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Arqueologia subaquática no Funchal com elevado potencial turístico

Navios naufragados do século XVIII e XIX encontram-se nas profundezas da baía do Funchal.

Raquel Relvas Neto
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Arqueologia subaquática no Funchal com elevado potencial turístico

Navios naufragados do século XVIII e XIX encontram-se nas profundezas da baía do Funchal.

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Cem naufrágios de navios dos séculos XVIII e XIX fazem do mar do Funchal um potencial científico e turístico, considera o investigador do Centro de História de Além-Mar José Bettencourt, que lidera um projecto para avaliar este património.

“Numa análise muito preliminar ainda, os registos que temos são de aproximadamente cem naufrágios no entorno ao porto do Funchal, o que é uma quantidade bastante significativa”, disse José Bettencourt à Lusa.

Segundo o especialista em arqueologia subaquática, “a maior parte desses registos é de navios do século XVIII e XIX”, mas há “alguns mais antigos, como um galeão espanhol que naufragou em 1622” e que, “se fossem descobertos, teriam e têm um potencial científico muito relevante”.

O responsável esclareceu que a zona do porto e de aproximação a este são “áreas mais perigosas para a navegação, porque são aquelas que têm maior tráfego marítimo”, e “é aí que se dá a maior parte das perdas”, pelo que estas “são, sempre, em todo o país, as zonas mais ricas do ponto de vista arqueológico”.

“O porto do Funchal, por textos que nós conhecemos, era conhecido como um dos portos mais difíceis e, para muitos estrangeiros, o parar no Funchal era sempre uma aventura”, adiantou, reconhecendo que a zona tem um património subaquático decorrente dos naufrágios, mas a pesquisa pode encontrar um obstáculo no assoreamento.

 

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Turismo

Sol & Praia? Portugal tem muito mais para oferecer, referem especialistas na “Visit Portugal Conference 2024”

A 2.ª edição da conferência “Visit Portugal Conference”, organizada pelo Turismo de Portugal, serviu para explorar as mais recentes tendências do turismo global, descobrir as novidades sobre alguns mercados internacionais, segmentos no turismo, mas também sobre a perceção que os mercados emissores possuem sobre Portugal. Uma coisa ficou certa: Portugal tem muito, mas mesmo muito para oferecer ao turista internacional.

Pelo segundo ano, o Turismo de Portugal organizou a “Visit Portugal Conference”, desta vez para com o propósito de entregar valor e informação útil às empresas do setor, beneficiando do conhecimento in loco das equipas de turismo nos mercados externos, foram vários os especialistas que deixaram a sua opinião sobre o que está a acontecer, mas fundamental, quais as tendências no turismo global.

Dirk Herber, Global Head of Thought-Leadership da Dentsu, as 12 tendências que irão moldar o turismo do future. Assim, para o responsável da Dentsu, sustentabilidade, inclusão, ativismo universal, a economia dos mais idosos, o “bleisure”, as mulheres, o equilíbrio entre o ‘overtourism’ e o ‘undertourism’, o turismo virtual, a relação com as marcas, novas tribos, os guardiões digitais e o conteúdo imersivo, irão estar no centro do que será o turismo no futuro.

Para Dirk Herbert há que ter em atenção que, em 2030, o mundo terá 8,5 mil milhões de habitantes, sendo que as regiões com maior crescimento populacional estarão na África Subsariana, Sudeste asiático e Médio Oriente. Além disso, há que notar que, em 2030, existirão mais de mil milhões de pessoas com mais de 65 anos de idade, o equivalente a 12% da população mundial e que a classe média será constituída por cerca de 5,3 mil milhões de pessoas. Para finalizar, a última chamada de atenção quanto à questão populacional, é que, em 2030, será mais de cinco mil milhões as pessoas a viver em cidades.

Por isso, questões como as alterações climáticas, a maior transferência de riqueza na história da humanidade, bem como a evolução e poder da Inteligência Artificial farão parte do “novo normal”.

Todas estas questões terão de ser tidas em conta pelo universo do turismo a nível global, referindo Dirk Herbert que, “quem as assumir mais rapidamente e se adaptar a esta transformação, mais capacidade de resposta e melhor posicionado estará para responder às exigências dos turistas”.

Já Lapo Elkann, diretor Criativa da Italia Independent, profissional que passou por algumas das mais icónicas marcas italianas, salientou que “o que falta a Portugal é massa critica e um trabalho em conjunto”. Dando o exemplo de produtos que cumprem os mais altos standards de qualidade mundial – vinho, gastronomia, cortiça, têxtil, entre outros – Elkann frisou que, “agora é preciso trabalhar em conjunto para o bem de todos, ou seja, de Portugal e criar marcas fortes que consigam transmitir a qualidade que o vosso país tem para oferecer ao mundo”.

De resto, o vinho e a gastronomia estiveram em foco nesta conferência do Turismo de Portugal onde se destacou, de facto, a importância que estes segmentos poderão e deverão ter na afirmação a nível global.

Mas também o Turismo Literário e a ligação de Portugal com o mar e a natureza foram referenciados como produtos e segmentos onde Portugal deve apostar para se afirmar num mundo turístico cada vez mais concorrencial e competitivo.

Sheree Mitchell, presidente da Immersa Global, frisou que “Portugal terá de ter cuidado quando refere uma oferta de luxo. Quando se posiciona num mercado como os EUA, por exemplo, a noção de luxo é completamente diferente e poderá levar o consumidor ao engano”. Por isso, segundo Sheree Mitchell, “é melhor apostar e promover a qualidade e o serviço do que está a colocar tudo no mesmo saco do luxo”. Até porque, segundo a mesma, “muitas vezes palavra luxo “até poderá afastar muitas pessoas, já que julgam, à partida, que se trata de algo inatingível. Mas todos gostam de qualidade e de um serviço de excelência”.

Da Alemanha, por exemplo, veio a sugestão da autenticidade e de “quererem mais do que podem suportar”, uma vez que, na opinião de Oliver Zahn, Chairman do DRV Outbound Tourism Committee, “isso poderá subverter tudo o que até agora foi conquistado por Portugal”.

Porque, no final, ficou a certeza: Portugal tem muito mais para oferecer do que Sol & Praia.

Sobre o autorVictor Jorge

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Açores: Associação de Municípios do Triângulo veio a Lisboa mostrar oferta diferenciada dos três destinos

Com o seu slogan e imagem de marca – “Uma viagem, três destinos” – a Associação de Municípios do Triângulo (AMT) açoriano, que agrupa as ilhas do Faial, Pico e São Jorge, e os municípios da Horta, Lajes, Madalena, São Roque, Calheta e Velas, veio a Lisboa mostrar a oferta turística diferenciada dos três destinos no contexto do Arquipélago dos Açores.

Num almoço com jornalistas, esta terça-feira, em Lisboa, o presidente da Associação de Municípios do Triângulo (AMT) açoriano e também presidente da Câmara Municipal de Velas (ilha de São Jorge), Luís Silveira, explicou porque é que vale a pena visitar o Triângulo açoriano: “Nas três ilhas e nos seis concelhos temos uma coisa em comum que é o bem receber dos açorianos, mas depois temos três paisagens diferentes, gastronomias diferentes, uma cultura diferente, e isso, porventura, será uma das melhores experiências para quem visita os Açores”.

Luís Silveira lembrou que com o dinheiro de uma viagem é possível visitar três ilhas que formam o Triângulo, porque estando numa delas, com cerca de 20 euros conseguimos deslocarmos às outras duas, daí este slogan, que é a nossa imagem de marca “Uma viagem, três ilhas”.

A grande proximidade entre estas três ilhas possibilita o desenvolvimento de um produto turístico muito particular: as boas ligações permitem aos visitantes conhecer facilmente as três ilhas numa mesma viagem, enquanto os contrastes lhes oferecem três cenários diferentes dentro do destino agregador que é o Triângulo açoriano.

De facto, conforme disse, pese a sua proximidade geográfica, as ilhas do Triângulo são muito distintas, com atributos naturais, culturais e económicos próprios.

O dirigente realçou, na sua intervenção a importância do turismo interno do continente, “que é determinante para nós e que está cada vez mais em ascendência para um destino que se diz estar na moda, que é os Açores”, reforçando, no entanto, que “o Triângulo é um produto muito forte”. Além de estar presente na BTL, a Associação pretende promover este triângulo nomeadamente através da organização de presstrips.

Para este mercado do continente chegar ao Triângulo dos Açores têm duas portas de entrada com voos diretos de Lisboa: Aeroporto da Horta, no Faial, e Aeroporto do Pico, na ilha do Pico. A ligação entre as ilhas é realizada por via marítima, com custo reduzido, conforme referido, permitindo uma conexão rápida e cómoda entre os três destinos. No entanto, também, ligações aéreas entre ilhas (inclusivamente, fora do Triângulo), embora algumas com escala.

No entanto, as ilhas do Triângulo têm recebido turistas internacionais, sobretudo dos países europeus com climas mais frios, mas acolhem também cada vez mais italianos e espanhóis.

Refira-se que a AMT surge como uma entidade agregadora dos interesses dos seis municípios, procurando potenciar o desenvolvimento económico e sociocultural das ilhas que compõem o Triângulo e contribuir para a sua afirmação como polo de valor para a Região Autónoma.

Em declarações ao Publituris, o presidente explicou que a promoção e dinamização do Triângulo enquanto destino turístico é um eixo central deste projeto de desenvolvimento, em que a natureza assume um papel de destaque.

Sublinhou que com a cada vez maior tendência do viajante procurar tirar o maior proveito possível de uma viagem, a possibilidade de oferecer três experiências distintas, mas complementares, numa só visita afigura-se como um forte atrativo do Triângulo.

Luís Silveira destacou que, embora o objetivo da Associação seja o desenvolvimento do Triângulo nos setores primários, agricultura, pescas ou na vertente social, mas “tem uma forte aposta no turismo porque é um dos setores que está em franco crescimento” nas três ilhas e nos seis concelhos.

“Para a nossa sustentabilidade económica e ambiental, é importante o turismo e há aqui uma grande aposta para promover o destino Triângulo dentro do destino Açores e em que envolve, como não podia deixar de ser, o setor privado”, apontou o dirigente.

A oferta está a crescer, assegurou o presidente da AMT, tanto na hotelaria tradicional como no alojamento local, turismo rural e turismo de habitação “com muita qualidade, boa restauração, e tudo que advém do turismo como empresas de rent-a-car, de animação turística, sobretudo ligada à natureza. Oferecemos muitos percursos pedestres, e programas no mar para avistar golfinhos e baleias, e cada vez há mais oferta de desportos radicais”, mas alertou, “há uma coisa que está intrínseca nos açorianos em geral e também destas três ilhas: é manter o destino sustentável em termos ambientais”. defendeu Luís Silveira em declarações ao Publituris.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

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Octant Vila Monte | Créditos: DR

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Octant Hotels aposta em remodelações focadas em novas experiências

Os Octant Hotels e os Hotels & Resorts da Discovery Hotel Management (DHM) registaram receitas de 100 milhões de euros em 2023, mais 25 milhões em relação a 2022. Agora, o grupo prepara-se para remodelar cinco hotéis da marca Octant para proporcionar novas experiências aos clientes.

O grupo Discover Hotel Management (DHM), que tem sobre a sua alçada os Octant Hotels e os Hotels & Resorts, vai apostar em remodelações em cinco hotéis Octant.

O investimento nestas remodelações acontece após um ano de 2023 em que os Octant Hotels e os Hotels & Resorts obtiveram receitas de 100 milhões de euros, um aumento de 25 milhões de euros face a 2022, ano em que ambas as marcas hoteleiras da DHM registaram uma receita de 75 milhões de euros.

As renovações deste ano vão visar os hotéis Octant Douro, Évora, Praia Verde, Ponta Delgada e Vila Monte, com o objetivo de “continuar a estratégia de solidificação dos Octant e a aposta na qualidade dos serviços”, como refere Miguel Molina, Sales Manager Octant Hotels, em entrevista ao Publituris.

Desta forma, o Octant Douro, de 61 quartos, passará a contar com mais 20 novas villas contíguas ao hotel, cuja construção começou o ano passado. Destas, 18 villas vão ter um quarto e duas vão contar com dois quartos, além de quatro destas villas contemplarem piscinas privativas. Apesar destas villas ainda não terem data de abertura definida, o grupo espera que duas das villas possam ser inauguradas em abril deste ano.

Já no Octant Évora vão ser dedicados seis hectares a experiências de bem-estar e para crianças, com a construção de cabanas em madeira para os mais novos, em frente a um espelho de água, uma torre de observação de fauna, flora e estrelas com cerca de cinco metros de altura e um deck para eventos sociais, como casamentos, e eventos corporativos. Vão ser ainda construídos dois quilómetros de trilhos para caminhadas à volta do hotel.

Renovações com o intuito de “consolidar a marca” e conquistar novos mercados

Em Castro Marim, o Octant Praia Verde fecha no próximo mês de março para a renovação das áreas públicas e quartos, prevendo-se que só abra em 2025, altura em que o grupo estima que a renovação esteja terminada. A obra vai contemplar também o aumento do espaço de restauração para mais 160 lugares, a construção de cerca de 20 quartos e suites, um spa e uma nova piscina.

No Octant Ponta Delgada, onde o grupo já renovou as áreas comuns de lobby, bar e rooftop, é esperado o término da renovação dos quartos com novas tipologias, com destaque para os quartos familiares com beliche. A obra deverá estar pronta “a tempo da época alta”, no verão, na mesma altura em que a marca prevê terminar uma nova área de Kids Club no Octant Vila Monte, em Moncarapacho, Olhão.

Na área de Hotels & Resorts da DHM, destaque para a remodelação do Eden Resort, cujo projeto de remodelação vai trazer piscinas aquecidas às villas já existentes, um aumento do espaço de esplanada, a criação de um Kids Club e de uma tenda de circo para o verão.

“Queremos que cada hotel represente a zona específica do país em que está [inserido] e queremos que essa experiência seja muito individualizada, por isso, o investimento feito em cada um destes hotéis é muito adaptado à realidade de cada hotel. Raramente temos investimentos em comum de experiências que resultem em todos eles, porque cada hotel é muito diferente”, explica Miguel Molina.

Numa nota final, o profissional afirma que ainda existem “muitos mercados para conquistar” dentro da marca Octant Hotels, apontando para o crescimento “muito grande” do mercado dos Estados Unidos da América (EUA) e para o facto de pretenderem manter os mercados europeu, do Canadá e do Brasil. Apesar do interesse nestes mercados internacionais, o nacional também merece a atenção da marca.

“Há uma preocupação muito grande em manter o mercado nacional, daí que grande parte das experiências sejam algo com que os portugueses se identifiquem e pelas quais nos procuram”, termina Miguel Molina.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

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Operadores do grupo Newtour lançam campanhas especiais de vendas para a BTL

Os operadores turísticos do grupo Newtour – Egotravel, Turangra e Soltrópico, lançaram campanhas especiais de vendas para a BTL com validades entre 28 de fevereiro e 18 de março.

Intitulada “Verão de Mala Cheia”, a campanha da Egotravel é uma oportunidade de vendas bastante competitiva para os agentes de viagens oferecerem aos seus clientes as melhores férias de verão com condições especiais.

A campanha inclui preços especiais em partidas charter cuidadosamente escolhidas e é aplicável a todos os produtos Egotravel. Os descontos e comissões extra estarão visíveis no site do operador turístico, proporcionando transparência e facilidade no processo de reserva.

Por sua vez, a Turangra, operador especialista em viagens para os Açores, acaba de lançar a sua campanha especial de vendas para a BTL intitulada “Açores de A a Z”.

A campanha inclui preços competitivos em partidas selecionadas e é válida para todos os produtos disponíveis no portfólio da Turangra. Todas as promoções e vantagens comerciais estarão indicadas no site.

Também, a Soltrópico disponibiliza a sua tradicional campanha de vendas “Escaldão”, para todos os destinos que programa, especialmente a operação charter, nomeadamente Porto Santo, Saidia e Ilha do Sal.

Durante o período promocional, os agentes de viagem poderão aproveitar descontos adicionais em partidas charter selecionadas e comissões extras refletidos diretamente no site da Soltrópico, proporcionando aos agentes de viagem uma vantagem competitiva no mercado neste momento especial de vendas.

 

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Etihad Airways lança promoção para o Dubai com preços desde 581 euros

A promoção da Etihad Airways aplica-se a voos de ida e volta, em classe económica, e é válida para vendas até 5 de março, cujas viagens decorram até 31 de maio.

A Etihad Airways lançou uma promoção “early bird” para o Dubai, na qual oferece preços desde 581 euros por pessoa em voos da companhia aérea de Abu Dhabi desde Lisboa.

“A Etihad Airways tem o prazer de apresentar uma ação promocional ao mercado português para as partidas de Lisboa”, informa a companhia aérea de Abu Dhabi, em comunicado.

A promoção da Etihad Airways aplica-se a voos de ida e volta, em classe económica, e é válida para vendas até 5 de março, cujas viagens decorram até 31 de maio.

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TACV regressa aos voos domésticos

De acordo com a Lusa, o voos domésticos da TACV regressam “em regime de complementaridade” com a TICV, detida pela angolana Bestfly e que é, atualmente, a única que faz as ligações aéreas entre as ilhas, através de uma concessão estatal.

A TACV – Cabo Verde Airlines anunciou para esta terça-feira, 27 de fevereiro, o regresso aos voos domésticos, operação que regressa quase sete anos depois e que vai abranger os quatro aeroportos internacionais de Cabo Verde.

De acordo com a Lusa, que cita a transportadora aérea cabo-verdiana, o voos domésticos regressam “em regime de complementaridade” com a TICV, detida pela angolana Bestfly e que é, atualmente, a única que faz as ligações aéreas entre as ilhas, através de uma concessão estatal.

A operação doméstica da TACV vai abranger os aeroportos da Praia, Sal, São Vicente e Boa Vista, com o objetivo de aumentar a mobilidade entre as ilhas, o que ao longo dos anos tem sido imprevisível, causando muita indignação no país.

“A programação está projetada para facilitar as conexões entre as ilhas e ao mesmo tempo aumentar a conectividade com os voos internacionais”, refere a TACV, que pretende ainda “maior circulação do tráfego doméstico e turístico.

Os novos voos domésticos da TACV já estão disponíveis através do website da companhia aérea, assim como através das agências de viagens.

A Lusa recorda que o regresso dos voos domésticos da TACV já tinha sido anunciado pelo ministro do Turismo e Transportes de Cabo Verde, Carlos Santos, que indicou que a operação será realizada num avião alugado à Air Senegal.

O ministro reconheceu ainda os “solavancos” que têm acontecido nos transportes interilhas e  que são motivados pela “crescente” procura turística, mas também pela “fraca capacidade” de resposta da Bestfly.

Recorde-se que, desde a pandemia, a TACV suspendeu totalmente a sua operação e o Estado cabo-verdiano voltou a ser o principal acionista da transportadora.

Atualmente, a companhia aérea faz ligações internacionais com Lisboa (Portugal), Paris (França) e Bérgamo (Itália) e tem ainda nos planos a retoma dos voos para Brasil, Bissau (Guiné-Bissau), bem como abrir ligações para Boston (Estados Unidos).

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Illuminated hotel sign taken at night

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Hotelaria vive “efeito pêndulo” no pós-pandemia e atinge níveis sem precedentes de preços

De acordo com a mais recente análise das tendências de preços dos hotéis em Portugal da BEONx, depois de uma descida de 17,8% no ADR em 2020, o setor “não só recuperou, como experimentou um efeito de pêndulo, atingindo níveis sem precedentes”.

Após um período sem precedentes marcado pela pandemia, em que a hotelaria assistiu a descidas dramáticas, os preços dos hotéis estão a subir, graças a um “efeito pêndulo” que, neste período pós-pandemia, tem levado o ADR dos hotéis nacionais para níveis sem precedentes, apurou um estudo da BEONx, fornecedor de sistemas de gestão de receitas hoteleiras.

De acordo com a mais recente análise das tendências de preços dos hotéis em Portugal da BEONx, depois de um descida de 17,8% no ADR em 2020, o setor “não só recuperou, como experimentou um efeito de pêndulo, atingindo níveis sem precedentes”.

O estudo da BEONx mostra que o ADR registou um crescimento notável de 42% de 2021 a 2023, com variações regionais distintas, sendo que o Norte, a zona de Lisboa e o Algarve registaram os maiores aumentos neste indicador.

“Os valores da ADR ultrapassaram os níveis pré-pandémicos em 2022, alinhando-se com o pico do Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal. Como a economia de Portugal depende fortemente do turismo, o aumento da procura levou à inflação, com impacto nos custos do setor hoteleiro”, lê-se num comunicado enviado à imprensa pelo fornecedor de sistemas de gestão de receitas hoteleiras.

A BEONx considera que o ressurgimento do turismo após a pandemia pode ser atribuído à procura reprimida, o que se deve também aos esforços dos hotéis para recuperar das perdas de receitas.

“Na BEONx, estamos empenhados numa análise profunda e na compreensão da dinâmica do mercado hoteleiro. O ‘Efeito Pêndulo’ a que temos assistido nos preços dos hotéis em Portugal, que apresentamos na BTL, tem sido um fenómeno único e desafiante. Como líder em soluções tecnológicas, reconhecemos a importância de nos adaptarmos a estas mudanças para fornecer ferramentas eficientes ao setor”, refere Álvaro Ponte, VP de Dados da BEONx.

Recorde-se que, em 2022, Portugal recebeu 1,27 milhões de hóspedes, aproximando-se dos níveis pré-pandémicos de 1,37 milhões de hóspedes contabilizados em 2019.

 

 

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DS Travel inaugura nova loja em Santo Tirso

A nova loja da DS Travel em Santo Tirso abriu a 7 de fevereiro e disponibiliza um “serviço personalizado e independente na área do turismo”.

A DS TRAVEL abriu, a 7 de fevereiro, uma nova loja em Santo Tirso, espaço que funciona diariamente e que, segundo a marca de turismo do GRUPO DECISÕES E SOLUÇÕES, oferece um “serviço personalizado e independente na área do turismo”.

Localizada na Av. de Sousa Cruz, n.º 625, R/C, a nova loja da DS Travel em Santo Tirso foi inaugurado pelo diretor-geral do Grupo DECISÕES E SOLUÇÕES, Paulo Abrantes, numa cerimónia que contou também com a presença da diretora coordenadora nacional da DS TRAVEL, Marta Almeida; do diretor comercial da DIT Portugal, Ruben Nunes, ainda do vice-presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Nuno Linhares.

“Estamos muito entusiasmados com este projeto. As férias além de um direito são uma necessidade para todos, para usufruir daquele merecido descanso depois de um ano de trabalho. Por isso, queremos oferecer aos nossos clientes propostas diferenciadas, sendo facilitadores de todo o processo que uma viagem implica, desde voos, hotéis, seguros de viagem entre outros”, consideram Bruna Martins e André Machado, diretores da DS Travel Santo Tirso.

A DS TRAVEL oferece um serviço personalizado e inovador, com programas de viagens adaptados a cada cliente e, além do serviço de organização de viagens, disponibiliza também serviço ao nível da intermediação de crédito, numa oferta completa, que está concentrada num único espaço.

 

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Turismo do Porto e Norte de Portugal defende que “Turismo merece ter um ministério”

Luís Pedro Martins tomou esta segunda-feira, 26 de fevereiro, posse como presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal para mais um mandato de cinco anos.

O presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, reclamou esta segunda-feira, 26 de fevereiro, a criação de um Ministério do Turismo, reivindicação que marcou a tomada de posse do responsável para um novo mandato de cinco anos à frente da Entidade Regional de Turismo.

“O Turismo merece ter um ministério e não uma simples Secretaria de Estado a funcionar em partilha com outros setores”, defendeu Luís Pedro Martins, durante a cerimónia de tomada de posse, que decorreu no Castelo de Santiago da Barra, em Viana do Castelo.

Durante a sua intervenção, o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal lembrou a importância económica do setor, que no ano passado foi responsável por 25 mil milhões de euros de receitas, montante que torna este setor numa “verdadeira alavanca económica do país”.

Mas a intervenção de Luís Pedro Martins ficou ainda marcada pelo tema do orçamento das entidades regionais de turismo e das cativações a que são sujeitos, com o responsável a denunciar que, no caso do Turismo do Porto e Norte de Portugal, as cativações representam cerca de “90 por cento do orçamento”.

“É um grande constrangimento com que se debatem as entidades regionais do turismo, à semelhança do que acontece com a necessidade de autorização prévia para contratar serviços especializados, o que torna a gestão burocrática, penosa e morosa”, sustentou Luís Pedro Martins.

Por isso, o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal considerou que o financiamento das entidades regionais de turismo representa outro desafio, uma vez que os destinos concorrentes de Portugal têm orçamentos reforçados, enquanto estas entidades “trabalham com os mesmos orçamentos há demasiados anos, só que, entretanto, o mundo mudou”.

O presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal pediu ainda maior equidade entre regiões, nomeadamente no que diz respeito ao apoio dado aos eventos, quer sejam de dimensão internacional, nacional ou regional.

“Não podemos usar as mesmas métricas entre territórios distintos e onde o acesso, por exemplo, a patrocinadores é desigual”, defendeu, pedindo ao próximo Governo que torne realidade “projetos estruturantes, como a Linha do Douro”.

Luís Pedro Martins lembrou ainda o bom desempenho turístico do Porto e Norte de Portugal no ano passado, que permitiu alcançar 13 milhões e 300 mil dormidas, naquele que foi o maior crescimento nacional, enquanto os proveitos da hotelaria tiveram uma subida de 48 por cento, fixando-se num valor a rondar os 950 milhões de euros.

“Conseguimos ter mais turismo, mas também melhor turismo e não tenham dúvidas que este é o setor que alavanca o País, que cria riqueza para os territórios”, congratulou-se Luís Pedro Martins.

O discurso de tomada de posse de Luís Pedro Martins abordou ainda a temática da sustentabilidade, com o responsável a lembrar que a certificação do destino está no horizonte do Turismo do Porto e Norte de Portugal e que está também em marcha um “programa para incentivar práticas de sustentabilidade nas empresas do setor, com vista à sua certificação e, num segundo momento, certificar a própria região, em parceria com a Global Sustainable Tourism Council, a entidade mundial que atribui certificados de sustentabilidade no setor”.

Recorde-se que Luís Pedro Martins foi reeleito presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal a 2 de fevereiro, num ato eleitoral que apenas contou com a lista encabeçada pelo responsável e que obteve 54 votos a favor, não tendo havido votos brancos ou nulos.

Além de Luís Pedro Martins, a Comissão Executiva do Turismo do Porto e Norte de Portugal é ainda composta por Cancela Moura (vice-presidente), Vítor Paulo Pereira, Manuel Tibo e Pedro Mesquita Sousa.

Já a Mesa da Assembleia Geral é presidida por João Manuel Esteves e o novo Conselho de Marketing é encabeçado pela Associação de Turismo do Porto, fazendo também parte do órgão a Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, a Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo, a Porto Business School, a Alfândega do Porto e as câmaras municipais de Macedo de Cavaleiros e do Peso da Régua.

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O melhor do Centro de Portugal presente na BTL

A Turismo Centro de Portugal vai mostrar o melhor da região durante a 34.ª edição da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa. A entidade indica que, este ano, a sua participação “vai mais além, proporcionando uma experiência envolvente e inovadora aos visitantes”.

Num espaço de 810m2, no Pavilhão 1 da FIL, o stand do Centro de Portugal procurará ser um reflexo da riqueza e diversidade da região. A conceção do espaço obedeceu a cinco princípios fundamentais: sustentabilidade, digitalização, redes colaborativas, diversidade e criatividade e inovação.

O espaço reúne as principais marcas regionais, produtos turísticos e entidades públicas e privadas do Centro de Portugal, formando um ambiente representativo da diversidade do território. Desta forma, “o stand ganha vida própria, oferecendo uma visão abrangente e cativante do que os visitantes podem encontrar na região, indica a TCP em nota de imprensa.

Um destaque especial vai este ano para três módulos de ativação: o módulo KIDS Route BTL 2024 | KIDS no Centro, que terá atividades para as crianças e suas famílias; o módulo Caminhos da Fé no Centro de Portugal; e um módulo dedicado ao Turismo Industrial, que contará com um balcão específico de informação alusiva aos parceiros aderentes à Rede Nacional do Turismo Industrial.

No stand da Turismo do Centro estarão presentes as oito Comunidades Intermunicipais da região (Beira Baixa, Beiras e Serra da Estrela, Médio Tejo, Oeste, Região de Aveiro, Região de Coimbra, Região de Leiria e Viseu Dão Lafões), cinco Redes Colaborativas (iNature, Aldeias do Xisto, Aldeias Históricas de Portugal, Aldeias de Montanha e Termas Centro) e cinco comissões vitivinícolas (CVR Tejo, CVR Dão, CVR Beira Interior, CVR Bairrada e CVR Lisboa).

Há ainda espaço para a representação de cinco associações e instituições (Centro de Portugal Film Commission, Universidade de Coimbra, Estações Náuticas, Associação Rota Histórica das Linhas de Torres e Terras da Transumância) e ainda 16 empresas e empresários do setor turístico.

A Turismo Centro de Portugal refere ainda que durante os cinco dias da BTL, “o stand será palco de um programa envolvente, que destaca os principais produtos e experiências disponíveis da região e que está totalmente alinhado com as tendências da procura turística e do comportamento do consumidor”.

 

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