Tryp Aeroporto quer ser um “hotel de Lisboa”

Por a 14 de Janeiro de 2014 as 17:47

A funcionar em soft-opening, o Tryp Lisboa Aeroporto abriu portas a 31 de Dezembro de 2014 e convida a uma ‘viagem’ pela capital portuguesa. A nova unidade da Hoti Hotéis é inaugurada oficialmente a 12 de Março de 2014, no primeiro dia da BTL.

Entrar no novo Tryp Lisboa Aeroporto é como fazer uma ‘aterragem’ na capital portuguesa. Nesta unidade de quatro estrelas “superior”, como qualificada por Manuel Proença, todos os pormenores foram levados em consideração e prometem levar os hóspedes a conhecer um pouco melhor os bairros e monumentos icónicos da cidade de Lisboa.

Com 168 quartos dispersos por andares nomeados com nomes de bairros ou zonas tradicionais, como Terreiro do Paço, Mouraria ou Alfama, o Tryp Lisboa Aeroporto – a 150 metros do aeroporto – resulta do investimento de cerca de 18 milhões de euros, dos quais 600 mil euros provenientes de apoio do QREN, embora reembolsáveis, explicou Manuel Proença, do grupo português, indicando que o terreno onde a unidade está situada é fruto de um contrato de concessão com a ANA – Aeroportos de Portugal, com a duração de 40 anos com possibilidade de prolongação por mais dez.

Com a consultoria de Nini Andrade na decoração, este hotel “respira inovação e faz diferenciação em relação aos outros da mesma categoria”, afirmou o responsável, indicando que é uma unidade, tal como o Hotel da Música, no Porto, “baseada numa temática”, desta feita o “o aeroporto e a cidade de Lisboa.”

“E quando digo a temática Lisboa queria salientar outro aspecto: isto não é um hotel só de aeroporto, ou seja, não queremos ser vistos apenas como tal. É o único hotel de aeroporto, mas é um hotel da cidade de Lisboa. Temos o metropolitano aqui perto, através do qual em poucos minutos estamos em qualquer ponto da cidade; estamos a três quuilo0metros do Parque das Nações, onde está outro Tryp; e, portanto, queremos ser um hotel de Lisboa”, afirmou Manuel Proença, destacando que a decoração da unidade recorda quer o aeroporto – com a recepção a fazer de balcão de check in e o bar em forma de asa de avião –; quer a capital portuguesa, com as referências aos monumentos, por exemplo, nas alcatifas e paredes, nos nomes dos andares, salas de reuniões, escritórios ou restaurante (‘Rossio’ e, a sala mais privada, ‘Restauradores’). “Há uma associação clara”, frisou.

A nova unidade é, ainda, constituída por vinte salas de reuniões, num total de 1.500 m2, um das quais com capacidade até às 450/500 pessoas em plateia; um serviço de escritório virtual; serviço de lavandaria; wellness spa (ainda em fase de conclusão) com spa, ginásio, piscina interior climatizada, piscina para crianças e piscina exterior, banho turco, sauna e hidromassagem; Internet gratuita e parque de estacionamento.

O shuttle que deverá transportar os hóspedes entre o aeroporto e o hotel está ainda em estudo com a ANA, de forma a encontrar a melhor solução.

Manuel Proença referiu, ainda, que a abertura deste hotel, originar 60 empregos directos e cerca de 30 a 40 indirectos.

 

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