Assine já
Transportes

easyJet destaca a necessidade de “ação coordenada” para tornar zero emissões uma realidade

O responsável máximo da easyJet, Johan Lundgren, incentivou esforços conjuntos e coordenados entre a indústria e o governos para tornar os voos com emissões zero uma realidade.

Victor Jorge
Transportes

easyJet destaca a necessidade de “ação coordenada” para tornar zero emissões uma realidade

O responsável máximo da easyJet, Johan Lundgren, incentivou esforços conjuntos e coordenados entre a indústria e o governos para tornar os voos com emissões zero uma realidade.

Victor Jorge
Sobre o autor
Victor Jorge
Artigos relacionados

Durante a participação na Cimeira da Airbus, evento que se realiza em Toulouse (França), o CEO da easyJet, Johan Lundgren, incentivou a indústria e os governos a trabalharem em conjunto, de modo a produzir a tecnologia de emissão zero necessária para transformar o setor da aviação no futuro, sobretudo na próxima década.

O responsável máximo da companhia aérea admitiu mesmo que “a visão de voos com emissões zero só estará próxima se houver uma ação coordenada” e que se deve concentrar os esforços em algumas áreas chave.

Para tal e em primeiro lugar, os governos precisam, segundo Lundgren, apoiar o desenvolvimento das infraestruturas e fornecimento de hidrogénio nos aeroportos, assim como os investimentos em energias renováveis para apoiar a criação de hidrogénio verde para a aviação. Até porque, diz Lundgren, “os aviões a hidrogénio e elétricos já estão a voar, com empresas empenhadas em escalar a tecnologia para voos comerciais, com o objetivo de os colocar ao serviço nos anos de 2030”.

Contudo, salienta o CEO da easyJet, “a indústria não o pode fazer sozinha. Precisamos que os governos a ajudem a atingir estes objetivos ambiciosos de redução de emissões, defendendo o apoio financeiro e as regulamentações para tecnologias verdes e ainda investimentos em aviões com emissões zero. Estamos prontos para trabalhar com os nossos parceiros e com a indústria em geral, proporcionando um futuro mais sustentável para a aviação”.

Por isso, foi deixada a mensagem de que as entidades governamentais não só devem “fornecer incentivos financeiros para apoiar o desenvolvimento e a expansão da tecnologia de emissões zero”, como também devem “canalizar os fundos obtidos através de impostos sobre a aviação para toda a investigação e desenvolvimento necessários”.

Além disso, as companhias aéreas que optarem por tornar-se pioneiras na adoção da nova tecnologia devem ser “incentivadas através de redução de taxas aeroportuárias e de controlo de espaço aéreo”. Estas devem ainda beneficiar de “isenções fiscais” se operarem aviões com emissões zero e ter prioridade nas slots dos aeroportos.

A easyJet identificou também como prioridade garantir a existência de uma “rede adequada para assegurar o progresso” e o apoio à adoção generalizada de aviões com emissões zero, sempre que tal seja viável, nomeadamente nas rotas mais curtas, indicando que, até lá, a easyJet utilizará o SAF (combustível de aviação sustentável).

De referir que a easyJet tem trabalhado em parceria com a Airbus desde 2019 para apoiar o desenvolvimento de um avião comercial movida a hidrogénio até 2035. Neste sentido, uma das partes fundamentais do contributo da easyJet tem sido trabalhar com este fabricante para fornecer a perspetiva de uma companhia aérea comercial no desenvolvimento de novas tecnologias de propulsão com emissões zero para aviões de passageiros.

Por último, a easyJet está empenhada em atingir o objetivo da União Europeia de emissões de carbono zero até 2050.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Artigos relacionados
Transportes

MSC Cruzeiros prevê “meses muito dinâmicos” no arranque de 2022 com fim dos vouchers

De acordo com Eduardo Cabrita, diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal, o fim dos vouchers é o maior “desafio comercial” que o setor dos cruzeiros enfrenta no curto prazo.

Inês de Matos

O diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal, Eduardo Cabrita, considera que, com o fim dos vouchers, o setor dos cruzeiros vai viver “meses muito dinâmicos” no início de 2022, de forma a “perceber o que as pessoas que têm vouchers vão fazer”, mas mostra-se confiante que “as pessoas querem continuar a fazer férias e querem continuar a fazer cruzeiros”.

Segundo Eduardo Cabrita, que falava aos jornalistas esta sexta-feira, 15 de outubro, durante uma visita ao MSC Virtuosa, em Lisboa, o fim dos vouchers, que acontece no final de dezembro, é o principal desafio a nível comercial que se coloca ao setor dos cruzeiros no curto prazo, já que pode criar problemas de tesouraria às empresas se a maioria dos clientes optar pelo reembolso.

Por isso, estima o responsável, “todas as empresas que emitiram vouchers durante esse período, vão tentar, de alguma forma, criar eventualmente novos benefícios para que as pessoas possam continuar a viajar nos cruzeiros”.

“Portanto, janeiro, fevereiro e março, pressupõe-se que sejam meses muito dinâmicos para perceber o que as pessoas que têm vouchers vão fazer, se querem fazer férias ou o reembolso do valor”, acrescentou, mostrando-se, no entanto, convencido que a maioria dos clientes da MSC Cruzeiros deverá optar por usufruir do cruzeiro.

“Se tiver de adivinhar, e não tenho uma bola de cristal, mas pelo que vimos aqui nos Lisboa/Lisboa, acredito que as pessoas querem continuar a fazer férias e querem continuar a fazer cruzeiros”, explicou.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Transportes

MSC Cruzeiros anuncia “maiores números de portugueses embarcados” nos itinerários Lisboa-Lisboa

O MSC Virtuosa está a realizar, em setembro, outubro e novembro, cruzeiros de nove noites, com partida e chegada a Lisboa, e escalas em Barcelona, Marselha, Génova, Málaga e Casablanca.

Inês de Matos

A MSC Cruzeiros faz um balanço positivo dos itinerários Lisboa-Lisboa que o MSC Virtuosa está a realizar e nos quais a companhia tem registado os “maiores números de portugueses embarcados”, face à partidas dos três anos anteriores à COVID-19, revelou esta sexta-feira, 15 de outubro, Eduardo Cabrita, diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal.

“A maior parte dos passageiros que embarcaram em Lisboa eram portugueses. Hoje, embarcaram cerca de 820 passageiros, basicamente 20 são estrangeiros, os outros 800 são portugueses. A média tem sido, nos outros cruzeiros, entre 900 e 950 passageiros e mais de 95% são portugueses”, indicou o responsável, durante uma visita ao MSC Virtuosa.

De acordo com Eduardo Cabrita, “estes são os maiores números de portugueses embarcados” nos cruzeiros da companhia nesta época do ano, o que, reconheceu o responsável, foi um surpresa também para a MSC Cruzeiros.

“Estes são os maiores números de portugueses embarcados, em comparação com os nossos cruzeiros da mesma altura no ano anterior, estou a falar de 2019, 2018 e 2017. Ao mesmo tempo, é uma surpresa mesmo para nós”, indicou Eduardo Cabrita, explicando que, pela pandemia e por este não ser o típico período de férias dos portugueses, a companhia tinha expetativas mais baixas e acabou por ter uma “agradável surpresa”.

Para o diretor-geral da MSC Cruzeiros em Portugal, a forte procura sentida nestes cruzeiros – que o MSC Virtuosa realiza em setembro, outubro e novembro – mostra que “o setor dos cruzeiros em Portugal , especialmente os cruzeiros de porta-a-porta, ou seja, os Lisboa/Lisboa, podem ter muito pano para dar nos próximos anos, especialmente no próximo ano”.

Eduardo Cabrita revelou ainda que a MSC Cruzeiros também tem tido portugueses a viajar nos restantes cruzeiros da companhia no Mediterrâneo Ocidental e Oriental confessou que os números, no entanto, ainda não chegam aos que registavam os cruzeiros desde Barcelona ou Veneza anteriores à pandemia, apesar deste ano ter trazido boas indicações, que já permitem pensar num 2022 com alguma normalidade.

“Este ano de 2021 foi um recomeço de tudo e estamos a chegar ao final do ano de 2021 em que já estamos muito alicerçados para que 2022 seja, não digo o business as usual, mas bastante lá mais perto”, acrescentou.

Recorde-se que o MSC Virtuosa, que foi inaugurado em março deste ano, está a fazer cruzeiros de nove noites pelo Mediterrâneo, num itinerário que, além de Lisboa, tem também escala em Barcelona, Marselha, Génova, Málaga e Casablanca.

 

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Transportes

Paula Canada (TAP): “O ‘hub’ é fundamental para a sobrevivência da TAP”

Paula Canada, diretora de Marketing e Vendas da TAP Air Portugal, uma das convidadas do webinar “Desafios pós-COVID”, da Airmet, admite que “o turismo vai retomar primeiro que o ‘corporate'”.

Victor Jorge

Em antecipação ao webinar do próximo dia 20 de outubro, organizado pela Airmet, que colocará diversos profissionais, de ambos os lados do Atlântico, a debater os desafios pós-COVID, o Publituris falou com Paula Canada, diretora de Marketing e Vendas da TAP Air Portugal.

Que TAP teremos nós e o mercado no futuro, sabendo-se das dificuldades que a companhia atravessa? Continuar a ter este hub que liga a Europa à América do Sul e do Norte é fundamental? Como é que uma companhia que se vê confrontada com cortes pode ter um discurso de expansão, crescimento, evolução?
O problema da TAP é um problema comum à maioria das companhias aéreas apanhadas por uma pandemia que teve efeitos devastadores na indústria da aviação. Com as fronteiras fechadas e com medo de viajar instalado nos clientes, a movimentação de pessoas deixou de existir, quer em turismo quer em negócios, o que deixou a indústria sem clientes.

Sem nunca descurar o mercado português e a ligação de Portugal à imensa comunidade lusófona, o hub é fundamental para a sobrevivência da TAP, ajudando a alimentar as suas rotas com o transporte de clientes da Europa para o continente americano e para Africa e vice-versa.

O discurso da TAP neste momento é essencialmente de consolidação nos mercados em que opera não deixando, no entanto, de aproveitar algumas oportunidades que surjam e que se justifiquem.

Como a empresa está neste momento de retoma das viagens em termos de posicionamento de mercado, produtos e operações?
A TAP acompanha diariamente a evolução da procura, recebendo insights de diversas fontes, e com base nisso vai ajustando a operação em termos de rotas, frequências, preços e promoções.

Há sinais positivos em alguns mercados, a abertura do Brasil e agora dos EUA foi fundamental para a retoma e para permitir encarar o próximo inverno com uma pequena dose de otimismo, estando previsto operar para os próximos meses 80% do que se operou em 2019. O segmento VFR foi o segmento que mais se destacou durante a pandemia, começando agora a ver sinais de recuperação no segmento leisure e no corporate, especialmente as pequenas e médias empresas. É prioridade da TAP nesta fase acompanhar esta evolução e ajustar as condições operacionais e comerciais a este novo contexto.

Que mudanças espera no e para o turismo de forma geral e quais são, efetivamente, os maiores ensinamentos que retira desta crise para o futuro da sua atividade e negócio?
O turismo vai retomar primeiro que o corporate, destacando-se a procura por destinos mais de natureza, sem grandes multidões e a oferta de pacotes com seguros de saúde vão ser uma vantagem competitiva. Destinos de maior proximidade, com uma boa oferta no ramo da saúde vão, nestes próximos tempos, ser os mais procurados.

O maior ensinamento que se retira, é a necessidade de as organizações terem estruturas ágeis e flexíveis para poderem reagir e se ajustar rapidamente aos novos contextos.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Transportes

Italia Trasporti Aereo compra Alitalia e já voa

Ao fim de 75 anos, a Alitalia acabou, tornando-se na Italia Trasporti Aereo compra.

Publituris

A nova companhia aérea de bandeira Italia Trasporti Aereo (ITA) adquiriu a Alitalia, por um valor de 90 milhões de euros, numa altura em que mantém negociações com os sindicatos da companhia histórica italiana.

No final do processo de licitação pública, na noite de quinta-feira, 14 de outubro, a companhia Alitalia passou para as mãos da ITA – a nova companhia aérea totalmente estatal italiana – criada após o encerramento da linha de aviação que fez durante a noite o último voo, ao fim de 74 anos de história.

Em 2020, após negociações com a União Europeia, foi autorizada a criação da ITA com o compromisso de Roma de não injetar mais de 1.350 milhões de euros de capital até 2023, sendo que 700 milhões vão ser aplicados até ao final de 2021.

A nova companhia mantém as negociações com os sindicatos sobre as condições dos novos contratos pois prevê-se que “vai contar” com um quadro constituído por menos de três mil trabalhadores, numa primeira fase.

Até 2025, a ITA prevê aumentar o número de funcionários até aos 5.700, sendo que a Alitalia empregava onze mil trabalhadores.

A ITA vai começar as primeiras operações com 52 aviões e prevendo-se que a frota venha a ser ampliada em 2022 para 78 aparelhos, aumentando para mais de uma centena em 2025.

O primeiro voo da ITA saiu na sexta-feira, às 08:00 (06:00 em Lisboa) do aeroporto de Fiumicino, arredores de Roma, com 37 passageiros a bordo com destino a Milão, no norte de Itália, marcando o início da nova companhia que surge depois do fim da Alitalia.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Qatar Airways Holidays lança pacotes de viagens para o Campeonato do Mundo de futebol

Com sete níveis, os pacotes de viagens da Qatar pretende levar os adeptos ao Mundial de Futebol de 2022.

Publituris

A pouco mais de um ano do início do Campeonato do Mundo FIFA Qatar 2022, a Qatar Airways Holidays anuncia o lançamento de pacotes de viagens para adeptos, que incluem bilhetes para jogos, voos de regresso e opções de alojamento.

Os adeptos terão primeiro de aderir ao Qatar Airways Privilege Club, para terem acesso a pacotes de viagens únicos, com flexibilidade nas reservas, e obterem lugares reservados nos seus jogos preferidos.

A viagem começa com a escolha da sua seleção favorita e caso a equipa escolhida não se qualifique para o torneio, será oferecida uma opção de reembolso total. No entanto, os adeptos têm também a flexibilidade de escolher jogos de uma equipa diferente (em função da disponibilidade).

Com sete níveis, os pacotes de viagem têm preços que começam nos 3.261 euros e cada adepto pode reservar um total de sete jogos, combinando mais do que um pacote. No caso da sua seleção favorita ser derrotada nas fases avançadas do torneio, serão emitidos bilhetes para os jogos de uma das equipas prevalecentes do mesmo grupo ou da fase a eliminar.

Além disso, os adeptos podem especificar com quantos convidados viajam e o número de quartos em que gostariam de ficar. Podem escolher entre alojamento standard e premium, com base no seu orçamento.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

TAP lidera queixas nas companhias aéreas em Portugal

TAP, easyJet e Ryanair são as companhias aéreas que lideram as reclamações referente a companhias aéreas em Portugal, segundo a Deco Proteste.

Publituris

As reclamações referentes a companhias aéreas na plataforma “Reclamar” aumentaram de 6.320, em 2019, para 8.844, em 2020, correspondendo a uma subida de quase 40%, sendo a TAP a empresa mais reclamada, mas também uma das mais usadas, indica um estudo da Deco Proteste.

Segundo as informações reunidas pela Deco Proteste, sobre as queixas dos portugueses no que respeita a companhias aéreas, o número de reclamações já tinha aumentado de 2018 para 2019, com os números a indicarem uma passagem de 5.441 para 6.320, uma subida de cerca de 16%.

Numa análise às três empresas mais reclamadas – TAP, easyJet e Ryanair, por esta ordem –, que são também as que os portugueses mais usam, as queixas por atrasos prevalecem na TAP, enquanto no caso das companhias ‘low-cost’ (easyJet e Ryanair) o mais “reclamado” são os cancelamentos.

Só este ano, a Deco Proteste recebeu 826 reclamações referentes à TAP, 88 à easyJet e 45 à Ryanair.

Segundo a Deco Proteste, “a maior parte das reclamações referentes a companhias aéreas tem a ver com atrasos (complicados ainda por conexões que se perdem), cancelamentos, perdas de bagagem e ‘overbooking’, por esta ordem de importância”.

Os problemas reportados pelos consumidores são ainda “exacerbados pela incapacidade de as empresas darem resposta adequada e em tempo útil às reclamações”, acrescenta ainda a Deco Proteste.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Emirates disponibiliza HBO Max a bordo a partir de 1 de novembro

Novo serviço vai estar disponível, a partir de 1 de novembro, através do sistema de entretenimento a bordo da Emirates.

Publituris

A Emirates vai passar a disponibilizar, a partir de 1 de novembro, o serviço HBO Max a bordo dos seus aviões e para todos os clientes, através do programa de entretenimento da companhia aérea, denominado ICE.

Segundo a Emirates, graças à parceria que a companhia aérea estabeleceu com com a plataforma de filmes e séries, naquela que é a primeira parceria do género na aviação do Médio Oriente.

“Com esta parceria, os passageiros da Emirates, independentemente da classe em que viajem, podem assistir a grandes êxitos exclusivos da HBO Max nos ecrãs individuais dos seus lugares, incluindo os populares Friends: The Reunion – exibido pela primeira vez numa companhia aérea; as séries múltiplas vezes premiadas pelos Emmy®, Mare of Easttown, A Black Lady Sketch Show, e muito mais”, refere a Emirates, em comunicado.

Numa fase inicial, a parceria disponibiliza mais de 160 horas de conteúdo de 31 filmes e séries mas, segundo a Emirates, no futuro, o objetivo da companhia aérea e da plataforma passa por “gradualmente expandir a oferta de conteúdo”.

A partir de 1 de novembro, os conteúdo da HBO Max passam a estar disponíveis no sistema de entretenimento a bordo da Emirates, numa secção própria, sendo também possível consultar a lista de conteúdos disponíveis através do site da companhia aéreo ou da app da Emirates, que permite até sincronizar o smartphone e o sistema ICE.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

MSC Cruzeiros adiciona segundo navio à Volta ao Mundo de 2023

Companhia de cruzeiros cancelou o itinerário de Volta ao Mundo de 2022 devido às restrições que ainda existem em vários portos, mas decidiu colocar um segundo navio a realizar o itinerário no ano seguinte.

Publituris

A MSC Cruzeiros anunciou que o itinerário de Volta ao Mundo de 2023 vai também ser realizado pelo MSC Magnifica, que se vai juntar ao MSC Poesia, naquela que será a primeira vez na história da indústria que “dois navios vão receber mais de 5.000 passageiros numa viagem à volta do mundo”.

Com partida simultânea de Génova, Itália, a 4 de janeiro de 2023, os navios vão, no entanto, realizar itinerários distintos, com a MSC Cruzeiros  a explicar que o MSC Magnifica vai realizar o mesmo itinerário que deveria ser realizado pelo MSC Poesia para o MSC World Cruise 2022, que foi cancelado devido às restrições que ainda existem em vários portos devido à COVID-19.

“Infelizmente não tivemos escolha a não ser cancelar o MSC World Cruise 2022, mas sabemos que um cruzeiro pelo mundo é realmente a viagem de uma vida para muitas pessoas e, por isso, foi importante para nós oferecer a melhor solução possível para os nossos fieis passageiros. O cruzeiro Volta ao Mundo a bordo do MSC Poesia em 2023 já estava esgotado e por isso trabalhámos para alterar a programação do MSC Magnifica, um popular navio de cruzeiro volta ao mundo, para que possamos oferecer o mesmo itinerário de 2022″, refere Gianni Onorato, CEO da MSC Cruzeiros.

As vendas do World Cruise 2023 do MSC Magnifica já estão abertas, com a companhia de cruzeiros a garantir que os “passageiros com reservas no World Cruise 2022 serão contactados em breve e terão prioridade na nova proteção das suas reservas existentes para o MSC Magnifica”.

Já para os passageiros que mudarem a sua reserva para 2023,  a companhia de cruzeiros oferece, “como uma medida de gratidão pela fidelidade”, a reserva de um cruzeiro de cortesia entre janeiro e maio de 2022. 

O MSC Poesia e o MSC Magnifica vão partir em simultâneo para o itinerário de Volta ao Mundo em 2023, com embarque em Génova, Itália (4 de janeiro), Marselha, França (6 de janeiro) e Barcelona, Espanha (7 de janeiro).

“Assim que cruzarem o Mar Mediterrâneo, os navios vão separar-se no Oceano Atlântico. O MSC Magnifica irá circunavegar a América do Sul, cruzar o Oceano Pacífico Sul e depois para o Oceano Índico, o Mar da Arábia, o Mar Vermelho e, em seguida, através do espetacular Canal de Suez de volta ao Mar Mediterrâneo”, explica a MSC Cruzeiros, revelando que o MSC Poesia vai passar pelo Canal do Panamá e percorrer a costa oeste da América Central e do Norte, enquanto se dirige para o Oceano Pacífico, seguindo-se um período prolongado na Ásia, a partir de onde retorna ao Mediterrâneo, pelo Canal de Suez.

Já o MSC Magnifica vai visitar 43 em 24 países, numa viagem de 117 dias que oferece nove prolongados pernoitas e que cruza o equador por duas vezes e que inclui escalas em Lisboa, Funchal, Mindelo (Cabo Verde), Rio de Janeiro (Brasil), Buenos Aires e Ushuaia (Argentina), Taiti, Polinésia Francesa e Ilhas Cook, bem como Auckland, Napier, Wellington, Sydney (Austália e Nova Zelândia).

Na Ásia, o itinerário inclui também a Nova Caledónia, Alotau  e Papua Nova Guiné, bem como a ilha de Lombok (Indonésia), Singapura e Port Klang (Malásia), Colombo e Sri Lanka, assim como Mumbai (Índia), antes de chegar a Salalah, Omã e Aqaba, no Médio Oriente.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Presidente da ANAC diz que é “urgente” encontrar solução para expansão aeroportuária de Lisboa

Para o presidente da ANAC, uma das questões “fundamentais” a analisar, está relacionada com a “capacidade e as características” que esta infraestrutura precisará de incorporar para “acomodar” os requisitos de toda uma nova geração de aeronaves.

Publituris

O presidente da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), Luis Ribeiro, alertou, durante o Portugal Air Summit, que é “urgente” fechar uma solução para a expansão aeroportuária da região de Lisboa, sublinhando que este projeto “não pode mais” ser adiado.

“É urgente fechar uma solução para a expansão aeroportuária da região de Lisboa. Este projeto de envergadura nacional é estruturante para o país e não pode mais ser adiado”, admitiu.

O presidente da ANAC garantiu que a autoridade “contribuirá” com a sua “experiência e conhecimento técnico” nas discussões que possam surgir sobre este projeto, “assumindo as suas responsabilidades enquanto entidade reguladora”.

Na opinião de Luís Ribeiro, uma das questões “fundamentais” que deverá ser “analisada” está relacionada com a “capacidade e as características” que esta infraestrutura precisará de incorporar para “acomodar” os requisitos de toda uma nova geração de aeronaves movidas a hidrogénio ou a combustíveis verdes que, “previsivelmente”, entrarão ao serviço durante a próxima década.

Recorde-se que em cima da mesa estão três hipóteses: aeroporto Humberto Delgado (principal), com o aeroporto do Montijo (complementar); aeroporto do Montijo (principal), com o aeroporto Humberto Delgado (complementar) e uma infraestrutura localizada no Campo de Tiro de Alcochete.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Governo “dá” mais 2 mil milhões de euros à TAP em 2021 e 2022

Estes quase dois mil milhões de euros deverão fazer com que, o próximo ano, “seja o último ano em que o Estado português injeta dinheiro na TAP”, admite o Governo

Publituris
tagsTAP

O Governo vai injetar 1.988 milhões de euros na TAP em 2021 e 2022, segundo o relatório que acompanha a proposta de Orçamento do Estado para 2022, mantendo os 990 milhões de euros previstos para o ano”.

O relatório indica que este ano “foi ainda concedida à TAP, ao abrigo das normas comunitárias especialmente desenhadas para o contexto pandémico, uma compensação por danos COVID referentes ao período de março a junho de 2020, no valor de 462 milhões de euros, compensação que foi atribuída sob a forma de capital”.

No documento, o executivo lembra ainda que “foram submetidas à Comissão Europeia duas notificações adicionais para Compensação por danos COVID – uma referente ao segundo semestre de 2020, outra referente ao primeiro semestre de 2021”.

“Tal como já anunciado, espera-se que, com a aprovação do Plano de Reestruturação por parte da Comissão Europeia, a ajuda à TAP em 2021 totalize os 998 milhões de euros”, já incluindo o montante das compensações por danos COVID, de acordo com o documento.

Além disso, segundo a proposta, “é previsto no Plano de Reestruturação apresentado à Comissão Europeia, no seu cenário central, que 2022 seja o último ano em que o Estado português injeta dinheiro na TAP, no valor de 990 milhões de euros”.

O Governo acredita que “a TAP ficará, assim, devidamente capitalizada para poder prosseguir a sua atividade, contribuindo fortemente para a economia portuguesa”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector do turismo, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias do Turismo. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.