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“Portugal está na moda, mas o estar na moda dá muito trabalho”

Banco oficial da BTL desde 2016, o BPI volta a marcar presença no maior evento do turismo em Portugal. Para Pedro Barreto, administrador do banco, é “verdadeiramente surpreendente a resiliência do setor do turismo”, frisando que “é fundamental continuarmos a melhorar a qualidade, porque temos um potencial enorme”.

Victor Jorge
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“Portugal está na moda, mas o estar na moda dá muito trabalho”

Banco oficial da BTL desde 2016, o BPI volta a marcar presença no maior evento do turismo em Portugal. Para Pedro Barreto, administrador do banco, é “verdadeiramente surpreendente a resiliência do setor do turismo”, frisando que “é fundamental continuarmos a melhorar a qualidade, porque temos um potencial enorme”.

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Otimista quanto ao futuro do setor do turismo em Portugal, o administrador do BPI com o pelouro do turismo, Pedro Barreto, salienta que não se pode olhar para a retoma como uma “corrida de 100 metros”. Além do tempo que é preciso dar, o executivo do BPI destaca os desafios que o setor do turismo ainda terá de enfrentar, com os recursos humanos, desburocratização, formação e requalificação à cabeça.

De que forma é que um banco como o BPI olha para o setor do turismo e para as dificuldades e desafios que o setor enfrentou nestes dois anos? É inegável que temos um setor do turismo até março de 2020 e um setor do turismo pós março de 2020.
O setor do turismo é, a par da agricultura, um dos dois setores estratégicos para o BPI. Temos equipas dedicadas a este setor, temos uma oferta dedicada e uma série de eventos importantes. Portanto, é, claramente, um setor em que o banco quer estar, quer apoiar, e quer apoiar de forma crescente.

Como todos sabemos, foi o setor mais impactado pela pandemia e isso levou a quebras brutais quer do número de hóspedes, quer de receitas. É verdadeiramente surpreendente a resiliência do setor do turismo.

Confesso que, se me dissessem que o número de visitantes cairia 50% e que as receitas cairiam para menos de metade, iríamos ter uma série de problemas muito sérios.

Na minha opinião, é evidente que houve casos extramente difíceis e graves, mas a situação geral do setor ficou muito acima das minhas expectativas, pela positiva. O trabalho feito foi espetacular, de ajustamento, de melhoria da qualidade, de inovação e até de mudança de atitude acima de tudo.

Lembro-me de uma reunião que tivemos em que participou o Ferran Adrià [conhecido chef catalão, considerado um dos melhores e mais inovadores do mundo, ex-proprietário do restaurante El Bulli agora à frente do Bulli Lab] com uma série de clientes. Na altura, alguém perguntou, relativamente ao setor da restauração, o que é que pensava que, perante esta pandemia, deveríamos, em Portugal, mudar em termos de inovação. E a resposta dele foi muito interessante, salientando que somos muito bons a cozinhar. A questão, segundo Adriá, é de atitude. Dizia ele que, se em Portugal estavam habituados a fechar ao domingo, mas se têm clientes, têm de abrir ao domingo. Se não faziam take away, pois bem, têm de fazer take away. Foi esta adaptação, esta atitude de enfrentar os problemas que mais distinguiu o setor do turismo nestes últimos dois anos.

Foi, então, preciso uma pandemia para o setor, e não diria só do turismo, englobando a restauração, hotelaria, agências e operadores, acordar?
As crises fazem despertar essas mudanças, às vezes estruturais, e penso que o turismo fez isso muito bem.

Felizmente visito muitos clientes e tenho verificado que o aumento da qualidade da nossa oferta, nos últimos dois anos, é absolutamente notável. A melhoria dos procedimentos e dos processos. É fantástico.

Temos um grande desafio que são os recursos humanos. Mas eu acho que o balanço é francamente positivo e muito melhor do que as expectativas iniciais.

Um dos aspetos que mais se fala é, de facto, tentar perceber quando é que este setor volta ao que era, nomeadamente, ao ano de 2019, ano histórico no turismo em Portugal. Eu não vou perguntar quando é que essa retoma se vai dar, mas a minha pergunta é, teme que se possa perder alguma coisa do que se ganhou em termos desses processos, da qualidade, da inovação, ganhos com a pandemia.
Não. Estou muito otimista e tenho falado com vários hoteleiros e há expectativas quanto ao aumento das reservas já a partir de abril.

Acho que vai ser um ano, mesmo tendo um trimestre muito difícil, absolutamente fantástico. A própria Organização Mundial do Turismo (OMT) admite que se possa atingir, já em 2023, os números de 2019, quando anteriormente se apontava somente para 2024.

Sinceramente, acredito que vai ser mais rápido e que conseguimos uma coisa que é muito difícil de conseguir: aumentar a qualidade e termos mais turistas que estão mais tempo em Portugal. Isso é muito importante para captar quem tem capacidade para investir mais em Portugal.

 

É verdadeiramente surpreendente a resiliência do setor do turismo

 

Mas acredita que possamos atingir a tão falada meta do Plano “Reativar o Turismo | Construir o Futuro” de, em 2027, ultrapassar os 27 mil milhões de euros de receitas turísticas e 80 milhões de dormidas?
Estou e sou otimista. Nós portugueses temos qualidades fantásticas como a capacidade de falar línguas, a capacidade de sermos simpáticos, de receber bem, temos um clima absolutamente fantástico – neste momento até bom demais porque não chove e isto pode vir a ser um problema para a agricultura, mas para o turismo é muito bom.

Vamos ter investimentos também na oferta para a terceira idade e vamos, claramente, ser um destino que vai ganhar muitos visitantes por essa via.

Responder às necessidades com tempo
Mas voltando atrás e a um tempo não tão positivo e otimista, quais foram, de facto, as maiores necessidades que uma entidade bancária como o BPI sentiu por parte dos seus clientes?
Acima de tudo, e não se aplica só ao turismo, é preciso dar tempo. Mais do que dar dinheiro, é preciso dar tempo.

Naturalmente, houve uma questão muito importante para resolver e que se prendeu com a questão laboral. Foi muito importante. Agora, o trabalho a fazer está na parte fiscal. Mas lá está, temos de dar tempo. Os projetos que avançaram mesmo antes da pandemia, o que eles precisam é de tempo, porque o potencial está lá, a qualidade está lá, e, muitas vezes, o que não está lá ou não se dá é tempo.

Há que olhar para esta situação não como uma corrida de 100 metros, mas como uma maratona?
Claro. Não pode ser vista como uma corrida de 100 metros, senão muitos ficarão pelo caminho.

E além do fator tempo, é fundamental o fator da comunicação e aqui o trabalho do Turismo de Portugal melhorou imenso e tem feito um excelente trabalho nessa matéria. Portugal está na moda, mas o estar na moda dá muito trabalho. E não é uma coisa que aparece de um dia para o outro, não é uma questão de sorte. Resulta de muito trabalho e os vários stakeholders do setor do turismo têm feito um trabalho fantástico. E é isso que temos de continuar a fazer.

Mas o importante não é só estar na moda, é conseguir manter-se na moda.
Temos de continuar a fazer o que temos feito e melhorar permanente a qualidade.

É impressionante vermos o nível da oferta que temos hoje de restaurantes e de hotéis. E não falo de tudo o que apareceu de novo. É o que já cá estava. Tenho amigos estrangeiros que vêm cá e ficam boquiabertos, porque achavam que iam encontrar um país muito menos desenvolvido, com uma oferta muito menos rica e ficam verdadeiramente encantados.

Exposição excessiva ao turismo?
Relativamente ao banco, o BPI aumentou a exposição às empresas de alojamento e restauração para o nível mais alto. Esta realidade vivida em 2020 e 2021 foi muito diferente em relação ao ano de 2020?
O que fizemos foi manter essa lógica de apoio ao setor, não só pelo lado da oferta, mas muito pelo lado da procura.

Houve vários empresários que estavam a pensar avançar com novos hotéis e que pararam. Pararam para pensar de forma prudente. Agora voltamos a verificar que esses projetos estão novamente a avançar e o banco está totalmente disponível para voltar a apoiá-los como já fazia anteriormente.

Mas o Banco de Portugal colocou a banca como um dos setores com maior probabilidade de incumprimento do crédito. Essa análise, na sua ótica, mantém-se ou é algo que não deve ser visto por esse prisma?
Não. Há um fator que influenciou o Banco de Portugal que foi o tema das moratórias, pois os bancos tiveram um volume muito elevado de moratórias. A verdade é que, por grande mérito das empresas, as moratórias acabaram e não se sente o problema.

Por isso, como em todas as crises, quando temos uma percentagem muito elevada de clientes que pedem moratória, vemos que essas pessoas vão voltar a pagar. Mais uma vez, reforço, precisamos, ou melhor, precisam de tempo e no caso do setor do turismo isso é claro.

Como disse, estou muito otimista já em relação a 2022 e, concluindo, penso que se trata de um setor onde não vamos ter muitos problemas.

Portanto, não teme o desaparecimento de muitos players do setor do turismo?
Sinceramente, acho que isso não vai acontecer. Os problemas que existem, já existiam antes da pandemia. Não são ou foram provocados pela pandemia.

Dou-lhe o exemplo da restauração onde, mal a crise apareceu, houve logo uma série de restaurantes que fecharam, mas outros, empresas familiares, que demonstraram uma grande flexibilidade. Houve logo esse ajustamento da oferta.

 

Acima de tudo, e não se aplica só ao turismo, é preciso dar tempo. Mais do que dar dinheiro, é preciso dar tempo

 

Esse ajustamento era necessário?
Sim, esse ajustamento era necessário, mas não tenho dúvidas que, o que sai desse ajustamento, são empresas mais fortes, de maior qualidade e mais focadas. É fundamental continuarmos a melhorar a qualidade, porque temos um potencial enorme.

Temos um potencial enorme de captar o segmento mais alto do turismo e acho que o estamos a fazer e bem.

O desafio da qualidade
É aí que Portugal deve apostar as “fichas”, nesse segmento mais alto, de qualidade?
Não deve, tem de apostar. E tem de fazê-lo não só externamente como internamente.

Até porque há muitos portugueses que desconhecem ou desconheciam o seu próprio país.
Nas minhas funções, estive durante sete anos à frente da rede balcões, tenho há quatro a banca de empresas, e andava sempre a viajar e garanto-lhe que temos um país fantástico.

Claro que esses destinos têm ainda um longo caminho a percorrer e estão a fazê-lo muito bem. Mas reconheço que ainda estamos no início.

No final do ano passado a diretora da Organização Mundial do Turismo (OMT) para a Europa, Alessandra Priante, dizia que a vantagem de Portugal, neste momento, era ser ainda um destino desconhecido e, por isso, a procura pelo país Portugal, pelo destino Portugal, só tenha um caminho: crescer.
Não tenho dúvidas nenhumas. E isso vai continuar a acontecer. Diria que temos um desafio no número de visitantes, mas temos um desafio e um potencial ainda maior na receita.

O que poderá acontecer é que para o português, Portugal está a ficar mais caro, mas para os turistas estrangeiros, para a qualidade que oferecemos, a relação preço/qualidade é ímpar.

Acredita que isso fará com que o setor do turismo volte a esquecer um bocadinho o turismo interno?
Não, porque há muitos portugueses que não conheciam bem o seu país e a pandemia permitiu conhecerem coisas fantásticas que existem em Portugal.

Mas temos o problema do arranque das viagens de longo curso e das viagens de negócios?
As viagens de um dia para fazer negócios poderão sofrer um pouco, sem dúvida. Mas recordo aquando do ataque às Torres Gémeas que se dizia que as pessoas não iriam viajar mais de avião.

Claro que as empresas não vão deixar os custos voltar ao que eram, já que apareceram alternativas que funcionam. O digital trouxe um ajustamento na forma de olhar para essas viagens de negócios. Lá está novamente o ajustamento.

Posicionamento pró-ativo
Regressando ao BPI, qual foi a solução ou produto mais procurado pelo setor do turismo durante este período de pandemia?
De facto, houve uma inflexão. Houve uma maior procura, e não só pelo setor do turismo, pelas linhas de apoio à economia e que permitiram a clientes e empresas ter créditos mais longos (mais uma vez, o tema de dar tempo) a taxas mais baratas e com um período importante de carência.

Os bancos têm um grande desafio de serem relevantes para os clientes, têm de trazer valor acrescentado. Passou a existir uma especialização e uma segmentação clara da oferta que não havia, de forma tão acentuada, há uns anos. Por isso, lançámos uma equipa dedicada só aos setores da agricultura e turismo e também para a parte do imobiliário.

Os clientes têm o seu dia-a-dia que não permite conhecer todas as linhas de apoio e todos os serviços. Daí termos essas equipas dedicadas para ajudá-los a organizar melhor os seus investimentos.

Dou-lhe o exemplo da agricultura onde o banco apostou a sério há mais de 10 anos. Não era um setor evidente. Agora toda a gente diz que é evidente.

Decidimos investir no turismo ainda antes da pandemia. Com base naquilo que vejo hoje, acho que foram duas decisões absolutamente acertadas.

Atualmente, temos quotas de 20% no setor da agricultura e queremos isso para o turismo.

Isso faz-se com mais produtos, mais soluções, mais serviço, mas também com uma simplificação de oferta. Não é por termos mais produtos, mais serviços que somos relevantes. É por termos uma oferta ajustada ao que o setor precisa e apresentá-la de forma simples.

 

Não é por termos mais produtos, mais serviços que somos relevantes. É por termos uma oferta ajustada ao que o setor precisa e apresentá-la de forma simples

 

E, de certa forma, desburocratizar os processos?
Sem dúvida. Explicar porque é que, quando o Governo lançou as linhas de apoio à economia, o dinheiro não chegava à economia. Não chegava precisamente, porque o processo era muito complexo.

Foram tomadas decisões importantes pelo Governo para simplificar os processos, mas ainda assim, em Portugal exige-se papéis a mais. No caso das linhas para a economia era preciso entregar 17 documentos para uma empresa candidatar-se a uma linha de emergência.

Que, como o nome indica, é de emergência?
Exato. Mantivemos contactos com as autoridades para agilizar processos e mesmo internamente o BP foi proativo e não ficou à espera.

Falou no Governo, Governo esse que toma posse no próximo dia 23 de fevereiro. Se tivesse que indicar algumas medidas a tomar rapidamente para ajudar o setor do turismo, quais seriam?
Desburocratização é absolutamente fundamental. Além disso, formação e requalificação. Também aqui, os cursos existentes são excessivamente longos.

Uma pessoa que queira mudar de vida e queira aprender a trabalhar na área do turismo, demora muito tempo a conseguir essa requalificação.

Essa questão dos recursos humanos é um dos problemas colocados pela pandemia. Como é que olha para essa renovação e/ou requalificação dos quadros?
Vejo-o como um grande desafio. Não existem cursos pensados para o curto prazo.

Temos pessoas muito bem formadas, mas depois a oferta continua a ter salários muito baixos e rapidamente se começa a pensar em ir lá para fora. Há que pensar na questão fiscal.

Viagens sustentáveis
Inovação e sustentabilidade são outros dos temas.
Sim, mas na questão da sustentabilidade até estamos bem. As pessoas, cada vez mais, procuram experiências, turismo inovador e autêntico. No BPI tenho, também, a responsabilidade da sustentabilidade. Acabámos de concluir o nosso Plano Diretor de Sustentabilidade, feito em cooperação, obviamente, com o CaixaBank, e que inclui já uma série de ideias de ajustamentos dos nossos serviços e da nossa oferta. Na nossa comunicação temos perto 120 ideias nesse sentido e, a questão da sustentabilidade vai transformar o mundo.

É uma pena que a Europa esteja sozinha na vanguarda deste tema. Estamos mais avançados que os EUA, por exemplo, e é muito importante que outros países e continentes invistam nesta questão que é um movimento incontornável e imparável.

Há, por exemplo, objetivos muito claros que estão definidos, quais são as metas a atingir pelos bancos.

 

Desburocratização é absolutamente fundamental

 

No BPI analisa-se os projetos também por esse prisma da sustentabilidade?
Claramente. Também aqui vamos ser pró-ativos e, mais uma vez, iremos falar com os nossos clientes no setor do turismo para fazer investimentos no sentido da sustentabilidade quer seja no aproveitamento das águas, na parte energética, minimizar o desperdício.

Diria que é um grande desafio, mas uma grande oportunidade e o banco que está, precisamente, a estruturar muito bem a informação e a preparar-nos para cada um dos principais setores.

As pessoas irão viajar em função da sustentabilidade do destino?
Sem dúvida, principalmente nas camadas mais jovens. Nós temos condições absolutamente excecionais para sermos um dos países que mais vai beneficiar com esta alteração de mentalidade.

O patrocínio do BPI à BTL não é de hoje, vem de 2016. Que tipo de patrocínio é esse e que benefício é que o BPI, de facto, retira do patrocínio à BTL. Como é que o BPI de facto se posiciona naquela que é a maior evento do setor do turismo em Portugal?
Tal como referi, há anos que decidimos apostar em dois setores estratégicos: agricultura e turismo. Na agricultura, estamos na Feira Nacional da Agricultura e na Ovibeja. No turismo, estamos na BTL e é um apoio para manter.

É um local que nos permite estar com os clientes do banco, falar com eles. Não é só ouvir, mas é também aconselhar. Lá está a proatividade. Os bancos têm que ser proativos e as equipas comerciais não podem estar à espera que os clientes entrem pela porta do banco.

Para o BPI o que seria uma BTL de sucesso?
Seria uma BTL com o número de participantes, pelo menos igual, a 2019, com a qualidade que eu tenho visto, com uma oferta muito bem organizada e com os expositores de elevada qualidade. Essa imagem de qualidade é fundamental, do país, dos destinos, das pessoas.

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Estão lançados os “Portugal Meeting Forums by Publituris” 2024

O jornal Publituris dá início a um dos eventos mais relevantes de incentivo ao segmento MICE em Portugal – Publituris Portugal Meeting Forums – com o lançamento do website do evento que se realizará no início de outubro de 2024, em Oeiras.

Publituris

Nos dias 1, 2 e 3 de outubro de 2024, o jornal Publituris vai organizar o seu evento MICE dirigido ao mercado internacional – “Portugal Meeting Forums by Publituris”.

A 8.ª edição deste evento, que conta com o apoio do Turismo de Portugal, TAP Air Portugal, Vila Galé Hotéis, MiceBuzz e YVU, os “Portugal Meeting Forums by Publituris” irão receber agentes de viagem provenientes de vários mercados (Europa – Brasil – Canadá – EUA), assim como responsáveis pela organização e planeamento de eventos, incentivos e congressos em empresas multinacionais.

O objetivo é mostrar, divulgar e sublinhar Portugal como destino fundamental, na organização de eventos MICE, com foco exclusivo no mercado português, na sua diferenciação, oferta e mais-valia.

O evento arranca no dia 1 de outubro, com a chegada dos buyers internacionais, seguido de um Cocktail Dinatoire no Vila Galé Collection Palácio dos Arcos.

O segundo dia, 2 de outubro, será dedicado, em exclusivo, a reuniões, a realizar no Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, com um working lunch. À noite, o jantar será num local emblemático na Costa do Estoril.

O último dia, 3 de outubro, suppliers & buyers terão oportunidade de ter um dia completo para visitar a região de Oeiras, palco deste evento, ao qual se seguirá uma famtrip, para os buyers internacionais, de dois dias à região do Alentejo, com alojamento e refeições incluídas.

Para esta edição já estão confirmados os seguintes suppliers:

Bomporto Hotels
Hard Rock Cafe
Savoy Signature
Portugal Green Travel (DMC)
WOW
Highgate Portugal
Pestana Hotel Group
GR8 events
HF Hotels
Amazing Evolution
SANA Hotels
Bensaude Hotels Collection
Açoreana DMC

Para saber mais sobre os “Portugal Meeting Forums by Publituris” 2024 visite o site em: https://meetingforums.publituris.pt/2024/

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Em comunicado, a ANA Aeroportos explicou que a opção pelo trabalho em horário noturno visa “minimizar o impacto nas operações aeroportuárias”.

O contrato de empreitada foi assinado com a Acciona esta segunda-feira, 27 de maio, e representa “um investimento de qualidade, segurança e desempenho ambiental, permitindo acomodar o crescimento do tráfego aéreo”, relata a nota de imprensa.

Com esta operação, continua o comunicado, a ANA vai “reforçar as condições operacionais do aeroporto, sendo esta a maior intervenção realizada na pista desta infraestrutura”.

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Além destas 15 categorias, a APENO entregou também 4 Prémios de “Mérito e Incentivo”, de forma a homenagear o esforço e as boas práticas das empresas ou personalidades que se tenham evidenciado pelo seu trabalho no setor. Os vencedores foram: Alexandra Maçanita, da FitaPreta; Judith Martín, da Azores Wine Company; Miguel Leal, da ML Private Tours; e Vera Magalhães, da João Portugal Ramos.

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Votação para os Publituris “Portugal Travel Awards” 2024 começa hoje

Já pode votar nos 177 nomeados nas 22 categorias que compõem os Publituris “Portugal Travel Awards” 2024.

Publituris

A 19.ª edição dos Publituris “Portugal Travel Awards” arranca esta segunda-feira, 27 de maio de 2024, com a divulgação dos nomeados e o início da votação.

Já pode ir a https://premios.publituris.pt/ e ver os 177 nomeados que concorrem nas 22 categorias da edição de 2024, e votar. Isto claro, se for assinante do jornal ou subscritor da newsletter diária, já que os registos estarão suspensos até ao fim da votação, a 27 de junho de 2024.

As categorias são:

Melhor Companhia de Aviação
Melhor Companhia de Aviação Lowcost
Melhor Rent-a-Car
Melhor Operador Turístico
Melhor Rede de Agências de Viagens
Melhor Companhia de Cruzeiros
Melhor Cadeia Hoteleira
Melhor Hotel Cinco Estrelas
Melhor Hotel Quatro Estrelas
Melhor Hotel Resort
Melhor Boutique Hotel
Melhor Hotel de Cidade
Melhor Hotel MICE
Melhor Hotel de Praia
Melhor Turismo Rural
Melhor Enoturismo
Melhor Campo de Golfe
Melhor Parque Temático e Diversões
Melhor Empresa de Animação Turística
Melhor Marina
Melhor Destino Internacional
Melhor Região de Turismo Nacional

Haverá ainda a lugar à entrega do Prémio “Belmiro Santos”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

Os vencedores serão conhecidos no dia 4 de julho, a partir das 19h00, no Pestana Douro Riverside, no Porto.

Os vencedores resultarão de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), dos assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Relativamente aos subscritores da newsletter diária, só serão contabilizados os votos dos registos efetuados até 24 de maio, ficando o registo suspenso até ao final da votação, ou seja, até dia 27 de junho de 2024.

O júri é composto por: Ana Jacinto (Secretária-geral da AHRESP); André Gomes (Presidente da Região de Turismo do Algarve); António Marques Vidal (Presidente da APECATE); Carla Salsinha (Presidente da ERT de Lisboa); Carlos Brandão (Presidente da ESHTE); Cristina Siza Vieira (Vice-presidente Executiva da AHP); Dália Palma (Gestora Coordenadora da BTL); Eduardo Jesus (Secretário Regional do Turismo da Madeira); Eduardo Miranda (Presidente da ALEP); Fernando Garrido (Presidente da ADHP); Francisco Pita (CCO da ANA – Aeroportos de Portugal); Francisco Serzedello (CEO da GR8 events); Jaime Quesado (Economista e gestor); Joaquim Robalo de Almeida (Secretário-geral da ARAC); Jorge Costa (Presidente do IPDT); José Santos (Presidente da Turismo do Alentejo e Ribatejo); Lídia Monteiro (Vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal); Luís Pedro Martins (Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal); Miguel Quintas (Presidente da ANAV); Nuno Abranja (Diretor do Departamento de Turismo do ISCE); Pedro Costa Ferreira (Presidente da APAVT); Raul Almeida (Presidente da Turismo do Centro de Portugal); Rodrigo Pinto Barros (Presidente da APHORT); Sérgio Guerreiro (Professor Convidado da NOVA SBE); Sofia Almeida (Coordenadora Vertical da Área Turismo & Hospitalidade da Universidade Europeia).

Agora, visite https://premios.publituris.pt/ e vote.

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Grupo Saudia encomenda mais 105 aviões à Airbus

Mais 105 aviões da família A320neo. Esta nova encomenda do Grupo Saudia eleva para 144 as aeronaves encomendadas ao fabricante europeu em detrimento da Boeing.

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O Grupo Saudia, representado pela Saudia, transportadora nacional de bandeira do Reino da Arábia Saudita, e pela flyadeal, transportadora lowcost do grupo, assinou uma encomenda de mais 105 aviões da família A320neo. A encomenda inclui 12 aeronaves A320neo e 93 A321neo.

Este novo acordo aumenta a carteira de encomendas de aeronaves Airbus do Grupo Saudia para 144 aeronaves da família A320neo.

A Arábia Saudita está a criar oportunidades sem precedentes para a aviação mundial através da Estratégia Nacional de Turismo da Arábia Saudita, que tem como objetivo mais de 150 milhões de turistas até 2030. Esta encomenda à Airbus desempenhará um papel significativo no reforço da ambição do Reino de se tornar um dos principais destinos turísticos mundiais.

Com um valor de 19 mil milhões de dólares (cerca de 17,5 mil milhões de euros), de acordo com o Fórum da Aviação do Futuro, em Riade, onde Ibrahim Al-Omar, diretor-geral do Grupo Saudia, tornou pública a notícia, ainda não é claro se o negócio é, nas suas palavras, “o maior negócio da história da aviação saudita”, devido ao número de aviões envolvidos ou ao montante despendido.

Segundo os analistas, os recentes problemas de fabrico e de reputação da Boeing podem ter contribuído para a escolha do fornecedor, mas o Grupo Saudita já opera uma frota maioritariamente Airbus, com apenas 51 dos seus 144 aviões fornecidos pela Boeing. 39 outros Airbus já estão encomendados e serão complementados pela última aquisição de 12 aviões A320neo e 93 A321neo, elevando a carteira total de encomendas para 144.

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Eurowings conta com “programa especial” para o Euro 2024

“Temos as melhores reservas para os meses de junho e julho”. É assim que o CEO da Eurowings, pertencente ao grupo Lufthansa, olha para os meses do Euro 2024 que decorre em terras alemãs.

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A Eurowings está otimista em relação ao próximo Campeonato Europeu de Futebol e espera um aumento das reservas em consequência disso. A filial da Lufthansa está a planear mais de 70 voos adicionais só para este evento e está a aumentar a sua capacidade com mais de 13.000 lugares adicionais, no que diz ser um “programa especial”.

“Temos as melhores reservas para os meses de junho e julho”, afirmou Jens Bischof, CEO da Eurowings, a propósito do período que abrange a realização do Euro 24.

O Euro 2024 terá lugar de 14 de junho a 14 de julho, admitindo o responsável da companhia, contudo, que, provavelmente, não irá criar frequências adicionais no tráfego aéreo doméstico.

“A verdadeira época de verão para a Eurowings começará com o início das férias escolares. Estamos perante um verão muito, muito bem sucedido”, afirmou Bischof, indicando que estão planeados mais de 600 voos por dia.

No total, a companhia aérea tem cerca de 120 aviões em funcionamento este verão e oferece mais 13% de lugares do que há um ano. A introdução da nova frota Airbus A320neo também foi concluída, para já, com 13 novos aviões.

Nos próximos dois anos, deverão ser entregues mais dois aparelhos. No entanto, a companhia aérea está, atualmente, em conversações com a Lufthansa sobre a expansão da frota.

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TAP distingue os melhores parceiros de 2023

No evento anual, a TAP Air Portugal premiou os melhores parceiros de vendas de 2023 que promoveram a companhia dentro e fora do país.

Victor Jorge

A TAP Air Portugal homenageou esta quinta-feira, 23 de maio, os agentes de viagens que mais se destacaram na venda de bilhetes para voos da companhia, nos principais mercados onde atua, com a tradicional cerimónia de entrega dos TAP Awards.

O evento, presidido pelo chairman e CEO da TAP, Luís Rodrigues, contou com representantes do setor de viagens e turismo de Portugal, Brasil, Estados Unidos da América, África e dos principais mercados da Europa.

Os prémios TAP Awards foram entregues aos agentes de viagens que mais se distinguiram no último ano pelo volume de vendas realizado para voos da TAP, reforçando, assim, a companhia o reconhecimento da importância dos seus parceiros privilegiados de negócio para o desenvolvimento da atividade e dinamização da indústria de viagens e turismo e o contributo que dão para a consolidação das vendas e sustentabilidade da transportadora.

Os vencedores dos TAP Awards nas diferentes categorias foram:

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Top Seller Global OTA – Etraveli
Top Seller Groups – Pinto Lopes
Top Seller Global Cruises – MSC Cruises

CORPORATE
Top Seller Global TMC – GBT AMEX
Top Seller Business Class Global TMC – BCD

EUROPA
Top Seller Itália – Gattinoni
Top Seller Business class Itália – Welcome Travel Group

Top Seller Reino Unido – Latitude Forty Travel
Top Seller Business Class – Travel Counsellors

Top Seller França – Selectour
Top Seller Business Class – Manor

Top Seller Alemanha – Aerticket
Top Seller Business Classe – Der Business Travel

Top Seller Espanha – AvorisSpain
Top Seller Business Class Espanha – El Corte Inglés

BRASIL
Top Seller Brasil – CVC Corp
Top Seller Business Class Brasil – BEFLY
Top TAP Partner Sales – Pontestur

AMÉRICA do NORTE
Top Growth América do Norte – Voyages à la Carte
Top Seller América do Norte – Expedia
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Top Seller África – Realvitur
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Top Growth All Cabins África – Travelstore

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Top Seller Portugal – Wamos
Top Seller Business Class Portugal – Go4Travel
Top Seller South Atlantic Portugal – Abreu
Top Seller Tour Operator Portugal – Solférias

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Victor Jorge

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Nova Edição: Os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards 2024”. Conheça-os na edição 1512

A próxima edição do Publituris faz capa com os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024. Nesta 19.ª edição, há 177 nomeados em 22 categorias. Além disso, falamos das restrições no turismo, do ATM 2024, WTTC e de seguros de viagens.

Publituris

A última edição de maio do jornal Publituris destaca os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024. Nesta 19.ª edição, há 177 nomeados nas 22 categorias que estarão a votação a partir de segunda-feira, 27 de maio, no site dos prémios criado para o efeito e que estará online no dia do arranque da votação.

As categorias são: Melhor Companhia de Aviação, Melhor Companhia de Aviação Lowcost, Melhor Rent-a-Car, Melhor Operador Turístico, Melhor Rede de Agências de Viagens, Melhor Companhia de Cruzeiros, Melhor Cadeia Hoteleira, Melhor Hotel Cinco Estrelas, Melhor Hotel Quatro Estrelas, Melhor Hotel Resort, Melhor Boutique Hotel, Melhor Hotel de Cidade, Melhor Hotel MICE, Melhor Hotel de Praia, Melhor Turismo Rural, Melhor Enoturismo, Melhor Campo de Golfe, Melhor Parque Temático e Diversões, Melhor Empresa de Animação Turística, Melhor Marina, Melhor Destino Internacional, Melhor Região de Turismo Nacional.

Haverá ainda a lugar ao Prémio “Belmiro Santos”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

Os vencedores serão conhecidos no dia 4 de julho, no Pestana Douro Riverside, no Porto, a partir das 19h00.

Os vencedores resultarão de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), dos assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Relativamente aos subscritores da newsletter diária, só serão contabilizados os votos dos registos efetuados até 24 de maio, ficando o registo suspenso até ao final da votação, ou seja, até dia 27 de junho de 2024.

O júri é composto por: Ana Jacinto (Secretária-geral da AHRESP); André Gomes (Presidente da Região de Turismo do Algarve); António Marques Vidal (Presidente da APECATE); Carla Salsinha (Presidente da ERT de Lisboa); Carlos Brandão (Presidente da ESHTE); Cristina Siza Vieira (Vice-presidente Executiva da AHP); Dália Palma (Gestora Coordenadora da BTL); Eduardo Jesus (Secretário Regional do Turismo da Madeira); Eduardo Miranda (Presidente da ALEP); Fernando Garrido (Presidente da ADHP); Francisco Pita (CCO da ANA – Aeroportos de Portugal); Francisco Serzedello (CEO da GR8 events); Jaime Quesado             (Economista e gestor); Joaquim Robalo de Almeida (Secretário-geral da ARAC); Jorge Costa (Presidente do IPDT); José Santos (Presidente da Turismo do Alentejo e Ribatejo); Lídia Monteiro (Vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal); Luís Pedro Martins (Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal); Miguel Quintas (Presidente da ANAV); Nuno Abranja (Diretor do Departamento de Turismo do ISCE); Pedro Costa Ferreira (Presidente da APAVT); Raul Almeida (Presidente da Turismo do Centro de Portugal); Rodrigo Pinto Barros (Presidente da APHORT); Sérgio Guerreiro (Professor Convidado da NOVA SBE); Sofia Almeida (Coordenadora Vertical da Área Turismo & Hospitalidade da Universidade Europeia).

Também nesta edição, destacamos as medidas restritivas que estão a ser impostas para conter os fluxos de turistas, principalmente nas cidades europeias, que colocam constrangimentos aos operadores turísticos cujo core business são os circuitos culturais e viagens de grupo. Como é que estão a lidar com estas questões, nomeadamente das taxas turísticas, da burocracia, limitação do número de pessoas por guia, aumento constante, e quase sem aviso, do preço das entradas de grupos de turistas em monumentos e atrações turísticas, e a distância em que os autocarros, cada vez mais, são obrigados a ficar dos centros históricos de algumas cidades, foi o que o Publituris pretendeu conhecer, em conversa com diversos profissionais ligados à operação turística.

A viagem ao Arabian Travel Market (ATM) 2024, a convite do Turismo do Dubai, veio confirmar algo que já se suspeitava há muito. A região do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) não quer ficar somente por um destino turístico. Sejam os EAU, mas principalmente, o Dubai, pretendem tornar-se num hub global, no qual o turismo terá um papel fulcral.

Também no Dubai, tivemos uma conversa (curta) com Julia Simpson, presidente e CEO do World Travel & Tourism Council (WTTC), na qual se mostrou surpreendida (pela positiva) com os resultados obtidos pelo turismo em Portugal. Julia Simpson também mostrou uma certa curiosidade [a conversa foi tida antes de se conhecer a decisão sobre o novo aeroporto para a região de Lisboa] sobre como Portugal conseguirá manter esta performance. “Sem novo aeroporto, como irão crescer?” perguntou a CEO e presidente do WTTC, além de querer saber novidade sobre o processo de privatização da TAP.

O dossier desta edição é dedicado aos seguros de viagem. Depois de ultrapassado o período da pandemia, considerado por todos como o que criou uma das maiores crises económicas, especialmente nas viagens, a adaptação da oferta dos seguros foi não só necessária como obrigatória. Mas se antes os seguros de viagem eram vistos como uma precaução adicional, hoje são considerados indispensáveis para quem viaja.

Além do “Check-in”, as opiniões desta edição pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Sílvia Dias (Savoy Signature), Carlos Torres (jurista), e Pedro Castro (SkyExpert).

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do Publituris. Pode comprar apenas esta edição ou efetuar uma assinatura do Publituris aqui obtendo o acesso imediato.

Para mais informações contacte: Carmo David | [email protected] | 215 825 430

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Boas leituras.

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Transportes

Vamos Portugal chega ao mercado nacional do renting

Criada em Espanha, em 2019, a Vamos Portugal tem como objetivo tornar-se na plataforma líder e de referência em renting online de veículos, apostando em soluções perfeitamente direcionadas aos seus diferentes clientes.

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A Vamos Portugal é a nova plataforma de renting em Portugal, apresentando-se como a solução alternativa à atual vertente de negócios implementada no nosso país. Criada em Espanha, em 2019, por Mario Carranza, empresário espanhol com uma década de experiência no sector da mobilidade e da tecnologia, a plataforma Vamos alarga, agora, a sua área de intervenção à totalidade do espaço ibérico, fruto da criação da Vamos Portugal, entidade que no nosso país estará sob a direção de Anderson Miranda.

Assumindo objetivos ambiciosos, mas perfeitamente definidos, a Vamos Portugal pretende oferecer uma experiência totalmente digital à sua carteira de clientes – 7.100 entidades, entre particulares e estruturas profissionais como PMEs, Frotistas e Rent-a-Car e plataformas TVDE – permitindo-lhes a aquisição de veículos em renting de uma forma rápida e fácil, com soluções à medida, num pacote do tipo tudo incluído, associada a rendas mensais específicas, transparentes e perfeitamente balizadas.

“Apercebemo-nos de que, embora as pessoas adorem automóveis, nem toda a gente pretende, de facto, ter um em seu nome, fruto de todos os custos associados e das demais obrigatoriedades inerentes à posse de uma viatura, seja ela de âmbito particular ou profissional”, refere Anderson Miranda, cofundador e diretor-geral da Vamos Portugal.

Fortemente apostada na digitalização e na implementação de processos simples e imediatos, operados em ambiente online, a Vamos Portugal aposta num portal dedicado – em www.vamos.pt – através do qual apresenta parte significativa da sua oferta de viaturas e de soluções, num processo suportado por uma equipa de profissionais, aptos a ajudar os interessados a encontrarem soluções à medida das suas necessidades.

Sedeada nos arredores de Lisboa, a Vamos Portugal iniciou as suas operações em solo nacional em abril de 2024, contando, à data, com uma equipa de oito colaboradores, sob a direção de Anderson Miranda (diretor-geral) e da respetiva equipa de gestão, composta por Tiago Mendonça (diretor de Operações), Susana Varandas (diretora Comercial) e Brigite Correia (responsável de Pós-Venda).

A Vamos Portugal pretende fazer crescer, no curto prazo, em face dos contratos que têm neste momento em fase de lançamento ou execução, a operação não só em Portugal Continental, como nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

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Destinos

Governo alivia restrições impostas ao consumo de água no Algarve devido à seca

O Governo decidiu aliviar as restrições impostas aos consumos de água na agricultura e no setor urbano do Algarve, incluindo o turismo, para fazer face à seca na região, anunciou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, em Faro.

Publituris

“O Governo decidiu revogar a resolução 26A de 2024, de 20 de fevereiro, e nas próximas semanas vai ser aprovada e publicada uma outra resolução que visa dar continuidade a uma política de responsabilidade, mas, ainda assim, aliviar as restrições que estão hoje em vigor face à situação de 2023”, afirmou o primeiro-ministro, após uma reunião da comissão de acompanhamento da seca, em Faro.

Luís Montenegro indicou que o Executivo vai aprovar um “alívio de cerca de 20 hectómetros cúbicos na restrição que está hoje em vigor em todas as áreas de atividade”, distribuindo-se este valor por “2,65 hectómetros cúbicos de alívio no consumo urbano, de 13,14 de alívio no consumo da agricultura e de 4,17 no alívio no consumo para o turismo”.

Em fevereiro, o anterior Governo, liderado por António Costa, decretou a situação de alerta no Algarve devido à seca e aplicou medidas de contingência que previam reduções de consumo de 25%, para a agricultura, e de 15%, para o setor urbano.

Agora, Luís Montenegro anunciou um alívio destas restrições, embora frisando que é preciso preservar ao máximo a água, que é “um recurso escasso” na região.

Montenegro disse ainda que os dados representam, “face a 2023, um diminuição de disponibilidade de 10% no consumo urbano e 13% no consumo para agricultura e turismo”.

O primeiro-ministro disse ainda que é necessário “diminuir perdas nas várias utilizações de água” e recorrer a águas residuais em casos onde esta fonte é viável, como nos golfes, assegurando que o objetivo do Governo é também promover investimento que “possa ajudar a esta gestão mais eficiente” da água.

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