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AHRESP pede “apoios robustos” para compensar encerramento de discotecas em janeiro

Governo decretou o encerramento destes estabelecimentos de animação noturna entre 2 e 9 de janeiro, a chamada ‘semana de contenção’, o que deverá ter um “impacto negativo” nestas empresas, segundo a AHRESP.

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AHRESP pede “apoios robustos” para compensar encerramento de discotecas em janeiro

Governo decretou o encerramento destes estabelecimentos de animação noturna entre 2 e 9 de janeiro, a chamada ‘semana de contenção’, o que deverá ter um “impacto negativo” nestas empresas, segundo a AHRESP.

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O encerramento das discotecas entre 2 e 9 de janeiro, conforme anunciado pelo primeiro-ministro, António Costa, esta quinta-feira, 25 de novembro, no final do Conselho de Ministros, exige a adoção de “mecanismos robustos de apoio” a estes estabelecimentos, considera a AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal.

Num comunicado divulgado esta sexta-feira, a associação defende que os setores que representa “foram visados” pelas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro para travar a subida do número de casos de COVID-19, com destaque para o encerramento das discotecas na semana de 2 a 9 de janeiro, apelidada de ‘semana de contenção’, que segundo a associação vai ter um “impacto negativo” nestas empresas.

“Pelo impacto negativo que estas novas restrições irão provocar, a AHRESP já propôs ao Governo a criação de mecanismos robustos de apoio e reparadores destas consequências no domínio da liquidez e dos custos salariais”, adianta a associação na informação divulgada.

Além do encerramento das discotecas entre 2 e 9 de janeiro, semana em que também o teletrabalho será obrigatório, o Governo decretou a apresentação obrigatória do certificado digital para acesso a restaurantes, assim como de teste negativo para a bares e discotecas,  bem como o uso de máscara facial em espaços fechados.

 

 

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Mainova lança experiências de enoturismo no Alentejo

A herdade da Fonte Santa, no Alentejo, abre agora as portas do projeto Wine Art Gallery Mainova, espaço dedicado a experiências de enoturismo com visitas à adega, às vinhas e olival, além de provas e eventos tailor-made.

Depois de mais de um ano a ganhar terreno, a herdade da Fonte Santa, no Alentejo, abre agora as portas do projeto Wine Art Gallery, espaço dedicado a experiências de enoturismo com visitas à adega, às vinhas e olival, além de provas e eventos tailor-made.

Foi pelas mãos de Bárbara Monteiro, a filha mais nova de três irmãs, que nasceu a Mainova, após uma década de trabalho nas plantações de olival (90 hectares) e vinha (20 hectares) da herdade, adquirida pela família ainda em 2010.

A adega divide-se em dois pisos – o inferior tem uma sala de estágio que guarda as barricas de madeira – e é ocupada pela maquinaria especializada e as grandes cubas metálicas, de onde saem as várias referências vínicas com as assinaturas Mainova, Moinante e Milmat. Tal como os azeites – Clássico e Early Harvest—, também os vinhos são produzidos através de um regime de produção integrada e biológica, resultando em vinhos com pouca intervenção, baixos sulfurosos e com certificação vegan, pela mão dos enólogos António Maçanita e Sandra Sarria.

O novo espaço conta ainda com uma pequena cozinha de apoio para os eventos personalizados e uma sala de provas preparada para receber grupos onde estão expostas todas as referências Mainova, também disponíveis para venda direta ao público.

Os novos programas de enoturismo foram pensados para todo o tipo de entusiastas de vinhos, mas sem nunca esquecer o outro lado da Herdade — o dos azeites. As experiências arrancam com o Mainova Iniciante, que inclui uma visita pela adega, uma prova de três vinhos e uma tábua de queijos e enchidos regionais (20€ por pessoa em 30 a 45 minutos). O programa Mainova Intermédio contempla o mesmo que o anterior, mas em vez de três a prova é feita com cinco vinhos distintos da marca, por 40€ por pessoa, numa visita de 60 a 90 minutos.

Nesta nova fase, a Mainova oferece também experiência tailor-made para quem deseja ter um momento personalizado. É possível organizar eventos privados – de aniversários a team buildings -, participar num programa de vindima, assistir a um showcooking, organizar uma refeição com foodpairing ou fazer um piquenique à sombra de uma oliveira milenar. Os preços destas experiências por medida dependem do tipo de evento e do número de pessoas que nele participam.

 

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Candidaturas ao programa ‘Transformar o Turismo’ arrancam segunda-feira

Programa prevê o desenvolvimento de produtos, serviços e negócios inovadores com benefícios sociais tangíveis e impacto positivo no meio ambiente.

As candidaturas ao programa ‘Transformar o Turismo’, anunciado em finais do ano passado, com uma dotação de 20 milhões de euros para ajudar o setor a tornar-se mais sustentável, arrancam esta segunda-feira, 10 de janeiro, prevê o despacho da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, que foi esta sexta-feira, dia 7, publicado em Diário da República.

De acordo com a Lusa, o despacho que aprova o programa ‘Transformar o Turismo’, cuja publicação foi acompanhada pelos que aprovam também as linhas de apoio Territórios Inteligentes, com quatro milhões de euros, e Regenerar Territórios, com 16 milhões de euros, prevê o desenvolvimento de produtos, serviços e negócios inovadores com benefícios sociais tangíveis e impacto positivo no meio ambiente.

O programa Transformar Turismo, que sucede ao Programa Valorizar criado em 2016, destina-se a entidades públicas e privadas do setor, consistindo, numa primeira fase, em linhas específicas de financiamento destinadas à valorização turística dos territórios através de projetos que transformem o turismo dando resposta às novas necessidades e interesses do consumidor e cumprindo metas de sustentabilidade económica, ambiental e social definidas na Estratégia Turismo 2027.

Já a Linha Territórios Inteligentes conta com uma dotação para financiamento de projetos de quatro milhões de euros, repartidos pelo ano de 2022, em fases trimestrais de candidaturas, que terminam em março, junho, setembro e dezembro, com uma dotação por fase de um milhão de euros.

A Linha Regenerar Territórios tem uma dotação de 16 milhões de euros, repartidos por 2022 e 2023, em fases trimestrais de candidaturas, que terminam em março, junho, setembro e dezembro de cada ano, com uma dotação por fase de dois milhões de euros.

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Publicada portaria que define procedimentos em casos de covid-19 em voos e cruzeiros

Portaria define “os procedimentos a adotar pelos diferentes intervenientes para efeitos de colaboração com as autoridades de saúde”, em caso de confirmação de casos de COVID-19 em voos e navios de cruzeiro,

A portaria que define os procedimentos a adotar quando são detetados casos de covid-19 em viagens por via área e marítima, como navio de cruzeiros, foi esta sexta-feira, 7 de janeiro, publicada em Diário da República, entrando em vigor no sábado, 8 de janeiro.

De acordo com a Lusa, a portaria estabelece “os procedimentos a adotar pelos diferentes intervenientes para efeitos de colaboração com as autoridades de saúde aquando da realização da investigação epidemiológica de casos confirmados de covid-19 e rastreio de contactos com história de viagem por via aérea ou marítima durante o período de infecciosidade”.

O documento prevê que a autoridade de saúde que verifique a existência de infeções deve contactar a autoridade de saúde local do aeródromo ou do porto onde o passageiro infetado com o vírus SARS-CoV-2 desembarcou, dando conhecimento à autoridade de saúde regional, para efeitos de aplicação dos procedimentos necessários à identificação dos contactos do caso de covid-19 que viajaram no mesmo voo ou navio de cruzeiro.

“Se o aeródromo ou o porto pertencer a uma região de saúde diferente, a autoridade de saúde local responsável pela investigação epidemiológica deve comunicar à autoridade de saúde regional a necessidade de articulação com a autoridade de saúde da região de saúde do aeródromo ou do porto em causa”, refere.

A portaria refere também que a autoridade de saúde do local onde se situa o aeródromo ou o porto deve aceder à base de dados do formulário de localização de passageiros, através da plataforma criada e suportada para o efeito pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, e selecionar a informação a exportar relativa aos contactos do caso de COVID-19.

Previsto está ainda que, caso o destino do passageiro identificado como contacto de caso de COVID-19 estiver numa região de saúde diferente do local de chegada, ou se o passageiro estiver em trânsito ou transferência, a autoridade de saúde regional se deve articular com a autoridade de saúde regional do destino, para que esta dê cumprimento ao disposto no número anterior.

“A informação relativa aos passageiros que já não se encontrem em território nacional é enviada pela autoridade de saúde regional ao centro de emergências em saúde pública da Direção-Geral da Saúde, para que seja efetuada, pelo ponto focal nacional da Sanidade Internacional, a comunicação com as autoridades de saúde dos outros países”, refere ainda a portaria.

O documento, assinado pelos secretários de Estado adjuntos e da Administração Interna, da Saúde e das Comunicações, refere ainda que as entidades responsáveis pela gestão das infraestruturas aeroportuárias ou portuárias e as companhias aéreas ou os armadores de navios de cruzeiro ou respetivos representantes legais devem prestar toda a colaboração solicitada pelas autoridades de saúde no âmbito da investigação epidemiológica de casos de COVID-19.

 

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Lisboa recebe 57M€ do PRR para requalificar 15 museus e monumentos

Protocolo entre a Câmara Municipal de Lisboa (CML), Associação Turismo de Lisboa (ATL) e Direção Geral do Património Cultural (DGPC) prevê que o investimento na requalificação de museus e monumentos decorra até final de 2025.

Quinze museus e monumentos da cidade de Lisboa vão ser requalificados e valorizados ao abrigo de um protocolo de cooperação, financiado pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, que prevê o investimento de 56.879.350,00 euros, até final de 2025.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, este protocolo, que junta a Câmara Municipal de Lisboa (CML), a Associação Turismo de Lisboa (ATL) e a Direção Geral do Património Cultural (DGPC), prevê intervenções na Casa Museu Anastácio Gonçalves, Mosteiro dos Jerónimos, Museu de Arte Popular, Museus Nacionais de Arqueologia, Arte Antiga, Arte Contemporânea do Chiado, Etnologia, Azulejo, Teatro e Dança, Traje, Coches (Picadeiro Real e Novo), Palácio Nacional da Ajuda, Panteão Nacional e Torre de Belém.

“As ações foram definidas pela DGPC em articulação com os diretores destes equipamentos culturais e incluem intervenções de recuperação e reabilitação do edificado a melhoria dos conteúdos expositivos, sinalética e outras ações de valorização, bem como ações que contribuam para a sustentabilidade ambiental”, explica o comunicado divulgado esta sexta-feira, 7 de janeiro, pelo Turismo de Lisboa.

Entre os projetos previstos, encontra-se a “remodelação profunda” do Museu Nacional de Arqueologia, a “valorização” do núcleo composto pelo Museu Nacional do Teatro e Dança, pelo Museu Nacional do Traje e pelo Parque do Monteiro Mor, a “requalificação” do Museu Nacional do Azulejo, a “remodelação do núcleo de ourivesaria e das reservas” do Museu Nacional de Arte Antiga, a “criação de estruturas de apoio ao visitante, bilheteiras e lojas” na Torre de Belém e no Panteão Nacional, assim como “ações de conservação e restauro” no Mosteiro dos Jerónimos e no Palácio da Ajuda e zona envolvente.

“O desenvolvimento deste ambicioso projeto de valorização da oferta cultural de Lisboa e de melhoria da experiência do visitante será acompanhado por um plano de comunicação interna e externa, visando a captação de novos públicos para os equipamentos culturais de Lisboa, contribuindo para a sua sustentabilidade futura e para o reforço da atratividade turística”, acrescenta o Turismo de Lisboa.

O protocolo foi assinado pelo diretor geral da DGPC, João Carlos dos Santos; pelo vice-presidente da CML, Filipe Anacoreta Correia; e pelos presidente adjunto e diretor geral da ATL, José Luís Arnaut e Vítor Costa, prevendo ainda a criação de uma comissão de acompanhamento, composta por um representante de cada entidade, cabendo à DGPC e à CML a aprovação dos projetos e o acompanhamento técnico e à ATL a sua execução e a promoção interna e externa.

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Ómicron ameaça Carnaval no Brasil e cancela festejos de rua

Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador ou Olinda são algumas das cidades brasileiras que cancelaram os festejos de Carnaval de rua, apesar de manterem os desfiles no sambódromo e outros eventos.

Ainda não será em 2022 que os festejos de Carnaval no Brasil voltam aos moldes tradicionais, uma vez que a variante Ómicron, mais contagiosa que as anteriores, já levou ao cancelamento dos festejos de rua no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador ou Olinda, sendo que apenas os desfiles no sambódromo e algumas festas e bailes vão decorrer e com controlo.

“O Carnaval de rua, nos moldes até 2020, que já não havia acontecido em 2021, não poderá acontecer este ano. Tendo em vista os dados epidemiológicos que temos e que poderemos ter, vimos que seria muito difícil fazer o Carnaval de rua”, anunciou Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, citado pela imprensa brasileira.

Explicando que é “praticamente inviável” que se consiga “estabelecer um controlo” nos chamados blocos de rua, Eduardo Paes garantiu, no entanto, que o Carnaval no Rio de Janeiro vai contar com desfile no sambódromo, assim como com bailes, onde seja possível realizar algum controlo à COVID-19.

Apesar de ser a cidade com os festejos mais conhecidos, o Rio de Janeiro não é, no entanto, caso único, uma vez que também a cidade de Olinda, no nordeste brasileiro, cancelou na passada quarta-feira, 5 de janeiro, o Carnaval de rua, com as autoridades locais a explicarem que a sua prioridade é “a saúde da população por conta do atual período pandémico da COVID-19 e aumento do número de casos de influenza [gripe]”.

Caminho idêntico seguiu ainda Salvador da Bahia, capital do estado homónimo, que já tinha confirmado que não realizaria festejos de Carnaval, nem de qualquer outra ordem, a exemplo da Lavagem do Bonfim, que deveria ter lugar este mês.

Esta quinta-feira, 6 de janeiro, foi ainda a vez de São Paulo, a maior cidade do Brasil, cancelar o Carnaval de rua, com Ricardo Nunes, prefeito da cidade, a revelar que as autoridades vão agora preparar um “protocolo”, que permita a “realização de desfiles no sambódromo”.

De acordo com a imprensa brasileira, apesar dos cancelamentos já conhecidos, muitos outros se podem vir a suceder, uma vez que também cidades como Recife, Maceió, Manaus, João Pessoa, Porto Alegre ou Natal não decidiram ainda se mantém ou cancelam as celebrações.

 

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Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se e Linha Específica do Algarve prorrogada até 31 de dezembro de 2022

O Turismo de Portugal anuncia no seu site oficial, que a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se aberta em contínuo até ao esgotamento da dotação prevista, enquanto a Linha Específica de Apoio à Valorização do Algarve, estará em vigor até 31 de dezembro de 2022.

O Turismo de Portugal anuncia no seu site oficial, que a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta mantém-se aberta em contínuo até ao esgotamento da dotação prevista, enquanto a Linha Específica de Apoio à Valorização do Algarve, dirigida a projetos que acrescentem valor à oferta turística daquela região, aplicando-se aos respetivos investimentos as condições definidas para os territórios de baixa densidade, estará em vigor até 31 de dezembro de 2022.

Em 2021, o Turismo de Portugal, em parceria com o sistema bancário, renovou e reforçou em 300 milhões de euros a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta, instrumento financeiro para apoio às empresas do setor do turismo destinada ao financiamento a médio e longo prazo de projetos turísticos que se traduzam: na requalificação e reposicionamento de empreendimentos, estabelecimentos e atividades, ou na criação de empreendimentos, estabelecimentos e atividades implementados nos territórios de baixa densidade, ou que incidam no domínio do empreendedorismo,

A Linha de Apoio à Qualificação da Oferta 2021 apresenta um conjunto de ajustamentos fundamentados no contexto atual, tais como: o aumento do financiamento associado, o reforço dos prémios de desempenho, e o foco em projetos mais inteligentes, sustentáveis e inclusivos, atentos os desafios com que o setor se depara.

Para acederem à Linha de Apoio à Qualificação da Oferta 2021, as empresas turísticas devem prever a realização de investimentos nas áreas da gestão ambiental e da acessibilidade. Todos os projetos devem obter uma pontuação global mínima nestas duas áreas, sendo que, para aferir se o projeto cumpre essa pontuação, a empresa deverá aceder ao SG​​PI e escolher a opção “Avaliação da Sustentabilidade e Acessibilidade do Projeto”.

Recorda o Turismo de Portugal que, antes de efetuar o pedido de financiamento junto da instituição de crédito, o promotor deve aferir se o seu projeto atinge a pontuação global mínima de 40 pontos nas duas medidas – gestão ambiental e acessibilidade. Em cada medida a pontuação a obter não pode ser inferior a 12 pontos.

Para esse efeito, a empresa tem de preencher um formulário disponível no SG​​PI e escolher as seguintes opções: nova candidatura; LAQO – Avaliação da Sustentabilidade e Acessibilidade do Projeto.

Por motivos devidamente justificados e em face da tipologia, dimensão, natureza e caraterísticas da atividade, estabelecimento ou empreendimento, a empresa pode, ao preencher a avaliação, apresentar um “pedido de exceção” a esta regra, a qual será devidamente analisada pelo Turismo de Portugal.

O site do Turismo de Portugal esclarece ainda que, todos os projetos de investimento enquadrados na presente Linha, desde que cumpram metas específicas a aferir no terceiro ano completo de exploração, passam a poder beneficiar de um prémio de desempenho traduzido na conversão em apoio não reembolsável de uma parte da componente do financiamento atribuída pelo Turismo de Portugal, tendo sido reforçados os montantes máximos dos prémios para micro, pequenas e médias empresas.

​​​​​Os pedidos de financiamento são apresentados junto das instituições de crédito aderentes:  Abanca, Banco Português de Gestão, BPI, Bankinter, Caixa Geral de Depósitos, Crédito Agrícola, EuroBic, Millennium bcp, Montepio, Novo Banco, Novo Banco dos Açores, e  ​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Santander.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Governo mantém obrigatoriedade de testes em voos internacionais para Portugal

Além dos testes em voos internacionais, o Governo mantém também a obrigatoriedade de certificado digital nos hotéis, restaurantes e eventos culturais, enquanto discotecas e bares continuam encerrados até 14 de janeiro.

Inês de Matos

O primeiro-ministro António Costa revelou esta quinta-feira, 6 de janeiro, após o Conselho de Ministros, que a obrigatoriedade de apresentar um teste negativo nos voos internacionais com destino a Portugal se vai manter no âmbito do combate à COVID-19, assim como as multas para passageiros e companhias aéreas que transportem para o país quem não tenha a testagem realizada.

“Relativamente às fronteiras, vamos manter o controlo das fronteiras como tem existido até agora, continuando a exigir teste negativo obrigatório para todos os voos que cheguem a Portugal e continuaremos a aplicar as sanções, quer a passageiros quer a companhias de aviação que embarquem passageiros sem que o teste tenha sido realizado”, explicou o primeiro-ministro, na conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros.

Além da obrigatoriedade de testes nos voos internacionais com destino a Portugal, que segundo o explicitado no comunicado do Conselho de Ministros vai vigorar até 9 de fevereiro de 2022, António Costa anunciou ainda que o acesso a restaurantes e estabelecimentos hoteleiros ou de alojamento local também vai continuar a estar sujeito à apresentação de um certificado digital, assim como acontece com os espetáculos culturais, eventos com lugares marcados e ginásios.

As pessoas já vacinadas com a dose de reforço vão, no entanto, deixar de necessitar de apresentar um teste negativo nas visitas a lares de idosos ou a doentes internados, enquanto quem ainda não tiver recebido essa dose terá de apresentar a testagem.

Já as discotecas e bares vão permanecerem encerrados até 14 de janeiro, sendo que, a partir dessa data, podem reabrir mas com exigência de apresentação de teste negativo à entrada, medidas que são ainda acompanhadas pela proibição de consumo de bebidas alcoólicas na via pública.

Até dia 14 de janeiro, mantém-se ainda obrigatório o teletrabalho, que passará a ser recomendado a partir dessa data, enquanto a reabertura das escolas acontece já na próxima segunda-feira, 10 de janeiro.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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AHRESP diz que “não se compreende” que discotecas e bares “não tenham recebido quaisquer apoios”

Associação volta também a insistir na necessidade de “medidas reparadoras” para compensar as empresas por “quaisquer que sejam as medidas a tomar” nesta fase do combate à pandemia da COVID-19.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta quinta-feira, 6 de janeiro, pedir “medidas reparadoras” dos danos causados às empresas pelas novas medidas sanitárias que venham a ser tomadas no âmbito da pandemia e denuncia que as discotecas e bares, que esta semana estão encerrados por decisão do Governo, ainda não receberam quaisquer apoios.

“Não se compreende, ainda, que neste momento, em plena semana de contenção as discotecas e bares, encerrados por decreto, ainda não tenham recebido quaisquer apoios”, lamenta a AHRESP, num comunicado enviado à imprensa.

Recorde-se que, em dezembro, o Governo decidiu, em Conselho de Ministros, o encerramento das discotecas e bares entre 2 e 9 de janeiro, a chamada ‘semana de contenção’, que visava conter a transmissão da variante Ómicron.

A associação volta também a insistir na necessidade de “medidas reparadoras” para compensar as empresas por “quaisquer que sejam as medidas a tomar” nesta fase do combate à pandemia da COVID-19.

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Peso do setor do turismo no PIB espanhol cai drasticamente

O impacto da pandemia no turismo em Espanha fez com que o peso do setor no PIB global do país atingisse 5,5%, em 2020, quando, em 2019, era superior a 12%.

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A atividade do turismo em Espanha passou de um peso de 12% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2019, para uns “meros” 5,5%, em 2020, avança o Turismo de Espanha numa análise recente, com base nos números do Instituto Nacional de Estatística (INE) espanhol.

Na realidade o impacto da pandemia fez-se sentir fortemente num dos principais motores da economia espanhola, avançado a entidade do turismo de “nuestros hermanos”, suportada pelos dados fornecidos pelo INE espanhol que, o peso do turismo no PIB, alcançou os 61.406 milhões de euros, em 2020 (5,5% do PIB), quando, em 2019, este valor ascendeu a 154.737 milhões de euros, ou seja, uma representatividade na ordem dos 12,4% do PIB.

Embora ainda não sejam conhecidos os dados da Confederação Espanhola das Organizações Empresariais (CEOE), referente a 2021, as estimativas apontam para que, nos melhores cenários, o setor do turismo tenha aportado entre 66 e 77 mil milhões de euros, um valor ligeiramente superior ao de 2020, mas longe do ano pré-pandémico.

No que toca aos impactos no emprego, os dados disponibilizados indicam que, em 2020, o setor do turismo foi responsável por 2,23 milhões de empregos, representando cerca de 11,8% do emprego total da economia espanhola. Este valor contrasta com os 2,68 milhões de empregos de 2019, correspondendo a quase 13% do total.

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Porto e Norte com acentuada recuperação do turismo

Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte, classifica os últimos dados publicados pelo INE de “encorajadores, que nos dão força para prosseguir o rumo de retoma gradual da atividade”.

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“São números encorajadores, que nos dão força para prosseguir o rumo de retoma gradual da atividade”. É assim que Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte, classifica os últimos dados do INE, que mostram uma recuperação acentuada do turismo na região.

O dirigente espera, entretanto, que “a Páscoa do ano que agora começa, seja finalmente um marco de normalização da atividade turística”, e aponta o ano de 2023 “como fasquia para termos números iguais ou superiores aos que registávamos em 2019, que foi o melhor ano de sempre”.

Luís Pedro Martins destaca que “apesar de termos hoje dados mais animadores do que os registados em 2020, importa referir que estes resultados ficaram muito abaixo do expectável e não permitiram às empresas do setor a recuperação tão desejada e necessária”. É por isso “fundamental continuar a apoiar as empresas para que não morram na praia”, alerta ainda o presidente do Turismo do Porto e Norte.

Os últimos dados do INE sobre a atividade turística, referentes a novembro, mostram uma recuperação acentuada dos indicadores no destino Porto e Norte de Portugal, com destaque para a manutenção da liderança no ranking de hóspedes e para a assunção da liderança no número de dormidas de residentes, refere a entidade regional.

Entre janeiro e novembro, o Porto e Norte registou 3, 083 milhões de hóspedes, “estando a região bem colocada para atingir a liderança deste indicador nos resultados finais do ano, atendendo a que na época das festas natalícias registou taxas de ocupação hoteleira razoáveis. Mantém-se, assim, a rota de recuperação progressiva do setor, apesar das muitas restrições que ainda vigoram por força da crise sanitária”, diz ainda a nota.

Em termos de dormidas, e ainda de acordo com os dados do INE, os números alcançados em novembro ficam a umas escassas 11 mil dormidas do que se verificava em período homólogo de 2019, apesar de, no acumulado do ano, a diferença ainda ser acentuada. Todavia, neste indicador, o Porto e Norte ocupa o segundo lugar no ranking nacional. Regista-se, também, uma ultrapassagem das dormidas de não-residentes, sobre as dormidas de residentes.

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