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África a braços com recuperação do turismo

Com uma percentagem ainda pequena da população imunizada contra a Covid-19, o Departamento das Nações Unidas para Assuntos Económicos e Sociais está preocupado com a recuperação do turismo em África, e diz que não será antes de 2024.

Carolina Morgado
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África a braços com recuperação do turismo

Com uma percentagem ainda pequena da população imunizada contra a Covid-19, o Departamento das Nações Unidas para Assuntos Económicos e Sociais está preocupado com a recuperação do turismo em África, e diz que não será antes de 2024.

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O turismo em África só deverá atingir os níveis pré-pandémicos em 2024, alerta o Departamento das Nações Unidas para Assuntos Económicos e Sociais (UNDESA).

Na parte que diz respeito a África, o relatório sobre a Situação e Perspetivas Económicas Mundiais das Nações Unidas para 2022, divulgado esta quinta-feira, em Washington, refere, conforme noticia a Lusa, que as chegadas de turistas ao continente não deverão regressar aos níveis de 2019 antes de 2023 e, muito possivelmente, só em 2024.

“As economias dependentes do turismo em África têm perspetivas positivas de evolução, embora a base seja bastante baixa, impulsionadas pelo abrandamento das restrições às viagens e à recuperação económica nos mercados de origem, na Europa e na Ásia, bem como devido à maior confiança para viajar associada com o sucesso das medidas de contenção e taxas de vacinação relativamente altas, como existe em Cabo Verde, Ilhas Comores, Maurícias, Marrocos, São Tomé e Príncipe e Tunísia”, destaca o documento.

O relatório conclui que “as indústrias dependentes do turismo, como a conservação da vida selvagem e proteção ambiental, e os trabalhadores informais do setor deverão enfrentar outro ano difícil, com efeitos agravados a longo prazo”, tendo em conta que na maioria dos países africanos menos de 5% da população está completamente imunizada contra a Covid-19, “falhando a meta da Organização Mundial de Saúde de 10% de cobertura até setembro de 2021 e 40% no final de 2021”.

O relatório da ONU surge no dia em que o diretor do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (Africa CDC) afirmou que os países africanos receberam até agora 663 milhões de doses, das quais administraram 340 milhões, o que equivale a 60,4% do total.

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Dubai recebe 17,15 milhões de turistas e alcança melhor desempenho de sempre em 2023

No ano passado, o Dubai recebeu 17,15 milhões de turistas, naquele que foi o melhor desempenho de sempre do destino e que traduz um crescimento de 19,4% face ao ano anterior, segundo o DET – Departamento de Economia e Turismo do Dubai.

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No ano passado, o Dubai recebeu 17,15 milhões de turistas, naquele que foi o melhor desempenho de sempre do destino e que traduz um crescimento de 19,4% face ao ano anterior, avança o DET – Departamento de Economia e Turismo do Dubai, em comunicado.

Na informação divulgada, o DET sublinha que o total de turistas recebido pelo Dubai em 2023 ultrapassou também os números de 2019, o último ano antes da pandemia, quando o Dubai recebeu 16,73 milhões de visitantes.

“Este crescimento está alinhado com os objetivos da Agenda Económica de Dubai D33, lançada há pouco mais de um ano pelo Xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum, Vice-Presidente e Primeiro-Ministro dos Emirados Árabes Unidos e Governante de Dubai, para consolidar ainda mais a posição do Dubai como uma das três principais cidades globais para negócios e lazer, e a melhor cidade para visitar, viver e trabalhar”, congratula-se o DET, realçando que “o desempenho do setor do turismo acompanha de perto o crescimento do PIB do emirado em 3,3% nos primeiros nove meses de 2023”.

Quanto a mercados, a maioria dos visitantes do Dubai no ano passado era proveniente do Médio Oriente e Norte de África (28%), “demonstrando que o Dubai é um destino de confiança e preferido para visitantes dos mercados vizinhos”, seguindo-se a Europa Ocidental e o sul da Ásia, que representaram, respetivamente, 19% e 18% das chegadas.

Já a Comunidade de Estados Independentes e a Europa Oriental contribuíram com 13% das chegadas, enquanto as regiões do norte da Ásia e do sudeste asiático representaram 9% das chegadas, as Américas contribuíram com 7%, África com 4% e a Australásia com 2%.

O DET diz também que, em 2023, a performance do setor hoteleiro do destino “continuou a apresentar um desempenho forte, superando os níveis pré-pandemia em todas as métricas de hospitalidade – ocupação, dormidas, estada média, taxa média diária (ADR) e receita por quarto disponível (RevPAR)”.

No setor hoteleiro, a ocupação média, em 2023, situou-se em 77,4%, nível que é considerado “um feito excecional tendo em conta um aumento geral de 19% na oferta de quartos em 2023 em comparação com 2019, que passou de 126.120 quartos disponíveis no final de dezembro de 2019 em 741 estabelecimentos para 150.291 quartos em 821 estabelecimentos no final de 2023”.

No ano passado, também as dormidas no Dubai atingiram valor recorde, somando 41,70 milhões, o que representa um aumento de 11% em comparação com 2022 (37,43 milhões), crescimento que, segundo o DET, “também representa um aumento substancial de 30% em relação aos números pré-pandemia de 2019, que registaram 32,11 milhões de dormidas”.

Já o ADR igualou o de 2022 e ficou nos AED536, enquanto o RevPAR teve um aumento de 6% em comparação com 2022 (AED415 vs. AED391) e um crescimento de 33% em relação ao período pré-pandemia de 2019 (RevPAR de AED312).

A estada média, por sua vez, foi de 3,8 noites em 2023, um aumento de 10% em relação às 3,4 noites em 2019.

“Estamos a aproveitar estrategicamente o impulso significativo gerado durante um 2023 altamente bem-sucedido para impulsionar o crescimento em todos os segmentos do turismo. À medida que aguardamos com expectativa a chegada de mais visitantes em 2024, o apoio inabalável dos nossos parceiros dos setores público e privado será crucial para aumentar a nossa capacidade de mostrar as ofertas incomparáveis do Dubai”, afirma Issam Kazim, CEO do DET.

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Vale de Ílhavo adere às Aldeias de Portugal

A adesão de Vale de Ílhavo à rede Aldeias de Portugal foi formalizada este domingo, 11 de fevereiro, depois da assinatura de um protocolo com a Associação de Turismo de Aldeia (ATA).

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O Município de Ílhavo anunciou a formalização da adesão de Vale de Ílhavo à rede Aldeias de Portugal, depois da assinatura de um protocolo com a Associação de Turismo de Aldeia (ATA), que decorreu este domingo, 11 de fevereiro.

“No âmbito da candidatura, aprovada, à Rede Nacional de Aldeias Turísticas Situadas em Espaço Rural – Aldeias de Portugal, o Município de Ílhavo assume, conjuntamente com a comunidade, o compromisso de promover a preservação do património material e imaterial, as boas práticas ambientais e a inclusão social de Vale de Ílhavo”, lê-se num comunicado da autarquia.

A Câmara Municipal de Ílhavo diz que é com “grande orgulho” que viu reconhecido “o património histórico e cultural de Vale de Ílhavo”, onde se destaca o Carnaval de Vale de Ílhavo e seus emblemáticos Cardadores, o Pão de Vale de Ílhavo, com as suas padas e folares, os ofícios e os recursos naturais e agrícolas, características distintivas da sua ruralidade e beleza paisagística.

O processo de adesão de Vale de Ílhavo às Aldeias de Portugal teve início em 2022 e contou com o envolvimento da comunidade de Vale de Ílhavo, “através de um trabalho de pesquisa, que incidiu sobre a realização de entrevistas individuais e recolha de testemunhos, a criação de uma base de dados de pontos de interesse, contactos e potencialidades da Aldeia”.

A autarquia explica ainda que foram também “promovidos encontros com a comunidade para recolha de contributos para o desenvolvimento do Plano de valorização da Aldeia e atividades âncora”.

 

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Centro de Portugal fortalece parcerias para valorizar recursos turísticos da região

A Turismo Centro de Portugal (TCP) integra 11 redes colaborativas da região Centro que submeteram candidaturas a fundos comunitários, no âmbito do PROVERE – Programa de Valorização Económica dos Recursos Endógenos do Centro 2030, cujas cerimónias de assinatura de alguns dos contratos de consórcio ocorreram durante a semana passada.

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Estas redes colaborativas, compostas por parceiros de áreas diversas, têm como objetivo primordial valorizar os recursos e o potencial económico dos territórios rurais e de baixa densidade, impulsionando o desenvolvimento regional.

As cerimónias de assinatura de alguns dos contratos de consórcio ocorreram durante esta semana, contando com a presença de Anabela Freitas, vice-presidente da Turismo Centro de Portugal. As candidaturas serão agora submetidas à avaliação pelo Programa Regional do Centro.

Refira-se que a TCP foi convidada para integrar os consórcios das seguintes redes colaborativas: Aldeias de Montanha; Aldeias do Xisto; Aldeias Históricas de Portugal; Center-Geoparks; iNature – Turismo Sustentável em Áreas Classificadas; Fileira dos Vinhos das Regiões Vitivinícolas da Região Centro; Náutica de Interior no Centro de Portugal; Portugal Romano; Queijos do Centro de Portugal; Rede de Quintas Ciência Viva da Região Centro; e Valorização dos Territórios Termais da Região Centro.

As redes Aldeias do Xisto, Aldeias Históricas de Portugal, iNature e Valorização dos Territórios Termais da Região Centro representam fases evolutivas de PROVERES anteriores.

Anabela Freitas destaca a importância destas parcerias refere que ao integrar estes consórcios, a Turismo Centro de Portugal “reforça o seu compromisso com o desenvolvimento regional, posicionando-se como uma entidade impulsionadora de projetos inovadores que potenciam o património e a sustentabilidade na região Centro”.

Objetivos estratégicos das 11 candidaturas

Aldeias de Montanha: Transformar as Aldeias de Montanha numa referência nacional na revitalização do espaço rural, destacando os recursos inimitáveis das serras da Estrela e Gardunha e das suas comunidades.

Aldeias Históricas de Portugal: Dar continuidade ao trabalho desenvolvido, tendo em vista a afirmação de uma rede de aldeias históricas, com património único preservado, eficientes e que contribuem para a agenda climática.

Aldeias do Xisto: Consolidar as Aldeias do Xisto como o principal ativo de desenvolvimento territorial supramunicipal do Pinhal Interior, liderando a nível regional e nacional a agenda das aldeias (natureza, comunidade, sustentabilidade e inovação).

Center-Geoparks: Promover e divulgar o património geológico e cultural dos quatro geoparques da região Centro (Estrela; Naturtejo; Oeste; e Serras de Aire e Candeeiros), como base para uma estratégia de desenvolvimento do território.

Fileira dos Vinhos das Regiões Vitivinícolas da Região Centro: Valorizar a fileira do vinho, de forma a estimular a atividade económica, a promover a atração de capital humano qualificado, a incrementar o enoturismo e a dinamizar e desenvolver os territórios.

iNature – Turismo Sustentável em Áreas Classificadas: Valorizar o património natural das áreas protegidas dos territórios de baixa densidade da região Centro, como aspeto central na construção uma oferta de excelência.

Náutica de Interior no Centro de Portugal: Posicionar a região como referência para o turismo náutico de águas interiores a nível nacional e internacional, potenciando a criação de oportunidades de negócio, emprego e valor acrescentado ao território.

Portugal Romano: Valorizar o património romano na região, promovendo uma abordagem integrada, inovadora e criativa, com vista à competitividade e atratividade dos territórios.

Queijos do Centro de Portugal: Valorizar economicamente os queijos qualificados da região, preservando os recursos naturais, os saberes tradicionais e os traços históricos característicos destes territórios e das comunidades que ao longo dos tempos os transformaram.

Rede de Quintas Ciência Viva da Região Centro: Desenvolver uma Rede de Quintas Ciência Viva, com o objetivo de promover a literacia agrícola e divulgar a inovação no mundo rural, através da valorização dos recursos locais e ecossistemas agroalimentares.

Valorização dos Territórios Termais da Região Centro: Afirmar o Centro como região líder na inovação e sustentabilidade do recurso água mineral natural, tendo em vista a competitividade da região, a fixação de população qualificada, a promoção de saúde e bem-estar e de estilos de vida saudáveis e equilibrados.

 

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Brasil recebeu 182 mil turistas portugueses em 2023

No ano passado, o número de turistas portugueses que visitou o Brasil aumentou 21% face ao ano anterior, colocando Portugal na sétima posição entre os principais mercados externos emissores de turistas para o Brasil, segundo Marcelo Freixo, presidente da Embratur.

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No ano passado, o Brasil recebeu 182 mil turistas portugueses, número que traduz um aumento de 21% face ao ano passado, segundo Marcelo Freixo, presidente da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional de Turismo.

De acordo com declarações do responsável à Lusa, Portugal foi o sétimo mercado emissor de turistas para o Brasil no ano passado, depois da Argentina (1,9 milhões de visitantes), Estados Unidos (668 mil), Chile (458,5 mil), Paraguai (424,5 mil), Uruguai (334,7 mil) e França (187,5 mil).

Os turistas internacionais foram responsáveis por receitas de 6,42 mil milhões de euros no Brasil, o que representa um novo recorde para o país e um crescimento anual de 41%, ficando este valor 1,5% acima do registado em 2014, ano em que o Brasil recebeu o Campeonato do Mundo de Futebol e que tinha sido o mais elevado registado na história do turismo brasileiro.

“Conseguimos um número muito surpreendente, até para nós mesmos”, sublinhou Marcelo Freixo, considerando que a entrada de Lula da Silva na presidência foi um dos fatores determinantes para os valores recordes.

De acordo com Marcelo Freixo, a nova conjuntura política no Brasil “foi muito favorável” para o trabalho da Embratur, pois representou o regresso do “Brasil da democracia, da sustentabilidade, o Brasil da cultura”.

“Era o Brasil que o mundo sentia saudade”, acrescentou o presidente da Embratur.

Recorde-se que o Brasil pretende chegar aos 10 milhões de turistas estrangeiros em quatro anos, depois de em 2023 ter acolhido quase seis milhões, mais 62,7% do que o registado em 2022.

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Governo aprova quadro de medidas para reduzir consumo de água no Algarve

O Governo espera que, com a resolução agora aprovada, seja possível “ultrapassar as necessidades essenciais da época do verão e terminar o ano de 2024 com reservas para 2025”.

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O Governo aprovou esta quinta-feira, 8 de fevereiro, em Conselho de Ministros, uma resolução que define o quadro de medidas de carácter temporário para reduzir os consumos e racionalizar a utilização dos recursos hídricos na região do Algarve.

Com este quadro de medidas, o Governo espera que seja possível “ultrapassar as necessidades essenciais da época do verão e terminar o ano de 2024 com reservas para 2025”.

“Para além de medidas estruturais que se encontram em curso, a implementação de medidas de resposta imediata que minimizem os efeitos da conjuntura de seca é essencial face à situação de seca prolongada na região do Algarve que tem vindo a agravar a situação de escassez hídrica da região”, lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.

No Algarve, a capacidade das albufeiras encontra-se a um nível de 25%, comparado com os 45% do ano passado pela mesma altura, o que está a ameaçar o abastecimento regional.

Recorde-se que o Governo anunciou, a 19 de janeiro, cortes no consumo de água no Algarve devido à seca que se tem vindo a agravar na região, prevendo-se uma redução de 25% na agricultura e de 15% no setor urbano, que inclui o turismo.

Na altura, o ministro do Ambiente e Ação Climática, Duarte Cordeiro, explicava que o corte decidido não vai provocar “restrição ao desenvolvimento da atividade” turística, esperando-se que exista apenas um “condicionamento relativamente à eficiência hídrica e poupança de água”.

A necessidade de impor cortes de água no Algarve foi decidida pela Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Acompanhamento dos Efeitos da Seca que, de acordo com Duarte Cordeiro, propôs 46 medidas que estão, agora, refletidas na resolução do Conselho de Ministros.

No entanto, em janeiro, Duarte Cordeiro dizia que não estavam previstos apoios para compensar o turismo devido às restrições de água, mas o comunicado do Conselho de Ministros fala na “atribuição de apoios para as medidas extraordinárias e autoriza a realização de despesa por diversas entidades”, sem, contudo, explicitar que apoios estão previstos e para que setores.

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Porto e Norte com hotéis a 75% de ocupação no Carnaval

O facto de, este ano, o Carnaval se festejar a 13 de fevereiro, ou seja, colado ao Dia dos Namorados está a ajudar a aumentar a taxa de ocupação para a próxima semana na região do Porto e Norte de Portugal.

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A taxa de ocupação das unidades de alojamento turístico na região do Porto e Norte de Portugal para o Carnaval ronda os 75%, avança o Observador, que cita fonte oficial da entidade regional de turismo.

“A ocupação hoteleira, ainda sem os dados totalmente compilados, porque as reservas nesta altura são muito de ‘last minute’ (última hora), apontam para uma ocupação hoteleira média no destino a rondar os 75%, o que poderemos considerar que são números interessantes“, refere a fonte citada.

O facto de, este ano, o Carnaval se festejar a 13 de fevereiro, ou seja, colado ao Dia dos Namorados está a ajudar a aumentar a taxa de ocupação para a próxima semana na região do Porto e Norte de Portugal.

“Alguns turistas nacionais e de mercados de proximidade, aproveitam para tirar uns dias de descanso e dinamizar a atividade turística”, explicou a fonte do TPNP citada na notícia original.

Luís Pedro Martins, presidente da TPNP, mostra-se “novamente animado e com grande expectativa” face às previsões para o Carnaval, assim como para o ano de 2024, que o responsável espera que possa correr como 2023, em que a região fechou o ano com 6,9 milhões de hóspedes, mais 15% do que em 2022, e 13,3 milhões de dormidas, o maior crescimento nacional (14,9%).

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Só metade dos turistas chineses planeia visitar a Europa em 2024

Um recente estudo da European Travel Commission (ETC) apurou que apenas 57% dos turistas chineses contam viajar para a Europa neste ano, o que representa uma forte queda relativamente ao ano passado, quando 71% dos turistas oriundos da China contavam visitar território europeu.

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A recuperação turística do mercado chinês está atrasada e assim deverá continuar em 2024, pelo menos na Europa, prevê um estudo da European Travel Commission (ETC), que apurou que apenas 57% dos turistas chineses contam viajar para a Europa neste ano.

O estudo da ETC nota que a percentagem de turistas chineses que conta viajar para a Europa este ano sofreu uma queda drástica relativamente à edição do ano passado, quando 71% dos turistas oriundos da China contavam visitar território europeu.

Um dos motivos apontados para a descida da intenção dos turistas chineses em visita a Europa é o facto destes turistas estarem, neste momento, a viajar mais pelos destinos asiáticos, uma vez que vários países desta região do mundo flexibilizaram os requisitos para a atribuição de vistos, a exemplo da Tailândia .

A menor disponibilidade financeira e poucos dias de férias disponíveis também ajudam a explicar a redução das intenções dos turistas chineses em viajarem para a Europa, este ano.

Recorde-se que a China era um mercado vital para vários destinos europeus antes da COVID-19, a exemplo do Reino Unido e Países Baixos, mas tem assistido a uma tímida recuperação desde a reabertura pós-pandemia.

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Depois da Alemanha, o destino preferido dos alemães é Espanha

Num inquérito feito pela alemã Stiftung für Zukunftsfragen, os resultados apontam para uma diminuição na escolha do mercado doméstico, embora continue na liderança, e uma preferência clara por Espanha.

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A Stiftung für Zukunftsfragen (Fundação para os Estudos do Futuro, numa tradução literal) foi perceber, recentemente, o sentimento dos alemães para as próximas férias de verão. Embora a Alemanha continue a ser o principal destino de viagem dos alemães, representando 37% das principais viagens de férias, a quota de mercado diminuiu em três pontos percentuais (p.p.). Na Alemanha, a maioria dos turistas, 5,8% de todos os viajantes, viaja para a Baviera (-2,2%), enquanto 5,7% (-0,3%) são atraídos para Mecklenburg-Vorpommern. Seguiram-se a Baixa Saxónia com 4,9% (+1,1%), Baden-Württemberg com 4,2% (+0,4%) e Schleswig-Holstein com 3,3% (-1,3%).

Já quanto aos mercados externos, a análise conclui que Espanha, Itália e Escandinávia estão entre os países que registaram ganhos.

A análise, que se baseia num inquérito representativo a 3.000 pessoas com 18 anos ou mais na Alemanha, revela que a Espanha tem uma quota de mercado de 9% (+0,9% em relação a 2022) e a Itália de 7% (+0,5%). A Escandinávia atrai pouco menos de 5% (+1%) dos visitantes alemães, seguida da Turquia com 4,6% (-0,7%), Áustria com 3,2% (+0,4%) e da Grécia com 3% (-1,2%).

Viagens de longa distância ainda abaixo do valor de 2019
Segundo a mesma análise, 16,4% dos inquiridos foram atraídos para lugares distantes, representando mais 3 p.p. do que em 2022, mas ainda um pouco menos de 1% do que em 2019. A Ásia-Extremo Oriente tem a maior quota com 3,5% (+1,3%), à frente da América do Norte com 2,6% (+0,2%) e do Norte de África com 2,3% (+0,1%). O Médio Oriente representou 1,4% (+0,4%), enquanto a América Central e as Caraíbas atraíram 1,3% dos turistas alemães em 2023 (+0,2%).

De um modo geral, os números da Stiftung für Zukunftsfragen diferem significativamente dos da DRV e dos analistas de mercado da Travel Data + Analytics (TDA). Isto aplica-se, em particular, a destinos como a Turquia e Grécia, que registam um desempenho significativamente melhor neste último. Isto deve-se provavelmente, em grande parte, ao facto de a DRV e a TDA apenas analisarem as reservas efetuadas através de agências de viagens e operadores turísticos, enquanto este inquérito também inclui viagens auto-organizadas. Em países como a Turquia, a percentagem de turistas que reservam viagens organizadas é significativamente mais elevada do que em Itália ou na Escandinávia, por exemplo.

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Cuba prevê crescimento do turismo em 2024

O ministro do Turismo de Cuba, Juan Carlos García assume que a ilha não desiste do objetivo de ultrapassar a barreira dos três milhões de visitantes, para o que é fundamental aumentar a conectividade aérea.

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Cuba experimentou um aumento na atividade turística em 2023 e planeia crescer neste setor em 2024, declarou o ministro do Turismo, Juan Carlos García, ao programa de rádio e televisão Mesa Redonda, tendo destacado que o destino caribenho recebeu 2.436.980 visitantes o ano passado, o que significa um crescimento de mais de 800 mil turistas em relação a 2022.

Para crescer ainda mais e chegar à meta prevista dos três milhões de turistas estrangeiros, o governante diz que é fundamental aumentar a conectividade aérea, bem como diversificar os mercados, enfrentar as campanhas mediáticas de descrédito contra a ilha, melhorar os serviços, ampliar as opções e oferecer facilidades e incentivos aos cubanos residentes no exterior, em correspondência com a política do país de estreitar os laços com os seus compatriotas no exterior, entre outros ações.

Cuba está otimista apesar do complicado cenário que representa o bloqueio dos Estados Unidos – afirmou – e destacou que a política unilateral de Washington e a inclusão arbitrária da ilha na lista de países patrocinadores do terrorismo afetam significativamente a atividade turística.

Apesar desta situação, o destino pretende crescer em 2024, e estima-se a reconexão alcançada em 2023 com 32 países através de 50 companhias aéreas.

Explicou que o Canadá encabeça a lista de mercados emissores, seguido pelos cubanos residentes no exterior, pela Rússia e pelos Estados Unidos mesmo com as limitações do bloqueio.

García afirmou que também é crescente a chegada de visitantes europeus, liderados por Espanha, Portugal e Alemanha.

Além disso, aumentam as chegadas de países latino-americanos como Colômbia, Brasil, Venezuela, Argentina, Peru, Bolívia e trabalha-se para recuperar o mercado mexicano, tradicional na ilha e com amplas perspectivas, observou, para acrescentar que outros países como a Turquia e a Polónia consolidaram-se como mercados emissores.

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Via navegável do Douro movimentou mais de 1,2 milhões passageiros e iguala o ano de 2019

A Via Navegável do Douro (VND), através dos diferentes operadores marítimos turísticos movimentou, em 2023, mais de 1,2 milhões passageiros e ainda igualou o ano de 2019.

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Após o período pandémico, a Via Navegável do Douro (VND) continua seu trajeto de retoma. Assim, no diz respeito aos movimentos de navios de passageiros, o ano de 2023 registou aumentos comparativamente a 2022, nas diferentes tipologias, “o que significa que o setor continua a contribuir para uma dinâmica e execução cada vez com menor sazonalidade e com dispersão territorial ao longo dos quase 210 km de extensão”, de acordo com números divulgados pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), que gere a VND.

Se no registado em navios hotel, com passageiros maioritariamente estrangeiros, o aumento foi de quase 20% num total próximo de 107 mil passageiros, nos designados cruzeiros de um dia – que efetuam operações nas eclusas de navegação – o aumento foi menor (mais de 3%), com um movimento de cerca de 170 mil passageiros, indica o comunicado.

Relativamente às escalas de navegação que se efetuaram numa mesma albufeira ou no estuário, o aumento foi de cerca de 11%, com um movimento de 958.438 passageiros. Neste caso, de acordo com a APDL, a atividade já deixou de se centrar apenas no estuário e nas grandes áreas urbanas do Porto/Gaia, mas outros locais já perspectivam dinâmicas muito interessantes. Zonas como a Entre-os-Rios, Bitetos, Escamarão, Pala, Porto Antigo, Caldas de Arêgos, Régua, Folgosa, Foz do Távora, Ferrão, Sabrosa, Pinhão, São Xisto, Foz do Sabor, Pocinho e Barca D’Alva, detêm já vários operadores fluviais a operar.

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