ARAC estranha não ter sido ouvida nas negociações do novo aeroporto

Por a 23 de Janeiro de 2019 as 10:20

O secretário-geral da ARAC – Associação dos industriais de aluguer de automóveis sem condutor, Joaquim Robalo de Almeida, estranha que a associação ainda não tenha sido ouvida nas negociações do novo aeroporto do Montijo, considerando que essa ausência só pode ter sido “um lapso”, uma vez que a ARAC é um “importante parceiro dos aeroportos, até em termos de facturação”.

“Para ser muito sincero, ainda não fomos ouvidos,  e posso revelar que estranhei, neste encontro que houve, que a ARAC não tivesse sido convidada a participar, até porque numa obra desta envergadura, a opinião da ARAC, nomeadamente em relação aos parques e balcões, é demasiado importante para ser negligenciada”, afirmou o responsável, em declarações ao Publituris.

Joaquim Robalo de Almeida diz acreditar que a ausência da associação do diálogo em torno da nova infraestrutura do Montijo se tratou de “um lapso, que vai ser resolvido”, até porque o processo está ainda no início e, sem o resultado do estudo de impacto ambiental, “não se pode avançar grande coisa”.

O secretário-geral da ARAC defende que a associação deve ser ouvida sobre as condições que vão ser oferecidas ao sector do rent-a-car no aeroporto do Montijo, nomeadamente ao nível das infraestruras para balcões de aluguer e parques de estacionamento das viaturas, já que este é um dos principais problemas que actualmente condicionam a actividade de rent-a-car no Aeroporto Humberto Delgado.

“O aeroporto de Lisboa, essencialmente no Verão, é um caos, não só ao nível das filas dos balcões de rent-a-car, mas também para devolver as viaturas. No ano passado, houve clientes a abandonar carros na 2.ª Circular, o que é dramático e aconteceu porque os parques não têm capacidade para recolher o número de carros que temos”, exemplificou o responsável.

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