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Lisboa é tema de capa da revista da United Airlines

A capital portuguesa está em destaque na revista Hemispheres, que dedicou um artigo de 12 páginas às principais atracções lisboetas.

Tiago da Cunha Esteves
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Lisboa é tema de capa da revista da United Airlines

A capital portuguesa está em destaque na revista Hemispheres, que dedicou um artigo de 12 páginas às principais atracções lisboetas.

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Lisboa foi a cidade eleita para ser tema de capa da edição de Maio da Hemispheres, revista de bordo da companhia aérea United Airlines que, num artigo de 12 páginas, sugere aos seus leitores “Três dias perfeitos em Lisboa”.

Belém e o Mosteiro dos Jerónimos são algumas das atracções sugeridas no artigo, assinado por Chris Wright, que aconselha ainda os interessados a explorarem a zona histórica e a renderem-se aos encantos do Fado e às compras na capital portuguesa.

“Uma visita ao Mosteiro dos Jerónimos e a Belém, com uma paragem prolongada para saborear os famosos Pastéis, sem perder, no lado oposto da cidade, a Sé Catedral e uma refeição na Bica do Sapato, completam o programa destinado ao primeiro dia em Lisboa”, destaca o Turismo de Lisboa.

Em termos de alojamento, o jornalista recomenda os hotéis Ritz Four Seasons e o Altis Avenida.

Bairro Alto, Chiado, Rossio, Avenida da Liberdade, Terreiro do Paço, Cais do Sodré e Príncipe Real são alguns dos ‘spots’ recomendados pelo autor.

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Wamos Portugal obtém certificação em qualidade

Marcas como GeoStar, Top Atlântico, Loja de Cruzeiros, Benfica Viagens, CWT e BCD passam a poder utilizar o símbolo de certificação da APCER

A Wamos Portugal concluiu, no passado mês de outubro, o processo de certificação do seu Sistema de Gestão de Qualidade de acordo com o referencial normativo NP EN ISO9001:2015.

A obtenção da certificação em Qualidade resulta de uma decisão voluntária e um passo importante para as empresas que constituem o Grupo Wamos que, agora, iniciam um novo processo assente em princípios de organização e de melhoria continua.

Marcas como GeoStar, Top Atlântico, Loja de Cruzeiros, Benfica Viagens, CWT e BCD passam, agora, a poder ostentar um símbolo de certificação credível e de valor reconhecido.

José Martins de Jesus, CEO do Grupo Wamos, refere, em comunicado, que “a obtenção da certificação do Sistema de Gestão da Qualidade por uma entidade certificadora, como a APCER, é um reconhecimento da qualidade que pretendemos garantir na nossa organização”.

Martins de Jesus reconhece que se tratou de “um processo longo, em parte devido aos constrangimentos causados pela pandemia por Covid-19, com auditorias realizadas por Auditores experientes em Portugal Continental, Açores e Madeira e que agora conseguimos concretizar com o apoio e colaboração de todos os nossos colaboradores”.

Para o CEO do grupo, “esta é uma mais-valia que se reflete na qualidade de processos e serviços de todas as nossas empresas em termos nacionais, sendo um fator de relevo sermos única agência de viagens com Sistema de Gestão de Qualidade certificado na Madeira e nos Açores e estamos cientes de que este estatuto nos atribui mais responsabilidade e um aumento do nosso compromisso para com todos os nossos clientes.”

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Concurso para reabilitação do Palácio do Bussaco lançado até ao final do ano

Em declarações à agência Lusa, Guilherme Duarte explicou que o concurso internacional do Palace Hotel do Bussaco prevê a recuperação integral do edifício, no âmbito do Programa Revive.

O presidente da Fundação Mata do Bussaco, Guilherme Duarte, garantiu este domingo que o concurso internacional que prevê a reabilitação do Palácio Hotel, classificado como monumento nacional desde 2018, vai ser lançado até ao final do ano.

“Este concurso está numa fase muito avançada, estimando-se que seja lançado até ao final do ano. No próximo ano haveremos de ter candidato para execução da obra física, que irá dotar todo este espaço de melhores condições”, explicou.

O Palácio Hotel do Bussaco, projetado no último quartel do século XIX pelo arquiteto italiano Luigi Manini, localiza-se na Mata Nacional do Bussaco, na freguesia do Luso, concelho da Mealhada, no distrito de Aveiro.

Em declarações à agência Lusa, Guilherme Duarte explicou que o concurso internacional do Palace Hotel do Bussaco prevê a recuperação integral do edifício, no âmbito do Programa Revive.

“Mantendo sempre a sua traça, o edifício vai ser alvo de intervenções ao nível de todas as canalizações, embrechados, telhados, sistemas de ventilação e aquecimento. Falamos de uma obra com um valor que não sei precisar, pois ainda não está fechado, mas que será de muitos milhões de euros”, descreveu.

Este concurso internacional prevê ainda a requalificação o Chalet de Santa Teresa, um chalet oitocentista que se encontra em perigo de ruir, bem como a recuperação das antigas cavalariças e a Casa da Forja.

“Vamos deixar de ter ruínas dentro da Mata. É uma grande obra, que irá demorar algum tempo, mas que vai ser uma realidade. Conta com o envolvimento e o empenho da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, do Instituto do Turismo de Portugal, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e da Direção Geral do Património Cultural e da Câmara Municipal da Mealhada”, destacou.

O Programa Revive foi lançado com o objetivo de “promover a requalificação e o subsequente aproveitamento turístico de um conjunto de imóveis do Estado com valor arquitetónico, patrimonial, histórico e cultural”.

Foram afetos ao Programa Revive “um conjunto de imóveis que, por força das respetivas características históricas, arquitetónicas, culturais ou com possibilidade de aproveitamento económico, em conjugação com a falta de alocação de uma utilização de interesse público, se consideraram enquadrados na missão e objetivos que estiveram na génese deste Programa”.

Estes imóveis serão alvo de investimentos privados que “os tornem aptos para afetação a uma atividade económica com fins turísticos e ou culturais, tendo em vista a respetiva requalificação e valorização desses ativos e possibilitando o pleno aproveitamento e fruição pelas comunidades em que se inserem”.

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Em setembro, proveitos no turismo sobem a duplo dígito face 2019

A atividade turística em Portugal continua a recuperar. Prova disso, são os números avançados pelo INE relativamente ao mês de setembro, colocando-o acima de 2021 e, mais importante, de 2019. Mas não é somente na comparação mensal que Portugal apresenta bons números. No trimestre e no acumulado dos nove meses de 2022, os proveitos também estão acima do melhor ano na atividade turística no nosso país.

De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira, 14 de novembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), os proveitos totais da atividade turística aumentaram, em setembro, 70,3% face a igual período de 2021, atingindo 608,2 milhões de euros, enquanto os proveitos de aposento atingiram 469,2 milhões de euros, refletindo um crescimento de 74,5% face a período homólogo do ano passado.

Comparando com setembro de 2019, o INE aponta aumentos de 21,3% e 22,5%, nos proveitos totais e de aposento, respetivamente.

O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 78 euros, em setembro, e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 115,6 euros (+62,6% e +26,5% face a setembro de 2021, respetivamente). Em relação a setembro de 2019, o RevPAR aumentou 17,7% e o ADR cresceu 18,9%.

Estes valores vêm na sequência de no nono mês de 2022, o setor do alojamento turístico ter registado 2,9 milhões de hóspedes e 7,7 milhões de dormidas, correspondendo a variações, face ao mesmo mês de 2021, de +41,3% e +37,4%, respetivamente (+33,2% e +32,3% em agosto, pela mesma ordem).

Já comparando com setembro de 2019, o INE indica crescimentos de 0,2% e 0,7%, respetivamente.

Trimestre (também) acima de 2019
Na análise trimestral, o INE refere que no 3.º trimestre deste ano as dormidas aumentaram 48,8% face a igual trimestre de 2021. Já comparado com o 3.º trimestre de 2019, o crescimento foi de 2,9%.

As dormidas de residentes diminuíram 3,6% em comparação com igual período de 2021, para, face ao 3.º trimestre de 2019, a evolução apontada ser de 10,8%. As dormidas de não residentes, por sua vez, cresceram 108,3% face a igual período de 2021, mas desceram 0,8% quando comparadas com o 3.º trimestre de 2019.

Neste trimestre, os proveitos totais aumentaram 78,1% (+24,4% em relação ao 3.º trimestre de 2019) e os relativos a aposento cresceram 81,2% (+25,2% comparando com o 3.º trimestre de 2019).

Já no acumulado dos primeiros nove meses de 2022, considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), o INE contabiliza 22,6 milhões de hóspedes e 61,3 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 105,1% e 103,7%, respetivamente, face a igual período de 2021.

Quando comparado com os primeiros nove meses de 2019, os números de 2022 mostram que as dormidas diminuíram 2,6% (+4,6% nos residentes e -6,3% nos não residentes).

Mercado externo regressa em força, mas fica abaixo de 2019
Em setembro, o mercado interno contribuiu com 2,4 milhões de dormidas, tendo diminuído 3,1% face a igual período de 2021, enquanto os mercados externos predominaram (peso de 68,2%) e totalizaram 5,2 milhões de dormidas, correspondendo a uma subida de 70,7% face a período homólogo de 2021.

Comparando com setembro de 2019, as dormidas de residentes aumentaram 10% enquanto as de não residentes diminuíram 3,2%.

Já no 3.º trimestre de 2022, as dormidas de residentes diminuíram 3,6% face ao mesmo trimestre de 2021, mas subiram 10,8% em relação ao 3.º trimestre de 2019), enquanto as de não residentes cresceram 108,3% face ao terceiro trimestre 2021, ficando, contudo, 0,8% abaixo das do 3.º trimestre de 2019.

No conjunto dos primeiros nove meses de 2022, as dormidas em alojamento turístico aumentaram 113face a 2021% (+27,3% nos residentes e +222,3% nos não residentes). Já comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 2,4%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-7%), dado que as de residentes cresceram 8%.

Não residentes penalizam dormidas no Algarve, Alentejo e Centro face a 2019
Em setembro, o Algarve concentrou 30,4% das dormidas, seguindo-se Lisboa (24,5%) e o Norte (16,2%).

Registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões, mais expressivos em Lisboa (+77,6%), no Norte (+48,8%) e no Centro (+28,6%).

Contudo, quando comparado com setembro de 2019, apenas o Algarve e o Centro registaram decréscimos (-9,2% e -3,3%, respetivamente). Os maiores aumentos ocorreram na Madeira (+17,0%), seguindo-se o Norte (+8,7%) e os Açores (+8,2%). Relativamente às dormidas de residentes, observaram-se aumentos em todas as regiões, destacando-se a Madeira (+64,3%), Lisboa (+13%) e Alentejo (+11%).

As dormidas de não residentes aumentaram nos Açores (+12,5%), Madeira (+8,8%), Norte (+8,6%) e Lisboa (+0,8%), tendo-se observado diminuições no Centro (-15,4%), Algarve (-13,2%) e Alentejo (-5,9%).

Por municípios, em setembro de 2022, Lisboa atingiu 1,4 milhões de dormidas (quota de 18% do total). Comparando com setembro de 2019, as dormidas aumentaram 3,6% (+11,4% nos residentes e +2,4% nos não residentes).

Em Albufeira, registaram-se 886,6 mil dormidas (peso de 11,6% do total), o que representa uma redução de 13,8% face a setembro de 2019 (-5,8% nos residentes e -16,4% nos não residentes).

O Funchal representou 7% do total de dormidas (540,7 mil), um acréscimo de 16,5% (+77,5% nos residentes e +8,9% nos não residentes) em comparação com setembro de 2019.

No Porto (6,8% do total), registaram-se 518,3 mil dormidas em setembro, que se traduziram num crescimento de 9,7% face ao mesmo mês de 2019 (+7,5% nos residentes e +10,1% nos não residentes).

No conjunto dos primeiros nove meses de 2022, face a igual período de 2019, o município de Lisboa registou uma diminuição de 7% (-0,6% nos residentes e -8,1% nos não residentes). No município de Albufeira, as dormidas decresceram 16,5% (-10,2% nos residentes e -18,4% nos não residentes), enquanto no Funchal verificou-se um aumento de 9,5% (+77% nos residentes e +1,3% nos não residentes) e no Porto uma evolução de 2,9% (+6,4% nos residentes e +2,2% nos não residentes).

Acumulado do ano em alta
Nos proveitos totais, o terceiro trimestre de 2022 dita um aumento de 78,1% face a mesmo trimestre de 2021, registando-se uma subida de 24,4% em relação ao 3.º trimestre de 2019). Relativamente aos aposentos, os proveitos aumentaram 81,2% em comparação com igual período de 2021, e +25,2% face ao 3.º trimestre de 2019).

No conjunto dos primeiros nove meses de 2022, o INE revela que os proveitos totais cresceram 143% e os relativos a aposento aumentaram 144,1% face aos mesmos nove meses de 2021.

Comparando com igual período de 2019, verificaram-se aumentos de 14,3% e 15,4%,

respetivamente.

Nos primeiros nove meses de 2022, a evolução dos proveitos foi positiva nos três segmentos de alojamento.

Comparando com o mesmo período de 2019, os proveitos totais na hotelaria aumentaram 13% e os de aposento cresceram 14,2% (pela mesma ordem, pesos de 87,2% e 85,5% no total do alojamento turístico).

Nos estabelecimentos de alojamento local (quotas de 8,7% e 10,3%), registaram-se subidas de 11,6% e 12,6%, e no turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 4% e 4,2%, respetivamente) os aumentos atingiram 62,8% e 60,5%, pela mesma ordem.

Sobre o autorVictor Jorge

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École Ducasse – Nai Lert Bangkok Studio abre na capital tailandesa em dezembro

Com uma oferta formativa de cursos práticos e académicos, a instituição celebra “o património da cozinha francesa e tailandesa”.

O grupo Nai Lert prepara-se para inaugurar a École Ducasse – Nai Lert Bangkok Studio a 14 de dezembro deste ano. O novo espaço combina um centro de formação tanto para entusiastas como para profissionais, uma área para eventos e um café aberto ao público.

Com uma oferta formativa de cursos práticos e académicos, a École Ducasse – Nai Lert Bangkok celebra “o património da cozinha francesa e tailandesa, ao mesmo tempo que ecoa as tendências da gastronomia contemporânea e a filosofia do fundador, Alain Ducasse”, como se pode ler em comunicado.

As aulas são ministradas em tailandês, inglês e francês, sendo que as turmas são compostas por “um número relativamente pequeno de alunos por turma, permitindo um relacionamento one-to-one por parte do chef da formação”. A instituição irá também formar chefs profissionais que queiram continuar a reforçar os seus conhecimentos sobre temas gastronómicos, tais como “Menu 3 estrelas”, “Cozinha vegetariana” ou “Peças de pastelaria artística”.

Escola divide-se por três andares

Aninhado no centenário Parque Nai Lert, o edifício da École Ducasse – Nai Lert Bangkok Studio foi construído de raiz e abrange mais de 1.400 metros quadrados em três andares. Dois destes andares são dedicados às cinco cozinhas e oficinas da escola, a um laboratório de chocolate e gelados, a uma adega de vinhos e a uma sala de eventos.

As cozinhas foram concebidas pela equipa da École Ducasse para assegurar que as instalações, aparelhos e layout são todos de última geração, cumprindo os padrões profissionais, como indicado em comunicado.

O edifício contempla ainda um espaço para eventos, que pode ser adaptado para várias ocasiões, como seminários e formação de equipas, festas after hours, lançamentos de produtos, reuniões de trabalho e demonstrações, filmagens e jantares empresariais.

Já no rés-do-chão, com vista para o Nai Lert Park, encontra-se o École Ducasse Bangkok Café, onde será servido o pequeno-almoço francês com criações dos chefs executivos de cozinha e pastelaria da École Ducasse.

O primeiro Studio da École Ducasse fora de Paris

Banguecoque foi considerado o local “ideal” para a formação especializada em culinária e pastelaria, motivando também a escolha para o primeiro Studio fora de Paris, “graças ao excecional património culinário da Tailândia”, como se pode ler em comunicado.

A equipa de profissionais do Studio do Chef Alain Ducasse oferecem um conjunto único de conhecimentos, composta por Meilleurs Ouvriers de France (Melhores Artesãos de França), campeões mundiais, chefs e pasteleiros de renome, artesãos e especialistas em hospitalidade, juntamente com equipas tailandesas.

“Este é um marco significativo para o Grupo Nai Lert, pois com o Nai Lert Bangkok Studio – École Ducasse prosseguimos o nosso compromisso com a excelência, enriquecemos a educação culinária e trazemos uma nova experiência gastronómica holística à Tailândia”, disse Naphaporn “Lek” Bodiratnangkura, CEO do Grupo Nai Lert, acrescentando que a instituição “irá contribuir para abrir novas paisagens culinárias no país”.

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créditos: Luís Ferreira Alves (LFC)

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Lançado “Projeto Turismo e Arquitetura”

O programa lançado pela Casa da Arquitetura (CA) e o Turismo de Portugal assenta no princípio de que a arquitetura nacional é uma ferramenta e uma expressão privilegiada de promoção de Portugal a nível nacional e internacional.

A Casa da Arquitetura (CA) e o Turismo de Portugal juntaram-se para criar um programa de visitas que seja uma referência no domínio do turismo dedicado à arquitetura contemporânea. Este programa está assente no princípio de que a arquitetura nacional é uma ferramenta e uma expressão privilegiada de promoção de Portugal tanto para o público português, como para o turismo internacional.

Esta parceria representa, num país com dois Prémios Pritzker, o que a arquitetura portuguesa contemporânea reúne como potencial turístico, propondo o programa uma travessia do território nacional, envolvendo as ilhas da Madeira e Açores, constituindo um primeiro passo num trabalho que se irá desenvolver continuamente no futuro.

O programa está dividido em dois eixos programáticos, sendo que o primeiro – “Visite Connosco – está orientada para visitas a edifícios selecionados em sete regiões  de Portugal, acompanhadas por monitores especializados preparados pela equipa da Casa da Arquitetura.

O programa inaugural destas visitas orientadas gira em torno do tema Mestres da Arquitetura Portuguesa, uma seleção de quatro percursos – Legado do Porto; Património nortenho; Lisboa em Continuidade; Lisboa, Monumental Ribeirinha – que marca o início de um conjunto em contínuo desenvolvimento passível de ser vendido em articulação com os promotores turísticos que operam no mercado nacional e internacional.

Já o segundo programa – “Visite por Si” – contempla visitas livres e autónomas, “à la carte”, apoiadas por um mapa interativo com 50 obras acompanhadas das informações fundamentais sobre os projetos selecionados.

Esta parceria entre o Turismo de Portugal e a Casa da Arquitetura “permite valorizar a arquitetura enquanto ativo do país, garantindo uma melhor divulgação para o público nacional e internacional numa clara missão de serviço público”, realça Nuno Sampaio, diretor-executivo da CA.

“A partir de hoje, os conteúdos preparados pelo Serviço Educativo da CA e os monitores formados pela instituição vão permitir que o público em geral visite arquitetura e também que o setor turístico usufrua de conteúdos que ajudem a mostrá-la a todos, num esforço de democratização do acesso à arquitetura”, conclui.

A relevância da Arquitetura enquanto elemento de promoção do país dentro e fora de portas é também assinalada pelo presidente do Turismo de Portugal. Segundo Luís Araújo, “a arquitetura é um elemento único e revelador da identidade, autenticidade e do reconhecimento de um país enquanto destino turístico. Os inúmeros exemplos de arquitetura de qualidade que existem no nosso país, a sua inovação e, muitas vezes, associação com a oferta turística, permitem reforçar o nosso objetivo de termos turismo em todo o território e ao longo de todo o ano, reforçando a missão de contribuir para a sustentabilidade do destino e do setor.”

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Nova Edição: Entrevista a Cristina Siza Vieira e Alexandre Marto, vice-presidente executiva e vice-presidente da AHP

Conheça os destaques da edição de novembro da Publituris Hotelaria.

A poucos dias do 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e do Turismo, organizado pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), a Publituris Hotelaria esteve à conversa com Cristina Siza-Vieira, vice-presidente executiva da AHP, e Alexandre Marto, vice-presidente da AHP, para perceber que “ventos de mudança” são esperados, no futuro, pelo e para o setor.

Também o dossier desta edição é dedicado ao congresso e aos intervenientes das várias conferências,  contando com entrevistas a José Theotónio, CEO do Pestana Hotel Group, Carina Oliveira, diretora-executiva do Insignare; Francsico Pita, CCO da ANA – Aeroportos de Portugal; André Buldini, General Manager do Six Senses Douro Valley e Luís Mexia Alves, CEO da Discovery Hotel Management (DHM).

Passando para a “Análise CLEVER” deste mês, Luís Brites questiona se poderemos esperar ventos de mudança positivos na indústria do Turismo e da Hotelaria, ou se esses ventos serão também furacões para os quais temos de tentar antecipar as decisões de negócio.

No “Fala-se” damos conta das conclusões da conferência “Inovar na Hotelaria” da Publituris Hotelaria no âmbito da DecorHotel, que este ano decorreu no Porto, na Exponor. Destaque também para a conferência “Turismo e Sustentabilidade” organizada pelo jornal Construir e inserida no mesmo evento.

Seguimos para os Alpes suíços, mais concretamente para o campus da Les Roches em Crans-Montana, onde decorreu a terceira edição do Spark Summit Les Roches. A edição deste ano demonstrou que é possível casar a inovação e a tecnologia numa indústria como é a Hospitality, feita de pessoas para pessoas, e conclui que os humanos necessitam da tecnologia, mas também que a tecnologia necessita dos humanos. É um setor de paixões e emoções.

Ainda no segmento “Fala-se” apresentamos o Eurostars Lisboa Baixa. Custou 19 milhões de euros e é o 24ª hotel da Eurostars Hotel Company em Portugal, além da nono na capital. Localiza-se na Rua da Prata, é pequeno e está repleto de detalhe. A decoração do hotel, concebida em torno do conceito do famoso elétrico de Lisboa, recorre a toda a história que o rodeia, permitindo aos hóspedes descobrir a capital portuguesa através dele. A expetativa é a de que a unidade abra no final do ano.

Há ainda espaço para a sustentabilidade nos negócios, o futuro das acessibilidades em Portugal e a identidade internacional da restauração portuguesa debatidos no congresso da AHRESP deste ano, e do qual damos conta nesta edição.

Na Palavra de Chef fomos conhecer o trabalho de João Viegas, chef no restaurante Atlântico, no Vila Vita Parc Resort & Spa. Desde março deste ano que o chef trabalha uma cozinha assente num conceito vegetal para o Atlântico, num menu que, mais do que dirigir-se a vegetarianos e vegan, pretende oferecer pratos que todos possam desfrutar.

Por fim, nas sugestões, fique com as escolhas de Diogo dos Reis Frade, Escanção de O Jardim, do Sr. Lisboa, e criador da página @meiarolha no Instagram. Conheça ainda o novo fine dining do hotel Casa da Companhia, cuja carta tem a assinatura do chef Duarte Batista. O conforto deste espaço intimista alia-se à comida de conforto que o chef fundanense desenhou para a carta do restaurante, onde joga com os sabores da sua infância e várias especiarias. O intuito passa por dar vida ao “sabor dos refogados de domingo das nossas avós” e despertar memórias nos clientes através da comida.

As opiniões pertencem a Bruno Horta Soares (Nova SBE Westmont Institute of Tourism & Hospitality); Ana Raquel Caldas (ISAG) e Liliana Conde (consultora).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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Icárion lança operação para Páscoa e Verão

Maldivas, Seychelles, Turquia, Bali, Maurícia, Tailândia e Jordânia são as apostas da Icárion para a Páscoa e feriados de junho de 2023.

Maldivas, Seychelles, Turquia, Bali, Maurícia, Tailândia e Jordânia são as apostas do operador Icárion para as datas festivas da Páscoa e para os feriados de junho do próximo ano.

A operação de Páscoa tem partidas compreendidas entre 3 e 6 de abril e têm uma duração de 5 a 7 noites.

Os voos para Istambul, Jordânia, Maldivas e Maurícia serão assegurados pela Turkish Airlines. No caso da cidade turca, trata-se de um programa de cinco noites, com partida a 6 de abril. Os restantes destinos têm um programa de sete noites, com partidas a 6, 3 e 4 de abril, respetivamente.

Já Bali (programa de sete noites e partida a 4 de abril) e Tailândia (programa de sete noites e partida a 3 de abril) terão voos assegurados pela Emirates.

Os programas para os feriados de junho terão voos exclusivamente operados pela Turkish Airlines, todos com partida a 8 de junho. Contudo, Istambul terá um programa de cinco noites, enquanto Jordânia, Maldivas e Seychelles terão sete noite e, finalmente, Tailândia de oito noites.

Em comunicado, a Icárion refere que “o lançamento dos voos garantidos faz parte da estratégia do operador de forma a garantir o melhor preço de mercado em datas específicas e que por norma têm tendência a ser bastante procuradas no mercado”.

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Grande Prémio de F1 contribui com mais de 200 milhões de euros para a economia de São Paulo

A realização de grandes eventos desportivos traz, claramente, vantagens aos locais onde decorrem. Prova disso mesmo, foi o Grande Prémio de Fórmula 1, em São Paulo, no Brasil, que terá contribuído com mais de 200 milhões de euros para a economia local num só fim de semana.

Depois de realizado o Grande Prémio de Fórmula 1, em São Paulo, Brasil, as entidades responsáveis admitem que o evento do passado fim de semana poderá contribuir com mais de 1,2 mil milhões de reais (cerca de 215 milhões de euros) para a economia local.

Este valor ficará cerca de 25% acima do que foi conseguido no ano passado, estimando-se que o setor hoteleiro de São Paulo registou a maior taxa de ocupação desde 2019, com clientes a efetuarem reservas com mais de seis meses de antecedência.

De resto, com o Grande Prémio a ser realizado durante um fim de semana com feriado, estimulando uma maior estadia por parte de quem visitou a cidade brasileira, as entidades apontam para que cada turista tenha gasto mais do que os 4.500 reais de 2021 (mais de 800 euros), além dos valores dos bilhetes e gastos no próprio circuito.

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ATCGA quer certificação do Caminho da Geira

O objetivo da ATCGA passa pela certificação deste itinerário pelas autoridades governamentais portuguesas e galegas, das áreas da Cultura e do Turismo.

Uma assembleia de peregrinos portugueses e galegos nomeou um grupo de trabalho com o objetivo de constituir a Associação Transfronteiriça do Caminho da Geira e dos Arrieiros (ATCGA).

O grupo de trabalho, constituído pelo presidente União das Freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos, José Manuel Almeida, e pelos peregrinos António Devesa, Luís Miguel Sampaio e Vítor Cunha, tem como missão contactar os municípios portugueses por onde passa este itinerário jacobeu, “com a intenção de perceber o seu interesse e motivá-los a envolverem-se no projeto”.

“Em face dos resultados obtidos, que esperamos possam corresponder às nossas melhores expetativas, será criada a comissão instaladora da ATCGA”, explica o Carlos Ferreira, membro da assembleia de peregrinos, adiantando que a associação “poderá integrar pessoas coletivas ou individuais, como peregrinos, municípios ou coletividades, sejam portugueses ou galegos”.

“A ATCGA terá como objetivos representar e defender os interesses dos peregrinos e do Caminho, mas sem descorar os relacionados com a cultura, património, economia, ambiente, tradições e outros valores das povoações por onde passa”, refere Carlos Ferreira.

Para melhor responder a estes desafios, as pessoas envolvidas na iniciativa “entendem que é muito importante a certificação deste itinerário pelas autoridades governamentais portuguesas e galegas, das áreas da Cultura e do Turismo, à semelhança do que já fez o Arcebispado de Santiago, e vão empenhar-se nesse sentido”, destaca o moderador da assembleia de peregrinos.

No entanto, o trabalho da ATCGA não está “exclusivamente dependente da homologação pelas autoridades civis e deverá manter-se para além disso, embora se reconheça que é um dos aspetos fundamentais”.

De referir que o Caminho da Geira e dos Arrieiros começa na Sé de Braga e passa pelos municípios de Amares, Terras do Bouro, Castro Laboreiro e Melgaço, entrando em território galego pela Portela Homem. Nos últimos cinco anos foi percorrido por mais de três mil peregrinos, um terço dos quais no corrente ano, sobretudo de Portugal e Espanha, mas também de Itália, Inglaterra, Alemanha, Croácia, Ucrânia, Rússia, Polónia, Brasil, EUA, Austrália ou Países Baixos.

Este itinerário foi apresentado em 2017 em Ribadavia (Galiza) e Braga, reconhecido pela Igreja em 2019, e pela associação de municípios transfronteiriços Eixo Atlântico em 2020, tratando-se de um itinerário oficial da Peregrinação Europeia de Jovens do Ano Santo Jacobeu 2021/22.

O percurso tem 240 quilómetros e destaca-se por incluir patrimónios únicos: a Geira Romana, a via do género mais bem conservada do mundo, e a Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés. Além disso, o seu traçado é um dos escassos cinco que ligam diretamente à Catedral de Santiago de Compostela.

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Espanha quer acabar com regra dos 90 dias para turistas britânicos

Após o Brexit foram diversas as limitações impostas aos turistas britânicos. Em Espanha, as entidades pretendem que Bruxelas levante a regra dos 90 dias para os turistas britânicos.

Espanha quer eliminar o limite de 90 dias para visitantes do Reino Unido, permitindo que permaneçam no país indefinidamente.

Recorde-se que os visitantes de fora da União Europeia (UE) podem visitar os países do espaço Schengen por 90 dias a cada período de 180 dias.

Espanha irá pedir a Bruxelas que levante esta regra para os turistas britânicos, admitindo o secretário de Turismo da Espanha, Fernando Valdés, que esta restrição “vai contra os interesses da Espanha”, referindo à imprensa espanhola que se trata de uma regra que, infelizmente, não é algo que Espanha estabeleceu por si mesma ou pode-se livrar”.

Espanha pretende, agora, pressionar Bruxelas para isentar os turistas britânicos da regra, avançando a imprensa em Espanha que “é do interesse do país fazer lobby e convencer [a UE] a abrir uma exceção”.

Antes da pandemia, Espanha recebia cerca de 84 milhões de turistas por ano, com 17 milhões a viajarem do Reino Unido, caindo esse número com o início das restrições da pandemia.

No entanto, os números começaram a aumentar novamente este ano, com 1,8 milhões de britânicos a visitar Espanha no primeiro trimestre de 2022.

Com o turismo a representar cerca de 12% do PIB espanhol, o Brexit tornou as viagens entre os dois países mais difíceis, já que o Reino Unido sai dos acordos de livre circulação em toda a UE.

As negociações sobre autorizações de residência e turismo pararam e, em maio deste ano, expatriados britânicos foram proibidos de conduzir em Espanha utilizando as cartas de condução do Reino Unido após o fracasso das negociações.

No entanto, Espanha está ansiosa para ver o regresso dos britânicos, falando-se em detalhes de um acordo bilateral que permitirá que os trabalhadores do turismo permaneçam em Espanha durante a temporada de férias.

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