área de vinhos, que vai contar com 10 produtores nacionais de nove regiões, concretamente Algarve, Alentejo, Bairrada, Beira Interior, Dão, Douro, Lisboa, Região dos Vinhos Verdes e Trás-os-Montes.

O pavilhão da restauração vai ter entrada gratuita entre as 12h30 e as 14h30, enquanto a entrada na feira tem um preço de oito euros, existindo também packs de três ou quatro bilhetes, cujos preços são de 18 e 20 euros, respetivamente.

O programa completo da FIA 2022 pode ser consultado online aqui.

 

 

 

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Beja reafirma que aeroporto é “uma excelente e útil alternativa” a Lisboa e Faro

Assembleia Municipal de Beja aprovou terça-feira, 21 de junho, uma moção em que defende que o aeroporto da cidade pode e deve ser utilizado, “em caso de necessidade e de sobrelotação” dos aeroportos de Lisboa e Faro.

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A Assembleia Municipal de Beja aprovou terça-feira, 21 de junho, uma moção em que defende que o aeroporto da cidade é “uma excelente e útil alternativa” aos aeroportos de Lisboa e Faro, “em caso de necessidade e de sobrelotação”, avança a Lusa.

De acordo com uma nota enviada à Lusa, a moção, que foi aprovada por unanimidade pelos eleitos das várias forças políticas, na mais recente reunião da Assembleia Municipal (AM) de Beja, lembra que “o Aeroporto de Beja encontra-se certificado pelo Instituto Nacional de Aviação Civil e é um dos quatro aeroportos portugueses que podem receber voos internacionais”, tanto de passageiros como de carga.

Por isso, defende a AM de Beja, “é urgente” rentabilizar esta infraestrutura aeroportuária, através do empreendimento do Alqueva, do Porto de Sines, do turismo, das fábricas de componentes aeronáuticos que a Embraer possuía em Évora e que, agora, são da espanhola Aernnova.

“Com vontade política de aposta nesta infraestrutura aeroportuária, seria até possível criar aqui uma Zona Franca com características fiscais especiais, onde se praticassem taxas alfandegárias reduzidas”, lê-se na nota enviada à Lusa.

Apesar de admitir que o aeroporto de Beja “dificilmente conseguirá ser um aeroporto complementar ao de Lisboa”, a AM de Beja considera que esta infraestrutura “pode ser, em caso de necessidade e de sobrelotação dos aeroportos de Lisboa e de Faro, uma excelente e útil alternativa”.

“A ação política local, nomeadamente através da Câmara Municipal de Beja, deve lutar e contribuir para a utilização regular do aeroporto”, sustenta a moção, onde se considera ainda que, devido ao potencial económico, o Alentejo “precisa do aeroporto como polo de desenvolvimento e valorização da região, pois, este possui espaço suficiente para uma plataforma logística de carga aérea, tendo um elevado potencial como zona industrial”.

A AM de Beja reclama também um maior investimento público, de forma a melhorar as acessibilidades, modernizar a ferrovia e a rodovia, assim como outros equipamentos e infraestruturas, de forma a fixar população e combater o isolamento.

“É importante que se aproveitem, desde já, os fundos estruturais estratégicos que Portugal vai receber”, acrescenta a nota da AM de Beja.

O documento vai agora ser enviado ao Presidente da República, ao primeiro-ministro e ao ministro do Planeamento e das Infraestruturas.

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Revive lança novo concurso para concessão de imóvel histórico em Pinhel

A “Casa Grande” de Pinhel é o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa e vai ser concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57.

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O Programa Revive vai lançar um novo concurso para concessão de uma casa nobre em Pinhel com vista à sua recuperação e utilização para fins turísticos, naquele que será o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa.

“O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57”, adianta o Ministério da Economia e do Mar, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 22 de junho, onde explica que este é um dos 16 imóveis integrados na segunda fase do programa REVIVE.

Este imóvel histórico, localizado junto à muralha de Pinhel, é conhecido como “Casa Grande” e pertenceu à família Antas e Menezes, que na época detinha a alcaidaria-mor da vila, também sido ocupado pelas tropas francesas, durante as Invasões Francesas.

Mais tarde, já no século XX, a Casa dos Condes de Pinhel tornou-se sede do Grémio da Lavoura e nos anos 1973-1974 a cooperativa agrícola cedeu o espaço à Câmara Municipal de Pinhel, altura em que o imóvel foi alvo de algumas obras de restauração, tornando-se na sede da autarquia. Atualmente, encontra-se desocupado e sem qualquer utilização.

Os interessados na concessão do imóvel têm um prazo de 120 dias para apresentação de propostas, sendo que, além da recuperação do imóvel, as propostas devem também promover a sua valorização turística, de forma a atrair turistas e gerar novas dinâmicas para a região.

Recorde-se que o Programa Revive foi lançado em 2016, com um lote inicial de 33 imóveis, tendo, em 2019, sido integrados mais 16 imóveis e, já em 2021, foram incluídos três novos imóveis de um terceiro lote que será anunciado até ao final do ano corrente. O programa integra, atualmente, um total de 52 imóveis, 23 deles situados em territórios de baixa densidade.

Até ao momento, já foi adjudicada a concessão de 19 destes imóveis, representando mais de 142,5 milhões de euros de investimento privado na recuperação de património público e rendas anuais a rondar os 2,5 milhões de euros.

 

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Sintra volta a cobrar taxa turística a partir de julho

Autarquia justifica a decisão com “o atual cenário de recuperação económica do turismo, com significativo aumento do número de turistas no concelho e na vila de Sintra”.

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As dormidas em estabelecimentos de alojamento no concelho de Sintra vão voltar a pagar uma taxa turística de um euro a partir de julho, avançou a autarquia, que revogou a isenção de taxa na última reunião do executivo municipal de Sintra, presidido por Basílio Horta (PS).

De acordo com a Lusa, a autarquia emitiu uma nota informativa, que é assinada por Basílio Horta e que explica que a revogação desta medida, que tem efeitos a partir de 01 de julho, “teve como fundamento o atual cenário de recuperação económica do turismo, com significativo aumento do número de turistas no concelho e na vila de Sintra”.

Recorde-se que a taxa turística cobrada em Sintra tinha sido suspensa em novembro de 2020, devido à pandemia da COVID-19, que levou a autarquia a decretar a isenção desta taxa, que foi criada em 2019 e é cobrada pelos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local aos respetivos hóspedes com estadia máxima de três noites seguidas.

As receitas desta taxa revertem para o “crescimento sustentável do turismo, qualidade ambiental e manutenção do património cultural do município”.

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Escola de Hotelaria e Turismo do Porto celebra aniversário com evento para profissionais do setor

Evento vai juntar várias centenas de profissionais do turismo, incluindo atuais e antigos alunos da EHTP, e dar continuidade às comemorações do 50.º aniversário da instituição de ensino, que foram interrompidas com a pandemia da COVID-19.

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A Escola de Hotelaria e Turismo do Porto (EHTP) vai realizar a 26 de junho, a partir das 18h00, o evento “Do You Remember”, que vai juntar várias centenas de profissionais do setor do turismo e dar continuidade às comemorações do 50.º aniversário da instituição de ensino, que foram interrompidas com a pandemia da COVID-19.

“Através da realização do “Do You Remember” – sunset cocktail, esta instituição, para além de celebrar a sua história, espera ainda demonstrar a vivacidade e a atratividade que o setor do turismo encerra, que apesar de prejudicado pela pandemia, aparece agora com redobrado ânimo tendo em conta as variadas oportunidades de emprego que se verificam em Portugal e no mundo”, refere a EHTP, em comunicado.

O evento vai, segundo Paulo Morais Vaz, diretor da EHTP, contar com a participação de “atuais e antigos alunos  numa perspetiva de partilha de experiências e networking pessoal e profissional”.

Dos vários participantes no evento “Do You Remember”, a EHTP destaca a presença de antigos alunos da EHTP que, “graças aos seus percursos profissionais, se tornaram figuras incontornáveis do turismo e da hotelaria a nível nacional e internacional”.

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