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TAP retoma Bucareste e Budapeste

Companhia disponibiliza 13 frequências semanais para Budapeste e Bucareste.

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A TAP retoma esta noite os voos entre Lisboa e as cidades de Bucareste, na Roménia, e Budapeste, na Hungria, operações que vão vigorar durante o Verão IATA e que juntam 13 frequências semanais à oferta da companhia na Europa.

“A TAP volta a apostar na Europa, acompanhando desta forma as crescentes trocas comerciais e investimento entre Portugal e a Roménia, não esquecendo a importante comunidade romena residente em Portugal, uma das mais numerosas do país, e passando a servir uma das capitais europeias mais atrativas para o turismo – Budapeste”, explica a TAP em comunicado

A operação para Bucareste decorre a bordo de aviões A319 e A320 e terá seis voos semanais, aos primeiros minutos de segundas, quartas, quintas, sábados e domingos, com partidas de Lisboa às 00h15 e regresso de Bucareste às 7h00. Às sextas-feiras, a partida de Lisboa é feita às 10h45 e o regresso de Bucareste às 17h30.

Já os voos para Budapeste, que também decorrem em equipamentos A319 e A320, vão ser sete por semana, concretamente às segundas, terças, quartas, quintas e domingos, com partidas de Lisboa às 10h35 e regresso de Budapeste às 15h50, enquanto nas madrugadas de sábados e domingos, a partidas de Lisboa decorrem às 00h30 e o regresso de Budapeste às 05h50.

Até final de Outubro, quando termina o Verão IATA, a capacidade mensal de transporte de passageiros ronda os oito mil para Bucareste e nove mil para Budapeste, reforço que vai permitir que TAP possa transportar cerca de 80 mil Passageiros por ano entre Lisboa e a capital da Hungria e perto de 70 mil entre Lisboa e a capital da Roménia.

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Airbus recorre à realidade virtual na formação de pilotos

O Airbus Virtual Procedure Trainer (VPT) é um novo software que recorre à realidade virtual e que já está a ser usado pelo Grupo Lufthansa.

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A Airbus lançou uma nova formação para pilotos que dispensa a utilização de um simulador de voo ou de um instrutor de procedimentos no local, graça ao Airbus Virtual Procedure Trainer (VPT), um novo software que recorre à realidade virtual, que já está a ser usado pelo Grupo Lufthansa.

Num comunicado enviado à imprensa, a Airbus explica que o novo software, lançado durante o European Airline Training Symposium, que se encontra a decorrer em Berlim, na Alemanha, permite que os pilotos em formação realizem “procedimentos dentro de um cockpit totalmente interativo”.

Enquanto companhia aérea de lançamento deste novo programa de formação, a Lufthansa vai utilizar o Airbus Virtual Procedure Trainer para formar pilotos no avião A320 para as suas companhias aéreas, através de dispositivos VR, PC e iPad.

“As melhorias de formação resultantes vão permitir outros tipos de utilização, bem como a aceitação regulatória. Isso será baseado nos dados recolhidos em conjunto, visando uma solução flexível e centrada no formando para apoiar as competências-chave”, refere Gilad Scherpf, chefe de formação de aviação do Grupo Lufthansa.

Já Fabrice Hamel, vice-presidente de operações e formação de voo da Airbus, destaca que a nova ferramenta permite uma aprendizagem com “muito mais flexibilidade”, uma vez que os pilotos em treino podem optar por treinar sozinhos com uma inteligência artificial ou online”.

O novo sistema de treino pode ser adquirido separadamente ou em conjunto com outras soluções da Airbus e está disponível através de dispositivos de realidade virtual conectados a computadores ou outros dispositivos como computadores portáteis e iPads.

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Voos entre a Venezuela e a Colômbia regressam após três anos

Os voos foram retomados esta segunda-feira, 7 de novembro, numa operação assegurada pela venezuelana Turpial Airlines e pela colombiana Satena, que conta com duas ligações aéreas por semana.

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A Turpial Airlines, companhia aérea venezuelana, retomou esta segunda-feira, 7 de novembro, os voos entre a Venezuela e a Colômbia, que estavam interrompidos desde março de 2020, na sequência da pandemia da COVID-19.

De acordo com a Lusa, o voo T9 8820 descolou de Caracas, capital da Venezuela, às 17:30 (21:30 em Lisboa) com destino ao Aeroporto Internacional El Dorado, na capital colombiana.

A Lusa diz que os bilhetes para a primeira viagem depois da interrupção motivada pela pandemia só foram colocados à venda na sexta-feira, 4 de novembro, com preços desde 500 dólares para viagens de ida e volta.

A operação da Turpial Airlines entre Caracas e Bogotá decorre duas vezes por semana, com voos às segundas-feiras e sábados, enquanto os voos em sentido contrário são assegurados pela Satena, que disponibiliza preços desde 299 dólares.

A Lusa recorda que o regresso das ligações aéreas entre os dois países já tinha sido adiado por duas vezes desde 26 de setembro, e ocorre seis dias depois do Presidente colombiano, Gustavo Petro, se ter encontrado com o seu homólogo venezuelano, Nicolas Maduro, em Caracas, onde concordaram, entre outras coisas, em “retomar” o transporte entre os dois países.

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Emirates e Air Canada iniciam codeshare

Os voos em codeshare já estão disponíveis para venda em 35 mercados, para viagens a partir de 1 de Dezembro, sendo ainda possível que venham a ser adicionados outros 11 mercados até à aprovação regulamentar final.

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A Emirates e a Air Canada já deram início ao codeshare que estabeleceram e que vai permitir que os passageiros de ambas as companhias aéreas tenham acesso a diversas opções de voo sem interrupções para 46 mercados, que abrangem três continentes, incluindo destinos na América, Médio Oriente, África, Sudeste Asiático, e no subcontinente indiano.

Num comunicado enviado à imprensa, a Emirates explica que os voos em codeshare já estão disponíveis para venda em 35 mercados, para viagens a partir de 1 de Dezembro, sendo ainda possível que venham a ser adicionados outros 11 mercados até à aprovação regulamentar final.

“É com grande prazer que estabelecemos uma parceria com a Air Canada, para expandir o nosso alcance para mais destinos na América do Norte. A parceria com a companhia aérea canadiana permite-nos oferecer aos clientes uma conectividade contínua quando voam para destinos domésticos no Canadá via Toronto”, sublinha Tim Clark, presidente da Emirates Airline.

De acordo com o responsável, com esta parceria, os clientes da Air Canada passam a poder viajar para destinos na Ásia, África e Médio Oriente, através do hub da Emirates no Dubai.

Já Michael Rousseau, presidente e diretor Executivo da Air Canada, destaca que a parceria vai permitir à Air Canada “alargar significativamente a escolha de opções de voo”, passando a disponibilizar mais ligações entre o Canadá e destinos no Médio Oriente, África, Sudeste Asiático e o subcontinente indiano.

“Também nos permitirá atrair mais tráfego de ligação através do nosso centro, Toronto, e expandir a nossa presença nestas regiões dinâmicas, onde se espera um aumento da procura de viagens globais”, acrescenta o responsável da Air Canada.

Além de Toronto, os passageiros da Emirates podem reservar voos de codeshare de e para destinos canadianos, incluindo Calgary, Edmonton, Halifax, Montreal, Ottawa e Vancouver.

Já a Air Canada passa a colocar o seu código nas rotas operadas pela Emirates a partir do seu centro no Dubai, nomeadamente para o subcontinente indiano e para destinos como Colombo, Dhaka, Islamabad, Karachi, e Lahore, assim como para o Sudeste Asiático, incluindo Banguecoque, Hanói, Phuket, Kuala Lumpur e Singapura; para as cidades do Médio Oriente Jeddah e Muscat; bem como para destinos em África, nomeadamente Addis Abeba e Dar Es Salaam.

Em breve, as duas companhias vão ainda disponibilizar “uma oferta de passageiro frequente recíproca, permitindo aos membros da Aeroplan e Skywards ganhar e resgatar pontos em voos operados pela Emirates e Air Canada, respetivamente”, lê-se no comunicado divulgado.

 

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Ásia-Pacífico impulsiona crescimento do transporte aéreo em setembro

De acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o tráfego aéreo internacional subiu, em setembro, 122,2% face ao mesmo mês do ano passado, atingindo 69.9% dos níveis de mês homólogo de 2019. 

Inês de Matos

Em setembro, o tráfego aéreo global cresceu 57.0% face a igual mês de 2021 e chegou a 73.8% dos níveis de setembro de 2019, evidenciando uma forte procura internacional, principalmente por parte do mercado da Ásia-Pacífico, avança a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira, 7 de novembro, pela IATA, em setembro, o tráfego aéreo internacional subiu 122,2% face ao mesmo mês do ano passado, atingindo 69.9% dos níveis de mês homólogo de 2019.

“Mesmo com as incertezas económicas e geopolíticas, a procura por transporte aéreo continua a recuperar. A exceção ainda é a China, com a sua estratégia COVID zero, que mantém as fronteiras fechadas e está a criar uma montanha-russa de procura no seu mercado doméstico”, aponta Willie Walsh, diretor geral da IATA.

Segundo Willie Walsh, a posição da China “contrasta fortemente com o resto da Ásia-Pacífico”, onde o tráfego internacional cresceu 464,8% em setembro, em comparação com setembro de 2021.

A Ásia-Pacífico foi a região que apresentou o maior crescimento no tráfego internacional entre todas as regiões, tendo registado ainda um aumento de capacidade de 165,3%, enquanto o load factor aumentou 41,5 pontos percentuais, para 78,3%.

Depois da Ásia-Pacífico, a região que mais cresceu no tráfego internacional em setembro foi o Médio Oriente, onde este indicador aumentou 149,7% face a setembro de 2021. Já a capacidade nesta região subiu 63,5% e o load factor aumentou 27,6 pontos percentuais, para 80,0%.

Na América do Norte, o tráfego internacional aumentou 128,9% em setembro, enquanto a capacidade subiu 63,0% e o load factor registou um acréscimo de 24,6 pontos percentuais, para 85,4%, o mais elevado entre todas as regiões pelo quarto mês consecutivo.

Na América Latina, o tráfego internacional aumentou 99,4% em setembro, enquanto a capacidade subiu 73,7% e o load factor cresceu 10,8 pontos percentuais, para 83,5%.

Em África, setembro trouxe uma subida de 90,5% no tráfego internacional, enquanto a capacidade teve um aumento de 47,2% e o load factor subiu 16,7 pontos percentuais, para 73,6%, o mais baixo entre todas as regiões do mundo.

Já na Europa, onde o crescimento vinha a ser mais forte, setembro trouxe um aumento de 78,3% no tráfego internacional, enquanto a capacidade subiu 43,8% e o load factor aumentou 16,3 pontos percentuais, fixando-se nos 84,1%, o segundo mais alto em todo o mundo.

Willie Walsh sublinha ainda que “a forte procura está a ajudar a indústria a lidar com os preços muito altos do combustível”, que, juntamente com a simplificação dos procedimentos aeroportuários, nomeadamente através da biometria, constituem um dos principais desafios da aviação.

“Modernizar a experiência não apenas ajudará a aliviar os pontos de estrangulamento, mas também criará uma experiência melhor para todos”, acrescenta o diretor geral da IATA.

 

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TAP reajusta operação de inverno e prevê cancelar até sete voos por dia

Os cancelamentos de voos deverão acontecer entre 15 de novembro e 31 de dezembro, nas “ligações com menor ocupação e para as quais existam várias alternativas disponíveis na rede TAP ou em companhias parceiras”.

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A TAP anunciou que, entre 15 de novembro e 31 de dezembro, vai proceder a ajustes na sua operação de inverno, o que poderá levar ao cancelamento, em média, de até sete voos por dia.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea explica que os reajustes se devem a “vários constrangimentos”, a exemplo da mudança para o sistema de navegação Top Sky em Lisboa, da migração do sistema de controlo aéreo em Marselha, do absentismo previsto para o período de Natal e fim do ano e, ainda, por não ter sido possível fazer regressar um avião da Guiné-Conacri.

De acordo com a companhia aérea de bandeira nacional, os cancelamentos de voos deverão acontecer nas “ligações com menor ocupação e para as quais existam várias alternativas disponíveis na rede TAP ou em companhias parceiras”.

A TAP garante que os passageiros afetados pelos cancelamentos “serão informados diretamente e de forma atempada pela TAP, com indicação da solução de viagem alternativa”.

A companhia aérea explica ainda que, “para evitar o cancelamento de voos adicionais, e manter a operação no máximo da sua capacidade”, vai  estender o contrato ACMI com a Air Bulgaria.

A TAP pede desculpa pelos constrangimentos aos passageiros afetados e diz que “está a desenvolver esforços para garantir que todos possam fazer as viagens que planearam sem contratempos”.

“A TAP está a preparar este reajustamento de forma proativa, pensando nos seus clientes e de forma a minimizar os cancelamentos de última hora”, refere ainda a companhia aérea, destacando que as suas equipas “têm feito um trabalho exigente, cuidadoso e detalhado para analisar as restrições que este reajustamento provoca e proteger tanto os passageiros como a operação da TAP da melhor forma possível”.

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Azul lança tarifa promocional de 644 euros na rota de Lisboa-Viracopos

A tarifa promocional de 644 euros é válida para voos de ida e volta na rota Lisboa-Viracopos-Lisboa e aplica-se a reservas realizadas até esta segunda-feira, 7 de novembro.

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A Azul está a oferecer uma tarifa promocional de 644 euros para voos de ida e volta na rota Lisboa-Viracopos-Lisboa, que é válida para reservas realizadas até esta segunda-feira, 7 de novembro.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea brasileira indica que esta tarifa promocional se aplica a viagens que decorram entre 1 de fevereiro e 31 de maio de 2023.

A tarifa de 644 euros já inclui taxas, assim como o transporte de um volume de bagagem até 23 kg.

A companhia aérea diz estar disponível para mais informações, através dos seus contactos em Portugal, concretamente pelo e-mail [email protected] e pelo número de telefone +351 211 350 520.

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Turkish Airlines duplamente distinguida nos prémios APEX

A Turkish Airlines foi distinguida como ‘APEX World Class’ e voltou a ser considerada, pelo sexto ano consecutivo, uma ‘Five Star Global Airline’ pelo seu elevado padrão de serviço, no âmbito dos Official Airline Ratings da APEX.

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A Turkish Airlines foi distinguida com o prémio ‘APEX World Class’ e voltou a ser considerada, pelo sexto ano consecutivo, uma ‘Five Star Global Airline’ pelo seu elevado padrão de serviço, distinções que foram entregues à companhia aérea turca pela APEX – Airline Passenger Experience Association, uma das mais prestigiadas associações dedicadas à aviação em todo o mundo.

Num comunicado enviado à imprensa, a Turkish Airlines indica que estes prémios, atribuídos no âmbito dos Official Airline Ratings da APEX, são atribuidos com base na votação dos passageiros, que, nesta edição, avaliaram mais de um milhão de voos de 600 companhias aéreas à escala global.

De acordo com a companhia aérea turca, esta foi a segunda consecutiva vez que a Turkish Airlines recebeu o galardão ‘APEX World Class’, depois de reunir avaliações positivas em parâmetros como a segurança, bem-estar, sustentabilidade, serviço e experiência dos passageiros.

Além do prémio de ‘APEX World Class’, a Turkish Airlines foi ainda nomeada, pelo sexto ano consecutivo, como ‘Five Star Global Airline’ nos prémios da APEX.

“Apenas oito companhias aéreas foram consideradas dignas deste prémio em todo o mundo, isso mostra a importância desta conquista. Também temos o prazer de ser nomeados Five Star Global Airline pelo sexto ano consecutivo. Continuaremos a moldar e enriquecer os nossos serviços de acordo com as expectativas e satisfação dos nossos hóspedes no âmbito da segurança e sustentabilidade”, congratula-se Ahmet Bolat, Chairman of the Board and the Executive Committee da Turkish Airlines.

Recorde-se que os prémios da APEX foram atribuídos a 26 de outubro, numa cerimónia que decorreu em Long Beach, California, nos EUA.

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Jorge Alves é o novo presidente do SITEMA

Jorge Alves, que era vice-presidente do SITEMA – Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves, já tomou posse como novo presidente, substituindo Paulo Manso na liderança do sindicato.

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O Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA) tem um novo presidente, cargo que passou a ser ocupado por Jorge Alves, que era vice-presidente do sindicato e que substitui Paulo Manso na liderança.

De acordo com uma nota informativa do SITEMA, Jorge Alves tomou posse esta quarta-feira, 2 de novembro, e vai prosseguir o mandato da atual direção, que decorre até 2026.

“Jorge Alves é membro dos órgãos sociais do SITEMA desde 2011, integrando cargos da direção do sindicato desde 2014”, indica o sindicato na informação divulgada.

Com a passagem de Jorge Alves para a liderança do SITEMA, houve também mudanças na vice-presidência do sindicato, cargo que passou para Ricardo Medina, que era anteriormente secretário do SITEMA, enquanto o novo secretário é Paulo Gomes.

Já Simão Alves, assim como Mário Moreira, Bruno Silvestre e Gonçalo Gonçalves mantém-se como tesoureiro e secretários do sindicato, respetivamente.

“É com grande sentido de responsabilidade que assumo a presidência do SITEMA, continuando a missão de representar os quase 900 TMA de todo o país e assegurando que continuaremos a lutar pelos seus direitos junto das respetivas entidades empregadoras”, referiu Jorge Alves.

A direção do SITEMA acrescenta ainda que vai iniciar, em breve, plenários setoriais de forma a informar e a esclarecer todos os associados sobre as atividades desenvolvidas.

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Azul inaugura nova ponte-aérea entre São Paulo e Rio de Janeiro

A nova ponte-aérea da Azul liga Congonhas, em São Paulo, a Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e conta com 14 voos diários, sete em cada sentido.

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A Azul inaugurou segunda-feira, 31 de outubro, uma nova ponte-aérea que liga Congonhas, em São Paulo, a Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e que conta com 14 voos diários, sete em cada sentido.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea brasileira indica que, com a inauguração desta nova ponte-aérea, o Rio de Janeiro “passa a ter voos regulares da Azul nos aeroportos de Santos Dumont e Galeão, na capital Fluminense, além das cidades de Cabo Frio, Campos dos Goytacazes e Macaé”.

“Este voo é mais um resultado de um trabalho da Azul, que busca desenvolver a aviação no Rio. Voos como estes trazem mais desenvolvimento económico e social para o estado, além de gerar mais empregos”, comentou Flávio Costa, diretor de Relações Institucionais da Azul. 

De segunda a sábado, a Azul conta com partidas de Congonhas pelas 06h30, 08h40 e 11h10, enquanto de segunda a sexta-feira há partidas pelas 13h20 e 15h50, e, de domingo a sexta, estão ainda disponíveis saídas às 18h00 e 20h30.

Em sentido contrário, as partidas de Jacarepaguá decorrem às 06h15, 08h45 e 10h55, de segunda a sábado, bem como pelas 13h25 e 15h35, entre segunda e sexta-feira, enquanto de domingo a sexta-feira há ainda partidas às 18h05 e 20h15.

Os bilhetes para os novos voos já se encontram à venda e podem ser adquiridos através do site da Azul, bem como pelos canais oficiais da companhia aérea e agências de viagens.

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Nova greve da tripulação “seria um desastre” para a TAP

Segundo a CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, a realização de uma nova greve poderia colocar em causa os resultados positivos que a companhia aérea registou no terceiro trimestre do ano.

Inês de Matos

A CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, afirmou esta quarta-feira, 2 de novembro, que a convocação de uma nova greve da tripulação de cabine da companhia aérea “seria um desastre” para a TAP, uma vez que colocaria em causa todo o trabalho de reestruturação da companhia aérea que tem vindo a ser realizado e que trouxe mesmo um regresso aos lucros no terceiro trimestre do ano.

“Uma greve seria um desastre porque afeta todo o trabalho que tem sido feito por todos, depois de um terceiro trimestre que veio provar que estamos certos e que este é o caminho certo para reconstruir o orgulho nesta companhia”, afirmou a responsável, quando confrontada com a hipótese de greve por parte da tripulação de cabine da TAP, que vai decidir se avança para a paralização esta quinta-feira, 3 de novembro.

Christine Ourmières-Widener diz não compreender a intenção de greve, até porque os cortes salariais chegam a todos os funcionários da TAP e só com diálogo será possível chegar a um consenso.

“Não entendo a greve, percebo que é difícil aceitar que todos os nossos funcionários tenham cortes, mas é esse o plano e o acordo de emergência foi assinado pelos sindicatos em 2021, não foi há muito tempo”, lembrou.

Por isso, a CEO da TAP diz estar disponível para se sentar à mesa com os sindicatos e discutir um novo acordo de empresa, mas sem ações que venham a colocar em causa os resultados e o futuro da empresa.

“Uma greve nunca é boa para qualquer organização e penso que o diálogo que precisamos de ter não deve incluir este tipo de ações, mas não é algo que me caiba a mim decidir. Penso que nos devemos sentar e ver o que é possível fazer”, acrescentou, defendendo que, apesar da greve ser um direito, este “não é o melhor momento” para avançar para uma paralização.

Recorde-se que a TAP apresentou esta quarta-feira, 2 de novembro, os resultados do terceiro trimestre do ano, ao longo do qual a companhia aérea alcançou um lucro de 111 milhões de euros, valor que compara com os 134 milhões de euros de prejuízo registado em igual período do ano passado.

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