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Turismo do Centro apresentou sistema de monitorização para as rotas da região

O novo sistema de monitorização das Rotas Âncora do Centro de Portugal foi apresentado esta segunda-feira, 25 de setembro, e conta com “contadores de visitantes colocados em locais estratégicos de cinco grandes rotas turísticas”.

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Turismo do Centro apresentou sistema de monitorização para as rotas da região

O novo sistema de monitorização das Rotas Âncora do Centro de Portugal foi apresentado esta segunda-feira, 25 de setembro, e conta com “contadores de visitantes colocados em locais estratégicos de cinco grandes rotas turísticas”.

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O Turismo Centro de Portugal apresentou esta segunda-feira, 25 de setembro, o sistema de monitorização para as principais rotas turísticas da região, que passa a incluir “contadores de visitantes colocados em locais estratégicos de cinco grandes rotas turísticas”.

O novo sistema de monitorização das Rotas Âncora do Centro de Portugal foi apresentado esta segunda-feira, 25 de setembro, numa conferência de imprensa na Aldeia do Poço, Condeixa-a-Nova, data em que se comemorou também o Dia Nacional da Sustentabilidade.

Segundo um comunicado do Turismo do Centro de Portugal, este novo sistema conta com “cinco contadores automáticos colocados em sítios estratégicos de cinco grandes rotas turísticas de Natureza e caminhos de peregrinação da região”, concretamente a Grande Rota do Vale do Côa, a Grande Rota do Zêzere, a Ecopista do Dão, o Eurovelo e a Rota Carmelita/Caminho de Santiago.

“Desta forma, passa a ser possível contabilizar os acessos por parte dos turistas que utilizam estes percursos, a pé e de bicicleta”, destaca o Turismo Centro de Portugal, explicando que os “dados recolhidos pelo sistema de monitorização serão integrados no Observatório do Turismo Sustentável do Centro de Portugal, contribuindo assim para a avaliação da sustentabilidade ambiental, social e económica da atividade turística”.

Um desses contadores foi instalado na Aldeia do Poço, uma vez que, explica o Turismo Centro de Portugal, “este pequeno lugar integra a Rota Carmelita, no sentido Norte-Sul, e o Caminho Português de Santiago, no sentido Sul-Norte”, tendo os participantes na apresentação tido a oportunidade de visitar o contador.

Além de Raul Almeida, presidente da Turismo Centro de Portugal, a apresentação do novo sistema de monitorização contou com a participação de Nuno Moita, presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, e Sílvia Ribau, chefe do Núcleo de Estruturação, Planeamento e Promoção da Turismo Centro de Portugal, além dos representantes das empresas parceiras do projeto Pedro Pedrosa, da A2Z Consulting, empresa especializada em turismo outdoor ativo, e Nuno Lavrador, da UpNorth, especialista na monitorização de pedestres e ciclistas em espaços urbanos e áreas naturais.

Os contadores medem a direção do fluxo e transmitem os dados de forma ininterrupta e remota, existindo já, no território do Centro de Portugal, outros percursos com contadores de utilizadores já instalados, cujos dados serão também possíveis de ser integrados neste sistema de monitorização e avaliação.

Na sua intervenção, Raul Almeida lembrou que o turismo representou, no ano passado, 17,1% do PIB nacional, e afirmou que, pelos dados já disponíveis, este ano, o resultado da atividade turística “vai ser ainda maior”, num crescimento que “causa impactos nas populações e no meio ambiente”, que o Turismo Centro de Portugal pretende que sejam positivos.

“Garantir a sustentabilidade da atividade é um dos nossos desafios, pelo que temos de trabalhar na consciencialização de todos os players do setor”, salientou o responsável, garantindo que “os dados que vão resultar deste projeto vão ser muito importantes para o apoio das decisões”.

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Politécnico de Beja abre candidaturas para pós-graduação em “Turismo Sustentável e Bem-Estar”

As aulas da pós-graduação em “Turismo Sustentável e Bem-Estar” do IPBeja arrancam a 24 de outubro e as candidaturas decorrem em duas fases, a primeira das quais até 31 de agosto.

O Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) já abriu a primeira fase de candidaturas para a pós-graduação em “Turismo Sustentável e Bem-Estar”, estando estas a decorrer até 31 de agosto, segundo informação publicada no website da instituição de ensino superior.

“Atendendo à vocação do Ensino Superior Politécnico, procura-se com esta oferta formativa responder às necessidades de formação avançada com caráter específico e profissional”, avança a instituição de ensino superior.

As candidaturas decorrem em duas fases, a primeira das quais até 31 de agosto, enquanto a segunda tem lugar entre 23 de setembro e 11 de outubro, prevendo-se que as aulas arranquem a 24 de outubro.

Esta pós-graduação destina-se a atuais e futuros profissionais de Turismo, mas também de áreas congéneres, decorre na modalidade de e-learning e está vocacionada para o desenvolvimento de competências e de qualificações teóricas e técnicas na área específica do Turismo Sustentável.

As candidaturas podem ser realizadas aqui.

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47% das opiniões sobre companhias aéreas nas redes sociais são negativas

Uma análise da Onclusive mostra que 47% dos posts nas redes sociais relativamente às experiências de clientes com companhias aéreas são negativos. Em contrapartida, somente 37% são positivos.

Quase metade (47%) dos posts publicados nas redes sociais relativamente às experiências de clientes com companhias aéreas são críticas ou negativos, enquanto 37% são positivos. Os restantes são neutros, consistindo em imagens e vídeos de aeroportos, voos, aviões e notícias imparciais sobre companhias aéreas, revela uma análise recente da Onclusive.

O tópico mais discutido é a bagagem, com uma quantidade significativa de comentários negativos sobre bagagem perdida ou danificada e as taxas adicionais de bagagem extra impostos por algumas companhias aéreas. A gestão e as respostas do serviço de apoio ao cliente também são objeto de críticas.

Os comentários positivos, embora menos frequentes, destacam iniciativas das companhias aéreas, tais como alterações de políticas que permitem que permite aos passageiros levar um animal de estimação e uma mala de mão de tamanho normal para a cabina.

O segundo tópico mais discutido é o comportamento das tripulações de voo e dos passageiros. Estas conversas incluem comentários negativos sobre a simpatia dos membros da tripulação, comentários positivos sobre a forma como lidam passageiros difíceis e comentários sobre o mau comportamento conduta ou agressividade de outros passageiros.

Os consumidores partilham frequentemente as suas experiências negativas nas redes sociais, especialmente se sentirem que não obtiveram respostas satisfatórias do pessoal ou do serviço de apoio ao cliente.

Independentemente da companhia aérea, a qualidade da comida e o conforto dos assentos são os principais tópicos de discussão, tornando-os os serviços mais comentados nas redes sociais, ultrapassando o entretenimento a bordo.

Os clientes das companhias aéreas também comentam, frequentemente, os serviços adicionais ou opcionais pelos quais pagaram um suplemento. Este tópico é o 10.º mais discutido, aparecendo, igualmente, as salas de espera nos aeroportos. Os clientes discutem vários aspetos, como o conforto, design, limpeza e a frustração de não ter acesso, apesar de terem um cartão de membro.

O segundo serviço mais comentado é o WiFi a bordo. À medida que as companhias aéreas vão instalando gradualmente o WiFi nas suas frotas, as ofertas de acesso gratuito a aplicações de mensagens estão a receber recções muito positivas.

O terceiro serviço mais discutido é a seleção de lugares. Este serviço é particularmente importante para as famílias que pretendem sentar-se juntas e passageiros que desejam adicionar um assento conforto ou duplo.

Muitas mensagens também envolvem pedidos de reembolso ou reclamações sobre o mau funcionamento do website relacionado com a seleção de lugares.

Já do lado das companhias aéreas, nas publicações e entrevistas, são abordados frequentemente temas diretamente relacionados com os principais acontecimentos recentes no setor, com especial destaque para a segurança e proteção.

A reputação das companhias aéreas está intimamente ligada à fiabilidade das suas aeronaves e dos seus fabricantes.

As companhias aéreas e os seus fornecedores estão a centrar-se cada vez mais na sustentabilidade nas suas comunicações, com indicações de medidas para eliminar os plásticos de utilização única e o alumínio de utilização única a bordo até 2025 ou a compra e utilização de combustível de aviação sustentável (SAF).

“A sustentabilidade tornou-se um importante critério de classificação para as companhias aéreas, a par da qualidade do serviço e do conforto”, destaca a análise da Onclusive.

“Há uma diferença notável entre as prioridades dos clientes expressas nas redes sociais e os tópicos que as companhias aéreas discutem nas suas plataformas sociais. Os clientes destacam as suas necessidades e preocupações, procurando respostas atempadas, enquanto as companhias aéreas se concentram nas mensagens de marca e atualizações operacionais”, diz ainda a Onclusive.

Ao alinhar as estratégias de marketing e comunicação com as prioridades dos clientes, as companhias aéreas podem promover ligações mais fortes, dando a consultora como exemplo a abordagem a questões frequentemente discutidas como opções de reserva flexíveis ou perda de bagagem com conteúdo claro e informativo que criam confiança e lealdade. “Colmatar esta lacuna aumenta a satisfação do cliente e proporciona uma vantagem competitiva”.

Do lado da cobertura realizada pelos órgãos de comunicação social, o destaque, nos últimos 12 meses, vai claramente para as questões relacionadas com a proteção e segurança. A informação financeira (lucros, ganhos, preços das ações) é o terceiro tipo de conteúdos mais publicados.

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Air France-KLM e SAS estabelecem acordos de codeshare e interline

Os acordos de codeshare e interline entram em vigor a 1 de setembro, quando a SAS se junta à SkyTeam, a aliança de companhias aéreas a que também pertence a Air France-KLM.

A Air France-KLM e a SAS assinaram acordos de codeshare e interline que abrangem os voos da Air France, da KLM e da SAS, e que entram em vigor a 1 de setembro, quando a SAS se junta à SkyTeam, a aliança de companhias aéreas a que também pertence a Air France-KLM.

Segundo um comunicado da Air France-KLM, estes acordos também abrangem os benefícios recíprocos dos programas de fidelização, concretamente o Flying Blue e EuroBonus.

O acordo de codeshare abrange vários destinos europeus, com os passageiros da Air France-KLM a passarem a ter acesso a 33 destinos no norte da Europa além dos hubs da SAS em Copenhaga, Oslo e Estocolmo, enquanto os passageiros da companhia aérea escandinava passam a ter acesso a 33 destinos na Europa além dos hubs da Air France e da KLM – respetivamente, nos aeroportos de Paris-CDG e Amesterdão-Schiphol.

“Além disso, num futuro próximo, serão adicionados ao acordo destinos intercontinentais”, acrescenta a Air France-KLM, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 12 de julho.

Já o acordo interline vai cobrir a rede europeia das companhias Air France, KLM e SAS, “oferecendo aos clientes opções de viagem distendidas”, explica-se ainda no comunicado divulgado.

Os membros do Flying Blue e do EuroBonus, os programas de fidelização da Air France-KLM e SAS, respetivamente, também ganham algumas vantagens, passando a ser possível “acumular e gastar Milhas/Pontos em todos os voos operados a partir de 1 de setembro de 2024”.

“Os membros elegíveis do EuroBonus poderão ainda desfrutar dos serviços e benefícios da SkyTeam, incluindo o SkyPriority e os acessos aos lounges”, refere ainda o comunicado da Air France-KLM.

Segundo Angus Clarke, diretor Comercial (CCO) da Air France-KLM, “estes acordos marcam um passo importante rumo a uma cooperação comercial próxima entre a Air France, a KLM e a SAS”, que vai oferece aos passageiros das três companhias aéreas “uma ampla gama de destinos europeus e serviços de alta qualidade”.

“Estamos desejosos de desenvolver ainda mais este relacionamento e fortalecer a nossa posição na região escandinava”, acrescenta o responsável da Air France-KLM, citado no comunicado divulgado.

Já Paul Verhagen, diretor Comercial (CCO) da SAS, mostra-se satisfeito pelos acordos alcançados com a Air France-KLM, futura parceira da SAS na aliança SkyTeam, uma vez que estes vão aumentar a “conectividade e oferecendo maiores benefícios” aos passageiros da SAS.

A Air France e a KLM operam até 200 voos semanais entre os seus hubs – nos aeroportos de Paris-CDG e Amesterdão-Schiphol – e os hubs da SAS em Copenhaga, Oslo e Estocolmo, enquanto a SAS opera até 44 voos semanais para Paris-CDG de Copenhaga, Oslo e Estocolmo, e 65 para o aeroporto de Amesterdão-Schiphol.

Os voos no âmbito deste codeshare e interline arrancam a 1 de setembro, mas já podem ser adquiridos nos websites das três companhias aéreas.

 

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Dom Pedro Golf Vilamoura renova Old Course

O campo de golfe surge mais exclusivo e mais sustentável.

O Dom Pedro Golf Vilamoura está a realizar uma extensa renovação do Old Course para consolidar o seu lugar entre os melhores campos de Golfe da Europa.

Como resultado das renovações, o Old Course será transformado num clube de golfe Premium, com um serviço personalizado, concierge VIP e condições de jogo de classe mundial. Dentro do campo, as melhorias centraram-se na sustentabilidade, como parte de uma nova estratégia a longo prazo para torná-lo um dos campos mais ecológicos da Europa. De realçar os novos sistemas de aspersão e as variedades de relva resistentes à água para reduzir os consumos, as estações de hidropressores para reduzir o consumo de energia e a nova frota de máquinas 100% elétricas.

As mudanças estão a ser implementadas sem o campo encerrar, minimizando o impacto e colocando em primeiro lugar a experiência do cliente, prevendo-se que estas melhorias estejam concluídas até ao final de agosto.

Nuno Sepúlveda, Co-CEO da DETAILS – Hospitality, Sports, Leisure, a plataforma de gestão dos ativos de golfe em Vilamoura, explica que “as renovações do Old Course alinham-se com a visão de longo prazo de melhorar a qualidade, a sofisticação e a experiência do cliente. Estas melhorias têm como objetivo específico manter altos padrões nas instalações e serviços de golfe, e reforçar a imagem de Vilamoura como um destino de golfe de primeira classe”.

Após a conclusão das melhorias no campo, está prevista, para novembro, a abertura de um novo Clubhouse, que incluirá melhorias em todas as instalações, como a loja de golfe, a sala de estar, o restaurante, o bar e a área do terraço, conferindo-lhe um visual clássico e elegante, que realça o legado do campo.

“Todas renovações são meticulosamente planeadas para respeitar o design clássico e o legado do campo, enquanto introduzem melhorias que aprimoram a experiência geral de golfe. Ao equilibrar cuidadosamente o antigo com o novo, a renovação garante que o campo continue a ser um destino querido para os golfistas”, acrescenta Nuno Sepúlveda.

Os greens e fairways receberão manutenção cuidadosa, os bunkers serão aperfeiçoados com nova areia e as tee box terão um novo tipo de relva plantada, a relva Bermuda, o que vai permitir nivelar as raízes e tornar as tee box ambientalmente sustentáveis e de qualidade premium. Houve, também, uma transformação completa dos caminhos dos buggies, agora construídos em betão wall-to-wall. Um aspecto notável desta ação é a abordagem sustentável adotada: o betão retirado dos antigos caminhos foi triturado e reutilizado como base para os novos percursos, e a terra removida do solo durante esta intervenção foi armazenada, crivada e reutilizada no acabamento final.

A aparência geral do campo de golfe terá mais definição entre as áreas de jogo e a paisagem icónica entre os pinheiros. Esta definição terá um impacto significativo, tanto na aparência como na qualidade, sendo que com isto os fairways receberão mais luz solar.

Haverá ainda a requalificação do campo de prática e a introdução de tecnologia de última geração, possibilitando várias sessões de treino e experiências que atendem as expetativas mais elevadas de todos os golfistas.

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Comboio histórico do Vouga associa-se ao AgitÁgueda – Art Festival

A edição de verão do Comboio Histórico do Vouga, vai estar associada ao AgitÁgueda – Art Festival. A primeira viagem desta série única será já no próximo sábado, dia 13 de julho.

São oito viagens agendadas para todos os sábados, de 13 de julho a 31 de agosto. Esta iniciativa resulta de uma parceria estabelecida entre a CP, o Município de Águeda e a Junta de Freguesia de Macinhata do Vouga.

O itinerário da viagem começa na estação de Aveiro, às 13h45, com destino a Macinhata do Vouga, onde os passageiros terão a oportunidade de fazer uma visita guiada ao Museu Ferroviário. O percurso prossegue então para Águeda, onde os visitantes serão recebidos por um guia que os levará num passeio pela cidade para apreciar as obras de arte urbana que compõem o AgitÁgueda. A chegada a Aveiro está prevista para as 20h07.

Até ao dia 27 de julho, as viagens contarão com animação do AgitÁgueda, proporcionando uma experiência cultural e artística durante o percurso. A partir dessa data, os passageiros terão a oportunidade de visitar e admirar as obras de arte urbana resultantes do festival.

Refira-se que o comboio histórico do Vouga é tracionado pela locomotiva diesel CP 9004, uma peça histórica construída no final da década de 50 do século passado, que marcou o fim da era dos comboios de via estreita na Linha de Guimarães. O comboio é composto por cinco carruagens que são verdadeiras joias da história dos caminhos de ferro: Carruagem de varandim belga de 1908, oferecendo uma viagem nostálgica aos tempos áureos do transporte ferroviário; Carruagem alemã de 1925, que exemplifica a engenharia e design ferroviários do início do século XX; Carruagem construída pelos Caminhos de Ferro do Estado nas oficinas do Porto em 1913, representando o legado industrial português; Carruagem portuguesa do Barreiro, de 1908, que outrora percorria a pitoresca Linha do Corgo, entre Régua e Chaves; e ainda carruagem mista italiana, mostrando a diversidade e riqueza do património ferroviário europeu.

Os bilhetes para esta experiência são de 37 euros para adulto e 22 euros para crianças dos 4 aos 12 anos, e já se encontram disponíveis para venda nos canais habituais da CP.

 

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Produto “Solo Hotel” da Soltour cresce 25% em reservas no início do verão

O produto “Solo Hotel”, do operador turístico Soltour, com ofertas no mundo inteiro, registou um aumento de 25% nas reservas para o mês de julho, em comparação com 2023. Da mesma forma, as vendas cresceram 20,2%, refletindo um aumento de 30,4% nas despesas por passageiro.

A Soltour registou um aumento de 25% nas reservas de hotéis para o mês de julho, em comparação com 2023. Da mesma forma, as vendas cresceram 20,2%, refletindo um aumento de 30,4% nas despesas por passageiro.

O operador turístico continua a reforçar a sua oferta de pacotes de férias, como evidencia a disponibilidade do seu produto exclusivo “Solo Hotel”, com alojamento em hotéis de três e quatro estrelas a preços especiais, num total de 186 mil unidades distribuídas por todo o mundo, em 3.697 destinos.

“Este produto é mais um passo nos nossos esforços para alargar a oferta de viagens às agências, proporcionando uma opção exclusiva de ‘Solo Hotel’ a preços imbatíveis e condições únicas, adaptando-nos às necessidades dos clientes”, explica Luís Santos, diretor Comercial da Soltour para Espanha e Portugal.

Esta nova abordagem sublinha o empenho da Soltour em fornecer soluções flexíveis e personalizadas a todos os viajantes, assegurando que cada cliente encontra a opção perfeita para as suas férias.

Entre os destinos disponíveis, o operador turístico amplia as suas opções para os Estados Unidos e para a Ásia, bem como para as capitais europeias de Roma, Londres, Paris e Berlim. Além disso, o operador oferece preços competitivos para a Grécia e para o Chipre.

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Ano turístico vai ser melhor do que em 2023, mesmo com menor procura interna

O Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, prevê que o atual ano turístico vai ser melhor do que o de 2023, apesar de uma pequena baixa na procura por parte dos portugueses.

Victor Jorge

“Há aqui um conjunto de fatores que se conjugam e que vão garantir a perspetiva que temos de este ano ser um ano turístico melhor ainda que o ano de 2023”, disse Pedro Machado à agência Lusa, à margem de uma visita à Marina de Portimão.

Mesmo assim, o governante deu conta da “preocupação” manifestada pelos empresários do setor turístico algarvio quanto a “algum abaixamento da procura, sobretudo do mercado interno, do mercado nacional”.

Apesar desta “relativa baixa de procura” que se está a sentir neste momento, o governante acredita que “os mercados internacionais estão a reagir muito positivamente” e referiu dados sobre a evolução do turismo em junho obtidos na segunda-feira, que indicam o forte crescimento no setor.

Segundo Pedro Machado, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos da América são, neste momento, os países mais importantes para o turismo português, tendo ultrapassado a Espanha e a França e outros países mais próximos.

“Significa que há hoje uma apetência maior para estes mercados de longa distância”, concluiu o secretário de Estado do Turismo, acrescentando que Portugal está a “reforçar” as ligações aéreas com países como o México, a Coreia do Sul e o Egito.

Por outro lado, o responsável governamental congratulou-se por os consumos de água terem “vindo a baixar 12 a 13%, o que considera ser “a meta que tinha sido estabelecida” pelo Governo

Referindo-se a dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pedro Machado defendeu que o consumo de água tem estado a ser “ajustado”, tanto na agricultura como no setor urbano, que considera ser prioritário, e onde está incluído o setor turístico.

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ANAV considera positivo o Programa ‘Acelerar a Economia’, mas diz que não agiliza apoios às PME

A propósito do Programa “Acelerar a Economia – Crescimento, Competitividade, Internacionalização, Inovação e Sustentabilidade”, aprovado em Conselho de Ministros e apresentado pelo Primeiro Ministro no passado dia 4 de julho, a ANAV considera positivas as medidas, mas diz que é preciso ir um pouco mais longe nos apoios às PME.

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“Acelerar a Economia” contém medidas fundamentais para o desenvolvimento do setor do Turismo, mas segundo a ANAV – Associação Nacional de Agências de Viagens, não agiliza apoios essenciais às Micro, Pequenas e Médias Empresas.

Em nota de imprensa, a  ANAV congratula-se com o esforço e com o resultado final deste trabalho do Governo, em prol do desenvolvimento e aceleração da Economia nacional, e considera “muito positivas as medidas elencadas no programa “Acelerar a Economia” para o desenvolvimento do setor do Turismo, mas alerta para a existência de várias lacunas nas medidas que visam o apoio às Micro e PME, que são a esmagadora maioria das agências de viagens portuguesas, em especial no que se refere ao acesso aos fundos comunitários e a questões fundamentais de fiscalidade, que impactam pesadamente a tesouraria das empresas mais pequenas”.

Miguel Quintas, presidente da ANAV, salienta que “gostaríamos de ver maior facilidade e simplicidade no acesso aos fundos comunitários, que parecem estar, na sua maioria, direcionados para as grandes organizações, preterindo os pequenos negócios e pequenos empresários, os quais se debatem com grandes barreiras de acesso, nomeadamente em função da dimensão do investimento obrigatório e da complexidade burocrática das candidaturas”.

Por outro lado, refere que “acredito que podemos fazer um pouco mais em quatro áreas distintas, absolutamente necessárias para as agências de viagens: apoio nos Fundos de Tesouraria; apoio nas Linhas de Crédito; ajustamento na Segurança Social e redução dos Custos de Contexto e Tributações Autónomas”.

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Conselho Municipal do Turismo de Sesimbra toma posse

Promover a participação e o envolvimento dos agentes turísticos no desenvolvimento integrado e sustentável do concelho e contribuir para a valorização da oferta turística e a consequente promoção do destino Sesimbra são alguns dos objetivos do Conselho Municipal do Turismo, que acaba de tomar posse.

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Com funções exclusivamente consultivas, o Conselho Municipal do Turismo de Sesimbra, que acaba de tomar posse e realizou a sua primeira reunião, envolve 26 entidades, que têm como caminho comum a evolução da situação turística do município.

“O importante é que possamos ter um espaço onde possamos apontar os caminhos para as soluções de um turismo que se quer cada vez melhor, mais sustentável e de qualidade para o concelho de Sesimbra”, adiantou o presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Francisco Jesus, citado em notícia publicada na página oficial da autarquia.

A criação do Conselho Municipal do Turismo de Sesimbra é, segundo Argentina Marques, vereadora do Turismo, “um pontapé de saída para termos uma estratégia comum com todas as entidades que estão neste território de Sesimbra e nesta Área Metropolitana de Lisboa”.

A Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa considera que a valorização e promoção da oferta turística de Sesimbra é fundamental para a região. A presidente da ERT-Região de Lisboa, Carla Salsinha, defende ainda que o Conselho Municipal do Turismo “vai ser seguramente um dos motores de qualificação do turismo de Sesimbra”, na medida em que pode ajudar a definir a estratégia “de como é que Sesimbra se quer afirmar no contexto dos 18 municípios da região de Lisboa”.

O Conselho Municipal de Turismo de Sesimbra volta a reunir a 4 de setembro para o início dos trabalhos e estudo das diversas matérias relacionadas com as estratégias para o desenvolvimento do turismo do concelho.

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Turismo europeu com novos máximos, com Portugal em destaque

Segundo a análise mais recente da European Travel Commission (ETC), as chegadas e dormidas ultrapassaram os números de 2019 no primeiro semestre de 2019. Portugal aparece destacado, indicando ainda a ETC que os turistas deverão gastar mais 800 mil milhões de euros, em 2024 à medida que os planos dos viajantes estão cada vez mais diversificados.

Victor Jorge

O setor do turismo na Europa continua no trilho da recuperação no segundo trimestre de 2024, com as chegadas internacionais a crescerem 6% face a igual período de 2019, enquanto as dormidas registam uma evolução de 7% face a igual período do ano pré-pandemia, sendo que relativamente ao período homólogo de 2023 os incrementos são ainda mais assinaláveis: +12% 1 10%, respetivamente.

Na última edição do relatório trimestral da ETC, os dados indicam que tanto os destinos tradicionais como os não tradicionais do Sul da Europa e do Mediterrâneo continuam a ser as escolhas mais populares para os turistas na Europa. Registaram-se aumentos notáveis nas chegadas, em comparação com os níveis de 2019, em destinos menos conhecidos, como Sérvia (+40%) e Bulgária (+29%), bem como em destinos favoritos de longa data incluindo Malta (+37%), Portugal (+26%) e Turquia (+22%), considerando a comissão que “o sucesso contínuo destes destinos deve-se, em parte, à sua oferta comum de experiências e a condições climatéricas geralmente favoráveis”.

Os países nórdicos também revelam uma atração crescente, com as dormidas de estrangeiros a aumentarem na Dinamarca (+38%), Noruega (+18%) e Suécia (+9%), revelando “um sucesso crescente fora do Sul da Europa e em destinos relativamente mais caros”.

Em contrapartida, a região do Báltico continua a debater-se com dificuldades, com a Letónia (-24%), a Estónia (-16%) e a Lituânia (-15%) a registarem ainda chegadas internacionais muito abaixo de 2019.

Miguel Sanz, Ppesidente do ETC, considera ser “encorajador ver a crescente diversificação do panorama do turismo europeu neste trimestre”. O responsável pela ETC, cargo que já foi ocupado pelo português Luís Araújo, refere ainda que “este facto beneficia tanto os destinos emergentes como os pontos de interesse estabelecidos que podem potencialmente enfrentar uma sobrelotação. Além disso, o aumento do número de turistas em zonas menos conhecidas ajudará as pequenas empresas que ainda estão a recuperar da pandemia ou que se debatem com o aumento dos custos operacionais devido ao atual contexto económico”.

Custos e pessoal dificultam recuperação
Contudo, nem tudo são boas notícias, já que são vários os desafios que o setor das viagens enfrenta. Os profissionais do turismo ouvidos pela ETC referem como principais problemas o aumento dos custos de alojamento, das operações comerciais e dos voos, bem como a escassez de pessoal. Apesar do seu impacto contínuo, estes desafios diminuíram em comparação com o trimestre anterior.

Com os aumentos dos custos das empresas a conduzirem a um aumento geral das despesas de viagem, a ETC prevê que os visitantes gastem 800,5 mil milhões de euros na Europa este ano, mais 13,7% do que no ano passado. Esta evolução resulta do aumento dos preços de exploração, do regresso de turistas com despesas elevadas da região da Ásia-Pacífico e da forte procura de eventos e de viagens combinadas de negócios e lazer. O setor do alojamento, por sua vez, beneficiou especialmente no primeiro semestre do ano, com uma subida de 5,4% nas receitas por quarto disponível e de 1,8% nas taxas de ocupação.

Os aumentos mais significativos nos gastos dos viajantes, no acumulado do ano, registam-se em Espanha (25%), Grécia (25%), Itália (20%) e França (16%). Outros países, como a Croácia, a Bulgária e a Roménia, esperam ver estadias médias mais longas em 2024 do que no ano anterior, o que também resultará num aumento das receitas do turismo.

Diversificação como impulsionadora do turismo europeu
O relatório identifica uma diversificação crescente do turismo europeu, com os destinos emergentes e os mercados emissores a aumentarem a sua quota de mercado. Entre os fatores que contribuem para esta tendência contam-se “a procura de destinos não tradicionais com uma boa relação qualidade/preço, o regresso dos viajantes da região Ásia-Pacífico e a crescente disponibilidade de viagens de comboio”, refere a ETC.

Embora os EUA continuem a ser o mercado emissor de longo curso com melhor desempenho, regista-se um aumento notável dos mercados da Ásia Oriental, especialmente da China. “As cidades europeias estão a revelar-se particularmente atraentes para os visitantes chineses, uma vez que se espera que a China se torne o mercado emissor de destinos urbanos com crescimento mais rápido em 2025, ultrapassando os EUA”.

Verifica-se também um aumento do número de viajantes que optam por viagens fora de época e por destinos menos conhecidos, impulsionados pela procura de uma boa relação qualidade/preço e de experiências únicas e autênticas. Em particular, a Albânia e o Montenegro registaram um aumento notável da quota de mercado, com um aumento de 86% e 31%, respetivamente, desde 2019.

O crescente interesse em viajar fora dos circuitos habituais também se reflete nas pesquisas online para viagens na Europa, que destacaram o apelo dos cenários naturais das ilhas, como a Madeira, em Portugal, e Magerøya, na Noruega, com ambos os destinos a registarem um aumento correspondente nas chegadas e nas dormidas.

A sustentabilidade foi um dos principais fatores de reputação positiva para os destinos neste trimestre, enquanto o discurso mais negativo se centrou nos impactos sociais e ambientais da sobrelotação nos locais de turismo tradicionais.

Ao mesmo tempo, o aumento da capacidade ferroviária está a abrir a porta aos viajantes para explorarem novas experiências e destinos. A empresa ferroviária nacional da Alemanha – Deutsche Bahn -, por exemplo, registou um aumento de 21% nas rotas internacionais entre 2019 e 2023, beneficiando principalmente os países vizinhos. Os serviços do Eurostar regressaram aos níveis de passageiros anteriores à pandemia e o operador ferroviário espanhol Renfe informou ter vendido 500 mil bilhetes nos seis meses seguintes ao lançamento da sua linha internacional para França.

De referir que estes três operadores têm planos para aumentar a capacidade nos próximos anos, o que realça a importância crescente dos caminhos-de-ferro no turismo europeu.

Foto: Depositphotos.com
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