Edição digital
Assine já
PUB
Turismo

Luís Montenegro: “Aeroporto, vamos avançar mesmo”, “TAP vamos privatizar a 100%” e no Alojamento Local “ataque desferido será revertido”

No almoço-debate organizado pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP) com o líder da Aliança Democrática e presidente do PSD, Luís Montenegro deixou algumas certezas sobre a TAP e Alojamento Local e manteve algumas incertezas, nomeadamente, sobre o aeroporto.

Victor Jorge
Turismo

Luís Montenegro: “Aeroporto, vamos avançar mesmo”, “TAP vamos privatizar a 100%” e no Alojamento Local “ataque desferido será revertido”

No almoço-debate organizado pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP) com o líder da Aliança Democrática e presidente do PSD, Luís Montenegro deixou algumas certezas sobre a TAP e Alojamento Local e manteve algumas incertezas, nomeadamente, sobre o aeroporto.

Victor Jorge
Sobre o autor
Victor Jorge
Artigos relacionados
eDreams ODIGEO aposta na melhoria da transformação tecnológica orientada pela IA
Tecnologia
12.ª Expo Internacional de Turismo de Macau aguarda operadores de todo o mundo para explorar oportunidades de negócios
Meeting Industry
Antigo Hotel Real Parque dá lugar ao Kimpton Lisbon
Alojamento
Governo dos Açores reforça aposta no turismo de aventura
Destinos
Indústria europeia de viagens e turismo une-se para combater as mudanças climáticas
Destinos
Fado in Chiado completa 15 anos de braço dado com o Turismo
Destinos
Passageiros de cruzeiros chegam aos 31,7 milhões em 2023 e ultrapassam valores pré-pandemia
Transportes
Delta Air Lines regressa aos lucros e apresenta resultado positivo de 34,4 M€
Aviação
Carnival Corporation atinge atingiu “vários objetivos ambientais para 2030” antes do previsto
Transportes
Unlock Boutique Hotels comemora 8 anos com nova Central de Reservas
Hotelaria

Depois do almoço-debate, organizado pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP) com o secretário-geral do Partido Socialista (PS), Pedro Nuno Santos, foi a vez do líder da Aliança Democrática e presidente do Partido Social Democrata (PSD), Luís Montenegro, esclarecer alguns temas que preocupam o setor do turismo.

Na questão da TAP Air Portugal, Luís Montenegro começou logo por dizer que iria “poupar pormenores” sobre uma eventual decisão, afirmando que, em 2015, aquando da saída do Governo liderado por Pedro Passos Coelho, o PSD deixou uma solução: “Portela + Montijo”.

“Foi o Governo de António Costa, que não executou aquilo que o anterior Governo tinha deixado. E porque não executou? Porque dentro da coligação, que tinha com o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda, não teve o apoio que era necessário para ultrapassar um problema legal, que era o parecer vinculativo das Câmaras Municipais, nomeadamente, aquelas que eram do Partido Comunista”.

Recordando que o anterior líder do PSD, Rui Rio comprometeu-se a “ajudar”, na condição de fazer uma avaliação ambiental estratégica. Ora, Luís Montenegro recordou o estudo comparativo de três soluções que foi colocado em cima da mesa, salientando que “foi até lançado um concurso público internacional. Demorou dois anos até ser decidido. E quando foi decidido, foi decidido mesmo. Houve uma adjudicação” E o líder da AD lançou a questão “se o se o Estado português não vai mesmo ter de pagar uma indemnização ao consórcio vencedor desse concurso público internacional, que acabou por não ser executado”.

O líder da AD lembrou, igualmente, que depois de António Costa assumir funções à frente do Governo, “foi-me perguntado se eu estava disponível para consensualizar a decisão. Disse que sim e nas circunstâncias políticas mais difíceis. Das primeiras coisas que fiz enquanto presidente do PSD foi colocar-me ao lado do Governo e do Partido Socialista para resolver um problema estrutural e estratégico do e para o país estratégico do país. Esse crédito, podem dar as voltas que quiserem, mas não me podem tirar”, afirmou.

Ainda sobre o tema aeroporto, Luís Montenegro não fez esquecer que, “se nós não tivéssemos chegado a acordo sobre a metodologia para fazer a avaliação ambiental estratégica, que é aquilo que a Comissão Técnica Independente está a fazer, não havia condições para decidir”, fazendo ainda lembrar “a decisão imatura e irresponsável de Pedro Nuno Santos contra a vontade do primeiro-ministro, sem ouvir o Governo que depois mereceu uma desautorização em público”.

“Essa decisão era uma decisão que ia lançar uma avaliação. Não era uma decisão definitiva. Era uma decisão para lançar um processo de avaliação”.

Dirigindo-se diretamente aos agentes do setor do turismo que marcaram presença na sala, o líder da AD disse perceber que “estão exaustos nesta matéria. Eu sei que querem uma decisão, seja lá ela qual for, mas eu tenho de ser honesto. Nós só vamos poder decidir agora porque lá atrás fizemos a definição desta metodologia”, admitiu.

Sobre uma decisão, o líder da AD reconheceu que “é uma decisão difícil. E o meu compromisso é, no início do Governo, pegarmos no resultado final [da CTI] que ainda não nos foi entregue e decidir. Nós vamos decidir. Vamos tentar consensualizar. O Partido Socialista será, na altura, o maior partido da oposição. Se conseguirmos o consenso, tanto melhor. Se não conseguirmos, nós avançaremos, avançaremos mesmo”.

Na questão do aeroporto, não do novo, mas do atual Aeroporto Humberto Delgado (AHD), Luís Montenegro assinalou que “decidimos colocar uma condição ao Partido Socialista e ao Governo: que fossem feitas as obras que estão associadas ao contrato de concessão no AHD”. E o líder da AD fez questão de destacar que “nós não rompemos o acordo. Podíamos tê lo feito e tínhamos razões para isso, por uma questão de responsabilidade nacional. Nós fomos deixando o tempo passar. Mas a verdade é uma. A verdade é que o Governo e em particular aquele que tutelou esta área, que é hoje candidato a primeiro-ministro pelo Partido Socialista, foram complacentes com a ANA e com as responsabilidades contratuais da ANA”.

Acusando o Governo do PS de “complacência”, Luís Montenegro acusou o Governo de António Costa de “não tiveram a coragem nem capacidade de enfrentar uma concessionária que tem a obrigação de fazer as obras. Não tiveram a coragem de exigir a um operador, que tira partido de uma das operações mais rentáveis da Europa em termos de gestão aeroportuária, que acabassem com aquilo que é um dos piores desempenhos do ponto de vista qualitativo num aeroporto na Europa”.

Por isso, Luís Montenegro considera que “a ANA está em falta e o Governo está em falta com o país., porque não obrigou a ANA a cumprir aquilo a que estava obrigada fazer”.

Ainda neste capítulo, o candidato a primeiro-ministro pela AD lembrou que a situação está “um bocadinho mais direcionada, porque houve uma resolução no dia 28 de Dezembro, assinada pelo atual ministro das Infraestruturas, António Costa e, no final do ano de 2023, já depois de se ter demitido, já depois de eleições marcadas, foi corrigido o tiro da incapacidade e da incompetência dos seus ministros das Infraestruturas”.

Assim, admite que, “vamos ser exigentes com a concessionária para que as obras no AHD sejam feitas para, pelo menos, amenizar aquilo que é hoje um mau cartão de visita que temos e que passam pelas condições de acolhimento dos turistas na atual infraestrutura”.

A favor da privatização da TAP
Quanto à questão da TAP, Luís Montenegro foi mais direto e assumiu ser “favorável a uma privatização de 100% do capital da TAP”. Contudo, afirmou que será preciso “salvaguarda o interesse estratégico português”, sendo que a venda “terá de integrar cláusulas que obriguem à manutenção do ‘hub’ em Lisboa, dentro daquilo que são os critérios estratégicos para o nosso país”.

“Aquilo que aconteceu na TAP foi mais um exemplo da incompetência e da incapacidade”, considerando ainda que o que aconteceu nos últimos anos com a TAP foi “uma tragédia, um crime económico e político. Nós tínhamos uma privatização decidida, estava em curso. Ela foi adulterada, modificada, arranjou-se aquela situação absolutamente invulgar e única no mundo, que é uma companhia aérea ser detida 50% do Estado e 50% por entidades privadas. E depois nas dificuldades, porque se retiraram os riscos no privado e se reintegrarem na esfera pública, fez-se uma nacionalização completa, injetando mais de 3200 milhões de euros. Para quê? Para agora se voltar a 2016 e decidir, mais coisa menos coisa, exatamente o mesmo”.

Para o futuro fica, assim, a ideia de que “aquilo que faço agora é salvaguardar o interesse público, privatizando a companhia, recuperando pelo menos a parte possível do capital que foi lá injetado, esperando que doravante possamos ter o interesse estratégico do país assegurado e uma companhia que seja capaz de ter uma gestão eficiente, que não recoloque Portugal nesta contingência de gastar o dinheiro dos contribuintes que tanta falta faz para salvar a sua subsistência”.

Alojamento Local: reverter situação
Como uma sala composta por alguns hoteleiros do país, Luís Montenegro deixou a certeza de que “o ataque foi desferido a um segmento especial, que é o Alojamento Local (AL), será revertido”, considerando que o AL é “indutor de maior capacidade de resposta turística na oferta do país”, bem como “a forma correta de combater a economia informal”.

Para Luís Montenegro, terão de ser “as Câmaras Municipais de forma descentralizada, próxima, conhecedoras da realidade local, a ter uma palavra a dizer relativamente à estratégia a seguir localmente, respeitando, ainda assim, aquilo que são os direitos adquiridos por pessoas que muitas delas, talvez a maior parte, apostaram as suas poupanças”.

Noutro ponto invocado pelo presidente da CTP, Francisco Calheiros, Luís Montenegro respondeu que “acho que vamos assegurar a estabilidade”, reconhecendo que “a AD, neste momento, é, objetivamente, a força política candidata a estas eleições que tem as melhores condições para oferecer a estabilidade”.

E se a vitória parece “certa” para o líder da AD acha mesmo que “um cenário de uma maioria mais robusta tem de ser equacionado. Não é fácil de obter, mas não está longe”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Artigos relacionados
eDreams ODIGEO aposta na melhoria da transformação tecnológica orientada pela IA
Tecnologia
12.ª Expo Internacional de Turismo de Macau aguarda operadores de todo o mundo para explorar oportunidades de negócios
Meeting Industry
Antigo Hotel Real Parque dá lugar ao Kimpton Lisbon
Alojamento
Governo dos Açores reforça aposta no turismo de aventura
Destinos
Indústria europeia de viagens e turismo une-se para combater as mudanças climáticas
Destinos
Fado in Chiado completa 15 anos de braço dado com o Turismo
Destinos
Passageiros de cruzeiros chegam aos 31,7 milhões em 2023 e ultrapassam valores pré-pandemia
Transportes
Delta Air Lines regressa aos lucros e apresenta resultado positivo de 34,4 M€
Aviação
Carnival Corporation atinge atingiu “vários objetivos ambientais para 2030” antes do previsto
Transportes
Unlock Boutique Hotels comemora 8 anos com nova Central de Reservas
Hotelaria
PUB
Tecnologia

eDreams ODIGEO aposta na melhoria da transformação tecnológica orientada pela IA

A eDreams ODIGEO, que participou no Next’24, evento anual organizado pela Google Cloud e dedicado à inovação, que se realizou este ano em Las Vegas, EUA, assume a sua aposta na melhoria da transformação tecnológica orientada pela Inteligência Artificial (IA), para “proporcionar experiências de viagem ainda mais personalizadas e harmoniosas”.

A empresa mundial de subscrições de viagens e uma das maiores de e-commerce da Europa foi convidada a subir ao palco para partilhar em detalhe a sua visão sobre o seu percurso de transformação tecnológica, abrangendo em particular a sua transição de um ambiente de armazenamento de dados preexistentes para uma estrutura pioneira de data mesh suportada por uma estratégia que coloca a Inteligência Artificial (IA) em primeiro plano.

Carlos Saona, Chief Architect da eDreams ODIGEO, explicou como a estrutura data mesh marcou uma mudança significativa na forma como a eDO gere os dados. Com 247 websites e aplicações que facilitam 3 mil milhões de pesquisas de viagens por mês, o aproveitamento estratégico dos dados é o alicerce das operações da empresa.

Destacando o papel da IA na transformação da eDreams ODIGEO, Carlos Saona partilhou como a estrutura data mesh facilita a implementação de modelos de IA e de Machine Learning em toda a organização. Ao democratizar o acesso aos dados e permitir uma abordagem mais colaborativa e flexível à gestão destes, a eDO acelerou significativamente as suas iniciativas de IA, com esforços que abrangem melhores experiências personalizadas para os clientes, eficiência operacional otimizada e também o desbloqueio de novos caminhos de crescimento. Tudo isto viabilizou a capacidade da eDO de oferecer personalização líder no setor, que é valorizada pelos consumidores.

Na sua apresentação, o executivo da eDO descreveu em pormenor o percurso da empresa para a implementação da arquitetura data mesh, uma estrutura descentralizada que capacita as equipas individuais com autonomia para gerirem os seus domínios de dados, ao mesmo tempo que adere a normas de governação e interoperabilidade ao nível da empresa. Esta mudança tem sido crucial para a eDO manter a sua agilidade e capacidade de resposta, permitindo uma rápida adaptação às mudanças do mercado e às necessidades dos clientes.

Saona comentou ainda sobre a direção futura dos avanços tecnológicos da eDreams ODIGEO: “Fomos pioneiros na integração da IA no setor das viagens já há mais de uma década. Atualmente, estamos empenhados em melhorar cada vez mais a sua aplicação para proporcionar experiências de viagem ainda mais personalizadas e harmoniosas. Vamos continuar a aperfeiçoar a nossa arquitetura de dados no sentido de conseguir processamento de dados e insights em tempo real.”

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Meeting Industry

12.ª Expo Internacional de Turismo de Macau aguarda operadores de todo o mundo para explorar oportunidades de negócios

12.ª Expo Internacional de Turismo (Indústria) de Macau, que se celebra no ano do 25º aniversário do 25.º Aniversário do Estabelecimento da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), realiza-se de 26 a 28 de abril na Cotai Expo, do The Venetian Macao, sob o slogan “Encontro na MITE: Descoberta, Intercâmbio, Interação!”, foi revelado em conferência de imprensa.

Com uma escala maior e sete grandes destaques para criar mais oportunidades de negócio, a edição deste ano da Expo de Turismo de Macau acolherá operadores de turismo e sectores relacionados de todo o mundo.

No seu discurso na conferência de imprensa para apresentar a 12.ª Expo de Turismo e o conteúdo do programa de atividades, a diretora da Direção dos Serviços de Turismo de Macau (DST), Maria Helena de Senna Fernandes, revelou que “por ocasião do 25.º aniversário do estabelecimento da Região Administrativa Especial de Macau, a dimensão da Expo de Turismo irá aumentar de dois para três pavilhões em relação à edição anterior, para uma área de exposição de 30 mil metros quadrados. O horário de abertura diário prolonga-se por mais uma hora, em comparação com o ano passado, para receber mais operadores e compradores de todo o mundo”. Considerando que entre junho e agosto, é uma época alta para o turismo, a Expo de Turismo “terá lugar em abril de cada ano, permitindo aos expositores de todo o mundo aproveitar as oportunidades antes das férias de verão, a fim de gerar mais a eficácia para a sua participação na Expo de Turismo”, realçou a diretora da DST, para apontar, conforme avança notícia publicada na página oficial do Governo de Macau “espera-se que, em conjunto com os parceiros da indústria turística de todo o mundo, avancemos para um novo patamar de benefícios mútuos e de desenvolvimento sustentável da indústria turística.”

Com o apoio do Ministério da Cultura e Turismo da China, do Gabinete de Ligação do Governo Popular Central na RAEM e do Comissariado do Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Popular da China na RAEM, a 12.ª Expo de Turismo (Macao International Travel (Industry) Expo – MITE) conta com a organização da Direção dos Serviços de Turismo (DST), e a coordenação da Associação das Agências de Viagens de Macau.

A Expo de Turismo esforça-se por criar um veículo forte que reúna diferentes elementos de “turismo +”, promovendo oportunidades de cooperação em várias áreas, em articulação com a estratégia de desenvolvimento diversificado adequado “1 + 4” do Governo da RAEM, enriquecendo o conteúdo de um centro mundial de turismo e lazer. A 12.ª Expo de Turismo atraiu a participação de operadores turísticos nacionais e estrangeiros, contando, até à data, com mais de 600 expositores, cerca de 500 compradores e mais de 1.300 stands.

A área da “Zona de Exposição 1 + 4” aumentou para mais do dobro, em comparação com a edição anterior, e continua a promover o desenvolvimento das quatro principais indústrias, nomeadamente a de big health, a de finanças modernas, a de tecnologias de ponta e a de convenções, exposições, comércio, cultura e desporto.

Para promover e concretizar a elevação da qualidade e o alargamento da dimensão da Expo de Turismo, foi aumentada a sua eficácia em três aspetos. A área de exposição aumentou mais de 30% em relação à edição anterior, permitindo um acréscimo em mais de 50% do número de stands, o horário de funcionamento foi prolongado para satisfazer as necessidades diversificadas do mercado e, de acordo com as características do público e procura na compra da edição anterior, foi instalada uma zona de exposição dos produtos turísticos da “Rua de Macau”, reunindo operadores turísticos com vários descontos promocionais, com vista a dinamizar o consumo no evento.

Durante a Expo de Turismo deste ano, serão realizados mais de 40 seminários de promoção de produtos e destinos turísticos, fóruns e atividades, para continuar a trazer aos residentes e visitantes as informações e produtos turísticos mais recentes de Macau e do resto do mundo.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Antigo Hotel Real Parque dá lugar ao Kimpton Lisbon

A IHG Hotels & Resorts (IHG) e o Real Hotels Group vão abrir o Kimpton Lisbon, no mesmo edifício onde se encontrava o antigo Hotel Real Parque, em Lisboa.

Com abertura prevista para o início de 2025, este é o primeiro hotel da Kimpton Hotels & Restaurants na capital portuguesa e o segundo em Portugal, após a assinatura do Kimpton Algarve São Rafael Atlântico, no final de 2023.

A unidade hoteleira surge após um acordo de franchising com o Real Hotels Group, sendo que o hotel vai contar com 141 quartos e “áreas públicas redesenhadas para se inspirarem na luz e nas cores da cidade”, como indicado em comunicado. É ainda referido que o hotel será composto por “espaços orientados para o design, com acabamentos de alta qualidade, até restaurantes e bares sazonalmente inspirados, incluindo um bar e piscina no rooftop”.

O Kimpton Lisbon junta-se ao portefólio de luxo e estilo lifestyle  da IHG, que tem como objetivo “reforçar a crescente presença” em Portugal. Neste segmento específico, a IHG opera seis hotéis em funcionamento e tem mais sete em desenvolvimento para marcas como a Six Senses, Hotel Indigo, e os recém inaugurados Convent Square Lisbon e Casa da Companhia no Porto, da coleção Vignette.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Governo dos Açores reforça aposta no turismo de aventura

A secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas dos Açores, Berta Cabral, defendeu a necessidade de dar continuidade ao fomento do “turismo de aventura, para trazer mais turistas para a Região e tornar este importante setor económico ainda mais dinâmico, sempre com a premissa da sustentabilidade”.

Berta Cabral, que falava na apresentação de mais uma edição do Ultra Blue Island 2024 by Azores Trail Run, evento promovido pelo Clube Independente Atletismo Ilha Azul, defendeu que o Azores Trail Run, fundado há dez anos, é mais um contributo para projetar os Açores como o melhor destino de aventura da Europa e do mundo.

“O turismo de natureza é a prioridade do Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores e é um meio essencial, através dos nossos trilhos e das nossas rotas, para levar turistas a todo o território e potenciar a criação de pequenos negócios, com impacto direto na criação de emprego, de riqueza e de oportunidade para a fixação de pessoas”, acentuou a governante, conforme avança notícia publicada na página oficial do Governo Regional.

A secretária Regional fez notar que é fundamental trabalhar para incrementar de forma consistente a qualidade da experiência e do destino, uma vez que os Açores já se encontram num patamar em que o que é feito tem de ser bem feito e criar valor acrescentado.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Indústria europeia de viagens e turismo une-se para combater as mudanças climáticas

Representantes de várias associações europeias do setor das viagens e turismo, reunidos em Rodes, na Grécia, assinaram uma declaração destinada a combater as alterações climáticas na indústria.

Apoiada por destacadas organizações europeias ​​como A4E, ACI Europe, CLIA, ECTAA, EEIA, ERA, HOTREC, IAAPA, IRU e Ruraltour, a declaração conjunta realça o compromisso de tomar medidas decisivas para práticas sustentáveis ​​em viagens e turismo.

“A crise climática está aqui e põe-nos à prova a todos. O turismo não é exceção. Com a declaração conjunta de hoje, a indústria europeia de viagens e turismo está a embarcar num caminho sustentável para as alterações climáticas, ao mesmo tempo que apela aos decisores da UE para que ajam para ajudar o crescimento sustentável do setor, em benefício da economia e da sociedade”, considerou Alexandros Vassilikos, presidente da HOTREC, citado pela imprensa internacional.

“As alterações climáticas são uma ameaça real para o setor da hotelaria e restauração. Devemos fazer a nossa parte e trabalhar em conjunto para mitigar o impacto. A declaração de hoje mostra que a indústria europeia de viagens e turismo está empenhada e unida para agir para prevenir as alterações climáticas”, disse, por sua vez, Marie Audren, CEO da HOTREC.

A declaração serve como um guia abrangente para a colaboração, destacando a necessidade urgente de descarbonização, cooperação reforçada e envolvimento significativo com os decisores políticos. À medida que se aproximam as eleições europeias, os líderes da indústria apelam aos decisores para que deem prioridade às iniciativas de turismo sustentável e atribuam rubricas orçamentais específicas para apoiar estes esforços.

Ao nível da descarbonização, pretende-se implementar planos robustos de ação climática a nível organizacional e industrial para reduzir o impacto ambiental, enquanto firmam os compromissos para atingir as metas de descarbonização até 2050, em linha com as declarações de Glasgow e Toulouse.

Promover a consciencialização e a responsabilidade através da partilha de melhores práticas e do fornecimento de conhecimentos especializados para acelerar os esforços de descarbonização em todo o setor, bem como ajudar as pequenas e médias empresas a adaptarem-se aos desafios climáticos e a acederem a oportunidades de financiamento para iniciativas de descarbonização, e ainda apoiar iniciativas para melhorar as competências da força de trabalho e colmatar lacunas de competências sustentáveis ​​através de programas de educação e formação, são outras questões destacadas no documento final saído da reunião de Rodes.

Há igualmente o compromisso de realizar reuniões regulares para avaliar o progresso e fortalecer a colaboração entre as partes interessadas, com o objetivo de moldar um cenário regulatório favorável com os decisores políticos europeus e nacionais.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Fado in Chiado completa 15 anos de braço dado com o Turismo

Ao longo destes 15 anos de existência, o projeto Fado in Chiado já recebeu 225 mil espectadores, oriundos de mais de 23 países, num sucesso que é explicado pelo “contacto permanente” com o setor do turismo.

O Fado in Chiado está a assinalar o 15.º aniversário, período ao longo do qual este projeto que promove o Fado junto dos turistas que visitam Lisboa recebeu já 225.000 espectadores, oriundos de mais de 23 países.

“O orgulho deste projeto pode ser traduzido em números: mais de 225 mil espectadores, oriundos de mais de 23 geografias, com destaque para países como Inglaterra, França, Espanha, Alemanha, Brasil, Holanda, Estados Unidos, Canadá, China, Coreia, entre muitos outros”, congratula-se o Fado in Chiado, numa nota enviada à imprensa.

O sucesso do Fado in Chiado, destaca o projeto na informação divulgada, explica-se pelo “contacto permanente” que existe entre o projeto e as delegações turísticas de diferentes países, assim como pela “presença nas principais feiras mundiais e o apoio das diferentes instituições nacionais”, a exemplo do Turismo de Lisboa e do Turismo de Portugal.

“A ligação permanente com as unidades hoteleiras na grande Lisboa é outra das pontes de contacto que destacamos e em que investimos”, acrescenta o Fado in Chiado, que considera que “o turismo exige cada vez mais conteúdos de entretenimento diferenciadores, confiáveis e caracterizados pelas matrizes culturalmente enraizadas”, a exemplo do espetáculo que o Fado in Chiado promove.

A “constante modernização comercial e a consistência do espetáculo”, assim como as melhorias que têm vindo a ser introduzidas, nomeadamente ao nível da sala e do palco, que foram alvo de “uma intervenção técnica, modernizando equipamentos, melhorando cenicamente o espetáculo e aperfeiçoando, em termos globais, a experiência” dos visitantes, também ajudam a explicar o sucesso deste projeto.

O Fado in Chiado é um projeto promovido e produzido pela Genius y Meios, empresa do Grupo Renascença Multimédia.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Passageiros de cruzeiros chegam aos 31,7 milhões em 2023 e ultrapassam valores pré-pandemia

Um recente relatório da CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros prevê que os números continuem a aumentar nos próximos anos e que, até 2027, o volume global de passageiros de cruzeiros chegue aos 39,4 milhões.

No ano passado, o volume global de passageiros de cruzeiros chegou aos 31,7 milhões, ultrapassando em 7% os números pré-pandemia, avança a CLIA – Associação Internacional de Companhias de Cruzeiros.

“Os cruzeiros continuam a ser um dos setores de turismo mais resilientes e de crescimento mais rápido, recuperando mais rapidamente do que as chegadas de turistas internacionais e dando um forte contribuinte para as economias locais e nacionais”, sublinha Kelly Craighead, presidente e executivo-chefe da CLIA.

De acordo com o relatório da CLIA sobre o estado da indústria de cruzeiros em 2024, os EUA foram, no ano passado, o maior mercado emissor de cruzeiristas, com 18,1 milhões de passageiros, seguindo-se a Europa com 8,2 milhões de passageiros.

Já o Reino Unido somou 2,2 milhões de cruzeiristas, o que representa um aumento de 15% face aos 1,9 milhões de passageiros de cruzeiros que tinham sido identificados em 2019.

Em relação ao tipo de cruzeiros, o relatório da CLIA indica que foram os cruzeiros de expedição que mais cresceram entre 2019 e 2023, período durante o qual o número de passageiros que navegam nestes itinerários aumentou 71%.

Os números são positivos e assim devem continuar nos próximos anos, uma vez que a CLIA estima novos aumentos dos passageiros de cruzeiros ao longo dos próximos quatro anos, chegando aos 39,4 milhões de passageiros em 2027.

O relatório da CLIA revela também que o desejo de realizar um cruzeiro está a aumentar, uma vez que, segundo uma pesquisa de março, 82% dos inquiridos que já tinham realizado um cruzeiros disseram que gostariam de voltar a realizar uma viagem deste tipo, enquanto 71% dos viajantes internacionais disseram que estavam a pensar fazer o seu primeiro cruzeiro.

O estudo mostrou ainda que as agências de viagens continuam a ser fundamentais para a venda de cruzeiros, uma vez que 73% dos inquiridos que já realizaram cruzeiros disseram que os agentes de viagens têm um “impacto significativo” na sua decisão de fazer um cruzeiro, principalmente pelo “conhecimento e experiência” que detém neste tema.

A possibilidade de visitar vários destinos numa única viagem e a boa relação custo-benefício são, segundo este estudo, as principais vantagens dos cruzeiros apontadas pelos passageiros.

“O cruzeiro oferece o melhor valor de férias que existe, com experiências incríveis proporcionadas aos hóspedes por uma força de trabalho multinacional talentosa e dedicada de quase 300.000 profissionais marítimos”, destaca Kelly Craighead.

Tal como a procura, também a oferta vai aumentar, com a CLIA a estimar que a capacidade global de cruzeiros cresça pelo menos 10% nos próximos quatro anos, passando de um total de 677 mil camas para 745 mil em 2028, uma vez que existem planos para a chegada de, pelo menos, mais 56 navios, num investimento da indústria que chega aos 38 mil milhões de dólares.

“Com pelo menos 56 novos navios a entrar em operação entre 2024 e 2028, há vastas oportunidades para carreiras em cruzeiros, que apresentam uma impressionante taxa de retenção de funcionários de mais de 80%”, conclui o responsável da CLIA.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Aviação

Delta Air Lines regressa aos lucros e apresenta resultado positivo de 34,4 M€

Entre janeiro e março, as receitas operacionais da Delta Air Lines cresceram 8% e somaram um total de 12.786 milhões de euros, enquanto as despesas operacionais subiram perto de 1%, totalizando 12.217 milhões de euros.

A Delta Air Lines regressou aos lucros e, no primeiro trimestre de 2024, apresentou um resultado positivo de 34,4 milhões de euros, valor que compara com o prejuízo de 337,6 milhões de euros apurado em igual período do ano passado.

De acordo com um comunicado da companhia aérea dos EUA, as receitas operacionais cresceram, entre janeiro e março de 2024, 8% e somaram um total de 12.786 milhões de euros, enquanto as despesas operacionais subiram perto de 1%, totalizando 12.217 milhões de euros.

“No trimestre de março obtivemos receitas recorde graças a um desempenho operacional excecional, que permitiu um forte crescimento dos lucros”, congratula-se Ed Bastian, presidente executivo da Delta Air Lines, citado no comunicado divulgado pela companhia aérea.

O responsável espera que seja possível manter os bons resultados também no segundo trimestre do ano, estimando que, entre abril e junho, a Delta Air Lines atinja “resultados recorde”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Carnival Corporation atinge atingiu “vários objetivos ambientais para 2030” antes do previsto

A Carnival Corporation divulgou recentemente o seu 14.º Relatório Anual de Sustentabilidade, denominado “Sustainable from Ship to Shore”, que detalha o “progresso significativo” da empresa em seis áreas de sustentabilidade.

A Carnival Corporation, uma das maiores empresas de cruzeiros do mundo, que detém marcas como a Costa Cruzeiros, Princess Cruises ou Aida Cruises, divulgou recentemente o seu 14.º Relatório Anual de Sustentabilidade, que vem confirmar que a empresa de cruzeiros já atingiu “vários objetivos ambientais” que estavam previstos para 2030.

“A empresa atingiu vários objetivos ambientais para 2030 muito antes do previsto e está adiantada em relação a outros objetivos-chave, como a redução da intensidade de gases com efeito de estufa”, lê-se num comunicado enviado à imprensa.

Denominado “Sustainable from Ship to Shore”, o relatório da Carnival Corporation detalha o “progresso significativo” da empresa em seis áreas de sustentabilidade, incluindo os seus objetivos prioritários de apoio à ação climática para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e de promoção de um modelo de economia circular para reduzir os resíduos.

“Graças aos nossos 160.000 colegas extraordinários, que trabalham todos os dias com paixão e dedicação, 2023 foi um ano de conquistas significativas em toda a linha”, congratula-se Josh Weinstein, CEO e Chief Climate Officer da Carnival Corporation, sublinhando que a empresa obteve “um desempenho financeiro recorde” e recebeu três novos navios, além de ter expandido a sua presença para mais de 800 destinos e transportado 12,5 milhões de hóspedes.

Mas o responsável destaca essencialmente o “compromisso contínuo” estabelecido pela Carnival Corporation de “liderar o caminho para tornar os cruzeiros mais sustentáveis”, de forma a atingir os objetivos para 2030 e chegar às zero emissões poluentes em 2050.

“Uma vez que estamos a avançar tão ativamente em todos os nossos objetivos de sustentabilidade para 2030, estamos a avaliar novos objetivos intermédios na procura de zero emissões de gases com efeito de estufa até 2050”, acrescentou.

É que a Carnival Corporation tem vindo a alcançar “várias metas importantes de desempenho ambiental para 2030 antes do previsto, nas suas áreas de ação climática e economia circular”, que são as principais prioridades do trajeto de sustentabilidade da empresa.

“Por exemplo, através de uma ação climática decisiva e prolongada, a empresa produz mais de 10% menos emissões absolutas de GEE hoje do que em 2011, o seu ano mais alto já registado, apesar de ter aumentado a capacidade em aproximadamente 30% desde então. Além disso, o reforço de um modelo de economia circular levou a reduções significativas no volume e no impacto dos resíduos produzidos em geral”, lê-se também no comunicado divulgado.

A redução em 20% até 2026 da intensidade de GEE – Gases com efeito estufa, a existência de ligação a terra em 64% da sua frota, a redução de 68% nas emissões absolutas de partículas, a redução de 38% no desperdício alimentar por pessoa, a eliminação de cerca de 500 milhões de produtos descartáveis de plástico a bordo e a conclusão da instalação de sistemas de tratamento de águas residuais que abrangem 70% da capacidade da sua frota, são alguns dos destaques do relatório da Carnival Corporation.

“Para além destes pontos, a Carnival Corporation está a progredir constantemente no sentido de cumprir, ou exceder, os seus objetivos de ação climática e economia circular para 2030”, refere ainda a empresa de cruzeiros, explicando que este relatório também inclui “atualizações importantes sobre o programa de gás natural liquefeito (GNL)”, bem como sobre os sistemas avançados de qualidade do ar, sistemas de lubrificação por ar e iniciativas de biocombustíveis.

“Além disso, a empresa está também empenhada em questões de diversidade e inclusão na sua equipa global de 160.000 pessoas e na promoção de um ambiente de trabalho positivo para todos os funcionários. Como parte da sua estratégia de sustentabilidade, a empresa também se foca na promoção do turismo sustentável e na criação de valor partilhado, crescimento mútuo e boa vontade com os seus parceiros de destino e as comunidades locais que visita, tal como referido no relatório”, indica ainda a Carnival Corporation.

O Relatório de Sustentabilidade 2023 da Carnival Corporation foi preparado de acordo com a Universal Standard 2021, da Global Reporting Initiative (GRI), e incorpora a terceira divulgação anual da empresa em linha com o Sustainability Accounting Standards Board (SASB) e a Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD).

O relatório completo pode ser consultado aqui.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotelaria

Unlock Boutique Hotels comemora 8 anos com nova Central de Reservas

A Unlock Boutique Hotels (UHB) aproveitou a comemoração do seu 8.º aniversário para abrir a Central de Reservas.

Publituris

Com 22 hotéis sob gestão em 15 destinos, a Unlock Boutique Hotels (UBH) comemora o seu 8.º aniversário com a abertura de uma Central de Reservas, a única em Portugal para hotéis boutique independentes, considerando Miguel Velez, CEO da UHB, tratar-se de “mais uma etapa para o crescimento” da empresa.

Depois de no início do ano ter lançado para o mercado um novo website, que representou o maior investimento em websites do setor hoteleiro em Portugal, realizado pela Deloitte, a UBH admite que “desde a sua fundação, o compromisso com os clientes, hóspedes e colaboradores tem marcado este trajeto, diferenciando-se pela excelência dos serviços prestados, maximização de receitas e crescimento sustentável, rumo à liderança no setor”, o que trouxe a combinação entre “a expertise da equipa de gestão, criatividade e inovação e as características únicas das unidades hoteleiras membros do grupo”, tendo sido distinguida como PME Excelência 22, depois de três anos consecutivos como PME Líder.

Além de agradecer a todos os clientes, parceiros e colaboradores que acompanharam a UBH ao longo destes anos, Miguel Velez considera que “o apoio contínuo tem sido fundamental para o nosso sucesso e inspira-nos para novos desafios”.

Novos desafios que levaram a UBH a apesentar as novidades “dentro de portas”, refletindo as “especificidades únicas de cada hotel membro e para termos um serviço totalmente personalizado a cada cliente desde o primeiro contacto com a Unlock”, concluindo Miguel Velez que a Central de Reservas é composta por “uma equipa interna, focada no serviço ao cliente e com total conhecimento dos detalhes de todos os hotéis”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.