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Air Transat aposta no lazer e vê reservas a subir para o verão

Segundo Artur Sousa, diretor-geral da ATR, que representa a Air Transat em Portugal, as vendas para o verão estão a correr a bom ritmo, até porque a antecedência com que os portugueses fazem a reserva está a aumentar.

Inês de Matos
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Air Transat aposta no lazer e vê reservas a subir para o verão

Segundo Artur Sousa, diretor-geral da ATR, que representa a Air Transat em Portugal, as vendas para o verão estão a correr a bom ritmo, até porque a antecedência com que os portugueses fazem a reserva está a aumentar.

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A Air Transat está satisfeita com o ritmo das reservas para o próximo verão e espera atrair um maior volume de tráfego de lazer, apesar de Artur Sousa, diretor-geral da ATR, que representa a companhia aérea canadiana em Portugal, admitir que é necessário “haver mais promoção do próprio Turismo de Portugal” no Canadá.

“A Air Transat aumentou novamente frequências este ano, temos uma maior oferta e estamos a falar de uma companhia que opera durante o ano todo, em Lisboa, Porto e Faro. O target que, para este ano, tem mais enfoque é a captação de mais turismo, mais lazer”, explicou Artur Sousa, durante um cocktail da ATR, na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa.

No entanto, as rotas da Air Transat continuam a captar mais tráfego étnico do que turístico, com Artur Sousa a indicar que também o tráfego corporativo tem vindo a crescer, o que leva o responsável a defender um aumento da promoção.

“Continua a ser um mercado muito étnico, já começa a haver mais corporativo, mas o turismo ainda não está muito promovido, não pela Air Transat, que faz o seu trabalho, mas somos uma companhia aérea e tem de haver mais promoção do próprio Turismo de Portugal”, queixou-se o responsável, admitindo, no entanto, que a Air Transat tem “algumas ideias para pôr em prática este ano”, que vão ajudar a impulsionar alguns nichos do mercado de lazer.

Apesar disso, as vendas para o verão estão a correr a bom ritmo, com Artur Sousa a destacar que também a antecedência com que os portugueses fazem a reserva está a aumentar.

“Houve uma mudança desde há um par de ano e que é muito significativa, que tem a ver com o Advance Booking, ou seja, os portugueses estão a comprar com maior antecedência, o que é bom para a Air Transat e para todos os nossos parceiros. Estamos com um Advance Booking muito interessante, temos objetivos que penso que vamos concretizar. Prevemos aumentos face ao ano passado”, afirmou ainda o responsável.

Quanto a rotas, Artur Sousa destaca essencialmente os voos do Porto, onde a Air Transat é a única companhia aérea a voar diretamente para o Canadá, numa oferta que tem também atraído muitos turistas americanos.

“Há americanos a apanhar voos no Canadá. O sucesso de algumas rotas para o Canadá, em grande parte, vem do mercado americano. Ou seja, muitos americanos preferem fazer EUA-Canadá-Portugal em várias situações”, revelou ainda Artur Sousa.

 

 

 

 

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Delta Air Lines regressa aos lucros e apresenta resultado positivo de 34,4 M€

Entre janeiro e março, as receitas operacionais da Delta Air Lines cresceram 8% e somaram um total de 12.786 milhões de euros, enquanto as despesas operacionais subiram perto de 1%, totalizando 12.217 milhões de euros.

A Delta Air Lines regressou aos lucros e, no primeiro trimestre de 2024, apresentou um resultado positivo de 34,4 milhões de euros, valor que compara com o prejuízo de 337,6 milhões de euros apurado em igual período do ano passado.

De acordo com um comunicado da companhia aérea dos EUA, as receitas operacionais cresceram, entre janeiro e março de 2024, 8% e somaram um total de 12.786 milhões de euros, enquanto as despesas operacionais subiram perto de 1%, totalizando 12.217 milhões de euros.

“No trimestre de março obtivemos receitas recorde graças a um desempenho operacional excecional, que permitiu um forte crescimento dos lucros”, congratula-se Ed Bastian, presidente executivo da Delta Air Lines, citado no comunicado divulgado pela companhia aérea.

O responsável espera que seja possível manter os bons resultados também no segundo trimestre do ano, estimando que, entre abril e junho, a Delta Air Lines atinja “resultados recorde”.

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Carnival Corporation atinge atingiu “vários objetivos ambientais para 2030” antes do previsto

A Carnival Corporation divulgou recentemente o seu 14.º Relatório Anual de Sustentabilidade, denominado “Sustainable from Ship to Shore”, que detalha o “progresso significativo” da empresa em seis áreas de sustentabilidade.

A Carnival Corporation, uma das maiores empresas de cruzeiros do mundo, que detém marcas como a Costa Cruzeiros, Princess Cruises ou Aida Cruises, divulgou recentemente o seu 14.º Relatório Anual de Sustentabilidade, que vem confirmar que a empresa de cruzeiros já atingiu “vários objetivos ambientais” que estavam previstos para 2030.

“A empresa atingiu vários objetivos ambientais para 2030 muito antes do previsto e está adiantada em relação a outros objetivos-chave, como a redução da intensidade de gases com efeito de estufa”, lê-se num comunicado enviado à imprensa.

Denominado “Sustainable from Ship to Shore”, o relatório da Carnival Corporation detalha o “progresso significativo” da empresa em seis áreas de sustentabilidade, incluindo os seus objetivos prioritários de apoio à ação climática para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e de promoção de um modelo de economia circular para reduzir os resíduos.

“Graças aos nossos 160.000 colegas extraordinários, que trabalham todos os dias com paixão e dedicação, 2023 foi um ano de conquistas significativas em toda a linha”, congratula-se Josh Weinstein, CEO e Chief Climate Officer da Carnival Corporation, sublinhando que a empresa obteve “um desempenho financeiro recorde” e recebeu três novos navios, além de ter expandido a sua presença para mais de 800 destinos e transportado 12,5 milhões de hóspedes.

Mas o responsável destaca essencialmente o “compromisso contínuo” estabelecido pela Carnival Corporation de “liderar o caminho para tornar os cruzeiros mais sustentáveis”, de forma a atingir os objetivos para 2030 e chegar às zero emissões poluentes em 2050.

“Uma vez que estamos a avançar tão ativamente em todos os nossos objetivos de sustentabilidade para 2030, estamos a avaliar novos objetivos intermédios na procura de zero emissões de gases com efeito de estufa até 2050”, acrescentou.

É que a Carnival Corporation tem vindo a alcançar “várias metas importantes de desempenho ambiental para 2030 antes do previsto, nas suas áreas de ação climática e economia circular”, que são as principais prioridades do trajeto de sustentabilidade da empresa.

“Por exemplo, através de uma ação climática decisiva e prolongada, a empresa produz mais de 10% menos emissões absolutas de GEE hoje do que em 2011, o seu ano mais alto já registado, apesar de ter aumentado a capacidade em aproximadamente 30% desde então. Além disso, o reforço de um modelo de economia circular levou a reduções significativas no volume e no impacto dos resíduos produzidos em geral”, lê-se também no comunicado divulgado.

A redução em 20% até 2026 da intensidade de GEE – Gases com efeito estufa, a existência de ligação a terra em 64% da sua frota, a redução de 68% nas emissões absolutas de partículas, a redução de 38% no desperdício alimentar por pessoa, a eliminação de cerca de 500 milhões de produtos descartáveis de plástico a bordo e a conclusão da instalação de sistemas de tratamento de águas residuais que abrangem 70% da capacidade da sua frota, são alguns dos destaques do relatório da Carnival Corporation.

“Para além destes pontos, a Carnival Corporation está a progredir constantemente no sentido de cumprir, ou exceder, os seus objetivos de ação climática e economia circular para 2030”, refere ainda a empresa de cruzeiros, explicando que este relatório também inclui “atualizações importantes sobre o programa de gás natural liquefeito (GNL)”, bem como sobre os sistemas avançados de qualidade do ar, sistemas de lubrificação por ar e iniciativas de biocombustíveis.

“Além disso, a empresa está também empenhada em questões de diversidade e inclusão na sua equipa global de 160.000 pessoas e na promoção de um ambiente de trabalho positivo para todos os funcionários. Como parte da sua estratégia de sustentabilidade, a empresa também se foca na promoção do turismo sustentável e na criação de valor partilhado, crescimento mútuo e boa vontade com os seus parceiros de destino e as comunidades locais que visita, tal como referido no relatório”, indica ainda a Carnival Corporation.

O Relatório de Sustentabilidade 2023 da Carnival Corporation foi preparado de acordo com a Universal Standard 2021, da Global Reporting Initiative (GRI), e incorpora a terceira divulgação anual da empresa em linha com o Sustainability Accounting Standards Board (SASB) e a Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD).

O relatório completo pode ser consultado aqui.

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Unlock Boutique Hotels comemora 8 anos com nova Central de Reservas

A Unlock Boutique Hotels (UHB) aproveitou a comemoração do seu 8.º aniversário para abrir a Central de Reservas.

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Com 22 hotéis sob gestão em 15 destinos, a Unlock Boutique Hotels (UBH) comemora o seu 8.º aniversário com a abertura de uma Central de Reservas, a única em Portugal para hotéis boutique independentes, considerando Miguel Velez, CEO da UHB, tratar-se de “mais uma etapa para o crescimento” da empresa.

Depois de no início do ano ter lançado para o mercado um novo website, que representou o maior investimento em websites do setor hoteleiro em Portugal, realizado pela Deloitte, a UBH admite que “desde a sua fundação, o compromisso com os clientes, hóspedes e colaboradores tem marcado este trajeto, diferenciando-se pela excelência dos serviços prestados, maximização de receitas e crescimento sustentável, rumo à liderança no setor”, o que trouxe a combinação entre “a expertise da equipa de gestão, criatividade e inovação e as características únicas das unidades hoteleiras membros do grupo”, tendo sido distinguida como PME Excelência 22, depois de três anos consecutivos como PME Líder.

Além de agradecer a todos os clientes, parceiros e colaboradores que acompanharam a UBH ao longo destes anos, Miguel Velez considera que “o apoio contínuo tem sido fundamental para o nosso sucesso e inspira-nos para novos desafios”.

Novos desafios que levaram a UBH a apesentar as novidades “dentro de portas”, refletindo as “especificidades únicas de cada hotel membro e para termos um serviço totalmente personalizado a cada cliente desde o primeiro contacto com a Unlock”, concluindo Miguel Velez que a Central de Reservas é composta por “uma equipa interna, focada no serviço ao cliente e com total conhecimento dos detalhes de todos os hotéis”.

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SPAC fica sem direção e vai para novas eleições

Tiago Faria Lopes, atual presidente da direção do SPAC, deverá candidatar-se novamente à liderança da estrutura sindical, cujo atual mandato terminava em novembro.

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A direção do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) caiu na sequência da demissão de dois membros, o que vai levar a novas eleições na estrutura sindical, avança o Expresso.

Tiago Faria Lopes, atual presidente da direção do SPAC, deverá candidatar-se novamente à liderança da estrutura sindical, apurou o Expresso, que lembra que o mandato desta direção terminava em novembro.

João Lira Abreu e Nuno Vaz foram os elementos da direção do SPAC que se demitiram.

O Expresso diz que, nos últimos dias, houve a informação de que existia desconforto na direção no SPAC devido à recente Assembleia Geral, onde foi aprovada por uma escassa maioria a suspensão dos aumentos salariais em 2024, uma vez que os custos com trabalhadores quase duplicaram de 2022 para 2023.

 

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Albufeira tem nova estratégia de desenvolvimento, promoção e captação de novos turistas

“Albufeira faz parte da sua vida – Albufeira is part of your life” é o mote subjacente à apresentação da estratégia de desenvolvimento, promoção e captação de novos turistas, que contou com a presença de representantes da autarquia, das freguesias, várias entidades do concelho e os principais players ligados ao setor turístico.

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“Esta é a resposta do município aos atuais desafios com vista a consolidar o melhor destino turístico de Sol e Mar de Portugal, reconhecido a nível internacional. Uma oferta diversificada, que tem no mar e nas praias o seu principal produto turístico”, destaca o documento, opinião corroborada pelo presidente da Câmara Municipal que sublinha que “o sol e a praia devem continuar a ser o principal foco da atividade turística, mas é fundamental diversificar no tempo, bem como ao nível do produto, com vista a combater a sazonalidade e rentabilizar a base da economia do concelho”. De acordo com o presidente da autarquia, Albufeira “tem todas as condições para crescer e melhorar a sua oferta turística ao longo de todo o ano, daí a necessidade de um diagnóstico e de uma estratégia concertada para o efeito”, destacou.

Os grandes desafios que Albufeira enfrenta passam pela Notoriedade (elevada perceção de destino massificado associado à animação noturna e falta de associação da marca “Albufeira” à oferta turística global); Sazonalidade (elevada taxa com encerramento de negócios e marcado de trabalho volátil); Mercado (forte dependência do Reino Unido baixas taxas de penetração em mercados de elevado potencial); Concentração Turística (maior concentração na Freguesia de Albufeira e Olhos de Água e pressão em zonas com capacidade de carga comprometidas) e Comunidade Local (algum descontentamento e não reconhecimento dos benefícios do turismo).

A nova estratégia, que acaba de ser apresentada pelo município de Albufeira tem por base uma visão que assenta nas seguintes ambições: ser o melhor destino turístico em Portugal, com uma oferta de qualidade superior em toda a cadeia de valor da atividade turística; destino de eleição dos Europeus para short ou long breaks; ser reconhecido internacionalmente pelas suas praias e oferta de atividades turísticas diferenciadas; destino de referência na animação noturna em Portugal; destino nacional com maior capacidade para formar e reter os melhores profissionais do setor; destino mobilizador na implementação de medidas de combate às alterações climáticas e a manutenção do fluxo bidirecional de comunicação/informação/sensibilização entre município, residentes, empresários e operadores turísticos.

A resposta do concelho para que se consolide como o melhor destino de Sol e Mar de Portugal, reconhecido a nível internacional, com um horizonte temporal até 2030, assenta em seis objetivos estratégicos: Reverter/desmistificar a imagem generalizada de Albufeira enquanto destino turístico massificado; organizar a oferta em clusters turísticos para ir ao encontro do perfil dos visitantes que se pretende atrair; criar as condições para que cada cluster possa manter-se dinâmico durante todo o ano; reduzir a dependência do mercado britânico, aumentando a taxa de captação de mercados com potencial de crescimento; gerar valor económico e social através do turismo pela fixação de residentes e desenvolvimento e retenção de recursos humanos qualificados e por último, elevar Albufeira a referência internacional enquanto destino turístico sustentável.

Para o efeito, foi definido um modelo turístico com duas dimensões, devidamente articuladas entre os setores público e privado, nomeadamente no que respeita à qualificação de infraestruturas do destino e qualificação da oferta turística. Por outro lado, defende-se a necessidade de trabalhar os chamados “ativos diferenciadores”, nomeadamente Albufeira ser destino turístico experiente; apresentar uma oferta premium a nível do alojamento e restauração; ter as melhores praias do mundo; um património cultural e natural com particularidades únicas; animação noturna vibrante, ampla oferta de atividades náuticas, desportivas e culturais, com a vantagem de ser um destino hospitaleiro e “family friendly”.

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A partir de 29 de junho: Vai ser possível viajar em Classe Business nos programas da Jolidey

A partir do próximo dia 29 de junho, vai ser possível viajar em Business Class nos programas do operador turístico Jolidey entre Lisboa e Punta Cana, La Romana na República Dominicana, Cancun (México), Santa Clara (Cayo Santa Maria) e Varadero em Cuba.

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Estas operações serão realizadas num dos A330-900Neo da Iberojet, companhia aérea charter do mesmo grupo, a Ávoris, que conta com cabine em classe Business com 18 lugares, permitindo uma experiência de viagem única, desenhada para oferecer comodidade aos passageiros mais exigentes.

Com uma ampla gama de serviços e comodidades exclusivas, esta classe eleva o padrão da viagem, garantindo que a mesma seja agradável desde o momento em que entra a bordo do avião até à chegada do destino final, indica o operador turístico em comunicado.

A Jolidey avança ainda que, a principal vantagem de viajar em classe business radica no espaço e na privacidade oferecida aos passageiros. Os assentos espaçosos e reclináveis permitem esticar-se e relaxar durante o voo, proporcionando um ambiente tranquilo e confortável para descansar ou trabalhar.

Os passageiros que optarem pela classe business vão contar com um conjunto de serviços personalizados, tais como check-in e embarque prioritários, lugar premium, snack frio premium (pequeno almoço quente em voos noturnos), reserva de lugar, necessaire de viagem e auriculares, duas bebidas alcoólicas a cada refeição, refrescos, água e sumos durante todo o voo, fast track (apenas disponível aeroporto de Lisboa), bem como set de manta e almofada premium, bebida de boas-vindas (sumo natural ou vinho) em voos com partida de Lisboa e sanduíche entre serviços.

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Bestfly diz estar a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”

A Bestfly, que controla o capital social da TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde, garante que a venda de bilhetes foi “suspensa temporariamente” como medida preventiva face à indisponibilidade de dois aviões ATR 72-600 e garante estar a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”.

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A Bestfly veio esta terça-feira, 9 de abril, esclarecer que a venda de bilhetes da TICV – Transportes Interilhas de Cabo Verde foi “suspensa temporariamente no dia 4 de março de 2024 como medida preventiva face à indisponibilidade dos dois aviões ATR 72-600” e garante que está a trabalhar para “assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”.

Num nota enviada à imprensa, a empresa de aviação nega a notícia avançada pela Lusa e que dava conta que a transportadora aérea tinha suspendido as ligações entre as ilhas cabo-verdianas e sem previsões de regresso, tendo a venda de bilhetes sido igualmente suspensa.

Agora, a Bestfly, que controla o capital social da TICV, que é a companhia aérea que está a operar voos entre as várias ilhas do arquipélago, veio esclarecer que a “venda de bilhetes foi suspensa temporariamente no dia 4 de março de 2024 como medida preventiva face à indisponibilidade dos dois aviões ATR 72-600, que executavam a ligação inter-ilhas e que foram submetidos aos normais procedimentos de manutenção a que estão obrigados”.

“É, por isso, falso que esta suspensão tenha sido realizada “sem previsões de regresso”, lê-se na nota informativa divulgada, na qual a Bestfly explica ainda que esta suspensão foi uma “ação responsável da TICV e de caráter temporário, com efeito até entrar em vigor a solução para regularizar a ligação inter-ilhas”.

A empresa acrescenta que esta suspensão “constituiu uma medida tomada proativamente pela TICV, de acordo com o seu dever de não comercialização de bilhetes neste cenário transitório e de proteção dos passageiros com bilhetes adquiridos previamente”.

A Bestfly diz, por isso, que “continua comprometida com a prestação de um bom serviço inter-ilhas em Cabo Verde, tendo com esta decisão assumido a responsabilidade de preservar, acima de tudo, o interesse dos seus passageiros”.

A Bestfly aproveita também para revelar que, a 8 de abril de 2024, foram iniciados “os procedimentos de envio para Cabo Verde de uma aeronave contratualizada pela TICV para assegurar a manutenção da ligação inter-ilhas no arquipélago, cuja entrada foi autorizada pela Agência de Aviação Civil”.

Este aparelho, acrescenta a informação divulgada, é um “Bombardier Dash 8 Q300, com capacidade para transportar 50 passageiros”, que estava na África do Sul e que deverá ter chegado esta quarta-feira, 10 de abril, a Cabo Verde.

“Estando concluída a mobilização da aeronave para Cabo Verde, a operação da TICV será regularizada com brevidade. Esta aeronave ficará ao serviço da TICV até à entrada em linha dos ATR 72-600 que se encontram em manutenção”, lê-se ainda no comunicado enviado à imprensa.

Nuno Pereira, CEO da BestFly World Wide, garante que a empresa vai continuar a “trabalhar no sentido de assegurar o bom funcionamento da ligação entre ilhas em Cabo Verde”, até porque está ciente da importância deste serviço para a coesão territorial e social do arquipélago.

“Desempenhamos esta missão com um grande sentido de responsabilidade. Procurámos agir de forma responsável e proativa para evitar a aquisição de bilhetes neste momento de transição, antes da chegada de uma nova aeronave que irá repor o funcionamento da conectividade inter-ilhas”, garante o responsável.

 

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ESHTE apoia criação de escola de Turismo na Guiné-Bissau

A Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) vai apoiar a Guiné-Bissau na criação, na ilha de Bolama (arquipélago dos Bijagós), de uma escola de turismo.

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A anúncio foi feito pelo ministro guineense da Educação, Henri Mané, que falava em Bissau no ato da assinatura do protocolo que formaliza a parceria com a instituição portuguesa de ensino.

O ministro guineense destacou, conforme avança a Lusa, que a futura escola de turismo será em Bolama para “tirar vantagens das ilhas Bijagós”, zona de beleza rara e de vida exótica na Guiné-Bissau, lembrando ainda que “a educação é a base para o desenvolvimento e o turismo pode alavancar a nossa economia”.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração da ESHTE, Carlos Brandão, que representou a instituição na cerimónia afirmou que, após a assinatura do protocolo para a criação da escola, esta poderá estar em funcionamento no prazo de um ano.

Citado pela Lusa, Carlos Brandão destacou que “o objetivo é dotar a Guiné-Bissau de um estabelecimento de ensino superior dedicado ao turismo, que, como se sabe, é um setor de banda muitíssimo larga”, realçando que tal como ajudou no crescimento da economia portuguesa, o setor do turismo também poderá contribuir para a Guiné-Bissau.

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Valência limita grupos turísticos entre 20 e 25 pessoas

O Ayuntamiento de Valencia e a Associação de Guias Oficiais de Turismo da Comunidade Valenciana lançaram um manual de boas práticas que prevê limites à dimensão dos grupos de turistas na cidade.

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A cidade espanhola de Valência vai limitar, entre 20 a 25 pessoas, a dimensão dos grupos turísticos, decisão que foi tomada após um acordo com a Associação de Guias Oficiais de Turismo da Comunidade Valenciana.

De acordo com o jornal espanhol Hosteltur, o Ayuntamiento de Valencia e a Associação de Guias Oficiais de Turismo da Comunidade Valenciana lançaram um manual de boas práticas que prevê limites à dimensão dos grupos de turistas na cidade.

Os limites acordados preveem que, na Ciutat Vella, uma zonas central da cidade e que está entre as mais visitadas em Valência, os grupos turísticos passem a incluir, no máximo, 20 pessoas, enquanto no resto da cidade ficam limitados a 25 pessoas.

“Apostamos na consolidação de um modelo turístico sustentável, garantindo a rentabilidade dos negócios, melhorando os dados de emprego, mas sempre preservando o valor dos nossos recursos naturais e culturais e o nosso estilo de vida mediterrâneo”, afirmou Paula Llobet, responsável local de Turismo, Inovação e Captação de Investimentos, durante a apresentação do acordo.

Já Vanessa Chirivella, vice-presidente da Associação de Guias Oficiais de Turismo da Comunidade Valenciana, considera que os limites para os grupos turísticos vão permitir um maior “equilíbrio e a harmonia entre as experiências dos visitantes e as necessidades dos cidadãos”.

“Este manual surge da colaboração público-privada, do trabalho conjunto dos guias oficiais e do Ayuntamiento de Valência, porque todos temos o mesmo objetivo: melhorar a gestão do turismo em benefício dos visitantes e dos cidadãos”, acrescentou Llobet.

Além dos limites para os grupos turísticos, o manual prevê também que os guias turísticos possam “coordenar os seus itinerários para evitar coincidir nos mesmos espaços e que os visitantes possam desfrutar ao máximo dos seus passeios, sem causar transtornos aos espaços onde convivem visitantes e cidadãos”

O documento prevê ainda que os guias turísticos passem a escolher “locais mais adequados” para explicar aos clientes a história dos monumentos e locais de interesse turístico e que usem audio-guias para minimizar o “excesso de ruído, respeitando a portaria municipal quanto à proibição do uso de megafones e microfones”.

O documento conta também com indicações para as autoridades oficiais, prevendo, nomeadamente, que a autarquia local instale sensores para recolher dados sobre “o fluxo de visitantes nos pontos turísticos”, partilhando posteriormente esses dados com os profissionais, de forma a que seja possível “otimizar os seus percursos”.

“Este acordo parece-nos ser uma ferramenta muito útil porque aposta no desenvolvimento equilibrado, na preservação do património e na qualidade de vida dos cidadãos”, indicou ainda Paula Llobet.

 

 

 

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Programa de Governo destaca 12 pontos para o Turismo

Entregue esta quarta-feira ao presidente da Assembleia da República, José Aguiar-Branco, o Programa do Governo tem diversos pontos referente ao turismo. Decidir “rapidamente sobre a construção do novo aeroporto” e “iniciar o processo de revisão da Lei nº 33/2013” são dois deles. Mas há mais.

Victor Jorge

São 12 os pontos que o Programa do Governo, liderado por Luís Montenegro, destaca para o setor do Turismo. Entregue esta quarta-feira, 10 de abril, pelo ministro dos Assuntos Parlamentares, Pedro Duarte, ao presidente da Assembleia da República, Aguiar-Branco, o Programa do Governo tem como horizonte o final da Legislatura, em 2028, e assume uma linha de ação convergente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas, assim como, com a Estratégia Portugal 2030, que enquadra a aplicação dos fundos europeus estruturais e de investimento.

Assim, no que diz respeito ao Turismo, o Governo pretende “eliminar de imediato a Contribuição Extraordinária sobre o Alojamento Local (AL)”, bem como a “caducidade das licenças anteriores ao programa Mais Habitação, e revendo simultaneamente as limitações legais impostas pelo Governo socialista”.

Aposta é também a “qualificação da oferta turística” e o aumento da procura, concentrando em mercados que garantam um “crescimento em valor e combatendo a sazonalidade”.

Relativamente aos Transportes pode ler-se que a aposta passa por “atrair Transporte Aéreo regular e diversificado nos aeroportos nacionais” e “decidir rapidamente” a construção do novo aeroporto.

“Clarificar as regras de investimento imobiliário e atração de investimento (residentes e não residentes); Identificar necessidades de infra-estrutura turística, promovendo o seu investimento público e privado, incluindo as áreas necessitadas de alojamento e infra-estrutura de transportes e lançar programas de apoio à satisfação dessas necessidades” são outros pontos destacados neste Programa de Governo.

No emprego e formação, “valorizar o ensino e formação contínua em Turismo e criar/consolidar uma rede nacional integrada de formação (hubs), com escala e qualidade, suportando conteúdos programáticos complementares que potenciam a oferta de qualidade” são outras preocupações espelhadas no programa do XXIV Governo da República, além de referir-se a promoção de um turismo sustentável, partindo do princípio que o turista “além de visitar lugares, pretende viver experiências, respeitando o meio-ambiente e as comunidades locais”.

“Consolidar Portugal como destino turístico de excelência em tudo o que está ligado à economia azul, ao mar e às atividades náuticas” é considerado como “eixo fundamental para a nossa oferta”.

Nos pontos dedicados ao Turismo não falta, também, uma referência ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), referindo-se o “acelerar a componente 16” do mesmo, focada na transição digital do tecido empresarial (aceleradoras do comércio digital e bairros comerciais digitais).

Pelo descrito, percebe-se, igualmente, que é intenção “iniciar o processo de revisão da Lei nº 33/2013 no quadro de consolidação e autonomia das Entidades Regionais de Turismo (ERT), face ao processo de assunção de novas competências pelas comunidades intermunicipais, resultante do processo de descentralização em matéria da promoção turística”.

Finalmente, “concretizar a Agenda do Turismo para o Interior” e “iniciar o processo de criação de uma nova agenda para o turismo, que assegure a sua sustentabilidade económica, social e cultural, bem como a definição de novas metas, num espírito de cooperação com todos os parceiros que potencie a competitividade de Portugal”, fecham os pontos do Programa de Governo dedicados ao setor do Turismo.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

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