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Pestana estreia-se em Nova Iorque e atinge o marco dos 100 hotéis

O Pestana Hotel Group prepara-se para atingir o marco dos 100 hotéis com a abertura, em janeiro, da sua primeira unidade em Nova Iorque: o Pestana Park Avenue.

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O Pestana Hotel Group prepara-se para atingir o marco dos 100 hotéis com a abertura, em janeiro, da sua primeira unidade em Nova Iorque: o Pestana Park Avenue.

“Esta conquista resulta de uma estratégia de internacionalização que incidiu nos continentes africano e sul americano, iniciando por Moçambique, logo seguido de Brasil e, mais tarde, para as grandes capitais europeias, nomeadamente Londres, Berlim, Amesterdão e Madrid e, posteriormente, a América do Norte”, refere o grupo em comunicado.

Dionísio Pestana, presidente do Pestana Hotel Group, afirma que “é um orgulho assinalar a chegada ao centésimo hotel do Grupo numa cidade como Nova Iorque. Este marco só foi possível com o trabalho e dedicação das equipas que me têm acompanhado ao longo destes anos. Nova Iorque é um destino de topo mundial, muito competitivo, que estou certo saberemos conquistar com uma gestão cuidada, assente nos valores da hospitalidade portuguesa”.

Fruto de um investimento superior a 30 milhões de euros, o Pestana Park Avenue é um hotel boutique de 95 quartos, em 27 andares, onde o design de interiores “moderno e cómodo conjuga elementos nova iorquinos e portugueses, criando uma atmosfera calorosa, servida pela experiência global da marca Pestana”. Muitos dos quartos proporcionam vistas para alguns dos mais icónicos arranha-céus de Nova Iorque, como o Empire State Building ou o Chrysler.

Com uma localização ideal para descobrir a grande metrópole, o Pestana Park Avenue fica no coração de Manhattan, em Midtown, na 39th Street, entre as famosas Madison e Park Avenue, próximo de várias atrações da cidade como a 5.ª Avenida, Grand Central Station, Catedral de St. Patrick, Rockefeller Center, Empire State Building e a sede das Nações Unidas.

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António Costa e Silva anuncia novo programa de 50 milhões para o Turismo

O programa servirá para ajudar as empresas de turismo a modernizar os seus imóveis.

Carla Nunes

Na sessão de abertura do 33.º Congresso da AHP, António Costa e Silva, Ministro da Economia e do Mar, anunciou um novo programa de apoio “Call 50|Turismo e Indústria” no âmbito das medidas de apoio financeiro à indústria e do Plano de Ação “Reativar o Turismo | Construir o Futuro.

O programa terá disponíveis 50 milhões de euros para ajudar o investimento das empresas e servirá para ajudar as empresas de turismo a modernizar os seus imóveis.

“É uma espécie de programa que já foi também desenvolvido no passado de sale e leaseback, para ajudar as empresas de turismo em relação a todos os seus edifícios e imóveis, para [que se possam] modernizar, recuperar e desenvolver”, explica o Ministro da Economia e do Mar, adiantando que “o programa será gerido pelo turismo de fundos, do Turismo de Portugal, para a aquisição destes imóveis como opção de recompra para as empresas”.

Na sua intervenção, António Costa e Silva aproveitou ainda para enfatizar que os empresários têm disponíveis ” 380 milhões de euros em programas que foram lançados anteriormente: cerca de 150 milhões de euros do Apoiar Turismo e mais 230 milhões do programa Requalifica”.

“São programas que estão disponíveis e trabalharemos sempre em parceria, como deve ser, para tentar construir soluções”, termina.

Em atualização

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Congresso AHP: “O tempo da política tem de se aproximar das necessidades da economia”

A afirmação é de Bernardo Trindade, presidente da AHP, na abertura do 33.º congresso desta associação, que este ano versa sobre o tema “Winds of Change”.

Carla Nunes

Decorreu na manhã desta quinta-feira, 17 de novembro, a sessão de abertura do 33.º Congresso da AHP, que contou com a participação de Bernardo Trindade, presidente da AHP; Luís Miguel Albuquerque, presidente da Câmara Municipal de Ourém; Carlos Manuel Pedrosa Cabecinhas, reitor do Santuário de Fátima; Francisco Calheiros, presidente da CTP; Pedro Machado, presidente da ERT Centro e António Costa Silva, ministro da Economia e do Mar.

Na sua intervenção, Bernardo Trindade apontou para a necessidade de o tempo da política ter “de se aproximar das necessidades da economia”, remetendo-se à questão da celebração do acordo com a CPLP para trazer cidadãos do espaço da lusofonia para trabalhar em Portugal. Neste contexto, defende que deve existir “um processo desburocratizado e simples”, numa altura em que o setor do turismo viu perder na pandemia 45.000 ativos.

“Da recuperação mais rápida do que prevíamos em 2022, resultou também uma qualidade de serviço pior. Tenhamos todos essa consciência. Sabemos que para repor esta força de trabalho perdida não nos bastamos a nós próprios. Foi por isso que apoiamos a celebração do acordo com a CPLP”, afirma.

Sobre esta questão, o Ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, afirmou compreender “bem os problemas dos empresários”, dado o seu percurso no setor privado, reconhecendo que “de facto”, o tempo da administração não é o mesmo das empresas, sendo necessário “aumentar esta sincronização” – apesar de não apontar os meios necessários para o fazer.

O presidente da AHP fez notar ainda que, apesar de 2022 ser neste momento “um ano excecional na recuperação da confiança dos nossos clientes”, com Portugal a “liderar o crescimento económico na União Europeia”, não nos podemos “iludir”, já que “os anos da pandemia fizeram-nos recuar 20 anos em termos de dormidas e 10 anos em termos de proveitos”.

Aponta que “a autonomia financeira das empresas hoteleiras degradou-se durante a pandemia”, e se as linhas de créditos de apoio “foram importantes”, estas “caminham para a sua maturidade”. Definindo a tesouraria futura como “uma incógnita”, Bernardo Trindade reporta para a necessidade de se verem “alargadas as maturidades das linhas de crédito e premiados projetos em função de metas realizadas”.

“Basta copiar o ótimo exemplo do turismo de Portugal no microcrédito. Temos hoje um sistema financeiro robusto, temos baixíssimos níveis de incumprimento na banca, temos a garantia mútua, ajudemos as empresas”, declara o presidente da AHP.

Relativamente a este ponto, também Francisco Calheiros defendeu que “o grande problema do nosso país nos últimos 25 anos tem sido a falta de crescimento económico”. Apesar de afirmar que “foi dado um primeiro passo com a assinatura do acordo de rendimentos no mês passado”, é da opinião de que “temos de ser realistas: é preciso conseguir muito mais”.

“Temos todos de estar contra [a semana de quatro dias de trabalho] nesta altura”

Se Bernardo Trindade afirma que neste congresso não será debatido “o novo aeroporto”, importando sim ouvir “como se posicionam as companhias aéreas, o regulador, o concessionário, a sua congénere europeia”, Francisco Calheiros assegura que enquanto participante no evento “não pode deixar de falar do aeroporto”.

“A resiliência dos empresários do turismo em geral e da hotelaria em particular fez com que, contra todas as expetativas, ultrapassámos em 2022 o melhor ano turístico de sempre. Tentamos fazer tudo bem e, de repente, não podemos melhorar porque não há sítio para que os nossos visitantes turísticos nos possam visitar. Isto não é aceitável, é uma vergonha nacional. E que de uma vez por todas se decidam”, declara.

O modelo da semana laboral de quatro dias também esteve em cima da mesa nesta sessão de abertura, com Francisco Calheiros a assegurar que “temos todos de estar contra este projeto nesta altura”.

“A semana passada o conselho permanente da concertação social foi inteiramente dedicada à semana dos quatro dias. Bem sei que é facultativo, uma experiência piloto, mas já sabemos como é que estas experiências acabam. Numa altura em que estamos em pleno emprego, em que assinámos o acordo para o crescimento de rendimentos, a primeira coisa que fazemos é passar para menos 20% de trabalho, não faz sentido”, afinca.

Os próximos projetos

Já no final da sua intervenção, António Costa e Silva dá conta de um novo  programa a ser comunicado esta quinta-feira, o “Call 50 Turismo e Indústria”, que terá disponíveis 50 milhões de euros para ajudar o investimento das empresas.

“É uma espécie de programa que já foi também desenvolvido no passado de sale e lease back, para ajudar as empresas de turismo em relação a todos os seus edifícios e imóveis, para [que se possam] modernizar, recuperar e desenvolver”, explica o Ministro da Economia e do Mar, adiantando que “o programa será gerido pelo turismo de fundos, do Turismo de Portugal, para a aquisição destes imóveis como opção de recompra para as empresas”.

Enfatiza ainda que os empresários têm disponíveis ” 380 milhões de euros em programas que foram lançados anteriormente: cerca de 150 milhões de euros do Apoiar Turismo e mais 230 milhões do programa Requalifica”.

“São programas que estão disponíveis e trabalharemos sempre em parceria, como deve ser, para tentar construir soluções”, termina.

 

Numa nota final, Bernardo Trindade deu conta dos próximos projetos da AHP, nomeadamente a organização do “primeiro Marketplace AHP” no segundo trimestre do próximo ano, onde a associação irá procurar juntar os seus associados e parceiros, “dando expressão ao reforço desta parceria”.

Refere ainda a ambição da associação de “reforçar” o programa OSPES, programa de sustentabilidade ambiental e responsabilidade social da AHP, além de dar conta do lançamento da nova plataforma digital AHP Tourism Monitors, “já praticamente concluída, agora muito mais simples, atual e rápida, com novos indicadores”.

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Mercan Properties e Hilton estabelecem parceria para operar dois novos hotéis em Lagos

O Grupo Mercan Properties e a Hilton estabeleceram uma parceria para operar dois novos hotéis em Lagos, o Lagos Marina Hotel, Curio Collection by Hilton e o Hilton Garden Inn Lagos, ambos com abertura prevista no verão de 2024.

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O Grupo Mercan Properties e a Hilton estabeleceram uma parceria com vista à operação de dois novos hotéis que vão ser construídos em Lagos, concretamente o Lagos Marina Hotel, Curio Collection by Hilton e o Hilton Garden Inn Lagos, ambos com abertura prevista para o verão de 2024.

Segundo informação divulgada pelo Grupo Mercan Properties, o projeto prevê um investimento de 107,8 milhões de euros na reabilitação dos edifícios que vão receber os hotéis, que vão integrar um empreendimento com uma área bruta de construção de e aproximadamente 23.000 m2.

Para o Grupo Mercan Properties, este empreendimento “assume-se como um projeto único nesta cidade algarvia ao integrar dois hotéis com conceitos distintos”, concretamente o Lagos Marina Hotel, Curio Collection by Hilton, que vai ter 180 quartos distribuídos por quatro pisos, numa área bruta de 14.776 m2, e o Hilton Garden Inn Lagos, que vai contar com 90 quartos, 27 dos quais a serem convertidos em apartamentos com kitchenette, entre os 7.505 m2 de área bruta total.

“O acordo agora assinado com a Hilton é um sinal do desenvolvimento e interesse que a cidade de Lagos tem suscitado, afirmando-se cada vez mais como um local distinto, capaz de conjugar paisagens naturais soberbas com um rico património histórico e cultural. Este projeto representa também uma aposta vencedora para o Grupo Mercan Properties”, considera Jordi Vilanova, Presidente da Mercan Properties.

O acordo agora celebrado entre o Grupo Mercan Properties e a Hilton é o terceiro que as duas entidades estabelecem, depois da parceria que deu origem à recente abertura do Sé Catedral Hotel Porto, Tapestry Collection by Hilton e da futura abertura do Hilton Garden Inn Évora.

Além dos 180 quartos, o Lagos Marina Hotel, Curio Collection by Hilton vai contar também com um restaurante e dois bares, um dos quais situado num terraço com piscina infinita, existindo também uma piscina no rés-do-chão, assim como Spa e fitness center.

Já o Hilton Garden Inn Lagos, que vai proporcionar alojamento acessível, vai contar com quartos e suites com kitchenettes de elevada comodidade, dispondo também de um lobby multifuncional com  bar, restaurante e uma loja self-service 24 horas, além de ginásio e piscina exterior.

“Ambos os espaços de hotelaria estão inseridos no ambiente envolvente através de uma composição arquitetónica de linhas delicadas e cuidadas, pensada ao detalhe sempre com o conforto e bem-estar de um estilo de vida exclusivo em mente. Com a beleza natural de Lagos em mente, quartos e restaurantes foram desenhados com terraços, sunken gardens e varandas, para que os hóspedes possam aproveitar ao máximo o calor algarvio e a costa atlântica”, lê-se ainda na informação divulgada.

Os hotéis vão contar ainda com espaços para reuniões e eventos, assim como mais de 160 lugares de estacionamento repartidos entre ambos.

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Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais teve em setembro a menor diferença face aos níveis pré-pandemia

Em setembro, os aeroportos nacionais contabilizaram 5,9 milhões de passageiros, número que ficou apenas 1,0% abaixo de setembro de 2019, naquela que foi a “menor diferença face aos níveis pré-pandemia”, segundo o INE.

Inês de Matos

Em setembro, os aeroportos nacionais contabilizaram o movimento de 5,9 milhões de passageiros, número que traduz um crescimento de 63,1% face a mês homólogo de 2021 e que ficou apenas 1,0% abaixo de setembro de 2019, o que leva o Instituto Nacional de Estatística (INE) a afirmar que esta foi a “menor diferença face aos níveis pré-pandemia”.

De acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, 16 de novembro, pelo INE, em setembro de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 97,2 mil passageiros nos aeroportos nacionais (99,4 mil no mês anterior), número que também se aproximou “do valor observado em setembro de 2019 (98,3 mil)”.

No nono mês de 2022, os aeroportos nacionais contabilizaram também a aterragem de 21,4 mil aeronaves em voos comerciais, o que traduz  uma subida de 33,3% face ao mesmo período de 2021, ainda que, em comparação com igual mês de 2019 se registe uma descida de 1,4% no número de aeronaves aterradas.

Dos passageiros que chegaram aos aeroportos nacionais em setembro, 80,7% corresponderam a tráfego internacional, quando em igual mês do ano passado representavam 76,9% do total, tendo a maioria dos passageiros sido provenientes do continente europeu (67,3% do total).

Já no que diz respeito aos passageiros embarcados, 81,1% corresponderam a tráfego internacional (77,4% em setembro de 2021), e o principal destino voltou a ser o continente europeu (69,0% do total).

O dados de setembro levam o INE a indicar que, “em 2022, tem-se verificado uma tendência de aproximação aos níveis registados no período pré-pandémico,
com o mês de setembro a revelar a maior aproximação a 2019, até ao momento”.

Acumulado até setembro ainda abaixo de 2019

A recuperação é também visível nos dados relativos ao período acumulado entre janeiro e setembro de 2022, ao longo do qual o número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais aumentou 171,5% em comparação com o mesmo período de 2021, ainda que permaneça 8,2% abaixo de período homólogo de 2019.

Por aeroportos, foi a infraestrutura de Lisboa que movimentou a maior parte do tráfego de passageiros, contabilizando 48,7% do total, o que corresponde a 20,8 milhões de passageiros e traduz um aumento de 194,1% face ao mesmo período de 2021, ainda que, face ao acumulado até setembro de 2019, se registe ainda uma descida de 12,5%.

Entre os três aeroportos nacionais com maior volume de tráfego, foi em Faro que se registou o maior crescimento em relação ao ano passado, com um aumento de 214,1%, enquanto o Porto registou a maior aproximação aos níveis de 2019, ficando a apenas 5,5% do resultado do acumulado até setembro do período pré-pandemia.

No que diz respeito a mercados, o Reino Unido voltou a ser o principal país de origem e de destino dos voos, apresentando um crescimento de 326,8% no número de passageiros desembarcados e 338,4% no número de passageiros embarcados, face a 2021, o que, lembra o INE, também se deve ao facto do corredor aéreo com este país ter estado encerrado durante grande parte do período em análise de 2021.

Já a França ocupou a segunda posição e registou aumentos de 144,6% nos passageiros desembarcados e 145,4% nos passageiros embarcados, face ao mesmo período de 2021, enquanto Espanha ocupou a terceira posição como principal país de origem e de destino dos passageiros que passaram pelos aeroportos nacionais neste período.

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4Tours abre reservas para circuitos no 1.º semestre de 2023

A 4Tours lançou no seu website um conjunto de mais de 40 circuitos para viagens entre fevereiro e junho de 2023, que já se encontram disponíveis para reservas através das agências de viagens.

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A 4Tours lançou no seu website um conjunto de mais de 40 circuitos para viagens entre fevereiro e junho de 2023, que já se encontram disponíveis para reservas através das agências de viagens e que abrangem destinos como os Países Baixos, França, Itália, Áustria e Alemanha, Croácia, Eslovénia, Montenegro e as ilhas portuguesas dos Açores e Madeira.

“São mais de 40 circuitos diferentes focados nas experiências culturais que cada destino europeu pode oferecer ao cliente e que contam com o acompanhamento de um guia de língua portuguesa durante toda a viagem”, indica a 4Tours, num comunicado enviado à imprensa.

Entre os circuitos propostos para o primeiro semestre de 2023, a 4Tours destaca as novidades Holanda Florida, cujos preços começam nos 1.150 euros, e Costa Amalfitana e Apúlia Italiana, disponível a partir de 1.825 euros, assim como o circuito França – Champanhe & Alsácia, desde 1.450 euros, e ainda o circuito Austria & Terras da Baviera, com preços a partir de 1.495 euros.

Além destes, a 4Tours propõe ainda “circuitos focados nas festas temáticas”, a exemplo do Carnaval, para o qual estão disponíveis propostas para o Carnaval de Veneza desde 895 euros, mas também para a Festa da Flor, na Madeira, cujos preços começam nos 795 euros.

Opção são também os circuitos especializados na componente cultural, a exemplo da proposta Normandia, Vale do Loire e Versalhes, que apresenta preços desde 1.595 euros, ou do circuito Cote D’Azur & Provence, com valores desde 1.495 euros, ou ainda da proposta Croácia, Eslovénia e Montenegro, desde 1.735 euros.

Disponíveis estão também circuitos nas ilhas portuguesas da Madeira e Açores, cujos preços começam nos 660 euros para um circuito na ilha de São Miguel, nos Açores, ou nos 690 euros para um circuito na Madeira.

“Para além da programação disponível no website, o operador 4Tours oferece circuitos à medida, pensados e desenhados, de acordo com as exigências dos seus clientes”, acrescenta a 4Tours.

 

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Parceria entre Iberia e Allianz prolongada até final de 2025

A parceria entre a Iberia e a Allianz Partners, prolongada por mais três anos, contempla proteção para cancelamento da viagem, atraso na viagem, conexões perdidas, benefícios médicos de emergência premium no estrangeiro e para a bagagem, entre outros.

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A Iberia e a Allianz Partners prolongaram a parceria existente por mais três anos, terminando, assim, em dezembro de 2025, disponibilizando soluções de seguro de viagem aos clientes da Iberia residentes em 13 mercados europeus.

Para residentes de outros países, inclusivamente na LATAM, a Allianz refere, em comunicado, que “serão disponibilizadas em breve soluções de proteção de viagem para 2023”, adiantando que “proteção para cancelamento da viagem, atraso na viagem, conexões perdidas, benefícios médicos de emergência premium no estrangeiro e para a bagagem serão alguns dos benefícios incluídos”.

Nalguns países, os clientes também beneficiam de serviços de teleconsulta e estarão protegidos contra doenças relacionadas com a COVID-19 durante uma viagem, incluindo cobertura para emergências médicas, quarentena pessoal obrigatória e recusa de embarque devido a uma suspeita de doença, disponibilizando a Allianz Partners uma linha de assistência de viagem 24 horas por dia, sete dias por semana aos clientes.

Os produtos e serviços de proteção de viagem são fornecidos pela Allianz Partners diretamente quando os clientes da Iberia reservam o seu bilhete de avião no website da companhia aérea, através da aplicação móvel ou do serviço de call center da Iberia.

Relativamente a esta parceria, Jean-Marc Paihol, diretor de Parcerias Estratégicas Globais e Membro do Conselho de Administração da Allianz Partners, refere que ela “confirma o nosso compromisso em apoiar as principais companhias aéreas em todo o mundo e demonstra mais um passo importante na nossa posição como parceiro líder de seguros para o setor das companhias aéreas”.

Já Ignacio Valeros, diretor de Revenue Management da Iberia, salienta que o objetivo é “oferecer uma experiência holística aos nossos clientes, com todos os serviços que podem acompanhá-los na sua jornada de voo”, destacando que a parceria com a Allianz Partners permite que os clientes “viajem com facilidade, sabendo que antes ou durante a viagem estão protegidos por um parceiro de confiança”.

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Turismo de Portugal lança nova campanha nos EUA

O Turismo de Portugal espera que a campanha ‘Close To US’ possa impactar cerca de 500 milhões de potenciais turistas norte-americanos.

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O Turismo de Portugal lança esta sexta-feira, 18 de novembro, a campanha ‘Close To US’ nos EUA, iniciativa que vai ser lançada em Times Square, em Nova Iorque, e que dá início a um forte Plano de Promoção de Portugal nos EUA.

De acordo com um comunicado do Turismo de Portugal, os EUA são “um mercado estratégico para o desenvolvimento da atividade turística nacional”, o que justifica o lançamento desta campanha, que se espera que possa “impactar cerca de 500 milhões de potenciais turistas, num momento em que, associada à tradição da Black Friday, há uma maior predisposição para a marcação de viagens”.

Desta forma, o Turismo de Portugal vai proceder a uma ativação da marca VisitPortugal que, para além de uma série de outras ações, prevê o “take over” de todos os outdoors digitais da emblemática praça de Nova Iorque – Times Square.

A iniciativa arranca pelas 18h00 e, durante uma hora, vai estar em vigor nos ecrãs de Times Square, colocando os portugueses a apresentarem “ao mundo o melhor que o país tem – as pessoas e o seu património natural e histórico”.

O Turismo de Portugal diz ainda que esta campanha ocorre no âmbito do evento de lançamento da mais recente figura de cera do museu Madame Tussauds New York: Cristiano Ronaldo.

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Centro de operações da Turkish Airlines recebe certificação LEED

Com esta certificação o objetivo passa por melhorar os desempenhos de energia, água e qualidade interior para diminuir permanentemente os efeitos sob o ambiente.

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A Turkish Airlines recebeu, recentemente, o certificado Leed v4.1 pelo Centro de Operações – Terminal para Tripulação de Voo no aeroporto de Istambul.

A atribuição deste certificado – LEED v4.1 O+M: EB Certificate -, diz a companhia, “continua a provar o valor que a Turkish Airlines atribui à humanidade e ao meio ambiente com trabalhos voltados para a produtividade energética”.

Com a conclusão do processo do Centro de Operações da Turkish Airlines – Terminal para Tripulação de voo, a companhia aérea de bandeira tornou-se a primeira companhia aérea da Europa e a terceira do mundo a ter certificado de platina.

Relativamente â obtenção do certificado, Abdulkerim Çay, Chief Human Resources Officer da Turkish Airlines, refere que “continuamos a aprimorar as nossas operações ecológicas não apenas com os nossos voos, mas também com os nossos espaços de trabalho”. O responsável adianta ainda que, “tornar-se a primeira companhia aérea na Europa a obter o certificado de platina, mais alto do sistema de classificação Leed, é um indicador valioso”.

O centro de operações da Turkish Airlines está localizado no aeroporto de Istambul e distingue-se pelas características ambientais, tratando-se de um edifício de escritório e terminal de classe A capaz de acomodar aproximadamente 2.000 funcionários de escritório e cerca de 1.000 tripulantes de cockpit e 4.500 tripulantes de cabine durante os dias de maior movimento. A seção do terminal da tripulação permite que os pilotos e a tripulação de cabine se preparem para os voos e passem o tempo com outros membros da tripulação para fazer os preparativos necessários. Também permite passar o tempo livre na área lounge de 14.500 m2, que oferece acesso direto à aeronave e um restaurante aberto 24 horas por dia, 7 dias por semana. Considerando o número de tripulações que atende, a capacidade deste edifício excede 36 aeroportos em Türkiye e possui certificado LEED v4.1 O+M: EB, que é a versão mais atual para instalações aéreas.

Com o certificado LEED v4.1 O+M: EB Platinum, o objetivo é melhorar os desempenhos de energia, água e qualidade interior para diminuir permanentemente os efeitos sob o ambiente. A melhoria da eficiência energética, da água e da qualidade interior permite a diminuição dos custos operacionais do terminal, ao mesmo tempo que abre caminho para os objetivos de sustentabilidade. Além disso, os objetivos da transportadora de incluem adotar os critérios determinados durante o processo de certificação como um todo e aplicar a todos os seus edifícios.

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GBTA prevê recuperação das viagens de negócios em 2023

À medida que as restrições relacionadas com a pandemia se vão aligeirando, a Global Business Travel Association (GBTA) mostra expectativas de recuperação para as viagens de negócios em 2023.

Victor Jorge

Embora as viagens de negócios ainda registem uma recuperação mais lenta, ficando aquém dos níveis pré-pandêmicos, uma análise da Global Business Travel Association (GBTA) mostra expectativas de recuperação em 2023, com 78% dos gerentes de viagens a estimar que as empresas farão mais viagens de negócios no próximo ano. Já do lado dos agentes de reservas de viagens de negócios, 85% prevê a existência de mais reservas em geral.

A análise da GBTA refere ainda que as viagens de negócios domésticas estão em 63% dos níveis vistos antes do COVID-19, e as viagens internacionais estão em 50% dos totais anteriores.

“Continuamos a ver um progresso à medida que as viagens de negócios voltam a ser uma indústria global de 1,4 bilião de dólares como era antes da pandemia”, refere Suzanne Neufang, CEO da GBTA, em nota de imprensa.

A pesquisa conclui que a pandemia está a diminuir como um fator que impacta as viagens, com a maioria dos fornecedores de viagens a destacar as condições económicas como fator que pode limitar as viagens de negócios no próximo ano, embora 75% dos compradores de viagens admitam que não há planos atualmente para limitar as viagens devido à economia.

A maioria dos inquiridos confirmou modelos de trabalho híbridos ou totalmente remotos para as suas empresas, com 72% dos entrevistados a afirmar que o trabalho remoto não mudaria o número de viagens de negócios feitas pelos funcionários e 14% acreditando que os acordos de trabalho remoto aumentariam o número de viagens de negócios.

Ao mesmo tempo, quem gere as de viagens relata “um aumento nas solicitações de viagens combinadas que incluem atividades de trabalho e lazer ou algum período de férias”. Acordos de trabalho híbrido e remoto podem encorajar viagens, já que muitos inquiridos confirmaram que as suas empresas permitem que os funcionários vivam fora da sua base por longos períodos, mesmo incluindo locais internacionais enquanto continuam a trabalhar remotamente.

27% indicaram ainda que estão disponíveis reembolsos para despesas de trabalho remoto na respetiva empresa, enquanto 42% dizem que esses reembolsos não são oferecidos.

Quando se trata de viagens internacionais, 74% dos entrevistados confirmaram que viagens internacionais não essenciais são permitidas pelas empresas.

“Também é importante entender o contexto da recuperação global das viagens de negócios. A Ásia ainda está a abrir fronteiras, as viagens internacionais de negócios em geral começaram a aumentar apenas no início deste ano em todo o mundo, e os EUA só permitiram viagens irrestritas desde junho”, acrescentou Neufang.

Sobre o autorVictor Jorge

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Marrocos passa a fazer parte da programação da Icárion

Numa primeira fase, o operador disponibiliza três circuitos regulares disponíveis com guia espanhol e uma duração de 7 noites.

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A Icárion possui um novo destino na sua programação – Marrocos – disponível no site do operador a partir desta quinta-feira, 17 de novembro.

Em comunicado, a Icárion refere que “o lançamento de novos destinos faz parte da estratégia do operador que procura sempre responder às necessidades do mercado, às tendências dos viajantes e ao mesmo tempo acompanhar de perto os pedidos das agências de viagem para que encontrem uma diversidade de destinos únicos com serviços de qualidade”.

Numa primeira fase, o operador disponibiliza três circuitos regulares disponíveis com guia espanhol e uma duração de 7 noites, fazendo parte da programação as Jóias de Marrocos, Cidades Vermelhas de Marrocos e Caminhando com Berberes e Tuaregues. As apostas do operador têm como base não só os circuitos mais clássicos do destino como também, no caso do programa Caminhando com Berberes e Tuaregues um programa em 4×4 e alojamentos em tendas típicas marroquinas durante o circuito.

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