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As propostas do candidato José Carlos Rolo (PSD+CDS/PP) para o turismo em Albufeira

Que importância possui o turismo para Albufeira? Albufeira é Albufeira, em parte pelo Turismo que visita Albufeira e outra grande parte pelas pessoas desta terra e outras que se juntaram à mesma, sempre focados em receber turistas, daí o epiteto de Capital do Turismo do Algarve. Efetivamente, a pandemia demonstrou o quanto é importante para… Continue reading As propostas do candidato José Carlos Rolo (PSD+CDS/PP) para o turismo em Albufeira

Victor Jorge
Análise

As propostas do candidato José Carlos Rolo (PSD+CDS/PP) para o turismo em Albufeira

Que importância possui o turismo para Albufeira? Albufeira é Albufeira, em parte pelo Turismo que visita Albufeira e outra grande parte pelas pessoas desta terra e outras que se juntaram à mesma, sempre focados em receber turistas, daí o epiteto de Capital do Turismo do Algarve. Efetivamente, a pandemia demonstrou o quanto é importante para… Continue reading As propostas do candidato José Carlos Rolo (PSD+CDS/PP) para o turismo em Albufeira

Victor Jorge
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Que importância possui o turismo para Albufeira?
Albufeira é Albufeira, em parte pelo Turismo que visita Albufeira e outra grande parte pelas pessoas desta terra e outras que se juntaram à mesma, sempre focados em receber turistas, daí o epiteto de Capital do Turismo do Algarve.

Efetivamente, a pandemia demonstrou o quanto é importante para o dinamismo do Município a presença de turistas, e também dos residentes estrangeiros.

Por tudo isto e pela hospitalidade de excelência, Albufeira é atualmente uma referência de destaque para a organização de eventos ao longo de todo o ano.

Está satisfeito com as políticas desenvolvidas relativamente ao turismo? Se tivesse de voltar atrás, o que faria de novo ou de forma diferente?
Com certeza que há sempre formas de melhorar, mas no que se refere ao que foi já construído, temos de fazer uma análise sob duas perspetivas: a nível urbano, são 40 anos de edificações de unidades hoteleiras, as quais gozaram de elevado sucesso até ao surgimento da pandemia do século; e depois devemos ver a perspetiva do Turismo enquanto setor global. Albufeira é cada vez menos dependente do mercado inglês e pode constatar-se a imensa variedade de nacionalidades que nos visitam. Por conseguinte, a necessidade de aumentar os diferentes tipos de turistas está orientada para que a cidade esteja aberta a um maior leque possível de nacionalidades.

Quais foram as maiores dificuldades sentidas durante este período e como antevê o regresso à tão desejada “normalidade” para o turismo em Albufeira?
Albufeira preparou-se para uma temporada que parecia ser minimamente igual à do ano passado, o que não veio a verificar-se, dadas as contingências e circunstâncias, o que originou um grave problema de emprego, ou seja, uma situação delicada para os munícipes e empresas do concelho, quer a médio, quer a longo prazo. A tal “normalidade” só pode, eventualmente, vir a ocorrer a partir de abril do ano que vem, dado que daqui a dois meses começaremos a temporada de Inverno. E Albufeira tem de estar preparada para um Inverno sem realizações acumuladas do Verão.

Questões como a sustentabilidade, overtourism, segurança, digitalização e mobilidade estão na ordem do dia no turismo. O que está e vai ser feito nestes pontos (e outros) em concreto?
Não existe dúvida de que a sustentabilidade é relevante para nós, e devido à pandemia, o Município não pode avançar com a certificação Travelife, o que permitiria ter grande parte do alojamento certificado. Em relação ao overtourism, são opiniões que as pessoas emitem sem considerarem a totalidade, pois considero que tal não se aplica a Albufeira, pois os nossos turistas distribuem-se por 25 praias de bandeira azul, e esperamos que as mesmas voltem a estar cheias, muito em breve.

A segurança é sempre uma preocupação e sempre fomentei, e continuarei a fomentar, mais e melhor segurança possível para um Município com as características de Albufeira. No entanto, no que concerne a Albufeira só são considerados os 44 mil habitantes e não os cerca de 440 mil residentes que temos ao longo da época balnear. Por conseguinte, o número dos agentes operacionais não é proporcional ao que deveria existir. Mas estamos em constante supervisão.

A digitalização é uma paixão minha, por conseguinte, trabalhámos no Município durante mais de um ano na implementação de um software para que a cidade rume para uma smart city.

Quanto à mobilidade, para além de termos repavimentado mais de 50 quilómetros neste mandato, há muitos projetos que aguardam a sua concretização, como uma rede de transportes públicos mais eficaz, um passadiço ao longo da nossa costa e a sensibilização para o uso de combustíveis não poluentes, entre outros; e, com certeza, temos vindo a tornar o concelho o mais inclusivo possível.

O que falta fazer em Albufeira no que diz respeito ao turismo?
O Turismo é uma área em constante mutação, as áreas turísticas surgem de acordo com o sonho e a necessidade de quem nos visita. A preocupação tem sido crescente para apoiar novos empresários em áreas turísticas que não sejam apenas de hotelaria e restauração, estamos a apostar fortemente no turismo no barrocal, com o aspirante a “Geoparque Algarvensis”, e há a certeza para novos polos culturais, como a devolução ao público da medieval Igreja de Santa Maria, a Casa de Artes e Ofícios tradicionais, o Museu do Barrocal e, quem sabe, talvez um centro interpretativo do mar submerso em meio aquático.

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Algarve promove turismo sustentável nos mercados nórdicos e americanos

Até ao final do mês, a Associação de Turismo do Algarve (ATA)vai participar em eventos dedicados a estes mercados para promover a oferta de turismo sustentável e ao longo de todo o ano da região.

A Associação de Turismo do Algarve (ATA) está a promover o destino "junto de viajantes apreciadores de um turismo mais sustentável, menos sensíveis ao fator preço e que prefiram visitar a região fora da época alta", a exemplo dos mercados nórdicos e do continente americano, motivo pelo qual tem já prevista a participação em quatro certames internacionais, que têm lugar até ao final de outubro.

"A estratégia que está a ser seguida passa pelo reforço da promoção do destino junto de mercados que, de acordo com as características do seu perfil de turista, sejam relevantes e capazes de contribuir para um desenvolvimento sustentado da região. A corresponder a este perfil desejado estão viajantes que sejam apreciadores de um turismo mais sustentável, com poder de compra e menos sensíveis ao fator preço e que, de acordo com as suas motivações de viagem, prefiram visitar o Algarve fora da época alta", indica a ATA.

Os países do norte da Europa, nomeadamente Suécia e a Dinamarca, que são atraídos pelo golfe e, por isso, têm tendência a visitar a região durante o inverno, assim como o Brasil, os Estados Unidos e o Canadá, "cujo interesse em torno do Algarve tem vindo a crescer de forma significativa, nomeadamente no que diz respeito a produtos como a gastronomia, a cultura e o turismo de natureza", são, de acordo com a ATA, os mercados definidos como prioritários para a promoção da região.

Para chegar a estes mercados, a associação tem já prevista a participação, até final de outubro, em quatro eventos, que começaram com o International Golf Travel Market, que decorreu entre 18 e 21 de outubro, no País de Gales, e que é considerado o maior ponto de encontro para profissionais de viagens de golfe, no qual a ATA participou juntamente com 17 empresas associadas da região.

Foi também para promover a oferta sustentável do destino que a ATA participou na The Quality Travel Fair, que teve lugar entre 22 e 24 de outubro, em Copenhaga, na Dinamarca, e que reuniu os mais importantes agentes de turismo dinamarqueses e dos países nórdicos.

Até esta terça-feira, 26 de outubro, a ATA marca ainda presença no MCE South Europe, um fórum profissional que coloca destinos e prestadores de serviços da indústria de eventos do sul da Europa em contacto com organizadores de eventos internacionais, e que se encontra a decorrer em Vilamoura.

"Ao longo de três dias, o Algarve irá receber cerca de 80 profissionais europeus qualificados da área da Meeting Industry, que terão a oportunidade de conhecer in loco a oferta que o destino dispõe vocacionada para este segmento", explica a ATA, em relação ao MCE South Europe.

Já entre 26 e 29 de outubro, a ATA vai ainda participar na ILTM Latin America, uma dos mais aclamados eventos vocacionados para o turismo de luxo junto dos mercados da América Latina, que vai decorrer em São Paulo, Brasil, e no qual a associação tem já mais de 50 reuniões agendadas.

"Todos estes eventos são montras privilegiadas para promovermos o Algarve num posicionamento que temos vindo a construir em torno da qualidade, da diversidade e do caráter diferenciador da oferta do destino", considera João Fernandes, presidente da ATA.

 

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Turismo do Porto e Norte promove Rota dos Vinhos e Enoturismo no IWINETC

O The Lodge Wine & Business Hotel, em Vila Nova de Gaia, recebe, até 29 de outubro, a International Wine Tourism Conference (IWINETC), um dos maiores encontros anuais dedicados ao enoturismo.

O Turismo do Porto e Norte de Portugal vai dar a conhecer a nova Rota dos Vinhos e Enoturismo no International Wine Tourism Conference (IWINETC), um dos maiores encontros anuais da especialidade, que arrancou esta segunda-feira, 25 de outubro, e decorre até sexta-feira, dia 29, em Vila Nova de Gaia.

Com o apoio do Turismo do Porto e Norte de Portugal, da Câmara Municipal de Gaia e do Turismo de Portugal, o IWINETC, que se encontra a decorrer no The Lodge Wine & Business Hotel, reúne especialistas, jornalistas e operadores turísticos internacionais, discutindo, ao longo de quatro dias, os desafios do enoturismo.

"O programa integra ainda visitas técnicas e visitas de jornalistas às quatro regiões vitivinícolas que integram a Rota dos Vinhos e do Enoturismo do Porto e Norte, concretamente Vinhos do Douro e Porto, Vinhos Verdes, Távora-Varosa e Trás-os-Montes", acrescenta o Turismo do Porto e Norte de Portugal, em comunicado.

Segundo a entidade regional de turismo, além de permitir a "influentes decisores e prescritores internacionais uma maior proximidade com a oferta gastronómica e vínica da região", o evento ganha também relevância para a estratégia do Turismo do Porto e Norte nos segmentos da Meetings Industry e enoturismo.

Para Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, o IWINETC deverá contribuir para reforçar “o posicionamento do destino no ranking da ICCA (Associação Internacional de Congressos e Convenções)”, assim como afirmar a região na "trajetória da operação organizada do enoturismo”, em consequência da recém-lançada Rota dos Vinhos e do Enoturismo do Porto e Norte de Portugal.

Por esse motivo, a conferência conta com uma sessão especialmente dedicada à Rota dos Vinhos e Enoturismo do Porto e Norte, assim como outra centrada nos vinhos e na oferta enoturística nacional.

A Rota dos Vinhos e do Enoturismo do Porto e Norte de Portugal foi criada com o objetivo estratégico de contribuir para o desenvolvimento sustentável da região (com mais de 400 quintas com potencial para desenvolver atividade turística e atrativos diferenciadores), através do aproveitamento do grande potencial da cultura da vinha e do vinho, associando-o à notoriedade e posicionamento do destino Porto e Norte.

Após a a conferência, vão ainda decorrer duas Fam Trips (com 30 prescritores turísticos internacionais) e uma Press Trip (com 10 jornalistas estrangeiros) à nova Rota dos Vinhos e do Enoturismo do Porto e Norte de Portugal, que passarão pelas sub-regiões dos Vinhos Verdes, Douro e Porto, Trás-os-Montes e Távora-Varosa, com o objetivo de "reforçar o valor acrescentado da oferta no contexto nacional e internacional, bem como a respetiva visibilidade junto do mercado e de media externos".

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Levantamento de restrições faz disparar voos para os EUA

Às primeira informações sobre o levantamento das restrições, a ForwardKeys denota um crescimento nas reservas para os EUA. Para o Natal, há expectativas de um crescimento ainda maior.

Uma recente análise da ForwardKeys revela que as reservas de voos, para o mês de novembro, para os EUA dispararam após dois anúncios de que o destino seria reaberto para viajantes estrangeiros vacinados, depois de, em meados de outubro, as reservas semanais ultrapassarem 70% dos níveis pré-pandêmicos.

O primeiro anúncio foi feito no dia 20 de setembro, quando a Casa Branca informou que visitantes do Reino Unido, Irlanda, dos 26 países Schengen, China, Índia, África do Sul, Irã e Brasil teriam autorização para entrar nos EUA, sem estarem sujeitos a quarentena, desde que totalmente vacinados. Isso causou uma reação imediata, com as reservas semanais do Reino Unido a aumentar 83%, do Brasil a crescer 71% e da UE a dispararem 185%.

O segundo anúncio foi feito em 15 de outubro, quando o secretário de imprensa assistente do presidente dos Estados Unidos, Kevin Munoz, apontou o dia 8 de novembro em que as restrições seriam aliviadas. A partir daí, as reservas semanais subiram ainda mais, aumentando 15% no Reino Unido, 26% na UE e 100% no Brasil.

“Ao analisar a distribuição de reservas confirmadas, para chegada em novembro e dezembro, desses três mercados de origem (Brasil, UE e Reino Unido), houve dois picos evidentes”, refere a análise da ForwardKeys. O primeiro pico foi para viagens imediatamente após o alívio das restrições durante a semana com início em 8 de novembro, atingindo 15% das reservas. O segundo pico foi durante o Natal, atingindo 16% das reservas durante a semana do Natal e 14% na semana anterior.

Juan Gómez, Head of Market Intelligence da ForwardKeys, adianta, em nota de imprensa, que “estes dados demonstram, mais uma vez, a enorme procura reprimida por viagens. Assim que as pessoas souberam que teriam permissão para visitar os EUA novamente, reservaram e um número substancial reservou viagens para assim que fosse possível voar para os EUA”.

O responsável da ForwardKeys faz ainda notar que “as reservas aumentaram ainda mais depois de ser indicada uma data específica”, admitindo que “isso não é totalmente surpreendente por duas razões: primeiro, a certeza de uma data específica inspira confiança, e, em segundo lugar, aqueles que queriam viajar antes do final de novembro não podiam se dar ao luxo de fazer um compromisso até que tivessem certeza de que poderiam viajar quando quisessem”.

Gómez conclui que “nas próximas semanas, veremos um aumento acentuado nas reservas para os EUA no período de Natal”.

 

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Norwegian elimina restrições temporárias no programa CashPoints

Com o aumento do número de viajantes nos últimos meses e uma tendência positiva nas futuras reservas, a Norwegian reabriu o programa CashPoints no seu formato original.

A Norwegian anunciou, recentemente, a eliminação de todas as restrições temporárias ao uso de CashPoints (pontos de Reward da Norwegian, programa de fidelidade da empresa), a partir de segunda-feira, 1 de novembro. A empresa já havia anunciado que as restrições temporárias iriam acabar quando o mercado melhorasse. “Agora, e devido ao aumento do número de viajantes nos últimos meses e uma tendência positiva nas futuras reservas, é hora de reabrir o programa no seu formato original”, refere a empresa em nota de imprensa.

“Sempre dissemos que restauraríamos o nosso programa de fidelidade nos termos originais quando o mercado e a procura melhorassem. Os nossos membros Norwegian Reward podem reutilizar todos os seus pontos ganhos quando reservarem a sua próxima viagem connosco”, adianta Geir Karlsen, CEO norueguês.

O Norwegian Reward foi reconhecido e premiado - em várias ocasiões - como o melhor programa de benefícios internacionalmente, devido aos seus termos simples e claros e à facilidade com que os membros podem ganhar e usar pontos. Existem atualmente 9,2 milhões de membros no Norwegian Reward.

“Com uma tendência positiva contínua no número de passageiros nas nossas rotas na Noruega e na Europa, estamos a reabrir o nosso programa de fidelidade no formato original”, destaca Karlsen.

Assim, a partir de segunda-feira, 1 de novembro, os saldos de CashPoints ganhos pelos membros do Norwegian Reward podem ser resgatados integralmente na compra de voos. No Norwegian Reward, um CashPoint é o mesmo que uma coroa norueguesa e não há restrições quanto ao número de lugares disponíveis por voo para aqueles que desejam usar os pontos adquiridos.

A Norwegian estendeu ainda e automaticamente a validade de todos os CashPoints que expiraram em 2021 até 31 de dezembro de 2022.

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Oceanário de Lisboa lança “Happy Day”

Até 23 de novembro, o Oceanário de Lisboa abre as portas no formato “Happy Day”.

O Oceanário de Lisboa acaba de lançar uma campanha para os dias de outono: o Happy Day. A partir de dia 26 de outubro e até 23 de novembro, às terças-feiras, os bilhetes comprados online terão o valor de 10,00 €, para todos e a qualquer hora.

Os visitantes podem “mergulhar” no grande aquário central, à descoberta das mais de 500 espécies do Oceano Global, com destaque para cerca de 20 espécies de tubarões e raias, as lontras-marinhas, os pinguins e o peixe-lua, entre tantas outras.

A visita estende-se até às duas exposições temporárias: as “Florestas Submersas by Takashi Amano” apresentam de forma inspiradora as florestas tropicais através do maior “nature aquarium” do mundo: uma experiência relaxante e envolvente, conduzida pela banda sonora exclusiva de Rodrigo Leão. A instalação artística “ONE – O Mar como nunca o sentiu”, da artista Maya Almeida, é a mais recente exposição, inaugurada em 2020, que apresenta uma ligação profunda do Homem com o mar e invoca a grandiosidade do oceano através de uma experiência imersiva pelo território marítimo português.

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Maçã Bravo de Esmolfe ganha plataforma online e dá origem a experiências turísticas

Além de promover um produto único no mundo, originário da freguesia de Esmolfe, em Penalva do Castelo, o projeto prevê ainda a criação de experiências turísticas com base na Maçã Bravo de Esmolfe.

O CEIT - Centro Estratégico de Inovação Territorial está a criar um plataforma online para promover a Maçã Bravo de Esmolfe, um produto único no mundo, que é originário da freguesia de Esmolfe, em Penalva do Castelo, e que deverá dar também origem a experiências turísticas com base neste fruto.

De acordo com Cristóvão Monteiro, presidente executivo do CEIT, este projeto "nasce da necessidade de afirmar uma marca territorial forte que permita relançar o produto, bem como os atores que gravitam ao seu redor", até porque a Maçã Bravo de Esmolfe é um fruto cada vez mais procurado, nomeadamente pelos segmentos de saúde e bem-estar.

"O objetivo passa por criar uma autêntica plataforma de cooperação que alavanque a
economia local e regional através da promoção dos produtores, comerciantes e restantes
elementos da cadeia de valor da maçã Bravo de Esmolfe", indica o CEIT.

O projeto tem ainda objetivos ao nível do turismo, uma vez que pretende "não só ajudar a promover o produto, mas também alavancar a atividade turística por via da valorização do território, da sua cultura e das suas gentes", motivo pelo qual está prevista a "criação e estruturação de experiências turísticas" em Penalva do Castelo, segundo declarações de Cristóvão Monteiro à Lusa.

"Hoje, o consumidor está diferente e procura muito os destinos de baixa densidade que proporcionem experiências em comunhão com a natureza e esta região permite isso de forma extraordinária e não podemos esquecer que Penalva do Castelo é o berço oficial da maçã Bravo de Esmolfe", considera o responsável

Para além do impacto que será gerado na economia, o projeto pretende ainda "produzir
conhecimento científico e fomentar a investigação sobre a origem e as características do
produto", cujas "propriedades benéficas são únicas e estão demonstradas em estudos científicos de diferentes áreas da medicina", acrescenta Cristóvão Monteiro.

A nova marca e respetiva plataforma online já estão em desenvolvimento e devem ser
apresentadas em 2022, depois de um processo de auscultação e envolvimento de todos
os stakeholders.

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Emprego e Formação

NOVA SBE INAUGURA WESTMONT HOSPITALITY HALL

Com este novo espaço, a Nova SBE está agora preparada para desenvolver e promover uma educação de gestão avançada e de excelência em hospitalidade e turismo, assente nos valores da sustentabilidade e inovação.

Criar e preparar os líderes e empreendedores de amanhã nas áreas de hospitalidade e turismo. Este é o objetivo do Westmont Institute of Tourism & Hospitality (WiTH) fundado pela Nova SBE em parceria com o Westmont Hospitality Group.

A inauguração decorre esta segunda-feira, 25, no campus de Carcavelos, com a presença do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do Príncipe Amyn Aga Khan.

Com este novo espaço, a Nova SBE está agora preparada para acolher o ecossistema de professores, alunos, investigadores e parceiros focados em desenvolver e promover uma educação de gestão avançada e de excelência em hospitalidade, turismo e todas as indústrias orientadas para o serviço, assente nos valores da sustentabilidade e inovação.

“No futuro, digital e tecnologia serão fundamentais, sim, mas mais do que isso teremos que saber cuidar do consumidor, elevar os padrões de serviço, criar experiências únicas com impacto emocional nos nossos clientes. Será um fator de sucesso decisivo”, refere Daniel Traça, Dean da Nova SBE, reforçando que “a parceria com o Westmont Hospitality Group e agora a inauguração do Westmont Hospitality Hall, permite trazer para a Nova SBE, de forma inovadora, todas as competências e recursos da indústria hoteleira para que possamos aprofundá-las, desenvolver inovação e levá-las a outras áreas: retalho, banca, saúde, entre outras.”

Entre o leque de projetos e ofertas já disponibilizadas pelo instituto, existe uma Área de Especialização no Mestrado em Gestão, dedicada à hospitalidade e gestão de serviços, mas também estão disponíveis cursos de formação de executivos pensados para preparar os participantes para liderar a recuperação e transformação dos negócios num contexto atual de disrupção, com foco na experiência do cliente, na inovação e na sustentabilidade, alicerçada pela cultura e mentalidade da Hospitality.

Complementarmente, o WiTH pretende afirmar-se como espaço de reflexão neste domínio, promovendo diversas iniciativas como conferências, debates, talks e encontros informais, potenciando a ligação dos alunos com o mundo empresarial e o desenvolvimento de projetos concretos. O Westmont Hospitality Hall ganha agora protagonismo assumindo-se como o palco privilegiado para receber estes eventos, um espaço aberto à comunidade e onde os alunos terão um papel importante na sua dinamização.

Este novo espaço, para além de estar  disponível para os estudantes desenvolverem os seus projetos, representa uma nova centralidade no campus de Carcavelos e o local ideal para co-construir com as empresas novas soluções de melhoria da experiência dos seus clientes.

Sendo um projeto vocacionado para criar um futuro melhor, o WiTH está neste momento a desenvolver com o Nova SBE Data Science Knowledge Center um ambicioso projeto de criação de uma plataforma de dados e de conhecimento que possa melhorar de forma significativa o contexto de tomada de decisão de projetos de desenvolvimento turístico em África, numa ótica de sustentabilidade, criando condições para fazer do turismo um veículo de criação de riqueza na região e de geração de novas oportunidades de emprego.

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Transportes

LATAM lança promoção com voos desde 465 euros para o Brasil

Promoção é válida para reservas até esta terça-feira, 26 de outubro, e abrange também voos em classe executiva.

A LATAM Airlines lançou uma nova promoção para voos entre a Europa e a América do Sul, cujos preços começam nos 465 euros por pessoa para viagens de ida e volta para o Brasil, numa oferta que é válida para reservas até esta terça-feira, 26 de outubro.

O preço apresentado é válido para viagens em classe económica, mas a LATAM Airlines disponibiliza também preços para voos em executiva, cujos valores começam nos 999 euros por pessoa, também para voos de ida e volta.

A promoção da LATAM Airlines já inclui taxas aeroportuárias e impostos, e aplica-se apenas a voos operados pela própria companhia aérea, estando sujeita à disponibilidade de lugares existente.

Além do Brasil, a promoção da LATAM Airlines está também disponível para outros destinos da América do Sul, cujas condições já se encontram disponíveis através dos GDS.

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Distribuição

Comunicação é um dos pontos-chave na retoma do turismo

Embora todos reconheçam vários aspetos a ter em conta na retoma do turismo, a comunicação é chave. Por isso, os players da área têm de estar muito bem preparados, admitindo-se que “o agente tem de saber mais do que o passageiro que pesquisa tudo na internet”.

Publituris

*texto Beatrice Teizen

O segundo painel do seminário luso-brasileiro, promovido pela Airmet Brasil e Portugal, que teve no Panrotas Brasil e Publituris os media partners e moderadores, abordou o tema distribuição e as principais mudanças nas relações e desafios na nova era para o turismo após o início da pandemia de COVID-19. Um dos pontos-chave levantados foi a importância da comunicação – clara – com os consumidores.

“Percebemos que a questão da comunicação iria mudar inevitavelmente. Havia muito uma cultura em Portugal de as lojas de shopping, de rua etc., terem um funcionamento um pouco inflexível. E, do dia para noite, tudo mudou. Passamos a sentir uma proximidade muito maior com os clientes e, por mais afastados que estivéssemos do ponto de vista físico, na tecnologia estávamos muito próximos. No Brasil é diferente, os relacionamentos são muito mais calorosos. Temos que começar a desenvolver competências nessa área. Temos todo o conhecimento, expertise, todas as condições para prestar um serviço de excelência, mas temos muita dificuldade em comunicar isso. Mudámos a nossa forma de nos relacionar”, afirmou o diretor-geral da Airmet Brasil e Portugal, Luís Henriques.

Informação e capacitação
O atendimento dos agentes também foi transformado, e, mais do que nunca, o agente tem de possuir todas as informações e respostas às dúvidas dos passageiros na ponta da língua. Para isso, capacitações, profissionalização e disseminação de conhecimento são fundamentais.

“Precisamos de estar muito mais atualizados e lembrar que informação nem sempre é conhecimento. Estamos na era digital, mas percebemos que existia muito mais informação do que conhecimento e prática. Por isso, a capacitação e preparação da equipa e dos parceiros devem ser evidenciadas. Além disso, a cultura organizacional, junto à empatia e necessidade desse mercado devem ser um tripé que precisa ser muito bem trabalhado”, afirmou Fabiana Lima, CEO e fundadora da Club Turis.

O diretor da Lusanova Brasil, Daniel Marchante, destacou, por sua vez, a necessidade do mercado proporcionar webinars com informações sobre os destinos, por exemplo, para que os agentes de viagens estejam munidos de todas as informações necessárias.

“O agente tem de estar muito bem preparado e informação é a palavra-chave. O agente precisa saber mais do que o passageiro que pesquisa tudo na internet. Se não, pode perder esse viajante para o on-line. Ter o conhecimento do destino, do produto, é fundamental até para o futuro do nosso negócio e mercado, considerou Marchante.

“Parceirar”
Com a pandemia, surgiu um novo consumidor e, também, por que não, uma nova palavra. “Parceirar” quer dizer que, sem parcerias, o mercado não consegue caminhar e é muito mais demorado e difícil para se chegar ao objetivo.

“Escolher os nossos parceiros é um sucesso muito mais acertado. Colaboração, ‘parceirar’ e contar com o apoio vai fazer toda a diferença. Precisamos de bons parceiros, bons profissionais, melhorar a nossa comunicação”, salientou Fabiana Lima.

Para finalizar, a CEO da Club Turis admite que “é muito mais do que tecnologia, estamos a caminhar para um atendimento próximo, uma cultura humanizada. Além de recursos tecnológicos, precisamos de empatia, operação consultiva. E ‘parceirar’ significa isso, essas escolhas assertivas”, concluiu Fabiana Lima.

Finalmente, Aroldo Schultz, diretor da Schultz Brasil e Portugal, considerou que “o sentimento de trabalhar em conjunto para prosperar é o mesmo”, referindo ainda que “quem conseguiu se manter, respeitar os agentes, o consumidor, selecionar os fornecedores certos, vai ter muito futuro”.

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Aviação

“Ainda levará um tempo para colocarmos o Brasil no mapa dos destinos turísticos dos europeus”, admite a TAP

Num webinar que debateu os “Desafios do pós-COVID”, no painel da aviação ficou patente a recuperação que o setor está a registar. A tecnologia ou digitalização foi outro dos aspetos destacados como essenciais para o futuro do setor.

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*texto de Beatriz Teizen

A pandemia da COVID-19 ainda não acabou, mas, depois de quase dois anos, o setor de turismo vê uma melhoria, com a retoma das viagens e a reabertura das fronteiras. “Quais são os desafios pós-covid?”. “Quais as mudanças que se esperam na indústria, com foco na aviação e distribuição Estes foram os temas principais abordados no seminário luso-brasileiro, promovido pela Airmet Brasil e Portugal, que teve no Panrotas Brasil e Publituris os media partners e moderadores.

“Os últimos meses foram um calvário, mas agora estamos na tal retoma. Fomos semanalmente monitorizando o ‘mindset’ dos viajantes, país a país, à medida que os destinos reabriam, para irmos repondo as nossas operações. A TAP vai operar 80% neste inverno, em relação a 2019, estando previstas, para as rotas no Brasil, 51 frequências desde Portugal”, revelou Paula Canada, diretora de marketing e vendas da TAP Air Portugal.

A responsável da companhia aérea nacional referiu ainda que “o tráfego está a responder muito bem, temos muita procura reprimida e houve uma procura enorme de viagens. Em setembro, tivemos um aumento de 70% nas vendas a partir do Brasil. Mas, na Europa, ainda levará um tempo para colocarmos o Brasil no mapa dos destinos turísticos dos europeus”. “Neste momento, não é o destino mais procurado para férias”, salientou Paula Canada.

A executiva também tocou no ponto em relação ao planeamento das viagens que, devido ao ambiente de muitas incertezas, “os passageiros compram os bilhetes com um ou dois meses de antecedência”, admitindo que “esta foi uma das maiores alterações no hábito do consumidor de viagens aéreas”.

Recuperação brasileira
Ao nível das companhias aéreas brasileiras, estas estão a superar, aos poucos, a maior crise da história da aviação mundial. A Azul, por exemplo, voltou recentemente a um equilíbrio nas suas operações domésticas, mas ainda enfrenta um grande desafio no internacional, enquanto as viagens nacionais regressaram, depois de muito tempo e algumas idas e vindas, adiantando Marcelo Bento, diretor de Relações Institucionais da área, que, depois da temporada de janeiro de 2021 ter sido “foi bastante boa, tivemos a segunda vaga em março, que nos pegou em cheio”. Certo é que de agosto em diante, “estamos a recuperar muito forte e rapidamente”, pelo que, em outubro, “estamos a voar a 106% da nossa capacidade em lugares domésticos relativamente ao período pré-pandemia”. Marcelo Bento admite, mesmo que, na época alta, “teremos 120% dos lugares”, o que será “a maior temporada de verão da história da Azul”.

Segundo Bento, o tráfego é predominantemente de lazer, ou para pequenos negócios, além da indústria pesada”, destacando ainda que “os centros financeiros, consultorias, bancos e grandes empresas, que são os que mais remuneram, ainda não voltaram a viajar”.

Quanto ao internacional, o executivo diz que a companhia ainda está muito “cautelosa”. Nunca parámos de operar em Portugal e EUA”, embora reconheça que a operação era “bem reduzida”. Antes da pandemia, eram três voos diários entre Brasil e Portugal, agora estão com cinco por semana, passando a sete em breve”. Ou seja, “ainda há um déficit muito grande”.

Além disso, há também a questão do modelo híbrido e do crescimento significativo do bleisure, que veio para ficar. Sem contar a explosão de interesse dos próprios brasileiros de conhecer o Brasil, de buscar produtos diferentes, exclusivos, culturais e muita experiência. “Tendência que veio para ficar e que levará os agentes de viagens a terem de se especializar ainda mais”.

Tecnologia e customização
Essencial mais do que nunca, as empresas precisaram de adaptar-se e adotar todas as tecnologias necessárias para sobreviver à crise. Transformação digital foi a chave e o setor do turismo foi, inclusivamente, o que mais se adaptou no período da pandemia.

“Foram várias as tendências que sugiram e as companhias aéreas e outros players do setor precisaram de se transformar para atender às novas necessidades do cliente. Focar em digitalização, modernização, trazer sistemas para a nuvem, além de outros investimentos, foi essencial”, destacou o presidente de Travel Channels da Amadeus, Decius Valmorbida.

O responsável da Amadeus focou ainda a importância da “personalização das viagens”, de se conseguir “vender mais em cada viagem, diferenciar o produto e trazer o consumidor para pagar um pouco mais”. De acordo com Valmorbida, estes fatores tornam-se “uma urgência na retoma e isso envolve empresas de tecnologia, de distribuição e aéreas” No fundo, “é focar menos em volume e mais em como vender melhor”.

Valorização do agente de viagens
“Durante este período de pandemia, os vendedores on-line, os OTA e as próprias companhias aéreas tiveram grandes problemas de atendimento aos clientes. Por isso, no nosso segmento, teremos de repensar muito essa questão, já que diversos consumidores tiveram experiências negativas com as plataformas e não tiveram suporte, começou por referir o diretor da Flytour Gapnet, Rui Alves, no início da sua intervenção.

Como consequência, isto levou o viajante a ter “uma postura refratária em relação às vendas on-line, passando a procurar muito mais informação e controlo da sua viagem”, admitiu Rui Alves.

Isto leva o responsável da Flytour a destacar o “papel consultivo” do agente de viagens, considerando-o “imprescindível para que os passageiros voltem a viajar com segurança. Diante disso, as consolidadoras atuaram muito como “um verdadeiro para-raios no atendimento”, passando a ser vistas como “um suporte para as companhias aéreas, aumentando o seu papel de promotor”. Por isso, “a importância do agente de viagens remete ao fortalecimento do consolidador”, afirmou.

Para Alves, o agente tem de procurar “aumentar o acesso à tecnologia” e os consolidadores têm um “papel importante nesse apoio aos profissionais que não conseguem ter acesso a recursos tecnológicos próprios”.

Além disso, considera, “o on-line continua a ser importante como elemento de informações”, embora reconheça que “os agentes precisarão ter presença tanto no on-line, quanto no off-line”.

Por isso, e finalizando, Rui Alves acredita que o agente que “não tiver uma presença omnichannel terá mais dificuldade para atuar do que aqueles que estão preparados”, sendo certo que “as complementaridades se valorizam agora nesse momento”.

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