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Operadoras adiam implementação de 5G devido a preocupações com aviação

A implementação do 5G encontra-se a ser feita em força em vários países, mas as operadoras norte-americanas AT&T e Verizon confirmaram que vão adiar a disponibilização desta tecnologia, devido a preocupações com a aviação.

Carolina Morgado
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Operadoras adiam implementação de 5G devido a preocupações com aviação

A implementação do 5G encontra-se a ser feita em força em vários países, mas as operadoras norte-americanas AT&T e Verizon confirmaram que vão adiar a disponibilização desta tecnologia, devido a preocupações com a aviação.

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Várias operadoras do 5G nos Estados Unidos da América cederam à pressão da aviação e adiaram a expansão desta tecnologia, de forma voluntária.

A implementação do 5G encontra-se a ser feita em força em vários países, mas a AT&T e a Verizon confirmaram no início desta semana que vão adiar a disponibilização desta tecnologia, devido a preocupações com a aviação. Em causa encontra-se a possível interferência do sinal do 5G com as comunicações de rádio feitas a partir dos aviões.

A FAA publicou recentemente uma nota de alerta para o fato de as redes 5G, sem qualquer género de proteção, poderem ter impacto sobre as comunicações das aeronaves, levando a cancelamentos ou desvios.

Inicialmente, as operadoras rejeitaram a ideia de que as redes poderiam ter impacto nestas comunicações, apresentando falhas no relatório da FAA. No entanto, agora pelo menos duas das maiores operadoras nos EUA revelaram que vão adiar os planos de integração do 5G em várias zonas devido a essas preocupações.

Também, há duas semanas as empresas Boeing e Airbus vieram alertar as autoridades norte-americanas para o impacto nefasto que as ligações 5G e a sua expansão, poderiam ter na indústria da aviação.

As operadoras apontam ainda que, pelo período de seis meses, não vão implementar postos de 5G próximos de pistas de aterragem, enquanto o estudo se encontra a ser feito sobre o impacto nos sinais de rádio.

No entanto, vários especialistas indicam que as redes 5G não possuem impacto sobre as comunicações de rádio feitas a partir de aviões, mas ainda assim, as operadoras decidiram adiar a implementação até serem feitos mais estudos.

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Azul passa a operar 10 voos por semana entre Lisboa e São Paulo a partir de 2 de março

Numa nota enviada à imprensa, a companhia aérea brasileira destaca que “o incremento das frequências reforça o comprometimento e a confiança que a Azul possui nesta rota e no mercado português”.

A Azul vai aumentar a operação na rota entre São Paulo e Lisboa, passando a operar um total de 10 voos por semana a partir de 2 de março, informou a companhia aérea brasileira numa nota informativa.

De acordo com a informação divulgada pela companhia aérea, a partir de 2 de março, passa a existir um voo por dia de Lisboa para São Paulo no período da manha, com partida da capital portuguesa pelas 09h00 e chegada às 16h10, ao qual se junta outro voo da parte da tarde, com partida pelas 13h00 e chegada às 20h10, que é realizado às terças, quintas e sábados.

Em sentido contrário, a companhia aérea também vai passar a disponibilizar um voo diário, que tem partida de São Paulo às 18h10, chegando a Lisboa às 07h00+1 do dia seguinte, disponibilizando ainda outro voo às segundas, quartas e sextas, com partida de São Paulo às 22h10 e chegada à capital portuguesa às 11h00+1 do dia seguinte.

Em ambos os casos, os voos da Azul entre Lisboa e São Paulo são realizados em aviões A330-900 neo, bem como em aparelhos A330-200.

“O incremento das frequências reforça o comprometimento e a confiança que a Azul possui nesta rota e no mercado português”, destaca a companhia aérea brasileira na informação enviada à imprensa esta sexta-feira, 28 de janeiro.

Os novos voos já se encontram disponíveis nos GDS e contam com uma tarifa promocional em classe económica a partir de 530 euros, aos quais se junta ainda o valor das taxas aeroportuárias, num valor que é válido para viagens de ida e volta, com um volume de bagagem.

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CLIA prevê que 100% dos navios de cruzeiro transoceânicos esteja a operar em agosto

Apesar do impacto da pandemia, o relatório da CLIA mostra que “a indústria de cruzeiros prosseguiu a retoma de atividade de forma responsável, com protocolos comprovados que estão na vanguarda do setor”.

A CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros prevê que, no mês de agosto, 100% dos navios de cruzeiros transoceânicos esteja de regresso à operação, revelando que, atualmente, essa percentagem chega já aos 75%.

Os dados revelados pela CLIA constam do relatório 2022 State of the Cruise Industry Outlook, que foi divulgado esta sexta-feira, 28 de janeiro, e que traça um retrato do estado atual dos cruzeiros, através do qual, indica a associação, é possível perceber que “a indústria de cruzeiros prosseguiu a retoma de atividade de forma responsável, com protocolos comprovados que estão na vanguarda do setor”.

“A aplicação de protocolos na vanguarda do setor está a facilitar a retoma do turismo de cruzeiro em todo o mundo, possibilitando o regresso das pessoas à sua atividade laboral e refortalecendo as economias locais e nacionais”, indica o relatório da CLIA, que revela que, desde a retoma de operação, em julho de 2020, as companhias de cruzeiros transportaram já mais seis milhões de passageiros.

Apesar das expetativas positivas, o relatório da CLIA mostra também o profundo impacto que a pandemia da COVID-19 teve nesta atividade, já que, em 2020 o total de passageiros embarcados em navios de cruzeiros desceu 81%, para 5,8 milhões, enquanto os postos de trabalho associados à indústria de cruzeiros caíram 51%, somando 576.000, e a contribuição económica desta atividade encolheu 59%, para 64,4 mil milhões de euros.

“Em comparação com 2019, os dados económicos relativos a 2020 ilustram os profundos efeitos da pandemia na comunidade de cruzeiros em geral e sublinham a importância do turismo de cruzeiros para as economias de todo o mundo”, refere o relatório da CLIA.

A CLIA aponta ainda a importância desta atividade através dos gastos dos passageiros, que contribuem para a criação de “empregos e oportunidades para as comunidades locais em todo o mundo”, uma vez que, por cada 24 turistas de cruzeiros é criado um posto de trabalho a tempo inteiro equivalente, sendo que cada passageiros gasta, em média, 750 dólares nas cidades visitadas ao longo de um cruzeiro de sete dias.

O relatório da CLIA estima ainda que, este ano, as companhias suas associadas estreiem 16 novos navios de cruzeiro, incluindo cinco navios movidos a GNL e nove navios de expedição, e todos “equipados com sistemas avançados de tratamento de águas residuais”, naquela que é uma das grandes tendências desta indústria, que tem vindo a reinventar-se em prol da sustentabilidade e de um menor impacto ambiental.

“Até 2027, a frota de cruzeiros marítimos da CLIA irá refletir avanços significativos na busca de um futuro mais limpo e eficiente por parte da indústria de cruzeiros”, acrescenta a associação, que estima o lançamento de 26 navios movidos a GNL até 2027 e que, até essa data, 81% de capacidade global esteja equipada com sistemas avançados de tratamento de águas residuais, enquanto 174 navios de cruzeiro já vão ter capacidade para receber energia diretamente da rede elétrica terrestre.

“O turismo costeiro e marítimo é um importante motor económico, e continuamos a trabalhar em parceria com destinos de cruzeiro para permitir que as comunidades locais tirem proveito de um turismo responsável.  Os nossos membros estão igualmente a investir em novas tecnologias e novos navios e continuam a perseguir o objetivo de descarbonizar as operações dos navios até 2050”, refere Kelly Craighead, presidente e CEO da CLIA.

O relatório 2022 State of the Cruise Industry Outlook pode ser consultado na íntegra AQUI .

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Air France alarga serviço Ready to Fly às rotas de Portugal

Serviço que permite confirmar os documentos de viagem antes do voos passou a estar disponível em 140 rotas e 600 voos diários, incluindo as rotas da Air France para Portugal.

A Air France anunciou esta sexta-feira, 28 de janeiro, o alargamento do serviço Ready to Fly para 140 rotas e 600 voos diários, incluindo os voos da companhia aérea francesa para Portugal.

De acordo com um comunicado da companhia aérea, o Ready to Fly, que foi lançado em julho de 2021 e permite que os passageiros da Air France tenham os documentos de viagem confirmados antes do voo, tem sido “aclamado pelos clientes”, motivo pelo qual a Air France decidiu expandir a sua aplicação e implementá-lo gradualmente em toda a sua rede.

O Ready to Fly está atualmente disponível em mais de 140 rotas com partida de 80 aeroportos, o que representa mais de 600 voos diários, incluindo os voos domésticos de/para a Córsega e os Territórios Ultramarinos; os voos de/para os Estados Unidos, Argentina, Brasil e Chile; as ligações de França para a Alemanha, Espanha, Grécia, Itália, Portugal, Gabão e Senegal e ainda os voos para França da Europa e do Canadá.

“Desde o seu lançamento, o Ready To Fly foi já utilizado por mais de 600.000 clientes”, revela a Air France, explicando que este serviço permite a verificação automática do passe vacinal, que é obrigatório nos voos domésticos em França desde 24 de janeiro de 2022, para todos os passageiros a partir dos 16 anos (exceto de/para a Córsega e os Territórios Ultramarinos).

“Esta funcionalidade está acessível alguns dias antes da partida, seguindo o processo clássico Ready To Fly: os clientes recebem um e-mail no qual são convidados a enviar à Air France o seu passe vacinal através de uma plataforma online segura”, acrescenta a companhia aérea.

Já os passageiros que utilizem o serviço pela primeira vez também podem “digitalizar (scan) o código QR dos seus passes vacinais ao fazerem o check-in num terminal de self-service no aeroporto no dia da partida”, num serviço que está atualmente disponível em Paris-Charles de Gaulle, Paris-Orly, Bordéus, Lyon, Marselha, Montpellier, Mulhouse, Nantes, Nice, Estrasburgo e Toulouse.

“Esta funcionalidade vai ser integrada diretamente no processo de check-in online nos próximos meses”, indica ainda a Air France.

Todas as informações sobre o serviço Ready to Fly está disponível em https://wwws.airfrance.pt/information/covid-19/ready-to-fly.

 

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Lisboa entre as melhores cidades para uma “escapadinha única”

No capítulo das “espadinhas”, gastronomia, arte e história e cultura, a capital portuguesa aparece bem classificada no ranking da consultora William Russell.

Lisboa aparece no ranking das 20 cidades mais apetecíveis para uma “escapadinha única” da William Russell, uma consultora e fornecedora de seguros internacionais de saúde, vida e proteção de rendimento.

Ocupando a 11.ª posição, a consultora considera que, “a sensação de descobrir a beleza e as maravilhas de um novo lugar é incomparável”, tendo, agora, listado as cidades com base no número de locais únicos, ocultos e interessantes para fazer, conforme classificado pelo AtlasObscura, para dar a conhecer os melhores locais do mundo para uma “fuga secreta”.

Para a William Russel, “não são muitos os turistas que são corajosos o suficiente para ir ao ‘desconhecido’, mas para aqueles que são, a experiência não tem preço”. Por isso, considera que, “numa época em que as viagens foram restritas por tanto tempo, não há melhor momento para fugir da multidão do que agora”.

Mas não é somente nas “escapadinhas únicas” que Lisboa aparece entre os Top 20. Quando analisados os locais, no que toca à gastronomia (bebida e comida), Lisboa salta para o 8.º lugar, subindo ainda mais, para a 6.ª posição quando listadas os melhores destinos no que toca à arte.

Também na análise das cidades que apresentam uma história e cultura única, Lisboa aparece no Top 10, mais concretamente, em 7.º lugar.

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Agências de viagens sem capacidade para reembolsar clientes são casos “absolutamente residuais”, diz APAVT

Presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, deixa uma mensagem de “tranquilidade” e garante que “todos os consumidores, que a tal tenham direito, serão reembolsados”.

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A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) veio esta quinta-feira, 27 de janeiro, deixar uma mensagem de “tranquilidade”, garantindo que os casos em que as agências de viagens não têm capacidade para reembolsar os seus clientes são “absolutamente residuais, quer em número de casos, quer em valor envolvido, quer em número de agências envolvidas”.

De acordo com um comunicado enviado à Lusa, Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, diz que a resposta do setor na questão dos reembolsos por viagens que não aconteceram devido à pandemia, tem sido “efetiva, mas naturalmente assimétrica, com algumas agências a serem incapazes de cumprir com os reembolsos”.

No entanto, o responsável deixa uma mensagem de “tranquilidade” e garante que “todos os consumidores, que a tal tenham direito, serão reembolsados”, a exemplo dos alunos finalistas, cuja devolução dos valores pagos tem sofrido incumprimentos por parte da agência Xtravel.

Pedro Costa Ferreira diz, contudo, que, por enquanto, apenas pode comentar o número de incidentes que já chegaram ao Provedor do Clientes das Agências de Viagens, e que confirmam, segundo o responsável, que estes casos são “absolutamente residuais, quer em número de casos, quer em valor envolvido, quer em número de agências envolvidas”.

A Lusa recorda que os consumidores que ainda não tenham recebido o reembolso de viagens canceladas em 2020, ultrapassado o prazo de 14 dias que a lei dá às agências, podem acionar o fundo de garantia de viagens e turismo, dispondo para isso de dois mecanismos: ou requerem a intervenção da comissão arbitral, junto do Turismo de Portugal, ou recorrem ao Provedor do Cliente das Agências de Viagem e Turismo sempre que a agência seja associada da APAVT.

“A totalidade dos casos recebidos no Provedor do Cliente não ultrapassa os 300. Sendo certo que a nossa sensibilidade é de que este número vai aumentar de forma que poderá ter significado, é também nossa sensibilidade que os valores envolvidos, se comparados com a nossa estimativa de valor inicial, cerca de 100 milhões de euros, será efetivamente residual, e concentrada num número igualmente residual de agências de viagens”, acrescenta o presidente da APAVT.

A associação defende ainda que o sistema de garantia do setor, que é responsabilidade das agências que o compõem, e que inclui apólices de seguro e um fundo de garantia, “responde com absoluta segurança” aos problemas de reembolsos, sendo ainda mais significativo fazê-lo numa “conjuntura absolutamente especial, que é a atual situação pandémica”.

O presidente da APAVT lembra também que os processos de reembolso carecem de ser escrutinados pelas vias legais colocadas ao dispor dos consumidores, nomeadamente o Provedor do Cliente da associação.

“É isso que sempre aconselhamos”, afirma, esclarecendo que denúncias nas redes sociais “não conferem, por si só”, direito a reembolso de uma viagem cancelada e ainda não reembolsada pela agência.

Recorde-se que, ainda na semana passada, a APAVT tinha informado que os vales emitidos pelas agências por viagens canceladas até final de setembro de 2020 atingiam 100 milhões de euros e estavam praticamente resolvidos, com os litígios a não serem “materialmente relevantes”, uma vez que não chegaram muitas reclamações aos tribunais arbitrais, provedor do cliente e Deco.

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Pestana Hotel Group aumenta salário mínimo e pacote de benefícios

Grupo de hotelaria nacional aumentou o salário mínimo para 750 euros e oferece ainda aos seus colaboradores um pacote de benefícios com seguro de saúde, formação e descontos nas unidades Pestana.

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O Pestana Hotel Group decidiu retomar a política de Remuneração Mínima e, desde 1 de janeiro, aumentou o salário mais baixo para 750 euros brutos mensais, remuneração à qual acresce um pacote de benefícios para todos os colaboradores do grupo de hotelaria nacional.

“Os recursos humanos têm sido sempre uma prioridade para o Pestana Hotel Group e, seguramente, uma das razões para a sua solidez e crescimento”, destaca José Theotónio, CEO do Pestana Hotel Group, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 26 de janeiro.

De acordo com a informação avançada pelo grupo de hotelaria, à remuneração mínima de 750 euros brutos mensais acresce um pacote de benefícios que se aplica a todos os colaboradores do grupo e que inclui “subsídio de alimentação (ou refeitório), seguro de saúde, descontos em todos os hotéis e pousadas do grupo extensíveis a colaboradores e às suas famílias, formação contínua e programas de mobilidade nacional e internacional”.

“Este pacote de benefícios que temos vindo a desenvolver para todos os nossos colaboradores inscreve-se numa cultura muito forte de confiança e de compromisso para com as pessoas que escolheram trabalhar e crescer connosco. As pessoas são o nosso maior investimento”, acrescenta José Theotónio.

Além da componente remuneratória, o Pestana Hotel Group destaca que todos os seus colaboradores têm acesso a um seguro de saúde, consultas médicas e de apoio psicológico gratuitas, assim como a ações de formação através da Pestana Academy, que “apoiam e promovem a progressão de carreira e também programas de mobilidade nacional e em várias geografias, proporcionando experiências únicas de desenvolvimento pessoal e profissional”.

Paralelamente, os colaboradores do Pestana Hotel Group usufruem ainda de um cartão staff, que oferece descontos e parcerias com condições privilegiadas em hotéis e pousadas Pestana (estadias, restaurantes, spas e vouchers), assim como em diversos outros parceiros.

A empresa também adotou um regime híbrido de trabalho com teletrabalho para serviços partilhados e, no âmbito da sustentabilidade, também fomenta a participação em diversas ações de voluntariado nos campos social e ambiental, promovidas pelo programa interno Planet Guest, sob o mote ‘Somos apenas hóspedes do planeta’.

 

 

 

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IHG cresce na Península Ibérica com 11 novos hotéis em Portugal e Espanha

O IHG Hotels & Resorts anunciou que até 2025 abrirá 11 novas unidades em Portugal e Espanha, no âmbito do seu projeto de expansão na Península Ibérica.,

A Península Ibérica consolida-se como um mercado chave de crescimento para o IHG Hotels & Resorts, que pretende abrir, entre este ano e 2025, 11 novas unidades em Portugal e Espanha.

A maioria dos novos hotéis abrirá este ano, embora o prazo de abertura seja estendido até 2025. O IHG continua assim a alargar a sua presença na Europa, o que representará também a chegada de duas das suas marcas a Portugal, Staybridge Suites e Six Senses .

O vice-presidente de desenvolvimento do grupo para a Europa declarou que “o crescimento responsável continua a ser uma prioridade para nós na Europa em 2022 e esta seleção de contratações na Península Ibérica, bem como o compromisso de Javier, são um começo de ano perfeito”.

Refira-se que, em novembro último, a cadeia hoteleira internacional nomeou Javier de Villanueva para o cargo de diretor de desenvolvimento para Espanha e Portugal.

As novas contratações seguem-se ao recente acordo do IHG com o parceiro estratégico JJW Hotels & Resorts que contempla a passagem dos seus dois hotéis de cinco estrelas em Portugal para a Vignette Collection, a nova marca de luxo daquele que é um dos maiores grupos hoteleiros do mundo.

Além destes dois hotéis algarvios, o Penina Resort & Golf e o Dona Filipa Hotel, adquiridos sob contratos de franquia, o acordo da IHG com a JJW inclui também o aparthotel Formosa Park, no Algarve, que vai passar a assumir o nome Voco, outra marca do universo IHG.

Em Portugal, o grupo abrirá os seguintes hotéis: Staybridge Suites Porto; Staybridge Suites Carcavelos; Six Senses Lisbon; Holiday Inn Express Porto; e Holiday Inn Express Évora.

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Noruega abre fronteiras

O turismo da Noruega vê esta medida como “animadora” e espera que possa vir a ter consequências positivas para todo o setor.

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A Noruega abriu todas as fronteiras aos viajantes, independentemente do local de origem. Desde o início de 2020, o país mantinha restrições de viagem, especialmente rígidas para quem chegasse sem o Certificado COVID emitido pela União Europeia. Mas a partir desta quarta-feira, 26 de janeiro, qualquer viajante pode entrar no país sem precisar ficar dez dias em quarentena.

Esta é uma ótima notícia para o turismo norueguês que espera que esta última mudança de diretrizes tenha consequências positivas para todo o setor.

O diretor interino do Visit Norway, Audun Pettersen, diz-se “animado” com a reabertura da fronteira. “Esperamos tanto por este dia e sentimos muita falta dos visitantes de todo o mundo”. O responsável pela entidade norueguesa afirma ainda, em comunicado, que “as pessoas podem finalmente começar a planear as suas férias e viajar novamente para a Noruega”, concluindo que “isso significa muito para nós e para todo o setor”.

Os viajantes que chegam à Noruega terão, contudo, de preencher um formulário online e serão obrigados a fazer um teste à chegada ao país. Além disso, os visitantes que chegarem sem certificado COVID ou sem ter tido a doença, devem fazer um teste 24 horas antes de chegar ao país nórdico.

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AHP quer que Portugal levante as restrições a partir de 1 de fevereiro

No âmbito da decisão do Conselho Europeu de recomendar a livre circulação para cidadãos com o certificado digital Covid da UE, a AHP apela a que as restrições em Portugal sejam levantadas a partir de 01 de fevereiro.

“Este é um passo importantíssimo para a retoma das viagens internacionais”, afirma Raul Martins, presidente da AHP, ao comentar a decisão do Conselho da Europa de recomendar a livre circulação para cidadãos com o certificado digital Covid da UE, independentemente da situação do seu país de origem, mas apenas da pessoa.

Assim, a Associação da Hotelaria de Portugal apela a que as restrições no nosso país sejam levantadas a partir de 01 de fevereiro. Segundo o presidente da AHP, “espera-se que Portugal levante rapidamente quaisquer restrições e adote quanto antes esta recomendação. Não cremos que seja necessário esperar pelo dia 09 de fevereiro”.

Isto porque, lembra Raul Martins “cerca de 90% dos turistas que chegam a Portugal vêm por via aérea e as restrições ainda existentes dificultam a vinda de estrangeiros, além de terem forte impacto na operação e logística nos aeroportos e nos hotéis”

Em comunicado de imprensa, a Associação recorda ainda que, desde há muito que defende que o certificado digital Covid da UE deve ser um título válido de circulação, só por si, por questões de simplificação das viagens, uniformização de critérios e valorização da situação de vacinação na Europa, esperando que esta recomendação seja seguida rapidamente por todos os países da UE, dispensando-se assim os testes e quarentenas.

Atualmente vários países da Europa, como Espanha, França, Itália, Países Baixos, bem como o Reino Unido, já adotaram igual procedimento.

Por outro lado, a AHP reforça a necessidade de Portugal aceitar certificados de cidadãos de países extra UE, como os dos EUA, Canadá ou Brasil, isto porque as vacinas aí ministradas são reconhecidas pela Agência Europeia do Medicamento.

 

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Observatório do Turismo de Barcelona entra na OMT para bem da sustentabilidade

Inserido na rede internacional de observatórios de sustentabilidade do turismo da Organização Mundial do Turismo (OMT) – INSTO – esta entrada gerará “mais e melhores evidências do impacto económico, ambiental e social que o turismo tem no destino”, admite o secretário-geral da OMT.

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O Observatório de Turismo de Barcelona (OTB) formalizou a sua entrada na rede internacional de observatórios de sustentabilidade do turismo da Organização Mundial do Turismo (OMT) conhecida como INSTO (Rede Internacional de Observatórios de Turismo Sustentável)

O secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, saudou o OTB “como um destino maduro”, frisando que o trabalho do Observatório “gerará mais e melhores evidências do impacto económico, ambiental e social que o turismo tem no destino”, considerando que “isso facilitará ainda mais o processo de tomada de decisão e garantirá que o turismo continue sendo uma ferramenta para o desenvolvimento sustentável”.

Para o vereador do Turismo e Indústrias Criativas do Ayuntamiento (Câmara Municipal) de Barcelona, Xavier Marcé, pertencer a esta rede, que conta com mais de trinta entidades e cidades vinculadas, “vai facilitar e ajudar-nos a tomar decisões baseadas em dados para obter os objetivos de gestão do visitante economia dentro dos parâmetros de sustentabilidade da economia local de proximidade, bem como aumentar o retorno e benefícios para o cidadão”.

Uma das características da INSTO é conectar os destinos que estão envolvidos na monitorização de aspetos relacionados ao impacto do turismo e como essas evidências instigam a tomada de decisão na gestão de um destino turístico, com o objetivo de promover a sustentabilidade local e global.

Criado em 2004 com o objetivo de acompanhar e apoiar a melhoria da sustentabilidade e resiliência na atividade turística através de estudos e intercâmbio de dados analíticos, a INSTO tem como visão acompanhar vários observatórios para criar uma rede de colaboradores que beneficie tanto o visitante como o locais, para que construam e preservem os destinos para as gerações futuras.

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