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Aeroportos nacionais alcançam “níveis mais elevados desde o início da crise pandémica” em julho

Dados do INE indicam que, em julho, os aeroportos nacionais receberam 15,6 mil aeronaves em voos comerciais e 2,8 milhões de passageiros, o que traduz subidas de 75,8% e 116,1%, respetivamente, face a igual mês de 2020.

Inês de Matos
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Aeroportos nacionais alcançam “níveis mais elevados desde o início da crise pandémica” em julho

Dados do INE indicam que, em julho, os aeroportos nacionais receberam 15,6 mil aeronaves em voos comerciais e 2,8 milhões de passageiros, o que traduz subidas de 75,8% e 116,1%, respetivamente, face a igual mês de 2020.

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Os aeroportos nacionais receberam 15,6 mil aeronaves em voos comerciais e 2,8 milhões de passageiros (embarques, desembarques e trânsitos diretos) no passado mês de julho, quando foram atingidos ”os níveis mais elevados desde o início da crise pandémica COVID-19″, indicam os mais recentes dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta sexta-feira, 17 de setembro.

De acordo com o INE, o total de aeronaves que aterraram nos aeroportos nacionais em julho traduz uma subida de 75,8% face a igual mês do ano passado, enquanto os passageiros aumentaram 116,1%, ainda que, comparativamente a igual mês de 2019, antes da chegada da crise pandémica, as variações indiquem uma descida de 33,2% no número de aeronaves aterradas e de 55,8% nos passageiros movimentados.

Face ao mês anterior, os resultados indicam, no entanto, uma melhoria, uma vez que, em junho, os aeroportos nacionais tinham apresentado uma quebra de 44,5% no total de aeronaves aterradas e de 66,0% no movimento de passageiros, comparativamente aos resultados de junho de 2019.

Já o tráfego internacional perdeu relevância face a julho do ano passado, uma vez que, do total de passageiros desembarcados nos aeroportos portugueses, 74,8% corresponderam a viajantes internacionais, quando em período homólogo esta percentagem chegava aos 81%, realidade que se verificou também nos passageiros embarcados, onde o tráfego internacional correspondeu a 69,8% total, valor que compara com os 75,7% apurados em igual período do ano passado, com o INE a sublinhar que a maioria destes passageiros tinham “como principal destino aeroportos localizados no continente europeu (59,1%)”.

No acumulado dos sete primeiros meses do ano,  o INE revela que o número de aeronaves aterradas e o número de passageiros desembarcados diariamente registou, desde a segundo quinzena de março, “uma inversão da tendência”, com o crescimento de ambos os indicadores e que “se manteve durante os meses seguintes”. Já a partir da segunda quinzena de maio, “verificou-se um crescimento mais acentuado, tendo-se mantido uma tendência de crescimento nos meses de junho e julho”.

De janeiro a julho de 2021, houve uma diminuição de 26,0% no número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais, valor que compara com a quebra de 67,3% no período homólogo de 2020 e com a subida de 7,1% no mesmo período de 2019. Já se a comparação for feito com igual período de 2019, a descida foi de 75,8%.

Por aeroportos, Lisboa voltou a concentrar a maioria do tráfego, contabilizando 45,5% do total de passageiros (3,8 milhões), ainda que tenha apresentado um decréscimo de 38,8% que, segundo o INE, foi “o mais acentuado dos três aeroportos com maior tráfego anual de passageiros”. Por outro lado, o aeroporto de Faro manteve a terceira posição entre os aeroportos com maior movimento de passageiros neste período, num total de 914 mil passageiros, o que traduz uma descida de 12,0%.

Por mercados, França foi o principal país de origem e de destino dos voos no acumulado dos sete primeiros meses do ano, seguindo-se o Reino Unido e a Alemanha, ainda que “com um volume significativamente mais reduzido de passageiros desembarcados e embarcados”.

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Algarve novamente na corrida aos ‘Óscares’ do turismo

Portugal aparece com um total de 54 nomeações para os World Travel Awards, encontrando-se a região do Algarve nomeada em duas dezenas de categorias.

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O Algarve está novamente nomeado para “Melhor Destino de Praia do Mundo 2021” nos World Travel Awards, os Óscares do turismo, depois de ter vencido a categoria pela primeira vez no último ano.

A hotelaria da região está, igualmente, representada na corrida para eleição, contando 20 nomeações em diversas categorias, incluindo a de “Melhor Resort de Praia do Mundo”, “Melhor Family Resort do Mundo” ou “Melhor Hotel de Luxo do Mundo”, entre outras.

Mas não é somente a região do Algarve que está nomeada para a 28.ª edição dos World Travel Awards. Além das duas dezenas de nomeações de hotéis do Algarve juntam-se seis nomeações de unidades da Madeira, cinco de Lisboa e uma do Alentejo.

Portugal está ainda nomeado para “Melhor Destino do Mundo”, “Melhor Destino Familiar do Mundo” e “Melhor Destino de Natureza do Mundo”, num total de 54 nomeações nacionais.

A votação é aberta tanto a viajantes e público em geral, como a profissionais das viagens e turismo e decorre em www.worldtravelawards.com/vote, sendo o vencedor anunciado em novembro, durante uma gala a decorrer em Moscovo, na Rússia.

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Vila Galé Ópera tem novo rooftop

Novo rooftop do Vila Galé Ópera tem capacidade para cerca de 80 pessoas e pode ser usado para encontros empresariais, festas familiares ou eventos mais intimistas e ao ar-livre.

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O Vila Galé Ópera, unidade hoteleira em Alcântara, Lisboa, passou a contar com um novo espaço no topo do edifício e que, segundo a Vila Galé, “foi especialmente pensado para acolher encontros empresariais, festas familiares ou eventos mais intimistas e ao ar-livre como sunsets ou cocktails”.

“Com cerca de 150m2 utilizáveis, o novo rooftop tem capacidade para cerca de 80 pessoas e pode ser adaptado consoante as necessidades dos clientes que pretendam realizar os seus eventos neste espaço. Dispõe ainda de vista privilegiada para o Rio Tejo e para a cidade e inclui duas piscinas, que, durante o verão estão disponíveis também para os hóspedes do hotel”, indica a Vila Galé, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 11 de outubro.

Segundo Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador da Vila Galé, o novo rooftop do Vila Galé Ópera vem complementar o “portefólio de espaços para eventos na região de Lisboa” que, na Vila Galé, e além das salas para eventos, inclui também os jardins do Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, em Paço de Arcos, e do Vila Galé Sintra, ou a varanda panorâmica junto ao mar do Vila Galé Ericeira.

Além do novo bar no topo do hotel, o Vila Galé Ópera disponibiliza mais cinco salas de eventos, todas com luz natural, que podem ser conjugadas para acolher até 300 pessoas.

A unidade hoteleira conta também com 259 quartos, spa com piscina interior, Wi-Fi gratuito em todas as áreas, restaurante, bar, garagem e posto de carregamento para veículos elétricos.

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In Sure Broker lança duas novas opções do produto COVID Protection

Estas duas novas soluções – COVID Protection Classic e Platinium – vão ao encontro das necessidades dos clientes e chegam para a consolidação da retoma do setor do turismo.

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A In Sure Broker acaba de lançar duas novas opções para a consolidação da retoma do setor do turismo: COVID Protection Classic e Platinium.

Além das outras garantias já previstas e das novas garantias noCovid-19, os novos produtos incluem garantia de cancelamento em caso de contaminação ou quarentena a todo o agregado familiar, sem limite de pessoas seguras, ou do acompanhante que não faz parte do agregado familiar; a ampliação dos capitais de cancelamento e interrupção de viagem; a ampliação dos capitais de despesas médicas; a inclusão das viagens de incoming; consulta médica on-line.

José Carlos Viseu, executive manager da In Sure Broker, refere, em comunicado que a empresa está “empenhada em colocar à disposição dos agentes de viagem as soluções mais adequadas para proteger os clientes e para promover o setor”. Com estas novas soluções, os agentes podem contar com uma oferta mais alargada e personalizada de garantias, totalmente adequada às necessidades dos clientes.

O executive manager da In Sure Broker refere ainda que, uma vez que ainda vivemos um período de pandemia, os novos produtos Covid Protection Silver e Gold “chegam num momento em que é imprescindível para o setor apresentar soluções de seguros de viagem com que os clientes se sintam tranquilos e verdadeiramente protegidos”.

Assim, saber que todo o agregado ou até mesmo o acompanhante que não faz parte da família está abrangido trará “mais confiança a todos os que querem viajar”, conclui José Carlos Viseu.

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Quase metade dos britânicos conta viajar para o estrangeiro no inverno, indica estudo da ABTA

Estudo da ABTA – Associação Britânica de Agências de Viagens mostra que, com o levantamento das restrições às viagens, 46% dos britânicos já reservaram ou contam reservar uma viagem neste inverno.

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Neste inverno, quase metade dos britânicos conta viajar, apurou um estudo da ABTA – Associação Britânica das Agências de Viagens, segundo o qual 46% dos cidadãos do Reino Unido já reservaram ou contam reservar uma viagem para o estrangeiro em destinos de sol ou de neve nos próximos meses.

De acordo com o jornal britânico Travel Weekly, a percentagem de turistas britânicos que conta viajar neste inverno é mais elevada do que antes da pandemia e aumentou depois do Governo do Reino Unido ter levantado grande parte das restrições às viagens e ter reduzido para sete destinos a lista vermelha, onde figuram os países com maior risco para a COVID-19.

O estudo da ABTA mostra que os turistas britânicos acreditam que, com o levantamento das restrições, será mais “fácil e barato” reservar umas férias no estrangeiro já neste último trimestre do ano.

Ilhas Canárias, Turquia, Dubai, Barbados, Jamaica, Maldivas e Maurícias são, segundo a pesquisa da ABTA, os destinos que devem registar maior procura por parte dos turistas britânicos em outubro e novembro.

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Contribuição do turismo para o PIB mundial aumentará menos de um terço em 2021

O setor das viagens e turismo, afinal, não vai contribuir da forma esperada para o PIB mundial, em 2021. Tudo porque, segundo o WTTC, “a recuperação do setor tem sido prejudicada pela falta de coordenação internacional”

Victor Jorge

Contribuição do turismo para o PIB mundial aumentará menos de um terço em 2021

Segundo as contas do World Travel & Tourism Council (WTTC), a contínua recuperação lenta do setor das viagens e turismo verá sua contribuição anual para o PIB global aumentar em menos de um terço em 2021.

O WTTC adianta que “a recuperação do setor tem sido prejudicada pela falta de coordenação internacional, severas restrições às viagens e taxas de vacinação mais lentas em algumas partes do mundo que ainda prejudicam muitas regiões do mundo”.

Recorde-se que, em 2019, o setor das viagens e turismo gerou quase 9,2 biliões de dólares (cerca de 8 biliões de euros) para a economia global, valor que, em 2020, devido à pandemia, trouxe uma paralisação quase completa, resultando numa queda de 49,1%, representando uma perda de quase 4,5 biliões de dólares, ou seja, quase 3,9 biliões de euros.

Embora a economia global deva registar um aumento “modesto” de 30,7%, em 2021 face a 2020, isso representará apenas, segundo contas do WTTC, 1,4 biliões de dólares, aproximadamente 1,2 biliões de euros, considerando a entidade que representa o setor privado global das viagens e turismo que esta realidade “é impulsionada, principalmente, pelos gastos domésticos”.

As previsões, conduzidas pela Oxford Economics em nome do WTTC, apontam que, com a taxa atual de recuperação, a contribuição das viagens e turismo para a economia global poderia ver um aumento homólogo semelhante de 31,7% em 2022.

No que diz respeito ao emprego, em 2020, o WTTC indica a perda de 62 milhões de empregos no setor das viagens e turismo em todo o mundo e, com o ritmo atual de recuperação, os empregos devem aumentar apenas 0,7% este ano, embora considere que, “com as medidas certas, os governos podem ver os empregos ultrapassar os níveis de 2019 até 2022”.

A análise feita pela Oxford Economics mostra um potencial mais promissor de empregos, numa comparação anual, em todo o setor para 2022, indicando uma evolução de 18%.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, refere, no comunicado que acompanha a divulgação destes resultados que, “embora o setor global das viagens e turismo esteja a começar a recuperar da devastação da COVID-19, ainda existem muitas restrições em vigor, uma distribuição desigual de vacinas, resultando numa recuperação mais lenta do que o esperado de pouco menos de um terço este ano”.

A responsável máxima pelo WTTC, que esteve recentemente em Portugal, refere ainda que, “embora o próximo ano pareça mais positivo em termos da economia global e empregos, a taxa atual de recuperação simplesmente não é suficientemente rápida e é, em grande parte, impulsionada por viagens domésticas, que não atingirão uma recuperação económica total”.

De acordo com o relatório agora divulgado, a contribuição do setor para o PIB global e o aumento do emprego podem ser mais positivos neste ano e no próximo, se as seguintes medidas forem atendidas: “(i) que viajantes totalmente vacinados se possam mover livremente, independentemente da sua origem ou destino final, removendo sistemas complexos; (ii) proceder à implementação de soluções digitais que permitem a todos os viajantes comprovar facilmente o seu estatuto COVID, agilizando assim o processo nas fronteiras em todo o mundo; (iii) reconhecimento de todas as vacinas autorizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e/ou qualquer uma das Autoridades Reguladoras Estritas (SRA); (iv) estabelecimento de um acordo entre todas as autoridades relevantes de que as viagens internacionais são seguras, uma vez implementados protocolos de saúde e segurança”.

Desta forma, o relatório apresentado pelo WTTC mostra que, se estas quatro regras forem seguidas antes do final de 2021, “o impacto na economia global e nos empregos poderá ser significativo”.

A demonstrá-lo estão os números apresentados pelo WTTC, indicando que a contribuição do setor para a economia global pode aumentar 37,5% – atingindo 6,4 biliões de dólares (ligeiramente acima dos 5,5 biliões de euros) este ano (em comparação com 4,7 biliões de dólares, ou seja quatro biliões de euros, em 2020).

O WTTC assume, ainda a esperança de que, com as restrições a continuarem a ser suspensas, e com mais cooperação internacional, “os governos possam trazer de volta cerca de 19 milhões de empregos antes do final do ano (uma subida de 6,8%).

Certo é que, segundo o WTTC, a tendência “continua no próximo ano”, quando a contribuição do setor para a economia global pode ver um aumento anual de 34%, atingindo 8,6 biliões de dólares, cerca de 7,5 biliões de euros, aproximando-se, assim, dos números do ano recorde de 2019. Da mesma forma, conclui o WTTC, “os empregos podem superar os níveis de 2019”, ultrapassando os 349 milhões.

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Air France é a melhor companhia aérea da Europa para a Skytrax

Além de melhor companhia aérea da Europa, a Air France recebeu também os galardões de melhor companhia aérea da Europa Ocidental e de França, assim como o Prémio de Excelência COVID.

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A Air France foi eleita como melhor companhia aérea da Europa nos Skytrax World Airline Awards 2021, que distinguiram a transportadora francesa em mais três categorias, segundo comunicado enviado à imprensa pela companhia aérea gaulesa.

Além de melhor companhia aérea da Europa, a Air France arrecadou também as distinções de melhor companhia aérea da Europa Ocidental e de França, e recebeu ainda o Prémio de Excelência COVID, em reconhecimento pelas medidas implementadas pela transportadora na sequência da pandemia.

“Esta é a terceira vez que a Air France recebe uma distinção da Skytrax pelo conjunto das medidas implementadas desde o início da crise COVID, recebendo primeiro quatro e depois cinco estrelas (i.e., a classificação máxima) no Skytrax COVID Safety Rating pelo seu programa Air France Protect”, lembra a companhia aérea, na informação divulgada.

Pela primeira vez, a Air France ficou também classificada entre as 10 melhores companhias aéreas do mundo, subindo 13 lugares face aos resultados de 2019 e tornando-se na única companhia aérea europeia a figurar no top10 das melhores transportadoras mundiais.

“Estas várias distinções vêm recompensar os esforços e o compromisso da Air France e das suas equipas com a melhoria da experiência do cliente num contexto excecional”, acrescenta o comunicado da Air France.

Segundo Anne Rigail, diretora geral da Air France, “é uma honra e um grande orgulho para a Air France receber estes prémios”, uma vez que eles “atestam a confiança” dos clientes da transportadora e funcionam como um reconhecimento pelo “empenho contínuo” a Air France desde o início da crise pandémica.

 

 

 

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Prime Days é o evento “com maior sucesso” da história da eDreams ODIGEO

Segundo a agência de viagens online, as reservas realizadas durante a 2.ª edição da campanha Prime Days “excederam largamente o melhor dia de vendas que a empresa registara até então”.

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A eDreams ODIGEO veio esta segunda-feira, 11 de outubro, fazer um balanço positivo da campanha Prime Days, que foi o evento “com maior sucesso” da história da agência de viagens online, que revela que as reservas na segunda edição do evento “excederam largamente” o melhor dia de vendas que a empresa registara até então.

“Após realizar o primeiro Prime Day em junho passado, a empresa terminou agora a segunda edição desta campanha para os clientes, que durante três dias, ou 72 horas, ofereceu benefícios especiais aos subscritores. As reservas de viagens, incluindo voos, hotéis e aluguer de carros, excederam largamente o melhor dia de vendas que a empresa registara até então”, refere a eDreams ODIGEO, num comunicado enviado à imprensa.

A agência de viagens online explica que o Prime, que é o primeiro programa de subscrições do setor das viagens, “ultrapassou 1.5 milhões de membros no final de agosto, e tem demonstrado consistentemente um desempenho sólido, à medida que os viajantes compreendem cada vez melhor a conveniência, personalização, serviço ao cliente premium e flexibilidade que este modelo de subscrição lhes pode oferecer”.

“Estamos encantados por estar a fazer história com o eDreams Prime. Desde o seu lançamento, em 2017, sabíamos que estávamos a transformar a nossa indústria a partir de dentro, com uma proposta pioneira que transforma por completo a experiência tradicional de reserva de viagens,” afirma Frédéric Esclapez, Chief Marketing Officer da eDreams ODIGEO.

 

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MSC Splendida foi o primeiro navio a realizar um turnaround no Funchal desde início da COVID-19

Além do turnaround do MSC Splendida, que decorreu sábado, 9 de outubro, a Administração dos Portos da Madeira (Apram) tem já agendadas mais de uma centena de escalas de cruzeiros até ao fim do ano.

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O MSC Splendida foi o primeiro navio a realizar uma operação de turnaround no Porto do Funchal, Madeira, desde o início da COVID-19, que parou completamente a atividade de cruzeiros na capital madeirense, com o desembarque de 199 passageiros e embarque de 342 no passado sábado, 9 de novembro.

“Trata-se do primeiro ‘turnaround’ com alguma dimensão na retoma da atividade de cruzeiros que recomeçou neste mês de outubro nos Portos do Funchal e Porto Santo”, depois do interregno provocado pela pandemia de covid-19, indica a Administração dos Portos da Madeira (Apram), num comunicado divulgado pela Lusa.

O navio da MSC Cruzeiros, que transportava 2320 passageiros, foi também o primeiro a realizar excursões em ‘bolha’ na ilha da Madeira, já que, como explica a Apram, as excursões são organizadas pelo armador ou operador do navio de cruzeiro, visando minimizar os contactos com a população local, não estando autorizadas saídas “livres”, nem excursões privadas.

De acordo com  a entidade de gestão portuária madeirense, este foi “o primeiro pedido para excursões em bolha de uma companhia, nestes dez dias de regresso dos cruzeiros ao Porto do Funchal”.

Além do MSC Splendida, que chegou à Madeira proveniente de Tenerife e seguiu para Málaga, a Apram tem já agendadas mais de uma centena de escalas de navios de cruzeiros no Porto do Funchal, até ao final do ano.

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Novo navio da Ponant já fez escala inaugural em Lisboa

O Le Commandant Charcot foi o primeiro navio de exploração polar híbrido a realizar escala na capital portuguesa, no passado sábado, 9 de outubro.

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O Porto de Lisboa assinalou este sábado, 9 de outubro, a escala inaugural do Le Commandant Charcot, um navio de exploração polar híbrido, que é o mais recente membro da frota da companhia de cruzeiros de luxo Ponant.

De acordo com um comunicado do Porto de Lisboa, o Le Commandant Charcot está classificado como um navio “Polar 2”, que junta viagens de cruzeiro à investigação científica e que tem um reduzido impacto ambiental, uma vez que tem disponíveis três modos de propulsão, nomeadamente elétrica, GNL e diesel.

No comunicado divulgado, o Porto de Lisboa lembra que este foi o “primeiro navio de exploração polar híbrido” a realizar escala na capital portuguesa, tendo a ocasião sido assinalada com a oferta da habitual placa comemorativa da ocasião, numa cerimónia que foi adaptada às restrições da COVID-19.

Entregue em julho de 2021 à companhia de cruzeiros de luxo Ponant, o Le Commandant Charcot foi construído nos estaleiros VARD em Alesund, na Noruega, e em Tulcea, na Roménia e batizado em homenagem ao cientista polar francês Jean-Baptiste Charcot.

O Le Commandant Charcot foi o primeiro navio francês a chegar ao Polo Norte e foi construído para navegar nas regiões polares, utilizando para isso a energia mais limpa que existe atualmente.

“Esta característica permite a escolha do modo de propulsão de acordo com o meio onde se encontra, e a utilização do modo elétrico em porto representa emissões zero para a atmosfera”, indica o Porto de Lisboa, explicando que o navio também produz água potável para consumo a bordo, reutiliza fontes de energia para aquecimento e conta com uma forte vertente pedagógica, oferecendo diversas palestras aos passageiros sobre preservação ambiental e sustentabilidade.

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Turismo do Centro promove região na Expo Abreu

A presença da Turismo do Centro tem como objetivo promover e divulgar o seu território turístico, com as suas particularidades infinitas e diferenciadoras.

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A Turismo Centro de Portugal vai marcar presença na Expo Abreu, evento que arranca a 8 de outubro em mais de 120 lojas físicas e corners de venda nos principais centros comerciais do país, com um espaço expositivo da região que pode ser visitado no Mar Shopping, em Matosinhos.

Organizado pela Agência Abreu, 7.ª edição do evento tem o objetivo de potenciar ao máximo as férias e viagens que foram adiadas devido à pandemia, com as promoções de viagens e estadias a prolongar-se até 31 de outubro.

Além das 120 lojas físicas, a Expo Abreu conta com uma comunicação massiva também no digital em abreu.pt.

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