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Minor vende duas unidades no Algarve por 148 milhões, mas mantém gestão

A Minor acaba de vender o Tivoli Marina Vilamoura e o Tivoli Carvoeiro ao grupo Azora por 148 milhões de euros numa transação de ‘sale-and-manage-back’.

Victor Jorge
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A Minor acaba de vender o Tivoli Marina Vilamoura e o Tivoli Carvoeiro ao grupo Azora por 148 milhões de euros numa transação de ‘sale-and-manage-back’.

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A Minor International (MINT) concluiu a venda do Tivoli Marina Vilamoura e do Tivoli Carvoeiro à Azora European Hotel & Lodging, FCR (AEHL), um fundo gerido pela Azora Gestión, S.G.I.I.C. (Azora), por 148 milhões de euros.

A venda dos ativos, gerou, segundo a MINT, um ganho líquido de 26 milhões de euros, anunciando ainda a proprietária, operadora e investidora no setor hoteleiro que, após a conclusão da transação, os hotéis continuarão a ser operados sob a marca Tivoli pela MINT através do NH Hotel Group (NHH), sob acordos de gestão hoteleira, por um período inicial de 20 anos, com opções de extensão por um período total de até 30 anos.

Dillip Rajakarier, CEO da MINT afirma, em comunicado, que “a transação reitera a força combinada da MINT e da NHH na execução de outra rotação estratégica de ativos com um investidor institucional imobiliário na Europa”, indicando ainda que o negócio “reforça a capacidade de identificar um ativo com qualidade, de fazer investimentos para potenciar o seu valor e, por conseguinte, concretizar o mesmo”.

O responsável pela companhia que conta com um portefólio de 527 hotéis admite, também, que a rotação de ativos “continua a fazer parte da estratégia de longo prazo”, concluindo que a MINT continuará “à procura de oportunidades para prosseguir com essa estratégia no futuro”.

A companhia informa, igualmente, que a transação de sale-and-manage-back foi realizada “dentro do cronograma estimado e com uma avaliação favorável”, apesar de reconhecer que, no contexto atual, “representa um desafio”.

Certo é que esta transação permite, segundo a MINT, “desalavancar e reservar algum capital para fortalecer ainda mais o balanço patrimonial e a posição de liquidez”. Os dois hotéis agora transacionados permanecerão no portfólio da MINT como hotéis geridos pela empresa, com a MINT a poder participar na otimização do desempenho das duas unidades por meio de um fee de gestão, não divulgado.

Do lado da Azora, Concha Osácar, uma das sócias fundadoras do grupo, refere, no mesmo comunicado, que “esta aquisição representa uma rara oportunidade de adquirir dois hotéis de prestígio bem operados, a um preço atrativo”. Osácar admite ainda ter “uma séria convicção de que haverá uma profunda recuperação pós-pandemia no sector hoteleiro e de lazer europeu, que teve uma procura reprimida significativa após os longos períodos de bloqueios e restrições, especialmente nos mercados de sol e praia” Por isso mesmo, adianta estarem a construir “um forte pipeline de novas oportunidades de investimento”, concluindo estarem a “promover conversas com os proprietários e operadores de alguns dos melhores hotéis da Europa”.

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Azul retoma serviço de bordo em voos domésticos a 22 de maio

A Azul vai retomar, a 22 de maio, o serviço de bordo nos seus voos domésticos, depois de dois anos de suspensão motivada pela pandemia da COVID-19.

A Azul vai retomar, a 22 de maio, o serviço de bordo nos seus voos domésticos, depois de dois anos de suspensão motivada pela pandemia da COVID-19, informou a companhia aérea brasileira em comunicado.

“A Azul, seguindo liberação da Anvisa, retomará no próximo dia 22 uma das estrelas de sua experiência, o serviço de bordo com snacks e bebidas à vontade e sem custo adicional”, indica a companhia aérea.

De acordo com a companhia aérea, o serviço de bordo vai ser ajustado ao horário dos voos, uma vez que vão estar disponíveis diferentes ementas, consoante o voo decorra de manhã, à tarde ou no período noturno.

Além do serviço de bordo, a Azul também retomou recentemente a oferta de atividades para os mais pequenos no Espaço Kids, assim como a disponibilização de duches no Lounge Azul, ambos localizados na área internacional do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

“A flexibilização das restrições sanitárias determinadas pela Anvisa passa a permitir esses serviços, porém, a obrigatoriedade do uso de máscaras nos voos se mantem”, indica a companhia aérea brasileira.

Para a Azul, este regresso à normalidade no serviço de bordo, assim como nas atividades infantis e duches, é possível graças “à ampla cobertura vacinal e à diminuição dos casos de COVID-19 no Brasil e no mundo”.

“Estávamos ansiosos para poder retomar o nosso tradicional e tão querido serviço de bordo, uma marca inigualável da Experiência Azul, e de que os nossos clientes tanto sentiam falta. Implementaremos as medidas já a partir do dia 22, tornando a jornada de cada cliente única e especial”, destaca Jason Ward, vice-presidente de Pessoas e Clientes da Azul.

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Aviação

TACV vai reforçar operação de Portugal a partir de 04 de julho

A companhia aérea cabo-verdiana TACV anunciou que vai passar para um total de sete o número de voos semanais que opera do arquipélago para Portugal, a partir de 04 de julho: três da Praia, dois do Sal e dois de S. Vicente.

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Em comunicado, citado pela Lusa, a Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV) anuncia que vai aumentar a partir daquela data para três ligações semanais (atualmente são duas) as ligações entre Praia e Lisboa, realizando-se às quartas, sextas e domingos, com regresso à capital cabo-verdiana às segundas, quintas e sábados.

Com este reforço a TACV passa também a voar da ilha do Sal para Lisboa às quartas e sábados (atualmente há uma ligação por semana) e regresso às segundas e sextas, e de São Vicente para a capital portuguesa às segundas e quintas (um voo atualmente por semana) e regresso à ilha cabo-verdiana às quartas e domingos, já com recurso ao Boeing 737-700 fornecido pela angolana TAAG em regime de ‘leasing’.

“A TACV – Cabo Verde Airlines vem, gradualmente, ajustando a operação com base na evolução da pandemia da covid-19 e a recuperação dos mercados emissores”, lê-se no comunicado da companhia, referindo ainda que “já está a operar com tripulação mista, tripulação angolana e cabo-verdiana”, mas o objetivo é “operar com tripulação 100% cabo-verdiana no início do mês de junho”.

Conforme refere notícia da Agência Lusa, a presidente do conselho de administração da TACV, Sara Pires, disse esta segunda-feira, no parlamento, que a companhia está em processo para contratar um avião para retomar as operações ainda este ano para Boston, Brasil e Paris.

Num balanço aos quase cinco meses da retoma das operações, a executiva disse que têm estado a decorrer num bom ritmo, com uma “excelente taxa de ocupação” na rota de e para a Praia, com média de 80%.

Em relação aos voos de e para São Vicente, avançou que têm tido uma taxa de ocupação média à volta de 75%, considerada boa, mas o mesmo já não se pode dizer para o Sal, entre 45% e 50%.

Sara Pires justificou essa baixa taxa com o facto de Sal, que começou em fevereiro, ser um mercado turístico e não da “saudade”, mas garantiu que já há um operador turístico que comprou os voos de verão, como forma de rentabilizar a rota aérea.

Refira-se que Portugal é, atualmente, o único país de destino da TACV desde que retomou a operação, já de novo nas mãos do Estado cabo-verdiano, em dezembro de 2021, apenas com um avião e duas ligações semanais entre a Praia e Lisboa.

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IATA reforça apelo para fim das restrições na Ásia-Pacífico

A IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19, “há uma reação positiva imediata dos viajantes”.

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A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) voltou esta terça-feira, 17 de maio, a insistir no apelo para o fim das restrições às viagens na Ásia-Pacífico, de forma a acelerar a recuperação turística na região.

Num comunicado enviado à imprensa, a IATA sublinha que, assim que os Governo procedem ao levantamento das medidas restritivas adotadas na sequência da COVID-19 “há uma reação positiva imediata dos viajantes”, pelo que, alerta a associação, o levantamento das medidas ainda em vigor deve ser rápido, até porque há “empregos em jogo e as pessoas querem viajar”.

Segundo a IATA, em março, a procura internacional de passageiros na região Ásia-Pacífico atingiu 17% dos níveis pré-COVID, depois de ter ficado abaixo de 10% na maior parte dos últimos dois anos, o que, mesmo assim, continua muito abaixo da média do resto do mundo.

“Isso está muito abaixo da tendência global, onde os mercados recuperaram para 60% dos níveis pré-crise. O atraso é por causa das restrições do governo. Quanto mais cedo elas forem levantadas, mais cedo assistiremos a uma recuperação no setor de viagens e turismo na região, com todos os benefícios económicos que isso trará”, afirma Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

Desta forma, a IATA insiste para que os Governos dos países da Ásia-Pacífico levantem todas as restrições que ainda estão em vigor, a exemplo das limitações para viajantes vacinados, da remoção da obrigação de teste ou quarentena para viajantes não vacinados e que sejam provenientes de zonas onde existem altos níveis de imunidade e da suspensão do uso obrigatório de máscara facial nas viagens aéreas em países onde o seu uso já não seja obrigatório em locais fechados e transportes públicos.

“Apoiar e, mais importante, acelerar a recuperação exigirá toda uma abordagem da indústria e do governo. As companhias aéreas estão a trazer de volta os voos. Os aeroportos precisam de ser capazes de lidar com a procura. E os governos precisam ser capazes de processar as autorizações de segurança e outra documentação com eficiência”, considera Willie Walsh.

Como exemplo de países asiáticos que vivem realidades distintas, Willie Walsh aponta a China e o Japão, o primeiro dos quais continua totalmente fechado ao turismo, enquanto o segundo já voltou a permitir viagens aéreas internacionais, ainda que, segundo a IATA, não tenha um plano claro para a reabertura do país, numa lacuna que deve ser colmatada.

“É preciso fazer mais para facilitar ainda mais as restrições de viagem, começando com o levantamento da quarentena para todos os viajantes vacinados e removendo o teste de chegada no aeroporto e o limite diário de chegada. Exorto o governo do Japão a dar passos mais ousados ​​para a recuperação e abertura das fronteiras do país”, acrescentou Walsh.

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Emirates retoma segundo voo diário para Lisboa em julho

Informação foi divulgada pelo Turismo do Dubai esta terça-feira, 17 de maio, durante uma apresentação em Lisboa, que deu a conhecer as novidades do destino.

Inês de Matos

A Emirates vai retomar em julho o segundo voo diário entre a capital portuguesa e o Dubai, revelou esta terça-feira, 17 de maio, Cibele Moulin, gerente sénior de Operações Internacionais do Turismo do Dubai.

“Estamos com um voo diário da Emirates, é um voo direto de Lisboa para o Dubai, e agora, a partir de julho, a Emirates retoma o segundo voo diário”, revelou a responsável, que esteve em Lisboa para apresentar o destino Dubai aos jornalistas portugueses.

De acordo com Cibele Moulin, com a retoma da segunda frequência diária entre Lisboa e o Dubai, que tinha sido suspensa com a chegada da pandemia, o número de ligações aéreas entre Portugal e o Dubai já está “quase no nível que existia antes da pandemia”, faltando apenas a retoma do voo do Porto.

“Antes, a Emirates voava do Porto também e, talvez, no futuro possamos retomar esse voo. De momento, Lisboa é o principal mercado e temos dois voos a partir de julho”, acrescentou a responsável, mostrando-se convicta que a retoma dos voos é fundamental para que também o número de turistas portugueses que visita o Dubai regresse aos níveis do passado.

O mercado português, revelou também Cibele Moulin, recuperou no primeiro trimestre de 2022 e já superou em 33% os números até março do período pré-pandemia, o que levou a que, neste período, o mercado nacional até tenha reagido “um pouco acima da média global do destino”.

“O mercado português, em especial, recuperou 60% do volume que tínhamos pré-pandemia. Ou seja, o mercado português até reagiu um pouco acima da média global do destino. Isso é muito bom para nós”, considerou a responsável.

Globalmente, o Dubai recebeu, nos primeiros três meses do ano, cerca de quatro milhões de turistas estrangeiros, o que indica uma recuperação de 44% face aos perto de 7,3 milhões de turistas que o destino tinha recebido nos primeiros três meses de 2021.

“Ou seja, recuperámos já do ano passado quase metade do que tínhamos antes da pandemia. É uma recuperação bastante rápida”, congratula-se Cibele Moulin, revelando que a Expo Dubai, que decorreu entre outubro do ano passado e março deste ano, motivou 24 milhões de visitas ao destino.

Além da Expo Dubai, a responsável do Turismo do Dubai considera que importante para a retoma do turismo internacional foi também a reabertura antecipada do destino, que foi um “dos primeiros destinos a abrir na pandemia”, além do facto do Dubai ter mantido sempre uma “constância em relação aos requisitos”, que conferiu maior confiança aos turistas.

Nesta apresentação em Lisboa, Cibele Moulin deu também a conhecer as novas atrações do destino que, mesmo na pandemia, não parou os investimentos que estavam planeados em novas atrações, a exemplo do Museu do Futuro, que nos transporta para o ano de 2071 e que já foi distinguido pela arquitetura; do Deep Dive Dubai; do Sky Views Observatory; da Aura Sky Pool ou do Ain Dubai, que consiste na maior roda gigante do mundo.

Atualmente, o Turismo do Dubai tem em vigor uma campanha especial no mercado português, que foi lançada em abril e que oferece sete noites de alojamento pelo preço de cinco, com Cibele Moulin a revelar que, devido a este tipo de campanhas, a estada média dos turistas portugueses no Dubai está a subir e já 5,4 noites, quando ainda em 2019 estava nas duas ou três noites.

“O Dubai vê Portugal como um mercado com muito potencial e é por isso que estamos a investir tanto na promoção”, concluiu a responsável, indicando que o Turismo do Dubai tem vindo também a investir na proximidade aos operadores turísticos e na formação para agentes de viagens portugueses, ao mesmo tempo que tem vindo a promover famtrips ao destino.

 

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Negócios no setor global do turismo caem 28% em abril de 2022, aponta GlobalData

Apesar da retoma apontada pela consultora, os negócios globais no setor do turismo e viagem caíram em abril face ao mês anterior de março.

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Um total de 64 negócios (incluindo fusões e aquisições, private equity e financiamento de risco) foram anunciados no setor global do turismo e viagens (T&T) em abril, o que representa um declínio de 28,1% em relação aos 89 negócios anunciados em março de 2022, segundo aponta a GlobalData.

Aurojyoti Bose, analista da GlobalData, salienta que “todas as regiões testemunharam quedas na atividade de negócios do setor de turismo e viagens com diminuição no volume de negócios em muitos dos principais mercados globais”, considerando ainda que “o aumento dos custos de combustível e o susto da nova variante da COVID-19 estão entre as principais razões para este decréscimo”.

Os anúncios de fusões e aquisições e negócios de private equity diminuíram 42,6% e 9,1%, respetivamente, enquanto o número de negócios de financiamento de risco aumentou 11,8% em abril em relação ao mês anterior.

Muitos dos principais mercados globais testemunharam uma desaceleração nas atividades de negócios no setor do turismo e viagens em abril de 2022. Mercados como EUA, Reino Unido, Índia e Alemanha testemunharam reduções, em volume, de 29%, 12,5%, 33,3% e 75%, em abril em relação ao mês anterior. No entanto, mercados como Japão, Espanha, França e Suécia registaram uma melhora na atividade de negócios.

 

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Rita Marques visita Região de Lisboa esta quinta-feira

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, vai conhecer vários projetos de formação, reabilitação e valorização do património, durante uma visita que realiza, esta quinta-feira, dia 19 de maio, à Região de Lisboa.

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Da agenda consta uma visita ao Palácio Nacional da Ajuda onde irá assistir à montagem das últimas peças no Museu do Tesouro Real, cuja inauguração está prevista para breve.

Rita Marques estará, igualmente, na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril, onde se procederá à assinatura do Protocolo “Formação + Próxima”.

O fim da visita tem encontro marcado na Tapada de Mafra para assinalar os esforços e o compromisso da região com o cumprimento dos princípios de responsabilidade e empenho ativo na conservação do património natural.

Segundo comunicado da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa, esta visita da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços marca o início da retoma turística da região, bem como o investimento em três pilares de sucesso: a formação, a reabilitação e a valorização patrimonial.

 

 

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Turismo Basco mostra-se no Porto

Portugal foi o quinto mercado no ranking dos mercados internacionais para o País Basco, indicando a Turespaña que tem havido um crescimento “de mais de 100% tanto nas chegadas como nas dormidas”.

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O diretor da Agência Basca de Turismo, Daniel Solana, apresenta esta terça-feira (17 de maio) no Porto, a oferta turística do País Basco destinada ao mercado português, contando o evento com a presença de Yolanda Martínez, conselheira de turismo na Embaixada de Espanha e diretora da Delegação Oficial Espanhol em Portugal.

A apresentação, dirigida exclusivamente a convidados do sector turístico, servirá para ilustrar o poder da gastronomia basca, uma das marcas do destino Euskadi e a principal motivação dos viajantes na sua visita ao País Basco.

De referir que, em 2021, Portugal foi o quinto mercado no ranking dos mercados internacionais para o País Basco. Os dados acumulados para o ano 2022, de janeiro a março, mostram, de resto, um aumento significativo do mercado português no País Basco em comparação com o mesmo período de 2021.

“Tem havido um crescimento de mais de 100% tanto nas chegadas como nas dormidas”, refere a Turespaña, considerando que “Portugal é um dos principais mercados para a promoção do turismo basco”, tendo, inclusivamente, realizado uma campanha designada como “Bizit Euskadi” destinada especificamente a este mercado.

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Airmet DMC já está disponível para associados do grupo

A nova plataforma de recetivos mundiais do grupo de gestão de agências de viagens – Airmet DMC, já está disponível para utilização dos seus associados.

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Esta ferramenta, segundo nota de imprensa da Airmet, e conforme já tinha sido revelado durante a sua 18ª convenção, nos Salgados, permite às agências do grupo construírem pacotes à medida para os seus clientes, através da oferta de mais de 500 recetivos mundiais em mais de 150 países.

“Com esta plataforma, os nossos associados poderão pesquisar e reservar os recetivos de forma independente e automática”, referiu Suzana Fonseca, diretor de operação da rede, para destacar uma das grandes vantagens deste DMC: “permitir que as agências personalizem toda a viagem do seu cliente, pois sabemos que há consumidores que procuram, cada vez mais, viagens à medida e diferentes daquilo que se encontra nos pacotes já definidos”. Além disto, as agências de viagens “poderão definir o seu mark-up, definindo, assim, a sua rentabilidade”.

Por sua vez, Luís Henriques, diretor geral da Airmet, explica que este lançamento “faz parte da estratégia e novidades apresentadas na nossa 18º Convenção. Já a plataforma de voos, também anunciada neste evento, está neste momento em testes e esperamos lançá-la muito em breve”, apontou.

Campanha de marketing e vendas “Olá Verão

A Airmet anuncia ainda que lançou esta semana, e pelo segundo ano consecutivo, a campanha de marketing e vendas “Olá Verão” que decorre até ao final deste mês e que reúne mais de 15 fornecedores e dezenas de produtos associados.

“Além das condições especiais de venda de cada parceiro nesta campanha específica, foram ainda produzidos cerca de 20 materiais gráficos, entre capas de facebook, assinaturas de email e posts que foram partilhados com as nossas agências para que as mesmas pudessem incluir na comunicação com o seu cliente”, refere Adriana Fragoso, responsável pelo departamento de marketing do grupo de gestão.

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AP Cabanas Beach & Nature

Grupo AP Hotels & Resorts

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Quais são as principais novidades apresentadas pelo AP Cabanas Beach & Nature para este ano de 2022?

A abertura em plena pandemia, verão 2021, foi um desafio, mas serviu de rampa de lançamento da unidade. No fundo foi um ano zero que nos permitiu montar uma operação de forma tranquila e sem a pressão de “casa cheia”. Optamos por encerrar no inverno o que nos permitiu usar esse tempo melhorar o produto: redefinimos espaços exteriores, mudámos mobiliário, concluímos o ginásio e acrescentámos um restaurante adicional aos 2 já existentes (um grill). Mas a grande novidade foi a adição de mais 72 quartos ao inventário já existente para um novo total de 274. Assim sendo reabrimos dia 8 de abril de 2022 com um hotel mais completo, consolidado e testado. Ou seja, aproveitámos para concluir o resort, e julgamos que estamos melhor preparados para fazer face às exigências dos nossos clientes.

Que conceito apresenta o AP Cabanas Beach & Nature e qual o principal target ao nível de turistas/hóspedes?

O AP Cabanas Beach & Nature surge no mercado com uma aposta arrojada pois apresenta-se como um hotel recomendado para adultos “adults friendly” e onde o regime de tudo incluído é um dos destaques.

A unidade caracteriza-se por ser um produto de alta qualidade e com um serviço de excelência, algo por vezes menosprezado no regime de tudo incluído que é um dos 2 regimes disponíveis, além do pequeno almoço. A unidade é bastante completa e disponibiliza salas de conferências, SPA, 3 restaurantes, jardins e um rooftop bar com vistas magníficas sobre a ria e o mar!

Importa também referir a localização que é ímpar! Junto à ria formosa e com acesso (via barco) à fantástica praia e vila de Cabanas de Tavira, a unidade insere-se numa zona de muita beleza e tem uma forte ligação à natureza e sustentabilidade.

Os quartos são frescos, elegantes e modernos, com casa de banho com walk-in shower, sendo que temos muitos quartos com vistas deslumbrantes sobre a ria formosa e o mar.

Com a pandemia, o turismo, em Portugal, dependeu muito do turista nacional. É esse ou continuará a ser essa a vossa aposta para 2022? 

Claramente que sim, mas na verdade há que dizer que o mercado nacional sempre foi muito importante para o grupo AP Hotels & Resorts, aliás conseguimos resultados muito interessante em 2020 e 2021 precisamente porque uma das fortes bases de clientes do grupo, bem como da nossa data base, é precisamente constituída por clientes nacionais.

Com a pandemia também veio um reforço de conceitos na área da sustentabilidade e tecnologia/digitalização. O que é que o AP Cabanas Beach & Nature desenvolveu nestas áreas e como as apresenta aos seus hóspedes?

Este é um tema muito importante para o Grupo AP Hotels & Resorts e para esta unidade em particular. Este é o nosso primeiro projeto concebido de raíz e muito cedo a estratégia foi de ligar este hotel o mais possível à sustentabilidade! Esta decisão foi natural até pela localização única e privilegiada mesmo junto ao parque natural da ria formosa. A unidade tem classificação energética global de A+, tem um sistema de aproveitamento de águas pluviais, utilização de energia térmica, 100% de iluminação LED de alto rendimento entre outros detalhes, ou seja, um projeto bastante sustentável numa área de incrível beleza como é Cabanas de Tavira. Disponibilizamos igualmente transporte para a praia de Cabanas de Tavira por barco movido a energia solar.

Que “novas” exigências/preocupações/necessidades apresentam os turistas/hóspedes de hoje face à realidade pré-pandémica?

Continuam a haver preocupações, pois, apesar da pandemia estar nesta fase mais controlada, não deixou infelizmente de existir.

O cliente alterou um pouco a sua forma de pensar e as necessidades passaram a estar mais ligadas ao contacto com a natureza, uma procura por maior qualidade, produtos complementares como experiências, SPA e sobretudo uma busca por tranquilidade e, ao mesmo tempo, por um turismo mais ativo e de maior compromisso com a sociedade.

Para 2022, o novo restaurante, SPA AP Elements são alguns dos destaques. O que é que estas novidades apresentam de novo e de valor acrescentado a quem visita o AP Cabanas Beach & Nature?

Estamos a apostar em complementar a oferta existente deste hotel e a aposta no produto SPA enquadra-se perfeitamente com a crescente procura e interesse pela área de saúde e bem-estar. Este SPA conta com uma vasta gama de tratamentos, rituais e técnicas inovadoras, com terapeutas certificadas e credenciadas. Para além das salas de tratamentos, temos ainda um circuito de jacuzzi, sauna, banho turco, zonas exteriores e interiores de relaxamento, e uma piscina. Tudo isto num ambiente muito tranquilo com vista jardim & Ria Formosa.

Localizado no Algarve, a região sofre da sazonalidade e de uma maior procura no verão. Como é que procuram ultrapassar esta realidade e “chamar” clientes/hóspedes ao longo de todo o ano?

Pelo conceito diferenciador (adults friendly e regime de tudo incluído) a que se alia a um produto muito bem concebido e completo, que pretende alcançar clientes com mais exigência, que privilegiem espaços abertos, privacidade, tranquilidade e uma ligação mais íntima com a natureza, não esquecendo a interação com a comunidade local.

Sendo um hotel ‘adults friendly’, o que distingue esta unidade das outras da AP e dos restantes hotéis da região?

Acrescentaria que: ao fato de sermos uma unidade recomendada para adultos, juntarmos o regime tudo incluído, tendo assim um conceito completamente diferenciador no sotavento algarvio. No Grupo AP Hotels & Resorts é igualmente uma novidade, pois temos diferentes conceitos e regime disponíveis, mas não esta conjugação.

Aumentaram, igualmente, o número de quartos. Quantos hóspedes podem agora receber e que expectativas possuem para este verão de 2022?

A unidade apresenta agora 274 quartos e sendo uma unidade recomendada para adultos, pois poderemos receber cerca de 550 hóspedes ao mesmo tempo.

As expectativas para este verão de 2022 são muito positivas, aliás usando o exemplo da Páscoa, em que estivemos praticamente completos. Estamos a realizar uma forte aposta na captação do mercado nacional, mas contamos receber um elevado número de clientes do mercado espanhol, inglês, alemão e benelux. Ou seja, perspetivamos uma boa aceitação daqueles que são os principais mercados do Algarve com uma aposta também nos mercados escandinavos.

 

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Turismo externo contribui para Portugal ter a maior projeção de crescimento na UE em 2022, diz comissário europeu

Na habitual divulgação das previsões económicas da Primavera, o comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, considerou que “a reabertura do turismo externo teve um papel importante”.

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O comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, considerou que a reabertura do turismo externo contribui para a projeção de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal este ano de 5,8%, o mais alto da União Europeia.

Na conferência de imprensa de apresentação das previsões económicas da primavera da Comissão Europeia, em Bruxelas, Gentiloni comentou que as projeções para Portugal são “realmente boas, tanto para o crescimento, como em relação ao rácio da dívida face ao PIB, que em 2023 deverá atingir 115%, o que fica abaixo do nível pré-pandemia”.

Admitindo que a previsão de forte crescimento da economia portuguesa para este ano, a mais elevada entre os 27 Estados-membros da União, se deve também ao facto de Portugal não ter crescido “de forma tão forte em 2021 em comparação com outros países” – o PIB português cresceu 4,9% no ano passado, abaixo da média europeia de 5,4% -, o comissário europeu destacou então igualmente o papel do regresso em força dos turistas estrangeiros, depois de dois anos de pandemia da covid-19.

“Penso que a reabertura do turismo para um país maioritariamente baseado em turismo externo do que interno também teve um papel importante”, afirmou Gentiloni.

A Comissão Europeia reviu em alta de 0,3 pontos percentuais (p.p.) o crescimento económico esperado para Portugal este ano, para 5,8%, apesar dos desafios externos, segundo as previsões macroeconómicas de primavera divulgadas.

Este é o valor mais elevado entre os 27 Estados-membros da UE, seguido da Irlanda (5,4%), e muito acima da média do bloco europeu e da zona euro, ambos com projeções de crescimento de apenas 2,7% este ano.

Bruxelas prevê que o PIB de Portugal cresça 5,8% em 2022, quando em fevereiro esperava uma expansão de 5,5%, com o setor dos serviços, particularmente o turismo estrangeiro, a recuperar fortemente face a uma base baixa.

O relatório da Comissão Europeia assinala que “as perspetivas de crescimento permanecem favoráveis, apesar dos desafios relacionados com os preços das ‘commodities’, das cadeias de abastecimento globais e maior incerteza na procura externa”.

Refletindo a melhoria das condições económicas, o executivo comunitário vê o rácio da dívida pública face ao PIB a cair de 127,4% em 2021 para 119,9% do PIB em 2022, e para 115,3% em 2023, ano em que se fixaria abaixo do nível pré-pandemia.

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