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Cascais investe em eventos para 2015

A Câmara Municipal pretende investir mais de seis milhões de euros em 22 eventos culturais e desportivos.

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Segundo a agência Lusa, o valor total deste investimento resulta das receitas de jogo do Turismo de Portugal e, com esta medida, a autarquia espera um retorno directo de 100 milhões de euros.

Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal, afirma que “queremos atrair talento e competitividade e os resultados que temos vindo a alcançar na hotelaria e turismo mostram que temos conseguido investir nisso.”

Dados apresentados pela autarquia revelam que Cascais tem tido mais de um 1,1 milhão de dormidas anuais, correspondendo a um retorno directo de 100 milhões de euros e retorno indirecto de 300 milhões, números que se deverão manter este ano.

Na área da Cultura, a autarquia destacou o Festival Internacional de Criação Artística, que se irá estrear de 3 a 12 de Julho, para a promoção de autores de língua portuguesa.

Outra novidade para este ano será a realização do World Press Cartoon, que se transfere este ano de Sintra para Cascais, cumprindo a sua 10.ª edição.

O Lisbon e Estoril Film Festival será outro dos eventos em destaque, que decorrerá de 6 a 15 de Novembro, bem como a criação da Orquestra Sinfónica de Cascais, que irá produzir quatro concertos.

O ‘Bairro dos Museus’ foi outra das iniciativas criadas pela Câmara Municipal para se realizar em 2015, integrando uma programação diversificada nos espaços culturais da Fundação D. Luís I.

Já na área do Desporto, a autarquia destaca o campeonato do mundo de golfe, provas do circuito mundial do surf, prova do campeonato do mundo de vela e o torneio mundial de futebol juvenil, eventos a decorrer em Cascais também em 2015.

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Transportes

Associação Comercial do Porto vê reestruturação da TAP como “péssima notícia”

“É dinheiro que os portugueses estão a desperdiçar”, diz o presidente da Associação Comercial do Porto, Nuno Botelho, que critica o investimento numa companhia que presta serviço “a um só aeroporto”.

O presidente da Associação Comercial do Porto, Nuno Botelho, considera que a aprovação do plano de reestruturação da TAP é uma “péssima notícia para os contribuintes portugueses”, que vão continuar a investir numa companhia aérea que apenas presta “serviço a um só aeroporto”.

“É uma péssima notícia para os contribuintes portugueses, a TAP vai-nos custar no mínimo 3,2 mil milhões de euros para prestar serviço a um só aeroporto”, considerou o responsável em declarações à Lusa, defendendo que a reestruturação da TAP é uma “lamentável” opção política, uma vez que o investimento na companhia aérea não vai ter “retorno”.

“É dinheiro que os portugueses estão a desperdiçar”, acrescentou, considerando que a TAP “não tem solução” e que, com a reestruturação, vai passar a ser uma companhia aérea mais pequena, com menos funcionários e ‘slots’.

Crítico quanto ao “mau serviço” prestado pela transportadora aérea no Porto, o presidente da Associação Comercial afirmou que o mesmo é “cada vez mais uma irrelevância e uma inexistência”, pelo que “mais valia deixar os `slots´ disponíveis nos outros aeroportos para outras companhias”.

Recorde-se que, na terça-feira, 21 de dezembro, a Comissão Europeia aprovou o plano de reestruturação da TAP e a ajuda estatal de 2.550 milhões de euros, impondo, porém, algumas condições, entre elas que a companhia aérea disponibilize até 18 ‘slots’ por dia no aeroporto de Lisboa, a venda de três empresas e redução de frota.

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Transportes

MSC Cruzeiros garante segurança e flexibilidade em nova campanha para o verão 2022

Companhia vai manter os procedimentos de segurança, o seguro contra a COVID-19 e o reagendamento gratuito até 15 dias antes da partida, voltando ainda a permitir que os passageiros saiam dos navios nos portos de escala.

A MSC Cruzeiros lançou esta quarta-feira, 22 de dezembro, uma campanha para o verão de 2022 que garante cruzeiros com segurança e flexibilidade em todos os seus itinerários, uma vez que se vai manter o protocolo de saúde e segurança que a companhia lançou em agosto de 2020 e a política de flexibilidade com reagendamentos gratuitos até 15 dias antes da partida. A novidade é que os passageiros voltam a poder sair livremente dos navios nos portos de escala.

“Com a evolução contínua da pandemia, entendemos a importância de ter informações claras para garantir aos nossos hóspedes que podem reservar um cruzeiro com confiança e flexibilidade para lhes dar total tranquilidade. Assim, estendemos a nossa garantia de sucesso  de ‘Viajar com Confiança’ a todos os cruzeiros durante o verão 2022 para continuar a oferecer aos hóspedes que já tinham reserva e aos novos uma opção de férias segura, flexível e agradável”, destaca Gianni Onorato, CEO da MSC Cruises, citado num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a companhia de cruzeiros, a nova campanha para o verão de 2022 obedece ao programa ‘Viajar com Confiança’, que confirma o  protocolo de saúde e segurança da MSC Cruzeiros,  assim como “a política de reservas clara e flexível, com requisitos de vacinação e testagem rigorosas”.

“As reservas já existentes e as novas para todas as viagens até ao final da próxima temporada de verão serão cobertas pela promessa de ‘Viajar com Confiança’, sob a qual a companhia já disponibilizou uma oferta de cruzeiro de férias seguro, flexível e agradável para mais de um milhão de passageiros durante todas as fases da pandemia,  no passado e no presente”, acrescenta a MSC Cruzeiros.

Desta forma, no próximo verão, todos os cruzeiros da companhia vão continuar a manter como requisito a vacinação de todos os passageiros e tripulantes com mais de 12 anos, assim como a testagem de todos os maiores de dois anos.

Mantém-se também a possibilidade de reagendamento sem qualquer custo, até 15 dias antes da partida, por qualquer motivo, assim como o Plano de Proteção COVID-19, um seguro obrigatório para todos os passageiros e que cobre os gastos com testes positivos antes do embarque ou em qualquer momento durante as férias, assim como um PCR no final do cruzeiro.

No próximo verão, os passageiros da MSC Cruzeiros voltam ainda a poder sair livremente dos navios nos portos de escala, sempre que as regulações locais o permitirem, com a companhia a explicar, neste ponto, que tem “trabalhado em parceria com autoridades em todas as regiões e países nos quais os navios operam para garantir que o seu protocolo atende, excede e se adapta às medidas regionais e nacionais de saúde e segurança exigidas”.

Paralelamente, a MSC Cruzeiros diz que tem vindo também a “monitorizar e adaptar o seu protocolo de saúde e segurança”, que foi desenvolvido pelo Blue Ribbon COVID Expert Group, um painel de especialistas que foi reforçado com a integração de Robert R. Redfield, virologista americano e clínico de doenças infeciosas que recentemente foi diretor do US Centers for Disease Control and Prevention (CDC), entre 2018 a 2021.

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Transportes

Ómicron provoca queda de 20% no tráfego aéreo europeu

As restrições adotadas por muitos governos são o motivo apontado pelo ACI Europe para a descida do tráfego aéreo na Europa logo após a identificação da nova variante.

Desde que a nova variante Ómicron foi identificada na África do Sul, a 24 de novembro, o tráfego aéreo na Europa caiu 20%, estima o Airports Council International Europe (ACI Europe).

De acordo com um comunicado divulgado esta quinta-feira pelo ACI Europe, entre 22 de novembro e 12 de dezembro, o tráfego aéreo de passageiros na Europa diminuiu 20%, numa quebra que revela um impacto “imediato e substancial” da variante Ómicron.

As estimativas preliminares do ACI Europe têm por base os dados de 40 aeroportos de 25 países europeus, incluindo grandes instalações e pequenos aeródromos regionais, e apontam também fortes descidas ao nível do transporte de carga.

Apesar da descida verificada nas três semanas imediatamente após a identificação da nova variante do vírus da COVID-19, os dados do ACI Europe também mostram que na semana seguinte, entre 13 e 19 de dezembro, houve um aumento de 9% no tráfego aéreo de passageiros na Europa em comparação com o período entre 6 e 12 de dezembro.

“Não é surpresa que proibições de voo para a África Austral e restrições de viagem pouco uniformes impostas por muitos Governos noutros mercados, também dentro da Europa, tenham tido um impacto direto nos níveis de tráfego nas últimas semanas”, refere o diretor-geral da ACI Europe, Olivier Jankovec.

De acordo com o responsável, as viagens de negócios foram as primeiras a ser afetadas, seguindo-se as deslocações de lazer, sendo que apenas as viagens para visitar familiares “são de certa forma mantidas por agora”, o que se deve à época festiva do Natal e Ano Novo.

“Além da época festiva, não há dúvida de que a Ómicron irá afetar o tráfego de passageiros no primeiro trimestre de 2022. Mas a medida em que precisamos de rever as nossas expectativas dependerá sobretudo de os governos continuarem ou não com as reações irrefletidas”, acrescenta Olivier Jankovec

 

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AHRESP quer que certificado digital seja suficiente no Natal e réveillon devido a falta de testes

A AHRESP diz que a escassez de testes e as dificuldades em realizá-los, “vão levar ao afastamento dos clientes dos espaços onde os testes serão obrigatórios”.

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRES) veio esta quinta-feira, 23 de dezembro, apelar ao Governo para que o certificado digital de vacinação seja suficiente para acesso aos estabelecimentos de alojamento turístico e restauração no Natal e réveillon, uma vez que a falta de testes e a dificuldade em os realizar “vão levar ao afastamento dos clientes dos espaços onde os testes serão obrigatórios”.

“A manifesta escassez de testes, aliada à dificuldade com que as pessoas se têm deparado quando pretendem realizar os testes à COVID-19, nomeadamente os insuficientes postos e as extensas filas que se têm verificado quer nos postos de testagem, quer nas farmácias, constituem um forte desincentivo à testagem e vão levar ao afastamento dos clientes dos espaços onde os testes serão obrigatórios”, defende a associação.

Num comunicado enviado à imprensa, a AHRESP sublinha que, no caso dos estabelecimentos de alojamento turístico e restauração, já se “registam cancelamentos de reservas para o período de Natal e de Fim de Ano” devido às novas restrições, que entram em vigor no sábado, 25 de dezembro.

“Sendo manifesta esta falta de resposta por parte do Estado ao nível dos testes e da testagem, a AHRESP apela ao Governo para que neste período seja suficiente exibir o Certificado Digital COVID da UE, para aceder a estes espaços”, conclui a associação.

Recorde-se que o Governo anunciou terça-feira, 21 de dezembro, o encerramento das discotecas, bares, creches e ATL já a partir do próximo sábado, 25 de dezembro, assim como o regresso do teletrabalho, passando ainda a ser necessário a apresentação de um teste negativo à COVID-19 para acesso aos estabelecimentos de hotelaria e alojamento.

Nos dias 24, 25, 30 e 31 de dezembro e 01 de janeiro é ainda obrigatória a apresentação de teste negativo para acesso a estabelecimentos de restauração, casinos, bem como festas de passagem de ano.

 

 

 

 

 

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Madeira também ameaça fechar bares e discotecas se regras de contenção não forem cumpridas

Presidente do Governo Regional da Madeira admite o encerramento de bares e discotecas em “zonas críticas” do Funchal se as regras não forem cumpridas, mas garante a realização da Noite do Mercado e do fogo-de-artificio no réveillon.

O presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, revelou esta quarta-feira, 22 de dezembro, que o o executivo regional também está a ponderar decretar o encerramento de bares e discotecas na região se as regras de contenção não foram cumpridas.

“O meu apelo é que este fim de semana as coisas corram bem. Se não correrem bem, nós vamos tomar medidas muito mais drásticas”, disse esta quarta-feira o chefe do executivo, Miguel Albuquerque, citado pela Lusa.

A Rua das Fontes e a Zona Velha do Funchal, onde se concentram muitos dos estabelecimentos de animação noturna da Madeira, foram duas das “zonas críticas” apontadas por Miguel Albuquerque como exemplo de locais que podem vir a ser encerrados, se a obrigatoriedade de apresentação do certificado digital de vacinação e de um teste negativo à COVID-19 com um máximo de 48 horas não for cumprida.

“Se houver abusos, se houver irresponsabilidade, nós fechamos essas zonas onde estão esses bares”, acrescentou Miguel Albuquerque, que garante que o executivo tem “legitimidade” para proceder ao encerramento dessas áreas em função da “salvaguarda da saúde pública”, sobretudo tendo em conta os “abusos” verificados nos últimos fins de semana, com apresentação de certificados e testes falsos e desrespeito pelo distanciamento e pela obrigatoriedade de uso de máscara.

Apesar da ameaça de encerramento se as regras não forem cumpridas, o presidente do Governo Regional da Madeira garantiu, no entanto, que a Noite do Mercado, que tem lugar na noite de 23 para 24 de dezembro, e o espetáculo de fogo de artifício do fim do ano, vão manter-se conforme o previsto.

“Se a situação se mantiver com os parâmetros de transmissibilidade e de infeção que estão a ocorrer neste momento, mantemos tudo”, referiu, garantindo que o executivo madeirense pretende evitar o encerramento das atividades económicas na região autónoma, já que isso seria “o pior que podia acontecer”, pelo que disse ser fundamental manter intactas todas as medidas preventivas e profiláticas.

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Alojamento

ADHP preocupada com as novas medidas de controlo da pandemia

A ADHP classifica de “atabalhoada” como as novas medidas de controlo da pandemia foram apresentadas pelo Governo, sem terem em conta a realidade das operações dos empreendimentos turísticos e alojamentos locais.

A ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal manifesta preocupação face às novas medidas de controlo da pandemia anunciadas no passado dia 21 pelo Governo, por “não terem em consideração a realidade das operações dos empreendimentos turísticos e alojamentos locais.

“Após uma apresentação das primeiras medidas de contenção, em finais de novembro, nas quais o Governo frisou que esta antecedência tinha como principal objetivo a adaptação das empresas e dos seus clientes a esta nova realidade, não compreendemos o anúncio da readaptação das mesmas a três dias das refeições de Natal, sem publicação da versão final a dois dias do mesmo”, destaca a ADHP em comunicado, para acrescentar que as novas exigências “não dependem do setor” lembrando, ainda que “como é do conhecimento geral, não existe capacidade de testagem instalada até ao momento, pondo em causa a realização destes eventos, quando à data, estes empreendimentos já fizeram investimentos em compras e recursos humanos para a sua realização”.

“Também estranhamos a penalização aplicada ao alojamento, o qual é obrigado a manter a apresentação de testes negativos para acesso desde o dia 25/12 interrutamente até pelo menos dia 10/01, quando maioritariamente estamos a tratar de uma atividade em que o cliente se encontra isolado na sua unidade de alojamento”, acrescenta o comunicado da ADHP, que lamenta o facto de esta relação entre os empreendimentos e os clientes estar, uma vez mais, “a ser posta em causa pela constante mudança de regras muito próximo das datas implementação”.

No entanto, a Associação assegura que vai garantir a segurança de todos os clientes das suas unidades.

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Análise

CTP exige ao Governo apoios às empresas para compensar medidas COVID

Anunciadas que foram as restrições por parte do Governo, a vigorar a partir do próximo dia 25 de dezembro, a CTP pede celeridade nos apoios “para irmos a tempo de salvar empresas e empregos”.

Victor Jorge

Depois do anúncio das medidas para a quadra festiva por parte do primeiro-ministro, António Costa, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) vem “exigir ao Governo apoios às empresas para compensar quebras na atividade devido às medidas de combate à pandemia”.

Em comunicado, a CTP refere que, perante a atual situação pandémica no país, “percebe a necessidade de novas medidas de caráter sanitário anunciadas pelo Governo”, não deixando, contudo, de frisar os “impactos das decisões anunciadas nas atividades ligadas ao turismo que, mais uma vez, é a atividade económica mais afetada por medidas que visam diminuir impactos da pandemia”.

Assim, a CTP demonstra “grande preocupação pelo facto de as medidas restritivas anunciadas pelo Governo não serem acompanhadas por soluções de apoio às empresas, que amenizem os impactos negativos na sua atividade”.

No mesmo comunicado enviado às redações, Francisco Calheiro, presidente da CTP, refere que a confederação “não se pronuncia sobre medidas sanitárias de combate à pandemia”, sentido, no entanto, a necessidade de “demonstrar a preocupação pelo seu impacto económico nas empresas”.

“Mais uma vez, são anunciadas decisões que afetam a atividade turística, sem que em paralelo se anunciem apoios que compensem as novas quebras que as empresas vão ter, isto numa altura em que estamos há quase um ano à espera dos apoios de capitalização às empresas, prometidos depois de anunciados os primeiros pacotes de medidas no âmbito da pandemia”, adianta o presidente da CTP.

Por isso, afirma que esta é “uma bola de neve que está a crescer e as empresas do turismo vão vendo cada vez menos a luz ao fundo do túnel”, concluindo Francisco Calheiros que, “o Governo tem de ser célere na disponibilização de apoios, para irmos a tempo de salvar empresas e empregos”.

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Óbidos vai aplicar taxa turística a partir de 01 de janeiro

Todos os estabelecimentos hoteleiros do concelho de Óbidos passam a aplicar a taxa turística a partir de 01 de Janeiro de 2022, no valor de um euro por hóspede e por noite.

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A Câmara de Óbidos anunciou que todos os estabelecimentos hoteleiros do concelho passam a aplicar a taxa turística a partir de 01 de Janeiro de 2022. A terceira é de vez, já que, por duas vezes tinha adiado a implementação da medida.

A taxa turística, que visa suportar os custos dos serviços de atividades e investimentos associados ao turismo, terá o valor de um euro por pessoa e por noite, a todos os hóspedes com pelo menos 13 anos. A verba foi calculada com base nos indicadores relativos à atividade turística do município, que antes da pandemia, recebia anualmente cerca de um milhão e meio de visitantes, nacionais e estrangeiros.

Segundo a autarquia, entendem-se por custos associados ao turismo questões como a informação e apoio ao turista, o reforço da segurança de pessoas e bens, a realização de obras de manutenção e qualificação urbanística, territorial, patrimonial e ambiental do espaço público, bem como a criação de infraestruturas e pólos de oferta cultural, artística e de lazer.

“Ficam isentos do pagamento, devendo fazer prova através de declaração ou documento equivalente, aqueles que se encontram nas situações cuja estadia seja motivada pela obtenção de tratamentos médicos, pelo período do respetivo tratamento”, explica a autarquia num comunicado.

O regulamento da taxa turística no concelho de Óbidos foi publicado em novembro de 2018 em Diário da República, para entrar em vigor no primeiro dia de dezembro do mesmo ano. No entanto, a sua aplicação foi adiada por, nessa altura, não estar ainda aprovado o regulamento e tabela de taxas e licenças do município, que definiria o valor a cobra. A entrada em vigor do regulamento esteve depois prevista para o início de 2020, mas devido à pandemia de Covid-19 foi novamente adiada, até à atual decisão camarária.

 

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Ryanair crítica decisão de Bruxelas e pede libertação de ‘slots’ antes do verão

A reação era esperada e surge um dia após a aprovação da ajuda à TAP por parte da Comissão Europeia. A Ryanair pede, agora, que os ‘slots’ sejam libertados antes do verão de 2022, de modo a “não dificultar a operação da concorrência e a escolha de companhias aéreas low-cost”.

Victor Jorge

Um dia depois da Comissão Europeia (CE) ter dado a conhecer a decisão favorável ao auxílio dado pelo Governo português à TAP, a Ryanair vem criticar essa mesma decisão anunciada na terça-feira, dia 21 de dezembro, pela Comissária Europeia Margrethe Vestager.

Em comunicado, a companhia liderada por Michael O’Leary, refere que os mais de 2,6 mil milhões de euros em auxílios estatais à TAP “equivalem a 260 euros por cada homem, mulher e criança em Portugal, para uma companhia aérea que transporta apenas 14 milhões de passageiros por ano”.

De resto, as críticas à ajuda dada pelo Estado português à TAP têm sido frequente nas visitas de Michael O’Leary a Lisboa, tendo a Ryanair apelado à Comissária Vestager que “assegurasse que qualquer auxílio estatal à TAP fosse acompanhado por medidas de concorrência realistas que reduzissem o domínio dos ‘slots’ da TAP no Aeroporto de Lisboa”. Michael O’Leary tinha inclusivamente pedido a “libertação” de 250 ‘slots’ (semana) por parte da TAP numa das últimas conferências de imprensa realizadas em Lisboa, salientando agora que, “com plano de redução da frota da TAP em 30%”, a companhia low-cost frisa que “a companhia aérea portuguesa não poderá utilizar todos os ‘slots’ no Aeroporto de Lisboa no Verão de 2022”, solicitando, assim, que os ‘slots’ em Lisboa sejam “libertados até ao verão de 2022 e não adie a decisão até ao inverno”.

Na opinião da Ryanair, a decisão da Comissária Vestager, exigindo que a TAP “apenas” entregue 18 ‘slots’ por dia (menos de 5% do total de ‘slots’ em Lisboa), a partir de novembro de 2022, “permite à TAP continuar a bloquear os mesmos na capital portuguesa e continuar a dificultar a operação da concorrência e a escolha de companhias aéreas low-cost como a Ryanair”.

Por esta razão, a Ryanair questiona a Comissária Vestager “sobre quais os motivos pelos quais a levaram a concluir que o desinvestimento de menos de 5% dos ‘slots’ da TAP em Lisboa – e só a partir de novembro de 2022 – é uma solução adequada à luz da enorme distorção da concorrência que seguirá em Lisboa com 2,6 mil milhões de euros disponibilizados à TAP para efetuar vendas abaixo do custo”.

Se para Michael O’Leary “não há justificação económica para conceder a uma companhia aérea como a TAP mais de 2,6 mil milhões de euros em auxílios estatais, protegendo-a da concorrência no Aeroporto da Portela, em Lisboa”, o CEO da Ryanair avança, no comunicado, que a Comissária Margrethe Vestager “errou, claramente, ao não exigir à TAP a entrega de pelo menos 30% dos seus ‘slots’ diários em Lisboa, equivalente à redução de 30% da sua frota”.

Além de considerar que o adiamento da entrega dos ‘slots’, desde o verão até ao inverno de 2022, “prejudicar ainda mais a concorrência e as escolhas dos consumidores em Lisboa e atrasar a recuperação do Aeroporto da Portela, no decorrer da pandemia”, o apelo feito a Vestager vai no sentido de “parar de conceder auxílios estatais a transportadoras aéreas nacionais sem futuro, e que comece a promover a concorrência e o interesse dos consumidores, acelerando os desinvestimentos significativos de ‘slots’ o mais cedo possível, mesmo quando transportadoras aéreas nacionais recebem milhares de milhões de euros em auxílios estatais desperdiçados”.

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EUA recomendam aos cidadãos para evitarem viagens a Espanha

Espanha passou a fazer parte da lista dos países para onde os cidadãos norte-americanos deverão evitar viajar, tendo passado para o nível 4 com uma perigosidade muito alta.

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O Departamento de Estado norte-americano e o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos da América recomendaram aos seus cidadãos que evitem viajar para Espanha, incluindo país vizinho num lote de oito – Gibraltar, Mónaco, Finlândia, San Marino, Bonaire (uma ilha caribenha pertencente à Holanda), Chade e Líbano – na classificação de alerta “Nível 4: Muito Alto”, da qual já fazem parte até 85 países (Portugal incluído).

O número crescente de infeções em todo o território espanhol disparou o alarme das autoridades norte-americanas, que viram como a incidência do vírus cresceu para 511 casos por 100.000 habitantes, conforme noticiado pelo “US News”.

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