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Península Ibérica, Polónia e Alemanha lideram indústria hoteleira europeia

Com performances negativas estiveram as cidades italianas, francesas e belgas, estas últimas motivadas pelo ambiente de insegurança motivado pelos ataques terroristas de que foram alvo.

Raquel Relvas Neto
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Península Ibérica, Polónia e Alemanha lideram indústria hoteleira europeia

Com performances negativas estiveram as cidades italianas, francesas e belgas, estas últimas motivadas pelo ambiente de insegurança motivado pelos ataques terroristas de que foram alvo.

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Nos primeiros nove meses de 2016, a indústria hoteleira na Europa tem registado um crescimento tímido nos vários indicadores. Segundo o último relatório do Observatório de Destinos Europeus da European Cities Marketing com a MKG Hospitality, no período em questão, o RevPAR apresentou um ligeiro crescimento de 0,4% em relação ao mesmo período de 2015. No que diz respeito à Taxa de Ocupação, esta desceu um pouco (-0,5%). Contudo, o Average cresceu 1,1%.

Globalmente, o crescimento tem sido “tímido”, mas “permite ao continente europeu publicar resultados que são geralmente positivos, graças à península Ibérica, Polónia e Alemanha, em particular”, conclui o relatório.

Varsóvia registou um RevPAR de 8,9%, justificado pela organização da cimeira da NATO em Julho, POLMUN e Codemotion em Setembro.

Na Península Ibérica, as chegadas de turistas continuam a crescer sob o efeito, diz o relatório, da dinâmica interna (contexto económico melhorado) e do desvio de visitantes de destinos do Mediterrâneo afectados por ataques terroristas nos últimos meses (Turquia, Riviera Francesa, Egipto e Magreb…). Todas as cidades em Espanha (14,2%) e Portugal (8,7%), ganharam um forte crescimento do RevPAR, por exemplo, Madrid registou um aumento neste indicador de 8,1%, Barcelona e Bilbau em 12%, San Sebastian 17,6% e Lisboa 3,8%.

A Alemanha, por sua vez, segue uma tendência positiva de crescimento, + 4,5% do RevPAR. No entanto, apesar de uma forte actividade comercial, Berlim, Colónia, Dresden e Frankfurt estão a seguir uma tendência de decrescimento, enquanto Düsseldorf, Nuremberg e Leipzig registaram um aumento de 18,7%, 17,9% e 9,6%, respectivamente.

Com performances negativas estiveram as cidades francesas, italianas e belgas. Itália (-4,5%), registou uma queda no seu RevPAR em relação a 2015, quando a actividade foi sustentada pela Expo Milão e pela Bienal de Veneza. Estas duas cidades registaram, respectivamente, uma queda do RevPAR de 17,8% e 7,5%.

A Bélgica registou uma quebra nas suas performances hoteleiras, com o RevPAR a cair 14,8%. Bruxelas caiu 22,1%, principalmente devido a uma queda de 15,9 pontos na Taxa de Ocupação, após os ataques em Março. O RevPAR em Antuérpia caiu 7,8% e 2,9% em Ghent.

A França conheceu uma redução do RevPAR de 5,8%, impulsionada pelos dois fortes pólos turísticos (Paris e Nice) que tiveram, respectivamente, uma queda de 8,9 e 4,4 pontos na Taxa de Ocupação em relação ao ano passado. “O contexto de insegurança que invadiu a Bélgica e França desde os ataques continua a prejudicar as chegadas de turistas”, indica o relatório.

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Aeroporto do Porto é o melhor da Europa para o ACI Europe

Distinção foi entregue na categoria 10-25 milhões de passageiros, pela recuperação da atividade após crise pandémica, qualidade de serviço e pelas ações implementadas no âmbito da sustentabilidade, segundo a ANA – Aeroportos de Portugal.

Publituris

O ACI Europe distinguiu, pela primeira vez, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, com o prémio Best European Airport 2022, na categoria 10-25 milhões de passageiros, destacando a “recuperação da atividade após crise pandémica, a qualidade de serviço e as ações implementadas no âmbito da sustentabilidade”, informou a ANA – Aeroportos de Portugal, em comunicado.

“Os critérios de avaliação para os prémios desde ano estiveram sobretudo relacionados com a qualidade de serviço e a implementação de medidas durante a crise pandémica nas áreas operacionais, saúde e segurança, gestão comercial, no contexto da estratégia de sustentabilidade do aeroporto e da sua recuperação financeira. E foi com evidências fortes da concretização destas medidas e da sua qualidade, que o Aeroporto Francisco Sá Carneiro vê agora atribuído o prémio de melhor Aeroporto Europeu nos aeroportos entre 10-25 milhões de passageiros”, indica a empresa gestora dos aeroportos nacionais.

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal destaca as ações de sustentabilidade desenvolvidas e que passam pela “criação do Fórum dos Stakeholders para a Gestão Global de Carbono, os projetos de reutilização da água (dos veículos dos socorros e das garrafas dos passageiros, para rega e lavagens nos aeroportos), a redução da pegada hídrica e o sistema inovador de triagem de resíduos com uma central dedicada no Aeroporto”.

De destacar é também a recuperação da infraestrutura, com a ANA – Aeroportos de Portugal a indicar que o Aeroporto do Porto tem vindo a obter “resultados muito positivos de recuperação de tráfego e de conectividade”, tendo já sido superado “o nível de conetividade verificado no verão de 2019, sendo agora disponibilizadas 100 rotas regulares (em 2019, eram 99)”.

Ao nível do serviço, a empresa que gere os aeroportos nacionais lembra que mesmo durante a pandemia, “um período tão desafiante para todo o setor da aviação, a infraestrutura foi melhorada com a ampliação do taxiway, foram desenvolvidas e implementadas novas soluções inovadoras”, ao mesmo tempo que foram “reforçados compromissos no âmbito da sustentabilidade”.

“É com muita satisfação que recebemos tão elevada distinção por parte do ACI-Europe, a mais respeitada e reconhecida avaliação no setor, que resulta do empenho e profissionalismo das equipas da ANA|VINCI Airports na gestão da operação qualidade de serviço e retoma de atividade”, considera Thierry Ligonnière, CEO da ANA Aeroportos de Portugal, garantindo que a empresa vai continuar comprometida “com o desenvolvimento da conetividade da região Norte, promovendo o Aeroporto do Porto como uma porta de entrada eficiente, sustentável e inovadora, que irá contribuir para a recuperação económica e do setor do turismo em Portugal”.

“Este é o reconhecimento do trabalho diário realizado pelas equipas do Aeroporto do Porto, e de toda a comunidade aeroportuária a quem dirijo o nosso agradecimento”, acrescenta.

Na informação divulgada, a ANA – Aeroportos de Portugal lembra ainda que esta não é a primeira vez que o Aeroporto do Porto é reconhecido pelo ACI Europe, uma vez que, ainda no ano passado e no mesmo fórum, a infraestrutura recebeu a menção Highly Commended, a par com o Aeroporto de Lisboa, vindo também a ser recorrentemente premiado pela ASQ ACI (Airport Service Quality), recebendo diferentes distinções em posições cimeiras nos últimos 15 anos.

 

 

 

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Turismo de Lisboa aumenta promoção e investe 6,1M€ em conjunto com privados

A ATL e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros em cinco programas de promoção para este ano, montante que representa um crescimento face ao período pré-pandemia.

Inês de Matos

A Associação de Turismo de Lisboa (ATL) e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros na promoção turística da capital com a expetativa de que seja possível retomar, este ano, cerca de 85% dos níveis turísticos de 2019, segundo Vitor Costa, diretor-geral da ATL.

“A expetativa é que possamos chegar ao fim deste ano com cerca de 85% dos níveis de 2019. Para já, a expetativa é otimista, conseguimos que viessem clientes, a hotelaria consegue ter boas taxas de ocupação e não se confirmou o receio de que houvesse uma degradação dos preços da hotelaria. Por isso, estamos otimistas mas também temos de ser realistas”, afirmou o responsável, durante a apresentação, esta quinta-feira, 23 de junho, dos programas de promoção para este ano.

Segundo Vitor Costa, a verba destinada a estes programas de promoção – cinco no total, incluindo os planos de comercialização e vendas das empresas nos mercados externos, plano de comercialização e vendas do mercado interno, apoio à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais, e outras ações organizadas diretamente pela ATL – traz “alguma atualização” face ao investimento em promoção dos últimos anos, inclusive face a 2019.

“Há um reforço de uma candidatura ao Fundo de Desenvolvimento Turístico. Agora, não consigo dar exatamente a comparação, mas há um aumento, há um reforço da promoção”, afirmou Vitor Costa, revelando que, no caso dos planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, a verba de cerca de três milhões de euros que está orçamentada “é muito superior a 2020 e 2021, em que não houve essa intervenção, e também é superior em relação a 2019”.

A verba de 6,1 milhões de euros é financiada pela própria ATL e pelas empresas associadas, sendo que, deste montante, cerca de três milhões de euros são para planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, que contam já com a participação de 101 empresas, onde se inclui a participação em feiras internacionais e o lançamento de campanhas de promoção e vendas.

Já o plano de comercialização e vendas do mercado interno tem um financiamento de 392 milhões de euros e é dedicado ao polos turísticos a potenciar na capital e que estão definidos no plano estratégico da ATL, assim como de outros produtos transversais, contando já com a participação de 18 empresas, num total de 14 candidaturas aprovadas.

No que diz respeito à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, o montante disponível para promoção é de 510 mil euros e visa apoiar o aluguer de salas, espaços e venues para reuniões e congressos, registando-se 78 candidaturas aprovadas.

O programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais conta ainda com uma verba de 250 mil euros, neste caso, explicou Vitor Costa, para apoiar a captação de turistas internacionais para eventos e festivais como o Rock in Rio, NOS Alive, Kalorama e Jazz em Agosto.

Por último, há ainda cerca de dois milhões de euros para investir em ações diretamente organizadas pela ATL e onde se incluem eventos como feiras internacionais, workshops e webinares internacionais, roadshows, materiais promocionais e ainda na dinamização do portal visitlisboa.com.

“Em termos de promoção, estes programas são bastante eficazes porque estamos a trabalhar diretamente para as empresas e, consequentemente, para o destino”, considerou ainda Vitor Costa, durante a apresentação dos programas de promoção do Turismo de Lisboa para este ano.

Presente na apresentação esteve também o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, que é também o presidente da Direção da ATL, que afirmou a importância do turismo para a capital portuguesa.

“O Turismo é central para a nossa cidade e é central como prioridade para a Câmara Municipal de Lisboa e para todos aqui presentes, público e privado. Só todos juntos é que conseguiremos ter, realmente, o turismo que queremos”, afirmou Carlos Moedas.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa considera que o turismo deve contribuir para os lisboetas e para atrair talento para a cidade, motivo pelo qual a promoção deve ser “sólida e consistente” que aquilo que se quer que venha a ser o turismo na capital.

 

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47º Congresso da APAVT já tem data: 08/11 de dezembro de 2022

O 47º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) vai acontecer de 08 a 11 de dezembro deste ano. O local da sua realização é que ainda não foi anunciado.

A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) comunicou ao trade turístico, na noite de quinta-feira, que a realização do seu 47º Congresso, já tem data marcada: será de 08 a 11 de dezembro de 2022.

O local da realização deste, que é considerado o maior congresso do Turismo nacional, e que abrange a discussão de todas as áreas do setor, e não só da distribuição, é que continua no segredo dos deuses.

A nota da APAVT que nos chegou diz apenas ao trade para “salvar” esta data na sua agenda, remetendo para breve novas informações.

Refira-se que, para além de uma realização em Macau, todos os congressos da APAVT, com a liderança de Pedro Costa Ferreira, tiveram como palco o território português. A última edição decorreu em Aveiro, no início de dezembro de 2021.

 

 

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Turismo Religioso e Fátima têm os olhos postos na Jornada Mundial da Juventude 2023 em Lisboa

Sem avançar números de potenciais participantes de jovens de todo o mundo, católicos ou anão, a Jornada Mundial da Juventude, que terá lugar em 2023 em Lisboa, e a “quase” certeza da visita do Papa Francisco a Fátima “antes”, ou “durante”, ou depois do evento, são vistos com entusiasmo.

O Bispo D. Américo Aguiar, presidente da Fundação Jornada Mundial da Juventude apresentou, na Conferência dos X Workshops Internacionais de Turismo Religioso, que decorre até esta sexta-feira em Fátima alguns pormenores sobre este evento, que decorrerá, em 2023, em Lisboa.

O hoteleiro Alexandre Marto Pereira fala em acima de 1,5 milhões de participantes, com impacto nacional e ibérico. O Reitor do Santuário de Fátima diz que é “uma oportunidade única” para o turismo religioso e para Fátima, uma vez que os que visitarem o local nessa ocasião, sentirão “o desejo de regressar a Fátima”, em outras ocasiões.

Se o Bispo D. Américo Aguiar, não se compromete com números de participantes, até porque as inscrições só abrem no final do verão deste ano, mas sempre dizendo que se espera que será o de maior dimensão realizado no país, deixa alguns recados ao setor do turismo.

A maioria, revelou, ficará alojada em Lisboa, Setúbal e Santarém, mas acredita que deverão espalhar-se um pouco por todo o país, em prés e pós tours, pela Península ibérica, e até por outros países europeus, pensando-se dos que chegam de “mercados mais improváveis”, ou seja, dos mais longínquos.

Uma boa oportunidade para todas as agências de viagens portuguesas e as DMC, uma vez que a organização da Jornada Mundial da Juventude, não celebrou nenhum contrato específico com estes profissionais e nem criou agências de viagens oficiais. Portanto, disse, “esses profissionais têm toda a abertura para fazer os seus negócios e organizar os seus grupos”.

As notícias não serão tão boas para a hotelaria tradicional, segundo o responsável, uma vez que grande parte utilizará casas de familiares, retiros, escolas ou pavilhões durante a jornada e estada no país. O que apela aos municípios é que proporcionem experiências únicas a estes jovens, futuros turistas para Portugal.

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Há otimismo, mas “Fátima ainda não recuperou”, alertou a Turismo Centro de Portugal

O otimismo em relação à retoma do fluxo de turistas para Fátima, é generalizado, mas Alexandre Marto Pereira, que discursou na sessão solene de abertura dos X Workshops Internacionais do Turismo Religioso, na qualidade de representantes doa Turismo Centro de Portugal, alertou que o destino Fátima não recuperará tão depressa para os resultados antes da pandemia.

O também vice-presidente da AHP, e representante desta Associação no Centro de Portugal, grande conhecedor do destino Fátima, realçou que o turismo está a recuperar em força, em Portugal, e até abril, a região Centro teve um aumento de 2% em relação ao mesmo período de 2019, mas a recuperação não é homogênea, e Fátima ainda não recuperou”, estando com 19% do número de noites abaixo dos verificados antes da pandemia. Lembrou que existe ou polo importante na região Centro – Coimbra com o número de noites 8% abaixo do 2019.

Alexandre Marto destacou que o turismo religioso, para Fátima, tem as suas especificidades, baseando-se muito em grupos, pessoas de maior idade, e mercados intercontinentais. O Brasil, disse, em abril estava ainda 20% abaixo da pré-pandemia, vários mercados asiáticos ainda estão por abrir, para lembrar que só a Coreia do Sul era responsável por quais de 100 mil noites em Fátima, e “está parado”. O que está a crescer, na opinião de Alexandre Marto, é o mercado polaco, tendo atingido em abril, um aumento de 16% face a 2019.

Por sua vez, o padre Carlos Cabecinhas, Reitor do Santuário de Fátima, deixou também alguns números que têm a ver com o de peregrinos àquele que é considerado o “Altar do Mundo”.

O reitor realçou que, em 2017 o Santuário acolheu 9,5 milhões de peregrinos, passando a 7 milhõs em 2018, 6,5 milhões em 2019. No primeiro ano da Pandemia, Fátima recebeu 1,4 milhões de pessoas em peregrinação, 2,5 milhões em 2021, e este ano, até maio “superou já os números do total 2020. “Estamos a sentir o regresso de peregrinos”, disse, para sublinhar a presença do mercado espanhol.

Na sua intervenção, o padre Carlos Cabecinhas reconheceu que “a retoma do Turismo Religioso será mais lenta, dada a sua especificidade”.

Os dois intervenientes têm, no entanto, esperança que as Jornadas Mundiais da Juventude, no próximo ano, em Lisboa, vão catapultar Fátima e o Turismo Religioso em Portugal.

A sessão solene de abertura, que decorreu esta quinta-feira no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, contou ainda com intervenções de Purificação Reis, presidente da Direção da ACISO, entidade que promove o evento, Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP),Jorge Brandão, vogal Executivo do Centro 2020, Sérgio Costa, presidente do Município da Guarda, Natálio Reis, vice-presidente da Câmara Municipal de Ourém, e Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços. Sobre as restantes intervenções e as restantes palestras que incluíram a conferência durante toda a manhã de quinta-feira. daremos conta em pormenor na próxima edição do Publituris.

Participam nestes X Workshops Internacionais do Turismo Religioso, que termina esta sexta-feira, em Fátima, com reuniões B2B, 122 hosted buyers de 47 países, 123 suppliers e 41 expositores. Só a conferência inaugural contou com a presença de aproximadamente 500 pessoas.

 

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Revive lança novo concurso para concessão de imóvel histórico em Pinhel

A “Casa Grande” de Pinhel é o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa e vai ser concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57.

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O Programa Revive vai lançar um novo concurso para concessão de uma casa nobre em Pinhel com vista à sua recuperação e utilização para fins turísticos, naquele que será o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa.

“O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57”, adianta o Ministério da Economia e do Mar, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 22 de junho, onde explica que este é um dos 16 imóveis integrados na segunda fase do programa REVIVE.

Este imóvel histórico, localizado junto à muralha de Pinhel, é conhecido como “Casa Grande” e pertenceu à família Antas e Menezes, que na época detinha a alcaidaria-mor da vila, também sido ocupado pelas tropas francesas, durante as Invasões Francesas.

Mais tarde, já no século XX, a Casa dos Condes de Pinhel tornou-se sede do Grémio da Lavoura e nos anos 1973-1974 a cooperativa agrícola cedeu o espaço à Câmara Municipal de Pinhel, altura em que o imóvel foi alvo de algumas obras de restauração, tornando-se na sede da autarquia. Atualmente, encontra-se desocupado e sem qualquer utilização.

Os interessados na concessão do imóvel têm um prazo de 120 dias para apresentação de propostas, sendo que, além da recuperação do imóvel, as propostas devem também promover a sua valorização turística, de forma a atrair turistas e gerar novas dinâmicas para a região.

Recorde-se que o Programa Revive foi lançado em 2016, com um lote inicial de 33 imóveis, tendo, em 2019, sido integrados mais 16 imóveis e, já em 2021, foram incluídos três novos imóveis de um terceiro lote que será anunciado até ao final do ano corrente. O programa integra, atualmente, um total de 52 imóveis, 23 deles situados em territórios de baixa densidade.

Até ao momento, já foi adjudicada a concessão de 19 destes imóveis, representando mais de 142,5 milhões de euros de investimento privado na recuperação de património público e rendas anuais a rondar os 2,5 milhões de euros.

 

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Vila Galé abre novo resort no Brasil, o maior do Estado de Alagoas

O Vila Galé Alagoas conta com 513 quartos, é o “maior empreendimento do género neste estado brasileiro” e fica localizado a cerca de 40 minutos de Maceió, capital do Estado de Alagoas.

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A Vila Galé abriu um novo resort tudo incluído no Brasil, o Vila Galé Alagoas, que se encontra localizado a cerca de 40 minutos de Maceió e se apresenta como o “maior empreendimento do género neste estado brasileiro”.

Segundo um comunicado do grupo hoteleiro português, o Vila Galé Alagoas conta com 513 quartos, quatro piscinas, sete restaurantes, cinco bares, Clube Nep para crianças com parque aquático, Satsanga Spa & Wellness, discoteca, centro de convenções com 2.000 m2 e várias zonas de lazer e desportivas.

“Conseguimos superar todas as dificuldades e cumprimos a nossa meta de abertura, graças ao gigantesco esforço das equipas Vila Galé e de todo o pessoal em obra. Estamos muito orgulhosos do novo resort e de termos uma unidade em Alagoas”, afirma o presidente e fundador da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida.

O novo resort da Vila Galé no Brasil conta também com uma vasta oferta de restauração, com destaque para a pizzaria Massa Fina e para a Cervejaria Portuguesa, sem esquecer o restaurante Inevitável e os buffets do Versátil. Além destes, o Vila Galé Alagoas conta também com o ‘Museu Do Sertão’, onde são servidos pratos típicos do estado de Alagoas, assim como com o restaurante NEP, com alimentação infantil e pensado para as crianças.

A nova unidade segue também a estratégia da Vila Galé, que tem vindo a dar um tema aos seus hotéis, sendo que, no caso do Vila Galé Alagoas, o tema escolhido foram os escritores de língua portuguesa de Portugal e do Brasil, aos quais o resort presta homenagem.

“Os quartos têm sempre uma referência a um escritor. Na receção, os mais célebres escritores mundiais foram homenageados com estátuas realistas. As escritoras também têm uma exposição própria e há uma galeria dos 54 prémios Nobel da Literatura”, indica a Vila Galé.

Este é o 10º empreendimento da Vila Galé no Brasil e vem reforçar a posição do grupo de hotelaria português como a maior rede de resorts no país.

 

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Sintra volta a cobrar taxa turística a partir de julho

Autarquia justifica a decisão com “o atual cenário de recuperação económica do turismo, com significativo aumento do número de turistas no concelho e na vila de Sintra”.

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As dormidas em estabelecimentos de alojamento no concelho de Sintra vão voltar a pagar uma taxa turística de um euro a partir de julho, avançou a autarquia, que revogou a isenção de taxa na última reunião do executivo municipal de Sintra, presidido por Basílio Horta (PS).

De acordo com a Lusa, a autarquia emitiu uma nota informativa, que é assinada por Basílio Horta e que explica que a revogação desta medida, que tem efeitos a partir de 01 de julho, “teve como fundamento o atual cenário de recuperação económica do turismo, com significativo aumento do número de turistas no concelho e na vila de Sintra”.

Recorde-se que a taxa turística cobrada em Sintra tinha sido suspensa em novembro de 2020, devido à pandemia da COVID-19, que levou a autarquia a decretar a isenção desta taxa, que foi criada em 2019 e é cobrada pelos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local aos respetivos hóspedes com estadia máxima de três noites seguidas.

As receitas desta taxa revertem para o “crescimento sustentável do turismo, qualidade ambiental e manutenção do património cultural do município”.

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Portugal é o 3.º destino mais seguro da Europa para visitar este verão

A qualidade das águas balneares e dos cuidados de saúde, bem como a reduzida taxa de criminalidade violenta foram os principais fatores que ditaram a classificação do país, segundo um estudo da Forbes Advisor.

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Portugal apresenta-se como o 3.º destino mais seguro da Europa para visitar no verão deste ano, de acordo com um estudo da Forbes Advisor, que aponta a qualidade das águas balneares e dos cuidados de saúde, bem como a reduzida taxa de criminalidade violenta como os principais fatores que ditam a classificação do país.

“A segurança pode ser um fator decisivo quando as pessoas pensam onde vão passar as suas férias e estes números mostram que existem diferenças consideráveis por toda a Europa quando medimos fatores como a qualidade das águas balneares ou os níveis de criminalidade”, sublinha a Forbes Advisor no comunicado divulgado.

Neste ranking, Portugal obteve uma classificação de 82,1 pontos entre 100 possíveis, sendo um dos países que ficaram classificados em sétimo lugar no que diz respeito à qualidade das águas balneares, enquanto ao nível da poluição atmosférica o país ficou em quarto lugar, com uma das mais baixas taxas de poluição entre os países analisados. Já a qualidade dos cuidados de saúde foi o parâmetro que mereceu menor classificação, ficando no 10.º lugar.

O ranking de países mais seguros da Forbes Advisor é, no entanto, liderado pela Suíça, que obteve uma classificação de 88,3 pontos, uma vez que, apurou o estudo, este é o país que tem os melhores cuidados de saúde entre os 29 países europeus analisados, seguido dos Países Baixos e da Dinamarca.

A Suíça tem também uma das menores poluições atmosféricas e uma baixa taxa de criminalidade, fatores que garantem ao país uma boa classificação neste ranking, ainda que a qualidade das águas balneares da Suíça tenha ficado em sexto lugar.

Já o segundo lugar foi atribuído à Eslovénia, que alcançou uma pontuação de 82,3 pontos, uma vez que o país apresenta uma das mais baixas taxas de criminalidade violenta, enquanto a poluição atmosférica, qualidade das águas balneares e cuidados de saúde também apresentaram um “bom desempenho”.

Além da Suíça, Eslovénia e Portugal, o ranking dos países mais seguros para férias neste verão é ainda composto pela Áustria (81,4 pontos), Alemanha (81,2 pontos), Espanha (78,8 pontos) e República Checa (76,6 pontos).

 

 

 

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Barcelona limita capacidade de grupos de turistas

Um máximo de 30 pessoas por grupo de turistas, 15 no distrito de Cidade Velha, é o que Barcelona vai passar a aceitar em locais públicos, como forma de minimizar o incómodo aos moradores. Há ainda locais em que não poderá haver mais de oito grupos em simultâneo.

A decisão do município contempla que seja evitado o uso de megafones para reduzir ruídos e estabelece que sejam utilizados sistemas de radio-guia. Estabelece a vontade dos guias de manterem atualizados os seus conhecimentos sobre os recursos turísticos. Em até treze espaços e monumentos na “Ciutat Vella”, a capacidade máxima para grupos turísticos é reduzida para 15 pessoas.

O acordo assinado entre a Câmara Municipal de Barcelona e as associações oficiais de guias turísticos – a ‘Declaração de boas práticas no guia de grupos nas vias públicas de Barcelona’, define os princípios de atuação no exercício da atividade do grupo, informou o município de Barcelona, citado pelo jornal Hosteltur.

Desta forma, na cidade como um todo, o código estabelece a preparação de grupos turísticos com dimensão inferior a 30 pessoas e a adaptação dessa dimensão aos espaços que visitam. Também marca o compromisso de não usar megafones para reduzir o ruído e a poluição sonora.

O acordo estabelece que se a atividade de guia for realizada em transporte público coletivo, terá sempre que ser com o uso de um rádio guia. Também aponta critérios para garantir a segurança da viagem, como a escolha adequada dos pontos de partida, parada e chegada dos passeios, a previsão de roteiros e áreas de descanso.

As boas práticas incluem o compromisso de não atrair turistas na via pública, a promoção de visitas agendadas e a compra antecipada de bilhetes para melhorar a acessibilidade da rua.

Juntamente com essas medidas, na “Ciutat Vella”, nos bairros Gótico, San Pedro, Santa Catalina, La Ribera e Barceloneta, de maior densidade turística, são adotadas outras específicas, como limitar o tamanho dos grupos a um máximo de 15 pessoas, a obrigatoriedade do uso de rádio guias e o estabelecimento de um sentido único de circulação num total de 24 ruas e praças para grupos turísticos e pontos de entrada e saída dos autocarros.

As recomendações, conforme notícia veicula pelo jornal espanhol, também incluem encontrar locais espaçosos para dar explicações e evitar que o grupo pare em frente a monumentos e espaços sobrecarregados, além de evitar a coincidência de vários grupos.

 

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