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Açores são tesouro para descobrir na Europa

Região ocupa 4.º lugar do ranking elaborado pela Mastercard.

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Os Açores ocupam o 4.º lugar do ranking Top 15 Hidden Treasures, elaborado pela Mastercard que desvenda os destinos de viagem mais especiais, menos conhecidos e acessíveis na Europa.

Foram vários os locais e atributos apontados ao arquipélago dos Açores, entre os quais ser considerado um paraíso pouco explorado a um preço acessível, mas de uma beleza natural extraordinária.

Os primeiros lugares deste guia são ocupados pela região de Salzkammergut, na Áustria, onde se localiza o Lake Hallstatt; pela cidade medieval de Zebugg, em Malta; e pela região das Astúrias, no norte da Espanha, que oferece vistas deslumbrantes do convento de Covadonga, em primeiro lugar no Top.

O destinos que fazem parte do Top dos “Tesouros Escondidos na Europa” foram eleitos com base em dados da Mastercard, informações de bloggers de viagens locais e especialistas em turismo, e tiveram em consideração atributos como a beleza, a densidade de turistas, a aceitação de pagamentos, o custo da estadia e a conveniência.

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Transportes e Alojamento e Restauração entre os setores que mais novas empresas constituíram até julho

Os setores dos Transportes e do Alojamento e Restauração registaram aumento de 124% e 25%, respetivamente, na constituição de novas empresas até julho, segundo o mais recente relatório da consultora Informa D&B.

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O setores dos Transportes e Alojamento e Restauração foram dois dos que registaram maior subida na constituição de novas empresas nos primeiros sete meses do ano, avança a Informa D&B, cujo mais recente relatório aponta crescimentos de 124% e 25%, respetivamente.

“No acumulado desde janeiro até julho de 2022, a maioria dos setores regista um aumento na constituição de empresas face a 2021”, indica a consultora num comunicado divulgado esta segunda-feira, 8 de agosto.

Os Transportes foi um dos setores que mais se destacou na constituição de novas empresas até julho, com mais 1.228 novas empresas que em igual período do ano passado, o que corresponde a um aumento de 124%.

Já no setor do Alojamento e Restauração foram constituídas, nos primeiros sete meses do ano, mais 551 empresas, o que traduz um aumento de 25% em comparação com período homólogo de 2021.

Além destes, também os setores dos Serviços Gerais (+936 constituições, +30%) e dos Serviços Empresariais (+582 constituições, +13%) se destacaram na constituição de novas empresas nos primeiros sete meses de 2022.

No total, entre janeiro e julho, foram criadas em Portugal 28.989 novas empresas, o que representa um crescimento de 17% face ao mesmo período de 2021, ainda que a Informa D&B alerte que, em julho, houve menos 236 constituições, o que corresponde a uma descida de 7% face a julho de 2021.

Segundo a consultora, este decréscimo registado em julho veio quebrar “um ciclo de crescimento que vinha desde outubro passado e que só tinha sido interrompido em abril”, tendo esta descida sido mais “concentrada nas regiões do Norte e Centro, influenciando significativamente o decréscimo total”.

Já o Retalho e a Agricultura e outros recursos naturais foram os setores que assistiram a uma descida na constituição de novas empresas, apresentando quebras de 13% e 1,6%, respetivamente, com a Informa D&B a explicar que, no caso do Retalho, a descida “ocorre há já cinco meses e é transversal a quase todos os seus subsetores”, sobretudo o Retalho de Têxtil e Moda, Generalista e outros.

Apesar da melhoria face a 2021, em comparação com 2019, os dados da Informa D&B mostram que “a criação de novas empresas mantém-se abaixo em quase todos os setores de atividade”, com exceção das Tecnologias de Informação e Comunicação (+27%) e das Atividades Imobiliárias (+18%).

“A subida das constituições no período de janeiro a julho deste ano é também transversal a todas as regiões, com destaque para a Área Metropolitana de Lisboa (+2 700 constituições, +31%)”, indica ainda a consultora.

A descer continuam também as insolvências e encerramentos, uma vez que, nos primeiros sete meses do ano, encerraram 6.815 empresas, menos 2,5% que no período homólogo, e 962 empresas iniciaram um processo de insolvência, valor que representa uma descida de 21% face a 2021.

No caso dos encerramentos, “a maioria dos setores de atividade registam valores de encerramento inferiores a 2021”, sendo que apenas o Retalho (+89 encerramentos, +8,9%), Atividades Imobiliárias (+24 encerramentos, +5,2%) e Indústrias (+13 encerramentos, +2%) registaram mais encerramentos que no ano passado.

Nas insolvências, o setor do Alojamento e Restauração encontra-se, no entanto, entre os setores que maior número de processos de insolvência iniciaram, assim como o dos Transportes, que foi mesmo “o único setor que regista um aumento no número de processos de insolência neste período (+16 processos; +31%)”.

 

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REDE-T tem novo parceiro na área da decoração profissional

A Laskasas Kontract é o novo parceiro da REDE-T para a área de Projetos de Decoração Profissionais.

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A REDE-T tem, desde este mês de agosto, um novo parceiro na área da decoração profissional, contando com a Laskasas Kontract como parceiro de Projetos de Decoração Profissionais.

“Com uma experiência reconhecida em Projetos Profissionais e uma equipa inteiramente dedicada e especializada, a Laskasas Kontract apresenta soluções 100% customizáveis para garantir que respondemos às necessidades de cada projeto. Tudo isto aliado às nossas mais de 200 opções de personalização entre lacados, madeiras, tecidos, vidros, mármores e outros materiais para garantirmos que nenhum projeto é padronizado”, indica a REDE-T, num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a REDE-T, a Laskasas Kontract esteve já envolvida no desenvolvimento de hotéis, Spas, Lounges & Lobbys, Discos & Clubs e restaurantes, além de contar com um serviço especial e exclusivo para negócios, que é acompanhado e desenvolvido por uma equipa especializada na área que tem como mote, entregar uma nova perspectiva ao espaço.

A marca é também capaz de de produzir e de criar qualquer peça, através da sua unidade de produção, que permite também a personalização de cada projeto a qualquer medida e com qualquer acabamento.

Com a parceria entre a REDE-T e a Laskasas Kontract, estão disponíveis descontos até 30% para profissionais, assim como um desconto extra de 5% para particulares que é exclusivo para os associados da REDE-T.

A REDE-T conta já com perto de 18.000 profissionais do canal HORECA registados, disponibilizou quase 19.000 ofertas de trabalho e quase 1.500 documentos para download. A plataforma permite também o acesso a mais de 2.000 CVs dos melhores profissionais do setor e disponibiliza um diretório de empresas com as conhecidas marcas .

 

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1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída com cinco projetos aprovados

A 1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída no passado mês de julho e conta com cinco projetos aprovados nas linhas Linhas Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios, que totalizam um investimento superior a 1,7 milhões de euros.

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A 1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída no passado mês de julho e conta com cinco projetos aprovados nas linhas Linhas Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios, que totalizam um investimento superior a 1,7 milhões de euros.

De acordo com um comunicado do Ministério da Economia e Mar, estes projetos, que vão ser apoiados em 775 mil euros, visam a concretização de um marketplace multicanal na região Norte, aplicação de redes inteligentes no contexto do turismo de saúde e bem-estar, assim como a concretização de novas infraestruturas para o turismo náutico.

Os projetos, acrescenta a informação divulgada, “assentam em estratégias sólidas de sustentabilidade nas dimensões económica, social e ambiental com impactos relevantes e mensuráveis na região onde se inserem, contribuindo deste modo para a concretização dos objetivos definidos no Plano “Reativar o Turismo. Construir o Futuro” (PRT) e na Estratégia Turismo 2027 (ET2027)”.

Nesta primeira fase do Programa Transformar Turismo foram analisadas 47 candidaturas, o que, segundo o comunicado do Ministério da Economia e Mar, permitiu perceber que existia a “necessidade e oportunidade de se proceder a alguns ajustes nos Despachos Normativos que regulamentam o Programa e as Linhas que lhe estão subjacentes”.

“Assim, passará a ser possível a abertura de avisos específicos para a apresentação de candidaturas por concurso ou por convite, no contexto da valorização de produtos turísticos que, pela sua qualidade, singularidade e alinhamento com os desafios, objetivos e metas definidos nos referenciais estratégicos do setor, promovam o potencial turístico e o desenvolvimento sustentável do território. Passará também a ser possível, em situações excecionais e devidamente justificadas, a elegibilidade de promotores que, à data da candidatura, possuam mais de um projeto aprovado e ainda não concluído no âmbito do Programa Valorizar ou Programa Transformar Turismo”, acrescenta a informação.

Recorde-se que o Programa Transformar Turismo, cuja primeira fase de candidaturas abriu no início do ano, destina-se a apoiar o investimento público e privado na qualificação de Portugal enquanto destino turístico e conta com duas linhas de apoio, que se destinam a entidades públicas e privadas do setor.

“Estes projetos, agora apoiados, ajudarão à qualificação do destino turístico Portugal, promovendo não só a regeneração e reabilitação dos espaços públicos com interesse para o turismo, mas também a desconcentração da procura, a redução da sazonalidade e maiores índices de criação de valor – justamente o que queremos para esta indústria”, considera Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços.

 

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Hotelaria algarvia superou números de 2019 em julho

Segundo a AHETA, o “Algarve superou, em julho, os números de 2019, o melhor ano turístico de sempre”, depois de registar uma taxa de ocupação de 87,7%, valor que ficou 4,3 pontos percentuais acima de igual mês pré-pandemia.

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No passado mês de julho, a hotelaria algarvia registou uma taxa de ocupação/quarto de 87,7%, valor que ficou 4,3 pontos percentuais acima de igual mês de 2019, o que leva a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) a sublinhar que o “Algarve superou, em julho, os números de 2019, o melhor ano turístico de sempre”.

De acordo com os dados provisórios divulgados esta sexta-feira, 5 de agosto, pela associação, a taxa de ocupação/quarto de julho também superou o valor registado em julho de 2021, ficando 37,5 pontos percentuais acima do registado em julho do ano passado.

Por mercados, o destaque vai para o doméstico e para o americano, que apresentaram, em julho, subidas de 4,3 pontos percentuais e 1,1 pontos percentuais, respetivamente, e afirmando-se como “os que mais contribuíram para a subida verificada”.

Em sentido contrário estiveram os mercados britânico e alemão, que apresentaram descida de 2,2 pontos percentuais e 1,8 pontos percentuais, respetivamente, sendo mesmo aqueles que “apresentaram as maiores descidas”  no sétimo mês do ano.

Por zonas geográficas, as maiores subidas ocorreram nas zonas Vilamoura/Quarteira/Quinta do Lago, que assistiram a um aumento de 13,1 pontos percentuais, seguindo-se Monte Gordo/VRSA, onde a subida foi de 9,4 pontos percentuais, e Carvoeiro/Armação de Pêra, com um crescimento de 9,1 pontos percentuais.

Já a zona de Albufeira, que é considerada a principal zona turística do Algarve, “registou uma ocupação idêntica à verificada em 2019”, indica ainda a AHETA no comunicado enviado à imprensa.

Em julho, o volume de vendas dos hotéis e empreendimentos turísticos do Algarve cresceu ainda 17,2 por cento face ao mesmo mês de 2019.

Já no acumulado desde janeiro, a AHETA diz que a taxa de ocupação/quarto regista uma descida de 6,2% face a 2019, o que corresponde a uma subida de 194% face a 2021.

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APHORT pede “sensatez e razoabilidade” na negociação coletiva com profissionais de turismo

Associação considera que “a melhoria dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho passa pela negociação de contratos equilibrados, que não estejam exclusivamente assentes em alterações das tabelas salariais”.

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A Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT) veio esta sexta-feira, 5 de agosto, mostrar-se confiante no sucesso da negociação dos contratos coletivos de trabalho no setor do turismo, mas pede “sensatez e razoabilidade”, considerando que “a melhoria dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho passa pela negociação de contratos equilibrados, que não estejam exclusivamente assentes em alterações das tabelas salariais”.

Num comunicado enviado à imprensa, a associação revela que tem vindo a negociar com os sindicatos que representam os trabalhadores do setor do turismo desde o início do ano e diz que está “confiante no alcance de um entendimento justo e equilibrado entre empresas e trabalhadores”.

“Este processo de negociação está já a decorrer há vários meses, com representantes dos trabalhadores que estão empenhados em resolver esta questão de forma séria e ponderada, e temos confiança no sucesso destas conversações”, afirma Rodrigo Pinto Barros, presidente da APHORT.

A associação diz que pretende repor a “verdade dos factos”, uma vez que existe um sindicato que continua a vir a público acusar as associações e as empresas de turismo de quererem manter a precariedade no setor, algo que a APHORT diz não corresponder à verdade e que em nada contribui para a resolução da situação.

“As posições extremadas e o discurso agressivo em nada contribuem para a resolução da situação. Perante a realidade atual do mercado de trabalho, as empresas estão empenhadas em fazer um esforço para se readaptarem”, acrescenta a associação.

Rodrigo Pinto Barros diz mesmo que muitos dos associados da APHORT “conseguiram já, este ano, fazer ajustes salariais correspondentes a aumentos médios entre os 5% e 10%, para além de outros aspetos como a reorganização de horários e dos dias de encerramento dos estabelecimentos”, isto apesar da situação precária em que muitas empresas ainda se encontram devido à pandemia e do atual contexto económico.

“Não nos podemos esquecer que, para além de dois anos de pandemia, durante os quais as empresas do setor foram severamente penalizadas, o atual contexto económico não é favorável, pelo que tem de haver sensatez e razoabilidade naquilo que é exigido a estas empresas”, acrescenta o presidente da APHORT.

A associação considera, por isso, que “a melhoria dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho passa pela negociação de contratos equilibrados, que não estejam exclusivamente assentes em alterações das tabelas salariais” e mostra-se disponível para discutir alternativas.

“Perante o agravar da falta de mão-de-obra que atinge o setor, a associação aguarda com expectativa os resultados das missões empresariais, recentemente anunciadas pela Secretária de Estado do Turismo, para captação de trabalhadores nos países da CPLP e assegura que vai manter-se atenta à evolução desta questão”, refere ainda a AHORT.

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Feira Internacional de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio regressa a Lisboa a 20 de outubro

A Feira Internacional de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio vai voltar a decorrer no Parque das Nações, em Lisboa, a 20 de outubro, contando com a presença de várias companhias de navios de todo o mundo, que vão recrutar colaboradores.

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A Feira Internacional de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio vai voltar a decorrer no Parque das Nações, em Lisboa, a 20 de outubro, contando com a presença de várias companhias de navios de todo o mundo.

Esta feira, cujo objetivo passa por “promover o trabalho em navios e transmitir informação sobre carreiras marítimas”, tem entrada gratuita mas está sujeita a inscrição prévia, destinando-se a estudantes e profissionais das áreas de restauração, hotelaria, turismo, lojas, saúde, beleza, desporto, animação, audiovisual, segurança, entretenimento, ambiente, ar condicionado, manutenção hoteleira, convés, engenharia, máquinas, eletricidade, entre outras áreas.

O certame inclui três áreas distintas, concretamente uma Feira de Emprego, na qual as empresas de navios vão recrutar colaboradores, assim como um Congresso que inclui apresentações dos expositores aos visitantes e onde vão também ser realizados workshops de carreiras marítimas, além de uma área de Carreiras, com exposição de instituições de ensino, formação e serviços associados a desenvolvimento de carreira a bordo de navios.

Viking Cruises, Seabourn; Disney Cruise Line; Costa Crociere; Uniworld; U River Cruises; PeopleConquest e Steiner Spa & Fitness são algumas das companhias já confirmadas na feira, que vai também contar com a participação do Centro FOR-MAR, escola pública especializada em cursos especializados STCW, no domínio da formação marítima.

O evento vai contar ainda com a visita do secretário de Estado do Mar, José Maria Costa, que já confirmou a presença na feira no dia 20 de outubro.

O programa do evento está disponível na plataforma online em www.trabalharnumnavio.pt.

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México recebe mais de 10M de turistas internacionais no 1.º semestre e ultrapassa 2019

No primeiro semestre de 2022, o México recebeu 10.266.000 turistas internacionais, número que ultrapassa em 1,5% o resultado contabilizado em igual período de 2019.

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No primeiro semestre de 2022, o México recebeu 10.266.000 turistas internacionais, número que ultrapassa em 1,5% o resultado contabilizado em igual período de 2019, ainda antes da chegada da pandemia da COVID-19.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, os EUA continuaram a ser o principal mercado emissor de turistas internacionais para o México, contabilizando 6.660.000 turistas que chegaram ao país por via aérea, o que traduz um aumento de 50,5% face ao primeiro semestre de 2021 e uma subida de 19,1% face a período homólogo de 2019.

Os números avançados pela Unidade de Política Migratória, Registro e Identidade de Pessoas mexicana indicam que, além dos EUA, também o Canadá é um importante mercado emissor de turistas internacionais para o México, ocupando a segunda posição, com 859.580, o que corresponde a um aumento de 443,4% face ao primeiro semestre de 2021.  Na comparação com o mesmo período de 2019, o mercado canadiano ficou ainda 40,5% abaixo dos 1.445.000 turistas que tinham sido contabilizados.

Já a terceira posição no ranking de mercados emissores de turistas para o México ficou a Colômbia, com 412.542 turistas que chegaram ao país por via aérea, o que traduz uma subida de 191,9% face aos seis primeiros meses de 2021 e 49,1% acima do mesmo período de 2019.

As restantes nacionalidades contabilizaram 2.334.000 turistas nos primeiros seis meses do ano, o que representa um aumento de 136,1% face ao primeiro semestre de 2021, com uma quota de mercado de 22,7%.

O aeroporto de Cancun, um dos principais destinos turísticos do México, recebeu, entre janeiro e junho,  4.823.000 passageiros internacionais, número que ficou 83,8% acima de igual período do ano passado, enquanto o aeroporto da capital mexicana contabilizou a chegada de 1.974.000 turistas, o que revela uma subida homóloga de 111,2%. Já o aeroporto de Los Cabos recebeu 1.125.000, o que também traduz uma forte subida face a igual período de 2021, que chegou aos 51,6%.

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REVIVE abre novo concurso para a concessão do Paço Real de Caxias

O Paço Real de Caxias, em Oeiras, deverá ser concessionado por um período de 50 anos, com uma renda mínima anual de 174.912 euros, devendo os interessados apresentar as suas propostas num prazo de 48 dias.

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O Programa REVIVE lançou esta quinta-feira, 4 de agosto, um novo concurso para a concessão e recuperação para fins turísticos do Paço Real de Caxias, edifício histórico em Oeiras que já tinha sido alvo de um concurso em 2020, mas cujos termos do contrato se tornaram inviáveis devido ao surgimento da pandemia da COVID-19.

Com este novo concurso, pretende-se concessionar o Paço Real de Caxias por um período de 50 anos, com uma renda mínima anual de 174.912 euros, devendo os interessados apresentar as suas propostas num prazo de 48 dias.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, o novo concurso conta com “condições idênticas às do concurso anterior”, estimando-se um investimento de recuperação na ordem dos 11 milhões de euros para colocar o edifício ao serviço do turismo. A área de construção total é de 5.817 m2.

Recorde-se que o Paço Real de Caxias é um imóvel construído em meados do século XVII e que se encontra classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1953, tendo sido um dos 33 imóveis inscritos na primeira fase do Revive, que neste momento integra já 52 imóveis.

Segundo o comunicado divulgado pelo Programa REVIVE, este imóvel já tinha sido sujeito a concurso e concessionado em março de 2020, no entanto, com a chegada da pandemia da COVID-19, os termos do contrato tornaram-se inviáveis, o que levou à sua revogação e ao lançamento do novo concurso.

Além do Paço Real de Caxias, atualmente, estão abertos concursos para a concessão da Casa Grande, em Pinhel, e da 7.ª Bateria do Outão, no Parque Natural da Arrábida, concelho de Setúbal, estando ainda a decorrer os concursos lançados para concessão dos Fortes de S. João e de S. Pedro, em Cascais.

Toda a informação sobre o novo concurso para a concessão do Paço Real de Caxias vai estar disponível no site do Programa REVIVE a partir desta quinta-feira, 4 de agosto.

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SETCS espera fechar 2022 com receitas turísticas superiores a 2019

Rita Marques revelou também, durante uma visita ao Algarve, que vai ser realizada uma missão empresarial para atrair trabalhadores estrangeiros para o turismo português, que deverá ter lugar no último trimestre do ano.

Inês de Matos

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, mostra-se confiante quantos aos resultados turísticos e acredita que o país tem “todas as condições para fechar o ano de 2022 com valores de receita turística que ultrapassarão” os de 2019, quando as receitas turísticas somaram 18,7 mil milhões de euros, naquele que foi um ano recorde para a atividade turística nacional.

“Depois de dois anos muitos difíceis para o setor do turismo, temos muito boas expetativas relativamente ao mês de agosto e, portanto, achamos que temos todas as condições para fechar o ano de 2022 com valores de receita turística que ultrapassarão aquelas que obtivemos em 2019”, admitiu a governante em declarações aos jornalistas, durante uma visita ao Algarve, que decorreu esta terça-feira, 2 de agosto.

Rita Marques lembrou que o Banco de Portugal (BdP) reviu, recentemente, em alta as perspetivas para este ano relativamente às receitas turísticas, estimando que, no final de 2022, este indicador fique 4,2% acima do valor apurado em 2019.

Durante a visita, Rita Marques falou também do problema da escassez de recursos humanos que afeta atualmente o setor e, além de admitir que Portugal precisa de 45 a 50 mil trabalhadores para o turismo, revelou que está a ser preparada uma missão empresarial para garantir que o país recebe trabalhadores provenientes dos países de língua portuguesa, que gozam do recentemente aprovado um regime de entrada e permanência no país.

“O objetivo é levar uma comitiva de empresários portugueses que estejam à procura de reforçar os mapas de pessoal, identificando trabalhadores dessas geografias que estejam interessados em vir para Portugal e que os serviços consulares possam depois administrativamente despachar favoravelmente os vistos e possamos trazer connosco os trabalhadores que pretendem ingressar neste setor de atividade”, explicou Rita Marques, revelando que esta missão deverá acontecer no último trimestre do ano.

Para Rita Marques, a nova lei veio introduzir “alterações muitíssimo relevantes e substanciais na emissão de vistos, designadamente no âmbito dos países que ratificaram o acordo da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]”.

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Governo cria grupo de trabalho para agilizar emissão de vistos

O Turismo de Portugal é um dos organismos que vão estar representados neste novo grupo de trabalho.

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O Governo criou um grupo de trabalho para coordenar e acompanhar a emissão de vistos, com o objetivo de agilizar o procedimento, avança a Lusa, que cita um despacho da Presidência do Conselho de Ministros, publicado esta terça-feira, 2 de agosto, em Diário da República.

No texto do documento, a Presidência do Conselho de Ministros explica que este grupo de trabalho surge pela “necessidade de organização de fluxos regulares, seguros e ordenados de migrações, o combate à migração ilegal e ao tráfico de seres humanos a ela associado, assim como a regulação e agilização de condições para a entrada e permanência de cidadãos em Portugal”.

Este grupo de trabalho tem como objetivo a simplificação dos processos relativos aos pedidos de visto para tornar mais rápida a sua concessão e “acompanhar todo o processo de circuito de vistos”.

Além da simplificação e acompanhamento do processo de emissão de vistos, o grupo de trabalho vai também propor medidas para reforçar os recursos humanos nos postos consulares com mais pedidos de vistos e avaliar “a necessidade de colocação de elementos do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) e IEFP, I. P. (Instituto do Emprego e da Formação Profissional), nos postos mais sujeitos a pressão”.

A missão deste grupo de trabalho, que inclui representantes da Direção-Geral dos Assuntos Consulares, do SEF, do Alto Comissariado para as Migrações, do Turismo de Portugal, do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção, e do Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral, passa por “estabelecer um canal de comunicação permanente entre as entidades, das distintas áreas governativas, envolvidas nos processos de visto”.

Além de representantes dos institutos e organismos referidos, o grupo vai ainda contar com a participação de “um elemento de cada gabinete das referidas áreas governativas”, segundo o texto do documento, que entra em vigor esta quarta-feira, 3 de agosto.

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