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“A internacionalização da BTL é uma das nossas prioridades estratégicas”

Constituindo o cenário anual para reunir o setor do turismo em Portugal, a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), Dália Palma, Gestora Coordenadora da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, admite que a organização está “empenhada para a cada edição entregar mais valor ao setor e a todos aqueles que fazem da BTL, o maior e mais qualificado ‘marketplace’ do setor do turismo”.

Victor Jorge

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“A internacionalização da BTL é uma das nossas prioridades estratégicas”

Constituindo o cenário anual para reunir o setor do turismo em Portugal, a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), Dália Palma, Gestora Coordenadora da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, admite que a organização está “empenhada para a cada edição entregar mais valor ao setor e a todos aqueles que fazem da BTL, o maior e mais qualificado ‘marketplace’ do setor do turismo”.

Victor Jorge
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Transportes

De 28 de fevereiro a 3 de março, a Feira Internacional de Lisboa (FIL) recebe, novamente a mais importante feira do setor do turismo em Portugal. Com 70% do espaço de exposição já ocupado, Dália Palma, Gestora Coordenadora da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, antecipa ao jornal Publituris o que serão estes cinco dias – divididos entre três dias para profissionais e dois dias abertos ao público.

Considerando que as feiras são “o barómetro da economia”, Dália Palma admite que a BTL “é o espelho do comportamento da atividade económica no que diz respeito ao setor do turismo”.

Com várias áreas de exposição, esses espaços “contribuem para o enriquecimento dos conteúdos e da experiência dos participantes e refletem a visão abrangente da BTL”, diz a gestora e coordenadora do evento.

Quanto à internacionalização, a recente presença no World Travel Market (WTM) London 2023 serviu para trazer insights valiosos sobre as tendências emergentes no turismo global, além de a BTL estar “a explorar oportunidades de colaboração internacional que podem enriquecer a nossa oferta e atrair um público mais diversificado”.

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A 34.ª edição da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que se realiza de 28 de fevereiro a 3 de março, tem já 70% do espaço de exposição ocupado, sendo a primeira vez que este valor é atingido tão cedo. Que perspetivas vos abrem estes dados a três meses do evento?
Estamos bastante confiantes com estes resultados, considerando que estamos a três meses da data de realização do evento e as perspectivas para a área ainda não ocupada são muito otimistas.

Esta antecipação na ocupação do espaço de exposição é um sinal claro de confiança na BTL 2024 e do impacto que a BTL representa para o setor do turismo em geral e para todos aqueles que marcam presença.

Esses 70% significam o quê em número de expositores?
A BTL inclui expositores diretos, indiretos e co-expositores, pelo que neste momento ainda não conseguimos traduzir esta percentagem num número concreto.

Relembramos que na edição anterior registamos mais de 1400 expositores, o somatório de participações individuais e coletivas. Podemos, no entanto, identificar setores cuja procura está claramente acima de edições anteriores, designadamente a distribuição, o destino nacional e os transportes terrestres e aéreos.

A BTL desempenha um importante papel, enquanto promotor da contratação do destino Portugal, na vertente do B2B, mas também um acelerador na reserva de férias dos portugueses, na vertente B2C

Esta ocupação é, maioritariamente, nacional ou internacional?
Estes números resultam das adjudicações diretas de espaço, as quais tiveram lugar em meados de outubro, assente nos pavilhões com oferta turística nacional, leia-se Entidades Regionais, Câmaras Municipais, CIM´s, Associações, animação turística, alojamento, equipamentos e serviços e a distribuição, onde incluímos os transportes.

Nesta fase não foi considerado a área internacional, em especial os turismos e tour operadores.

Ainda referente ao espaço já reservado, 95% corresponde a expositores nacionais, os restantes representam o segmento da inovação e tecnologia, na sua maioria marcas internacionais.

Teremos uma BTL maior e melhor que em 2023?
A estratégia da BTL assenta em vários vetores, dos quais destaco a qualidade e diversidade da oferta e a internacionalização. E neste sentido, estamos empenhados para a cada edição entregar mais valor ao setor e a todos aqueles que fazem da BTL, o maior e mais qualificado marketplace do setor do turismo.

A BTL desempenha um importante papel, enquanto promotor da contratação do destino Portugal, na vertente do B2B, mas também um acelerador na reserva de férias dos portugueses, na vertente B2C.

Diversificação e qualidade
Quais são os principais destaques para esta edição de 2024?
Numa visão macro, destacamos a oferta diversificada e qualificada, onde o setor do Turismo Religioso ganha maior preponderância com uma área dedicada a todos os players que promovem a oferta turística nacional e fronteiriça. A este segmento junta-se o LGBTI+. Em resposta ao vetor da internacionalização, estamos a dar continuidade ao programa Hosted Buyers organizado em parceria com o Turismo de Portugal e TAP Air Portugal, onde contamos também com o apoio de várias entidades, nomeadamente as associações do setor e os grupos hoteleiros, entre outros. Além destes, é objetivo da BTL atrair Buyers que vejam na BTL uma real oportunidade para contratar o destino Portugal.

Destaco ainda que a BTL 2024 conta com um reforço do Hosted Buyers, resultado da parceria com a ACISO (Associação Empresarial Ourém – Fátima). Na última edição recebemos 120 Hosted Buyers de 25 mercados emissores, foram agendadas mais de 2000 reuniões e realizadas mais de 1800.

É objetivo da BTL atrair Buyers que vejam na BTL uma real oportunidade para contratar o destino Portugal

A edição de 2024 da BTL irá refletir, de alguma forma, o crescimento que o setor do turismo tem verificado nos últimos dois anos? Como?
As feiras são o barómetro da economia e a BTL é o espelho do comportamento da atividade económica no que diz respeito ao setor do turismo. A BTL tem registado um crescimento sólido pós-pandemia, reflexo da recuperação do setor, e aumentado a sua importância enquanto plataforma dinamizadora dos negócios no turismo. As expectativas para a BTL 2024 seguem em linha com a tendência das últimas edições.

Esteve, recentemente, no World Travel Market (WTM) London 2023. Foi uma visita para tentar perceber como evoluiu o setor das feiras?
A visita ao WTM tem como principal objetivo a promoção da BTL junto do mercado internacional para a captação de novos destinos internacionais.

Para além disso, o WTM é sempre o momento em que reunirmos com os players já confirmados e acertamos os detalhes da participação. Ainda aproveitamos para “medir” a evolução do evento, percepcionar o comportamento do setor e atestar as novidades do mesmo.

Que tendências ou novidades traz do evento de Londres que podem ser aplicadas na BTL 2024?
Do WTM London 2023, trouxemos insights valiosos sobre as tendências emergentes no turismo global. Além disso, estamos a explorar oportunidades de colaboração internacional que podem enriquecer a nossa oferta e atrair um público mais diversificado.

As feiras profissionais de turismo devem refletir o atual momento ou apontar tendências futuras?
As feiras profissionais de turismo devem fazer ambas as coisas. Elas são um reflexo do estado atual do setor, mas também têm a responsabilidade de apontar tendências futuras e antecipar as necessidades dos participantes.

A BTL tem o compromisso de acompanhar a inovação. Continuaremos a manter essa tendência refletindo as realidades atuais e apresentando visões do que o futuro pode trazer para o turismo.

O que importa realmente ser transmitido numa feira como a BTL?
A BTL é, inquestionavelmente, o ponto de encontro do setor do turismo em Portugal. Durante cinco dias, a BTL serve de palco para grandes encontros entre a oferta e a procura, quer seja na vertente B2B quer na vertente B2C. Além da componente de negócio, a BTL promove em diversos palcos, a apresentação de conteúdos e discussão de tendências de mercado, materializadas através de conferências, pitchs, workshops.

Numa vertente de promoção externa, a BTL assume-se como a maior, a mais diversificada e a mais qualificada montra da oferta nacional, junto daqueles que contratam e/ou procuram novas oportunidade de negócio no destino Portugal.

Na vertente B2C, a BTL é a plataforma por excelência para a reserva de férias dos portugueses, recebendo durante o período de abertura ao público mais de 30000 visitantes que procuram a melhores ofertas, novos destinos e novas experiências nacionais e internacionais.

Quando será anunciado o destino internacional convidado?
O anúncio do destino internacional convidado será feito oportunamente.

As feiras são o barómetro da economia e a BTL é o espelho do comportamento da atividade económica no que diz respeito ao setor do turismo

Várias BTL numa só BTL
Apostam, novamente, na BTL Cultural, na BTL LGBTI+, BTL Formação e Emprego e na BTL Lab. Que importância têm esses espaços na globalidade do evento?
Quer a BTL Cultural quer a BTL LGBTI+ são áreas de exposição que apresentam os players, promotores da oferta turística do destino Portugal para estes segmentos. Estas áreas fazem parte da estratégia da BTL no acompanhamento das tendências do mercado do turismo. A BTL Formação e Emprego é uma outra área no evento, que tem por objetivo promover o encontro entre a oferta e a procura na área do recrutamento no setor do turismo, apoiando as empresas na captação de talentos para as suas organizações. A BTL Lab impulsiona a inovação e a tecnologia no turismo.

No conjunto, esses espaços contribuem para o enriquecimento dos conteúdos e da experiência dos participantes e refletem a visão abrangente da BTL.

Internacionalizar a BTL
O Programa de Hosted Buyers, registou, em 2023, mais de 1800 reuniões entre 256 suppliers e 120 hosted buyers, oriundos de 25 mercados emissores. Esta é uma aposta forte por parte da organização. Que número já possuem à data de hoje?
O programa de Hosted Buyers é um pilar fundamental na internacionalização da BTL e sobretudo das empresas portuguesas que participam. De realçar que só é possível realizar este programa com o com o apoio dos dois parceiros estratégicos: Turismo de Portugal e TAP Air Portugal.

O programa foi lançado nos mercados internacionais no passado dia 15 de novembro e obtivemos uma enorme recetividade e interesse por parte dos diversos stakeholders, o que nos permite antecipar um programa muito participado, mais qualificado, segmentado e atrativo.

De realçar trabalho extraordinário que o Turismo de Portugal tem desenvolvido nos mercados internacionais na promoção do destino Portugal, da marca Portugal, o que faz com que a BTL seja cada vez mais procurada por compradores internacionais.

De realçar, igualmente, o apoio e o investimento que a TAP Air Portugal realiza neste programa de Hosted Buyers, e que representa um enorme contributo que este nosso parceiro dá a todo o setor do turismo nacional, criando novas oportunidades de negócios e novos mercados emissores.

A BTL tem o compromisso de acompanhar a inovação. Continuaremos a manter essa tendência refletindo as realidades atuais e apresentando visões do que o futuro pode trazer para o turismo

O que procuram, efetivamente, os buyers que visitam a BTL?
Encontrar e concretizar negócios. O programa é totalmente orientado para promover o encontro entre a oferta e a procura, e por isso, nas últimas edições, mudamos o procedimento de participação.

Neste momento cada reunião tem a duração de 15 minutos, tempo suficiente para as partes apresentarem e conhecerem a oferta e verificarem se há um interesse efetivo. Os resultados são extraordinários: 98% dos buyers recomenda a participação no programa e 93% avaliou positivamente a qualidade e quantidade dos expositores presentes.

Assim, nesta edição, para além dos hosted buyers, que são convidados pela organização, alargamos também o programa a outros buyers internacionais, que nos procuraram em resultado das nossas campanhas internacionais.

Recentemente lançámos uma call internacional a tour operadores e no espaço de uma semana recebemos mais de 100 inscrições.

A BTL confirma assim a sua vocação para ser a plataforma privilegiada para a promoção dos negócios desta crescente procura e da oferta qualificada do destino Portugal. Quer os Hosted Buyers quer os Buyers, procuram oportunidades de negócios sólidos e parcerias estratégicas. Pretendem descobrir produtos e serviços diversificados e qualificados que possam oferecer aos seus clientes. Além disso, valorizam a relação de proximidade com os expositores que encontram na BTL.

Antes do arranque da edição de 2023, admitiram uma aposta forte na internacionalização da BTL. O que tem e está a ser feito nesse âmbito?
A internacionalização da BTL é uma das nossas prioridades estratégicas. Tal como já referi, esta, é sustentada pelo programa de Hosted Buyers e Buyers e a sua promoção comercial em mercados internacionais. Gostaria apenas de acrescentar que pretendemos que a BTL continue a ser reconhecida como uma das principais feiras de turismo na Europa e um destino essencial para quem procura oportunidades de negócios em Portugal.

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No arranque da comunicação da BTL 2024 admite querer “reforçar a aposta nos mercados internacionais e trazer oportunidades de negócio para Portugal”? Como irão fazer isso?
Para reforçar a aposta nos mercados internacionais, estamos a intensificar a nossa estratégia de promoção e marketing em alguns mercados-chave. Estamos a trabalhar com entidades governamentais, agências de promoção turística e outros parceiros para atrair compradores e expositores internacionais de destaque.

De referir que estamos a trabalhar com a ambição de tornar a BTL também numa plataforma de promoção de destinos internacionais para o mundo, capitalizando a capacidade que a TAP Air Portugal tem de criar novas rotas que ligam a Europa a outros destinos, designadamente a América Latina.

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Oferta hoteleira de Moçambique aumenta no primeiro trimestre

No primeiro trimestre do ano, Moçambique assistiu à entrada em funcionamento de 66 empreendimentos, dos quais 28 de alojamento, 33 de restauração e bebidas e cinco agências de viagens, o que corresponde a um aumento de 57,1% face ao mesmo período de 2023.

Até março, Moçambique assistiu à abertura de 66 novos empreendimentos ligados à restauração e turismo, o que ditou um aumento de 414 quartos na hotelaria, avança a Lusa, que cita dados divulgados esta sexta-feira, 24 de março, pelo governo moçambicano.

Segundo um relatório de execução orçamental do Ministério da Economia e Finanças de Moçambique, no primeiro trimestre de 2024, o investimento privado mais do que triplicou face ao ano passado, somando 18,7 milhões de euros, o que ditou também o aumento dos postos de trabalho criados, que chegou aos 559 face aos 470 gerados no mesmo período do ano passado.

O relatório diz que, neste período, “entraram em funcionamento 66 empreendimentos contra 42 empreendimentos do primeiro trimestre de 2023, dos quais 28 de alojamento, 33 de restauração e bebidas e cinco agências de viagens, o que corresponde a um aumento de 57,1%”.

“As aberturas incrementaram a capacidade com 414 quartos contra 323 do primeiro trimestre de 2023, o que representa um crescimento de 28,2%”, lê-se ainda no relatório a que a Lusa teve acesso.

O aumento do investimento chega numa altura em que também o número de turistas está a aumentar em Moçambique, o que se deve à isenção de vistos decretada no ano passado para  países de baixo risco, o que levou à emissão de quase 30 mil vistos de fronteira ainda em 2023.

No relatório de execução orçamental do último trimestre de 2023, o governo moçambicano recorda que “foi criada uma plataforma para requisição de vistos ‘online’ e a isenção de vistos de turismo e negócios para uma lista de países de baixo risco”, num total de 29 Estados, o que “resultou na emissão de 28.963 vistos solicitados por visitantes”, até dezembro.

“A medida vem tornando Moçambique mais competitivo e facilitando o acesso de potenciais investidores ao país”, é ainda referido no documento citado pela Lusa.

A Lusa recorda também que o governo moçambicano já tinha afirmado no relatório de execução orçamental do terceiro trimestre do ano passado que a decisão de facilitar e isentar de vistos turistas de países de baixo risco fez aumentar o número de visitas ao país em 34% nos primeiros 90 dias de implementação da medida.

O Governo estima uma “despesa média” por cada visitante em 110 dólares e o tempo médio de visita de quatro dias, pelo que cada visitante representa 440 dólares “de novos fundos” para a economia.

“O aumento de visitantes ao país em virtude desta medida representa um crescimento do setor e um efeito multiplicador na economia moçambicana”, acrescenta-se no relatório sobre a execução orçamental no terceiro trimestre.

O Governo moçambicano já tinha avançado, em agosto de 2023, que mais de 13.000 cidadãos estrangeiros entraram em Moçambique ao abrigo da medida de isenção de vistos introduzida em maio, a grande maioria turistas, incluindo de Portugal.

De acordo com dados avançados pela ministra da Cultura e do Turismo, Eldevina Materula, dessas isenções, com vistos concedidos na fronteira, “mais de 10.000” entraram em Moçambique “com o propósito de turismo e os restantes três mil em negócios”.

“Este é um sinal claro que as medidas tomadas pelo Governo estão a surtir efeitos na dinamização do nosso setor. Com estas medidas, temos claramente um novo padrão de turistas, sendo que as nacionalidades americana, britânica, portuguesa, chinesa e alemã se destacam como as cinco principais entradas em Moçambique”, afirmou a governante, em agosto.

Recorde-se que Moçambique introduziu em dezembro de 2022 o Visto Eletrónico (e-Visa) e, no dia 1 de maio, entrou em vigor a isenção de vistos para cidadãos de 29 países, tendo sido ainda revista a medida de concessão de vistos de investimentos para períodos mais alargados aos cidadãos estrangeiros que detenham investimento em Moçambique, simplificando os requisitos de atribuição.

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Governo dos Açores cria grupo de trabalho para revisão do Plano Ordenamento Turístico da região

Um grupo de trabalho, com a missão de coordenar todo o processo de revisão do Plano Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores-POTRAA, e liderado por Rui Coutinho Pereira, técnico superior da Direção Regional do Turismo, acaba de ser criado.

Um despacho, que acaba de ser publicado no Jornal Oficial dos Açores, revela que o Governo Regional constituiu um grupo de trabalho para coordenar a revisão do Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma (POTRAA), que será presidido por Rui Coutinho Pereira, técnico superior da Direção Regional do Turismo.

Considerando a aprovação do Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores – Horizonte 2030 [PEMTA2030], “mostra-se, agora, necessário reiniciar o processo de revisão do Plano Ordenamento Turístico da Região”, daí a constituição deste grupo de trabalho, de âmbito técnico, com a missão de coordenar este processo “no que diz respeito à organização procedimental, orientação dos consultores, caso existam, e da equipa técnica, acompanhamento da execução contratual, preparação e organização de reuniões e outros eventos, entre outras tarefas necessárias para a boa prossecução do presente procedimento”, indica o documento.

De acordo com o Governo Regional, importa “territorializar a nova visão, missão e objetivos estratégicos para o turismo dos Açores, plasmados no PEMTA2030, numa perspectiva de qualificação dos ativos identitários e qualificadores da experiência turística e de promoção dos produtos estratégicos definidos, tendo por base a sustentabilidade do destino turístico e, quando possível, a assunção da sua capacidade regenerativa”.

Pretende-se a implementação, nas nove ilhas dos Açores, de um “instrumento de planeamento e gestão territorial do setor do turismo, inovador e eficaz, na linha do que de melhor se faz noutros destinos turísticos internacionais sustentáveis”, contribuindo para a “salvaguarda e valorização dos recursos naturais, ambientais e paisagísticos”, segundo o despacho.

 

 

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Portugal Ventures anuncia call para investir em projetos de base tecnológica nos setores do Turismo e Hotelaria

A Portugal Ventures acaba de anunciar o lançamento da Call WIT – Web3 Innovation in Touris, que tem como objetivo investir em projetos de base tecnológica com um alto potencial de crescimento e valorização, que se encontrem na vanguarda da inovação Web3 em Turismo e Hotelaria. As candidaturas estão abertas até ao dia 23 de junho.

Nesta call, a Portugal Ventures procura oportunidades de investimento em startups, com ambições arrojadas na integração da Web3 no setor do Turismo e Hotelaria e que se encontrem em fase de pre-seed, seed e/ou series A, oferecendo financiamento de capital de risco que varia entre 200 mil euros e 1.5 milhões de euros.

No domínio da tecnologia, o progresso desdobra-se frequentemente em incrementos graduais, ocasionalmente marcados por saltos de impacto substancial. Atualmente, estamos no limiar de outra transição notável, à medida que indivíduos e empresas abraçam a mudança para a Web3, avança a Portugal Ventures na sua página oficial, para lembrar que essa alteração de paradigma oferece oportunidades sem precedentes, aproveitando o poder da descentralização, transparência, tokenização e governança aprimorada inerente a novos modelos de negócios.

Assim, na Portugal Ventures, “estamos profundamente empenhados em identificar e apoiar startups na vanguarda da inovação Web3 em turismo e hotelaria. De plataformas de reservas descentralizadas a programas de fidelidade baseados em blockchain, essas soluções inovadoras estão prontas para romper paradigmas tradicionais e desbloquear novos níveis de criação de valor”.

Sublinha ainda que, “além de melhorar as experiências dos clientes, as inovações da Web3 têm o potencial de simplificar as operações e impulsionar ganhos de eficiência para as empresas do setor de turismo e hotelaria por meio de smart contracts, alimentados pela tecnologia blockchain”.

Por outro lado, conforme se refere na call, “as soluções de identidade descentralizadas oferecem uma forma segura e interoperável de gerir os dados dos clientes, permitindo autenticação e personalização contínuas em sistemas e plataformas diferentes, mitigando preocupações com privacidade e riscos regulatórios e, ao mesmo tempo, aprimorando a segurança e a conformidade dos dados”.

Os projetos apresentados serão sujeitos a uma triagem inicial para avaliar a sua adequação e elegibilidade. A avaliação de cada projeto terá em conta os seguintes critérios: Equipa de gestão; Solução e proposta de valor; Concorrência; Vantagens competitivas; Grau de planeamento do desenvolvimento do projeto; Mercado alvo e caracterização; Modelo de negócio; Tração (indicadores: utilizadores/clientes/custo de aquisição, entre outros); Exit (potencial para atrair compradores interessados em adquirir a empresa e/ou licenciar a tecnologia); Análise de Riscos.

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Mais de 82 mil turistas portugueses visitaram o Brasil em quatro meses

Nos primeiros quatro meses deste ano 82.164 turistas portugueses visitaram o Brasil, o que corresponde a uma subida de 13,8% face ao mesmo período de 2023. No ranking dos mercados emissores Portugal posiciona-se em 7º lugar, o segundo europeu, atrás da França.

Os dados mais recentes da Embratur revelam que dos 2,9 milhões de turistas estrangeiros que visitaram o Brasil, de janeiro a abril deste ano, considerada a terceira melhor marca da história do destino, 1.070.545 são argentinos, mesmo assim, com uma quebra do 11,1% quando comparado com os primeiros quatro meses do ano anterior, enquanto na segunda posição são estão os chilenos (258.523), mercado que mais cresceu em termos percentuais (+32,2%).

Os Estados Unidos, com 251.419 turistas (+9%) foi o terceiro país emissor para o Brasil no período analisado, seguindo-se o Paraguai 217.392 (+9,8%) e o Uruguai 199.316 (+13,8%).

No ranking da Embratur, o primeiro mercado europeu é o francês, (84.468 turistas – 25,5%) colocado na sexta posição. Depois é que vem o mercado português Portugal 82.164 (+13,8%), que ultrapassou o alemão 75.025 (+15,7%), o britânico 65.994 (+15%), e o italiano, com 55.165 turistas (+18,5%), a fechar o top 10.

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Centro de Portugal é o Destino Internacional Protagonista da Naturcyl 2024 em Espanha

A oferta de ecoturismo e de turismo de natureza do Centro de Portugal vai estar em destaque na Naturcyl 2024, em Espanha, uma vez que a região acaba de ser eleita, pela organização da Feira de Ecoturismo de Castela e Leão o Destino Internacional Protagonista.

O Centro de Portugal vai ser o primeiro Destino Internacional Protagonista da edição de 2024 da Naturcyl, evento de referência na promoção do ecoturismo que se realiza em Espanha, de 20 a 22 de setembro. O anúncio foi feito pela organização, que destaca “as muitas maravilhas que esconde este território”.

A Feira de Ecoturismo de Castela e Leão é um evento anual que, desde a sua primeira edição, em 2018, se tem afirmado como um fórum essencial para a troca de ideias e oportunidades de negócios entre profissionais e amantes do ecoturismo e do meio rural. Na última edição, a feira atraiu 10.500 visitantes.

A grande novidade deste ano é a eleição de um Destino Internacional Protagonista. A escolha recaiu no Centro de Portugal, que terá assim uma participação e notoriedade especial na feira. A Turismo Centro de Portugal estará presente na Naturcyl com um stand próprio de 27m2, onde divulgará e promoverá o vastíssimo património natural da região. Além disso, participará nas jornadas de comercialização de Turismo de Natureza (B2B) que ocorrerão em paralelo.

Um dos motivos que levou a que o Centro de Portugal tenha sido o preferido foi a grande diversidade da oferta de turismo de natureza da região, que inclui os Geoparques da UNESCO Estrela, Naturtejo e Oeste, os Parques Naturais do Tejo Internacional, da Serra da Estrela e do Douro Internacional, bem como as reservas da Malcata e da Faia Brava, entre muitas outras áreas protegidas. Além disso, possui duas Cartas Europeias de Turismo Sustentável: as Montanhas Mágicas e as Terras do Lince.

De acordo com Raul Almeida, presidente da Turismo Centro de Portugal, Espanha é um mercado estratégico para a região, “pela proximidade – é o principal emissor de turistas para a região – e por receber mais de 80 milhões de turistas por ano”, referindo ainda que “em Espanha, como no Centro de Portugal, tem havido um grande aumento da procura pelo turismo de natureza e pelo mundo rural, produtos turísticos que estão na génese da Naturcyl. Por isso, foi com grande satisfação que recebemos a informação de que o nosso território será o primeiro Destino Internacional Protagonista da feira”.

O responsável regional acredita que este facto “é uma oportunidade de ouro para promovermos a oferta de ecoturismo existente na região e para consolidarmos a nossa identidade territorial enquanto destino de Turismo de Natureza”.

 

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Turismo, Mobilidade e Infraestruturas dos Açores com 321,1 M€ no Plano e Orçamento para 2024

Os setores do Governo Regional dos Açores tutelados por Berta Cabral, ou seja, o Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, contam com uma dotação total de 321,1 milhões de euros do Plano e Orçamento (PO) para 2024.

Intervindo no Parlamento açoriano, na discussão das propostas de Orientações de Médio Prazo 2024-2028 e do Plano e Orçamento para 2024, a secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, Berta Cabral sublinhou que esta verba está “fundamentada nas necessidades prementes” das ilhas, da economia dos Açores “e, acima de tudo, das pessoas, sem ignorar desafios que urge resolver e oportunidades que não podem ser desperdiçadas”.

No Turismo, com uma dotação de 19,1 milhões de euros, a governante disse, citada em nota publicada na página oficial do Governo Regional, não abdicar do objetivo fundamental de ter turismo todo o ano em todas as ilhas e refere que, sendo o setor mais transversal da economia e aquele que mais alavanca todos os outros setores produtivos, há a responsabilidade coletiva de “contribuir de forma positiva e construtiva para o seu desenvolvimento sustentável fundado na qualidade, na excelência e na produção de bem-estar para os residentes”.

Reafirmando que 2024 será um ano bastante positivo para este setor na Região, Berta Cabral assegurou que vai “dar continuidade à política de qualificação dos recursos e do produto turístico, investindo na sustentabilidade do destino, na digitalização do setor, na promoção externa e no desenvolvimento da conetividade internacional, de acordo com o Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores 2030”.

Para a Mobilidade, a secretária Regional considerou que o investimento superior a 134 milhões de euros visa assegurar intervenções em infraestruturas portuárias de todas as ilhas, incluindo obras nos portos de Vila do Porto, Ponta Delgada e Praia da Vitória, assim como nos aeródromos à responsabilidade da Região, nomeadamente a aerogare da Graciosa e o processo para ampliação da pista do aeroporto do Pico.

Berta Cabral deu conta ainda que a “Tarifa Açores” é para manter, sendo complementada com o “Passe Açores 9 Ilhas”, com o objetivo de estimular, de forma cada vez mais assertiva, a construção de um mercado interno, a mitigação dos efeitos da sazonalidade turística, a criação de condições de excelência para que os jovens conheçam, promovam e contribuam ativamente para o espírito de açorianidade e para o desenvolvimento de todas as ilhas.

“A proposta de investimento que estruturámos dá sequência a diversas medidas e obras estruturantes, que terão um impacto direto em importantes objetivos económicos na Região, incluindo o desenvolvimento sustentável do turismo, a mobilidade dos açorianos, a descarbonização da economia e a preparação de infraestruturas fundamentais”, concluiu.

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Air France revela primeiras novidades para o inverno 2024-2025 com novo destino no Brasil em destaque

No inverno 2024-2025, a Air France vai abrir três novas rotas para o Brasil, Suécia e Maldivas, que vão estar acessíveis aos passageiros portugueses através dos voos da Air France desde Lisboa e Porto, via Paris-CDG.

A Air France já começou a revelar algumas das novidades que vão constar do seu calendário de inverno 2024-2025, com destaque para a abertura de três novas rotas para o Brasil, Suécia e Maldivas, que vão estar acessíveis aos passageiros portugueses através dos voos da Air France desde Lisboa e Porto, via Paris-CDG.

“A Air France continua a expandir a sua rede, oferecendo 5 rotas adicionais – incluindo 3 novas – a partir de Paris no inverno de 2024-25 (novembro de 2024 a março de 2025)”, destaca a companhia aérea num comunicado enviado à imprensa esta sexta-feira, 24 de maio.

Um dos principais destaques da Air France para o próximo inverno vai ser Salvador da Bahia, no Brasil, que passa a contar com três voos por semana a partir de 28 de outubro, às segundas, quintas e sábados, em aparelhos Airbus A350-900 com 324 lugares.

“A antiga capital brasileira, inscrita no Património Mundial da UNESCO, será o 5º destino da Air France no Brasil, depois do Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza e Belém (este último, servido a partir de Caiena, na Guiana). No inverno de 2024, a Air France vai operar até 30 voos semanais de/para o Brasil”, refere a Air France na informação divulgada, onde se explica ainda que, graças a uma parceria comercial com a brasileira GOL, os clientes podem conectar-se facilmente a 40 destinos domésticos no Brasil.

Além da capital baiana, a Air France vai também começar a voar, este inverno, para Malé, nas Maldivas, disponibilizando até dois voos por semana, às sextas-feiras e domingos, durante o período festivo do fim de ano, ou seja, entre 20 de dezembro de 2024 e 5 de janeiro de 2025, que vão ser operados num avião Airbus A350-900 com 292 assentos.

As novidades da Air France para o inverno 2024-2025 ficam ainda completas com uma nova rota para Kiruna, na Suécia, que, a partir de 21 de dezembro de 2024, vai contar com  um voo por semana, aos sábados, num avião A319.

“Depois de Rovaniemi, Kittilä (Finlândia), Tromsø (Noruega) e Narvik Loften (Noruega, destino servido apenas no verão), Kiruna será o 5º destino da Air France na Lapónia. Localizada 200 quilómetros a norte do Círculo Polar Ártico, Kiruna é um ponto de partida ideal para desfrutar da natureza intocada da região e tentar observar as auroras boreais”, explica a Air France.

Além destas novidades, a Air France também vai continuar a reforçar a sua oferta para os Estados Unidos, alargando o serviço para Denver (Colorado, EUA) e Phoenix (Arizona, EUA) no inverno, com três voos semanais para cada cidade, a partir de Paris-CDG.

“Oferecida apenas no verão até agora, a ligação para Denver, e também a rota para Phoenix, nova no verão de 2024, será inaugurada a 23 de maio”, destaca ainda a companhia aérea.

 

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Grupo Saudia encomenda mais 105 aviões à Airbus

Mais 105 aviões da família A320neo. Esta nova encomenda do Grupo Saudia eleva para 144 as aeronaves encomendadas ao fabricante europeu em detrimento da Boeing.

O Grupo Saudia, representado pela Saudia, transportadora nacional de bandeira do Reino da Arábia Saudita, e pela flyadeal, transportadora lowcost do grupo, assinou uma encomenda de mais 105 aviões da família A320neo. A encomenda inclui 12 aeronaves A320neo e 93 A321neo.

Este novo acordo aumenta a carteira de encomendas de aeronaves Airbus do Grupo Saudia para 144 aeronaves da família A320neo.

A Arábia Saudita está a criar oportunidades sem precedentes para a aviação mundial através da Estratégia Nacional de Turismo da Arábia Saudita, que tem como objetivo mais de 150 milhões de turistas até 2030. Esta encomenda à Airbus desempenhará um papel significativo no reforço da ambição do Reino de se tornar um dos principais destinos turísticos mundiais.

Com um valor de 19 mil milhões de dólares (cerca de 17,5 mil milhões de euros), de acordo com o Fórum da Aviação do Futuro, em Riade, onde Ibrahim Al-Omar, diretor-geral do Grupo Saudia, tornou pública a notícia, ainda não é claro se o negócio é, nas suas palavras, “o maior negócio da história da aviação saudita”, devido ao número de aviões envolvidos ou ao montante despendido.

Segundo os analistas, os recentes problemas de fabrico e de reputação da Boeing podem ter contribuído para a escolha do fornecedor, mas o Grupo Saudita já opera uma frota maioritariamente Airbus, com apenas 51 dos seus 144 aviões fornecidos pela Boeing. 39 outros Airbus já estão encomendados e serão complementados pela última aquisição de 12 aviões A320neo e 93 A321neo, elevando a carteira total de encomendas para 144.

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Delta Air Lines celebra 5.º aniversário da rota Lisboa-Boston com 14 voos por semana entre Portugal e EUA

A rota da Delta Air Lines entre Lisboa e Boston conta com voos diários entre março e dezembro, aos quais se juntam voos diários entre a capital portuguesa e Nova Iorque -JFK.

A Delta Air Lines está a celebrar o 5.º aniversário da rota Lisboa-Boston, operação que conta com um voo diário entre março e dezembro e que é complementada pelas ligações que a companhia aérea também opera entre Lisboa e Nova Iorque-JFK, totalizando 14 voos por semana entre Portugal e os EUA.

Num comunicado enviado à imprensa, a Delta Air Lines lembra que a rota Lisboa-Boston começou a ser operada em 2019 e, desde então, foram já transportados mais de 235.000 passageiros nestes voos.

“Com dois voos diários de Lisboa para os Estados Unidos e cerca de 860 lugares disponíveis todos os dias, a companhia oferece ligações convenientes de uma escala para destinos nos EUA e mais além, através dos seus principais hubs em Boston e Nova Iorque-JFK”, acrescenta a Delta Air Lines.

Este verão, os voos da Delta Air Lines são operados em aviões Boeing 767-300ER, aparelhos que representam um aumento de capacidade de 40 lugares face aos Boeing 757-200ER que a companhia aérea utilizava anteriormente.

“Boston é um dos nossos hubs internacionais de crescimento mais rápido e um destino popular para os clientes portugueses”, afirma Paul Hassenstab, diretor de Vendas EMEAI da Delta Air Lines, considerando que a celebração do quinto aniversário é “um grande marco” para esta rota, que “continua a ter um desempenho robusto”.

Satisfeito mostra-se também Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, que defende que o quinto aniversário desta rota atesta o “compromisso de ligar Portugal aos Estados Unidos”, numa parceria que “tem fortalecido os laços entre os dois países e, também, contribuído para a dinamização da economia portuguesa porque facilita o acesso a Portugal e a toda a sua oferta turística”.

Os voos da Delta Air Lines partem de Lisboa diariamente às 12h45 e chegam a Boston às 15h30, enquanto em sentido contrário a partida da cidade norte-americana decorre às 23h15 para chegar a Lisboa às 10h45 do dia seguinte.

Já a rota de Nova Iorque-JFK, que também conta com voos diários e ao longo de todo o ano, parte de Lisboa às 10h00 e chega à cidade dos EUA pelas 13h00, enquanto em sentido contrário a partida de Nova Iorque acontece às 19h55, chegando a Lisboa às 08h00 do dia seguinte.

Os clientes que voam a partir de Lisboa podem escolher entre 55 destinos via Boston e 75 via Nova Iorque-JFK. As principais ligações para os viajantes portugueses incluem Los Angeles, São Francisco e Orlando, nos Estados Unidos, e San Juan, Porto Rico; Cancun, México; São Paulo, Brasil; e Nassau, Bahamas.

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Eurowings conta com “programa especial” para o Euro 2024

“Temos as melhores reservas para os meses de junho e julho”. É assim que o CEO da Eurowings, pertencente ao grupo Lufthansa, olha para os meses do Euro 2024 que decorre em terras alemãs.

A Eurowings está otimista em relação ao próximo Campeonato Europeu de Futebol e espera um aumento das reservas em consequência disso. A filial da Lufthansa está a planear mais de 70 voos adicionais só para este evento e está a aumentar a sua capacidade com mais de 13.000 lugares adicionais, no que diz ser um “programa especial”.

“Temos as melhores reservas para os meses de junho e julho”, afirmou Jens Bischof, CEO da Eurowings, a propósito do período que abrange a realização do Euro 24.

O Euro 2024 terá lugar de 14 de junho a 14 de julho, admitindo o responsável da companhia, contudo, que, provavelmente, não irá criar frequências adicionais no tráfego aéreo doméstico.

“A verdadeira época de verão para a Eurowings começará com o início das férias escolares. Estamos perante um verão muito, muito bem sucedido”, afirmou Bischof, indicando que estão planeados mais de 600 voos por dia.

No total, a companhia aérea tem cerca de 120 aviões em funcionamento este verão e oferece mais 13% de lugares do que há um ano. A introdução da nova frota Airbus A320neo também foi concluída, para já, com 13 novos aviões.

Nos próximos dois anos, deverão ser entregues mais dois aparelhos. No entanto, a companhia aérea está, atualmente, em conversações com a Lufthansa sobre a expansão da frota.

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