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Ryanair contra greve de controladores aéreos em França

Companhia teve já que cancelar 110 voos nesta terça-feira.

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A Ryanair veio apelar ao Presidente da República de França, Emmanuel Macron, e à Comissão Europeia para que tomem medidas no sentido de evitar a greve dos controladores aéreos franceses, que decorre esta terça-feira, 12 de Setembro.

Em nota à imprensa, a companhia explica que foi obrigada a cancelar 110 voos nesta terça-feira, existindo a possibilidade de vir a ter que fazer “cancelamentos adicionais” e de que ocorram atrasos se a greve não for levantada.

Para evitar mais prejuízos em resultados das sucessivas greves, a Ryanair defende que a Comissão Europeia ponha em prática três medidas, que, segundo a companhia, “aliviariam o impacto das frequentes greves”.

A Ryanair defende, desde logo, que os sindicatos devem recorrer “à arbitragem por oposição à greve para solucionar as suas petições”, propondo também que outros controladores aéreos europeus possam operar os voos que sobrevoam a França durante o período de greve.

Por último, a Ryanair quer também que os voos que sobrevoam a França estejam protegidos durante as greves dos controladores aéreos, nomeadamente mediante a aplicação de serviços mínimos obrigatórios.

“Se o Governo Francês leva a sério a sua missão de mudar a França, deveriam começar por tomar ação sobre estes sindicatos de CTA e, juntamente com a Comissão Europeia, levar a cabo medidas imediatas para prevenir que milhares de consumidores Europeus vejam os seus planos de viagem afetados devido à greve de um pequeno grupo de sindicatos”, refere Kenny Jacobs, citado em comunicado.

A Ryanair está a apelar aos seus clientes, com voos esta terça-feira, que verifiquem previamente o estado do seu voo através do website Ryanair.com, desafiando também os passageiros a juntarem-se à petição online A4E Keep Europe’s Skies Open (Mantenham os céus Europeus abertos) – http://www.keepeuropesskiesopen.com/ – “para ajudar a defender a Europa de repetidas perturbações provocadas pelos sindicatos dos CTA [controladores aéreos]”.

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Sindicato pede que seja travada “imediatamente” privatização da Azores Airlines

O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (Sitava) pediu ao Governo Regional dos Açores para que “pare imediatamente” a privatização da Azores Airlines, depois de o júri do concurso ter manifestado reservas sobre o único concorrente.

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Num comunicado, a estrutura sindical lembrou que “o júri constituído para avaliar o processo de privatização da Azores Airlines entregou, na passada sexta-feira (5 de abril), o relatório final sobre o processo”, tendo mantido “a sua posição já expressa no relatório preliminar”.

Ou seja, destacou, “manteve apenas um dos consórcios que concorreram” e mesmo esse “não apresenta as mínimas condições para garantir a continuidade da operação da companhia”.

O Sitava recordou também que “o presidente do júri foi ainda mais longe”, admitindo “reservas quanto à capacidade financeira do consórcio para garantir a viabilidade futura da companhia”.

O sindicato considera, assim, que “entregar a companhia a esta entidade seria um verdadeiro desastre”.

“Parece-nos, pois, óbvio que com a entrega deste relatório e principalmente com o seu resultado, este processo terá que parar imediatamente”, destacou, indicando: “a traumática experiência por que passámos deve servir de exemplo para não voltar a repetir”.

“Ao Governo Regional voltamos agora a apelar para que pare imediatamente o processo”, salientou o sindicato, defendendo que “reconhecer um erro e inverter a trajetória não fragiliza o Governo”.

O júri do concurso público da privatização da Azores Airlines manteve a decisão de aceitar apenas um concorrente no relatório final, mas admitiu reservas quanto à capacidade do consórcio Newtour/MS Aviation em assegurar a viabilidade da companhia.

“Entregámos o relatório final. Esse relatório final, no essencial, mantém o que já estava no relatório preliminar”, declarou o presidente do júri, Augusto Mateus, numa conferência de imprensa no Teatro Micaelense, em Ponta Delgada, na semana passada.

O júri manteve a nota que tinha sido atribuída à Newtour/MS Aviation (46,69), único concorrente admitido, e que foi contestada pelo consórcio aquando da apresentação do relatório intercalar, em outubro de 2023.

“No caderno de encargos, a positiva começa com nota de 25 e nota máxima é 100. A nota que atribuímos à proposta é 46,69. Percebe-se que 46,69 está mais próximo de 25 do que de 100. Não é uma nota muito expressiva. Chamamos à atenção para isso”, afirmou.

O caderno de encargos da privatização da Azores Airlines prevê uma alienação no “mínimo” de 51% e no “máximo” de 85% do capital social da companhia.

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TAP adere à plataforma NDC da APG

A plataforma NDC da APG permite que o conteúdo da companhia aérea de bandeira nacional passe a estar disponível para reserva para mais de 1500 agências de viagens em 120 países.

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A TAP aderiu à APG Platform, a plataforma NDC da APG, que permite que o conteúdo da companhia aérea de bandeira nacional passe a estar disponível para reserva para mais de 1500 agências de viagens em 120 países.

Além da emissão de bilhetes, a adesão da transportadora aérea portuguesa a esta plataforma permite também que os agentes de viagens possam “reservar, emitir, anular, reembolsar e adicionar serviços auxiliares, como malas, equipamento específico, embarque prioritário e refeições especiais, em toda a rede TAP”.

“A TAP Air Portugal está feliz com a parceria com a APG, que tem feito um trabalho pioneiro na promoção da tecnologia NDC por todo o mundo. A TAP continua a promover conteúdos NDC através deste canal e continua empenhada em melhorar as suas capacidades de retalho em benefício dos agentes de viagens”, afirma Justin Jovignot, diretor de Estratégia Comercial e Distribuição da TAP.

Já Heloise Parrain, diretora da Plataforma APG, considera que o “NDC está a mudar a distribuição das companhias aéreas, que não evoluía nos últimos 40 anos”, permitindo que as companhias aéreas  promovam o seu produto. 

A APG Platform conta, atualmente, com 30 companhias aéreas aderentes, permitindo a “emissão de bilhetes que pode ajudar os agentes de viagens a gerar receitas adicionais, alargando o seu catálogo e vendendo acessórios aéreos e não aéreos combinados”, destaca a APG Portugal, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 8 de abril.

Esta plataforma, que é usada em 150 países, está ainda em consonância com a mais recente tecnologia XML e segue todos os padrões IATA, estando acessível para agências de viagens IATA e não IATA.

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Qatar Airways chega ao Congo e aumenta voos para Luanda

Além da capital congolesa, a nova rota da Qatar Airways segue para Luanda, aumentando de uma para quatro frequências semanais as ligações aéreas à capital angolana.

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A Qatar Airways vai abrir, a 1 de junho de 2024, uma nova rota para Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, que vai servir também para aumentar a capacidade disponibilizada pela companhia aérea de bandeira do Qatar para Luanda, capital angolana.

De acordo com a Qatar Airways, esta é a primeira vez que a transportadora aérea do Qatar abre uma rota para Kinshasa, que vai ser realizada num avião Boeing 787-8 Dreamliner, equipado com 22 lugares em Classe Executiva e 232 assentos em Classe Económica.

“Vimos marcos significativos na expansão da nossa rede em 2024 e esta última adição é particularmente especial, pois dá continuidade ao nosso objetivo estratégico de aumentar a nossa presença em África”, congratula-se Thierry Antinori, diretor Comercial da Qatar Airways.

Além da capital congolesa, a nova rota da Qatar Airways segue para Luanda, aumentando de uma para quatro frequências semanais as ligações aéreas à capital angolana.

Os voos partem de Doha, capital do Qatar, pelas 02h45 e chegam a Kinshasa às 08h10, num voos que segue para Luanda pelas 09h40, onde tem chegada prevista para as 10h55. Já a partida de Luanda decorre às 12h25 e a chegada a Doha acontece pelas 22h50.

A Qatar Airways vai também realizar a mesma rota mas com paragem primeiro em Luanda, num voo que sai de Doha pelas 09h20 e chega a Luanda às 15h40, de onde volta a sair pelas 17h10 para chegar a Kinshasa às 18h25. No regresso, a partida de Kinshasa acontece às 19h55 e a chegada a Doha está prevista para as 05:45+1, sempre em horários locais.

 

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Grupo IAG lança South Europe Ground Services para o handling a partir de maio

A South Europe Ground Services (SOEGS) é a nova empresa de handling criada pelo grupo IAG para atuar nos aeroportos espanhóis, prevendo-se que entre em operação em meados de maio.

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A South Europe Ground Services (SOEGS) é a nova empresa de handling criada pelo grupo IAG para atuar nos aeroportos espanhóis, prevendo-se que entre em operação em meados de maio, avança a Iberia, em comunicado.

De acordo com a Iberia, a nova empresa está já registada no Registo Comercial de Madrid e vai fornecer serviços de handling nos aeroportos espanhóis à Iberia, Iberia Express, Vueling e Level, bem como de passageiros para a British Airways, Air Nostrum e Aer Lingus.

A Iberia diz que a SOEGS vai ainda “servir companhias aéreas terceiras nos aeroportos onde a Iberia Airport Services obteve licença no último concurso da AENA”.

“Esta empresa, com 100% do capital do Grupo IAG e uma participação maioritária da Iberia, é o resultado do acordo alcançado entre a Iberia e os seus sindicatos no dia 2 de fevereiro com o objetivo de garantir um futuro sustentável e competitivo para o negócio de movimentação e os seus trabalhadores”, explica a Iberia, no comunicado divulgado.

A SOEGS vai contar com autonomia operacional e vai também integrar os antigos trabalhadores da Direção Aeroportuária da Ibéria, que mantêm “as condições do Acordo Ibérico e todos os seus direitos”.

Miguel Ángel Gimeno, atualmente diretor de Operações Terrestres da Vueling, será o novo CEO da South Europe Ground Services, com a Iberia a indicar que o responsável conta com “ampla experiência em gestão aeroportuária”.

Miguel Ángel Gimeno é formado em Engenharia Industrial pela Universidade de Saragoça e possui MBA pela IESE Business School, tendo passado os últimos 17 anos na Vueling, onde, além de diretor de Operações Terrestres, ocupou os cargos de diretor de OCC e também de diretor de Tripulação e Serviço de Bordo.

“Assumir a liderança desta nova empresa, dentro do Grupo IAG, é um verdadeiro desafio. Estou convencido que, graças à nossa equipa formada pelos melhores profissionais, escreveremos uma página de sucesso no negócio de ‘handling’ em Espanha e trabalharemos incansavelmente para crescer internacionalmente”, afirma o responsável.

 

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Pegasus Airlines inaugura rota entre Ancara e Lisboa

A nova rota da Pegasus Airlines começou a ser operada terça-feira, 2 de abril, e conta com três voos por semana entre as capitais portuguesa e turca.

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A Pegasus Airlines inaugurou terça-feira, 2 de abril, a sua primeira rota com destino a Portugal, passando a ligar Lisboa à capital turca de Ancara, numa operação que conta com três voos por semana, informou a transportadora aérea turca, em comunicado.

“Sendo uma das cidades mais antigas do mundo, Lisboa atrai visitantes de lazer e de negócios pela sua cultura vibrante e excelente hospitalidade”, destaca a Pegasus Airlines, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 5 de abril.

A inauguração da rota foi assinalada com uma cerimónia no Aeroporto de Ankara Esenboğa, que contou com a participação de Onur Dedekoylü, Chief Commercial Officer (CCO) da Pegasus Airlines, entre outros responsáveis da companhia aérea e locais, onde esteve também presente João Macedo, vice-chefe de Missão da Embaixada de Portugal, e Celeste Mota, do Departamento Económico e Conselheiro Comercial e Diretor da AICEP na Turquia.

“A Pegasus desempenha um papel fundamental no potencial e nos números turísticos de Turquia. A cada nova rota que abrimos ligamos países e destinos cultural e economicamente. A nossa rota Ancara-Lisboa ajudará a estender este propósito e papel a Portugal”, afirmou Onur Dedekoylü, na cerimónia de inauguração da rota.

O CCO da Pegasus Airlines acredita no sucesso da nova rota e que a companhia aérea vai “servir centenas de milhares de turistas entre a Turquia e Portugal nos próximos anos”.

Já João Macedo, vice-chefe de Missão da Embaixada de Portugal, destacou o facto dos voos da Pegasus Airlines servirem “duas capitais”, numa operação que vai servir para que “ambos os países se conheçam muito melhor”.

“O turismo e o comércio serão muito beneficiados, mas, no final, são estes contactos humanos que contarão e perdurarão no futuro. Como uma companhia aérea com mais de 30 anos e ainda em expansão, desejamos à Pegasus Airlines todo o sucesso neste empreendimento e esperamos que continue a crescer”, acrescentou o responsável.

Francisco Pita, Chief Commercial Officer da ANA-Aeroportos de Portugal, destaca ainda o facto de esta ser a primeira rota da Pegasus Airlines para o aeroporto de Lisboa, assim como para território nacional.

“As capitais Lisboa e Ancara passam assim a estar ligadas por um voo regular direto pela primeira vez, reforçando a conetividade com a Turquia, um mercado turístico em rápido crescimento em Portugal. Na ANA|VINCI Airports continuamos a trabalhar com empenho em ampliar a oferta de voos diretos para Portugal, com companhias aéreas, operadores turísticos e todos os nossos parceiros”, congratula-se o responsável.

Recorde-se que Ancara é a capital da Turquia e a segunda cidade mais populosa do país, depois de Istambul, sendo considerada “uma metrópole moderna e próspera, rica em história, cultura e que oferece a hospitalidade turca”.

 

 

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Azul celebra 15 anos de operação em Manaus com 10 milhões de passageiros transportados

Ao longo dos 15 anos em que opera no estado do Amazonas, a Azul transportou já 9,7 milhões de passageiros e realizou 106 mil voos, tendo anunciado ainda um reforço de capacidade para o Festival Folclórico de Parintins.

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A Azul está a comemorar, neste mês de abril, 15 anos de operações para Manaus, capital do estado brasileiro do Amazonas, ao longo dos quais a companhia aérea transportou já 9,7 milhões de passageiros e realizou 106 mil voos.

“Com uma média de 99 descolagens por semana, a Azul destaca-se como a maior empresa aérea em Manaus, oferecendo conexões convenientes para 20 destinos domésticos e internacionais”, destaca a companhia aérea brasileira, que atualmente voa para 13 municípios no estado do Amazonas.

“Estamos orgulhosos das conquistas que alcançámos em Manaus e no estado do Amazonas ao longo dos anos. Esses números refletem o nosso compromisso em oferecer serviços aéreos de alta qualidade e em contribuir para o desenvolvimento económico, social e turístico do estado”, afirma Vitor Silva, gerente de Planeamento e Estratégia de Malha da Azul.

Além da operação aérea, a Azul conta ainda com um “hangar em Manaus, que desempenha um papel fundamental na manutenção e na garantia da segurança das suas aeronaves na região”.

Em sinal do compromisso da companhia aérea com o estado do Amazonas, a Azul anunciou recentemente um reforço de ligações para o Festival Folclórico de Parintins, um dos principais eventos culturais do país, que vai ter lugar entre 26 de junho a 03 de julho.

Durante este evento, a Azul disponibilizará 150 voos extras para Parintins, no Amazonas, número que duplica a oferta de lugares disponibilizados pela companhia aérea face ao ano anterior, totalizando mais de 18 mil lugares.

“A Azul está comprometida em apoiar eventos em todo o país, e o Festival Folclórico de Parintins é um exemplo da identificação da companhia com a cultura brasileira”, acrescenta Vitor Silva.

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Ryanair retoma voos para Israel a 3 de junho

A Ryanair indica que, a partir de 3 de junho, vai operar 40 voos por semana entre Telavive e destinos como Atenas, Bari, Berlim, Budapeste, Malta, Milão e Pafos.

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A Ryanair vai retomar, a 3 de junho, os voos para Israel, decisão que, segundo a companhia aérea low cost, foi tomada depois do Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Telavive, ter decidido reabrir o terminal 1, que é dedicado às companhias aéreas low cost.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Ryanair indica que vai operar 40 voos por semana entre Telavive e destinos como Atenas, Bari, Berlim, Budapeste, Malta, Milão e Pafos.

“São ótimas notícias que o Aeroporto Internacional Ben Gurion esteja a reabrir o terminal 1, o que permite à Ryanair retomar a nossa operação em Telavive a partir de segunda-feira, 3 de junho, com 40 voos por semana de/para mercados-chaves como Chipre, Alemanha, Grécia e Itália”, afirma um porta-voz da Ryanair, citado em comunicado.

Os voos da Ryanair de/para Telavive, em Israel, já se encontram disponíveis para reservas aqui.

Recorde-se que a maioria dos voos internacionais para Israel foi suspensa em outubro de 2023, depois do ataque terrorista do Hamas a Israel, que resultou num conflito armado em Gaza que ainda decorre.

 

 

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Binter soma perto de 715 mil passageiros desde início de operações em Portugal

Desde que começou a operar em Portugal, em 2005, a Binter, que está a assinalar o seu 35.º aniversário, já transportou perto de 715 mil passageiros nas rotas que passam por território nacional.

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Desde que começou a operar em Portugal, em 2005, a Binter já transportou perto de 715 mil passageiros nas rotas que passam por território nacional, informou a companhia aérea das Canárias, que está a comemorar 35 anos de operação.

A companhia aérea, que atualmente voa para a Madeira, Porto Santo e Ponta Delgada, mas que, entre 2012 e 2021, voou também para Lisboa, já transportou, desde a sua fundação, mais de 83 milhões de passageiros e ultrapassou 1.648.000 voos operados.

“Em 2023, a companhia aérea quebrou seu recorde de passageiros anuais ao contabilizar 4.938.938 viajantes em 82.877 voos operados, conectando todas as ilhas das Canárias entre si e com 33 destinos externos. Esses números contrastam com os de seu primeiro exercício completo, em 1990, quando transportou 564.278 passageiros e operou apenas 15.538 voos”, destaca a Binter, num comunicado enviado à imprensa.

Segundo Santiago Guerra, coordenador geral da Binter, em 35 anos, a transportadora conseguiu passar de “uma companhia aérea regional, criada para operar voos entre as ilhas nas Canárias, para dotar o Arquipélago de uma empresa sólida e líder, que conecta todos os aeroportos canários com um serviço de alta qualidade e os canários com mais de trinta destinos nacionais e internacionais”.

Atualmente, a Binter opera em todas as ilhas canárias e voa para 32 destinos externos, incluindo 15 em Espanha e 17 internacionais, numa expansão internacional que começou em 2005, quando a companhia aérea começou a ligar o arquipélago à Madeira, Marrakech e El Aaiún, e que levou ainda a que, em 2018, a companhia aérea tenha iniciado voos também para outros pontos do restante do território nacional.

Para assinalar o aniversário, a Binter vai promover diferentes ações, assim como eventos e promoções ao longo do ano, destacando o facto de se ter tornado operadora no corredor Canárias – Madrid, no qual disponibilizar 16 conexões diárias em horários muito convenientes.

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IATA: Transporte aéreo manteve tendência de crescimento em fevereiro com destaque para procura internacional

Os dados da IATA mostram que, em fevereiro, todas as regiões cresceram a dois dígitos na procura de passageiros, com destaque para a Ásia-Pacífico, onde este indicador aumentou 37.8%, mas também para a América do Norte, onde o crescimento se ficou por apenas um dígito.

Inês de Matos

Em fevereiro, o transporte aéreo manteve a tendência de crescimento e, segundo a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, viu a procura global aumentar 21.5%, com destaque para a procura internacional, que subiu 26.3% face a igual mês de 2023.

Os dados divulgados esta quinta-feira, 4 de abril, pela IATA mostram que, em fevereiro, a capacidade global da aviação também aumentou 18.7%, enquanto o load factor se fixou nos 80.6%, depois de um aumento de 1,9 pontos percentuais face a fevereiro de 2023.

A nível internacional, acrescenta a IATA, a capacidade também aumentou 25.5% em fevereiro, ainda que o load factor tenha ficado um pouco abaixo do global, somando 79.3%, o que indica um aumento de 0,5 pontos percentuais face a fevereiro de 2023.

A nível doméstico, houve ainda um crescimento de 15.0% na procura dos passageiros, enquanto a capacidade subiu 9.4% e o load factor situou-se nos 82.6%, depois de aumentar 4,0 pontos percentuais face a mês homólogo do ano passado.

A IATA nota, contudo, que o mês de fevereiro de 2024 teve mais um dia do que o do ano passado, o que pode traduzir maiores crescimentos da procura e da capacidade.

“O forte início de 2024 continuou em fevereiro, com todos os mercados, exceto a América do Norte, a reportarem um crescimento de dois dígitos no tráfego de passageiros”, congratula-se Willie Walsh, diretor-geral da IATA, considerando, por isso, que há “boas razões” para que a indústria esteja otimista face a 2024.

Os dados da IATA mostram que, em fevereiro, todas as regiões cresceram a dois dígitos na procura de passageiros, com destaque para a Ásia-Pacífico, onde este indicador aumentou 37.8%, seguindo-se África, onde houve um aumento de 22.5% na procura, assim como o Médio Oriente, onde o aumento foi de 19.7%. Já na Europa o crescimento foi de 14.8% e na América Latina foi de 13.0%, sendo que apenas na América do Norte o crescimento se ficou apenas por um dígito, depois de subir 8.9%.

A nível internacional, foi na Ásia-Pacífico que a procura mais subiu, num aumento que chegou aos 53.2%, enquanto a capacidade cresceu 52.1% e o load factor chegou aos 84.9% depois de um aumento de 0.6 pontos percentuais que tornou a ocupação desta região na maior em todo o mundo, em fevereiro.

Na América Latina, o crescimento da procura internacional foi de 21.0% em fevereiro, enquanto a capacidade apresentou uma subida de 18.6% e o load factor chegou aos 84.2%, num aumento de 1.7 pontos percentuais face a fevereiro de 2023.

Em África, o aumento da procura foi de 20.7% em fevereiro, enquanto a capacidade subiu 22.1%, ainda que o load factor tenha apresentado uma descida de 0,8 pontos percentuais, para 74.0%.

No Médio Oriente, a procura aumentou ainda 19.7% e a capacidade cresceu 19.1%, enquanto o load factor registou uma subida de 0,4 pontos percentuais, fixando-se nos 80.8%.

Já as companhias aéreas da América do Norte assistiram a um aumento de 16.0% na procura internacional e aumentaram em 17.6% a capacidade face a fevereiro de 2023, o que ditou uma descida de 1,1 pontos percentuais no load factor, que passou para 77.7%.

Por fim, foi na Europa que a procura internacional menos cresceu em fevereiro, num aumento de 15.9%, enquanto a capacidade subiu 16.0% e o load factor situou-se nos 74.7%, mantendo-se inalterado face a fevereiro de 2023.

Os dados positivos levam Willie Walsh a destacar que “a procura dos passageiros mostra resiliência face às incertezas geopolíticas e económicas”, ainda que o responsável se mostre preocupado com a adoção de novos impostos que têm impacto na aviação, a exemplo das taxas ambientais, com destaque para a Europa.

“É fundamental que os políticos resistam à tentação de ganhar dinheiro com novos impostos que poderiam desestabilizar esta trajetória positiva e tornar as viagens mais caras. Em particular, a Europa é uma preocupação, pois parece determinada a travar a sua lenta recuperação económica com propostas fiscais não competitivas”, alerta ainda o responsável.

 

 

 

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Problemas de segurança da Boeing afetam planos de crescimento da aviação

Segundo a Morningstar DBRS, “o ressurgimento das preocupações de segurança” deverá afetar “materialmente a Boeing, incluindo a sua capacidade de fazer entregas atempadas, o que já está a afetar os planos de crescimento do setor aéreo” e poderá ter também impacto na descarbonização da aviação.

Inês de Matos

Os recentes problemas de segurança que têm afetado os aviões da Boeing estão a provocar atrasos na entrega de aviões e a afetar os planos de crescimento da aviação, diz a Morningstar DBRS, que estima que os atrasos na entrega de aparelhos se mantenha por mais alguns anos.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a agência de notação de crédito começa por lembrar os recentes incidentes que vieram novamente colocar em causa a segurança dos aviões da Boeing, a exemplo do aparelho da Alaska Airlines que chegou ao destino sem uma porta ou do Boeing 787 da LATAM Airlines que sofreu uma queda subida, provocando vários feridos a bordo.

A Morningstar DBRS lembra que estes problemas se seguiram aos que, em 2018 e 2019, já tinham afetado o modelo Boeing 737 MAX, que levaram mesmo à paragem destes aviões por mais de um ano.

Para a agência de notação financeira, “o ressurgimento das preocupações de segurança” deverá afetar “materialmente a Boeing, incluindo a sua capacidade de fazer entregas atempadas, o que já está a afetar os planos de crescimento do setor aéreo”.

Os novos incidentes levaram novamente as autoridades de aviação dos EUA a suspenderem temporariamente o Boeing 737 MAX 9, que entretanto voltaram a ser autorizados a voar, ainda que a Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA tenha limitado a taxa de produção destes aparelhos “até que os problemas de qualidade sejam resolvidos”.

Os problemas de segurança com aviões da Boeing ditaram ainda uma remodelação executiva no fabricante aeronáutico norte-americano e levaram o seu CEO, David Calhoun, a anunciar a retirada no final de 2024.

Em resultado disso, acrescenta a Morningstar DBRS, houve uma “mudança substancial do foco da Boeing para questões de segurança”, o que está a afetar “as entregas de aeronaves, que já são muito mais lentas do que no passado”.

Além disso, refere ainda a agência de notação financeira, a certificação dos restantes modelos do avião Boeing 737 MAX pode também tornar-se um desafio, uma vez que tanto os passageiros como as companhias aéreas “têm
expressado preocupação e frustração com os problemas contínuos da Boeing”, o que pode afetar “pedidos futuros”.

“Combinando os problemas recentes da Boeing com os problemas existentes na cadeia de abastecimento dos fabricantes de aeronaves pós-coronavírus, os atrasos na entrega de aeronaves estão a piorar ainda mais e podem persistir por alguns anos”, alerta a Morningstar DBRS.

Caso estes problemas se mantenham, a agência estima que o setor venha a ser afetado de diversas formas, com destaque para os problemas de capacidade, interrupções operacionais, aumento das tarifas devido ao desequilíbrio entre a oferta e a procura e não cumprimento das metas de descarbonização.

Impacto no crescimento e na descarbonização das companhias aéreas

A Morningstar DBRS lembra que a aviação tem vindo a recuperar e está praticamente ao nível do período pré-pandemia, com a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo a prever mesmo um “forte crescimento nos próximos anos”, que deverá trazer um aumento de capacidade de 9% já este ano.

Este crescimento da aviação está também a levar muitas companhias aéreas a encomendarem novos aviões, sendo que, só no caso da Boeing, existem 6.177 pedidos de aeronaves em carteira, aos quais se somam outros 8.552 da Airbus.

No entanto, destaca a agência de notação de crédito, “com taxas de produção de 2023, as empresas levarão mais de 11 anos para atender esses pedidos”, o que se deve ao facto do número de pedidos ser superior às entregas e às taxas de produção mais lentas do que o esperado.

“Com as entregas da Boeing a serem ainda mais prejudicadas por recentes questões de segurança, os planos de crescimento das companhias aéreas para o
próximos anos estão a ser materialmente afetados”, destaca a Morningstar DBRS.

Os atrasos nas entregas levam ainda a outro tipo de problemas nas companhias aéreas, a exemplo do excesso de pessoal, com a agência a recordar o caso da United Airlines, que recentemente decidiu oferecer aos seus pilotos “um programa voluntário de licença não remunerada”, como forma de reduzir o excesso de pessoal provocado pelos atrasos nas entregas de aviões.

Mas a Morningstar DBRS alerta ainda para outros impactos, a exemplo do adiamento da modernização de frotas, o que poderá “afetar as metas de descarbonização” estabelecidas para a aviação.

Apesar de concordar que o SAF – Combustível Sustentável para a Aviação é, atualmente, a forma mais eficaz de descarbonizar a aviação, a agência lembra que a estratégias para reduzir as emissões também “dependem significativamente da modernização da frota para melhorar a eficiência do combustível e do carbono”.

“Com atraso nas entregas, esses planos podem não se concretizar conforme as expectativas e, portanto, algumas companhias aéreas podem perder
suas metas de descarbonização a curto prazo”, alerta a Morningstar DBRS, realçando mesmo que, no caso das companhias aéreas que “emitiram títulos vinculados à sustentabilidade e se comprometeram com certos níveis de redução de emissões”, podem mesmo “ocorrer despesas mais elevadas com juros se essas
as metas não forem cumpridas”.

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