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Peso do PIB turístico espanhol atingirá 13% do PIB total em 2024

Uma recente análise do CaixaBank aponta para crescimentos do setor do turismo em 2024 e 2025. Para este ano de 2024 as estimativas apontam para um crescimento na ordem dos 5% e a possibilidade de se chegar bem perto dos 100 milhões de turistas internacionais.

Victor Jorge

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Peso do PIB turístico espanhol atingirá 13% do PIB total em 2024

Uma recente análise do CaixaBank aponta para crescimentos do setor do turismo em 2024 e 2025. Para este ano de 2024 as estimativas apontam para um crescimento na ordem dos 5% e a possibilidade de se chegar bem perto dos 100 milhões de turistas internacionais.

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Depois de um ano de 2023 excecional para o turismo em Espanha, com níveis recorde de chegadas internacionais, gastos, dormidas e turismo interno, os números de 2024 superam as expectativas e marcam o melhor início de ano da história do setor, revela o CaixaBank Research que prevê que o peso do PIB turístico cresça 5% em 2024 (mais do dobro do esperado para o conjunto da economia) e que o número de visitas de turistas internacionais ultrapasse os 90 milhões. Esta estimativa baseia-se “na recuperação do poder de compra das famílias europeias num contexto de queda da inflação, à recuperação económica da Europa e à perceção de maior segurança que Espanha transmite em relação a outros destinos concorrentes”, assinala a entidade bancária.

O turismo interno manter-se-á em níveis historicamente elevados, mas crescerá a taxas mais modestas do que o turismo internacional, uma vez que se espera uma reativação do turismo emissor espanhol. “O êxito do setor não deve ser em detrimento da necessidade de continuar a melhorar a gestão dos fluxos turísticos para mitigar as externalidades negativas que podem causar e avançar para um modelo de turismo menos sazonal que reforce a sustentabilidade”, refere ainda a análise.

Começar bem o ano
Depois de um 2023 em que a economia espanhola 2,5%, num contexto de fraco crescimento das principais economias europeias, o início de 2024 voltou a surpreender pela positiva. No primeiro trimestre de 2024, o PIB cresceu 0,7% em termos trimestrais, impulsionado por uma reativação do investimento e um novo aumento das exportações de serviços turísticos (+19% em termos trimestrais). Este bom desempenho do turismo reflete-se também no aumento do excedente da balança de serviços turísticos, que em março de 2024 atingiu 4,2% do PIB em comparação com 3,7% um ano antes (dados acumulados de 12 meses). “Esta melhoria, de 0,5 p. p. do PIB, implica que as exportações de turismo são responsáveis por mais de metade da melhoria do saldo da balança corrente de Espanha no último ano”, diz o CaixaBank.

“Não há dúvida de que parte do atual dinamismo da economia espanhola pode ser explicado pelo bom momento do setor do turismo”, admitindo a análise que, “na sequência dos excelentes registos do setor durante o ano passado, todos os indicadores da atividade turística aceleraram nos primeiros quatro meses de 2024 (ultrapassando os registos do mesmo período de 2023), o que constitui um bom presságio para um forte crescimento em 2024”.

Assim, de acordo com as estimativas, o PIB do turismo representou 0,9 p.p. do crescimento anual do PIB de Espanha de 2,5% em 2023. De acordo com as novas previsões para 2024, o setor contribuirá com cerca de 0,6 p. p. para o crescimento esperado de 2,4%. O peso do PIB do turismo no PIB total atingirá, assim, os 13%.

Até abril, chegaram a Espanha 24 milhões de turistas internacionais, o melhor arranque de ano da série disponível. Em poucos meses, já visitaram o país mais três milhões de turistas estrangeiros do que em igual período de 2023 (um crescimento homólogo de 14,8%).

A despesa média por pessoa ultrapassa os 1.300 euros (média de janeiro a abril), cerca de 245 euros acima da média pré-pandémica, representando um aumento de 19% em relação a 2019, “embora isto se deva mais a um efeito de preço do que a uma maior disponibilidade para gastar em termos reais por parte dos turistas (a inflação turística tem um crescimento acumulado de 21% desde 2019)”, admitem os analistas do CaixaBank.

Por outro lado, os indicadores do turismo interno continuam em boa forma, mantendo-se em níveis elevados, embora o saldo global dos primeiros quatro meses do ano reflita já menos viagens (-2,2% em termos homólogos em janeiro-abril), dormidas (-1,1%) e uma moderação dos gastos dos turistas no país (+5,4% em média anual, de acordo com o indicador do portal CaixaBank Research Real-Time Economics).

Este dinamismo também se reflete no mercado de trabalho, que também bateu recordes em 2023 com três milhões de inscritos nos ramos de atividade característicos do setor do turismo (em 2019, empregavam cerca de 2,7 milhões de pessoas). Nos primeiros quatro meses de 2024, o emprego no turismo cresceu 4,2% em termos homólogos (média de janeiro a abril), com o transporte aéreo (11%) e as agências de viagens (7,8%) a apresentarem o mercado mais dinâmico, e o transporte marítimo o menos (1,8%).

“Gracias” aos alemães e britânicos
Em termos de origem dos turistas, uma das poucas deceções para o setor em 2023 foi que dois dos principais mercados de origem do turismo espanhol, o Reino Unido (primeiro país de origem) e a Alemanha (segundo, antes da pandemia), fecharam o ano com um número de turistas inferior ao de 2019 (-3,7% e -0,9%, respetivamente). O turismo britânico tem sido prejudicado nos últimos anos pelo Brexit, pela queda de grandes operadores turísticos nacionais (como a Thomas Cook no final de 2019) e, mais recentemente, pela crise económica. Por seu lado, a Alemanha chegou a perder o segundo lugar como país de origem para a França nos últimos anos, também prejudicada pela crise económica e pela sua particular vulnerabilidade à crise energética. No entanto, no primeiro trimestre de 2024, chegaram 4,4 milhões de turistas britânicos e 3,2 milhões de turistas alemães, o número mais elevado de ambas as nacionalidades na série disponível nesse período.

Por outro lado, os países asiáticos (-12,8% em relação a 2019), os países nórdicos (-6,1%) e a Rússia (sem dados desde o início da guerra na Ucrânia) destacam-se como os únicos que ainda não retomaram os registos pré-pandémicos.

O motor que arrancou e não parará em 2025
De acordo com as estimativas do CaixaBank Research, o PIB turístico real cresceu 7,6% em 2023, permitindo a recuperação dos níveis de atividade pré-pandémicos (superando o pico de 2019 em 5,2%). Este crescimento permitiu que o setor recuperasse o seu peso no conjunto da economia espanhola, atingindo 12,6% do PIB em 2023 (o mesmo registo de 2019).

Até 2024, a análise do CaixaBank prevê que o PIB turístico cresça 5% em termos reais, impulsionado pelo turismo internacional, esperando-se que cresça de forma muito robusta (+5,5%), ultrapassando as 90 milhões de chegadas de turistas internacionais graças à recuperação do poder de compra das famílias europeias num contexto de queda da inflação, à recuperação económica na Europa e à maior perceção de segurança oferecida pelo nosso país num contexto de elevada instabilidade geopolítica nos países do Mediterrâneo Oriental.

Esta previsão prevê um certo abrandamento do sector em relação ao elevado dinamismo do início do ano, uma vez que existem vários fatores que tenderão a moderar o ritmo de progressão, como a recuperação gradual de outros destinos concorrentes, o impacto dos Jogos Olímpicos de Paris em 2024 e a expetativa de que o turismo interno tenha um crescimento relativamente fraco (+0,8%).

“Após vários anos de recuperação, em que os turistas espanhóis optaram por destinos locais, esperamos que este ano se assista a um aumento das viagens para fora das nossas fronteiras, graças ao aumento do rendimento disponível das famílias e à procura reprimida de turismo no estrangeiro”, conclui o CaixaBank Research.

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Lusanova sugere seis viagens para desfrutar no outono

O operador turístico Lusanova apresenta seis sugestões de viagens para a próxima estação, para destinos e pacotes e especialmente selecionados para essa época do ano.

Neste conjunto de sugestões, a Lusanova destaca a cidade de Riga, em viagem de quatro dias, disponível a partir de 785 euros por pessoa. A visita inclui o Castelo, a Catedral, a Porta Sueca, os Três Irmãos, bem como o Museu de História e Navegação. Há também a possibilidade de descobrir o bairro e museu Art Nouveau. O Bairro de Kalnciema e os seus mercados, bem como o centro de arquitetura, são outras das atrações incluídas no programa.

A capital do antigo Império Romano é sempre uma boa escolha para um ‘city-break’. No programa Escapada a Roma, o operador turístico propõe explorar o Vaticano com visita aos Museus do Vaticano, onde se inclui a famosa Capela Sistina, bem como o regresso aos tempos de Roma Imperial, com visita ao Monte Palatino, Coliseu e passeio ao longo da Via Sacra.

Num fim-de-semana, a Lusanova sugere uma escapada ao norte de África, concretamente a Marraquexe. Durante o passeio panorâmico por uma das quatro cidades imperiais de Marrocos é possível conhecer os principais atrativos da cidade vermelha, como a Mesquita Koutobia, o Palácio Bahia, as Tumbas Saadianas, entre outros, terminando na movimentada Praça Jemaa El Fna.

Para quem deseja partir à descoberta do continente americano, o operador turístico sugere, ainda para o outuno, a Argentina, Chile e Uruguai com um circuito, por exemplo, pela Patagónia, com visitas a Buenos Aires, Ushuaia, Terra do Fogo, El Calafate e ao Glaciar Perito Moreno, numa viagem que convida a um contacto direto com as maravilhas da Natureza.

Ainda no continente americano, o convite passa por partir à descoberta da Costa Rica durante sete noites. Depois de se explorar a capital San José, o Parque Nacional Braulio Carrillo e os seus canais, rios, lagoas e vegetação enriquecem a viagem. Também o Parque Nacional Tortuguero, conhecido como a Amazónia da América Central, ou o Parque Nacional Manuel António estão incluídos no circuito, no quais se pode observar as tartarugas, macacos, preguiças, manatins e muitos outros animais da região.

A 26 de outubro, a Lusanova sugere um programa especial de 11 noites para experienciar na primeira pessoa o Festival Diwali, conhecido como festival das luzes, na Índia. Depois de um circuito por Deli, Agra, Fatehpur e Jaipur, a viagem culmina com a chegada a Jodhpur, conhecida como cidade azul, e cenário do festival indiano Diwali. Ranakpur, que detém um dos templos mais impressionantes do Rajastão, é também um dos destinos contemplados do circuito que ainda inclui visitas a Udaipur, Bombaim e Goa, esta última com notáveis vestígios da presença portuguesa no país.

 

 

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AEBB entra em projeto europeu para promover turismo náutico-cultural da bacia do Tejo

A Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB) é um dos oito parceiros ibéricos do novo projeto europeu “Rede CIFT- Cruzeiros Ibéricos Fluviais Transfronteiriços”, cujo objetivo é promover os itinerários náutico-culturais nos cinco rios da zona transfronteiriça de Espanha e Portugal.

A cidade espanhola de Málaga acolheu, esta segunda-feira, a reunião de lançamento do projeto Interreg Espanha-Portugal da Rede de Cruzeiros Ibéricos Fluviais Transfronteiriços (‘Red CIFT’), cujo objetivo final é a criação de uma rede de destinos náuticos-culturais sustentáveis no ambiente transfronteiriço dos países que ocupam os cinco grandes rios: o Minho, o Lima, o Douro, o Tejo e o Guadiana.

Participam neste projeto oito parceiros, quatro espanhóis e quatro portugueses. Liderado pelo Cluster Marítimo-Marino de Andalucía (CMMA), envolve a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), a Associação para o Desenvolvimento do Baixo Guadiana (ODIANA), a Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR Algarve), representando as regiões norte, centro e sul de Portugal (Minho, Beira Baixa e Algarve). A estas juntam-se a Associação Galega de Atividades Náuticas (AGAN+), o Cluster Turístico da Extremadura (Cluturex) e a Associação Ibérica de Municípios Ribeirinhos do Douro (AIMRD). O orçamento total deste projeto, cofinanciado pela União Europeia através do Interreg Espanha-Portugal, ascende a 816 mil euros.

Os membros do projeto pretendem, de acordo com informação avançada pela AEBB, criar itinerários náutico-culturais (cruzeiros fluviais) que constituem a espinha dorsal do território fronteiriço, com uma abordagem inovadora e socialmente inclusiva, promovendo o turismo responsável e preservando o património natural e cultural de cada destino. Tem também como objetivo criar sinergias entre o turismo de cruzeiros fluviais e o turismo cultural, transferindo conhecimentos e experiências entre as regiões transfronteiriças.

O projeto pretende ter um impacto significativo nas regiões participantes. Os resultados esperados incluem o aumento do turismo fluvial, a criação de emprego e de oportunidades económicas, a preservação e a valorização do património cultural e natural, a melhoria da acessibilidade e a promoção da cooperação transfronteiriça. O programa contribuirá para o desenvolvimento sustentável das regiões envolvidas e reforçará a colaboração entre Espanha e Portugal, no domínio do turismo.

O projeto está estruturado em diferentes atividades que vão desde o planeamento estratégico à formação, certificação, coordenação e comunicação. Em termos de planeamento estratégico, serão realizados estudos para avaliar a viabilidade económica dos destinos náutico-culturais, bem como o planeamento da sua promoção e valorização, especialmente em termos de acessibilidade e sustentabilidade.

Para garantir a qualidade e o cumprimento das normas de turismo acessível, será considerada a certificação de boas práticas e a identificação de produtos turísticos de qualidade. Pretende-se ainda promover a transferência de conhecimentos e experiências no seio da ‘Red CIFT’, facilitando a colaboração entre os atores envolvidos e gerando um ambiente propício ao intercâmbio de ideias.

A formação a ministrar é fundamental e proporcionará aos participantes as ferramentas necessárias para desenvolver produtos turísticos ligados à rede. Serão gerados conteúdos adaptados e serão ministrados cursos para fomentar a inovação, a criatividade e a responsabilidade ambiental na criação de itinerários náutico-culturais.

Em termos de comunicação, será criado um Catálogo Digital, será desenvolvida a identidade corporativa do projeto e serão planeadas ações estratégicas de visibilidade.

No âmbito do projeto ‘Red CIFT’, a AEBB tem como objetivo promover o potencial turístico da bacia do rio Tejo e dos territórios circundantes, enquanto destinos náutico-culturais.

Com esta participação, a AEBB pretende criar um ambiente favorável ao desenvolvimento económico e à valorização do património cultural e natural destes territórios. Ao promover o rio Tejo como um destino fluvial atrativo para turistas nacionais e internacionais, o projeto visa não apenas atrair visitantes, mas também estimular a criação de emprego e oportunidades económicas para as comunidades locais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável dos territórios abrangidos pela bacia do rio Tejo.

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Aviação

Airbus recebe certificação EASA para o A321XLR

Anunciado no Salão Internacional da Aeronáutica de Paris-Le Bourget, em 2019, o A321XLR da Airbus recebeu, recentemente, a certificação da EASA. Após mais de 1.450 horas de testes e 510 voos, a entrada em ação da versão “Xtra Long Range” da família A320 estará para breve.

O Airbus A321XLR, equipado com motores CFM-LEAP-1A, recebeu o Certificado da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA), preparando o caminho para a entrada em serviço da nova aeronave no final do verão. O certificado foi entregue por Florian Guillermet, diretor-executivo da EASA, a Isabelle Bloy, engenheira-chefe do A321XLR. A certificação da versão com motor Pratt & Whitney está prevista para o final de 2024.

Christian Scherer, diretor-executivo da divisão de Aeronaves Comerciais da Airbus, refere que o A321XLR “traz um novo valor para o mercado, expandindo as possibilidades para os clientes e passageiros das nossas companhias aéreas. Com o seu longo alcance, o A321XLR permite uma série de novas rotas diretas, oferecendo oportunidades naturais de crescimento aos nossos clientes e ao público que viaja”.

Segundo o responsável o A321XLR proporciona às companhias aéreas a “eficiência da uniformidade dentro da gama de produtos A320/A321 e a sua cabina versátil uma gama de possibilidades de serviço que são simplesmente únicas”.

Com a certificação a ser considerada um “um marco importante”, o próximo passo é preparar o avião para as primeiras missões comerciais com clientes de todo o mundo.

Em comunicado, a Airbus refere que O A321XLR fica “lado a lado com os widebodies na frota de uma companhia aérea. Introduz a flexibilidade para aumentar a capacidade, abrir novas rotas ou mesmo continuar a operar as existentes quando a procura é variável. Tudo isto gastando menos 30% de combustível por lugar do que os aviões da concorrência da geração anterior, e com cerca de metade do custo de viagem dos modernos widebodies. A nova cabina Airspace do A321XLR proporcionará aos passageiros um conforto de longo curso em todas as classes”.

De referir que o primeiro A321XLR completou o seu voo inaugural em junho de 2022, tendo-se seguido um extenso programa de testes que envolveu três aeronaves de teste. Até à data, foram encomendados mais de 500 Airbus A321XLR.

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Transportes

Turkish Airlines apresenta nova suite Crystal Business Class

A Turkish Airlines revelou os pormenores da sua nova suite de Classe Executiva topo de gama no Farnborough International Airshow 2024 em Hampshire, Reino Unido.

A nova suite Crystal Business Class marca uma nova era nas viagens aéreas de luxo para passageiros de negócios e é a primeira da Turkish Airlines a apresentar uma porta de suite ajustável e um painel de privacidade para uma maior privacidade durante o voo. Os novos assentos apresentam uma largura de 23 polegadas, com maior espaço para os pés e acesso direto ao corredor para todos os passageiros, sendo que todas as suites com janela têm visibilidade total. Em linha com a identidade da marca “Flow” da companhia, as novas suites apresentam cores mais claras e quentes, mesa em mármore e acabamentos em ouro rosa.

A suite inclui luzes ambiente e de leitura ajustáveis, tomadas elétricas universais e de Tipo C, carregador sem fios, tomada de áudio com cancelamento de ruído, espelho ajustável, almofada de assento ergonómica de arrumação fechada e um ecrã IFE de 22 polegadas.

Os novos assentos da companhia aérea foram desenvolvidos pela sua subsidiária, a TCI Aircraft Interiors, para criar um produto personalizado e exclusivo para a companhia aérea e apresentam elementos com peles e tecidos de pelúcia, todos provenientes da Turquia, para realçar as raízes da transportadora de bandeira.

Os novos assentos, que serão utilizados nos voos transcontinentais da transportadora, serão gradualmente instalados nos Airbus A350 encomendados pela companhia aérea e planeados para serem adaptados à sua frota de aviões Boeing 777.

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Turismo

Turismo de Portugal vai estruturar um novo Plano Turismo + Sustentável

Findo o Plano Turismo +Sustentável 20-23, o Turismo de Portugal assume o desafio de estruturar um novo projeto, que continue a mobilizar os agentes e a sociedade para a promoção da sustentabilidade no turismo em Portugal, com o compromisso de apoiar o turismo a atingir os seus objetivos e metas no domínio da sustentabilidade.

O Turismo de Portugal, que apresenta o relatório d​e execução do Plano Turismo +Sustentável 20-23, vai estruturar um novo documento que continue a mobilizar os agentes e a sociedade para a promoção da sustentabilidade no turismo em Portugal.

O relatório de execução do Plano Turismo +Sustentável 20-23 inclui ​os principais resultados e conclusões daquele que o Turismo de Portugal, considera, na sua página oficial, ser o referencial estratégico, participativo e dinâmico, alargado e criativo, através do qual assumiu a responsabilidade de mobilizar os agentes e a sociedade para a promoção da sustentabilidade no turismo em Portugal.

De acordo com a mesma fonte, a execução das ações do plano foi acompanhada diretamente pelo Turismo de Portugal através de reuniões técnicas, tendo a conclusão dos projetos sido monitorizada ​junto das entidades responsáveis. No âmbito da respetiva gestão e monitorização, visando uma responsabilidade partilhada na concretização das metas, o plano contemplou, ainda, a dinamização de um Grupo de Acompanhamento para a Sustentabilidade.

Findo o Plano Turismo +Sustentável 20-23, o Turismo de Portugal assume o desafio de estruturar uma nova estratégia que continue a mobilizar os agentes e a sociedade para a promoção da sustentabilidade no turismo em Portugal, com o compromisso de apoiar o turismo a atingir os seus objetivos e metas no domínio da sustentabilidade.

Os objetivos serão priorizar a descarbonização, implementando planos de ação climática para minimizar o impacto ambiental;  Estimular uma cultura de consciencialização e responsabilidade, partilhando as melhores práticas de economia circular e proporcionando conhecimento sobre o impacte no território; Apoiar os agentes da cadeia de valor na adaptação aos desafios climáticos e no acesso a oportunidades de financiamento para iniciativas de descarbonização; Identificar oportunidades para a melhoria das práticas de mobilidade sustentável e emitir recomendações para a implementação de soluções inovadoras e eficientes; Capacitar e apoiar iniciativas para melhorar e requalificar os recursos humanos, bem como colmatar lacunas de competências sustentáveis.

 

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Enoturismo

Costa Boal investe no Enoturismo em Favaios

Projeto envolve a compra de quinta com 5 hectares de vinha, para a construção de um hotel de 4 estrelas, com adega e restaurante, com o investimento a ultrapassar os três milhões de euros.

Com experiência na produção de vinhos no Douro, Trás-os-Montes, e Alentejo, a Costa Boal Family Estates prepara-se, agora, para entrar no mercado do Enoturismo, com a aquisição da Quinta de Arufe, em Favaios, Alijó, com cerca de 5 hectares de vinha, para a implementação de um projeto, que inclui a construção de uma unidade turística “de nicho”.

O investimento envolve, além da produção de vinho, a recuperação de um edifício que se encontra em avançado estado de degradação, datado de 1920, onde será instalado o hotel de 4 estrelas, com 16 quartos (que terão nomes de castas), e incluirá, ainda, uma sala de provas, uma horta biológica e um restaurante panorâmico, com assinatura de chef.

O espaço fica junto à Estrada Nacional 322 e irá promover “a ruralidade e a cultura” desta freguesia do Douro. A arrancar ainda este ano, o projeto está orçado em mais de três milhões de euros e está previsto que nos inícios de 2026 as portas se abram para receber os primeiros hóspedes.

Com este projeto, assente na sustentabilidade, a Costa Boal pretende “promover o contacto direto com a natureza e o Douro, num ambiente familiar e intimista, onde reinem a calma e a tranquilidade, mantendo a aposta em produção de vinhos únicos”. O objetivo é ter uma oferta distinta, capaz de despertar o interesse do mercado nacional e internacional, com foco no Brasil, França e Reino Unido.

“Neste local, os hóspedes terão oportunidade de conhecer as várias atividades agrícolas da região, como as vindimas e o pisar das uvas nos lagares, e envolverem-se nas mesmas, absorvendo, desta forma, toda a cultura de uma das mais notáveis regiões portuguesas”, refere António Boal, responsável pela Costa Boal Family Estates.

A esta “portugalidade”, juntar-se-ão atividades e programas de animação turística, como provas e harmonização de vinhos, visitas guiadas ao Museu do Pão e Vinhos de Favaios, passeios de barco privados, trilhos pedestres e cycling.

“Queremos potenciar ao máximo o rendimento da exploração da propriedade, aproveitando as características naturais e a sua localização privilegiada, junto à Estrada Nacional 322-3, complementando-a com uma forte componente turística de excelência”, destaca o produtor.

As obras, no terreno, arrancam, já, este ano e deverão estar concluídas dentro de 24 meses, apontando a abertura para 2026.

 

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Feira Internacional de Mergulho de 18 a 20 de outubro na Cordoaria Nacional

Feira Internacional de Mergulho, vai decorrer de 18 a 20 de outubro, na Cordoaria Nacional, em Lisboa. Trata-se de um evento concebido para reunir entusiastas do mergulho de todo o mundo, incluindo profissionais, especialistas e amadores e envolve uma ampla gama de atividades e apresentações.

Palestras de mergulhadores conceituados, workshops, exposições dos mais recentes equipamentos e tecnologias de mergulho e oportunidades de trabalho em rede fazem parte Feira Internacional de Mergulho, que terá lugar de 18 a 20 de outubro, na Cordoaria Nacional, em Lisboa.

As Diving Talks, que englobam o evento, pretendem abranger diversas vertentes do mergulho, incluindo mergulho técnico, exploração, conservação, fotografia subaquática e videografia, destacando questões relacionadas com a conservação marinha e a importância da proteção dos ambientes subaquáticos.

​Estas sessões, lideradas por especialistas em diversas áreas relacionadas ao mergulho, oferecem informações valiosas sobre biologia marinha, esforços de conservação, segurança do mergulho e muito mais. Os participantes adquirem conhecimento prático, descobrem pesquisas inovadoras e são motivados por histórias inspiradoras e visuais de tirar o fôlego, promovendo uma profunda paixão pela exploração e conservação dos oceanos, avança o Turismo de Portugal na sua página oficial.​

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Enoturismo

Vindouro celebra o Douro em S. João da Pesqueira

A mais antiga festa de vinho do Douro vai celebrar a região vinhateira com recriações históricas do século XVII, aliando vinhos de excelência, paisagens deslumbrantes e espetáculos memoráveis.

A Vindouro voltará a ser realizada no centro da Região Demarcada do Douro, em S. João da Pesqueira, de 30 de agosto a 1 de setembro, na altura em que as vindimas no Douro já decorrem e enchem a região com o cheiro característico das uvas vindimadas e do vinho novo.

A 22ª edição apresenta-se como uma montra dos vinhos e dos seus produtores, comemorando a história do Douro e a constituição da primeira região demarcada do mundo por Marquês de Pombal, em 1756.

 

 

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Britânicos procuram viagens de última hora

Uma análise recente da ABTA revela que muitos britânicos estão a considerar umas férias de última hora no estrangeiro este verão. Portugal, mais concretamente, o Algarve é um dos destinos referidos.

A Associação Comercial para Operadores Turísticos e Agentes de Viagens no Reino Unido (ABTA) revela que o mau tempo que se fez sentir no Reino Unido até agora está a levar muitas pessoas a considerar umas férias de última hora no estrangeiro este verão.

Mais de um quarto dos inquiridos (27%) afirma que se sentiria tentado a reservar uma viagem para um local quente e solarengo se conseguisse um bom negócio, enquanto um em cada cinco (19%) afirma que reservaria apenas para fugir ao mau tempo no Reino Unido.

Em todos os países, os escoceses são os mais interessados em trocar a chuva por praias mais soalheiras, com 31% a dizerem que reservariam se conseguissem encontrar um bom negócio para um lugar quente e soalheiro e 27% a dizerem que reservariam apenas para escapar ao mau tempo.

Isto acontece depois de os números do Met Office mostrarem que o Reino Unido acabou de ter a sua primavera mais húmida desde 1986 e, apesar de um ou outro dia de melhor tempo aqui e ali, as previsões para agosto sugerem que os amantes do sol no Reino Unido não têm muito por que esperar.

Por outro lado, muitos dos destinos mais populares do Reino Unido na Europa estão preparados para receber sol diariamente durante a próxima semana, incluindo a Costa del Sol, o Algarve, a costa da Ístria, ilhas gregas como Rodes e Creta e estâncias na costa sul da Turquia.

A ABTA afirma que, “seja qual for a motivação, ainda há tempo para os viajantes conseguirem um bom negócio este verão, especialmente se puderem ser flexíveis quanto ao local para onde vão e à data de partida”, encorajando a associação as pessoas a falarem com o seu agente de viagens ou operador turístico local para verem “o que ainda está disponível”.

O diretor de Comunicações da ABTA, Graeme Buck, refere no comunicado da associação que “embora muitas pessoas já tenham férias de verão pela frente, os nossos dados sugerem que uma percentagem significativa poderá reservar uma viagem tardia, em especial se o verão chuvoso do Reino Unido continuar e se conseguirem encontrar uma escapadela a bom preço”.

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Portugueses isentos de visto para estadas de até 60 dias na Tailândia

Portugal passa, assim, a fazer parte de uma lista de 93 países e territórios aos quais a Tailândia concede agora a isenção de visto para estadas até 60 dias. Além disso, o recém-lançado visto de nómada digital oferece estadas até 180 dias.

Os cidadãos portugueses passam a estar isentos de visto para estadas na Tailândia até 60 dias, fazendo esta medida parte de um novo pacote de políticas de vistos anunciado pela Tailândia, com o objetivo de impulsionar a economia do país através das viagens e do turismo. As novas medidas incluem a isenção de visto até 60 dias, o visto de destino (DTV) e vistos de estudante, que já estão em vigor.

Portugal faz parte dos 93 países e territórios aos quais a Tailândia concede agora a isenção de visto para estadas até 60 dias. Anteriormente, os cidadãos portugueses contavam com visto apenas para um período de até 30 dias no país. Os visitantes abrangidos por este regime passam a estar autorizados a permanecer no destino para fins turísticos e compromissos comerciais de curta duração por um período não superior a 60 dias, podendo este ser prolongado no Serviço de Imigração por outro período não superior a 30 dias.

Visto de Destino Tailândia (DTV)
A Tailândia encontra-se ainda a introduzir uma nova medida de vistos, o Destination Thailand Visa (DTV) para trabalhadores remotos, nómadas digitais e freelancers, bem como para participantes em atividades tipicamente tailandesas, como cursos de Muay Thai, aulas de culinária tailandesa, treino desportivo, tratamentos médicos, seminários e festivais de música. Os cônjuges e filhos dependentes de titulares de TVD também serão elegíveis.

Os estrangeiros que pretendam solicitar este visto devem ter um comprovativo de fundos ou uma garantia não inferior a cerca de 12.659€ (500.000 Baht) durante a sua estada. A taxa do visto é de cerca de 253€ (10.000 Baht).

Os titulares de TVD, em conjunto com os cônjuges e filhos a cargo, terão direito a uma estada de cinco anos com entradas múltiplas para estadas cumulativas não superiores a 180 dias, podendo ser prolongadas por mais 180 dias.

Visto de estudante (ED Plus de não imigrante)
A Tailândia está também a prolongar a permanência de estudantes estrangeiros do ensino superior por mais de um ano após a conclusão do seu curso. Estes podem ainda encontrar trabalho durante este período e, se empregados localmente, podem alterar o tipo de visto para Não-Imigração B sem terem de sair da Tailândia.

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