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Elmar Derkitsch esteve 11 anos à frente do Lisbon Marriot Hotel | Créditos: Frame It

Hotelaria

“Os bons hotéis, com boas estruturas, com bons serviços vão sempre sobreviver”

Há 11 anos à frente dos destinos do Lisbon Marriott Hotel, o dia 1 de maio marca a saída de Elmar Derkitsch da direção-geral do hotel. Entre muitas coisas que se passaram pela unidade da maior cadeia hoteleira do mundo, Elmar Derkitsch diz “levar as pessoas que conviveram com ele no Marriott”.

Victor Jorge

Elmar Derkitsch esteve 11 anos à frente do Lisbon Marriot Hotel | Créditos: Frame It

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“Os bons hotéis, com boas estruturas, com bons serviços vão sempre sobreviver”

Há 11 anos à frente dos destinos do Lisbon Marriott Hotel, o dia 1 de maio marca a saída de Elmar Derkitsch da direção-geral do hotel. Entre muitas coisas que se passaram pela unidade da maior cadeia hoteleira do mundo, Elmar Derkitsch diz “levar as pessoas que conviveram com ele no Marriott”.

Victor Jorge
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Com passagens pela Alemanha, Suíça, Espanha, Áustria, Turquia e Dinamarca, os últimos 11 anos de Elmar Derkitsch foram passados à frente do Lisbon Marriott Hotel. O dia 1 de maio de 2024 marca o final deste ciclo, admitindo que o trabalho feito no Marriott de Lisboa foi marcado pelo “dinamismo”. Quanto a Portugal, país onde permanecerá a residir, Elmar Derkitsch frisa que passou de um destino “perhaps” para um destino “must”.

Assumiu a direção-geral do Lisbon Marriott Hotel em abril de 2013. Que Elmar temos hoje, 11 anos depois, em 2024. Que diferenças existem entre uma pessoa e outra, entre um diretor que assumiu, em 2013, esta responsabilidade e que está agora, em 2024, a acabar esse ciclo?

Bem, quando entrei estávamos em plena crise financeira. Por isso, foi, basicamente, entrar num projeto e recuperar negócio. E desde aí fizemos bastante, principalmente, a partir de 2015-2016. Todo o mercado registou uma grande evolução a partir dessa altura.
Mas pessoalmente, penso não ter mudado muito, além da idade, claro. A energia, a vontade manteve-se sempre e a preocupação passou sempre por melhorar e renovar o hotel.

Em 2014 começámos por renovar os quartos, depois as zonas públicas numa lógica de adaptar o projeto às necessidades dos clientes. Essa estratégia, juntamente com os proprietários do imóvel, funcionou e tem funcionado muito bem.
Depois, como disse, soubemos aproveitar muito bem o crescimento que o turismo em Portugal registou a partir de 2015.

A nível pessoal, comparando com um amigo que se reformou há relativamente pouco tempo e que me dizia que no último ano ou dois não tinha muito para fazer, aqui foi sempre “full power” [risos].

Por isso, conto trabalhar no máximo até ao meu último dia aqui no Marriott, que é dia 1 de maio, por sinal, o Dia do Trabalhador.

Os projetos não param e um hotel é algo dinâmico onde não podemos parar.

E a sua perceção relativamente a Portugal? Como é que ela foi mudando ao longo deste tempo?

Sabe, Portugal em 2013 ainda era o que podemos apelidar de “hidden secret”. Era um segredo muito bem guardado, que só alguns conheciam e queriam conhecer. Depois, a partir de 2015-2016 deu-se um “boom” e foi “full power” para chegarmos onde chegámos. Por isso, estes anos, principalmente, desde 2016, foram espetaculares, de um grande frenesim, de gente de todo o mundo a descobrir e querer descobrir este país, este destino que estava muito “escondido”.

O desafio foi conseguir reposicionar o produto para um mercado que até então não existia. Mas aí não fomos só nós, foi o mercado todo.

Por isso, essa transformação, a partir de 2016, foi um grande trabalho feito por todos e pelo Turismo de Portugal que conseguiu colocar Portugal como um destino “must” e não “perhaps”.

De repente o turismo tornou-se algo importante para Portugal e para a sua economia e começou-se a olhar para este setor de uma forma diferente, mais profissional. As pessoas começaram a perceber a relevância que o turismo poderia ter para toda a economia. De repente os hotéis deixaram de ser locais onde as pessoas simplesmente dormiam e passaram a ser locais de interesse, de experiências.

Além disso, todo este desenvolvimento permitiu, também, que os investidores nacionais e internacionais, mas principalmente internacionais, começassem a olhar para Portugal e para o turismo em Portugal de uma forma diferente e melhor.
Hoje, as maiores cadeias de hotéis estão em Portugal e porquê, porque se tornou um mercado interessante para investir.

O reconhecimento, a perceção de Portugal lá fora melhorou imenso e isso é bem visível.

Antigamente, em termos de restauração, por exemplo, tínhamos restaurantes portugueses, portugueses e portugueses. Hoje, percorremos Lisboa e temos uma panóplia variada de oferta e isso, também, agrada a quem nos visita. Mostra cidades cosmopolitas e adaptadas à procura.

Mas curiosamente ainda existe um estigma por ir ao restaurante de um hotel?

Sim, mas cada vez menos. Repare, aqui no Lisbon Marriott Hotel temos 604 quartos. Quando o hotel está cheio temos mais de 700 ou 800 pessoas e elas precisam de comer nalgum sítio. E muitas vezes, depois de um dia de passeio, de visitas a vários locais, posso dizer-lhe que temos o restaurante cheio. As pessoas estão cansadas e não querem sair, preferem descansar para no dia seguintes estarem prontas para mais uns passeios.

No nosso caso, o facto de não termos porta do restaurante para o exterior pode ser penalizador e aceito que as pessoas não queiram entrar no lobby para descer para o restaurante do hotel.

Mas reconheço que há ofertas muito boas em termos de restaurantes de hotel.

Créditos: Frame It

Quando falamos do Lisbon Marriott Hotel falamos de um hotel …?

Corporate. Esse é o foco. Temos uma equipa altamente profissional que garante preços competitivos. Esse é o ponto. Por outro lado, a transformação do produto também levou a que adaptássemos e atualizássemos o hotel.

O bar do lobby é uma “sucess history”. Antes, em 2013, tínhamos um típico bar de hotel, datado, onde não acontecia nada. Agora não. É, como costumo dizer, um “booming place” e, mais importante que tudo, fazemos dinheiro com o bar.

Isso mostra o dinamismo do hotel?

Sim, claro. Existe um novo espaço para as pessoas estarem, conversarem e fazerem network.

E o tipo de cliente/hóspede mudou muito?

Sim, claro. Ainda relativamente ao bar, quando mudamos o setup da lobby, claro que tivemos alguns clientes antigos que não gostaram. Mas é uma minoria, talvez 5%. Os outros 95% gostaram. E isso é importante, ir ao encontro do que o cliente, o nosso hóspede quer e espera.

À descoberta de um Portugal “secreto”

Mas o Elmar passou por países como a Áustria, Alemanha, Espanha, Turquia, Dinamarca. Olhando para todos esses países, e principalmente para aqueles que são mais concorrentes de Portugal, como Espanha e Turquia, como é que Portugal se posiciona?

É preciso notar que Espanha e Turquia já eram mais conhecidos como destinos turísticos. Portugal, como referi, era um “hidden secret” e isso beneficiou muito o país que agora está na boca de todo o mundo.

Quando olhamos para Espanha, por exemplo, destinos como Benidorm ou Maiorca não evoluíram muito, não se atualizaram. Quando olhamos para a construção nesses locais, felizmente, em Portugal, não houve essa construção desenfreada.

Talvez um pouco no Algarve, mas Portugal tem uma costa lindíssima, com natureza.
Nesse ponto, Portugal tem um pensamento mais amigo do ambiente, onde se conserva melhor a natureza.

E como também já referi, é isto que atrai os investidores internacionais, principalmente, depois daquele período da Troika.

Mas esse olhar dos investidores internacionais está mais centrado em Lisboa e Porto, embora se fale muito agora na descentralização para o Interior. Estamos a crescer demasiado nas grandes cidades?

Para os hotéis existentes, é sempre melhor que a situação fique como está. Mas chega a um ponto que deixa de funcionar, deixa de haver novidade e sabemos como o mercado funciona. Se há procura tem de haver oferta.

Os bons hotéis, com boas estruturas, com bons serviços vão sempre sobreviver e existe sempre espaço.

E a tipologia – em termos de estrelas – qual deve ser?

Existe mercado para todos. Mesmo o Alojamento Local veio dar uma outra e nova dinâmica ao destino e às cidades. É um target diferente e que complementa o que existe. No corporate, por exemplo, o nosso hóspede não quer a oferte de Alojamento Local. Quer chegar a um hotel, ao quarto e ter as coisas feitas, arrumadas, quer um check-in sem complicações, quer estar num sítio onde a Internet funciona, onde há serviço de limpeza. É “come in and go out” sem complicações.

Créditos: Frame It

MICE factor

No caso do Lisbon Marriott Hotel estamos a falar de uma unidade localizada no centro de Lisboa, focada no corporate. É também por aí que deverá passar a aposta, pelo MICE?

Sim, 50 a 60% do nosso negócio é corporate. 40% é lazer. Por isso, temos de olhar também para esse segmento do lazer. Tal como para as tripulações das companhias aéreas que representam 5 a 8% do negócio.

Mas sim, existe uma clara possibilidade de Lisboa, Porto e Algarve crescerem no MICE. Mas coloca-se, também, a questão do que recebemos por parte do Turismo de Lisboa e do Turismo de Portugal.

Quando trabalhei em Dinamarca, em Copenhague, os hotéis fizeram uma parceria, uma Public-Private Partnership com o Turismo de Copenhague. Foi criado um plano de ação, controlado por ambas as partes – cidade e hotéis -, bem como agências de viagens para avançar com o que era necessário para captar esse segmento MICE. E funcionou muito bem. Havia uma estratégia definida. É isso que falta em Lisboa e noutras cidades.

Mas também faltam locais para depois albergar esse segmento MICE. Não existem muitos locais para ter grandes congressos, para ter 7.000 ou 10.000 pessoas.
Não temos espaços para esse número, nem para 2.000 ou 3.000 pessoas. Há falta de espaços e assim é difícil captar esse segmento.

Não podemos somente pensar em espaços para 10.000 ou 15.000 pessoas. Quantas vezes tens esse tipo de eventos? E depois, quando não há? É complicado, porque tens o espaço, mas não tens como preencher.

Créditos: Frame It

Em 2022, quando foi entrevistado para a Publituris Hotelaria, admitia que “os clientes pagam preços bons, os clientes querem qualidade e pagam”. O preço não é o desafio? Essa perceção mantém-se?

Sim, essa perceção mantém-se. O cliente paga, mas cada vez mais é preciso ter serviço e produto. O mercado está pronto para pagar mais. Estamos abaixo de Barcelona, Paris ou Londres. Os preços ainda têm potencial para crescer, mas é preciso acompanhar essa subida de preço com serviço. Não podemos querer cobrar mais e não oferecer mais. É uma troca que o hóspede, se a receber, pagará mais.

E os clientes estão diferentes?

Sim, mas fundamentalmente, o que o cliente, o hóspede quer é serviço e um serviço cada vez mais personalizado. Personalizado e simples. Mas temos de perceber se é um cliente corporate ou leisure. Aqui os serviços a oferecer também têm de ser diferentes e adaptados às necessidades e exigências. Até porque um cliente corporate satisfeito pode tornar-se num cliente leisure.

Vida pós-Marriott

Agora numa vertente mais pessoal, vai deixar a direção-geral do Marriott Lisbon no dia 1 de maio de 2024. Deixa o hotel como gostaria de deixar?

Creio que estamos no bom caminho, mas é como disse, é algo dinâmico.

E é fácil encontrar pessoas para trabalhar neste hotel?

Essa é a parte mais importante e que a pandemia dificultou. Mas também é a parte mais emocional para mim. Conheço todos os funcionários, conheço bastantes histórias e foi triste quando precisámos reduzir o quadro de pessoal durante a pandemia.

Quando o negócio voltou, foi um desafio, tínhamos clientes, mas não tínhamos funcionários. E foi impressionante como os hóspedes aguentaram e compreendiam as dificuldades colocadas pela falta de pessoal.

Os hóspedes entendiam nessa altura, agora já não?

Agora, já não. Aquela “lua-de-mel” já passou. Agora se falhar alguma coisa, o hóspede não fica contente, já não compreende não termos pessoal, de não prestarmos um bom serviço.

Nós saímos da pandemia com 130 ou 140 funcionários. Atualmente, temos 230. O problema está em encontrar pessoas com as qualificações e experiências necessárias. Por isso mesmo, colocámos um grande foco no nosso departamento de recursos humanos que passou de três para cinco pessoas. Além disso, a formação que demos e damos também é muito importante para todos.

Uma marca que o Elmar também deixa no Lisbon Marriott Hotel é a Gala, com um forte impacto social. Esta ligação entre o hotel e a comunidade local é importante?

Essa ligação com a comunidade, de facto, é importante, é essencial. Mas essa é uma filosofia nossa. Temos uma responsabilidade de apoiar e ajudar as comunidades onde estamos. Nós não fazemos só negócio aqui. Nós trabalhamos, vivemos e convivemos aqui.

Por isso, também temos de dar algo em troca às comunidades onde estamos. Não podemos dizer, estou a fazer o meu negócio e não me importa. Não é. Então, nós também fazemos algo pelo local e pelas pessoas onde estamos. Por isso, a Gala é só um tópico, mas temos relações bastante boas.

Temos um programa para integrar pessoas com dificuldades com a ReShape, trabalhamos de perto com a Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica, com a Reefood.

É gratificante ver como essas pessoas crescem e as pessoas reconhecem, de facto, a ajuda que estão a receber.

Créditos: Frame It

Que conselhos dá a quem vem preencher o lugar do Elmar a partir do dia 1 de maio?

Ouvir os funcionários. É importante e gratificante falar com as pessoas, com os funcionários, perceber o que funciona e o que não funciona. É isso que irei levar comigo para sempre, as pessoas que conviveram comigo durante a minha passagem pelo Marriott.

Nós temos reuniões constantes com a Comissão de Trabalhadores. Naturalmente, que não estamos sempre de acordo, mas sabemos que cada um tem o seu papel. Mas falamos e tentamos sempre chegar a um consenso e ao melhor resultados para todos.

E que recordações é que o Elmar leva de Portugal?

Não vou levar nenhumas, porque vou ficar em Portugal.

E o que vai fazer?

Relaxar. Vou dar ajuda numa associação de austríacos, vou continuar a praticar o desporto, fazer natação, andar de bicicleta, fazer o meu jogging. E vou começar a estudar, música e História de Arte, algo que sempre me apaixonou.
E claro, viajar muito.

*Entrevista originalmente publicada em abril na edição n.º 215 da Publituris Hotelaria.

Sobre o autorVictor Jorge

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Os 15 quartos do edifício remodelado do DUO Lisbon Hotel são adornados com azulejos da Viúva Lamego | Créditos: DR

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DUO Hotel Lisbon: A nova unidade hoteleira da Hilton em Lisboa

O DUO Hotel Lisbon, Curio Collection by Hilton, inaugurado esta quarta-feira, faz parte de um conjunto de três hotéis a abrir em Lisboa pela Hilton, fruto de um acordo de gestão com a Feuring Asset Management GmbH. A cadeia hoteleira tem em vista a abertura de mais dez hotéis em Portugal, após ter inaugurado três hotéis este ano.

Depois da abertura do Legacy Hotel Cascais, no antigo Cidadela Cascais, a Hilton volta a abrir mais uma unidade hoteleira em Portugal, desta vez o DUO Hotel Lisbon, Curio Collection by Hilton.

Localizado em Lisboa perto da sede da EDP, na zona de Santos, o mais recente Duo Hotel Lisbon, Curio Collection by Hilton abriu portas esta quarta-feira, 12 de junho.

Este é o primeiro dos três Hilton a abrir em Lisboa na sequência de um acordo de gestão com a Feuring Asset Management GmbH, com quem a Hilton acordou a abertura das unidades Canopy by Hilton Lisbon Praça São Paulo, Hampton by Hilton Lisbon Baixa e o mais recente Duo Hotel Lisbon, Curio Collection by Hilton.

Com um total de 75 quartos, o recém-inaugurado Duo Hotel Lisbon reúne dois edifícios, um moderno, e outro de traçado mais tradicional, justificando assim a expressão “Duo”.

Com entrada pela Rua Dom Luís I, o edifício moderno do hotel, construído de raiz, conta com 60 quartos distribuídos por seis pisos. Já o segundo edifício, com fachada para a Rua da Boavista, resulta de um projeto de reabilitação e oferece 15 quartos divididos por quatro pisos.

A separar ambos, um pátio desafogado estende-se para oferecer uma zona de esplanada complementada por uma fonte, adornada com azulejos da Viúva Lamego – que, aliás, constituem vários motivos de interesse no hotel, desde o lobby à decoração das cabeceiras dos quartos.

Pátio do DUO Lisbon Hotel | Créditos: DR

As valências deste hotel ficam completas com uma oferta de Food & Beverage (F&B) que inclui o restaurante Novo Mundo, liderado pelo chef residente Nuno Pizarro, e a pastelaria Voyage, com entrada pela Rua da Boavista e aberta a passantes. Ambos os espaços contam com cartas assinadas pela chef Marlene Vieira.

Principais mercados e segmentos

Concetta Schiano Lomoriello, general manager deste novo hotel, conta em entrevista à Publituris Hotelaria que para esta unidade hoteleira, mais concretamente para a vertente de alojamento, os principais mercados serão os “Estados Unidos da América (EUA), Reino Unido e, dentro da Europa, a Alemanha”, apontando também para o mercado espanhol, “dada a proximidade” ao país. Já o mercado nacional será a aposta para os três pontos de F&B do hotel, mais do que a oferta de alojamento.

“Vemos que há pessoas que viajam dentro do próprio país, para staycations, mas acreditamos que, olhando para os números, o maior mercado será os EUA, Reino Unido e Espanha, como mercado de proximidade”, reforça Concetta Lomoriello.

O segmento de lazer é apontado como o principal público-alvo do hotel. No entanto, a general manager do DUO Hotel Lisbon indica que há espaço para o mercado de negócios, não só pela localização do hotel – junto a empresas como a EDP, Accenture e A&V –, mas também pela existência de espaços como o pátio, que pode ser utilizado “como um local para lançamentos de produto e eventos empresariais”. A possibilidade de fechar zonas do hotel para eventos privados, como o restaurante Novo Mundo ou o edifício remodelado de 15 quartos, mais tradicional, também é colocada por Concetta Lomoriello como uma hipótese para melhor servir o mercado de negócios.

A unidade hoteleira conta com mais de 16.000 azulejos da Viúva Lamego | Créditos: DR

De momento a unidade hoteleira conta com 45 trabalhadores de, pelo menos, 13 nacionalidades, de acordo com a general manager, que indica que ainda estão a contratar para as equipas de food and drinks e da cozinha.

Hilton tem mais dez projetos assinados em Portugal

Para este ano, Joachim Hartl, Area General Manager Iberian Peninsula para a Hilton, indica que já abriram três hotéis em Portugal: o Legacy Hotel Cascais, o DUO Hotel Lisbon e o Double Tree by Hilton Lagoa Açores, que abriu portas no passado sábado, 8 de junho.

Com 101 quartos, o primeiro Double Tree nos Açores, mais concretamente na Lagoa, em Ponta Delgada, conta com um rooftop com piscina bar, restaurante e um spa. A expectativa é a de atrair o mercado dos EUA, mas também do Reino Unido, para este hotel.

“Se olharmos para o número de visitantes nos Açores, constatamos que é um destino em ascensão. É muito sustentável e um dos locais onde ainda não estávamos presentes. A ligação aérea aos Estados Unidos, Reino Unido e alguns mercados europeus é muito forte, além do mercado europeu”, refere Joachim Hartl.

Os quartos do edifício de nova construção diferem do alojamento no edifício reabilitado

Além destes três hotéis, a cadeia hoteleira tem já assinados mais dez hotéis em Portugal, de acordo com Joachim Hartl, que por enquanto não especificou de que unidades hoteleiras se tratam nem o investimento realizado nestes projetos, incluindo o do DUO Hotel Lisbon.

Referiu, no entanto, que em frente ao recém-inaugurado DUO Hotel Lisbon vai abrir um outro hotel Hilton, desta vez da marca Hampton, com 150 quarto. Espera-se que a abertura tenha lugar “no último trimestre de 2025 ou primeiro trimestre de 2026”.

Sobre a presença da Hilton em Portugal, Joachim Hartl afirma que “há espaço para crescer, mas também acreditamos que o mercado português terá potencial para nós”.

“O interesse em Portugal tem vindo a aumentar ano após ano, e para mim é o ano de redescoberta de Portugal. É definitivamente um espaço onde queremos crescer de forma orgânica, através de diferentes marcas”, termina Joachim Hartl.

Leia também: Hilton prepara abertura de três novos hotéis em Lisboa

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Soltour lembra: “Este verão, a felicidade está aqui. Nos Bahia Principe Hotels & Resorts”

Sob o mote “Este verão, a felicidade está aqui. Nos Bahia Principe Hotels & Resorts”, a campanha que o operador turístico Soltour acaba de lançar no mercado para impulsionar as vendas das agências de viagens, pretende mostrar a verdadeira felicidade de umas férias com o grupo hoteleiro nas Caraíbas.

O operador turístico Soltour e os Bahia Principe Hotels & Resorts, cadeia hoteleira do Grupo Piñero, lançaram uma nova campanha que tem como objetivo promover as atividades que se podem realizar nas Caraíbas para além do sol e praia, contribuindo para impulsionar as vendas das agências de viagens.

A campanha dá especial ênfase à importância da mediação turística no aconselhamento sobre o produto Caraíbas, um papel fundamental que é partilhado pelos operadores turísticos e pelas agências de viagens.

Sob o mote “Este verão, a felicidade está aqui. Nos Bahia Principe Hotels & Resorts”, a campanha que a Soltour acaba de lançar no mercado, pretende mostrar a verdadeira felicidade de umas férias com o grupo Bahia Principe nas Caraíbas. Em nota de imprensa, o operador turístico sublinha que, o verdadeiro desafio é ligar os clientes a essa sensação, permitindo-lhes aceder à sua melhor versão durante a estadia.

Em linha com o objetivo contínuo de trabalhar para e pelas agências de viagens em Portugal e Espanha, a Soltour e os Bahia Principe Hotels & Resorts desenvolveram, no âmbito desta campanha, ações especiais focadas em aumentar a visibilidade dos pontos de venda. Desta forma, a ativação direta nos pontos de venda (com ecrãs digitais e publicidade na própria agência), uma estratégia digital baseada em SEM (Search Engine Marketing) e anúncios nas redes sociais, juntamente com influencers de renome e embaixadores da marca, que experienciarão o produto em primeira mão e de forma real, serão responsáveis por levar as Caraíbas aos consumidores.

Durante a campanha, os consumidores poderão informar-se sobre os pontos-fortes de um destino extremamente completo, mas também descobrirão, na primeira pessoa, as vantagens de contar com a Soltour e com os Bahia Principe na organização das suas próximas férias.

 

Samaná contará com voos diretos de Lisboa durante este verão. Neste destino, o grupo Bahia Principe conta com o Bahia Principe Grand El Portillo, um oásis que se destaca pela sua localização, pelas suas atividades e instalações, bem como por ter uma das melhores praias do país, e o Bahia Principe Grand Samaná, um hotel só para adultos situado num local privilegiado com acesso direto a uma praia isolada.

Para quem prefere umas férias mais animadas, a Soltour oferece pacotes para a zona mais emblemática de Punta Cana a partir de 957 euros, onde o grupo Bahia Principe conta com um complexo de sete hotéis, que inclui o Bahia Principe Fantasia Punta Cana, o Bahia Principe Luxury Ambar (adults only), o Bahia Principe Grand Aquamarine (adults only), o Bahia Principe Luxury Esmeralda, o Bahia Principe Grand Bavaro, o Bahia Principe Grand Punta Cana e o Bahia Principe Grand Turquesa.

Além disso, a Soltour e os Bahia Principe Hotels & Resorts disponibilizam opções de alojamento nas Caraíbas mexicanas, especificamente na zona de Tulum, na Riviera Maya. Neste destino, o grupo hoteleiro conta com um portefólio de quatro resorts: Bahia Principe Grand Tulum, Bahia Principe Grand Coba, Bahia Principe Luxury Akumal e Bahia Principe Luxury Sian Ka’an (adults only).

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Conselho Executivo do Turismo da ONU reuniu-se para colocar o setor na agenda económica global

Os líderes do turismo de todo o mundo reuniram-se novamente tendo enfatizado a importância económica vital do sector, ao mesmo tempo que o colocam firmemente na agenda política. A 121ª sessão do Conselho Executivo do Turismo da ONU, que decorreu em Barcelona, pôs ênfase especial nas prioridades partilhadas de investimentos no turismo, na educação e na aceleração da inovação em todo o setor.

A 121ª sessão do Conselho Executivo do Turismo da ONU, reunida em Barcelona, acolheu representantes de 47 países, incluindo 18 ministros do Turismo, para promover a visão da organização para o setor à medida que este alcança a recuperação total dos impactos da pandemia. De acordo com dados da ONU sobre Turismo, cerca de 285 milhões de turistas viajaram internacionalmente no primeiro trimestre de 2024, o que corresponde a uma subida de 20% face ao mesmo período do ano passado, enquanto as receitas do turismo internacional cresceram novamente para 1,5 biliões de dólares em 2023.

Abrindo a sessão, o Secretário-Geral do Turismo da ONU, Zurab Pololikashvili, sublinhou a necessidade de abraçar a inovação, crescer e direcionar o investimento para o setor, a fim de impulsionar a sua transformação positiva. “Com o turismo a recuperar da maior crise da sua história, agora é o momento de canalizar a nossa energia para construir uma maior resiliência contra quaisquer choques futuros”, disse, avançando que, ao mesmo tempo, “temos de garantir que o crescimento do turismo beneficia as pessoas em todo o mundo, acima de tudo, expandindo o acesso à educação e às oportunidades de emprego e aproveitando o poder das novas tecnologias.”

O Secretário-Geral apresentou então o seu relatório aos membros, resumindo as realizações do Turismo da ONU desde a última reunião do Conselho, colocando ênfase especial nas prioridades partilhadas de investimentos no turismo, na educação e na aceleração da inovação em todo o setor. Além disso, os membros adotaram o Plano de Trabalho para a Agenda do Turismo das Nações Unidas para a Europa, incluindo três projetos centrados no futuro dos destinos de viagens de inverno, na regulamentação das plataformas de aluguer de curta duração e nas estratégias para mitigar os efeitos dos investimentos verdes nas PME do turismo.

Em Barcelona, ​​o Conselho Executivo deu um passo significativo no compromisso do Turismo da ONU de criar um quadro jurídico harmonizado para o setor global, a fim de aumentar a confiança nas viagens internacionais, e aprovou a decisão para o centro jurídico inovador, dando início ao trabalho para aumentar o portfólio crescente de Escritórios Regionais e Temáticos do Turismo da ONU, à medida que continua a aproximar-se dos seus membros no terreno.

O Conselho Executivo foi atualizado sobre o planeado Escritório Regional para África, a ser inaugurado em Marraquexe, e o Escritório Regional para as Américas, localizado no Rio de Janeiro. Mantendo esta dinâmica, a liderança do Turismo da ONU assinou um Memorando de Entendimento com o Ministério do Turismo da Grécia para estabelecer um Centro de Investigação e Monitorização do Turismo Costeiro e Marítimo na Região do Mediterrâneo Oriental.

A 122ª sessão do Conselho Executivo do Turismo da ONU será realizada em Cartagena das Índias, Colômbia, enquanto a 123ª será organizada pela Espanha no primeiro semestre de 2025, e a 124ª sessão pelo Reino da Arábia Saudita no segundo semestre de 2025.

 

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GEA destaca Marrocos em campanha de vendas

O Grupo GEA, em parceria com o Turismo de Marrocos, acaba de lançar uma campanha de vendas sobre o destino, uma iniciativa exclusiva destinada a promover os produtos turísticos marroquinos entre os viajantes nacionais.

Para esta campanha de vendas, a GEA levou a cabo uma colaboração com os seus fornecedores Mundigea, disponibilizando às suas agências associadas ofertas exclusivas desenhadas para capturar a essência e a diversidade deste destino, desde city breaks, circuitos, sol & mar, entre outros. A campanha explora as diversas facetas do Reino de Marrocos, desde a sua rica gastronomia e paisagens naturais até à sua cultura, artesanato e tradições.

Paulo Mendes, diretor de Produto e Contratação do Grupo GEA, confirma que Marrocos é um produto muito procurado no mercado nacional, com oferta diversa e um serviço de excelência. Assim, com esta campanha “queremos disponibilizar as nossas agências associadas, através dos nossos parceiros Mundigea, oportunidades comerciais para que os seus clientes possam descobrir ou redescobrir as muitas razões pelas quais este destino deve estar no topo da lista de locais a visitar”.

Refira-se que a GEA tem vindo a desenvolver uma parceria contínua com o Turismo de Marrocos, criando proximidade entre o destino, os agentes de viagens e com o viajante nacional, promovendo a diversidade e qualidade do produto turístico marroquino.

Os administradores da rede de gestão, Carlos Baptista e Pedro Gordon, a colaboração com o Turismo de Marrocos, já iniciada no ano passado, reflete o compromisso contínuo do Grupo GEA em promover destinos que oferecem experiências autênticas e memoráveis. Assim, “estamos confiantes de que, através desta campanha e das ofertas exclusivas disponibilizadas, seremos capazes de dinamizar significativamente o turismo para Marrocos, beneficiando tanto as agências associadas GEA quanto a região”, realçaram.

O Grupo GEA fornecerá em exclusivo às agências associadas materiais promocionais para divulgação da campanha, que oferece pacotes de viagem e experiências em Marrocos a preços competitivos, incentivando os viajantes a aproveitar esta oportunidade limitada.

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Azores Airlines já abriu rotas do Funchal para Toronto e Boston

Num comunicado enviado à imprensa, a Azores Airlines explica que estas operações, ambas com um voo direto por semana, se vêm juntar à que a companhia aérea já realizava desde o ano passado e que liga a Madeira a Nova Iorque.

A Azores Airlines já inaugurou as operações que passam a ligar o Funchal, capital madeirense, às cidades de Toronto e Boston, no Canadá e EUA, respetivamente, e que contam ambas com um voo direto por semana.

Num comunicado enviado à imprensa, a companhia aérea do grupo SATA que realiza voos internacionais explica que estas novas rotas vêm juntar-se à que a transportadora já operava no ano passado e que liga a Madeira a Nova Iorque.

“Estas duas operações diretas representam o culminar de um trabalho consistente, em sintonia com os nossos parceiros nos Estados Unidos, no Canadá e no Arquipélago da Madeira, que permitiram voltar a ampliar a oferta para este Arquipélago com estes voos diretos, que se adicionam à operação de Nova Iorque e aos voos entre os Açores com destino à Ilha da Madeira, que a Azores Airlines tem assegurado ao longo dos anos”, destaca Graça Silva, diretora de Vendas, Marketing e Comunicação do Grupo SATA.

Ambas as operações contam com um voo por semana, com as partidas para Toronto a acontecerem às sextas-feiras, enquanto o regresso à Madeira tem lugar aos sábado, sendo que, no caso de Boston, as partidas desta cidade dos EUA acontecem às terças-feiras, com regresso às quartas-feiras.

“A estas ligações diretas, juntam-se sete ligações semanais, quer à partida de Boston ou de Toronto, via Ponta Delgada, das quais podem igualmente usufruir os passageiros que pretendam viajar da América do Norte para a Ilha da Madeira e vice-versa”, refere ainda a Azores Airlines, na informação divulgada.

Os bilhetes para estes voos já se encontram disponíveis para aquisição, através do Contact Center, website, balcões e lojas de vendas da SATA, assim como pelas agências de viagens.

 

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Portugal desce um lugar mas continua a ser um dos países mais pacíficos do mundo

Segundo o Índice Global da Paz 2024, elaborado pelo Instituto de Economia e Paz, Portugal obteve 1.372 pontos e surge em sétimo lugar, num ranking que é liderado pela Islândia.

Portugal desceu uma posição e é agora o sétimo país mais pacífico do mundo, segundo o Índice Global da Paz 2024, elaborado pelo Instituto de Economia e Paz e divulgado esta terça-feira, 11 de junho.

De acordo com este ranking, Portugal obteve 1.372 pontos, numa lista que é liderada pela Islândia (1.112 pontos), seguindo-se a Irlanda e a Áustria, enquanto no extremo oposto se encontram países como Afeganistão, o Iémen, a Síria, o Sudão do Sul e a República Democrática do Congo.

O ranking tem em conta 23 critérios qualitativos e quantitativos, que se encontram agrupados em três domínios-chave, nomeadamente Conflitos em curso, Segurança e Proteção e Militarização.

Segundo este índice, existem atualmente 56 conflitos a nível global, o maior número desde a II Guerra Mundial, o que coloca o mundo numa encruzilhada, pelo que, acrescenta o Instituto de Economia e Paz, “sem esforços concertados, existe o risco de um recrudescimento de grandes conflitos”.

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FEITUR com programação centrada na atividade turística, gastronomia e música

Animação turística, atividades náuticas, gastronomia, artesanato, convívio, música e animação são os pontos fortes da FEITUR – Feira de Turismo do SW, que tem lugar até ao dia 16 de junho, junto ao estuário do Rio Mira, em Vila Nova de Milfontes.

A FEITUR aposta na promoção do concelho de Odemira e do Sudoeste Alentejano como destino de eleição para o turismo e para a prática desportiva em plena natureza.

A iniciativa é promovida em parceria entre o município de Odemira, a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Junta de Freguesia de Vila Nova de Milfontes, entre outras entidades.

O certame conta com a presença de unidades de alojamento e de empresas de animação turística, restaurantes, exposição de produtos agroalimentares, artesanato local, provas gastronómicas e muita animação.

Os visitantes são convidados a desfrutar do melhor que o concelho de Odemira tem para oferecer, com atividades gratuitas que irão permitir o contacto com diversas modalidades, como mergulho, stand up paddle, surf ou passeios de barco no rio Mira, canoagem ou andebol de praia. Um dos pontos altos da FEITUR é a componente gastronómica que estará em destaque no espaço showcooking.

 

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TUI Portugal lança campanha de incentivo de vendas para o Dubai

Os vencedores desta campanha de incentivo de vendas, que decorre entre 15 de junho e 15 de setembro, ganham uma famtrip ao destino, a decorrer entre 7 e 11 de outubro de 2024.

A TUI Portugal lançou uma campanha de incentivo de vendas para o Dubai, que arranca no próximo sábado, 15 de junho, e que vai estar em vigor até 15 de setembro, premiando um grupo de agentes de viagens com uma famtrip ao destino, a decorrer entre 7 e 11 de outubro de 2024.

Segundo a TUI Portugal, “a seleção dos participantes terá como critérios o desempenho de vendas e o crescimento/potencial de vendas dos agentes para este destino durante o período da campanha”.

“Ao premiarmos não só os melhores vendedores, mas também os agentes com maior crescimento de vendas, damos oportunidade a todos os parceiros de participarem e conquistarem o seu lugar nesta viagem de incentivo”, refere Nuno Fouto, diretor Comercial da TUI Portugal.

Os vencedores são conhecidos a 20 de setembro, com a TUI Portugal a explicar que vão ser “contabilizadas todas as reservas confirmadas e realizadas através dos canais oficiais da TUI Portugal”.

Segundo o operador turístico, o Dubai é “um destino que tem vindo a atrair cada vez mais portugueses que, mais do que uma opção de stopover, encontram uma opção de destino de férias muito apelativo e diversificado na sua oferta, já que combina a oferta de praia com cultura, evasão, aventura e até compras, com uma oferta hoteleira de grande qualidade e também ela muito variada”.

A programação da TUI Portugal para o Dubai está disponível para consulta aqui e inclui confirmação imediata, assim como várias combinações possíveis, que incluem Maldivas, Sri Lanka e até safaris.

 

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DHM promove oferta de reuniões e incentivos junto de agências de negócios francesas

A Discovery Hotel Management (DHM) apresentou, no início do mês, a sua oferta de reuniões e incentivos a 50 agências de viagens francesas do segmento de turismo de negócios.

A Discovery Hotel Management (DHM) esteve no início do mês em Paris, capital francesa, para apresentar o seu portfólio de hotéis a 50 agências de viagens francesas do segmento de turismo de negócios, numa iniciativa que visou promover os “serviços de reuniões e incentivos, com programas corporativos que incluem alojamento, menus exclusivos e experiências inovadoras”, nos 15 hotéis da marca.

O evento, que teve lugar no “Musée du Vin”, em Paris, contou com a presença de Francisco Capote da Silva, Head of Sales MICE International DHM; Daniel Solsona, diretor de Operações Cluster MICE DHM; Pedro Magalhães, diretor-geral do Dolce CampoReal; e Pedro Paixão, diretor-geral do Monte Real Hotel, Termas & Spa.

Durante o evento, a DHM apresentou as infraestruturas, assim como os programas corporativos que estão disponíveis nos hotéis Octant Ponta Delgada, Octant Furnas, Octant Douro, Octant Lousã, Octant Évora, Octant Santiago, Octant Vila Monte e Octant Praia Verde, assim como no Villa C Boutique Hotel, Monte Real Hotel Termas & SPA, Dolce Campo Real, Ramada Lisbon by Wyndham e Crowne Plaza Caparica Lisboa (IHG).

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Lufthansa City Center leva 250 operadores e agentes de viagens a Braga e Guimarães

O evento da Lufthansa City Center decorre até sábado, 15 de junho, em Braga e Guimarães, e inclui reuniões de negócio, workshops e conferências dedicadas aos temas da inovação e tecnologia.

A Lufthansa City Center está a promover, até ao próximo sábado, 15 de junho, um encontro que levou até ao Minho mais de 250 operadores turísticos e agentes de viagens de todo o mundo e que vai contar com reuniões de negócio, workshops e conferências dedicadas aos temas da inovação e tecnologia, a decorrer em Braga e em Guimarães.

Para Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, este tipo de evento permite “estabelecer relações duradouras com operadores turísticos e agentes de viagens influentes e selecionados, beneficiando a economia local e o reconhecimento global destas cidades”.

“Esta captação insere-se na estratégia de desenvolvimento do turismo de negócios, que passa pelo estabelecimento de parcerias estratégicas e por uma consistente ação de marketing e promoção, assente em práticas inovadoras e sustentáveis, cruciais para o posicionamento das cidades de Braga e Guimarães como excelentes destinos turísticos, mas também destinos com toda a oferta especializada e infraestruturas de topo para a realização de eventos internacionais”, acrescenta o responsável.

Segundo o Turismo do Porto e Norte de Portugal, a captação deste evento, considerado fundamental para afirmar esta região no turismo de negócios, foi realizada em conjunto com a agência Clube Viajar, membro da LCC em Portugal, e conta com o apoio do Turismo de Portugal e dos municípios de Braga e Guimarães.

Além das reuniões de negócio, workshops e conferências, o programa da iniciativa inclui ainda uma visita guiada pelo Centro Histórico de Braga e um concerto na Basílica do Bom Jesus, assim como um jantar a realizar na Colunata de Eventos, com a presença de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, que vai apresentar a visão e a estratégia de posicionamento de Braga para o setor turístico.

“Braga, com sua arquitetura única, com a sua herança religiosa e com a sua gastronomia, continua a cativar viajantes de todo o mundo. A cidade está comprometida em proporcionar experiências enriquecedoras e inesquecíveis, mantendo-se como um destino turístico de excelência”, refere o autarca.

Recorde-se que, no último ranking da International Congress and Convention Association (ICCA), Braga e Guimarães apresentaram “uma subida muito acentuada” no número de eventos internacionais, a par do Porto e de Matosinhos, tendo Braga subido mesmo 117 lugares neste ranking.

A Lufthansa City Center é a rede de agências de viagens do Grupo Lufthansa, sendo considerada a maior rede mundial independente do setor, com 500 escritórios espalhados por 90 países.

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