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Universidade Europeia e Universidade do Algarve lançam investigação em Turismo

Protocolo de cooperação entre os dois estabelecimentos visa desenvolver a investigação nas áreas do Turismo e da Hospitalidade, da Economia do Mar e da Saúde.

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A Universidade Europeia e a Universidade do Algarve estabeleceram um protocolo de cooperação, com vista a desenvolver linhas de investigação comuns nas áreas do Turismo e da Hospitalidade, da Economia do Mar e da Saúde.

Tawfiq Rkibi, Reitor da Universidade Europeia, explica em comunicado que “esta parceria destina-se a reunir e potenciar competências de duas instituições em áreas cruciais para a economia portuguesa como é o caso do turismo, das actividades ligadas ao mar e da saúde”.

Neste âmbito, os estabelecimentos de ensino irão ainda a colaborar na construção de ciclos de estudo em co-tutela, estágios, programas de empregabilidade e mobilidade e captação de estudantes internacionais.

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Transportes

easyJet apresentou medidas de sustentabilidade no Connecting Europe Days

Companhia aérea participou no evento para “demonstrar o seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, apresentando uma série de medidas inovadoras para reduzir as suas emissões de carbono ao voar”.

A easyJet participou esta terça-feira, 28 de junho, no Connecting Europe Days, evento especial destinado a reunir políticos, representantes da indústria e a Comissão Europeia para discutir o transporte, a mobilidade e o seu papel na sustentabilidade, e no qual foram apresentados “os esforços que a indústria da aviação está a empreender para se tornar mais sustentável”.

“A easyJet tem o prazer de participar neste evento especial e nele demonstrar o seu compromisso contínuo com a sustentabilidade, apresentando uma série de medidas inovadoras para reduzir as suas emissões de carbono ao voar”, indica a companhia aérea.

Para este evento, que decorreu no Terminal 2 do Aeroporto Lyon-Saint Exupéry, em França, a easyJet promoveu, em colaboração com o projeto ALBATROSS do Single European Sky’s ATM Research (SESAR), um voo entre Lisboa e Lyon que contou com um “plano de voo otimizado e especificamente projetado para mostrar o potencial de economia significativa de CO2, se o Céu Único Europeu for implementado”.

Além disso, acrescenta a easyJet, três dos voos da companhia aérea que partem do aeroporto de Lyon vão passar a ter “uma mistura de 30% de combustível de aviação sustentável (SAF), produzido e fornecido pela TotalEnergies, reduzindo as emissões de cada um desses voos em 27% em comparação com o uso de combustível de aviação convencional”.

Na informação divulgada, a easyJet explica que cada um dos seus voos “já é 100% compensado, sem custos adicionais para os clientes” e que a companhia aérea “só investe em projetos certificados pelo Gold Standard ou pelo Verified Carbon Standard, programas de certificação reconhecidos internacionalmente”.

“A companhia aérea opera a sua moderna frota de aviões de forma eficiente e visa preencher a maioria dos seus lugares para assim reduzir as emissões de CO2 por passageiro”, acrescenta a easyJet.

A transportadora aérea low cost explica que a preocupação com a sustentabilidade dos seus voos a levou, no ano passado, a juntar-se à Race to Zero, a campanha global apoiada pela ONU para atingir emissões líquidas de carbono zero até 2050, tendo também publicado recentemente a sua meta de melhoria da intensidade das emissões de carbono de 35% até 2035.

“Em última análise, é a ambição da easyJet voar em aviões de emissão zero de carbono e a companhia aérea está a trabalhar com vários parceiros em todo o setor, incluindo Airbus, Rolls-Royce, GKN Aerospace, Cranfield Aerospace Solutions e Wright Electric, para acelerar o desenvolvimento de tecnologia de aviões com emissão zero de carbono e a infraestrutura necessária”, lê-se no comunicado divulgado.

Além destas ações, a easyJet também eliminou mais de 36 milhões de itens de plástico descartáveis​​usados​​nos seus voos e também adotou os novos uniformes da tripulação feitos de garrafas plásticas recicladas.

“Como companhia aérea líder na Europa, a easyJet está empenhada em trabalhar com a indústria e os governos para apoiar e acelerar esta mudança necessária. No entanto, a descarbonização total não pode acontecer sem o apoio do governo para implementar o Céu Único Europeu e incentivar novas tecnologias. Cabe a todos nós proteger os benefícios da aviação para as próximas gerações e, ao mesmo tempo, garantir que fazemos todo o possível para proteger o nosso planeta”, afirma Thomas Haagensen, diretor de Mercados e Marketing do Grupo easyJet e responsável pela sustentabilidade no Conselho Executivo da companhia aérea.

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Tecnologia

Amadeus e a IE University expandem rede Travel4Impact para PME turísticas

A Amadeus e a IE University acabam de lançar a segunda edição do Travel4Impact em toda a Europa, apoiando as PME no papel crítico que desempenham na renovação em curso das viagens e do turismo.

Trata-se de um projeto de colaboração concebido para apoiar a indústria das viagens e turismo, melhorando a competitividade e o impacto positivo das pequenas e médias empresas.

A rede Travel4Impact apoia as PME que se concentram na digitalização e sustentabilidade como parte da sua estratégia. Esta iniciativa, que faz parte da estratégia de Responsabilidade Social Empresarial do Amadeus, é 100% subsidiada para as PME e inclui formação, tutoria e oportunidades de trabalho em rede.

Mais de 20 PME europeias do turismo serão selecionadas e convidadas a participar na fase de plataforma de lançamento. As pequenas e médias empresas interessadas em aderir ao projeto Travel4Impact devem preencher um formulário antes de 31 de julho, que pode ser encontrado na página web do Travel4Impact. Além disso, nos dias 05 e 13 de julho, pelas 17 de Portugal haverá sessões de informação à qual as PME podem aderir.

O objetivo a longo prazo desta iniciativa é a criação de uma rede global. O projeto teve início em 2021 em Espanha e foi concebido para evoluir para uma comunidade internacional.

Segundo Esther Villena, Head of Corporate Social Responsibility da Amadeus, 85% dos participantes na plataforma de lançamento consideram que os seus negócios têm melhores expectativas futuras graças à participação nesta iniciativa, em comparação com quando se iniciou o programa em 2021.

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Aviação

Governo neerlandês quer cortar 20% das operações no aeroporto de Schiphol

Os planos do Governo neerlandês em cortar 20% dos voos no aeroporto de Amsterdão (Schiphol) não caíram bem na indústria da aviação.

O Governo neerlandês está a planear cortar em cerca de 20% as operações no aeroporto Schiphol (Amsterdão) com o intuito de reduzir a poluição sonora.

Pelo que é relatado na imprensa do país, este corte limitará a 440 mil os voos no aeroporto da cidade neerlandesa em novembro de 2023, pelo que, se a medida for aprovada, as autoridades neerlandesas não prolongarão mais os esforços com medidas relacionadas com questões sonoras.

A indústria da aviação já veio comentar esta possível aprovação por parte do Governo de Mark Rutte, admitindo tratar-se de um “golpe tremendo” para a aviação, emprego e economia, com os responsáveis da Air France-KLM a frisar que esta decisão poderá “cortar a capacidade de Schiphol funcionar com um ‘hub’”.

A KLM comentou, inclusivamente, que esta decisão fará com que terá de se “livrar” de aviões mais pequenos e concentrar-se em unidade de maior porte. “A rede intrincadamente conectada da KLM – que atualmente serve 170 destinos – não será mais sustentável”, referiu a companhia aérea.

Já Olivier Jankovec, diretor-geral da ACI EUROPE, salienta que “a decisão do Governo reduzirá a capacidade do aeroporto e tornará os Países baixos mais pequenos”.

Do lado da International Air Transport Association (IATA), Willie Walsh, diretor-geral da associação, “o plano do Governo neerlandês limitará drasticamente a conectividade aérea que apoiou grande parte da economia do país”.

De referir ainda o Executivo neerlandês já declarou que não tomará qualquer decisão relativamente á abertura do aeroporto de Lelystad, antes do verão de 2024. Esta segunda infraestrutura aeroportuária na cidade de Amsterdão seria construída para dar à KLM uma oportunidade para se expandir, frisando o Governo que “precisa de resolver questões de rotas e uma licença referente a questões ambientais” antes de abrir o novo aeroporto.

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Tarrafal Alfândega Suites é a nova unidade hoteleira da Oásis Atlântico em Cabo Verde

A inauguração terá lugar na próxima sexta-feira, 1 de julho, no novo empreendimento.

O grupo Oásis Atlântico vai inaugurar esta sexta-feira, 1 de julho, um novo empreendimento, o Tarrafal Alfândega Suites.

Localizado na Baía do Tarrafal, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde, o edifício da antiga alfândega foi agora transformado numa unidade de 20 apartamentos, “todos com vista para o mar”, como indicado pelo grupo em comunicado.

O projeto turístico pretende “valorizar o património cultural, local e nacional, estimulando a economia da região”. Por essa razão, os detalhes arquitetónicos da traça original do edifício histórico foram preservados.

Para além dos apartamentos, o Tarrafal Alfândega Suites dispõe de um espaço de restauração, o “Restaurante Malagueta”, com terraço com vista para o mar e uma ementa que promete “refeições ligeiras e saudáveis”.

O cocktail de inauguração deste empreendimento contará com a presença do primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, bem como de diversas entidades institucionais.

O grupo Oásis Atlântico tem um portefólio de oito hotéis, nomeadamente: Hotel Belorizonte e Hotel Salinas Sea (Ilha do Sal, Cabo Verde); Hotel Praiamar (Santiago, Cabo Verde); Hotel Porto Grande (S.Vicente, Cabo Verde); Hotel Fortaleza e Hotel Imperial, no Brasil, e os hotéis Hotel Saidia Palace & Hotel Blue Pearl, em Marrocos.

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Transportes

Procura crescente por viagens exigem levantamento de restrições, pede ACI World

Com a forte procura por viagens e apesar das restrições ainda em vigor na Ásia, a ACI World estima que o tráfego de passageiros a nível global atinja 77% dos níveis registados em 2019, representando mais de 7 mil milhões de passageiros a nível mundial.

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No seu relatório trimestral, o Airports Council International (ACI) World salienta um impacto positive e imediato na procura global por viagens, “renovando o otimismo da indústria”. No entanto, frisa a ACI World, esta realidade “expôs ainda mais a recuperação desigual, uma vez que os principais mercados de aviação na Ásia-Pacífico ficam atrás dos seus pares ocidentais, pois continuam parcialmente fechados ao tráfego internacional”.

Os números da ACI World estimam uma melhoria significativa no tráfego de passageiros a nível global, já que, em 2022, deverá atingir 77% dos níveis registados em 2019, prevendo-se um total de 7,1 mil milhões de passageiros a nível mundial.

Relativamente ao ano de 2021, a ACI World refere que a COVID retirou 4,6 mil milhões de passageiros, comparado com os dados de 2019, representando uma perda de 50,3% do tráfego global de passageiros. Para os dois anos de pandemia, o conselho estima que se tenham perdido mais de 10 mil milhões de passageiros nos aeroportos mundiais.

Luís Felipe de Oliveira, diretor-geral do ACI World, refere no relatório que, com base nos dados mais recentes, “não há dúvida de que muitos viajantes estão ansiosos para retomar as viagens e os volumes do início do verão são uma prova disso” Depois da “privação de férias” e um crescente aumento na confiança nas viagens aéreas, proporcionado pelo aumento das taxas de vacinação e medidas de segurança, o responsável do conselho antevê que “o relaxamento das restrições ajudará a aumentar a propensão para as viagens aéreas e impulsionar a recuperação do setor”.

Luís Felipe de Oliveira admite que, “com muitos países a tomarem medidas para o retorno a uma certa normalidade, levantando quase todas as medidas de saúde e restrições de viagens, esperamos um salto na procura por viagens aéreas no segundo semestre de 2022”.

Contudo e mesmo com as tendências atuais relativamente ao tráfego aéreo, o ACI World considera que “ainda há muita incerteza em torno da recuperação do setor de aviação, principalmente no médio e longo prazo”. Embora muitos indicadores apontem para a recuperação, o setor também enfrenta “alguns ventos contrários, incluindo conflitos geopolíticos, inflação, risco de desaceleração económica, interrupções na cadeia de abastecimento, escassez de mão de obra e possíveis novas vagas de COVID”, lê-se no relatório.

No entanto, apesar dos riscos negativos, a indústria continua “confiante de que o potencial de recuperação para níveis de 2019 surja dentro de dois ou três anos”.

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Destinos

Conselho Europeu prorroga Certificado Digital COVID da EU por mais um ano

O Certificado Digital COVID da UE tem, agora, validade por mais um ano, terminando a 30 de junho de 2023.

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O Conselho Europeu (CE) deu, esta terça-feira, 28 de junho, luz verde à prorrogação do regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE, salientando que o certificado “contribuiu significativamente para facilitar a livre circulação das pessoas durante a pandemia”.

O regulamento que cria o Certificado Digital COVID da UE será prorrogado por um ano, até 30 de junho de 2023. A prorrogação do regulamento assegurará que os viajantes da UE, bem como os provenientes de países terceiros ligados ao sistema, possam continuar a utilizar o seu Certificado Digital COVID da UE para viajar na União nos Estados‑Membros em que esses certificados sejam exigidos.

O Conselho Europeu frisa, contudo, que “se a situação sanitária o permitir, o regulamento pode também ser revogado antes da data estabelecida”.

Esta prorrogação inclui uma obrigação de a Comissão apresentar um relatório pormenorizado até 31 de dezembro de 2022. Esse relatório poderá ser acompanhado de propostas legislativas que permitam reavaliar a necessidade de revogar ou prorrogar a utilização do certificado, consoante a evolução da situação sanitária. Além disso, o CE refere que esta prorrogação compreende uma “clarificação de que os certificados de vacinação deverão refletir todas as doses administradas, independentemente do Estado‑Membro onde as pessoas tenham sido vacinadas”, bem como a possibilidade de emitir um certificado de recuperação na sequência de um teste de antigénio; o alargamento da gama de testes de antigénio autorizados para a obtenção de um certificado COVID; e a possibilidade de autorizar a emissão de certificados de vacinação às pessoas que participam em ensaios clínicos.

 

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Turismo

Turismo e lazer motivam mais de oito mil queixas à Deco

Atrasos de voos, cancelamentos de viagens, testes covid para entrar e sair do país, vouchers para utilizar mais tarde e reembolsos não conseguidos motivaram, desde o início do ano, mais de oito mil queixas dos consumidores às empresas que operam nas áreas de turismo e lazer, revela a Deco.

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A Deco Proteste recebeu, nos primeiros seis meses deste ano, um total de 8.773 reclamações dos consumidores em relação às empresas que operam no setor do turismo e lazer, número que subiu 128%, ou seja, mais do que duplicou face às 3.844 reclamações deste setor registadas no ano passado.

O número de reclamações subiu, segundo a entidade de defesa do consumidor, particularmente em abril, coincidindo com as férias da Páscoa, que refere ser um fenómeno que se explica facilmente com o regresso dos portugueses às muitas viagens adiadas durante os últimos dois anos de sucessivos confinamentos.

Com efeito, “os anos 2020 e 2021, mergulhados na pandemia de Covid-19, obrigaram a suspender muitas viagens já planeadas e converteram alguns dos valores pagos em vales (vouchers) para utilização posterior. A utilização dos vales nem sempre foi pacífica entre consumidores e operadores turísticos, gerando uma onda de reclamações sobre os prazos de validade dos vales e as condições impostas para a sua validação”, noticia a Deco Proteste na sua página oficial. Desde o início de 2020, a entidade recebeu 1.785 queixas relacionadas com vouchers de viagens, acrescenta.

Cumprir as obrigações de testagem impostas pelo Governo para entrar e sair do país também não foi fácil para muitos consumidores. Os atrasos de alguns voos deixaram expirar o prazo de validade de muitos testes feitos propositadamente para a ocasião, sem que fosse possível voltar a repetir o teste à covid em tempo útil para seguir viagem, pode-se ler.

A estas reclamações, destaca ainda a Deco, juntaram-se muitas outras relacionadas com atrasos e cancelamentos de viagem, pedidos de reembolso e de indemnização, além de queixas sobre estadias em locais que não correspondiam às expectativas anunciadas no momento da reserva.

A entidade sublinha ainda que, neste setor, e registados no Portal Reclamar, que mantém um canal de comunicação direto com as empresas reclamadas, garantindo um tratamento mais rápido e eficaz de cada uma das queixas ali registadas, ou seja, no máximo de cinco dias, as queixas à TAP ocupam a quinta posição de todas as empresas mais reclamadas, em todos os setores de atividade. Fazem ainda parte da lista de dez empresas mais reclamadas a E-dreams.

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Destinos

China reduz período de quarentena para visitantes internacionais

O período de quarentena para visitantes estrangeiros que pretendam entrar na China foi reduzido de 21  para sete dias em instalações designadas pelo governo, mais três no domicílio.

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O período de quarentena para visitantes estrangeiros que pretendam entrar na China foi reduzido de 21  para sete dias em instalações designadas pelo governo, mais três no domicílio, avança a Lusa, que cita a Comissão Nacional de Saúde chinesa.

As novas regras foram anunciadas esta terça-feira, 28 de junho, mas algumas das medidas já se encontram em vigor desde o início do mês em Pequim, assim como nas províncias de Hubei, Zhejiang e Jiangsu.

O alivio de restrições na China surge depois de a maioria dos países do mundo ter abolido barreiras para viagens internacionais e representa a mudança mais significativa relativamente à COVID-19 no país, uma vez que a China continua a seguir uma política de ‘zero casos’, mantendo, por isso, as fronteiras praticamente encerradas a cidadãos estrangeiros, desde março de 2020.

Com a mudança, os estrangeiros passam também a poder, desde 20 de junho, visitar familiares chineses diretos ou viajar para o país, caso tenham residência permanente na China continental, não precisando de apresentar uma carta convite de uma autoridade de nível provincial, ao solicitar um visto de trabalho, como acontecia até aqui.

As autoridades da aviação civil da China também disseram, no início deste mês, que o número de voos internacionais está a aumentar e que estão a falar com vários países para ampliar o número de rotas, tendo várias companhias aéreas na China indicado ainda que estão a planear lançar novas rotas internacionais.

Apesar disso, a Lusa lembra que os voos para a China continuam sujeitos à política do “circuit breaker” (‘interruptor’), o que quer dizer que, quando são detetados cinco ou mais casos a bordo, a ligação é suspensa por duas semanas. Caso haja dez ou mais casos, a ligação é suspensa por um mês.

As autoridades chinesas anunciaram na semana passada, por exemplo, a suspensão da ligação aérea entre Portugal e a China pelo período de um mês, após detetarem dez casos de covid-19, a 12 de junho, num voo oriundo de Lisboa.

 

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Transavia voa entre o Porto e Lyon com 30% de combustível SAF

Companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM revela que esta iniciativa é uma das ações identificadas pelo grupo “para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa”.

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A Transavia realizou esta terça-feira, 28 de junho, um voo entre o Porto e Lyon, em França, que utilizou, pela primeira vez, 30% de combustível SAF (combustível de aviação sustentável), numa iniciativa que, segundo a companhia aérea low cost do grupo Air France/KLM, faz parte das ações do grupo “para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa”.

“O Grupo Air France KLM está comprometido, há vários anos, com a redução da sua pegada de carbono. A sua vontade passa, hoje, por acelerar a sua transição ambiental, ativando todas as alavancas à sua disposição e favorecendo o surgimento de soluções inovadoras. O Grupo definiu uma trajetória para atingir zero emissões líquidas até 2050”, indica a Transavia, explicando que, a curto prazo, o grupo pretende reduzir as emissões de CO2 por passageiro-quilómetro em 30% até 2030 face a 2019.

Para reduzir as emissões poluentes, acrescenta a companhia aérea, um dos trunfos que estão atualmente ao dispor da aviação é o SAF, que corresponde a um tipo de combustível de “origem não fóssil”, produzido a partir de “resíduos industriais ou domésticos e que não competem com a alimentação humana”.

Segundo a Transavia, estes tipos de combustíveis “podem reduzir as emissões de CO2 numa média de 80% ao longo de todo o ciclo de vida e desempenhar um papel essencial na descarbonização do transporte aéreo”, motivo pelo qual, este ano, França passou a exigir que os fornecedores de combustíveis incluam 1% de SAF nas suas vendas de carburantes.

“Estamos entusiasmados por operar este voo que incorpora 30% de combustível de aviação sustentável. É uma importante iniciativa que desejávamos para estes dias de reflexão sobre a mobilidade, os Connecting Europe Days, que se realizam em Lyon. Estamos a mobilizar todas as alavancas para reduzir as nossas emissões de CO2: os SAF, a ecopilotagem que permite reduzir as nossas emissões em 3 a 5% por voo, e vamos chegar a -15% de emissões graças à próxima renovação de nossa frota”, sublinha Sébastien Mir, diretor de Qualidade, Segurança e Ambiente da Transavia France.

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África do Sul elimina todas as restrições da Covid-19 para salvar turismo

A África do Sul acaba de levantar todas as todas as restrições da Covid-19. Elimina testes e vacinação para entrada de viajantes no país, bem como o uso obrigatório de máscaras e limitações em reuniões, eventos e conferências.

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Depois de mais de dois anos, o levantamento das restrições permitirá à África do Sul recuperar a sua competitividade turística face a outros destinos africanos. A decisão é do Conselho de Coordenação Presidencial, que determinou a revogação de todas as restrições restantes da Covid-19, uma vez que haviam servido ao seu propósito, mas não eram mais necessários.

A eliminação das restrições no setor MICE permitirá o regresso de delegados, expositores e viajantes de negócios de todo o mundo.

Para o turismo sul-africano, a decisão beneficiará toda a cadeia de valor do setor, acelerando a recuperação das chegadas e da rentabilidade.

o diretor-geral interino da agência nacional de turismo da África do Sul, Themba Khumalo, qualificou a decisão como um passo na direção certa que “vai beneficiar significativamente toda a cadeia de valor do sector do turismo”, acelerando a retoma do turismo, números de chegadas de turistas e níveis de rentabilidade pré-pandemia.

Antes da pandemia o setor das viagens e turismo gerava 1,5 milhões de empregos e contribuía com 25,349 milhões de euros para a economia sul-africana, o que representava 8,6% da atividade económica total do país.

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