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Lufthansa reinicia voos directos para a Cidade do Cabo

Operação é retomada a partir de 02 de Dezembro de 2016.

Patricia Afonso
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Lufthansa reinicia voos directos para a Cidade do Cabo

Operação é retomada a partir de 02 de Dezembro de 2016.

Patricia Afonso
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A Lufthansa vai retomar os voos directos entre Frankfurt, Alemanha, e a Cidade do Cabo, na África do Sul, na próxima temporada de Inverno, em concreto a partir de 2 de Dezembro de 2016.

A operação vai contar com três frequências semanais, às quartas, sextas e domingos, realizadas por um Airbus A340-300, com capacidade para 279 passageiros em Business Class, Premium Economy e Economy Class.

O voo, com o número LH576, parte de Frankfurt às 22h10 e chega à Cidade do Cabo na manhã seguinte, às 11h00 (horas locais). No sentido inverso, o voo descola às 18h30 e aterra, no dia seguinte, às 05h30, ao aeroporto de Frankfurt (horas locais).

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Foto: Depositphotos.com

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Conselho e Parlamento Europeu chegam a acordo provisório para aumentar a segurança e melhorar a gestão das fronteiras

A Presidência belga do Conselho Europeu e os negociadores do Parlamento Europeu chegaram a um acordo provisório sobre dois regulamentos que regem a recolha e utilização de dados relativos aos passageiros aéreos para efeitos de gestão das fronteiras e aplicação da lei.

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As novas regras melhorarão o tratamento dos dados relativos às informações antecipadas sobre os passageiros (Advance Passenger Information – API) para efetuar controlos dos passageiros antes da sua chegada às fronteiras externas da UE, mas também para os voos intracomunitários na luta contra o terrorismo e a criminalidade grave. Estas medidas reforçarão a luta contra a criminalidade grave e o terrorismo na UE, complementando o tratamento dos dados dos registos de identificação dos passageiros (PNR).

As informações antecipadas sobre os passageiros (API) contêm dados de identificação constantes do documento de viagem e informações básicas sobre o voo e serão transmitidas antes e depois da descolagem às autoridades do local de chegada.

Regras uniformes para a recolha de dados
Os dois regulamentos estipulam quais os dados API que as transportadoras aéreas devem recolher e transferir. Os dados API consistirão numa lista fechada de informações sobre o viajante, como o nome, a data de nascimento, a nacionalidade, o tipo e o número do documento de viagem, as informações sobre os lugares e a bagagem. Além disso, as transportadoras aéreas serão obrigadas a recolher determinadas informações sobre os voos, por exemplo, o número de identificação do voo, o código do aeroporto e a hora de partida e de chegada.

Em princípio, a recolha e a transferência de dados API apenas dizem respeito aos voos que partem de fora da UE. No entanto, os Estados-Membros podem decidir incluir os voos intra-UE. Tal decisão dependerá de necessidades específicas de aplicação da lei, como uma ameaça terrorista, e deve, na ausência de tal ameaça, ser apoiada por uma avaliação de risco devidamente fundamentada.

Melhor combate à criminalidade e melhores controlos nas fronteiras
Graças aos novos regulamentos, as autoridades responsáveis pela aplicação da lei poderão combinar os dados API dos viajantes e os registos de identificação dos passageiros (Passenger Name Records – PNR). O PNR é um conjunto mais vasto de dados de reserva dos passageiros aéreos e contém pormenores sobre o itinerário de um passageiro e informações sobre o processo de reserva do voo. Quando utilizados em conjunto, os API e os PNR são particularmente eficazes para identificar viajantes de alto risco e para confirmar o padrão de viagem de pessoas suspeitas.

Também as autoridades fronteiriças beneficiarão com as novas regras acordadas. Uma vez que terão uma visão mais completa dos viajantes que chegam aos aeroportos, as autoridades fronteiriças poderão efetuar controlos prévios antes da aterragem, armazenar os dados durante mais tempo do que o previsto atualmente para efetuar os controlos necessários e, consequentemente, gerir os seus controlos fronteiriços de forma mais eficiente.

Este facto reforçará a segurança das fronteiras, uma vez que aumentará as possibilidades de evitar passagens indesejadas. Os passageiros deverão beneficiar de tempos de espera mais curtos e de controlos de passaportes mais fáceis.

Recolha automatizada de dados
As companhias aéreas terão de recolher os dados API contidos nos documentos de viagem por meios automatizados (por exemplo, através da leitura ótica dos passaportes). Só se a recolha automatizada dos dados do viajante não for possível por razões técnicas é que a transportadora aérea poderá recolher os dados manualmente (no âmbito do registo em linha ou do registo no aeroporto). A possibilidade de fornecer dados manualmente durante o registo em linha permanecerá, de qualquer modo, disponível durante um período transitório de 2 anos. As transportadoras aéreas criarão mecanismos de verificação para garantir a exatidão dos dados.

Encaminhador único
A fim de racionalizar a transmissão dos dados API, o Conselho e o Parlamento decidiram criar um encaminhador central. Este router, que será desenvolvido por uma agência da UE, receberá os dados recolhidos pelas transportadoras aéreas e transmiti-los-á às autoridades competentes de gestão das fronteiras e de aplicação da lei. Posteriormente, este encaminhador servirá também para a recolha e transmissão de dados PNR.

Uma vez que as transportadoras aéreas deixarão de ter de enviar dados API a várias autoridades, tal aumentará a eficiência e reduzirá os custos da transferência de dados, além de diminuir o risco de erros e abusos.

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“Todos os nossos maiores mercados estão cobertos por este aumento de capacidade”, anuncia CEO da TAP na BTL

No próximo verão, a TAP vai reforçar a capacidade no Brasil e América do Norte, disponibilizando mais frequências em nove dos 11 destinos para onde a transportadora opera no Brasil, assim como mais cinco voos por semana para os EUA e outros cinco para o Canadá.

Inês de Matos

No próximo verão, a TAP vai reforçar a operação para o Brasil e América do Norte, disponibilizando “mais frequências em nove dos destinos” servidos no Brasil e 10 na América do Norte, revelou Luís Rodrigues, CEO da companhia aérea, esta quinta-feira, 29 de fevereiro, na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa.

“Todos os nossos maiores mercados estão cobertos por este aumento de capacidade”, afirmou Luís Rodrigues, durante uma apresentação da companhia aérea na principal feira do turismo nacional.

O CEO da TAP explicou que o maior aumento de capacidade está previsto para o Brasil, que vai contar com mais frequências em nove dos 11 destinos para onde a transportadora opera.

“Este ano, temos, no verão, um nível de oferta que nunca tínhamos conseguido ter, um aumento de capacidade para o nosso mercado maior e principal, que é o Brasil, com mais frequências em nove dos destinos, praticamente todos os destinos que voamos no Brasil, que são 11”, começou por anunciar o responsável da companhia aérea de bandeira nacional, revelando que, no total, a TAP vai realizar 96 frequências semanais para o Brasil, a partir de Lisboa e Porto.

Além do Brasil, a TAP vai também aumentar as ligações aéreas à América do Norte, prevendo-se aumentos de cinco frequências para os EUA e outras cinco para o Canadá, passando a disponibilizar 77 voos por semana entre Portugal e os EUA, bem como 20 ligações semanais ao Canadá.

Luís Rodrigues explicou depois que este aumento de capacidade não se deve à introdução de novos aviões na frota da TAP, mas sim às equipas de operações, manutenção e engenharia, e comercial, que fizeram um “magnifico trabalho” de optimização de operação, de libertação de slots internos de manutenção e de performance de rede.

“Conseguirmos disponibilizar mais com o mesmo, que é uma coisa que todos temos de aprender a fazer”, acrescentou o responsável, sublinhando que, “com a mesma frota e as mesmas capacidades, a TAP acrescenta uma quantidade nova de frequências aos mesmos destinos e pode oferecer um melhor serviço aos seus passageiros, nacionais ou internacionais”.

Novos chefs e parceria olímpica

Durante a apresentação, Luís Rodrigues deu ainda a conhecer a nova parceria que a companhia aérea estabeleceu com o Comité Olímpico Português, “na qualidade de levar a comitiva para Paris, para os Jogos Olímpicos”.

Além da parceria para levar até Paris os atletas nacionais que vão participar na próxima edição dos Jogos Olímpicos, a TAP lançou ainda a nova edição do projeto “Local Stars”, que conta com seis novos chefs e que vai levar vários produtos nacionais até à classe executiva dos voos de longo curso da companhia aérea, nos próximos 12 meses.

“A nossa gastronomia está a ser elevada a um nível em que até agora nunca esteve, e que nos puxa e motiva para elevar a experiência turística e a experiência do passageiro a um nível que até agora nunca conseguimos”, afirmou Luís Rodrigues, durante a apresentação.

 

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Air Transat aposta no lazer e vê reservas a subir para o verão

Segundo Artur Sousa, diretor-geral da ATR, que representa a Air Transat em Portugal, as vendas para o verão estão a correr a bom ritmo, até porque a antecedência com que os portugueses fazem a reserva está a aumentar.

Inês de Matos

A Air Transat está satisfeita com o ritmo das reservas para o próximo verão e espera atrair um maior volume de tráfego de lazer, apesar de Artur Sousa, diretor-geral da ATR, que representa a companhia aérea canadiana em Portugal, admitir que é necessário “haver mais promoção do próprio Turismo de Portugal” no Canadá.

“A Air Transat aumentou novamente frequências este ano, temos uma maior oferta e estamos a falar de uma companhia que opera durante o ano todo, em Lisboa, Porto e Faro. O target que, para este ano, tem mais enfoque é a captação de mais turismo, mais lazer”, explicou Artur Sousa, durante um cocktail da ATR, na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa.

No entanto, as rotas da Air Transat continuam a captar mais tráfego étnico do que turístico, com Artur Sousa a indicar que também o tráfego corporativo tem vindo a crescer, o que leva o responsável a defender um aumento da promoção.

“Continua a ser um mercado muito étnico, já começa a haver mais corporativo, mas o turismo ainda não está muito promovido, não pela Air Transat, que faz o seu trabalho, mas somos uma companhia aérea e tem de haver mais promoção do próprio Turismo de Portugal”, queixou-se o responsável, admitindo, no entanto, que a Air Transat tem “algumas ideias para pôr em prática este ano”, que vão ajudar a impulsionar alguns nichos do mercado de lazer.

Apesar disso, as vendas para o verão estão a correr a bom ritmo, com Artur Sousa a destacar que também a antecedência com que os portugueses fazem a reserva está a aumentar.

“Houve uma mudança desde há um par de ano e que é muito significativa, que tem a ver com o Advance Booking, ou seja, os portugueses estão a comprar com maior antecedência, o que é bom para a Air Transat e para todos os nossos parceiros. Estamos com um Advance Booking muito interessante, temos objetivos que penso que vamos concretizar. Prevemos aumentos face ao ano passado”, afirmou ainda o responsável.

Quanto a rotas, Artur Sousa destaca essencialmente os voos do Porto, onde a Air Transat é a única companhia aérea a voar diretamente para o Canadá, numa oferta que tem também atraído muitos turistas americanos.

“Há americanos a apanhar voos no Canadá. O sucesso de algumas rotas para o Canadá, em grande parte, vem do mercado americano. Ou seja, muitos americanos preferem fazer EUA-Canadá-Portugal em várias situações”, revelou ainda Artur Sousa.

 

 

 

 

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Aviação viveu ano mais seguro da última década em 2023

De acordo com o Relatório Anual de Segurança da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, no ano passado, apenas se registou um acidente fatal em 1,26 milhões de voos, a taxa mais baixa dos últimos 10 anos.

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2023 foi o ano mais seguro da última década na aviação, apurou o Relatório Anual de Segurança da IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que diz que, no ano passado, se registou apenas um acidente em 1,26 milhões de voos, a taxa mais baixa dos últimos 10 anos.

“Não houve perdas de casco ou acidentes fatais envolvendo aeronaves a jato de passageiros em 2023”, acrescenta a associação, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 28 de fevereiro.

Os dados do relatório da IATA mostram que, em 37 milhões de movimentos de aeronaves em 2023, que corresponderam a mais 17% face ao ano anterior, houve apenas um acidente fatal com uma aeronave turboélice.

No ano passado, também o risco de mortalidade melhorou, num rácio que passou de 0,11 em 2022 para 0,03 em 2023, o que quer dizer que, “com este nível de segurança, em média, uma pessoa teria que viajar de avião todos os dias durante 103.239 anos para sofrer um acidente fatal”.

Nenhuma das companhias aéreas da IATA registou qualquer acidente fatal e, no total, houve apenas registo de uma ocorrência com um aparelho turboélice, o que, diz a associação, representa uma melhoria positiva em relação aos cinco acidentes fatais registados em 2022 e à média dos últimos cinco anos (2019-2023), que era de cinco fatalidades.

“O desempenho de segurança de 2023 continua a demonstrar que voar é o meio de transporte mais seguro. A aviação dá maior prioridade à segurança e isso ficou evidente no desempenho de 2023”, congratula-se Willie Walsh, diretor-geral da IATA.

 

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APG Portugal é o novo GSA da FlyAngola no mercado português

Apesar de não voar para aeroportos portugueses, a FlyAngola conta com uma rede de destinos relevantes para o mercado português, com destaque para os voos entre São Tomé e a ilha de Príncipe, bem como entre Luanda e Cabinda.

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A APG Portugal passou a representar comercialmente a FlyAngola no mercado nacional, depois de ter sido nomeada GSA da companhia aérea angolana em Portugal, segundo comunicado enviado à imprensa.

“Esta parceria estratégica visa fortalecer a presença e promover o desenvolvimento comercial da FlyAngola em Portugal”, lê-se na informação divulgada pela APG Portugal.

A empresa de representação salienta que, apesar da FlyAngola não voar para aeroportos portugueses, conta com uma rede de destinos que relevante, com destaque para os voos que a transportadora angolana opera entre São Tomé e a ilha de Príncipe, bem como entre Luanda e Cabinda, em aviões Embraer 145 de 50 lugares.

“A FlyAngola traz algo de muito relevante para o mercado Português que são os voos domésticos de São Tomé para a ilha do Príncipe. Estes vão permitir a reserva de grupos, todos os passageiros poderão levar uma mala de porão de 23kgs e acontecem em dias em que não existem voos ou em que existem menos voos entre as duas ilhas”, salienta Rute Rapaz, responsável pela APG em Portugal.

No caso dos voos entre Luanda e o enclave de Cabinda, que segundo a responsável é “a rota doméstica mais importante de Angola”, a FlyAngola tem ainda “tarifas flexíveis que permitem alterações de última hora, sem custos, o que é excelente para passageiros em ligação”.

 

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Emirates Skywards e Visa anunciam parceria

A Emirates e a Visa esperam esta parceria possa impulsionar o crescimento de ambas as organizações, aumentar os investimentos no programa de co-brand e abrir novas oportunidades de colaboração para o Emirates Skywards com parceiros financeiros na região.

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A Emirates anunciou uma parceria entre o Emirates Skywards, o programa de fidelização da companhia aérea do Dubai, e a Visa, numa aliança multianual que, segundo a transportadora, vai “fortalecer a colaboração entre o programa de fidelização da Emirates e os parceiros emissores de cartões co-branded no Conselho de Cooperação do Golfo (CCG)”.

“Esta parceria estratégica entre duas marcas globais irá impulsionar o crescimento de ambas as organizações, aumentar os investimentos no programa de co-brand e abrir novas oportunidades de colaboração para o Emirates Skywards com parceiros financeiros na região. Os membros poderão beneficiar de recompensas personalizadas e de melhores oportunidades de viagem através da utilização otimizada de dados, tecnologia e recursos”, explica a Emirates, em comunicado.

O acordo foi assinado na presença do Sheikh Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e diretor executivo da Emirates Airline and Group, e de executivos seniores da Emirates e da Visa.

“Estamos entusiasmados por anunciar esta parceria histórica com a Visa, naquele que é um acordo estratégico que irá desbloquear valor adicional para os nossos membros leais em todo o CCG e irá estreitar a nossa colaboração com os nossos parceiros bancários na região. Este acordo é um marco importante para o Emirates Skywards, que continua a liderar o setor com produtos e experiências digitais inovadoras”, afirma Nejib Ben Khedher, Vice-Presidente Sénior da Divisão Emirates Skywards.

Já Saeeda Jaffar, Vice-Presidente Sénior e Group Country Manager da Visa para o CCG, considera que este “acordo exclusivo com o Emirates Skywards, um dos maiores do género a nível mundial e o maior em escala na região, é um testemunho da liderança global da Visa em co-branded de viagens”, assim como um “marco significativo” no caminho para melhorar a experiência de pagamento para os viajantes de todo o mundo.

Os titulares de cartões co-branded Emirates Skywards e Visa poderão desfrutar de uma melhor experiência de cliente e ofertas exclusivas, incluindo oportunidades de acumulação de milhas, promoções personalizadas e outras experiências adaptadas às suas preferências.

 

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Etihad Airways lança promoção para o Dubai com preços desde 581 euros

A promoção da Etihad Airways aplica-se a voos de ida e volta, em classe económica, e é válida para vendas até 5 de março, cujas viagens decorram até 31 de maio.

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A Etihad Airways lançou uma promoção “early bird” para o Dubai, na qual oferece preços desde 581 euros por pessoa em voos da companhia aérea de Abu Dhabi desde Lisboa.

“A Etihad Airways tem o prazer de apresentar uma ação promocional ao mercado português para as partidas de Lisboa”, informa a companhia aérea de Abu Dhabi, em comunicado.

A promoção da Etihad Airways aplica-se a voos de ida e volta, em classe económica, e é válida para vendas até 5 de março, cujas viagens decorram até 31 de maio.

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TACV regressa aos voos domésticos

De acordo com a Lusa, o voos domésticos da TACV regressam “em regime de complementaridade” com a TICV, detida pela angolana Bestfly e que é, atualmente, a única que faz as ligações aéreas entre as ilhas, através de uma concessão estatal.

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A TACV – Cabo Verde Airlines anunciou para esta terça-feira, 27 de fevereiro, o regresso aos voos domésticos, operação que regressa quase sete anos depois e que vai abranger os quatro aeroportos internacionais de Cabo Verde.

De acordo com a Lusa, que cita a transportadora aérea cabo-verdiana, o voos domésticos regressam “em regime de complementaridade” com a TICV, detida pela angolana Bestfly e que é, atualmente, a única que faz as ligações aéreas entre as ilhas, através de uma concessão estatal.

A operação doméstica da TACV vai abranger os aeroportos da Praia, Sal, São Vicente e Boa Vista, com o objetivo de aumentar a mobilidade entre as ilhas, o que ao longo dos anos tem sido imprevisível, causando muita indignação no país.

“A programação está projetada para facilitar as conexões entre as ilhas e ao mesmo tempo aumentar a conectividade com os voos internacionais”, refere a TACV, que pretende ainda “maior circulação do tráfego doméstico e turístico.

Os novos voos domésticos da TACV já estão disponíveis através do website da companhia aérea, assim como através das agências de viagens.

A Lusa recorda que o regresso dos voos domésticos da TACV já tinha sido anunciado pelo ministro do Turismo e Transportes de Cabo Verde, Carlos Santos, que indicou que a operação será realizada num avião alugado à Air Senegal.

O ministro reconheceu ainda os “solavancos” que têm acontecido nos transportes interilhas e  que são motivados pela “crescente” procura turística, mas também pela “fraca capacidade” de resposta da Bestfly.

Recorde-se que, desde a pandemia, a TACV suspendeu totalmente a sua operação e o Estado cabo-verdiano voltou a ser o principal acionista da transportadora.

Atualmente, a companhia aérea faz ligações internacionais com Lisboa (Portugal), Paris (França) e Bérgamo (Itália) e tem ainda nos planos a retoma dos voos para Brasil, Bissau (Guiné-Bissau), bem como abrir ligações para Boston (Estados Unidos).

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BestFly World Wide refuta “informações infundadas” divulgadas sobre a TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde

Num comunicado enviado à imprensa, a BestFly World Wide indica que o AOC da TICV não foi cancelado nem está “em risco de não ser renovado”, sendo também mentira que o AOC da TICV caduque no fim de março de 2024, uma vez que, indica a empresa, a “renovação do mesmo está prevista para julho de 2024”.

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A BestFly World Wide veio esta segunda-feira, 26 de fevereiro, refutar as “informações infundadas” sobre a TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde que têm vindo a ser divulgadas, explicando que “não é verdade que o Certificado do Operador Aéreo (AOC) da TICV tenha sido cancelado”, nem que o “AOC da TICV caduque no fim de março de 2024”.

Num comunicado enviado à imprensa, a BestFly World Wide indica que o AOC da TICV não foi cancelado nem está “em risco de não ser renovado”, sendo também mentira que o AOC da TICV caduque no fim de março de 2024, uma vez que, indica a empresa, a “renovação do mesmo está prevista para julho de 2024”.

Apesar de refutar as informações que têm vindo a ser divulgadas, a BestFly World Wide “reconhece e lamenta os desafios que a operação da TICV em Cabo Verde tem verificado” mas “garante a continuidade da sua operação no país”.

“A BestFly World Wide continua inteiramente comprometida com a manutenção da ligação inter-ilhas no arquipélago de Cabo Verde e com o serviço de elevado valor económico e social que assumiu para com Cabo Verde e os cabo-verdianos”, lê-se na informação divulgada.

A empresa acrescenta que está a ser levado a cabo “um reajustamento da sua estratégia em Cabo Verde”, através da qual se pretendem “implementar mudanças estruturais, a nível de gestão e a nível técnico, que permitam corrigir e suprimir os constrangimentos verificados até ao momento”.

“A BestFly continuará a fazer investimentos na sua operação em Cabo Verde que terão reflexo a curto prazo”, garante a empresa de aviação, na informação enviada à imprensa.

A BestFly World Wide diz ainda que, neste momento, o seu principal objetivo passa por “assegurar que a sua operação em Cabo Verde esteja estabilizada até ao início do verão de 2024, garantindo um serviço de qualidade, a melhoria da pontualidade e o reforço da confiabilidade e previsibilidade das ligações providenciadas pela companhia”.

Entretanto, a empresa de aviação revela que os bilhetes para o verão de 2024 já se encontram disponíveis para venda, “estando a companhia a trabalhar para responder à procura e assegurar o número de voos necessários”.

“A demora na efetivação da comercialização desses bilhetes não esteve relacionada com a ação operacional da TICV, tendo-se devido, exclusivamente, ao atraso na emissão de slots por parte da Cabo Verde Airports, devido a obras planeadas para aeroportos do país”, lê-se ainda na informação divulgada.

Nuno Pereira, CEO da BestFly World Wide, lamenta “a divulgação de informação incorreta e infundada na comunicação social”, até porque, considera, vem prejudicar “diretamente o maior beneficiário do rigor e da verdade: os clientes da TICV e a comunidade cabo-verdiana, que merecem estar inteirados sobre a realidade e a ação da nossa companhia”.

“A TICV assume com orgulho a sua missão de servir Cabo Verde e os cabo-verdianos, assegurando um serviço imprescindível para o desenvolvimento económico e para a coesão social do país. Estamos a trabalhar de forma contínua para ajustar a nossa operação e garantir melhorias efetivas, com reforço na confiabilidade e na qualidade do serviço que prestamos. Estamos convictos de que a revisão da nossa estratégia e o reforço de investimento terão efeitos tangíveis na qualidade do transporte aéreo inter-ilhas. Tudo faremos para continuar a apoiar e promover a ligação entre pessoas, a coesão entre ilhas e a união em Cabo Verde”, acrescenta o responsável.

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Acordo entre Portway e sindicatos

Depois de em julho do ano passado não terem chegado a acordo, Portway e sindicatos quebraram o impasse e estabelecem novo acordo.

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A Portway chegou a acordo com quatro estruturas sindicais representativas dos trabalhadores na empresa – SITAVA, SINDAV, SIMEMRVIP e STHA – para atualizações salariais e estabeleceu um novo Acordo de Empresa (AE2024) que revoga o AE2020.

Num breve comunicado, a Portway limita-se a sublinhar “a boa cooperação entre representantes dos trabalhadores e da empresa, que possibilitou a assinatura deste acordo”.

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